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DE LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K; DANTAS,
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Carl Rogers
Biografia

Carl Ransom Rogers nasceu em Oak Park, perto de Chicago, em 1902. teve uma infância isolada e uma educação fortemente marcada pela religião. Nascido no meio rural, sua vida foi marcda pela idéia da natureza e pelo fenômeno do cescimento.Tornou-se pastor e encaminhou os estudos para a teologia, quando começou a se interessar por psicologia.
Na nova carreira, o primeiro foco de trabalho foram crianças submetidas a abusos e maus-tratos. Por essa época começou, por observação, a desenvolver sua teoria sobre personalidade e pratica terapêutica. Aos 40 anos publicou o primeiro livro. Seguiram-se mais de cem publicações destinadas a divulgar suas idéias, que ganharam seguidores em todo o mundo. Rogers quis provocar uma ruptura na psicologia, dando a condução do tratamento ao cliente, e não temeu acusar de autoritários a maioria dos métodos hegemônicos na área. pilar da terapia rogeriana são os grupos de encontro, em que os vários clientes interagem. Rogers foi um dos primeiros a gravar e filmar as sessões de terapia. Morreu de um ataque cardíaco em 1987, em San Diego, Califórnia.
Idéias
Opondo-se as concepções e práticas dominantes dos consultórios e nas escolas, a terapia rogeriana se define como não-diretivo, sua educação é baseada na terapia centrada no cliente/aluno, porque nele cabe a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Professor facilitador, relação confiança aluno, ambiente diversificado, importância do aspecto interacional do aprendizado, professor e aluno são co-responsável pela aprendizagem.
Sua teoria caracteriza-se pela psicanálise de Freud, com sua prática balizada pela ortodoxia, e o behaviorismo, como expoente e se caracteriza pela submissão a biologia. Sua corrente ficou conhecida como humanista, porque, em acentuado contraste com a teoria freudiana, ela se baseia numa visão otimista do homem.
Par ele, a sanidade mental e o desenvolvimento pleno das potencialidades pessoa são tendências naturais da evolução humana. Removidos eventuais obstáculos nesse processo, as pessoas retomam a progressão construtiva.
Rogers sustentava que o organismo humano – assim como todos os outros incluindo o as plantas – possui uma tendência a atualização, que tem como fim a autonomia. Na teoria rogeriana, essa é a única forma motriz dos seres vivos. No caso particular os seres humanos, o processo constante de atualização gerou a sociedade e a cultura, que se tornam forças independentes dos indivíduos e podem trabalhar contra o desenvolvimento de suas potencialidades.
Uma crença básica de rogers é que o organismo humano sabe o que é melhor para isso conta com sentidos aprimorados ao longo da evolução da espécie. Tato, olfato, e paladar reconhecem como prazeroso o que é saudável. Igualmente, nossos instintos estão prontos a valorizar a consideração positiva, conceito rogeriano que engloba atitudes como cuidado, carinho, atenção, etc.
O problema é que a sociedade e a cultura desenvolvem mecanismos que contrariam essas relações potencialmente harmoniosas. Entre os mais nocivos está a valorização condicional,o hábito familiar,a escola e outras instituições sociais tem que apenas atender as necessidades do individuo se ele se provar merecedor. Decorrem disso a consideração positiva condicional –originada pela tendência que as pessoas tem a absorver os valores culturais e utilizá-las como parâmetro par a valorização de si mesmas.
Do conflito entre o individuo “sou” e o que se exige dele “devo ser” nasce o que Rogers chama de incongruência, que gera sofrimento. Este é o processo que, para ele, define neurose. Ao se ver pressionada a corresponder as expectativas sociais, a pessoa se vê numa situação de ameaça, o que a leva a desenvolver defesas psicológicas.
Diante disso, o objetivo do terapeuta e do professor é permitir que seus clientes e alunos se tornem pessoas funcionais, ou seja, saudáveis. As principais marcas desse estado de funcionalidade são a abertura a novas experienciasm, capacidade de viver o aqui e o agora, confiança nos próprios a desejos e intuição, liberdade e responsabilidade de agir e disponibilidade para criar.
Tornar-se saudável [é uma questão de ouvir a si mesmo e satisfazer os próprios desejos (ou interesses), as melhores qualidades de um terapeuta ou de um professor são saber facilitar esses processos e interferir o mesmo possível. É esse o significado do termo não-diretivo, a marca registrada do rogerianismo. Para que o terapeuta ou o professor seja capaz de exercer tal papel, três bqualidades são requeridas:
1. congruência – ser autentico com o cliente/aluno;
2. empatia – compreender seus sentimentos;
3. respeito – consideração positiva incondicional
o difícil da teoria rogeriana é mudar a postura diante do outro e não se surpreender com o que é humano. Em grande parte, a chave do ensino produtivo é uma questão de ética.
No campo da educação, Carl Rogers pouco se preocupou em definir práticas. Chegou a afirmar eu os resultados do ensino ou não tem importância ou são perniciosos. Acreditava ser impossível comunicar diretamente a outra pessoa o conhecimento que realmente importa e que ele definiu como a verdade que foi captada e assimilada pela experiência pessoal. Ale, disso, Rogers estava convencido de que as pessoas só aprendem aquilo de que necessitam ou o que querem aprender. Sua intenção recai sobre a relação aluno-professor, que deve ser impregnada de confiança e destituída de noções de hierarquia. Instituições como a avaliação, recompensa e punição estão completamente excluídas, exceto na forma de auto-avaliação. Embora anticonvencional, a pedagogia rogeriana não significa abandonar os alunos a si mesmo, mas dar apoio para que caminhem sozinhos.
O objetivo de sua terapia era o crescimento pessoal e não a idéia estática de maturidade emocional., o que o levou a aprofundar no estudo da obra do educador e filósofo norte-americano John Dewey (1859-1952) .Como alguém cujo tempo de vida quase coincidiu com o século XX, Rogers teve a possibilidade de testemunhar o surgimento de varias correntes pedagógicas e a disseminação da psicoterapia – própria corrente. O aspecto marcadamente antiautoritário e anticonvencional de seu pensamento o tornou muito atraente nos anos 1960, durante o auge da contra cultura, representada em patê pelo movimento hippie. No Brasil, a influencia de Rogers também se deu por essa época, em particular na formação de orientadores educacionais. Os orientadores agiam em grande parte como mediadores de conflito e o conhecimento de Rogers permitia que eles pudessem exercer a função sem punições, mas também sem fechar os olhos para os problemas.

