Nome: marlete
Mensagem: preciso da resenha do livro de zilma de oliveira, o desenvolvimento da motricidade, linguagem e cognição.
o brigada!!!!!!!!!!!!!!!
Nome: LARISSA CASARIN ARNONI
Mensagem: Precisava dos resumos dos livros abaixo:
Série Idéias, Número 7 - O Cotidiano da Pré-escola. - FDE, Fundação para o Desenvolvimento da Educação.
Série Idéias, Número 14 - Experiências de Desenvolvimento de Pessoal na Área do Ensino Pré-Escolar no Estado de São Paulo. - FDE, Fundação para o Desenvolvimento da Educação.
ARAÚJO, Denise M. Branco de; MINEIRO, Célia Regina; KOZELY, Nancy Trindade. Convivendo com a pré-escola: teoria e prática da educação pré-escolar. São Paulo: Ática.
ASSIS, Orly Zucatto Mantovani de. Uma nova metodologia de educação pré-escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
FERREIRA, Idalina Ladeira; CALDAS, Sarah P. Souza. Atividades na Pré-Escola. São Paulo: Saraiva.
GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo: Ática.
HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação.
HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação na pré-escola: Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação.
KAMII, Constance. A criança e o número: Implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas: Papirus.
KAMII, Constance. DEVRIES, Rheta. Jogos em grupo na educação infantil: Implicações da teoria de Piaget. São Paulo: Trajetória Cultural.
KAMII, Constance; DEVRIES, Rheta. Piaget para a educação pré-escolar. Porto Alegre: Artes Médicas.
LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus.
LANDSMANN, Liliana Tolchinsky. Aprendizagem da linguagem escrita: processos evolutivos e implicações didáticas. São Paulo: Ática.
MAIA, Eny; OYAFUSO, Akiko. Plano Escolar: caminho para a autonomia. São Paulo: Editora Extra.
MARTINELLI, Marilu. Conversando sobre Educação em valores humanos. São Paulo: Peirópolis.
MENEGOLLA, Maximiliano. Por que planejar? Como planejar? : Currículo, área, aula. Petrópolis: Vozes.
NICOLAU, Marieta Lúcia Machado. A educação pré-escolar: Fundamentos e didática. São Paulo: Ática.
PEREZ, Carmen Lucia Vidal et al. Revisitando a pré-escola. São Paulo: Cortez.
PIAGET, Jean; INHELDER, Barbel. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
São Paulo (Estado). Modelo Pedagógico para Educação Pré-Escolar. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas; Fundação para o Livro Escolar (São Paulo).
SEBER, Maria da Glória. Piaget: o Diálogo com Criança e o Desenvolvimento do Raciocínio. São Paulo: Spicione.
SILVA, Vera Regina Miranda Gomes Da. Prática psicomotora na pré-escola. São Paulo: Ática.
SOUZA, Paulo Nathanael Pereira De. Pré-escola: Uma nova fronteira educacional. São Paulo: Pioneira.
THIESSEN, Maria Lucia; BEAL, Ana Rosa de Oliveira. Pré-escola, tempo de educar. São Paulo: Ática.
VINHA, Telma Pileggi. O Educador e a Moralidade Infantil: Uma visão construtivista. Campinas: Mercado de Letras
DESDE JA AGRADEÇO A ATENÇÃO..
Nome: jakson santos
Mensagem: eu sou zilma
Nome: Fátima de Lima
Mensagem: Olá gostaria que vc cadastrasse o resumo do livro: A qualidade em educação infantil - Miguel Zabalza. Estou precisando dele, porque vou prestar um concurso. Obrigada, Fátima.
Nome: lilia ribeiro
Mensagem: preciso do resumo do livro a criança e o número do autor constance kamii
Nome: maria isabel nunes
Mensagem: gostaria de resumo do livro ideias em educaçao musical de Esther beyer
gostaria de resumo do livro A formaçao de professores na sociedade do conhecimenro de Silvio Gallo
Nome: Raquel Mainardi
Mensagem: Preciso do resumo do livro da Zilma Moraes de Oliveira. O desenvolvimento da motricidade, linguagem e cognição. Educação infantil:Fundamentos e Métodos. Ed. Cortez 2002.
Agradeço.
A minha vida é como o pó
se jogo ao vento ela segue tão só,
e volta a mim como laço ou nó
trás sempre tras sempre consigo a proxima palavra
que sai da garganta e nunca engasga.HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA. RECIFE.PERNAMBUCO.
O quantas crianças que sofrem sem um porque,
são vitimas da discriminação fatal,
dormem agora enternamente em uma cadelaria,
não a mais flores, não a mais jardim,
a terra sangrou, morreu suas flores morreu o seu jardim.HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA.RECIFE PERNAMBUCO.
OBS. DEDICO ESTA POESIA AS CRIANÇAS QUE FORAM MORTAS NA CANDELARIA.
