Ser pobre é usar ferro de passar roupa como chapinha......

veja todos os voos de drone em

www.Zmaro.tv/Drone

 

 

Mais
acessados

Principal

Modelos de
Documento

Receitas

Resumos
de Livros

 Perguntas e Respostas
 Jurídicas

Idéias para
ficar rico

Dicas gerais

Dizem que

Ser pobre é


Memorização

Curso de Memorização

Memorização:
que dia cai?

Demais
Cursos e
apostilas


Gastronomia

carnes

bacalhau

dicas gerais

microondas

 receitas diversas

Receitas

em vídeo

tudo sobre congelamento

vinhos


Download

delivery

palpites para loteria

simulador keno (bingo)

treine digitação

ringtones de graça

Saiba quais números
mais e menos saem
na MEGASENA


Contato

Fale com o Zmaro
e/ou
PobreVirtual

Site do
Programa Zmaro

Vídeos do
Programa Zmaro
Humor inteligente
de forma descontraída...

 
O Fiel e a Pedra - Osman Lins
envie seus resumos e sugestões, clique aqui
É um livro bastante interessante. É todo ele composto da troca de cartas (reais) entre os dois autores: Nora K, uma menina de 11 anos na época (hoje com 19 anos) e Vittorio Hösle um filósofo de 40 anos. Conforme está na orelha do livro "As perguntas da menina de 11 anos, constituem de fato grandes questões da filosofia. Em suas respostas, o filósofo Vittorio Hösle conduz Nora com mão firme pelos labirintos do pensamento filósofico. Juntos eles inventam um café fantástico, no qual os grandes filósofos - de Platão a Hans Jonas - discutem acerca de Deus, do mundo, e do bem viver."

O livro, como não podia deixar de ser, tratando-se de uma compilação de cartas, é leve. Nada daquela coisa pesada que normalmente se espera de um livro sobre este tema.

Logo de cara, vc se apaixonará pela Nora. Como é que uma menina de 11 anos coloca temas tão profundas e complexos em questão?.

Um pedacinho do livro.

"A caminho da saida do Café, deparei ainda com um homem que acenou discretamente na minha direção, dizendo:

- Aliás, Nora é muito crítica e não vai acreditar no que o senhor pretende lhe escrever. Então pergunte a ela simplesmente: Se por acaso pensa que eu apenas sonhei, será que você é mesmo capaz de distinguir entre o sonho e a realidade? E se ela disser que Deus não é um enganador, responde-lhe que, às vezes, Ele nos engana para a verdade.
- Muito obrigado, René, dessa forma vou concluir minha carta."

Resposta da Nora

"Ah, sim, não se esqueça de dizer ao René que eu entendi um pouquinho dessa coisa de sonho e realidade, que seria mais ou menos o seguinte:
Sonho e realidade, são dois mundos diferentes. O sonho é o mundo da fantasia, do pensamento, com os quais se cria uma mistura que vem do interior das pessoas. A realidade é para nós o mundo dos sentidos, mas também as ciências, ou a história ou as línguas. Agora, será que nós realmente captamos toda a realidade? Não sabemos praticamente nada de Deus. Mas memsmo assim Ele existe. Portanto, nossa realidade não é completa - exatamente como os sonhos. Os sonhos também podem nos oferecer alguma coisa aproximada. Às vezes se pode aprender alguma coisa com os sonhos e talvez também com a realidade. Quem sabe se, apoiando-nos nesses dois mundos, não estaremos mais bem preparados para os mundos que estão por vir e que ainda não conhecemos?"

veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Há de tudo neste desconcertante e caliente "mafuá" que agora se lê sob o título de Amar se aprende amando, no qual se colhem de imediato duas raras lições: uma primeira, de ousada simplicidade e que se dá logo à tona de seu enunciado, onde o autor permite a audácia de reunir três verbos, cada um deles em voz distinta; e uma outra, mais funda e talvez difícil, que nos ensina essa prática (tão trivial não fosse hoje absurdamente anacrônica) cuja eficácia reside apenas na elementar e irretorquível verdade de que só se aprende mesmo fazendo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A antologia 26 Poetas Hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda, foi lançada em 1976. Messa coletânea está a chamada "poesia marginal dos anos 70". Esse tipo de poesia começou a se desenvolver no começo daquela década, em pleno auge da ditadura através de textos mimeografados, outros, em off-set, livrinhos com circulação bem reduzida e em conversas nos bares mais freqüentados. 26 Poetas Hoje, na época do seu lançamento, causou polêmica e recebeu críticas por todos os lados: a Academia Brasileira de Letras, por exemplo, não conseguia ver nada além de um simples valor "sociológico" naqueles "sujos" e "pornográficos" versos produzidos por ilustres desconhecidos.