Bibliografia
Nova escola, edição 172, maio de 2004,pp.42 a 44

Contrato: atende programas e conteúdos pela necessidade dos alunos, salas ambientes, pré-adolescentes e adolescentes, participativo, problema de aprendizagem, terapeuta. Progressão continuada, ciclos.
Tanto Skinner como Mosel consideram o ensino como um processo de moldagem do comportamento do aluno, feito através da manipulação dos estímulos exteriores, incluindo ente estes as instruções averbais do professor.
Rogers acha que ensinar, no sentido de instruir, impartir conhecimentos ou habilidades é uma função a qual se tem dado uma importância exagerada.
No ambiente de hoje, a função da educação não deveria ser ensinar, mas facilitar a mudança e a aprendizagem. Para ele “o único homem educado é aquele que aprendeu como aprender, como se adaptar a mudança; o homem que tenha compreendido que nenhum acontecimento é seguro, e que somente o processo de busca o conhecimento dá uma base para a segurança”. Recomenda, então, o foco de ensino para a facilitação da aprendizagem.Não se preocupar com que as coisas o aluno precisa aprender, mas como porque e quando aprendem os alunos, como se vive e se sente a aprendizagem, e quais as suas conseqüências sobre a vida do aluno. A aprendizagem genuína depende do tipo de atitude existente na relação interpessoal entre o facilitador e o aprendiz:
-o facilitador deve ser uma pessoa autêntica no sentido de se re viver os sentimentos e pensamentos de cada momento;
-deve apreciar e respeitar o estudante;
-escutar com empatia;
-devem confiar na capacidade potencial do estudante de crescer e aprender proporcionando um clima de liberdade e apoio;
Somente pessoas agindo como pessoas em suas relações com seus estudantes, podem abrir uma brecha neste problema tão urgente da educação moderna.
A liberdade facilita a aprendizagem e incluem-e:
-enfrentar os estudantes com um problema real e significativo;
-proporcionar todo tipo de recursos;
-fazer acordos com os estudantes, estabelecendo seus objetivos e seus planos;
-dividir os estudantes em grupos onde cada grupo planeja seu trabalho, e tem liberdade de convidar o professor a reunir com eles quando assim o desejar.
-organizar grupos de pesquisar;
-empregar experiências de estimulação;
-utilizar a instrução programada, ferramenta para a aquisição de informações tais como maneira de operar um microscópio, introdução à estatística. Etc.
[]-formar grupos de encontros básicos;
-aceitar a auto-avaliação. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É um poema narrativo , de feição novelesca , em que as personagens e o assunto são nacionais. O Assunto histórico - a conquista do Algarve - está romanticamente integrado no romance de amor, na paixão irresistível de Dona Branca e do chefe mouro Aben-Afã, personagens a qujem o autor comunica o idealismo característico da escola, que envolve, também , as figuras de Oriana e Mem do Vale - o glorioso e apaixonado cavaleiro de Santiago. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Conselheiro Vale era um homem rico, e tinha um caso amoroso com uma mulher que havia migrado do Rio Grande do Sul, ela tinha uma filha, Helena, A qual ele perfilha. Conselheiro Vale morre, e em seu testamento ele alegava que Helena era sua filha e que ela devia tomar seu lugar na família, todos acreditam nisso, porém Helena sabe que não é verdadeiramente sua filha, mas na sua ânsia de ascender socialmente acaba aceitando isso. À princípio, D. Úrsula reage com um certo preconceito à chegada de Helena, mas no decorrer da narrativa ela vai ganhando o amor de D. Úrsula, Estácio porém, era um bom filho, e faz a vontade do pai sem indagar nada. Dr. Camargo acha aquilo um absurdo, pois ele queria casar sua filha, Eugênia, com Estácio para que eles se tornassem ricos às custas do dinheiro de Estácio, e mais um familiar só iria diminuir a parte da herança de Estácio. Helena toma seu lugar na família como uma mulher de fibra, uma verdadeira dona de casa, cuida muito bem de sua nova família, dirige a casa melhor do que D. Úrsula o fazia, e impressiona não só a família como toda a sociedade em geral, porque além de ser uma mulher equilibrada como poucas que existiam, era linda, sensível e rica. Ao decorrer da narrativa, Helena vai impressionando mais e mais Estácio, e nisso acaba se apaixonando por ela, e ela por ele.

Aí vem o questão X do livro, de um lado Estácio, se martirizando por se apaixonar por sua suposta irmã, o que era um pecado, e do outro Helena, também apaixonada por Estácio, esta sabia de toda verdade, mas não podia jogar tudo para o alto e ficar com ele, afinal havia recebido uma fortuna de herança. Neste ponto então surge Mendonça, que se apaixona por então pede Eugênia em casamento também para tentar esquecer Helena. A família possuía uma chácara, e perto dessa chácara tinha uma casa simples, pobre, e Helena costuma a visitar sempre essa chácara, um dia Estácio resolveu seguí-la, e lá conheceu Salvador, e foi tirar satisfações sobre as visitas de Helena, Salvador começou a lhe contar uma grande história, e surpreendeu Estácio ao lhe revelar que Helena era sua filha, não de Conselheiro Vale, e toda a História da vida de Helena até ali. Nesse mesmo dia Helena após uma forte chuva fica debilitada, á beira da morte, Estácio, tomado por seu forte amor vai cuidar de Helena e lhe faz essa declaração. Helena morre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A manhã era clara. O narrador, já em horário de serviço, estava junto ao portão do prédio de uma instituição destinada a tratar de doenças mentais, onde trabalhava, provavelmente como médico. De repente, alguém gritou e o narrador, embora de relance, percebeu que um senhor distinto que passava por ali furtou a caneta-tinteiro da lapela do paletó de outro transeunte e saiu correndo, perseguido. Apesar de vestido socialmente, não tirou os sapatos para se refugiar no alto de uma palmeira da praça, na qual havia subido com rapidez. Sem demora, formou-se, em volta da árvore, uma pequena multidão de curiosos que faziam comentários ou ameças. O narrador julgou tratar-se de um camelô importuno que queria vender canetas. Adalgiso, colega de serviço – a dupla estava de plantão – puxou-o pelo braço e lá se foram os dois, passando no meio do ajuntamento formado ao pé da árvore. As pessoas supunham que o tal homem fosse um doido que fugira e, por isso, facilitavam a passagem dos dois plantonistas, identificados assim pelo avental que usavam. Adalgiso comentou baixo que o fugitivo não devia ser um louco, pois tinha aparência de normal. Lá de cima o homem discursava. Afirmava que não era demente, mas percebia que estava quase sendo tomado pela insanidade ao ver a humanidade enlouquecida. Por isso, resolveu internar-se num hospício, no qual estaria protegido quando a humanidade piorasse.

