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FERREIRA, Idalina Ladeira; CALDAS, Sarah P. Souza. Atividades na Pré-Escola. São Paulo: Editora Saraiva, 1982.
GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo: Ática, 2004.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação na Pré-escola. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999.
KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1998.
______. Jogos em Grupo na Educação Infantil. São Paulo: Trajetória Cultural, 1991.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
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Poesias

MINHA VIDA
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A minha vida é como o pó se jogo ao vento ela segue tão só, e volta a mim como laço ou nó trás sempre tras sempre consigo a proxima palavra que sai da garganta e nunca engasga.HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA. RECIFE.PERNAMBUCO.

 

Enviado por haroldo  em 28/01/2011 12:58 PM

 

CANDELARIA
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O quantas crianças que sofrem sem um porque, são vitimas da discriminação fatal, dormem agora enternamente em uma cadelaria, não a mais flores, não a mais jardim, a terra sangrou, morreu suas flores morreu o seu jardim.HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA.RECIFE PERNAMBUCO. OBS. DEDICO ESTA POESIA AS CRIANÇAS QUE FORAM MORTAS NA CANDELARIA.

 

Enviado por: haroldo em 11/01/2011 5:23 PM

 

QUERER
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EU queria dizer,não queria querer, eu queria querer,não queria dizer, quero querer o meu triste dizer, quero dizer o meu triste querer, querendo querer o que quero dizer quero voçê quando irei ter. HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA. RECIFE.PERNAMBUCO

 

Enviado por haroldo  em 11/01/2011 5:16 PM

 

VIVER E SOFRER
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Pra onde eu vou correr? o que vou ter que fazer? Pra conseguir me satisfazer? Pra onde eu vou olhar? Pra de tristeza eu não chorar. Será que a dor nunca vai parar? O que eu tenho que mudar? Em que eu vou pensar? Se sempre irei errar! Tento seguir o vento, Que em algum momento, Muda o seu temperamento, É inconstante, Como um pensamento, Assim como o tempo. Precisava de braços, Pra me abraçar, Eu queria labios, Pra me beijar Eu desejava ouvidos, Pra me escutar. Queria só um tempo de utopia, Só um tempo de alienação. Um mês de alegria, de sorrisos e paz no coração. Mas viver, Implica em aprender, Pelo amor, Ou pela dor. E a dor é injusta, E um erro custa. Autor: Eduardo Braune www.eduardobraune.zip.net twitter.com/eduardo_braune

 

Enviado por: eduardo.braune em 22/09/2010 6:47 PM

 

PRETENSIOSA
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Não falo Me calo Não enxergo Me alieno Sinto o veneno Mas nem sei se quero ver Manter ou não a distancia? Uma certa ignorância? Mas se soubesse onde Talvez olhasse Se soubesse como Talvez fizesse Mas minha vontade Da não vontade Me puxa para o conforto Não fazer As vezes por não saber Outras por um simples Não querer Tantas coisas Que se não fosse um talvez E em um segundo Eu faria, mudaria Mas não quero mudar o mundo www.eduardobraune.zip.net twitter.com/eduardo_braune

 

Enviado por eduardo.braune  em 22/09/2010 6:46 PM

 

Amanhecendo.
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A luz do sol rasga a madrugada, invade, pelas frestas do telhado, o seu quarto Os fachos de luz iluminam seu lindo corpo nu, adormecido, no convite à carícia, no seu rosto um sorriso. Do quê sorri? Estarei eu nesse seu sonho!? Serei eu motivo desse tenro e cândido sorriso!? Oh, doce amada, não ouso, com minhas carícias acordá-la, pois não quero ser execrado por apagar esse sublime e melífluo sorriso dos seus lábios. Obed Vilela Almeida

 

Enviado por: O Matuto em 24/12/2009 1:44 PM

 

SEM TITULO
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AQUILO QUE VISTE, HOMEM, AQUILO VIRÁS A SER, DEUS SE VISTE DEUS, POEIRA SE POEIRA VISTE.