EU queria dizer,não queria querer,
eu queria querer,não queria dizer,
quero querer o meu triste dizer,
quero dizer o meu triste querer,
querendo querer o que quero dizer
quero voçê quando irei ter.
HAROLDO ROMULO FREIRE DE MIRANDA. RECIFE.PERNAMBUCO
Pra onde eu vou correr?
o que vou ter que fazer?
Pra conseguir me satisfazer?
Pra onde eu vou olhar?
Pra de tristeza eu não chorar.
Será que a dor nunca vai parar?
O que eu tenho que mudar?
Em que eu vou pensar?
Se sempre irei errar!
Tento seguir o vento,
Que em algum momento,
Muda o seu temperamento,
É inconstante,
Como um pensamento,
Assim como o tempo.
Precisava de braços,
Pra me abraçar,
Eu queria labios,
Pra me beijar
Eu desejava ouvidos,
Pra me escutar.
Queria só um tempo de utopia,
Só um tempo de alienação.
Um mês de alegria,
de sorrisos e paz no coração.
Mas viver,
Implica em aprender,
Pelo amor,
Ou pela dor.
E a dor é injusta,
E um erro custa.
Autor: Eduardo Braune
www.eduardobraune.zip.net
twitter.com/eduardo_braune
Não falo
Me calo
Não enxergo
Me alieno
Sinto o veneno
Mas nem sei se quero ver
Manter ou não a distancia?
Uma certa ignorância?
Mas se soubesse onde
Talvez olhasse
Se soubesse como
Talvez fizesse
Mas minha vontade
Da não vontade
Me puxa para o conforto
Não fazer
As vezes por não saber
Outras por um simples
Não querer
Tantas coisas
Que se não fosse um talvez
E em um segundo
Eu faria, mudaria
Mas não quero mudar o mundo
www.eduardobraune.zip.net
twitter.com/eduardo_braune
A luz do sol rasga a madrugada, invade, pelas frestas do telhado, o seu quarto
Os fachos de luz iluminam seu lindo corpo nu, adormecido, no convite
à carícia, no seu rosto um sorriso. Do quê sorri? Estarei eu nesse seu sonho!?
Serei eu motivo desse tenro e cândido sorriso!?
Oh, doce amada, não ouso, com minhas carícias acordá-la, pois não quero ser
execrado por apagar esse sublime e melífluo sorriso dos seus lábios.
Obed Vilela Almeida
Hoje, por estimativa, vejo que a melhor coisa que nos acontece é, exatamente,
um dia depois do outro!
A seqüência diária ou diuturna nos permite renovar os nossos critérios e
julgamentos, ao mesmo tempo em que nos livra, embora possa ser passageiro, das
forças dos dissabores projetados ou, aceitos por nós, de forma dolosa e/ou,
culposa!
Da mesma forma e, circunstância, também, o passar dos dias afastam de nós as
vitórias e, os acontecimentos benfazejos, os deixando no ostracismo, pela
passagem célere e, constante, do Tempo.
A Vida não passa por nós, pois, na verdade, somos nós que trafegamos por Ela!
Esse trânsito é seqüente até o nosso final e, tem por base o nosso procedimento
com Tudo o que nos rodeia, porém, sempre, doando para recebermos, em troca, a
oferenda em reciprocidade!
Qualquer ato honesto, expedido ou, recebido, tem que conter em si toda uma gama
de idéias e sentimentos probos, caso contrário, ocorrerão desnível, com os
emissores e, receptores se enxovalhando com a falsidade dada e, recebida!
A amenidade resultante da passagem dos dias, na azáfama hodierna, é uma “válvula
de escape” a nos proteger dos eventos aziagos com presságios maléficos que nos
atormentam, pois, Eles, a cada hora ultrapassada, Ficam para trás, nos deixando,
tão somente, a sua lembrança a se extinguir! Não fora assim, como
sobreviveríamos em paz, por exemplo: com, a perda de um ente querido?
A seqüência diária só será benfazeja para quem for honesto e cumpridor dos seus
deveres dignos, pois, aos bandidos e maléficos, a cada dia que passa, é um
acumulatórios de feitos indignos, seqüentes e, inconseqüentes, onde, não
ocorrerá o abrandamento benéfico para Eles e, sim, a reincidência do... Mal!
Por falar nisso, de uns anos para cá, tenho feito de tudo para publicar os meus
20 livros, volumosos e, inéditos (Poesias, Suspense policial, Ficção estelar e
Textos), sempre me esbarrando nas parcerias pedidas pelas Editoras, onde, me
falta o “maravilhoso metal!” Porém, acreditando no passar dos dias, encontrei a
Editora Virtual Libri que, há poucos dias, publicou, gratuitamente, o meu livro:
BARACHO O GUARDIÃO DA CHAVE! (Ficção), pelo preço de DEZ REAIS, nada me cobrando
pela publicação em foco.
Peço aos amigos e, os que gostem de ficção estelar, que COMPREM o meu livro, por
meio do Site: www.virtuallibri.com
A seguir, apresento uma sinopse do livro referido:
Uma Chave que se preze terá sempre uma dupla função: A de abrir alguma coisa
ou... Fechar!