O termo "marginal" foi cunhado pela própria Heloisa, organizadora da antologia, e não remete à noção de fora-da-lei, como poderia supor o leitor mais desavisado. Na verdade, ele se aplica a autores que tinham dificuldade para emplacar suas obras em editoras de grande porte. Não é à toa, portanto, que eles foram imortalizados pela expressão "geração do mimeógrafo", já que se valiam dessa máquina para levar ao público consumidor, de forma ágil e barata, livros de pequena tiragem bancados por conta própria. Entretanto, 26 Poetas Hoje é emblemático porque fez justamente o contrário: abriu as portas do mercado editorial para a maioria dos que participaram da antologia. Além disso, "marginal" era aquele que traduzia em versos de postura anti-intelectual os problemas do seu cotidiano, revelando sintonia com as mudanças políticas e comportamentais por que passava o país. O momento era de repressão e censura impostas pelo governo militar, mas também se caracterizava pela assimilação da cultura pop, que o tropicalismo de Caetano Veloso e Gilberto Gil ajudou a introduzir.

O discurso desses poetas era munido de cinismo, despretensão, imediatismo e de uma maneira de se expressar inteiramente coloquial e pessoal, como se o poeta fosse um amigo muito íntimo do leitor. Essas características, aparentemente gratuitas, eram peças fundamentais na construção da sua linguagem. Nessa poesia, a influência de grandes poetas brasileiros e estrangeiros, tais quais Manuel Bandeira e Baudelaire, não aparecia necessariamente em sua forma poética. Essa influência podia ser encontrada através de frases e trechos de outros poemas ou, até mesmo, de nomes desses poetas "colados" entre os versos – como uma espécie de mural.

Falar de poesia marginal não implica falar apenas de jovens inebriados por cinema, cartoons e shows de rock. Também constam dela escritores de pelo menos três gerações diferentes, com valores e ideais distintos, mas que se irmanavam pela insatisfação com os anos de chumbo da ditadura. Também se aproximavam pela utilização de uma comunicabilidade direta, uma linguagem cotidiana e nada rebuscada para expressar aquela realidade.

Segundo Viviana Bosi, a grande qualidade da antologia da Heloisa foi revelar alguns poetas, mas o defeito consistiu em colocar um rótulo em pessoas muito diferentes que estavam produzindo na mesma época. Eles não se vêem como um grupo.

Traços estilísticos

À primeira leitura, a poesia marginal dos anos 70 parece resgatar propostas formuladas pelos escritores que redefiniram os rumos da literatura nacional na Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo: versos com toque humorístico e linguagem coloquial, que revelam pouca preocupação com a métrica ou com a rima, e que retratam situações bastante cotidianas. Entretanto, os marginais foram além nessa vontade de casar poesia e vida, deixando de lado o politicamente correto e se valendo do efeito libidinoso e dos palavrões – tão corriqueiros, diga-se de passagem, nas conversas entre as pessoas. É o que se pode ver nos versos de "Epopéia", de Cacaso, professor universitário que exerceu uma certa liderança entre os marginais, conquistando admiradores e popularizando esse tipo de produção no meio acadêmico:

O poeta mostra o pinto para a namorada
E proclama: eis o reino animal!
Pupilas fascinadas fazem jejum

Abordar temas terrenos e subjetivos consistia numa crítica ao que era considerado cânone na época, como a poesia de João Cabral de Mello Neto, por exemplo. Na concepção de alguns marginais, a literatura do mestre pernambucano tinha um caráter muito maquinal e tecnicista, com versos bem acabados, porém pouco antenados ao dia-a-dia. Também representava uma alfinetada no projeto estético do concretismo, criado pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos e por Décio Pignatari, que defendiam a "morte" do verso convencional ao darem mais importância para a espacialização das palavras na transmissão de uma mensagem – uma poesia que privilegiava os efeitos de caráter visual. Além disso, os marginais não se enquadravam no engajamento político-partidário da poesia produzida nos moldes prescritos pelo Centro de Cultura Popular, da União Nacional dos Estudantes (UNE), durante a década de 60.

