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Modernismo da segunda fase. Olhai os Lírios do Campo é dividido em duas partes de doze capítulos cada. Na primeira parte Eugênio, o personagem principal, vai tendo flashbacks de seu passado enquanto se dirige ao hospital onde está Olívia. Vai lembrando sua infância pobre, quando tinha pena de seu pai e era humilhado na escola por sua condição social, a escola de Medicina (o preço dele ir à escola de Medicina foi não esmerarem-se na educação de seu irmão Ernesto, que se torna um vagabundo). Na faculdade conhece Olívia, que se torna uma grande amiga e com quem tem uma noite de amor no dia do estopim da Revolução de 30. Eugênio conhece a futura esposa, Eunice, num atendimento a uma empregada desta e casa-se com ela apenas para ascender socialmente, sem ter nenhum amor. Preso num casamento sem amor, num emprego de fachada na fábrica do sogro rico e com uma amante a quem não ama, Eugênio reencontra Olívia, que estava numa colônia de italianos. Ela apresenta-lhe Anamaria, sua filha. No presente (finais da década de 1930), ao chegar ao hospital já mais otimista sobre o estado de saúde de Olívia do que na partida, Eugênio recebe a notícia de que ela morreu.

A Segunda parte, passada no presente após a morte de Olívia, é no presente e intercalada por partes de algumas das cartas que Olívia escreveu para Eugênio e nunca lhe enviou. Eugênio toma coragem e separa-se da esposa, abandona a amante, vai viver com a filha (na casa onde Olívia morava com um casal de alemães) e volta a clinicar para os pobres. Eugênio vai assim, sempre com a memória de Olívia, mesmo que ela vá desaparecendo aos poucos, redimindo-se e vendo melhor a pobreza de que sempre tinha tanto asco. Mas não sem seus momentos negros, como o caso de Simão e Dora. Dora é a filha de sua amante (que é uma mãe negligente) com um engenheiro fascista e workaholic que dá mais importância ao prédio que está construindo do que a ela. Ela se apaixona por Simão, um jovem e pobre estudante judeu. A união é desaprovada pelos pais e ela acaba morrendo num aborto feito por uma parteira após Eugênio negar-lhes o ato. Mas por todo o tempo Eugênio vai se ligando a uma vida mais simples, a amigos mais simples e verdadeiros como o céptico Dr. Seixas a quem admirava quando criança. A história acaba com ele e Anamaria saindo para passear num ensolarado dia de verão de Porto Alegre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Em "Anão de Jardim", conto de Lygia Fagundes Telles, o fantástico é fruto da união da humanização da coisa (estátua) e das próprias características do ser que ela representa (anão). O conto é narrado em primeira pessoa. Assim, a autora não apenas nomeia o inominável, como também confere-lhe sua própria linguagem. A história é banal. Kobold, um anão de pedra aguarda a demolição da casa em cujo jardim conheceu a plenitude de sua existência inanimada. Abandonado no caramanchão junto a um violoncelo quebrado, observa o trabalho dos operários enquanto relembra os fatos de sua existência. O destino de Kobold é o mesmo da casa, também está sujeito ao abandono e à destruição. Porém, o destino de ambos é idêntico ao do proprietário da residência. O Professor foi envenenado aos poucos com arsênico pela esposa. Hortênsia o traia e pretendia desfrutar a herança com o amante. Após a morte do Professor, ela vendeu a casa e desapareceu. Todos foram embora e o anão ficou "como o homem que é prisioneiro de si mesmo no seu invólucro de carne, a diferença é que o homem pode se movimentar". O professor era o único que compreendia o anão. Foi ele que comprou-o num antiquário, instalou-o no caramanchão e deu-lhe o nome de Kobold. Conversava muito com a estátua, mas era tão ingênuo que, às vezes, despertava a ira do anão. O conto desnuda os problemas resultantes da interação entre as pessoas mediada pelas coisas. Lygia sugere que a humanização dos objetos equivale à desumanização das pessoas.