 

Enviado por HELIO SILVA DE MELO  em 12/07/2009 11:22 PM

 

UM DIA APÓS O OUTRO!
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Hoje, por estimativa, vejo que a melhor coisa que nos acontece é, exatamente, um dia depois do outro!

A seqüência diária ou diuturna nos permite renovar os nossos critérios e julgamentos, ao mesmo tempo em que nos livra, embora possa ser passageiro, das forças dos dissabores projetados ou, aceitos por nós, de forma dolosa e/ou, culposa!

Da mesma forma e, circunstância, também, o passar dos dias afastam de nós as vitórias e, os acontecimentos benfazejos, os deixando no ostracismo, pela passagem célere e, constante, do Tempo.

A Vida não passa por nós, pois, na verdade, somos nós que trafegamos por Ela! Esse trânsito é seqüente até o nosso final e, tem por base o nosso procedimento com Tudo o que nos rodeia, porém, sempre, doando para recebermos, em troca, a oferenda em reciprocidade!

Qualquer ato honesto, expedido ou, recebido, tem que conter em si toda uma gama de idéias e sentimentos probos, caso contrário, ocorrerão desnível, com os emissores e, receptores se enxovalhando com a falsidade dada e, recebida!

A amenidade resultante da passagem dos dias, na azáfama hodierna, é uma “válvula de escape” a nos proteger dos eventos aziagos com presságios maléficos que nos atormentam, pois, Eles, a cada hora ultrapassada, Ficam para trás, nos deixando, tão somente, a sua lembrança a se extinguir! Não fora assim, como sobreviveríamos em paz, por exemplo: com, a perda de um ente querido?

A seqüência diária só será benfazeja para quem for honesto e cumpridor dos seus deveres dignos, pois, aos bandidos e maléficos, a cada dia que passa, é um acumulatórios de feitos indignos, seqüentes e, inconseqüentes, onde, não ocorrerá o abrandamento benéfico para Eles e, sim, a reincidência do... Mal!

Por falar nisso, de uns anos para cá, tenho feito de tudo para publicar os meus 20 livros, volumosos e, inéditos (Poesias, Suspense policial, Ficção estelar e Textos), sempre me esbarrando nas parcerias pedidas pelas Editoras, onde, me falta o “maravilhoso metal!” Porém, acreditando no passar dos dias, encontrei a Editora Virtual Libri que, há poucos dias, publicou, gratuitamente, o meu livro: BARACHO O GUARDIÃO DA CHAVE! (Ficção), pelo preço de DEZ REAIS, nada me cobrando pela publicação em foco.

Peço aos amigos e, os que gostem de ficção estelar, que COMPREM o meu livro, por meio do Site: www.virtuallibri.com

A seguir, apresento uma sinopse do livro referido:

Uma Chave que se preze terá sempre uma dupla função: A de abrir alguma coisa ou... Fechar!
Às suas duas atribuições pode parecer antagônicas ante um observador precipitado ou inepto, entretanto, num exame criterioso e idôneo de um observador capaz (daqueles que dissecam tudo que lhes apresentarem como ponto passivo de entendimento pleno e, anteriormente, aceito), Ele entenderá que não haverá duplicidade antagônica numa Chave que abre e fecha algo, simplesmente, pelo fato de cada ação ser completa em si própria sem deixar lacunas para a outra função específica.
Quando abrimos qualquer coisa, descortinamos o seu interior e, quando fechamos, nos é vedado o que foi lacrado, todavia, não é a Chave que atua e, sim, o seu manuseador! De forma idêntica, ou aparente, uma arma de fogo não atira e um computador não computa, sem uma mente ou, mão a manejá-los ou, os programar.
Dessa maneira, ouso dizer, sem receio de errar ou parecer um parvo ou ateu, que, seguindo essa minha linha de raciocínio, poderemos equiparar várias situações, dentre elas, às seguintes:
—A realidade nada valerá sem a ficção para destacá-la ou, divergir, sem comprovação estilizada ou escolarizada no tirocínio atual, bem como, a ficção de nada servirá sem a realidade para dar-lhe o contencioso veraz, ou não!
—Deus, Todo Poderoso e Arquiteto do Universo! Não quis destruir o demônio ou o “Mal”, justamente para não formar hostes de robôs a lhe dizerem “Amém!”, preferiu que os seus filhos viessem a escolher o “Caminho para Ele” optando entre o “Bem” e o “Mal”.
—Satanás, totalmente sem Deus, perderá todo o seu poder maléfico senão tiver um adepto sequer e, para conseguir a platéia, utiliza a ficção que não tiver o respaldo ou a orientação da realidade pura e indiscutível.
—“Uma maçã podre colocará o cesto a perder” se não tiver um “Cesteiro” que saiba usar a realidade e a ficção para o Bem, dessa forma, separando às ruins das boas e dando a cada uma o destino que o seu discernimento achar melhor, porém, nunca ficando com as podres!
—Os bandidos, em vários lugares, se sobressaem em relação aos bons e honestos, exatamente pelo fato de ser permitido a “mistura do podre com o são”, principalmente, nas prisões e pontos defectos longe da “Luz da virtude”.
Este posfácio, intencionalmente, pouco diz da obra que ele pretende encerrar, isso, pelo fato dela não acabar aqui, muito ainda o autor terá que escrever para tal, o assunto aludido no GUARDIÃO DA CHAVE! Ou...O ESCOLHIDO! É como uma maçã sadia se relacionando com outras idênticas e... Com as podres!

A obra em pauta é ficção! Contudo... Será realmente?

Sebastião Antônio BARACHO
conanbaracho@uol.com.br
Fone:(31)3846-6195

 

Enviado por: Baracho em 03/01/2009 11:25 AM

 

"Um Pedido de Socorro"
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Rios,florestas e mares...habitat de espécies diferentes O planeta terra os acolhe e os homens os levam a extinção. Fauna e flora ameaçados pelos mais variados interesses... Alguns protegem como podem,mas fala mais alto a ambição. Ongs são criadas para amenizar o que pode ser o fim de uma nação E os grandes incautos que aos pequenos calam... Tentam assim dar fim ao que poderia ser a nossa tábua de salvação. Somos milhões e nada fazemos para preservar o que é nosso... Somos tão pequenos de pensamentos nulos e vida regressa. Pensamos no agora,pois vivemos nele e o agora eu posso... E o futuro legado a nossos filhos a nós não interessa. Façamos um exame de consciência e que o bem prevaleça em forma de verdade, Somos capazes de mudar o mundo,não em um segundo,mas começar já basta. Força em nós existe,e o amor persiste em busca da felicidade. Nossa realidade pode ser mudada.e afastar de vez o que nos desagrada. Vamos preservar a vida no planeta e termos a certeza que haverá futuro, Vamos ajudar a nossa mãe terra e o amor por ela irá permanecer. Seremos nossos próprios anjos donos da luz que elimina o escuro, Deixaremos um melhor legado e muito terão a nos agradecer. Tony Anders

 

Enviado por tony anders  em 27/10/2008 2:21 PM

 

Cedo ou Tarde
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Cedo ou tarde eu teria que entender... Você não é como eu pensava e eu pensava tanto em você. Antes tarde do que nunca é o que eu tenho a te dizer... Felizmente cedo eu descobri o que fazer pra te esquecer. Observo a muito tempo coisas que você não vê... Você olha,mas não percebe o que está para acontecer. Sigo olhando o infinito buscando ao longe o amanhecer... E neste estranho olhar perdido,perdido fico sem te ter. Inconstante a minha busca todos irão me dizer... O que digo em resposta dobre a aposta se quer ver! Faço agora no momento o que a tempos quis fazer... Hoje cedo descobri como fazer pra te esquecer. Cedo ou tarde eu teria que entender... Tony Anders

 

Enviado por: Tony Anders em 21/10/2008 8:15 PM

 

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  Dizem que: Mais vale um ano à volta que nunca a casa...

 

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