Mas, se a opção por uma linguagem coloquial e temas pouco complexos já havia sido praticada pelos modernistas, e se a crítica à conjuntura política também já tinha sido feita antes, o que de fato singulariza os marginais? Pode-se dizer que eles "desengravataram" a poesia, que desceu do pedestal e passou a freqüentar ambientes não tão eruditos. O público fiel, composto principalmente de universitários que freqüentavam a zona sul do Rio de Janeiro ou os cinemas de São Paulo, identificou-se com aquela maneira espontânea e inocente de peitar as grandes editoras.

Alguns poemas contidos na obra

Manhã de frio
Isabel Câmara

Trata-se de uma certa dama
que acorda aflita pelo dia
observando da janela do seu
Disco-Voador
o cinza que se irradia
desde a música —
Romântica e Alemã
até a cor fria da Dor.

Aquela Tarde
Chico Alvim

Disseram-me que ele morreu na véspera.
Fora preso, torturado. Morreu no Hospital do Exército
O enterro seria naquela tarde.
(Um padre escolheu um lugar de tribuno.
Parecia que ia falar. Não falou.
A mãe e a irmã choravam.) veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É um poema narrativo , de feição novelesca , em que as personagens e o assunto são nacionais. O Assunto histórico - a conquista do Algarve - está romanticamente integrado no romance de amor, na paixão irresistível de Dona Branca e do chefe mouro Aben-Afã, personagens a qujem o autor comunica o idealismo característico da escola, que envolve, também , as figuras de Oriana e Mem do Vale - o glorioso e apaixonado cavaleiro de Santiago. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
SKILAR, Carlos (org.) Educação e exclusão: Abordagens Sócio-antropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1997. p.7 a 79
A educação especial atravessa uma crise que reside em saber a qual crise se refere e sua interpretação ideologia. São diferentes interpretações do fracasso e opostos tipologias e perspectivas de analise.
O problema surge na definição sobre o que é educação especial. No sentido de deficientes, impõe restrições e um corte da educação; são diferentes da educação geral, como sinônimo de uma educação menor, irrelevante e incompleta tanto pro sujeito quanto para as instituições.
Se acreditar na deficiência como eixo que define e domina toda a vida pessoal e social dos sujeitos, então não se estará construindo um verdadeiro processo educativo, mas um processo clinico.
Se a instituição escolar é especial, por ter sujeitos especiais, não se trata de escola e sim de um hospital.
Se a instituição é especial por pretender desenvolver uma didática especial para sujeitos deficientes, pode ocorrer que os processos interativos de educação exista uma aplicação sistemática de recursos exercitações e metodologias neutras e desideologizadas.
Se é especial porque é menor, deve se discutir o significado de uma educação maior, para sujeitos maiores, uma educação completa e absoluta.
A necessidade de definir com clareza perspectivas educativas aliada a praticas e discurso da medicina ou uma pedagogia somada a estratégias terapêuticas, trazem contradições nos modelos educativos e nos clinico-terapeuticos. Já que a concepção do sujeito, a imagem de Homem, a construção social da pessoa, etc., desenvolvem-se em linhas opostas ao contrastar a versão incompleta de sujeito que oferece o modelo clinico terapêutico e a versão de diversidade que deveria oferecer o modelo sócio-antropológico da educação. Defini-lo como pessoa incompleta faz parte de uma concepção etnocêntrica do homem e da humanidade, que reflete uma tolerância e racismo, gerado por meios de comunicação, que reflete um paternalismo. A diversidade se alia a medicina dentro da educação.
O papel da deficiência no começo da vida de um sujeito é a força motriz de seu dewenvolvimento. Seu cérebro compensa seu déficit. A criança não vive a partir de sua deficiência, mas a partir daquilo que para ela resulta ser um equivalente funcional.
