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O MEU ESCRITOR EM ATIVIDADE!
(clique aqui para enviar para alguém)
Minha resposta ao Jornal de Debate sobre o assunto:“QUAL O MELHOR ESCRITOR BRASILEIRO EM ATIVIDADE?”:
Ao debater o enunciado acima, acredito que a pergunta é, por demais, difícil e complexa no seu contexto, por não haver encadeamento da totalidade das respostas disponíveis e, aceitáveis! Pelas seguintes razões:
—Melhor é: A primazia, a predileção, o que há de mais excelente, perfeito, magnífico e esplêndido! Todavia... Para quem?
—Atividade é: Ter vivacidade, tarefas etc, porém... Por quem?
Visto isso e, por isso, decido responder que: Um dos melhores Escritores É... EU! Pois, escrevo um texto e poema por dia, Criei mais de 20 livros volumosos e, inéditos! De Poesia, Suspense policial, Ficção estelar e Textos diversificados. Todos Eles em Álbuns no site www.asminasgerais.com.br para, gratuitamente, serem lidos. Não os publiquei por duas razões: Não querer vender idéias com parcerias extorquivas e, não ter o maravilhoso metal para o pagamento.
Portanto, embora seja desconhecido do grande público, por falta de disponibilidade financeira. Pelo menos, para Mim, sou um dos melhores escritores empíricos do Brasil, em atividade, ou seja: Criando e, guardando em álbuns, no meu computador e, nas minhas gavetas, cotidianamente.
Se alguém se interessar, vá até ao site aludido e leia os meus livros nos álbuns ou, me peçam exemplares deles, via Internet, pelo meu e-mail conanbaracho@uol.com.br que, prontamente, atenderei, enviando.
A seguir, para comprovação, talvez opaca, apresento resumos (Super reduzidos) de alguns dos meus inéditos livros:
O PERGAMINHO!
(Ficção estelar)
Duas crianças adquirem inúmeros poderes ao encontrarem uma bolsa extraterrestre contendo mel e um pergaminho. Usando os poderes, vão para Diamantina e levitam diamantes de uma serra, os distribuindo aos parentes.
No trajeto para Diamantina, encontram um mendigo louco e, também, com poderes, o levando com eles.
Construíram uma mansão e uma fazenda e são visitados por uma irmã do mendigo louco, vindo das estrelas e dizendo que eles são veneráveis no planeta dela. Convidados, os meninos e os avôs vão para o planeta dela e acabam sendo venerados lá, onde descobrem a origem de Baruc, Melquizedec, José e dos gigantes parentes de Golias, morto, a pedrada, pelo rei David.
PASSO A PASSO ATÉ AS... ALGEMAS!
(suspense policial)
Um detetive, um aleijado quase cego e um menino de rua, se transformaram no “Trio da Justiça” ao elucidarem vários assassinatos com requintes de crueldade e, sem nenhuma ajuda extra a não ser dos seus neurônios e “QI(s)” excelentes.
Nas suas atuações contra os criminosos não usaram armas e nem foram feridos, para, ao final, apontarem os assassinos para a Justiça sem que Eles pudessem refutar os argumentos apresentados pelo trio.
É um suspense! Em razão de só se ficar sabendo as autorias dos homicídios no final do livro, quando o trio os apontou ante uma platéia muda e em expectativa.
O REFLEXO DA... AGULHA!
(Suspense policial)
Bruno, de garimpeiro, se transformou num excelente elucidador de vários crimes usando apenas a sua inteligência privilegiada e treinada na procura de diamantes, destarte, apontando vários assassinos e envenenadores de vítimas indefesas, para a Justiça, sem usar de nenhuma arma ou violência e, também, sem ser ferido e/ou descoberto pelos assassinos.
Somente no final do livro são descortinadas ao leitor as autorias dos eventos criminosos, sem que os assassinos tivessem nenhuma probabilidade de desmenti-lo e/ou, negar a autoria dos crimes.
O INDEFECTÍVEL!
(Suspense policial)
O personagem principal, uns 40 anos antes da sua atuação eficaz, esteve em diligências para apurar o desaparecimento de um rico comprador de diamantes, desaparecido com suas pedras preciosas e uma égua.
Naquela época, um velho místico lhe dissera que descobriria o crime, anos depois, quando chovesse pedras em sua casa, que não fosse de gelo.
Quando isso ocorreu, colocou-se em campo, culminando por descobrir toda a trama envolvendo vários assassinatos seqüentes com o intuito de mascarar o furto dos diamantes que, aliás, também foram recuperados pelo personagem principal que, de nenhuma forma, usou armas, feriu ou foi ferido em suas atuações. Apontando o chefe da quadrilha para a justiça sem que ele tivesse como contradizê-lo.
É um suspense primordial em razão de o leitor só descobrir toda a trama e o nome do chefe da quadrilha nas últimas páginas do livro. A SEGUIR UM TRECHO DO LIVRO EM FOCO:
...Vamos cavar no local que Aderbal disse, ou seja, à minha esquerda de frente para o buraco, e tirar o arame e os ferros.
Em poucos minutos, retiraram uma tela de arame grosso em forma de uma grande melancia com ferros retorcidos, dentro dela, havia muita ferrugem e, no centro, estava uma bolsa de couro intacta que, aberta, descortinou cerca de quatro quilos de diamantes grandes e de uma pureza sem par.
Podem pegar e admirarem a vontade! Depois, vamos colocar as gemas na sacola, cuidado Aderbal! Não deixe nenhuma delas cair senão a perderemos. Vamos, novamente, tapar este buraco totalmente, que o tatu torne a fazer a entrada, se quiser; vamos colocar algumas pedras como fizemos lá em cima tapando a ossada da égua e, depois, iremos para a minha casa planejar o que faremos a seguir, disse Barac. (...)