O narrador viu no tal homem a confirmação da teoria do professor Dartanhã: 40% das pessoas são loucos reconhecidos e grande parte das demais poderia receber o mesmo diagnóstico. Adalgiso cochichou que o colega deles, Sandoval, reconheceu o homem da palmeira: era o Secretário das Finanças Públicas. Ia chamar as autoridades para decidirem o que fazer. Enquanto não aparecia ninguém que tomasse providências, o tal falso louco se equilibrava muito bem e falava como um doido de verdade, que ele não era gente, que ele era uma ilusão. Chegou o diretor do hospício, acompanhado de policiais, de médicos, do Sandoval, do capelão, de enfermeiros e padioleiros, trazendo camisa-de-força. O diretor e o professor Dartanhã não se davam. Então, começaram a discutir: o primeiro acreditava na normalidade do homem da palmeira, dizendo que se tratava do Secretário; o outro aplicava-lhe um diagnóstico de paciente mental. De novo o tal homem bradou e a multidão o ouviu em silêncio: "Viver é impossível." O narrador teve simpatia intelectual por ele. Veio do diretor a idéia de chamar os bombeiros. Enquanto nada se fazia, as vaias dirigidas ao homem da palmeira se fizeram ouvir, quando espalharam sua identidade de pessoa importante. Achavam que não passava de um demagogo. Nesse instante, ele deixou cair um dos sapatos. Dr. Bilôlo exclamou que o homem era um gênio. O povo começou a aplaudi-lo. O outro sapato também foi largado. Mais aplausos. Vieram os bombeiros e começaram a armar uma escada. Lá do alto da palmeira ouviu-se: "O feio está ficando coisa... Nada de cavalo-de-pau! Querem comer-me ainda verde? Pára!... Só morto me arriam, me apeiam! Se vierem, me vou, eu... Eu me vomito daqui!..." Diante do murmúrio das pessoas lá de baixo, replicou: "Cão que ladra, não é mudo...l" Prendeu-se à árvore só pelos joelhos e deu a impressão de que ia cair. A multidão pediu: "Não!" Os bombeiros interromperam as manobras com a escada. O homem parou de balançar-se. Apareceram o Chefe-de-Polícia e o Chefe-de-Gabinete do Secretário. Este olhou para o alto da palmeira com binóculo e disse que não estava reconhecendo o Secretário. O diretor, ansioso por popularidade, tomou o alto-falante dos bombeiros e tentou resolver a situação. Disse: Excelência... Excelência..." Mas a multidão o vaiou. Então, passou o megafone para o narrador e foi ditando o que ele deveria falar, palavas que convencessem o homem a se entregar, mas ele resistiu, não aceitou. Um impasse estava criado. Parecia não haver solução. Naquele momento, para surpresa geral, apareceu o verdadeiro Secretário das Finanças. De cima do carro dos bombeiros, dirigiu-se ao público e manifestou sua indignação ante o que ele suspeitava ser calúnia, jogo de adversários para destruí-lo. O outro gritou: "Vi a Quimera!" e começou a tirar a roupa. Jogava peça por peça sobre a multidão, até ficar nu, mostrando um corpo muito branco em contraste com a folhagem verde da palmeira, em pleno meio-dia de sol e calor. Escândalo e algazarra no meio do povo, raiva por parte das autoridades. Os bombeiros foram novamente acionados. O pessoal da imprensa, fotógrafos e filmadores documentavam tudo. Como reação, para não ser capturado, o homem subiu até o ponto mais alto da árvore e gritou: "Minha natureza não pode dar saltos?" Achou-se que iria saltar ou cair. A escada avançava, recuava, ajustava-se ao salvamento. A essa altura, surgiu um grupo de estudantes barulhentos com a intenção de resgatar aquele que eles supunham ser colega deles. No meio da balbúrdia, o Secretário tentou contê-los. Teve relativo sucesso, mas acabou indo para a casa de mansinho, sem ninguém perceber. O professor Dartanhã, reconciliado com o diretor, explicava para os que lhe estavam ao redor que o infeliz era doente mental. Dr. Bilôlo o considerava um primitivo, no nível dos índios. O diretor resolveu tentar convencer o desastrado fugitivo de perto. Para tanto, acompanhado do narrador, os dois foram subindo pela escada dos bombeiros. O outro os ouvia, mas gritou: "Socorro!" Os espectadores lá de baixo estavam enfurecidos com o pobre coitado. O narrador notou que ele merecia piedade porque, de repente, veio-lhe a lucidez. Saiu do delírio em que estivera, entrou em pânico, tomado pela aerofobia e pelo medo da multidão que queria linchá-lo. Conseguiu alcançar a escada manobrada pelos bombeiros. Então, voltando-se para o povo, exclamou, talvez novamente enlouquecido: "Viva a luta! Viva a liberdade!" As pessoas aglomeradas, em vez de vaiá-lo como vinham fazendo, passavam a aplaudi-lo. Receberam-no festivamente e o carregaram vitorioso. Os médicos e funcionários do hospício comentavam que tinham acabado de assistir a um caso inédito e sem explicação. Só Adalgiso muito sério, nada falou " foi para a cidade comer camarões." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Luneta Mágica é uma obra que se afasta do romance ligeiro de complicações amorosas e desenlaces piegas, não se aproxima de nada. Paira indecisa entre a fábula, o conto de fadas, e a historieta, tudo entremeado de digressões pseudofilosóficas. As frequentes e nem sempre oportunas especulações sobre o Bem e o Mal se conduzem através de um discurso em que predomina o lugar-comum romântico, enunciado por um narrador que proclama sua miopia física e moral desde a primeira página. Em primeira pessoa, Simplício, o narrador, conta-nos suas desventuras de míope que a duas polegadas dos olhos não distingue um girassol de uma violeta. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Noviço é dividido em três atos, passados no RJ. No primeiro apresentam-se o hipócrita e interesseiro Ambrósio, que casou com a crédula Florência ; o noviço Carlos que com mais vocação para militar fugiu do convento para casar-se com Emília (filha de Florência e sua prima). Aparece também Rosa, primeira esposa de Ambrósio (não havia divórcio na época), que foi abandonada por ele após ter seus bens roubados. Carlos encontra Rosa e esta fornece-lhe meios para chantagear Ambrósio e permitir-lhe sair corretamente do convento, retirar Emília e Juca (irmão mais novo de Emília) da vida religiosa que Ambrósio planejava para eles e casar com Emília. A chantagem ocorre no segundo ato, junto com a revelação a Florência de que o marido é bígamo; Ambrósio foge. No terceiro ato, após muita confusão, Ambrósio é preso, Carlos liberto de ir ao convento ou ser preso (ele atacara um frade na fuga) e o casal fica livre para casar. A peça toda lembra as comédias pastelões dos anos 10, com personagens caricatos, situações mirabolantes, perseguições e violência gratuita. O Juiz de Paz da Roça O Juiz de Paz da Roça se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José. Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. Quem casa, quer casa Quem casa, quer casa é um "provérbio" em ato único, passado no Rio de Janeiro de 1845. Mas os dois casais da peça não seguem o ditado, já que nela uma família passa o tempo todo brigando. Motivo: o casal de filhos de Dona Fabiana casou-se com o casal de filhos de Anselmo e nenhum dos quatro faz nada além de brigar. os cinco (os dois casais e Fabiana) passam a peça toda aos gritos enquanto o marido de Dona Fabiana, um carola molengão, faz nada. Ao final Anselmo aparece e acaba com a briga (que já havia escalado ao nível da agressão física generalizada) e entrega a chave de duas casas alugadas aos filhos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Rapsódia escrita em 1926 e publicada em 1928, traz uma variedade de motivos populares que Mário de Andrade juntou de acordo com as afinidades existentes entre eles. Trata-se de uma espécie de "coquetel" do folclórico e do popular do Brasil. Mário de Andrade mistura o maravilhoso e o sobre-humano ao retratar as façanhas de um herói que não apresenta rigorosos referenciais espaço-temporais – Macunaíma é o representante de todas as épocas e de todos os espaços brasileiros. Macunaíma, que leva o subtítulo de "herói sem nenhum caráter", é também o nome do personagem central, um herói ameríndio que trai e é traído, que é preguiçoso, indolente, mas esperto e matreiro, individualista e dúbio. Destituído da auréola idealizada dos românticos, Macunaíma é o índio moderno, múltiplo e contraditório. Nasce na selva, filho de uma índia tapanhumas, fala tardiamente e só anda quando ouve o som do dinheiro. Vira príncipe e trai o irmão Jiguê ao brincar com as cunhadas, primeiro Sofará e depois Iriqui. Vira homem e mata a mãe, enganado por Anhangá. Casa-se com Ci, a mãe do mato, guerreira amazonas da tribo das Icamiabas. Macunaíma torna-se o Imperador do Mato Virgem.