A insistência do modelo clínico constitui um ponto de partida para uma série de problemas que existe dentro da educação especial, como a construção de uma prática, e uma teoria.
Se a escola especial parte de um pressuposto de que os sujeitos estão limitados, toda a educação educativa está obrigada a orientar-se em direção a essa idéia.
O fracasso na educação especial é resultante de uma pressão metafísica que se exerce sobre sujeitos especiais, eles estão presos a uma falsa ideologia pedagógica que condiciona através de falsa representações sociais regulados por normas e hábitos medievais. De um complexo mecanismo que reúne fatos sociais, políticos, lingüísticos, históricos e culturais que provem de profissionais que representam e reproduzem a idéia de um mundo homogêneo.
O uso do termo educação significa por em relevo uma necessidade especifica incluindo analise de fatos que governam a educação de crianças especiais dentro dos problemas educativos gerais e não como se faz habitualmente, fora deles e quanto mais longe melhor.
A educação das crianças especiais deve ser visto como outras que são minorias que sofrem exclusões no processo educativo.
A fronteira entre educação e educação especial constitui numa discriminação, a de impedir que a pedagogia especial discuta afazeres educativos, por se tratar de um tema sem importância, excluindo de debates. Exemplo disso, quanto a alfabetização, esta não constitui um pe-requisito inquietável para o acesso a leitura, na educação especif o ensino da correspondência entre fonema e grafema ocupa o centro de todas as preocupações em questão da língua escrita.
Afirma-se que esse direito deve ser analisado, avaliado e planificado junto com o conceito de educação plena, significativa, justa participativa, sem restringi-la a caridade, sem obsessão curativa da medicina.
Incluir a educação das crianças especiais dentro de uma discussão educativa global significa hierarquizar os objetivos filosóficos, ideológicos e pedagógicos da educação especial.
As políticas de interação tem produzido um maior isolamento e menor possibilidade educativas a estas crianças. Escolas especial e a inclusão as escolas regulares constituem em adornos para cobrir um rosto debilitado.
veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance se passa entre 1898 e 1915, os dois períodos de seca. Tangidos pelo sol implacável, Valentim Pereira, sua filha Soledade e o afilhado Pirunga abandonam a fazenda do Bondó, na zona do sertão. Encaminham-se para as regiões dos engenhos, no rejo, onde encontram acolhida no engenho Marzagão, de propriedade de Dagoberto Marçau, cuja mulher falecera por ocasião do nascimento do único filho, Lúcio. Passando as férias no engenho, Lúcio conhece Soledade, e por ela se apaixona. O estudante retorna à academia e quando de novo volta, em férias, à companhia do pai, toma conhecimento de que Valentim Pereira se encontra preso por ter assassinado o feitor Manuel Broca, suposto sedutor e amante de Soledade. Lúcio, já advogado, resolve defender Velentim e informa o pai do seu propósito : casar-se com Soledade. Dagoberto não aceita a decisão do filho. Tudo é esclarecido : Soledade é prima de Lúcio, e Dagoberto foi quem realmente a seduziu. Pirunga, tomando conhecimento dos fatos, comunica ao padrinho (Valentim) e este lhe pede, sob juramento, velar pelo senhor do engenho (Dagoberto), até que ele possa executar o seu "dever": matar o verdadeiro sedutor de sua filha. Em seguida, Soledade e Dagoberto, acompanhados por Pirunga, deixam o engenho e se dirigem para a fazenda do Bondó. Cavalgando pelos tabuleiros da fazenda, Pirunga provoca a morte do senhor do engenho Marzagão, herdado por Lúcio, com a morte do pai. Em 1915, por outro período de seca, Soledade, já com a beleza destruída pelo tempo, vai ao encontro de Lúcio, para lhe entregar o filho, fruto do seu amor com Dagoberto. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Fila (RUBIÃO, 1997: 195-210)