O INTERMEDIÁRIO DAS ESTRELAS
(Ficção estelar)
Não estamos sozinhos! Das estrelas, nos vigiam, orientam e... Visitam! Às vezes, os nossos observadores escolhem um de nós para serem os seus intermediários, com o fito de pacificar o nosso planeta evitando as hecatombes, principalmente atômicas. O personagem principal e os seus netos, assim, foram escolhidos e atuaram esplendidamente conseguindo pacificar a humanidade toda. As suas atuações foram geniais e baseadas no “acreditar” no que não tinham como duvidar, como as orientações de Teófilo, um ser bi-sexual do planeta Quasar, que os orientava e os convocava como Intermediário das estrelas, prontamente aceito pelos seus superiores extraterrenos. VEJAM, A SEGUIR, UM TRECHO DO LIVRO:
... Para vocês eu sou Teófilo! Todavia, na minha dimensão e, até na sua eu sou, também... Íris! Os presentes ouviram a difusão da voz, todavia, ela vinha de todos os lugares, ângulos e... De lugar nenhum!
—É você Sávio! Que está transmitindo?
—Não, meu vô, é o próprio Teófilo ou Íris, e não sei de onde fala.
O bolo está pronto e o café está na mesa, anunciou Tereza.
“Digam tudo a ela!” ouviu-se a voz de Íris, com Tereza abrindo a porta e constatado que não havia ninguém chamando.
O café foi tomado e o bolo ingerido integralmente. Ao final, Barcelos contou para a esposa tudo o que estava ocorrendo. A princípio, Tereza não quis acreditar, porém, foi convencida ao receber, de uma só vez, a voz mental dos netos, filho e da própria Íris.
—O que é isso meu marido? Somos uma turma de extraterrestres “enrustidos”?
—Claro que não somos extraterrestre, vovó! Somos apenas intermediários menores do cosmo, já que o principal é o nosso avô, respondeu Sávio.
MÃOS POSTAS... SUPLICANDO!
(Poesias)
O livro, ora apresentado, talvez venha a ser um dos mais polêmicos por fugir às regras normais da percepção seqüencial das rimas, da filosofia acadêmica e psicológica e das amenidades sem chegar (ou retornar) aos meandros das agressividades etc.
O autor quis sempre ir ao cerne em suas poesias procurando fugir da mesmice e dos lugares comuns, bem como, dos extremos, com isso... Abraçando ao núcleo, avidamente!
O livro não é um auto-retrato do seu cotidiano, contudo, é o fruto de uma maturidade e imaginação fértil, ao mesmo tempo, é uma escola de vida e de comportamento sem os corrimões dos modelos empastelados da “metodologia de bolso e de momento”, onde o autor dá verdadeiras reprimendas às injustiças, discriminações e escravagismos praticadas pelo Homem... Esse eterno predador da sua própria espécie! Onde procura, com isso e por isso, ensinar a todos um caminho mais profícuo e viável.
O autor nunca estudou a métrica das runas, portanto, pouco sabendo sobre as ordens de colocações das rimas. Contudo, considerou, aleatoriamente, que, existindo poesia em tudo o que está por “debaixo do sol”, poderia, por seu livre e espontâneo discernimento, captá-las e às colocar numa passarela de papéis, interligando o “todo” com o “tudo”, ao considerar os poemas como um “néctar de Deus!”, portanto, à sua presença numa página ou pergaminho, absorve todos os quadriláteros em seus “versos e reversos das folhas fibrosas”.
Este é o Sebastião Antônio Baracho, E... À SUA OBRA!
Os julgadores?... Serão vocês!
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31)3846-6195
Enviado por Baracho em 20/08/2008 4:24 PM
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O HONORÍFICO E O CAFAJESTE!
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Em minhas observações analíticas, tenho estado presente, pelo menos, mentalmente e na minha linha de visada, defronte de eventos que me são mostrados em seqüência, às vezes, sem comandamento ou mescla, entre eles, com, cada um chegando ante a minha percepção para, em seguida, desvanecer, em razão do acúmulo vindo de outros.
Essa continuidade de aparecimentos naturais, desde que, analisados conseqüentemente, nos permite a vida em comum, sem disputas aguerridas e, sem vitórias imerecidas, exatamente, pela continuidade dos seus aparecimentos a nos ilustrar e, nos permitir formar uma base vivencial consciente e fidedigna! Desde que, corretamente analisados, com base na moral e no bom comportamento social.
Se o Ser Humano estiver a sós, totalmente, numa ilha deserta e desabitada de outros, com o passar inexorável do tempo contínuo, acabará por se bestializar! Em face da ausência dos seus Iguais a lhe insinuar maneiras e modos comportamentais de vivência social.
O seu retiro total, longe dos seus Iguais, também, poderá ocorrer junto a Eles, ou seja: Se isolar de Tudo e de Todos, embora continue presente, mas, sem participar! Com isso e, por isso, acabará se tornando um ermitão por vontade própria e, sempre, em cabotagem ao redor dos seus iguais sem, Deles, aprender ou, apreender uma âncora que o permita descansar num cáis de tranqüilidade e de Paz! Se não se bestializar, pela presença dos seus iguais, na certa, se transformará num fantoche, a seguir a vontade dos outros sem poder analisar os prós e os contras, em razão do seu isolamento sem critério de dedução do que lhe for mostrado ou... Oferecido!
Em razão do exposto, resta-me a convicção de que, temos que viver em conjunto e comunhão com os nossos Iguais, todavia, analisando, diuturnamente, Tudo que nos chegar ao conhecimento, gratuito ou não! E, só admitir como benigno, o que não nos prejudicar e, aos nossos irmãos de jornada pelos caminhos da vida.