O Professor dá atenção a Kobold, Hortênsia ao patrimônio do esposo. Mas, o comportamento de ambos é semelhante. Afinal, se Hortênsia somente vê o Professor como uma coisa, cujo desaparecimento franqueia-lhe o acesso à outras (a herança), ele mesmo atribui à esposa um valor menor que o de um objeto inanimado. Afinal, o Professor entrega-se às conversas com o anão de jardim, mantendo a esposa na mais abjeta solidão. As coisas que mediam as relações entre ambos não são nem poderiam ser culpadas pela distância existente entre eles. É sintomático que só Kobold tenha se dado ao trabalho de narrar a história do casal. Nenhum dos dois estava realmente interessado naquele casamento. Mesmo tomando a defesa do Professor, é impossível ao anão esconder o quanto seu amigo era cruel. Cruel ao ponto de dar mais atenção a uma estátua que a esposa. Em "Anão de Jardim" é patente a preocupação da autora em desmascarar o cinismo existente nas relações interpessoais. Para Lygia parece que todo o tecido social está doente, porque sua célula mater (a família) não funciona como deveria. Distanciamento, impessoalidade seriam as causas da infelicidade e, em última análise, da violência. Violência que não é só física (como o envenenamento de Professor) mas também e principalmente psicológica (como o desprezo devotado a Hortênsia). Às coisas, impassíveis, inanimadas e, portanto, irresponsáveis pelo desconcerto do mundo, só restaria observar e contar a história de seus donos. Fazendo isso, mesmo que tomem partido, e justamente porque o tomam, denunciam à que ponto chegaram os seres humanos num tempo em que suas relações já não são diretas, mas mediadas pelos objetos. Enfim, só mesmo a eloqüência da pedra para aquecer nossos corações que se tornam mais surdos e mudos a cada dia que passa. É aqui que o trabalho com a linguagem assume o primeiro plano. Lygia não apenas nomeia o inominável, mas confere vida e linguagem ao seu personagem fantástico. Mas não será isso outro índice da impossibilidade de comunicação entre os seres humanos? É preciso que Kobold, um ser inanimado, narre a história em primeira pessoa para percebermos o quanto nossa própria linguagem tornou-se uma prisão. A história de ambos é tão banal que não despertaria qualquer atenção se fosse contada por um narrador mimético, cuja linguagem se aproximasse da empregada pelas personagens. Afinal, o Professor fala com a pedra e Hortênsia engana-o a propósito de envenená-lo. O discurso de um é excessivamente autocentrado o da outra mentiroso. Rompendo com a lógica usual, "Anão de Jardim" alerta-nos o quanto esta lógica é apenas aparente. Absurda não é a literatura, mas o mundo a que ela destina-se. No fundo, a realidade tornou-se tão fantástica que a arte já não pode nem consegue mais imitá-la. É preciso recriá-la como linguagem e representação para que possamos tomar contato com ela tal como ela é. Enfim, só o inusitado confere à obra alguma verosimilhança em relação ao meio em que ela foi concebida e para a qual retorna. Intencionalmente ou não, em seu conto Lygia revela sob as camadas textuais uma preocupação essencialmente estética. Mais que isso, sugere um novo conceito de mimesis. A questão então é saber até que ponto poderemos suportar-nos diante dele. "Anão de Jardim" não é um enigma. É a própria esfinge, pronta para devorar-nos se não formos capazes de responder às suas indagações. Sob a roupagem de felino alado com cabeça humana do conto está o próprio leitor. Defrontado com o espelho, será ele capaz de responder à pergunta "o que sou eu?" É impossível deixar de notar o sutil parentesco entre o conto analisado e "Os objetos" da mesma autora. Neste, a tensão é gerada pela maneira distinta como as personagens encaram as coisas. Lorena acredita que elas tem valor em si mesmas e Miguel que o valor delas reside na sua utilidade para o homem. Há uma vaga possibilidade de que Kobold seja o mesmo anão de jardim que Lorena e Miguel viram no antiquário onde estiveram. Isto aumenta as relações entre os dois textos. A diferença entre ambos não reside apenas no foco narrativo, de terceira pessoa em "Os objetos" e de primeira em "Anão de Jardim", mas principalmente no caráter mimético e fantástico dos narradores. Ambos contos tratam do mesmo tema, porém, de ângulos diametralmente opostos. No último a impessoalidade é levada a um extremo inexistente no primeiro. O que teria mudado? O mundo, a escritora ou ambos? Estas são questões difíceis de serem respondidas. Todavia, o parentesco entre as obras denota mais que uma constante preocupação com o mesmo tema. A mudança na abordagem, o aprofundamento do questionamento acerca da intermediação das relações humanas pelos objetos mostram o quanto Lygia tem feito e ainda pode fazer pela literatura. Particularmente pelo gênero fantástico em que vazou o conto, sem dúvida alguma um dos melhores contos já escritos em língua de anão de jardim. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


Em O Uruguai Basílio da Gama faz algumas inovações: usa versos decassílabos brancos e um tema contemporâneo para um poema épico feito por dois motivos: exaltar o Marquês de Pombal e sua política, e criticar os jesuítas. No poema é narrada, apesar de ainda exaltar a natureza (que não chega a ser bucólica), a tomada de Sacramento pelos portugueses após o Tratado de Madri em 1750. No drama principal, além dos personagens jesuítas caricaturizados e do herói português que comandou a tomada, os índios Sepé (o famoso Sepé Tiaraju), Cacambo e Lindóia. Sepé morre logo no começo e depois o também guerreiro Cacambo morre. Lindóia, que era sua esposa, fica extremamente deprimida e deixa que uma cobra a pique. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Iracema é o segundo romance da trilogia indianista de Alencar, composta por O Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874); traz como subtítulo “Uma Lenda do Ceará” e era, entre os três, o que Alencar considerava o mais perfeito, embora o primeiro, resultado de uma crítica à Confederação dos Tamoios, de Gonçalves de Magalhães, o tivesse notabilizado.