Após seis meses, tem um filho. A criança morre, transformando-se em planta do guaraná. Ci, cansada e desiludida, vira a estrela Beta da Constelação Centauro. Antes de morrer, porém, Ci deixa ao esposo a muiraquitã, uma pedra talismã que lhe daria a garantia de felicidade. Mas o herói perde a pedra que acaba nas mãos do rico comerciante peruano Venceslau Pietro Pietra, colecionador de pedras em São Paulo. Em companhia de seus dois irmãos – Maanape e Jiguê – vem para São Paulo a fim de reconquistar a pedra, que simboliza seu próprio ideal. Porém, Venceslau, que está disfarçado de comerciante, é na verdade o gigante Piaimã, comedor de gente; por isso, as investidas de Macunaíma contra ele não dão resultado. Só depois de apelar para a macumba Macunaíma consegue derrotar o gigante. Reconquistada a pedra, Macunaíma retorna ao Amazonas e se deixa atrair pela Iara, perdendo definitivamente a pedra. Como já não vê mais graça no mundo, vai para o céu, onde se transforma em estrela da Constelação Ursa Maior, ficando relegado ao brilho inútil das estrelas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1930, o volume apresenta 49 poesias, reunindo produções de Carlos Drummond de Andrade de 1925 a 1930, e está dedicado ao poeta e amigo Mário de Andrade, que publica, no mesmo período, Remate dos Males, obra que viria a dar uma nova conformação à poética do Papa do Modernismo. Alguma Poesia é volume escrito sob o ímpeto da modernidade de 1922, pratica o poema-piada, utiliza os coloquialismos apregoados pela estética, cultiva a poesia do cotidiano, repudiando as tendências parnasiano-simbolistas que dominaram a poesia até então. No entanto, o poema-piada de Drummond é antes um desabafo de um tímido que procura afogar (disfarçar) no humor os sentimentos que o amarguram. No prosaísmo esconde a procura de uma expressão poética autêntica e autônoma e, ao se voltar para o cotidiano, transcende o tempo e o espaço em busca do perene e universal. Dos supostos acima enunciados, pode-se traçar uma espécie de linha temática que Drummond seguirá em Alguma Poesia e que permanecerá durante sua trajetória poética, que, grosso modo, pode ser identificada como se segue, a partir do que o próprio autor sugere como condução temática de sua obra:

1. O indivíduo – "um eu todo retorcido"

Seção que investiga a formação do poeta e sua visão acerca do mundo. Sempre lúcido, discorre com amargor, pessimismo, ironia e humor o que ele, atento observador, capta de si mesmo e das coisas que o rodeiam. Alguns poemas sintetizam a visão do indivíduo, como o poema de abertura "Poema de sete faces" em que vaticina seu destino.