Não devemos, nunca! Termos como Iguais a Nós, os que forem desiguais, em relação ao nosso comportamento probo! Aos oponentes, o próprio Mal os destruirá como é feito com os infelizes isolados em ilhas ou, voluntariamente omissos no meio da sociedade. É, certamente, o desequilibrar da Balança da moralidade de comportamentos, que coloca o íntegro no apogeu! Projetando o iníquo ou o ímpio, ao rés-do-chão da probidade relegada a planos rastejantes.
Resumindo, Viva, ordeiramente, em Paz com os seus Iguais! Sempre procurando extrair Deles os Bons exemplos e ensinamentos morais, fugindo dos capciosos oferecidos, para não serem projetados na balança inferior a caminho da sua destruição. Para tanto, sempre analisando, criteriosamente, às conseqüências de Tudo que lhe for oferecido e, só aceitando, após uma análise bem feita e... Justa!
Quanto aos cafajestes, que recusarem os seus conselhos e ensinamentos morais, deixe-os em uma “Ilha abandonada” ou, na “Balança de baixo” a caminho do seu malgrado destino, por Eles escolhido!
A seguir, alguns versos meus (inéditos), alusivos ao referenciado:
O Azimute da decadência senil
No horizonte do físico viril
Faz a verdade coar... Fluente!
Na balança fiel do julgamento
Ao cafajeste caberá o tormento
De ser capacho... Eternamente!
O egoísmo e o orgulho
Do ser humano atual
Faz do cafajeste um anjo
E, da honra... Chacal!
Quando a pobreza é vil
Não perjures a miséria.
Lembra-te do céu cor anil
Sobre o lodo da matéria!
É vã a nossa luta
Lapidando o giz
De nossas falhas:
Procurando o cerne...
A nossa honra é como giz
Ao qual queiramos afiar,
A cada corte lhe feito...
Espalhamos o pó pelo ar!
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31) 3846-6195
Enviado por: Baracho em 07/08/2008 4:17 PM
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ANÁLISES DE COMPORTAMENTOS!
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A nossa vida existencial, no tocante ao nosso modo de viver, a nós, incutido por sugestões ou inspirações, pelos nossos antecessores naturais ou, a nós impostos! Muita das vezes, nos leva a aprender ações vulgares ou corriqueiras, pela sabatina repetitiva, nos submetendo ao seu cumprimento, na maioria das vezes, errôneos e,sem a sua análise de veracidade eficaz!
O Ser humano difere do animal, exatamente, pela sua capacidade de raciocínio, encadeado de argumentos, juízos, ponderações e critérios da coisa levada ao seu conhecimento, como ponderável para a sua aceitação! Essa capacidade, para mim, tem o acréscimo da observação analítica de Tudo que se me apresente para, só então, a aceitar como válida e, a ser observada ou... Seguida!Não ocorrendo tal observação e, a sua conseqüente análise dos prós e dos contras, na maioria das vezes, O Ser, aqui dito como Humano, acaba por dissipar, perdulariamente, esbanjando ao seu derredor, o que apreendeu de modo fajuto, portanto, adulterado e ridículo e, pior! Com os seus ouvintes maleáveis acreditando no que ouviu e, o esbanjando para outros!
A Humanidade é uma coletividade seguindo pelos trâmites vivenciais, porém, com cada um dos seus elementos tendo vida e decisões próprias e unitárias, com relação as conseqüências de suas tomadas de posições à favor do coletivo ou, do individualismo! É, exatamente, nesse momento, que as decisões tomadas e, seguidas podem lhe dar o apogeu ou, o precipitar, a si ou aos seus acompanhantes, para os rodas-pé da sua mera existência.
Dessa forma, de modo empírico, aconselho a Todos (Dos eruditos aos analfabetos, passando pelos empíricos) que observem e analisem, criteriosamente, Tudo o que depararem na “Estrada da vida” para evitarem os enganos, erros e o escorregar os tapetes e os rodas-pé do merecimento, se chafurdando no lamaçal dos incoerentes e inábeis! Sem saberem distinguir a coisa correta e idônea!
A título de ilustração, talvez opaca, apresento alguns tópicos alusivos a erros mascarados como corretos e aceitáveis, tais como:
—Desconfiar, analisando, das benesses lhe oferecidas, sem você merecê-las!
—Religião nenhuma nos levará a Deus! A Ele, só nós poderemos galgar, seguindo os seus mandamentos, criteriosamente e, com... Fé!
—Todos ou, quaisquer Amores, tem que ter a reciprocidade (Amar!), caso contrário... Fuja Dele!
Embora possa ser convocado ou nomeado, nunca aceite um cargo ou função que não esteja gabaritado a cumprir, pois, assim o fazendo, poderá ter mais bens materiais, todavia, será um subalterno aos que pretenda comandar!
—Não cumpra ordens ilegais, pois, assim o fazendo, acabará por se responsabilizar pelos seus efeitos e, por isso, ser punido vexatoriamente, em razão do farto de quem, às deu a você, sabedor da ilegalidade, não assumir a transmissão dela!
—A Multidão reunida tem pouca “idade da razão”, portanto, evite completá-la com a sua presença, se não souberes, de antemão, o que aplaude, ovacionam ou, reivindicam!
—Se fores chamado para o “Desconhecido”, embora com promessas mirabolantes, nunca aceitas antes de pesquisar e avaliar os prós e os contras, o antes e o depois, o como vou!, Por aonde vou! E... Por que vou!
Os vocábulos inseridos, não chegam nem a milionésima parte da somatória dos eventos que poderiam ser enumerados, portanto, respeitando aos meus escassos leitores, vou parar por aqui, todavia, aconselho que, tudo que virem ouvirem e lerem os submeta a uma análise, detalhadamente, de aceitá-los como se apresentam, portanto, não os expandindo a outrem sem a verificação, aqui proposta neste modesto texto
Dois casos reais me vêm à lembrança, sendo eles:
-Se você chamar a um Oficial superior das Forças Armadas ou, a alguém que tenha cursado a Faculdade, de: Tarimbeiro! E, Ele, conhecendo o sinônimo, ficará furioso ou magoado, pois, Tarimbeiro é quem é experiente e não tem curso superior.