Observe a abertura do livro e verifique por que Alencar foi chamado de “o poeta do romance”. Há, no trecho, musicalidade, cadência da poesia:

Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba;
Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros;
Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas.
Onde vai a afouta jangada, que deixa rápida a costa cearense, aberta ao fresco terral a grande vela?
Onde vai como branca alcíone buscando o rochedo pátrio nas solidões do oceano?
Três entes respiram sobre o frágil lenho que vai singrando veloce, mar em fora.
Um jovem guerreiro cuja tez branca não cora o sangue americano; uma criança e um rafeiro que viram a luz no berço das florestas, e brincam irmãos, filhos ambos da mesma terra selvagem.
A lufada intermitente traz da praia um eco vibrante, que ressoa entre o marulho das vagas:
-Iracema !
O moço guerreiro, encostado ao mastro, leva os olhos presos na sombra fugitiva da terra; a espaços o olhar empanado por tênue lágrima cai sobre o jirau, onde folgam as duas inocentes criaturas, companheiras de seu infortúnio.
Nesse momento o lábio arranca d’alma um agro sorriso:
Que deixara ele na terra do exílio?
Uma história que me contaram nas lindas várzeas onde nasci, à calada da noite, quando a lua passeava no céu argenteando os campos, e a brisa rugitava nos palmares.
Refresca o vento.

O rulo das vagas precipita. O barco salta sobre as ondas e desaparece no horizonte. Abre-se a imensidade dos mares, e a borrasca enverga, como o condor, as foscas asas sobre o abismo.

Deus te leve a salvo, brioso e altivo barco, por entre as vagas revoltas, e te poje nalguma enseada amiga. Soprem para ti as brandas auras; e para ti jaspeie a bonança mares de leite.

Enquanto vogas assim à discrição do vento, airoso barco, volva às brancas areias a saudade, que te acompanha, mas não se parte da terra onde revoa.

O trecho que você acabou de ler é o primeiro capítulo do romance. Observe nele dois aspectos:
1. A descrição exuberante da natureza brasileira ( ou cearense, como quis o autor ressaltar no prólogo): verdes mares bravios/ alvas praias ensombradas de coqueiros, tipicamente romântica;
2. Este capítulo, que abre o romance, sugere as personagens que habitarão as páginas subseqüentes , sugere também uma grande tristeza quando o nome de Iracema é gritado pelo eco, solitariamente. Tal capítulo é a continuidade do drama final vivido por Martim, o guerreiro branco. Lá, saberemos que o primeiro capítulo é o último cronologicamente , o que, em termos de estrutura romântica é um passo inovador.

Iracema é romance escrito em terceira pessoa, por um narrador predominantemente observador, outro traço romântico, uma vez que as personagens, no Romantismo, estão caracterizadas muito mais exteriormente, como se fossem apenas contorno. O primeiro capítulo se assemelha a uma proposta do que se vai narrar e é no segundo que a história realmente se inicia: Martim Soares Moreno, que historicamente inicia a colonização do estado do Cera em 1603, encontra-se com Iracema, “a virgem dos lábios de mel”, filha de Araquém, da tribo dos Tabajaras, guerreiros das montanhas. Ela o flechara quando ele a surpreende no banho. Depois, quebram juntos a flecha da paz e Iracema leva-o a conhecer sua tribo.

Apaixona-se pelo guerreiro branco, mesmo impedida disso porque era responsável pela feitura das “ervas da Jurema”. Araquém, pai de Iracema e pajé da tribo, recebe bem Martim, imaginando que Tupã o tivesse trazido e lá ele permanece, também apaixonado por Iracema até que indispõe-se contra o chefe da tribo de Iracema, Irapuã. Uma luta entre os dois é interrompida quando chega Poti, também guerreiro branco , Antônio Felipe Camarão, liderando uma horda de pitiguaras, os “senhores do litoral”.

Iracema conduz os dois amigos a uma fuga, foge com Martim. Mas Irapuã, a quem a virgem era prometida, persegue os três e os encontra. Trava com eles uma luta, apoiado pelos tabajaras. Nesse combate, Iracema pede a Martim que não mate seu irmão Caubi; ela mesma salva duas vezes a vida do guerreiro branco.

Depois de muito lutar, os pitiguaras vencem a luta porque os tabajaras debandam de medo, o que deixa Iracema infeliz e envergonhada.