A Fila conta a história de Pererico, um habitante do interior que vai à capital resolver um assunto confidencial, e de extrema importância e urgência, com o gerente de uma firma importante. O absurdo introduz-se na história quando Pererico é submetido, para conseguir a entrevista com o gerente, a uma fila literalmente interminável, ao menos para ele, já que parece que algumas pessoas alcançam seu termo: “Verificou também que as pessoas atendidas na gerência retornavam alegres, demonstrando ter solucionado seus problemas ou, pelo menos, sido tratadas com deferência” (pp.196-197). Além da fila a antagonizá-lo, Pererico encontra dificuldades em lidar com o encarregado de organizá-la, Damião, que aos poucos foi se mostrando mais que um mero empregado, ou porteiro: “Uma briga naquele instante poderia prejudicar seus desígnios, pois compreendera que o poder de Damião superava o de um mero empregado” (p. 197). De tanto tempo que passa na fila (meses, quiçá anos!), Pererico trava amizade com uma prostituta que trabalha justamente atendendo aqueles que passam boa parte de suas vidas a enfrentar o suplício daquela fila sem fim. Depois de muito tempo passado e de ter iniciado algo que se poderia definir como namoro com a prostituta, Pererico desiste de esperar na fila e tenta tocar a vida adiante. Mas quando o dever lhe bate à consciência e ele resolve voltar a sua missão, descobre que a fila extinguiu-se. O gerente morrera e, como último gesto, atendera a todos que na fila se encontravam. Todos foram atendidos, menos Pererico. Decepcionado consigo mesmo, Pererico resolve voltar a sua terra natal e abandonar seu relacionamento com a prostituta. Ao embarcar no trem de volta, sente como se a vida tivesse retornado ao normal, como se nada houvesse acontecido no ínterim que passou na fila. Assim como em O Edifício, no qual em momento algum é revelado o propósito da construção, aqui temos que os motivos de Pererico jamais são revelados. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
FERRAZ, Maria Heloisa C. de T.; FUSARI, Maria Felisminda de R. e. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