- Caso chame a um reles Ladrão de galinhas ou, um desconhecido e pobre ladrão, de: Famigerado! Erradamente, o estará chamando de Afamado!
A seguir, uma poesia de minha (inédita) autoria:
A abelha pousa na flor
Sem o pólen massacrar,
O homem massacra o amor,
Sem nem ao menos pousar!
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O passarinho faz o ninho
Sem a natureza incomodar,
O homem, sendo mesquinho,
Faz sua poluição imperar!
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A formiga faz seu lar
Em união e eqüidade,
O homem a... Rapinar:
Direito e igualdade!
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Até o animal predador
Satisfaz-se com a fartura,
O homem, em seu rancor,
Só para na... Sepultura!
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
O equilíbrio da vida
Tem por base o amor,
Sem disputa renhida
E sem almejar penhor.
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Nem Jesus envelheceu
Neste mundo nefando,
Veio amar e... Morreu,
Como se estivesse pecando!
\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Homens insensatos!
Copiem dos animais,
Não sejam ingratos
Acatem os seus iguais!
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Sebastião Antônio BARACHO.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (310 3846-6195
Enviado por Baracho em 05/08/2008 2:28 PM
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DESLOCAMENTOS ARREDIOS!
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Estava absorto na movimentação ao meu derredor, um pouco mais elevado do que os meus circunvizinhos e, observava todo o deslocar das pessoas por uma avenida plana e bastante larga. Os encontrões era uma constante, com reclames variados e, às vezes, veementes! De quando em vez, alguém esbarrava no mais próximo, jogando ao chão, mercadorias por ele conduzidas, porém, só ouvia xingamentos, quando um era mais forte do que o outro ou, estava em trajes mais apurados.
A cada passar de uma donzela de beleza estonteante e vestes reduzidas, a mostrarem as suas cochas e parte do seu busto, os acotovelamentos se multiplicavam, todavia, sem nenhuma reclamação e, com os observadores não dando a mínima aos encontrões e esbarrões dados e, recebidos, como se não pudessem desviar os olhos da beldade passante e, o resvalar forcejante contra si, fosse de nenhuma importância nem merecedora de nenhum reparo ou reprimenda.
A todo o momento, via pessoas bem trajadas, com as mãos nos bolsos ou, a apalpá-los, como se estivessem transitando entre ladrões ou descuidistas de plantão.
Enquanto a multidão citadina percorria na avenida, em ambos os sentidos em relação à minha posição ascendente elevatória, passei a matutar, amadurecendo na minha mente, o que, até então, tinha observado. Após uma ligeira análise observativa, cheguei à conclusão de que, algumas das razões de tantos encontrões e esbarrões entre os transeuntes, são, resumidamente, as seguintes:
—Vários conhecidos meus, aposentados por incapacidade física, dirigindo automóveis ou similares, inclusive, fazendo propagandas comerciais ou políticas, com a seqüente debilidade que lhe dera a... Aposentadoria!
—Numa das esquinas da avenida, uma casa de jogos proibidos (Bingo etc), com os apostadores ocupando, também, as calçadas da rua e avenida em foco, inclusive, ocupando–as com mesas e cadeiras.
—Pessoas, a assuarem, freqüentemente, o nariz, vendendo, ostensivamente, maconha, cocaína e outros tóxicos proibidos, com olhares matreiros à procura de fregueses ou, para a fuga! Ante um policial nas imediações.
—Calçadas ocupadas por mesas e cadeiras e, até, mercadorias diversas, como se fosse uma dependência dos seus proprietários.
—Homens, desajustados moralmente, a darem apalpadelas ou beliscões nas nádegas das mulheres que passam por eles, causando, com isso, tumulto, com o repúdio das suas vítimas.
—Mendigos nas calçadas, envoltos em trapos e com fome aparente, dificultando a passagem livre, porém, lamentavelmente, recebendo o descaso até de clérigos, párocos e chefes religiosos, pessoas essas que, por amor a Deus, poderia dá-los guarida.
—Crianças vadias, ociosamente, a perambular entre uma muralha de pernas adultas e, apressadas dos transeuntes.
—Veículos automotores, acintosamente, sendo conduzidos em desobediência às Leis de Trânsito e, em desrespeito aos passantes.
—Alguns postes com iluminação pública deficiente, paga pelos proprietários ao longo da avenida e ruas, com os provedores da energia elétrica, deixando no lusco-fusco, como se as lâmpadas fracas estivessem de acordo com o anoitecer.
—Calçadas sem o prolongamento longitudinal e, com pisos irregulares, dificultando os estacionamentos e/ou parada dos veículos e, o trânsito das pessoas, no acúmulo dos seus movimentos difusos ou disformes!
Nesta altura da minha observação analítica, resolvi descer do meu provisório pedestal e, me imiscuir com os transeuntes, seguindo em direção da minha moradia, em outra artéria e caminho, na certeza de que não seria atropelado pela massa popular dos passantes, em razão de, seguir em frente! Baseando-me no que aprendi na análise feita e... Observada de antemão!
Sebastião Antônio Baracho
conanbaracho@uol.com.br
Enviado por: Baracho em 03/08/2008 11:29 AM
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A INCOERÊNCIA... EVIDENTE!
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No nosso corpo existe uma variedade de incoerências, facilmente identificadas por um observador atento e, conhecedor de algumas das suas funções. Essas desconexões funcionais não nos foram doadas, no tocante as resultantes, pelo Criador de Todas as Coisas e, sim, pela nossa falha de interpretação de suas validades funcionais.