Iracema fica grávida de Martim. Ele passa a ser, pintado como um índio, Coatiabo, o guerreiro pintado. Mas Martim sente uma grande nostalgia, uma grande saudade da pátria. Martim parte para a guerra com Poti e Iracema fica sozinha, tornando-se, então, “mecejana”, que quer dizer, em tupi, “a abandonada”. Dele, só guarda a seta e um ramo de maracujá, lembrança, saudade.

Retornam Poti e Iracema, mas precisam partir para outra luta. Iracema diz que vai morrer após o parto. Os guerreiros partem para a guerra. Nasci Moacir ( que quer dizer, me tupi, “o filho da dor”). Caubi, irmão de Iracema, vem vê-la: ela está doente e o leite se acaba.

Quando Martim retorna da luta, Iracema entrega-lhe o pequeno Moacir, símbolo da miscigenação do branco com o índio, e, muito doente, morre. Ele a enterra sob um coqueiro e, em companhia do filho e um cachorrinho do mato, parte para Portugal.

O coqueiro, onde está sepultada Iracema, “a virgem dos lábios de mel” que tinha os cabelos “mais negros do que a asa da graúna”, inicia-se a colonização do Ceará. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance se faz sobretudo com situações e fatos tomados como elementos de ambientaÇão, num presídio de interior, no Nordeste, em que avulta a figura de João Miguel. Pela sua presença e com suas relações humanas na cadeia, ele se torna o eixo do romance e o principal ângulo de observação e pesquisa da romancista. Forma-se assim um agrupamento humano, que continua a manter no presídio o sentido e os hábitos da vida cotidiana em liberdade. Compõem-no : Santa, companheira de João Miguel, e que o abandona pelo cabo Salu, maria Elói, Filó, Zé Milagreiro, uma visitante diária, Angélica - filha do coronel Nonato, também criminoso, mas preso somente pro ser inimigo do delegado ou por ser da oposição política - além de outros. Nesse caso, a prisão vigra apenas restrições circunstancial do espaço de relações, mas sem nenhum reflexo corretivo ou punitivo sobre os que aí vivem. É destacável a linguagem romancista, pela riqueza psicológica da frase, notadamente no diálogo. Considereda do ponto de vista regionaista, apresenta acentuadas características peculiares ao linguajar caboclo ou próprio da massa sertaneja. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre.

O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre é seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras. Os dois acreditam na educação, mas com visões diferentes. Um dizia: "O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal" o outro "A falta de dinheiro é a raiz de todo o mal".

Um dos pais recomendava "Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa" o outro falava "Estude arduamente para comprar uma empresa".

Através dessas opiniões tão divergentes Robert teve a oportunidade de optar por qual dos pais iria dar ouvidos, sendo assim resolveu seguir os conselhos do pai rico.

Robert e seu amigo Mike estudaram em uma escola pública onde todas as crianças dessa escola eram filhos de pessoas ricas. Foi então que Robert começou a indagar seu pai, como ele poderia ficar rico, seu pai não soube lhe explicar. No dia seguinte Robert propôs a seu amigo Mike uma sociedade para ambos ficarem ricos. Infelizmente seu primeiro negócio foi um fracasso. O pai de Robert reconheceu o esforço doas meninos, foi em tão que ele aconselhou à eles que fossem pedir conselhos sobre como ficar rico com o pai de Mike "Pai rico".

Foi a partir desse momento que Robert e Mike começaram a trabalhar e estudar como o pai rico, que lhes ofereceu um emprego em uma de suas lojas.

O pai rico mostra a importância de termos objetivos e persistência, e que devemos fazer com que o dinheiro trabalhe para nós ao invés de trabalharmos para o dinheiro.

E não importa o quanto se ganha, mas sim o quanto se guarda. Para construir um grande império, um sonho devemos planejar e construir em bases sólidas. Sem construirmos sem planejarmos, assim com muitas pessoas o fazem, esse império não vai durar muito tempo.

Muitos se preocupam em ter, não em saber, para um dia ser uma pessoa rica. A diferença entre o Ativo e o Passivo é: * O Ativo coloca dinheiro no seu bolso, * O Passivo tira dinheiro do seu bolso.

O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que está na sua mente. Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível, apenas resulte em um aumento de despesas.

O que falta na educação não saber como ganhar dinheiro, mas como gasta-lo, o que fazer com ele depois de tê-lo ganho.

Os ricos compram ativos, os pobres só tem despesas e a classe média compra passivos, pensando que são ativos.

Para o autor os vários reais que devemos adquiri são agrupados em várias categorias:

Se tiver que trabalhar nos negócios, não é negócio;

* Ações;

* Títulos;

* Fundos Mútuos;

* Imóveis que geram renda;

* Promissória;

Compre ativos que goste, pois o que você gosta, você cuida. Nos estados unidos, os impostos que originalmente foram criados para que houvesse uma taxação sobre os mais ricos, com o passar do tempo começaram a incidir sobre a classe média e daí para baixo, penalizando assim quem os aprovou mediante votação.