Resumo.
O ensino e a aprendizagem da arte fazem parte da produção artística em todos os tempos.
A mudança da educação tradicional para o processo de aprendizagem do aluno também ocorreu no âmbito do ensino de Arte.
As pesquisas de vários campos das ciências humanas sobre o desenvolvimento da criança e sobre o processo criado, sobre a arte e outras culturas. Na confluência da antropologia, filosofia, psicologia, psicanálise, critica da arte, da psicopedagogia e das tendências estéticas surgiram princípios inovadores para o ensino de artes plásticas, musica, teatro e dança que valorizam a livre expressão e a sensibilização para a experimentação artística visando o potencial criador.
A necessidade e a capacidade da expressão artística enquadrada em palavras de ordem, em aplicação mecânicas das atividades das crianças, geram deformações na idéia original e banalização do deixa fazer, deixar a criança fazer arte, sem nenhuma intervenção. Esse objetivo de facilitar o desenvolvimento criador da criança, no entanto desencadeou uma indiscriminada idéia vaga e imprecisa sobre a função da educação artística.
Na década de 60, arte-educadores, questionava, a idéia do desenvolvimento espontâneo, inaugurando uma nova tendência, com o objetivo era precisar o fenômeno artístico como conteúdo escolar, articulando-se em dois movimentos: a revisão critica da livre expressão e a investigação, na pedagogia, na psicologia cognitivista, na própria produção artística, entre outras.
No inicio dos anos 70, os Estados Unidos afirmavam que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem. A tarefa do professor era propiciar essa aprendizagem por meio da instrução, buscando meios para transforma idéias, sentimentos e imagens num objeto material, estabelecimento de conceitos solidificam e fundamentam dentro do currículo escolar, definindo contornos com base em características ao fenômeno artístico. A partir daí, pesquisas ressaltara as que investigam o modo de aprender dos artistas.
O ensino da arte é identificado pela visão humanista e filosófica que demarcou as tendências tradicionais e escolanovistas. Que apesar de contrapor as proposições, métodos e entendimento dos papeis do professor e do aluno, influenciaram ações escolares de Artes.
Na primeira metade do século XX, disciplina de Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico, faziam parte dos programas escolares. O ensino de arte era voltado ao ensino técnico, o professor transmitia aos alunos códigos, conceitos e categorias.
A disciplina de Desenho apresentada sob a forma de Desenho Geométrico, Desenho Natural e Desenho Pedagógico era considerado aplicação imediata e a qualificação para o trabalho.
Teatros e danças eram reconhecidas como parte de festividades e celebração de datas. A musica, o Canto Orfeônico preparado pelo compositor Heitor Villa-Lobos, na década de 30 difundia idéias de coletividade e civismo. Esbarrando na atividade pratica dos professores e transformou-se em aulas de musicas baseada em aspectos matemáticos e visuais com a memorização de peças orfeônicas de caráter folclórico, cívico e exaltação. Isso por 30 anos, quando o Canto Orfeônico é substituído pela Educação Musical, pela LDB de 1961.
Entre os anos 20 e 70 o ensino da Arte volta-se para o desenvolvimento natural da criança valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo, enfatizando repetições de modelos, e deslocando a ênfase para os processos de desenvolvimento do aluno e sua criação.
Desenho e Artes Plásticas BUSCAM A ESPONTANEIDADE, AUTONOMIA E DESCOBERTA, BASEANDO-SE NA AUT-EXPRESSÃO DOS ALUNOS.
Com a Educação Musical a musica pode ser sentida, tocada dançada, cantada. Utiliza-se jogos, instrumentos de percussão, todas e brincadeiras buscava-se um desenvolvimento auditivo, rítmico, expressão corporal e a socialização das crianças que são estimuladas a experimentar, improvisar e cria.
A semana Da Arte Moderna, em 1922, tenta-se trabalhar-se a arte fora das escolas, cresce os movimentos culturais. As artes plásticas ganham novas expressões, surgem museus em todo o país. Obras deixam de ser só eruditas, mas se popularizam, aproximando e influenciando a Arte escolar. Até 1960, havia poucos cursos de formação de professores nesse campo, e professores de quaisquer matérias ou pessoas com alguma habilidade na área poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas e Musica.
Em 1971, a LDB, a arte é incluída no currículo escolar com o titulo de Educação ARTÍSTICA, mas é considerada atividade educativa e não disciplina.. foi um avanço, mas os professores não estavam habilitados essa contradição demonstrou o enfrentamento de dificuldades da base na relação entre teoria e pratica.
Faculdades de Educação ARTÍSTICA foram criadas para cobrir o mercado, mas não estavam preparadas, os professores tentavam equacionar objetivos inatingíveis, com atividades múltiplas, envolvendo exercícios musicais, plásticos, corporais, sem conhece-los bem e justificados e divididos apenas por faixas etárias.
Entre 70 e 80, antigos professores e os recém formados viram-se responsáveis em educar alunos em todas as linguagens artísticas tornando-se polivalentes em Artes, o que diminuiu a qualidade de cada forma de arte.
A partir de 80 constituiu-se o movimento Arte-educação com finalidade de conscientizar e organizar profissionais ampliando as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor. Novos andamentos a ação educativa foram propostas por universidades, associações de arte-educadores, entidades publicas e particulares.
Em 1988, a Constituição Federal retira a obrigatoriedade da área, porem, e a LDB de 1996 revoga e considera a Arte obrigatória na educação básica. O inicio do movimento arte educação evolui-0se pra discussões que geraram concepções e novas metodologias para o ensino e a aprendizagem da arte nas escolas. Identificado por Arte e não mais Educação Artística, é estruturada no currículo escolar como área com conteúdos próprios ligados a cultura artística a não mais atividade. Trata-se de estudos sobre a educação estética do cotidiano, encaminhando o pedagógico-artístico a integração de fazer- artístico, a apreciação da obra de arte e a contextualização histórica ( produção, fruição e reflexão).
Sem uma consciência clara de sua função e da arte como área de conhecimento com conteúdos específicos, professores não conseguem formular um quadro de referencias conceituais e metodológicas para alicerçar sua ação pedagógica. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicadas em folhetins anônimos entre 1852 e 1853, as Memórias de um Sargento de Milícias são contemporâneas da geração dos poetas byronianos, egóticos, ultra-românticos (Álvares de Azevedo morreu em 1852 e Lira dos Vinte Anos saiu em 1853). Divergem, contudo, dos exageros sentimentais e imaginativos do “mal-do-século”, bem como da idealização heróica e galante dos romances históricos e dos “perfis de mulher”, que eram as correntes majoritárias na poesia e na ficção, e tinham em Alvares de Azevedo e José de Alencar os melhores paradigmas.

Obra “excêntrica”, destoante, original, não logrou sucesso junto ao leitor de sua época, mas antecipou algumas linhas do Realismo, do Modernismo, da Literatura Contemporânea e do folclore nacional. As aventuras e desventuras de Leonardo, o primeiro “malandro” da nossa literatura, ancestral de Macunaíma, “herói-sem-nenhum caráter”, moldado pelas contingências, impulsionado pelo prazer e pela oportunidade, vão compondo um saboroso retrato da vida social e familiar do Rio Colonial, fervilhante com a presença da corte joanina, já em transição para a vida independente.