A seguir, empiricamente, com base na minha maturidade adquirida na observação analítica, pelos caminhos da vida, apresento alguns tópicos alusivos ao fato em foco:
—Dois olhos, logo abaixo da nossa testa, todavia, na parte posterior da nossa cabeça, em uma área maior do que a frontal, não temos nenhum olho.
—Um nariz, de várias formas e tamanhos, porém, com as suas fossas nasais viradas para baixo, exatamente, sobre o lábio superior e a boca, de onde, de quando em vez, desce excreção sobre os lábios.
—Os Dentes, peças alheias em relação à carne que o envolve, se baseando nos ossos da arcada dentária. Não seria mais produtivo e aceitável se os Dentes fossem um prolongamento dos ossos, de onde vem a sua base?
—A Comissura dos Lábios no final dos lábios e, juncionada nas bochechas, deveriam ter a mesma contextura da parte superior e, inferior, dos lábios, evitando, assim, ferimentos nelas localizados.
—Com tanto Cabelo pelo corpo, por qual motivo Ele insiste em nascer no nosso rosto e queixo, sem nenhuma finalidade que o justifique ali presente?
—Os Braços e as Pernas, que não se articulam para trás, só o fazendo para frente, quando, o nosso corpo tem uma área até maior na parte posterior, em razão da protuberância das nádegas.
—Vinte dedos nas mãos e nos pés, com a maioria Deles sem ter nenhuma função especifica e/ou, primordial, principalmente os dos pés.
-- O Umbigo sem ter nenhuma função, pelo menos que eu saiba, além do fato de ser um empecilho dolorido em atrito com a fivela do meu cinto, por se situar à altura do cós das minhas calças.
—A nossa Arcada Óssea proteger o nosso Cérebro, Cerebelo, Pulmões, Coração, Fígado, parte do Estômago e, outros órgãos, entretanto, a nossa proteção não nos é dada no tocante a parte inferior do Estômago e, totalmente, dos Rins, Bexiga, Ventre, parte Sexual, Pâncreas etc. Essa discriminação é justa?
—Para que tantos pequenos Ossos nos nossos Pés, sendo Eles a nossa base de sustentação, quando nos movimentamos, não seria melhor um grande osso inteiriço?
—A nossa Pele é muito sensível em relação ao excelente trabalho que nos presta contra várias coisas, inclusive, sol inclemente, picadas de insetos e intempéries. Ela deveria ser mais compactuada como às da tartaruga, animais cavalares, vacuns e outros.
Vou parar por aqui, dado a extensão do assunto e, com, receio, de estar cometendo o pecado do inconformismo ante o meu Deus, entretanto, sem poder comprovar, acredito, piamente, não ter ocorrido nenhuma falha ao sermos, assim, criados, o que deve ter acontecido foi à nossa incapacidade funcional de utilizarmos, conseqüentemente, as benesses nos dada pelo nosso Criador, inclusive, ao não nos dar maior proteção na parte posterior do nosso corpo, o fez, por entender que às suas Criaturas não deveriam ter inimigos vindos de trás, daí, não colocando, lá, os Olhos e a articulação dos braços e pernas, entendo, Deus, que só amaríamos uns aos outros!
A seguir, apresento uma poesia de minha autoria correlata ao texto:
\\\\\\\\\\\\\\\\\
Meus pés seguem à frente,
Qual um batedor contente,
Impávido, ágil, vitorioso!
Minhas canelas e virilhas,
Com o apoio da panturrilha,
Completam o andar fogoso.
\\\\\\\\\\\\\\\\\
Meu baixo ventre e afins,
Apesar de tremer os rins,
Seguem o cortejo infindo.
Por cima, o abdome ereto,
Desloca no espaço aberto
E, aos pés... Vai seguindo!
\\\\\\\\\\\\\\\\\
Minha cabeça com sutileza
Faz do séqüito... Certeza!
De, no cais amigo aportar.
A anatômica parte do “ser”
Acima dos membros é poder
Que aos pés faz sujeitar!
\\\\\\\\\\\\\\\\\
De entremeio, o coração.
Dita preceitos da razão
Querendo a rota acertar.
Os pés ficam vacilando,
Porém, a mente, atuando,
Faz o coração silenciar.
\\\\\\\\\\\\\\\\\
A mente é um computador
De o humano ser vibrador
Neste planeta emprestado.
Desligando o pensamento,
A carne vira fermento...
Cresce vileza e pecado.
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Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31) 3846-6195
Enviado por Baracho em 28/06/2008 1:38 PM
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AS PARCERIAS E OS NEÓFITOS!
(clique aqui para enviar para alguém)
Estamos, gradualmente, sofrendo os aumentos da discriminação literária, onde, por sermos iniciantes na literatura dinâmica, todavia... Empírica! Relegam-nos a planos rastejantes e... Pior! Dos descasos e do desmerecimentos sem, no entanto, muita das vezes, nem, ao menos, se preocupam em conhecer as nossas obras inéditas, mesmo, em forma de sinopse.
A esse padecimento é acrescentado o jugo financeiro, de cima para baixo, praticamente cimentando o neófito escritor nos rodas-pé das vias secundárias das livrarias, em razão das Editoras só se interessarem em parcerias monetárias, praticamente, eliminando os escritores iniciantes e... Pobres!
Eu tenho mais de 1.400 Editoras diversas lendo os meus 19 livros volumosos e inéditos (Poesias/ Ficção estelar/ Suspense policial e Textos diversos). Todos Eles, no Site da Mesa do Editor, entretanto, a cada contato com elas, observo, lamentavelmente, que estão apenas à procura de parcerias monetárias, sepultando as minhas idéias sem sublimá-las e, com isso, dando mais valor ao monetarismo do que a idealização. Como não tenho o papel-moeda disponível para a parceria, vão, seguidamente, me mandando para os recantos do reconhecimento público das minhas obras.