Sendo assim faz-se necessário o conhecimento do sistema legal, juntamente com a contabilidade para que se possa adequar os investimentos à menor incidência de impostos. E nesse aspecto a sociedade anônima constitui uma excelente ferramenta. Pois além de proteger os ativos sob um manto de artifícios legais, faz com que os impostos incidam sobre o saldo do faturamento menos todos os gastos, enquanto que para uma pessoa física o desconto do imposto dá-se na fonte de sua renda.

Todos os indivíduos possuem uma gama de atributos para que possam tornar-se empreendedores bem sucedidos. E, por que isso não ocorre?

A principal causa á a falta de autoconfiança, pois no mundo fora dos centros de informação (escolas) são exigidas habilidades que lá não foram desenvolvidas, tais como garra, ousadia, coragem, audácia, esperteza e tenacidade, entre outras.

Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de avaliar e assumir riscos administrando-os em cada oportunidade que nos aparece, pois a tendência natural é a busca da segurança que geralmente não é a melhor escolha para sermos bem sucedidos em nossos empreendimentos.

Os empreendedores encontram oportunidades onde a grande maioria não as vê, assumem riscos baseando-se em conhecimentos financeiros contábeis e jurídicos capazes de tornarem estes riscos calculáveis e então entrar no "jogo" do mercado para sonhar, e se fracassarem sabem que isso faz parte da busca do sucesso e usam isso para tornarem-se mais atentos na próxima oportunidade e assim vão cumulando ativos ao longo da vida ao passo que as pessoas que não desenvolveram esta inteligência financeira passaram o tempo inteiro fazendo contas de como saldar suas dívidas, reclamando do patrão e do governo, quando na verdade o que poderia mudar sua situação financeira seria uma mudança de atitude frente às oportunidades, passando da acomodação à ação.

Robert diz que um profissional deve se preocupar em apreender, em ampliar seus conhecimentos, independente do Roma de negócios que venha escolher. Não devemos trabalhar pensando exclusivamente em um salário melhor ou em um emprego mais estável, mais duradouro, porque se nos especializarmos em uma única área ficaremos dependente deste mercado, e por tanto, vulnerável profissionalmente.

Devemos desenvolver habilidades e conhecimento gerais que nos servirão para administrar o nosso negócio. Algumas habilidades como vendas e entendimento de organização são básicas para que qualquer atividade possa ter sucesso.

Se você aprender a vender bem a sua idéia, independente de qual seja, terá sucesso. Se você aprender a administrar bem o seu negócio, na área financeira, pessoal, independente de qual seja, terá sucesso.

Quanto melhor você se comunicar, negociar a administrar mais sucesso terá. Devemos aprender que também devemos ser eternos alunos e eternos professores, que devemos dar para poder receber.

Mesmo as pessoas alfabetizadas financeiramente, podem ter problemas para sua independência financeira. Algumas razões são: Medo - Não existe nada de errado em perder dinheiro, o importante é ter a coragem de encarar o medo e o risco.

"Se você odeia risco e preocupação .... comece cedo"

Nunca encontraremos um vencedor que nunca passou por perdas e fracassos. Para os vencedores o fracasso é uma inspiração, para os perdedores uma derrota.

Se você for do tipo que não aceita perder, fique com a segurança. Se quiser enfrentar o fracasso, vá a luta, ache seu foco e encare as perdas como fonte de inspiração.

Superar o Ceticismo - Existem aquelas pessoas pessimistas que procuram a todo o momento razões para achar que algo não vai dar certo, influenciando negativamente a si e aos que o rodeiam.

Idéia com esta fazem pessimistas andarem para traz, pois escolhem ficar com a segurança, enquanto que os ricos que não dão ouvidos ao medo, encaram os desafios.

Preguiça - Preguiça não é o nome que se da para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar. Muitos profissionais ocupados demais, muitas vezes com a desculpa de excesso de trabalho estão é fugindo de algo mais, de encarar algo novo, do desfio. Isto também chamamos de preguiça. Podemos lutar contra essa forma de preguiça, desenvolvendo dentro de nós uma ambição, positiva é claro, que nos faz parar de dizer frases como "Isso eu não posso comprar" e nos faz com que digamos "O que tenho que fazer para comprar isto?"

Maus Hábitos - Nossa vida é um reflexo de nossos hábitos de nossa educação. O empresário dito como correto sempre paga primeiro suas obrigações e depois se sobrar paga a si próprio.