A escassa trama romanesca (a relação Leonardo-Luisinha) serve de suporte à fixação dos costumes da época e à caracterização dos tipos populares: os meirinhos, as saloias, as súcias, as maltas, o barbeiro, a parteira, as festas e procissões, a música e a dança, a vida forense e religiosa, padres libidinosos, pais-de-santo, fofoqueiras e, onipresente, a fina flor da malandragem (“o mundo da desordem”), acossada pelo temível Vidigal (executor do “mundo da ordem”), tudo misturado numa sucessão vertiginosa, que Antonio Candido denominou “romance em motocontínuo”.

Algumas marcas da “excentricidade” devem ser assinaladas: – O narrador é neutro e mantém-se eqüidistante, como um observador curioso, divertido e, algumas vezes, intrometido. – Não há a tensão bem X mal, ninguém é herói, nem vilão; é um “romance sem culpa”, sem dramas morais. – As camadas populares são privilegiadas e, apesar de seus apertos e infortúnios, ninguém trabalha.

É uma malandragem meio idílica, que escamoteia as diferenças sociais extremas. São omitidos tanto o trabalho escravo, ainda sustentáculo da produção, como a elite cortesã e burguesa. – O tom humorístico substitui o sentimentalismo e o ufanismo; o realismo ingênuo, espontâneo (não-programático), registra cenas vulgares, nada poéticas. – A linguagem é coerente com o seu objetivo: norma culta, em estilo jornalístico, prosaico, sem afetações. Nos diálogos, incorpora, algumas vezes, o registro coloquial do falar da época, eivado de lusitanismos, solecismos e outras “anomalias”.

É um anti-herói, malandro, oportunista, que se aproxima do pícaro espanhol pela bastardia, pela ausência de uma linha “ética” de conduta, mas, diferentemente do pícaro espanhol, não é ele, Leonardo, quem relata suas peripécias. Além disso, não chega a ser um “excluído”: nunca trabalhou, teve sempre o amparo do Barbeiro, da Comadre e de outros e, por fim, também se arranja, e muito bem, com status de sargento e cinco heranças no bolso. É um genuíno malandro que deu certo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A narrativa compõe-se de pequeninos gestos e detalhes que vão formando a atmosfera moral, em que se movimentam personagens extremamente sensíveis a qualquer oscilação. Todos os gestos e sinais carregam-se da máxima gravidade. Mas ao contrário do que ocorre no típico "romance introspectivo", suas personagens não ficam completamente abandonadas a si mesmas. Não ha a incomunicabilidade , suas criaturas mantêm-se abertas à interação humana, ao fato social e por isso são capazes de história. O entrecho, composto de "manchas"ou de episódios como que destravados, mas ligados por uma continuidade dramática profunda, gira em torno de Bernardo Vieira Cedro, sua mulher Teresa, Antônio Cha, Ascânio, Cissone e outros. O Romance narra a reconstituição interior de Bernardo, desde os escombros deixados por seu filho que morre, a luta contra toda sorte de adversidades, até o nascimento de outro filho e o anúncio de um tempo novo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


Ajude o Zmaro!

Se for comprar algo no banggood, conferta o link e ajude o Zmaro

Dependendo do que você esta comprando, fazendo isto, ainda posso conseguir um cupom de desconto pra você

Acesse www.Zmaro.tv/bg para saber mais

Clique abaixo para ver um pouco do Programa Zmaro
Humor inteligente de forma descontraída...

 

De grão em grão a galinha enche o bico!!!
Contribua com o PobreVirtual e Programa Zmaro. Curta, comente e compartilhe o Programa Zmaro nas suas redes sociais.
Envie seus resumos, receitas, dicas, provérbios e o que mais tiver para comaprtilhar no PobreVirtual e no Programa Zmaro. Basta acessar
www.pobrevirtual.com.br/fale
Ou se preferir você pode contribuir financeiramente depositanto qualquer valor em qualquer lotérica (Caixa Econômica Federal): agência 1998, operação 013, Poupança número 8155-0, ou veja outros meios em www.Zmaro.tv/doe 
Livros e cursos são caros, me ajude a aprender novas linguagens para lhe ensinar melhor e incrementar este site com várias novidades. Quando você passar em frente a uma lotérica, lembre-se que existe alguém que precisa muito desta(s) moedinha(s), ponha a mão no bolso e perca alguns segundos do seu tempo e faça um depósito. Pegue aquela moedinha que vai acabar caindo do seu bolso e dê um bom destino a ela.