Algumas editoras, interessadas em meus livros, Insistem em dizer que vão publicarem alguns deles gratuitamente, todavia, enviam Obralogia enormes para, depois, alegarem o fato de ter que pagar pela Capa, pela Revisão etc. em prestações, como se as prestações, ao final Delas, não se configurarem em um todo!
O nosso país só irá em frente, literalmente, quando os seus eméritos atuarem com discernimento e inteligência, não permitindo que os bens financeiros se sobreponham às Idéias emergentes e úteis para o bem comum. A continuar assim, quando os anos forem sendo limalhados pelo inexorável tempo e, por isso, suplantando os escritores famosos, não haverá a renovação natural e necessária, em razão de ter sido rejeitada em nome do dinheiro e do comércio incauto.
Ao escrever este modesto texto, uma idéia se aflorou da minha mente, sendo a seguinte:
Se o Dinheiro é tão poderoso, em relação às Idéias, espero que alguém, que o tenha de sobra e goste da literatura empírica, que entre em contacto comigo e, com outros iniciantes, visando uma Parceria em porcentagens a combinar, ficando com a responsabilidade de NOS CUSTEAR junto às Editoras.
Caso não encontre pessoas assim destemidas e, determinadas a arriscar! Ficarei, sem decepções maiores, a escrever os meus textos diários e, os guardando em minhas gavetas, só para o meu bel-prazer e leitura.
Volatilizo todo o meu tino
Na euforia do destino
Em ânsia descontrolada,
Sigo reto em curvilíneas,
Volteio nas longarinas...
Estanco na encruzilhada!...
À Espera de Alguém que possa me ajudar!
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31) 3846 6195
Enviado por: Baracho em 21/06/2008 10:29 AM
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A TROCA E A... DECEPÇÃO!
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Um dos maiores desencantos da humanidade, quase que no seu Todo! É a existência e a prática, quase que constante, da decepção ocasionada pela desilusão resultante dos desenganos que, rotineiramente, nos bate à porta, principalmente, quando é oriunda dos pretensos amigos ou, mesmo, de nossos familiares mais próximos. A Desilusão é difícil de ser combatida ou, descoberto o seu nascedouro, exatamente, pelo fato Dela ser da origem do seu foco e, nós, apenas, o seu alvo receptivo. Posso dizer que, por isso, Ela, sempre, estará no ápice, enquanto somos, tão somente, recebedores dos seus raios convergentes e maléficos nos nossos rodas-pé da vida.
Para vencermos a Desilusão, com o intuito de não nos decepcionar, é necessária uma rápida e, eficiente, análise do foco Dela e, da sua focalização convergente dos seus raios até nós! No primeiro caso, o estudo é dificílimo, pois, quem quer iludir e decepcionar a outrem, se previne de não deixar arestas visíveis da sua intenção malfazeja, mostrando e, demonstrando, apenas, as quiméricas vantagens que, mentirosamente, nos daria. No segundo caso, somos, praticamente, impotentes, em razão de, antes, de sermos amealhados pela desilusão, Ela, só nos transmite o ilusório “Lado Bom” da sua oferta, por isso e, com isso, não teremos como nos defender do mal maior, antes que Ele venha, com toda a sua força de projeção, nos cegar e prejudicar com as suas falsidades do desengano.
Não tendo como evitar, totalmente, a Desilusão, seremos, sempre, um martirizado desiludido? Claro que... Não! Tudo o que existe sobre a face da terra, sempre, terá os Prós e os contras, redundando no Bem e no Mal ou, no Bom e no Mau. A Decepção, comumente, se arma com o Almejar, a Inveja e a Ambição para angariar os seus adeptos, visando, depois, por desígnio dos seus projetos, nos sepultando nos abismos existenciais! Se o seu foco for um Ser que, a tudo observa e analisa antes do aceite, Ela, raramente, terá a vitória plena e, com isso, se inoculará com o seu próprio veneno!
Vamos, agora, a alguns exemplos, com estribo na atualidade em que vivemos:
—Não aceite, nunca, um prêmio ou presente que não o tiver merecido por seu esforço próprio.
—Desconfie, sempre conferindo, das ofertas, em geral, inclusive, amorosas, que você não tenha feito algo para merecê-las.
—Quase ninguém dá nada a alguém sem esperar a retribuição, não fora isso, não veríamos os moradores de ruas, com frio e fome, os pedintes miseráveis, os desempregados tendo qualquer profissão, etc.
—A Desilusão não tem discriminação, pois, ataca, também, aos invejosos e ambiciosos, muita das vezes, tendo Eles, posse e haveres, mas, sempre, querendo ter mais!
Só receberemos uma decepção real e desenganosa, sem nos mesclarmos nos seus devaneios de prêmios a granel, sem termos o merecimento de ensacá-los ou, encaixotar nos nossos interesses de merecê-los, Ela, por si só, se tornará inepta e desaparecerá nos ares!
O Mundo está superlotado de pessoas decepcionadas, exatamente, por não saberem avaliar e, analisar, o que lhe oferecem, de antemão, sem preverem as conseqüências vindouras de tais ofertas e, primordialmente, por estarem, sempre, querendo levar vantagens, às adquirindo como benesses imerecidas!
Se seguissem o ensinamento profético, que diz: “É dando que se Recebe!” Muitas Desilusões se desvaneceriam, pois, nessa máxima, não há oferta gratuita de nada e, sim, da Troca de algo com alguém, sem, ninguém, levar vantagens inconseqüentes e, desilusórias, do Bem, doado em... Troca!