Se pagarmos a nós em primeiro lugar, teremos que trabalhar mais, pois nossas obrigações somos obrigados a pagar, com isso, teremos criado uma nova fonte de motivação. Arrogância é ego mais ignorância - O que sei, me faz ganhar dinheiro, o que não sei me faz perder. Muitas pessoas usam a arrogância para disfarçar sua ignorância sobre determinado assunto. Quando você for ignorante sobre determinado assunto não se acomode, não se envergonhe, busque algo ou alguém que lhe de este conhecimento.

Em cada um de nós reside um gênio financeiro, para algumas pessoas este gênio está adormecido, pois nossa cultura nos ensina que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nossa cultura nos ensina a trabalhar pelo dinheiro e não o dinheiro a trabalhar para nós, nos ensina a não nos preocupar com o futuro financeiro. Devemos definir os "não quero" e os "quero" na vida, ou seja, não quero perder dinheiro, não quero trabalhar a vida inteira, não quero ser empregado, os "não quero", eles criam os "quero", exemplo, quero ser livre para viajar por todo o mundo e viver o estilo de vida que gosto, quero controlar meu tempo e minha vida.

Acredite que você é capaz, vá atrás de seus sonhos, realize-os. Para tanto, segundo o autor existem 10 passos importantíssimos para se seguir: 1° - Encontrar razão maior que a realidade, tenha um objetivo, algo motivador, escolha o que você quer!

Pessoas arrogantes e críticas são muitas vezes, pessoas com baixa auto-estima, que têm medo de assumir riscos. 2° O poder da escolha, você escolhe as opções que colocam você mais próximo de seus objetivos.

3° Escolha seus amigos, não somente por sua situação financeira, mas sim, pelo que essa pessoa possa lhe transmitir de ensinamentos e conhecimentos, bons ou ruins, bons para que você possa fazer o mesmo e ruins para que você nunca faça.

4°Domine uma fórmula de fazer algo cada vez melhor e mais rápido, isto serve também para ganhar dinheiro.

5°Autodisciplina, ou seja, pague primeiro a si mesmo, mesmo sem dinheiro, pague a si mesmo primeiro, porque a partir daí você usará a cobrança de seus credores como motivação e determinação para conseguir o quer.

6°Pague bem as pessoas que trabalham para você, principalmente aquelas que lhe ajudam a ganhar dinheiro.

7°Sempre que emprestar, solicite de volta, sempre observe o retorno sobre o investimento: são os ativos que você obtém de graça depois que você recebe seu dinheiro de volta. Isso é inteligência financeira.

8°Ativos compram supérfluos, ou seja, concentre-se em como ganhar dinheiro fazendo o dinheiro trabalhar por você, coloque seu desejo de consumir para motivar seu gênio financeiro a investir.

9°A necessidade de heróis, temos a necessidade de nos espelhar em alguém positivo, pessoas bem sucedidas como exemplo, porque se eles conseguiram nós também conseguiremos.

10°Doe antes de receber, sempre que puder doe algo a alguém principalmente conhecimento. Isto é uma ação, e toda a ação tem uma reação.

Há muita gente que quer fazer, em lugar de pensar, e há gente que pensa mas não faz. As duas formas juntas são ótimas, devemos adorar idéias e adorar agir. Pare de fazer o que não funciona e procure algo novo para fazer. Não desista de uma idéia antes de tentar, compre livros, faça cursos, busque novas idéias, converse com alguém que já tenha feito o que você quer fazer, peça dicas.

Quando estiver comprando faça ofertas mínimas, sem a vergonha e o medo, e quando estiver vendendo sempre peça o máximo possível. Quando algo envolve dinheiro seja profissional, esperto, queira só ganhar.

Pessoas que pensam pequeno não conseguem grandes oportunidades, comece pensando grande e termine pensando maior ainda.

Você precisa agir antes de poder receber recompensas financeiras. Aja agora!


Pai Rico Pai Pobre

Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de "Pai Rico". Foi dele que Robert recebeu as primeiras noções sobre o valor do dinheiro. Conselhos bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de "Pai Pobre".

O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais.

Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará.

No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fortes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados.

Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
História e aventura de Alexandre um menino pobre - vendedor ambulante das sinaleiras do Rio de Janeiro que vai para o interior em busca da casa de sua madrinha. Um de seus companheiros de viagem será um pavão que repetia tudo o que Alexandre falava - fora viciado por seus donos. Fazem sucesso com mágicas e contando histórias. Alex soube da casa da madrinha por seu irmão (Augusto). Resolve ir conhecê-la já que saíra da escola porque seus pais não gostavam da professora que inventava aulas com sua maleta colorida. Após fazerem sucesso aparecem vários donos do pavão que procuram prendê-lo e ele se solta várias vezes. Até que ele vai parar na Escola Osarta do Pensamento (ATRASO) onde lá terá aula: papo, linha e filtro. Depois de fugir de Osarta o povão conhece o marinheiro João das mil e uma namoradas que as presenteava com suas penas. Em uma das apresentações Alex conhece Vera que passa a conviver com eles embora os pais de Vera o rejeitasse por achá-lo largado, afinal um pai e uma mãe metódicos - Vera tinha horário para tudo. Por outro lado a história do pavão não era diferente:

Após conhecer o marinheiro e ser depenado é tratado por um veterinário e levado para um zoológico até que o vigia Joca resolve roubá-lo para um número numa Escola de Samba mas com a saída de Joca da Escola de Samba o pavão será vendido para uma família que o usaria para enfeitar o jardim, nisso conhece a Gata da Capa uma vira lata matratada que se escondia atrás de uma capa de chuva - moraram juntos até que a casa foi demolida, ao ir procurar a gata por terem se separado, o pavão encontra Alexandre e juntos reiniciam nova jornada. Montados no Cavalo Ah: Alexandre , Vera e o Pavão rumam em novas aventuras para a casa da madrinha, reencontram Augusto - irmão de Alexandre a gata da capa e a maleta da professora e também algumas fantasias deixada por Sr. Joca. Nessas aventuras usam do desenho para materializar o sonho: já que o medo da viagem os obscurecia; um lindo caminho e a casa também são desenhados por Alexandre. Vera por achar que na casa havia tudo o que uma criança precisava e que lá seriam felizes pediu que a casa se trancasse, após, tenta fugir - precisava voltar para casa pois em meio a tanta brincadeira e fantasia perdera a noção do tempo. Alex vai atrás de Vera, reencontra a chave da casa perdida dentro de uma flor amarela - agora dominado o medo voltaria à casa da madrinha e continuariam viajando para o mundo do sonho e da fantasia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Botão-de-Rosa (RUBIÃO, 1997: 223-233) (Botão de rosa)

Em Botão-de-Rosa encontramos novamente a temática da justiça, de uma forma bastante parecida a como se apresenta em A Cidade, mas desta vez com uma diferença: Botão-de-Rosa, o réu, conhece o crime que cometeu, mas não é julgado por ele. Botão-de-Rosa é, na realidade, um dos contos menos fantásticos de Rubião, tanto pelos eventos narrados quanto pela forma de a história ser apresentado. Botão-de-Rosa é culpado por ter engravidado e, presumidamente, estuprado/seduzido todas as mulheres da cidade. O incrível aí é: ao mesmo tempo! “Quando, numa segunda-feira de março, as mulheres da cidade amanheceram grávidas, Botão-de-Rosa sentiu que era um homem liquidado” (p. 223). Não obstante o crime cometido, é acusado de tráfico de drogas. A falsa acusação é assumida para preservar a imagem dos homens da cidade, nada menos fantástico que isso. Para surpresa do advogado de defesa, o procedimento revela-se completamente legal: não só a determinação fora expressa pelo juiz, dono de mais de metade da cidade, mas todos os códigos de Direito haviam se transformado!

Leu até de madrugada. A cada página lida, se abismava com a preocupação do legislador em cercear a defesa dos transgressores das leis penais. Principalmente no capítulo dos entorpecentes, onde não se permitia apresentar determinados recursos, requerer desaforamento. A violação de seus artigos era considerada crime gravíssimo contra a sociedade e punível por tribunal popular. As penas variavam entre dez anos de reclusão, prisão perpétua ou morte (p.228).

O advogado de defesa optou, muito realisticamente, por nada fazer em favor do réu. Sua carreira e sua vida estariam em risco. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Friagem é livro de mulher sobre ser mulher. As personagens centrais dos treze contos são mulheres. Uma, de desejo sexual não satisfeito, acaba corroída por formigas. Outra comprou um lindo vaso chinês, de porcelana, "alvo e casto", com um magnífico dragão estampado, em relevo, no meio da peça. O vaso começa a virar pesadelo quando a dona imagina - ou será verdade? - que à noite o dragão sai da estampa e anda pela casa, come os coelhinhos do quintal, ameaça-a com seu bafo de fogo, e assim num crescendo até subjugá-la pelo terror de sua "vos potente e autoritária". O livro é também Goiás, ou o que se imagina o mais puro Goiás. É a cidade de Goiás velho que se adivinha, embora nunca citada, com cenário das histórias - um lugar de personagens primordiais, como o padre e a parteira, lavores domésticos, ruas estreitas, sobrados seculares, tempo lento, crenças que datam do começo do mundo e solidões invencíveis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Rousseau
Biografia

