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UM DIA APÓS O OUTRO!
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Hoje, por estimativa, vejo que a melhor coisa que nos acontece é, exatamente,
um dia depois do outro!
A seqüência diária ou diuturna nos permite renovar os nossos critérios e
julgamentos, ao mesmo tempo em que nos livra, embora possa ser passageiro, das
forças dos dissabores projetados ou, aceitos por nós, de forma dolosa e/ou,
culposa!
Da mesma forma e, circunstância, também, o passar dos dias afastam de nós as
vitórias e, os acontecimentos benfazejos, os deixando no ostracismo, pela
passagem célere e, constante, do Tempo.
A Vida não passa por nós, pois, na verdade, somos nós que trafegamos por Ela!
Esse trânsito é seqüente até o nosso final e, tem por base o nosso procedimento
com Tudo o que nos rodeia, porém, sempre, doando para recebermos, em troca, a
oferenda em reciprocidade!
Qualquer ato honesto, expedido ou, recebido, tem que conter em si toda uma gama
de idéias e sentimentos probos, caso contrário, ocorrerão desnível, com os
emissores e, receptores se enxovalhando com a falsidade dada e, recebida!
A amenidade resultante da passagem dos dias, na azáfama hodierna, é uma “válvula
de escape” a nos proteger dos eventos aziagos com presságios maléficos que nos
atormentam, pois, Eles, a cada hora ultrapassada, Ficam para trás, nos deixando,
tão somente, a sua lembrança a se extinguir! Não fora assim, como
sobreviveríamos em paz, por exemplo: com, a perda de um ente querido?
A seqüência diária só será benfazeja para quem for honesto e cumpridor dos seus
deveres dignos, pois, aos bandidos e maléficos, a cada dia que passa, é um
acumulatórios de feitos indignos, seqüentes e, inconseqüentes, onde, não
ocorrerá o abrandamento benéfico para Eles e, sim, a reincidência do... Mal!
Por falar nisso, de uns anos para cá, tenho feito de tudo para publicar os meus
20 livros, volumosos e, inéditos (Poesias, Suspense policial, Ficção estelar e
Textos), sempre me esbarrando nas parcerias pedidas pelas Editoras, onde, me
falta o “maravilhoso metal!” Porém, acreditando no passar dos dias, encontrei a
Editora Virtual Libri que, há poucos dias, publicou, gratuitamente, o meu livro:
BARACHO O GUARDIÃO DA CHAVE! (Ficção), pelo preço de DEZ REAIS, nada me cobrando
pela publicação em foco.
Peço aos amigos e, os que gostem de ficção estelar, que COMPREM o meu livro, por
meio do Site: www.virtuallibri.com
A seguir, apresento uma sinopse do livro referido:
Uma Chave que se preze terá sempre uma dupla função: A de abrir alguma coisa
ou... Fechar!
Às suas duas atribuições pode parecer antagônicas ante um observador precipitado
ou inepto, entretanto, num exame criterioso e idôneo de um observador capaz
(daqueles que dissecam tudo que lhes apresentarem como ponto passivo de
entendimento pleno e, anteriormente, aceito), Ele entenderá que não haverá
duplicidade antagônica numa Chave que abre e fecha algo, simplesmente, pelo fato
de cada ação ser completa em si própria sem deixar lacunas para a outra função
específica.
Quando abrimos qualquer coisa, descortinamos o seu interior e, quando fechamos,
nos é vedado o que foi lacrado, todavia, não é a Chave que atua e, sim, o seu
manuseador! De forma idêntica, ou aparente, uma arma de fogo não atira e um
computador não computa, sem uma mente ou, mão a manejá-los ou, os programar.
Dessa maneira, ouso dizer, sem receio de errar ou parecer um parvo ou ateu, que,
seguindo essa minha linha de raciocínio, poderemos equiparar várias situações,
dentre elas, às seguintes:
—A realidade nada valerá sem a ficção para destacá-la ou, divergir, sem
comprovação estilizada ou escolarizada no tirocínio atual, bem como, a ficção de
nada servirá sem a realidade para dar-lhe o contencioso veraz, ou não!
—Deus, Todo Poderoso e Arquiteto do Universo! Não quis destruir o demônio ou o
“Mal”, justamente para não formar hostes de robôs a lhe dizerem “Amém!”,
preferiu que os seus filhos viessem a escolher o “Caminho para Ele” optando
entre o “Bem” e o “Mal”.
—Satanás, totalmente sem Deus, perderá todo o seu poder maléfico senão tiver um
adepto sequer e, para conseguir a platéia, utiliza a ficção que não tiver o
respaldo ou a orientação da realidade pura e indiscutível.
—“Uma maçã podre colocará o cesto a perder” se não tiver um “Cesteiro” que saiba
usar a realidade e a ficção para o Bem, dessa forma, separando às ruins das boas
e dando a cada uma o destino que o seu discernimento achar melhor, porém, nunca
ficando com as podres!
—Os bandidos, em vários lugares, se sobressaem em relação aos bons e honestos,
exatamente pelo fato de ser permitido a “mistura do podre com o são”,
principalmente, nas prisões e pontos defectos longe da “Luz da virtude”.
Este posfácio, intencionalmente, pouco diz da obra que ele pretende encerrar,
isso, pelo fato dela não acabar aqui, muito ainda o autor terá que escrever para
tal, o assunto aludido no GUARDIÃO DA CHAVE! Ou...O ESCOLHIDO! É como uma maçã
sadia se relacionando com outras idênticas e... Com as podres!
A obra em pauta é ficção! Contudo... Será realmente?
Sebastião Antônio BARACHO
conanbaracho@uol.com.br
Fone:(31)3846-6195
Enviado por: Baracho em 03/01/2009 11:25 AM
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