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Texto para pensar: é justo???

Aconteceu lá em pralalabaramba, um lugar que existe só na minha imaginação e que qualquer semelhança com um fato real é mera conhecidência...
pralalabaramba é uma cidade de 250.000 habitantes, próxima da capital, com várias empresas de ponta, escolas, universidades e tudo mais de uma cidade grande, entretanto, com apenas uma empresa de planos médicos: UniMico. Empresa líder no setor: única e sem concorrência. Pelo seu monopólio qualquer empresa concorrente que tentava entrar na cidade desistia pela dificuldade.
A UniMico ainda era detendora de uma marca histórica: 75.000 de clientes na cidade.

Lá em pralalabaramba existiam 2 pessoas da mesma idade: José e João:
José era um cara que desde que nasceu tinha o plano na UniMico. Seus pais sempre pagaram a mensalidade e durante sua vida José utilizou muito pouco o plano. Apenas algumas consultas ao pediatra quando criança e ao oculista e dermatologista quando adolescente. Fora isto, praticamente não utilizava nenhum serviço seu super plano médico. Logo que arrumou um trabalho seu pai parou de pagar e ele começou a pagar do seu salário seu plano na UniMico. Ao chegar a seus 30 anos, José, com sua esposa e 2 filhas, também com plano na UniMico, no caso das filhas, desde que nasceram, chega a uma fase dura financeiramente. Fazendo suas contas ele se vê obrigado a cortar gastos. O plano da UniMico tinha acabado de ter seu aumento anual e justo este aumento de 8% é que estava pesando no orçamento.
Então José teve a brilhante idéia de ligar na UniMico e ver se teria como negociar este aumento durante esta fase problemática financeira. José se lembrou que a UniMico fazia vários eventos de cunho social com o objetivo de ajudar a população e por isto entendeu que pela lógica, a UniMico talvez ajudaria seus clientes nos períodos difíceis.
Ao ligar na UniMico José foi direcionado ao setor financeiro e ao explicar a atendente que estava passando por uma fase problemática e que gostaria de uma ajuda da UniMico apenas em relação ao percentual do aumento mensal, ele recebe a resposta da atendente:
- Valor não negociamos, o aumento foi de acordo com a lei. Se o Sr. não pode mais pagar, então cancele.
Traduzindo: Nós somos a única empresa da cidade, somos soberanos e temos aprox 1/3 da população da cidade. Um a mais ou a menos não vai nos fazer falta. Cancele o plano...
José ficou estarrecido e perplexo ao constatar que a empresa que ele tanto colaborou lhe deu as costas nesta hora de necessidade.
José não teve outra saída senão cancelar seu plano e deixar apenas suas filhas.
Ao cancelar seu plano, José teve outra surpresa: As filhas, que tinham o plano da UniMico desde que nasceram, iriam ficar descobertas, sendo sujeitas aos períodos de carência novamente. Como não tinha outra opção, José fez a troca: Uma de suas filhas ficou titular de um novo plano, e ele e a esposa ficaram dependentes da sorte de não precisar.
Passados uns 6 meses, José volta a se recuperar financeiramente e pela segurança sua e de sua esposa ele volta a fazer um plano na UniMico, já que não existe outra empresa mesmo.
Desta vez José decide manter separado: as filhas num e ele e a esposa em outro, para o caso de ter que cancelar o dele novamente.
Bom, feito isto, uns 3 meses depois que José, que durante 30 anos pagou um plano médico e que ficou 6 meses sem, está andando na cidade e sofre um acidente: quebra o joelho.
Ao chegar no hospital José descobre que necessita operar seu joelho e colocar alguns pinos em uma cirurgia complicada. Entretanto ao passar o cartão de seu plano na UniMico, José descobre que ainda não deu a carência e que ele terá que pagar pela cirurgia (R$ 15.000,00) ou tentar a sorte na fila do SUS.
Agora vamos falar de João: Este nunca teve plano na UniMico e por sorte nunca lhe aconteceu nada. Ao chegar a seus 30 anos, João resolve fazer um plano médico. Exatamente 6 meses depois de fazer o plano na UniMico, João está no meio da cidade  e sofre um acidente. No mesmo dia, praticamente do mesmo jeito e o mesmo problema que José, João vai ao hospital e descobre que necessita da cirurgia.
Como ele acaba de completar o período de carência, o médico já marca a operação para o dia seguinte e em 2 meses, João já volta a sua vida normal como se nada tivesse acontecido, enquanto que José....
José que pagou durante 30 anos seu plano na UniMico,
José que faltavam 3 meses para completar a carência,
José que perdeu o emprego 1 mês depois do acidente e que não teve como continuar a pagar seu plano da UniMico, nem de suas filhas,
José que aguardou, aguardou, aguardou...
Conseguiu operar o joelho e hoje está, também, curado, mas....
é justo?

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