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Enviado por Baracho em 20/06/2008 11:23 AM
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A INSENSATEZ!
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A nossa vida seria um “Mar de Rosas!” não fossem os afogadiços cerceando e, asfixiando, os nossos pensamentos e locomoções pelos caminhos da nossa existência.A nossa maior insensatez é, exatamente, termos de conviver com os Absurdos inconseqüentes, sem termos como evitá-los e/ou, deixarmos de, com Eles, compactuarmos, numa abulia de ausência de vontade de admiti-los como venais.
Se praticarmos o alheamento dos absurdos que nos “bate às portas”, na certa, seremos considerados como aves fora do ninho quando, então, sofreremos as conseqüências do descaso ou, desmerecimento dos demais, vítimas dos opostos ao bom senso, portanto, insensatos, se vangloriando de “Donos da Verdade!”
Circungirar, evitando o cerne dos absurdos, é uma missão dificílima e, dependerá da capacidade plena do “navegador”, em girar em torno dos insensatos, sem se imiscuir com os seus atos, porém, também, sem se ufanar de não se entregar nos seus ditames inconvenientes, portanto, se mantendo na sua linha de conduta moral e, apenas, participando sem participar... Integralmente! Uma vez que, desafiar os absurdos lhe traria uma súcia dos seus defensores, o espezinhando ante os demais, como se Eles fossem os eméritos e, você, um reles discordante e/ou... Subversivo!
Os Absurdos estão em um número tão imensurável que, ao nos referirmos a Eles, teríamos de sermos sucintos ao máximo, pois, para generalizá-los, precisaríamos de milhares de folhas de papéis, tempo disponível para relatá-los e, para serem lidos. Dessa forma, direi apenas algumas dessas insensatezes, me aludindo, tão somente, a eventos comigo transcorridos ou, que Deles tenha tomado conhecimento, a saber:
—Nos, como particulares, termos que pagar iluminação pública, além da fornecida para a nossa moradia.
—Pagarmos o esgoto, quando, o que leva os detritos, é, exatamente, a água da nossa residência, paga, mensalmente por nós.
—Pago, por décadas, o meu telefone para a Telemar, “OI” e, até hoje, não consegui acessar a Internet, que venho tentando, junto ao “Velox”, há mais de três anos, sempre me respondendo que é falta de posição da minha residência, mas, ao redor Dela, chegam vários fios de ligação com a Velox.
—Há regulamentos esdrúxulos que não tem punição para os ditos “Superiores” e, até afirmam que o Superior não mente! Como se a Verdade tivesse um cargo excepcional ou, patente como definição preferencial, a não ser, a de oposta a... Mentira.
—Se “Nada consta!” por qual razão temos que pagar por Ele, nada constando?
Não vou me aludir aos vocábulos: Religiões/ Polícia/Justiça/ Leis/ Crimes/ Multas/ Impostos e, muitos outros! Para não ser repetitivo. Se alguém se interessar, além do que relatei, é só ir ao Site www.usinadeletras.com.br login: Escriba e, acessando, verá dezenas de textos análogos.
Nota: Escrevo um texto por dia, embora, seja um... Empírico!
Apresento-lhes uma poesia (inédita), de minha autoria, alusiva ao texto acima:
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Oh, quanta lamúria
Neste vale insano,
Glebas de penúria
Num mundo tirano!
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Seres sob desdita,
Afoitos, carentes,
Humanidade aflita
Absurdos pendentes!
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Oh! Cegos lamentosos
Tolhidos de bondade,
Olhos vis, enganosos,
Sepulcro da verdade!
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As dicas da fortuna
Têm logo seguidores
E, em hora oportuna,
Castram os valores!
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O Absurdo governa
Em todo recanto,
A mentira supera
O temor do pranto,
A insensatez aflora
Do lodaçal da ira,
Ela, ao bem, explora,
Usando a mentira!
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O Absurdo é premiado
Em farras de bacanal
Pela escória dotada
De instintos do mal.
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O dia fica amordaçado
Na cripta da sujeira,
Seu valor é triturado,
Sua luz é passageira.
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A luz da verdade pura
É tímida e constante,
Não brota na secura
Da alma do farsante,
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Ela só é alimentada
Por amor e bondade,
Ficando sedimentada
Se não houver castidade.
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Sebastião Antônio Baracho
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31)3846- 6195 (Novo)
Enviado por: Baracho em 19/06/2008 7:56 PM
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LACUNAS... SANEÁVEIS!
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Apesar da difusão didática, em nossa época, estar sendo dirigida a Todos, inclusive, aos que não estão ou, nunca estiveram, filiados aos Educandários, muita das vezes, as suas “verdades” têm enormes Lacunas, o que nos leva a erros grotescos, pela interpretação venal e/ou, precipitadas e inerentes que, Delas, fizermos.
Quem está no comandamento de qualquer coisa, terá, comumente, o nosso respeito e admiração, entretanto, se, Dele, exalar maus predicados que venham a empanar ou, ofuscar, o nosso entendimento e, aproveitamento eficaz! A admiração se transformará em desapontamento e, o respeito, perderá o acatamento e a reverência, antes, lhes dados.
Quem dirige algo, não pode perder o respeito e a admiração dos seus apaziguados, pois, isso, só poderá ocorrer, lamentavelmente, com o “Poder das Armas”, que transformará o dirigente em ditador tirano e despótico, porém, com os dias contados pela força inerente da Liberdade!
Em nossa época, a Tirania, em qualquer ramo da vida, está sendo relegada ao descumprimento e depreciação quase que totais e, dessa forma, se extinguindo por si só ou, pelos adeptos bajuladores.