2. A família – "a família que me dei"

Uma das constantes temáticas de Drummond, presente desde Alguma Poesia até seus versos finais, é a família, sua vivência interiorana em Minas Gerais, a paisagem que marca sua memória. Contrariando o lugar-comum, ao invés de se referir à família como algo que lhe foi atribuído por Deus, o poeta coloca um "que me dei" a analisa suas relações pessoais, consciente de que se assentam na perspectiva pessoal. De modo muito individual, retrata o escoar do tempo, como é possível observar em "Infância", "Família", "Sesta", alguns dos mais significativos poemas de Alguma Poesia.

3. O conhecimento amoroso – "amar-amaro"

Com o jogo de palavras amar-amaro, título emprestado de um poema do livro Lição de Coisas, o poeta acrescenta ao substantivo "amar" o adjetivo "amargo", sentimento recorrente em alguns de seus poemas e livros escritos posteriormente. Em Alguma Poesia o tema é tratado com boas doses de humor, sátira ou pitadas de idealismo, como em "Toada do amor", "Sentimental", "Quero me casar", "Quadrilha"..

4. Paisagem e viagens

Um grupo de poesias faz anotações sobre viagens, retratando paisagens vistas e vividas, mas também recuperando as influências recebidas da sempre subserviente postura brasileira ante as supercivilizações, como em "Lanterna mágica", "Europa, França e Bahia ".

5. O social e a evolução dos tempos

Drummond constrói poemas em que contempla a mudança dos tempos, o progresso chegando e invadindo a antiga paisagem, como em "A rua diferente" ou "Sobrevivente". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A idéia central na teoria de Ausubel é o que ele define como aprendizagem significativa. Aprendizagem significativa é um processo no qual uma nova informação é relacionada a um aspecto relevante, já existente da estrutura de conhecimento de um indivíduo. Portanto, o interesse de sua teoria é na estruturação do conhecimento tendo por base as organizações conceituais já existentes que funcionam como estruturas de ancoradouro e acolhimento de novas idéias.
Assim, uma ação pedagógica, ao preocupar-se com a construção racional de novas estruturas conceituais, deve preocupar-se, em primeiro lugar, com uma análise racional da estrutura do assunto a ser ensinado e, em seguida, uma análise lógica de conteúdos organizados já existentes na mente do aluno que sejam relevantes para a aprendizagem do assunto. Desse modo, conhecimentos previamente adquiridos são fundamentais para a compreensão e internalização de novos significados de palavras, de conceitos, de proposições, etc., pois servem de ancoragem às novas idéias, num relacionamento não arbitrário.
Ausubel, de certa forma, explicita e aprofunda o processo de assimilação dado por Piaget. Ambos concordam que "assimilar é incorporar um dado novo num esquema já existente", porém Ausubel argumenta que a aprendizagem significativa é específica de um conteúdo e que não há idade na qual todos os alunos possam lidar com abstrações secundárias, abstrações a partir de outras abstrações, em qualquer área.
Ele postula em sua teoria da assimilação uma relação binária entre duas dimensões de aprendizagem: uma representada pelo continuum aprendizagem significativa/ aprendizagem mecânica e a outra representada pelo continuum aprendizagem por recepção/ aprendizagem por descoberta. Ambas aparecem como extremos em um rol de múltiplas possibilidades: a primeira diz respeito ao como "uma nova informação é, ou não, incorporada às representações já internalizadas e organizadas pelo aluno" e a segunda aos itinerários, mais ou menos autônomos, de processamento da nova informação.
BIOGRAFIA
David Paul Ausubel nasceu nos Estados Unidos, na Cidade de Nova York, no ano de 1918, filho de uma família judia pobre de imigrantes da Europa Central.
OBRAS
Psicologia Educacional: Editora Interamaricana, Rio de Janeiro, 2ª edição,1980.
The Psychology of Meaningful USA ,Editora Verbal,1ª Edição,1963.
Psicologia Educacional: um ponto de vista cognitivo, Editora Trillas, México,1976.
MÉTODO CONTEÚDO SIGNIFICATIVO
Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica
Pode-se dizer que ocorre uma aprendizagem significativa quando um indivíduo consegue relacionar uma nova informação a algum aspecto relevante, já existente, em sua estrutura de conhecimento. Depende, portanto, da experiência prévia do indivíduo, uma vez que envolve, a nível psicológico, a assimilação de novas informações dentro de uma estrutura de conhecimento específica existente na estrutura cognitiva. Assim, quando a ação pedagógica possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações a conceitos que ele já possui, os novos elementos de conhecimento aprendidos poderão ser distribuídos de forma significativa e relacionados de maneira não arbitrária na sua estrutura de conhecimento.
Por outro lado, quando não existem conceitos relevantes na estrutura ou quando não se conseguem relacionar novas informações a conceitos relevantes existentes novos informações podem ser assimiladas, só que de forma mecânica. Pode-se dizer, então, que uma aprendizagem mecânica ocorre quando não se consegue relacionar uma nova informação a conceitos já existentes na estrutura cognitiva ou quando não existem, na estrutura, conceitos com os quais a nova informação possa ser relacionada de forma significativa.
Elementos de conhecimento aprendido de forma puramente mecânica são distribuídos arbitrariamente na estrutura cognitiva e não se relacionam a conceitos especificamente relevantes.É importante ressaltar que, de um modo geral, não se pode afirmar que uma aprendizagem possa ser 100% significativa e 0% mecânica e nem que possa ser 0% significativa e 100% mecânica. Até mesmos elementos como números de telefones, palavras, etc., quando são decorados, ficam de alguma forma relacionados a outros elementos na estrutura de conhecimento e, por outro lado, por mais que uma aprendizagem seja significativa, existe sempre algo de mecânico nela.
Uma aprendizagem poderá ser mais mecânica ou mais significativa e isso vai depender, também, da disposição do aprendiz em aprender algo, do seu esforço consciente para relacionar o novo conhecimento à estrutura de conceitos ou a elementos de conhecimentos já existentes em sua estrutura cognitiva e também do grau de desenvolvimento desses conceitos e da gama de possíveis ligações que podem, ou não, ser feitas entre novas informações e a estrutura cognitiva existente.
Uma grande questão levantada pela Teoria de Ausubel diz respeito à origem dos subsunçores. Se eles não estiverem presentes para viabilizar a Aprendizagem Significativa, como é possível criá-los?
Segundo Ausubel a Aprendizagem Mecânica e necessária e inevitável no caso de conceitos inteiramente novos para o aprendiz, mas posteriormente ela passará a se transformar em Significativa. Para acelerar esse processo Ausubel propõe os Organizadores Prévios, âncoras criadas a fim de manipular a Estrutura Cognitiva, interligando conceitos aparentemente não relacionáveis através da abstração.
Para que ocorra uma Aprendizagem Significativa segundo Ausubel, é necessário que:
O material a ser assimilado seja Potencialmente Significativo, ou seja, não arbitrário em si. Mesmo materiais arbitrários então, podem ser tornados significativos através de Organizadores Prévios.
Ocorra um conteúdo mínimo na Estrutura Cognitiva do indivíduo, com subsunçores em suficiência para suprir as necessidades relacionais.
A Aprendizagem Significativa se divide em 3 tipos:
A Aprendizagem Representacional é basicamente uma associação simbólica primária. Atribuindo significados a símbolos como por exemplo valores sonoros vocais a caracteres lingüísticos.
A Aprendizagem de Conceitos é uma extensão da Representacional, mas num nível mais abrangente e abstrato, como o significado de uma palavra, por exemplo.
A Aprendizagem Proposicional é o inverso da Representacional. Necessita é claro do conhecimento prévio dos conceitos e símbolos, mas seu objetivo e promover uma compreensão sobre uma proposição através da soma de conceitos mais ou menos abstratos. Por exemplo o entendimento sobre algum aspecto social.
Aprendizagem Recepção e Aprendizagem Descoberta
Não se deve fazer confusão entre Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica e Aprendizagem Receptiva e Aprendizagem por Descoberta. Uma aprendizagem pode ocorrer mais por recepção ou mais por descoberta. Uma aprendizagem por descoberta pode ser mais mecânica ou mais significativa; uma aprendizagem por recepção também pode ser mais mecânica ou mais significativa.
O fato de uma aprendizagem ser mais mecânica ou mais significativa representa a forma através da qual uma nova informação é adquirida (questão de aprendizagem); o fato de uma aprendizagem ser mais receptiva ou mais por descoberta representa a abordagem instrucional empregada (questão de ensino).Em síntese, uma aprendizagem pode ser mais significativa ou mais mecânica; pode ser mais por recepção ou mais por descoberta; pode ser por recepção e significativa ou por recepção e mecânica; pode ser por descoberta e significativa ou por descoberta e mecânica.
Um quadro, apresentado a seguir, essas relações:









A linha vertical representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Significativa e a Aprendizagem Mecânica. Quanto mais se desloca para cima, mais significativa e menos mecânica estará ocorrendo à aprendizagem e quanto mais se desloca para baixo, mais mecânica e menos significativa será. A linha vertical diz respeito, portanto, ao trabalho do aluno, à tarefa da aprendizagem.
A linha horizontal representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Receptiva e a Aprendizagem por Descoberta. Quanto mais se desloca para a direita, mais por descoberta e menos por recepção estará ocorrendo a aprendizagem e quanto mais se desloca para a esquerda, mais por recepção e menos por descoberta será. A linha horizontal, diz respeito, portanto, ao trabalho do educador, à tarefa de ensino.
As tabuadas, por exemplo, dependendo do trabalho de ensino realizado, são apresentadas aos alunos prontas e acabadas para que eles a decorem, oferecendo-lhes pouca ou nenhuma oportunidade de construírem os conceitos a ela relacionada. Representam, portanto, um trabalho de ensino por recepção e um trabalho de aprendizagem altamente mecânico.
Os problemas de quebra-cabeça representam, normalmente, atividades nas quais os alunos têm oportunidade de descobertas, mas, por serem repetitivos a aprendizagem da grande maioria dos conteúdos a eles relacionados, acaba acontecendo por ensaio e erro e, portanto, de forma bastante mecânica.
Numa atividade de classificação de objetos de acordo com alguns conceitos previamente estabelecidos, na qual se torna possível à clarificação de relações entre eles, há pouca descoberta a ser realizada, mas por ser uma atividade que exige um alto grau de reflexão, pode tornar-se altamente significativa para o aprendiz.
Teoria da Inclusão
Ausubel preocupa-se com a aprendizagem que ocorre na sala de aula da escola. O fator mais importante de aprendizagem é o que o aluno já sabe. Para que ocorra a aprendizagem, conceitos relevantes e inclusivos devem estar claros e disponíveis na estrutura cognitiva do indivíduo, funcionando como ponto de ancoragem. Ausubel está interessado em saber como os indivíduos aprendem grandes quantidades de material significativo por meio de apresentações verbais/textuais em um quadro escolar. Um processo primário em aprendizado é a inclusão, na qual o conhecimento novo é relacionado com as idéias relevantes da estrutura cognitiva existente em uma base substantiva. As estruturas cognitivas representam o resíduo de todas as experiências de aprendizado. A aprendizagem ocorre quando uma nova informação ancora-se em conceitos ou proposições relevantes preexistentes na estrutura cognitiva do indivíduo. O armazenamento de informações no cérebro é altamente organizado formando uma hierarquia na qual elementos mais específicos de conhecimentos são ligados (iguais assimilados) a conceitos mais gerais, mais inclusivos.
Ausubel recomenda o uso de organizadores prévios que sirvam de âncora para a nova aprendizagem e levem ao desenvolvimento de conceitos classificadores que facilitem a aprendizagem subseqüente.
Organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do material a ser aprendido em si. Sua principal função é de servir de ponte entre o que o aprendiz já sabe e o que ele deve saber a fim de que o material possa ser aprendido de forma significativa. Facilitam a aprendizagem na medida em que funcionam como "pontes cognitivas". "A essência do processo de aprendizagem significativa é que idéia simbolicamente expressa sejam relacionadas de maneira substantiva (não literal) e não arbitrária ao que o aprendiz já sabe, ou seja, a algum aspecto de sua estrutura cognitiva especificamente relevante para a aprendizagem dessas idéias. Este aspecto especificamente relevante pode ser, por exemplo, uma imagem, um símbolo, um conceito, uma proposição, já significativo".
Ausubel (1978, p.41): "As idéias mais gerais de um assunto devem ser apresentadas primeiro e, depois, progressivamente diferenciadas em termos de detalhe e especificidade. Os materiais de instrução devem tentar integrar o material novo com a informação anteriormente apresentada por meio de comparações e referências cruzadas de idéias novas e antigas.”