Às suas duas atribuições pode parecer antagônicas ante um observador precipitado
ou inepto, entretanto, num exame criterioso e idôneo de um observador capaz
(daqueles que dissecam tudo que lhes apresentarem como ponto passivo de
entendimento pleno e, anteriormente, aceito), Ele entenderá que não haverá
duplicidade antagônica numa Chave que abre e fecha algo, simplesmente, pelo fato
de cada ação ser completa em si própria sem deixar lacunas para a outra função
específica.
Quando abrimos qualquer coisa, descortinamos o seu interior e, quando fechamos,
nos é vedado o que foi lacrado, todavia, não é a Chave que atua e, sim, o seu
manuseador! De forma idêntica, ou aparente, uma arma de fogo não atira e um
computador não computa, sem uma mente ou, mão a manejá-los ou, os programar.
Dessa maneira, ouso dizer, sem receio de errar ou parecer um parvo ou ateu, que,
seguindo essa minha linha de raciocínio, poderemos equiparar várias situações,
dentre elas, às seguintes:
—A realidade nada valerá sem a ficção para destacá-la ou, divergir, sem
comprovação estilizada ou escolarizada no tirocínio atual, bem como, a ficção de
nada servirá sem a realidade para dar-lhe o contencioso veraz, ou não!
—Deus, Todo Poderoso e Arquiteto do Universo! Não quis destruir o demônio ou o
“Mal”, justamente para não formar hostes de robôs a lhe dizerem “Amém!”,
preferiu que os seus filhos viessem a escolher o “Caminho para Ele” optando
entre o “Bem” e o “Mal”.
—Satanás, totalmente sem Deus, perderá todo o seu poder maléfico senão tiver um
adepto sequer e, para conseguir a platéia, utiliza a ficção que não tiver o
respaldo ou a orientação da realidade pura e indiscutível.
—“Uma maçã podre colocará o cesto a perder” se não tiver um “Cesteiro” que saiba
usar a realidade e a ficção para o Bem, dessa forma, separando às ruins das boas
e dando a cada uma o destino que o seu discernimento achar melhor, porém, nunca
ficando com as podres!
—Os bandidos, em vários lugares, se sobressaem em relação aos bons e honestos,
exatamente pelo fato de ser permitido a “mistura do podre com o são”,
principalmente, nas prisões e pontos defectos longe da “Luz da virtude”.
Este posfácio, intencionalmente, pouco diz da obra que ele pretende encerrar,
isso, pelo fato dela não acabar aqui, muito ainda o autor terá que escrever para
tal, o assunto aludido no GUARDIÃO DA CHAVE! Ou...O ESCOLHIDO! É como uma maçã
sadia se relacionando com outras idênticas e... Com as podres!
A obra em pauta é ficção! Contudo... Será realmente?
Rios,florestas e mares...habitat de espécies diferentes
O planeta terra os acolhe e os homens os levam a extinção.
Fauna e flora ameaçados pelos mais variados interesses...
Alguns protegem como podem,mas fala mais alto a ambição.
Ongs são criadas para amenizar o que pode ser o fim de uma nação
E os grandes incautos que aos pequenos calam...
Tentam assim dar fim ao que poderia ser a nossa tábua de salvação.
Somos milhões e nada fazemos para preservar o que é nosso...
Somos tão pequenos de pensamentos nulos e vida regressa.
Pensamos no agora,pois vivemos nele e o agora eu posso...
E o futuro legado a nossos filhos a nós não interessa.
Façamos um exame de consciência e que o bem prevaleça em forma de verdade,
Somos capazes de mudar o mundo,não em um segundo,mas começar já basta.
Força em nós existe,e o amor persiste em busca da felicidade.
Nossa realidade pode ser mudada.e afastar de vez o que nos desagrada.
Vamos preservar a vida no planeta e termos a certeza que haverá futuro,
Vamos ajudar a nossa mãe terra e o amor por ela irá permanecer.
Seremos nossos próprios anjos donos da luz que elimina o escuro,
Deixaremos um melhor legado e muito terão a nos agradecer.
Tony Anders
Cedo ou tarde eu teria que entender...
Você não é como eu pensava e eu pensava tanto em você.
Antes tarde do que nunca é o que eu tenho a te dizer...
Felizmente cedo eu descobri o que fazer pra te esquecer.
Observo a muito tempo coisas que você não vê...
Você olha,mas não percebe o que está para acontecer.
Sigo olhando o infinito buscando ao longe o amanhecer...
E neste estranho olhar perdido,perdido fico sem te ter.
Inconstante a minha busca todos irão me dizer...
O que digo em resposta dobre a aposta se quer ver!
Faço agora no momento o que a tempos quis fazer...
Hoje cedo descobri como fazer pra te esquecer.
Cedo ou tarde eu teria que entender...
Tony Anders