Neste meu modesto texto empírico, quero me aludir às LACUNAS, deixando um espaço vazio para as interpretações cotidianas, pois, Elas, são imensuráveis, por isso, me referirei, apenas, a algumas, a saber:
—Sendo o vocábulo “Aleluia” um canto de alegria e de louvor, bendizendo a aplaudindo ao nosso Deus, por qual razão, ouvimos, nos Tempos protestantes, constantemente, a palavra Aleluia até quando se referem à ida dos Maus para o Inferno? O meu Deus, não se sentiria louvado com a ida dos seus filhos para Satanás!
—Se Eu for para os Céus, não será Graças a Deus! Como ensinam os católicos e, sim, Graças a Mim! Pois, o meu Deus, não gostaria que eu, indo para o inferno, dissesse: Graças a Ele!
—Em todos os Jogos (permitidos ou... não!) o banqueiro é o único ganhador, pois, a cada rodada, o prêmio é, infinitamente, menor do que o dinheiro arrecadado. Todos os jogos acabariam, se a premiação aos jogadores fosse equivalente a uns noventa por cento do pago por todos, pois, a ganância dos organizadores é, igualmente, imensurável.
—As confissões católicas periódicas, é outra Lacuna, o nosso Deus é supremo e lê em nossos corações, sabendo das repetições, constantes, dos pecados confessados, portanto, pecados renitentes contra Ele!
—Excesso de notícias anunciando a Cura e, a conseqüente oferta e venda de medicamentos ao público em geral, quando, a bem da verdade, sabemos que, tão importante quanto à cura dos nossos males, é a aceitação dos muitos remédios oferecidos, pois, em uns, Eles, realmente, serão curativos, todavia, em outros, podem ser um veneno letal! Essa Lacuna é criminosa, já que, visa, tão somente, a aquisição monetária em desfavor do cliente Dela. Observação: Dificilmente ficamos sabendo de Médicos indicando medicamentos e cura, a não ser para os seus clientes, assim, mesmo, depois de todos os exames determinados por Eles.
—As Prisões Provisórias ou Cautelares, sem a formação, indiscutível, da Culpa, essa, sem nenhuma sombra de dúvida, é uma Lacuna da Lei! Não se devem recolher aos presídios os inocentes e, Eles, só serão criminosos se a Justiça assim o decidir, com amplo direito de defesa, de contraprova ou, do contraditório, além das confissões dos apontados como autores de delitos. Se a Lei diz que “todos somos iguais perante ela”, posso dizer, tranquilamente, que, também, me considero preso acautelatoriamente ou, provisório!
Vou parar, provisoriamente, com receio de estar ferindo melindres com essa minha empírica manifestação, porém, Ela é baseada no maior Saber Humano que é o da observação analítica, com base na maturidade adquirida pelos “Caminhos da vida!”
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Enviado por Baracho em 18/06/2008 11:37 AM
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DA CÓPIA AO... EXEMPLO!
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Desde priscas eras, no insondável arquétipo, quase que impenetrável alusivo aos primeiros seres humanos sobre a superfície do nosso planeta, ficou patenteado à necessidade de sobrevivermos copiando os afazeres praticados pelos demais, ao nosso derredor ou, mais distante.
A Cópia era, sumariamente, exercida por Todos! Em razão de, no princípio, não haver nada escrito para a orientação do “como fazer’, para... Fazer bem!
Logo no início, como ocorre até os dias de hoje, se a cópia fosse tirada do pusilânime, a sua resultante se tornaria imprestável e, inoperante, para os nossos desejos éticos, porém, seria razão de vanglória e aproveitamento de parte dos vários inconseqüentes, opostos ao bem comum e a legalidade moral.
Com o advento da escrita em várias gerações, a Cópia se transformou de imediato, em... EXEMPLO!
Seguir a Cópia era quase uma imitação fidedigna ao, nela, espelhada, no entanto, com o evento do Exemplo... Exemplificando! Isso se transformou em uma cópia modelar, no início da observação para, em seguida, adotar o modelo recebido, podendo criar várias ramificações exemplares e... Válidas! Para o nosso proveito e, dos outros.
Como Tudo o que existe sob o nosso Sol e, dependente Dele, sempre houve e, haverá! Os prós e os contras, culminando no Bem e no Mal, dessa forma, os EXEMPLOS que recebemos pela vida afora, têm que serem analisados até quase a perfeição, para evitarmos seguir os defectivos, portanto, falhos e insuficientes para o nosso aprimoramento moral, visando, assim, que os nossos exemplos advindos do Bem, possam ser seguidos para o Bem Comum.
De umas décadas para cá, o Ser Humano tem se perdido no seguimento dos Exemplos lhes fornecido. Pois, o poder possessório e o monetário, tem se imiscuído, dolosamente, nas suas ofertas de posse e de lucros fáceis sem o labor necessário e, com benesses ilusórias. Com isso, “a difusão de tais exemplos tem se propalado a quatro ventos” e, pior! Quem os recebe sem estudá-los no tocante ao seguimento Dele, acaba o difundindo mais ainda, para os incautos ou... Ambiciosos! Assim, também amealhando os inexperientes no “modus-vivendi”, porém, interessados na Cópia do que lhes é indicado, gratuitamente, todavia, com cobranças faraônicas no futuro.
Em suma, sempre devemos utilizar a nossa observação plena para seguirmos os exemplos ou, Não! Pois, a qualquer engano, acabaremos nos prejudicando e a quem difundirmos o Mau Exemplo! Por isso, se Eu chegar aos Céus, não direi: Graças ao meu Deus! E, sim, Graças a mim! Que cumpri os seus mandamentos e exemplos, fielmente! Tenho a certeza de que o meu Deus não ficará magoado, pois, se Ele tiver que me mandar para o Inferno, certamente, não quererá que Eu diga que, para lá, fui Graças a Ele! (Obs.: Sou católico!).
Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31) 3846-6567
Enviado por: Baracho em 17/06/2008 3:04 PM
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