CONCLUSÃO
Ausubel deixa claro que no processo de ensino o principal é que a aprendizagem seja significativa. Isto é, o material a ser aprendido precisa fazer algum sentido para o aluno. Isto acontece quando a nova informação ancora-se nos conceitos relevantes já existentes na estrutura cognitiva do aprendiz.
BIBLIOGRAFIA
AUSUBEL, D.P. et ai. Psicologia educacional. Rio de Janeiro; Editora Interamericana, 1980.
http://www.rdefendi.sites.uol.com.br/ausubel/ausubel12.htm
http://www.clubedoprofessor.com.br/diariodebordo/Textop5a.htm
http://www.officinadamente.com.br/Verbetes/VebertesTeoriasDaAprendizagem_A_E....

Comentários:americano, David Paul Ausubel,novaiorquino, em 1918, judeu e pobre, sua teoria de aprendizagem, organismo aprende. Sua teoria educacional: preocupa-se com a forma pela qual a pessoa influencia o organismo a aprender:
Cognitiva;mente; afetiva: dor, prazer, satisfaça, descontentamento, alegria e ansiedade; psicomotor: responsável musculares. É trabalho por Bruner, influencia n processo curricular. Ausubel “toda aprendizagem significativa se tiver significado para o aluno”.
Conteúdo significativo relaciona o conhecimento com o já existente.
Estrutura cognitiva: representa experiências sensoriais do sujeito
Processo de ancoragem: resultado do crescimento e modificações dos conceitos subordinados do outro
Significação: quando o indivíduo consegue relacionar uma nova informação ao já existente (organização verbal e organizacional)
Ação pedagógica: possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações
(Não existe conceito importante são mecanizados se não há interesse o aprendizado é insignificativo)
Aprendizagem: relação com estrutura de conhecimento, mesmo que significativo, existe sempre algo de mecânico nela para ser significativo
Disposição do aprendiz; esforço consciente
Ausubel aprofunda o processo de assimilação de Piaget, assimilar é incorporar um do novo num esquema já existente.
Aprendizagem significativa:
Recepção: conhecimento apresentado de forma final.
Descoberta:liga-se os conceitos subsunções resultantes existentes na estrutura cognitiva
Preocupa-se com o aprendizado em sala de aula. Aprendizado que já s sabe é ponto de ancoragem.
Mecânico pode virar significativo; significativo pode virar mecânico.
O professor é que dá significado
Ausubel: cognitivista estrutura cognitiva de Piaget, quando conteúdo é matéria didática tem significado para o aluno forma o individual, interesse e necessidades, subsunçores são os conhecimentos pré-adquiridos como base para os conhecimentos novos ancoragem. A motivação é extrínseca, não se espera a intrínseca. O professor tem que motivar. o professor tem que ter uma forma ampla e diversificada e conteúdo, psicologia, sociologia e filosofia.
Aprendizagem social/ de comunhão
Temos o tempo diante de nós para organizar o tempo, não precisa esperar que a criança amadureça para ele. O professor deve ser amplo e despertar o interesse da criança. Procura de assimilação acumulação o professor é o responsável pelo processo de assimilação. Importância do material significativo veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
DE LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

Piaget –o Homem Como Ser Social -La Taille

Dos 6 meses aos 20 anos, o homem não é social da mesma maneira.
No primeiro estágio, o homem é essencialmente individual, não social. No segundo estágio, com a linguagem, começa-se uma socialização da inteligência, consegue distinguir o
Eu do Outro.
Só quando adulto com a qualidade de trocas intelectuais, o ser social se relaciona com os outros de forma equilibrada. Isso inicia no terceiro estágio de desenvolvimento – operatório concreto - quando há um equilíbrio entre a reciprocidade e a universalidade, alcançando uma personalidade, produto de uma socialização.
Assim, Piaget define a socialização desde o grau zero a personalidade, evolução que passa por trocas intelectuais, levando a lógica, forma final do equilíbrio das ações que o ser vivo busca a adaptação.
O desenvolvimento se dá com a interação sujeito com o objeto, satisfazendo as necessidades da vida social, na cobrança de uma coerência e de objetivos em relação de cooperação.
É a cooperação desde as relações entre crianças que se busca a reciprocidade e se constrói a lógica. Esta cooperação numa perspectiva ética depende de uma atitude moral, defendendo o ideal democrático.
O respeito as regras morais são paradigmáticos, por ser atividades interindividuais – herdados, mutáveis, envolvem acordos -. Assim a moralidade humana é como um contrato.
A evolução da pratica e da consciência da regra segue 3 etapas:
1. Anomia – a criança é imposta a deveres;
2. Heteronomia – dos 9/10 anos, as regras são tradicionais, sem acordos, há uma obediência ao pé da letra, vendo maior gravidade nas conseqüências e não na intenção. A justiça é confundida com lei ou autoridade e tem sanções como:
-castigos estranho ao delito - expiatório;ou
-castigos com relação ao delito – de reciprocidade. Assim, o dever determina o bem.
3. Autonomia – joga e respeita as regras, como regras de um jogo, é o juízo moral. A justiça separa-se da autoridade, levando a criança a se rebelar contra os adultos injustos. Diferente da heteronomia, o bem determina o dever.
O que faz passar de uma etapa para outra é a cooperação.
Na ação moral, a afetividade se confronta com a razão. A afetividade é a energia que move ações. A razão está a serviço da afetividade, identificando sentimentos e desejos para tr sucesso nas ações.
As ações morais autônomas são movidas pelo sentimento racional. Assim, a lógica desenvolve junto com a moral. A lógica se dirige a si mesmo e a moral dirige a afetividade. O afeto e a moral vivem e harmonia. A necessidade racional se torna a base para o sentimento da obrigatoriedade.

Vygotsky – Formação dos Conceitos – Oliveira

O homem se constitui em sua relação com outro social onde a cultura torna-se naturreza humana.
As Funções Psicológicas Superiores, FPS, isto é a consciência e o controle são constituído pela cultura e símbolos, onde: a representação mental e a significação dos símbolos (cultura) internaliza no indivíduo e dá-se o comportamento neste processo; e a palavra tem função de intercâmbio cultural e generaliza o pensamento quando nomeamos objetos e o classificamos servindo para mediar conceitos e torná-los símbolos.
A formação de conceitos passa por três estágios:
1.sincrético – agrupamento de objetos com nexos vagis e subjetivos;
2.complexo – agrupamento por fatos, concretos, não lógicos, por isso variáveis;
3.conceitos – abstrai-se suas características e resume-se em síntese.
A linguagem organiza o conhecimento.
Os conceitos são espontâneos, sem organização do cotidiano e científico quando sistemático e organizados, incluem-se num sistema mediado por símbolos e implica FPS.
Através da aprendizagem a criança desperta os processos de desenvolvimento porque o cérebro trabalha a atividade psicologia e a cultura tornando-se o homem biológico e cultural, em sócio-histórico.
A memória, a percepção, a atenção e o pensamento são funções mentais. O cognitivo e o afetivo unem-se e organiza a consciência e faz-se compreender o pensamento. Assim, a consciência é a organização do comportamento imposto por práticas sócio-culturais. A dimensão social é, portanto, essencial. A consciência internaliza o social e o individual, é histórica e manipula objetos e a linguagem, constituindo uma inter relação entre intelecto e afeto, entre o mundo e a representação simbólica, entre a subjetividade e a interação social.
As FPS são ações voluntárias conscientemente controladas e intencionais. O processo de internalizações das atividades sociais é a própria consciência humana, e é também o processo que constitui a subjetividade a partir da inter subjetividade.
O conceito é um significado é um ato de pensamento. O pensamento e a fala unem-se em pensamento verbal. Neste significado há um sentido cognitivo e um afetivo.
As falas podem ser exterior, oral; egocêntrica, da criança até 4 anos; e interior, através de pensamento.

Wallon – Do Ato Motor ao Ato Mental – Dantas

Para Wallon, o ser humano é organicamente social, e o grande eixo da psicologia é a motricidade, desenvolvimento motor, psicomotor.
As atividades musculares têm duas funções:
1. Cinética – músculo em movimento – esta tende a reduzir em ato mental, por isso, aos 2 nos, a sensório-motricidade diminui ao fortalecer o processo ideativo. A motricidade atua primeiro, e o homem ao entrar em contato com o físico é intermediado pelo social e cultural, desencadeando o pensamento. E é a imitação que realiza a passagem do sensório-motor ao mental.
2. Postural –músculo parado.
Tipos de movimentos:
-reflexos, até os 3 meses;
-involuntários ou automáticos, dos 3 meses aos 10 meses;e
-instrumentais ou práxicos, surgem no vim de um ano de vida.
No primeiro ano de vida, o cognitivo é latente, escondido e domina reações emocionais.
No segundo ano de vida, a inteligência dedica-se a construção da realidade, surgindo a função simbólica, que juntamente com a linguagem inaugura o pensamento discursivo. Que aparece aos 5 anos, revestido de sincretismo.
Entre 5 aos 9 anos, reduz o sincretismo levando ao pensamento conceitual.
Assim, a linguagem é produto e fabricante da razão humana.
Quanto à afetividade, Wallon se inspira em Darwin, que diz que a emoção é instrumento de sobrevivência humana, e dá o primeiro e mais forte vinculo entre as pessoas.
A emoção é contagiosa, epidêmica, anárquica, explosiva, imprevisível e assustadora, como é também biológica, orgânica e também social. É ela que faz a transição entre o orgânico e o cognitivo, racional, mediando pelo cultural-social, como também é o afetivo que dá acesso ao universo simbólico e origina a atividade cognitiva.
As emoções podem ser:
• hipertônicas – capazes de tornar pétrea a musculatura, como a cólera e a ansiedade;
• hipotônicas – reduzem o tônus muscular, como susto e a depressão.
• Defluxo Tônico – expressões de alegria, orgasmo;
• Regressiva – reduz o funcionamento cognitivo, quem está descontrolado não consegue pensar.
A sensibilidade: a motricidade e a linguagem tem dois níveis afetivos e cognitivos.
• afetivo – é uma fase do desenvolvimento que leva a vida racional, e que passa pela afetividade emocional ou Tônica, pela simbólica e pela categorial. Estes momentos constroem o sujeito.
• Cognitivo – se constrói a realidade.
Nos três primeiros meses, p desenvolvimento são movimentos de reflexos, impulsos, globais, descoordenados, movimentos que exprimem sinais de necessidades, por isso viram sinais comunicativos.
Aos seis meses, a presença humana é mais estimulante que os objetos.
No primeiro ano de vida, as conquistas motoras e as funções simbólicas elas lidam com o real pela gestualidade, pela função simbólica de cada objeto.
Na puberdade, as pessoas abrem as dimensões ideológicas, políticas, metafísicas, éticas e religiosas, construindo sua singularidade, uma individuação com objetivos, através da socialização. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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