Jean Jacques Rousseau, nasceu em Genebra, Suíça, em 1712. sua mãe morreu no parto. Viveu primeiro com o pai, depois, com parentes da mãe e aos 16 anos partiu para uma vida de aventureiro. Foi acolhido por uma baronesa benfeitora na província francesa de Savoy, de quem se tornou- amante. Converteu-se à religião dela, o catolicismo (era calvinista). Até os 30 anos, alternou atividades que foram de pequenos furtos à tutoria de crianças ricas. Ao chegar a Paris, ficou amigo dos filósofos iluministas e iniciou uma breve mas bem sucedida carreira de compositor participante do Iluminismo rebelou-se contra todas as formas de absolutismo, por isso está ligado a Revolução Francesa. Dos três lemas dos revolucionários – liberdade, igualdade e fraternidade-, apenas o último não foi objeto de exame profundo na obra do filósofo, e os mais apaixonados líderes da revolta contra o regime monárquico francês, como Robespierre, o admiravam com devoção. Suas idéias favoráveis a liberdade intelectual e à independência do homem influenciaram a Revolução Francesa.. Em 1745 conheceu a lavadeira Therese Levasseur, com quem teria cinco filhos, todos entregues a adoção – os remorsos decorrentes marcariam grande parte de sua obra. Em 1756, já famoso por seus ensaios, Rousseau recolhe-se ao campo, até 1762. foram os anos e que produziu as obras mais célebres (Do Contrato Social, Emílio e o romance A Nova Heloisa), que despertaram a ira de monarquistas e religiosos. Viveu, a partir daí, fugindo de perseguições até que, nos últimos dias de sua vida, recobrou a paz. Em 1778 no interior da França. Durante a Revolução Francesa, 11 anos depois, foi homenageado como translado de sues ossos para o Panteão de Paris.

O contexto iluminista
Havia mais desacordos do que harmonia entre Rousseau e os outros pensadores iluministas que inspiravam os ideais da Revolução Francesa. Voltaire, Diderot e seus pares exaltavam a razão e a cultura acumulada ao longo da historia da humanidade, mas Rousseau defendia a primazia da emoção e afirmava que a civilização havia afastado o ser humano da felicidade. Enquanto Diderot organizava sistematizar todo o saber do munpo de uma perspectiuva iluminista, Rousseau pregava a experiência direta, a simplicidade e a intuição em lugar da erudição-, embora tenha se encarregado do verbete sobre musica na obra conjunta dos filósofos das luzes. Também o misticismo os opunha: Rousseau rejeitava o racionalismo ateu e recomendava a religião natural, pela qual cada um deve buscar a Deus em si mesmo e na natureza. Com o tempo, as relações entre Rousseau e seus contemporâneos chegou ao conflito aberto. Voltaire fez campanha publica contra ele, divulgando o fato ter entregue os filhos a adoção. Os seguidores mais fiéis seria os artista filiados ao Romantismo. Por meio deles, suas idéias influenciaram o espírito da época. No Brasil, José de Alencar escorou seus romances indigenistas no mito rousseauniano do bom selvagem.

Idéias
O principio de toda obra de Rousseau é que o homem é bom por natureza, mas está submetido a influencia corruptora da sociedade. um dos sintomas das falhas da civilização em atingir o bem comum, segundo o pensador, é a desigualdade, que pode ser de dois tipos: a que se deve as características individuais de cada ser humano, que é algo natural, e aquela causada por circunstâncias sociais, que deve ser combatido. Entre essas causas, Rousseau inclui desde o surgimento do ciúme nas relações amorosas até a institucionalização da propriedade privada como pilar do funcionamento econômico.
A desigualdade nociva teria suprimido a liberdade dos indivíduos e em seu lugar restaram artifícios como o culto das aparências e as regras de polidez. Ao renunciar a liberdade, o homem abre mão da própria qualidade que o define como humano. Ele não está apenas impedindo de agir, mas privado do instrumento essencial para a realização do espírito. Para recobrar a liberdade perdida nos descaminhos tomados pela sociedade, o filosofo preconiza um mergulho ao autoconhecimento, por meio da emoção.
O mito criado por ele, em torno da figura do bom selvagem – o ser humano em seu estado natural, não contaminado por constrangimentos sociais – deve ser entendido como uma idealização teórica. Sugerindo caminhos pra reconduzir a espécie humana a felicidade. Liberdade significa democracia, concebida como um regime em que todos se submetem a lei, porque ela foi elaborada de acordo com a vontade geral. Não foi por acaso que Rousseau escolheu publicar simultaneamente, em 1762, suas dus obras principais. Do Contrato Social – em que expõe sua concepção de ordem política- e Emílio – tratado de educação, que descreve passo-a-passo da formação de um jovem fictício, do nascimento aos 25 anos.
A criança, apara ele, devia ser educada sobretudo em liberdade e viver cada vez mais a infância na plenitude de seus sentidos – mesmo porque, aos 12 anos, o ser humano é só sentidos, emoção e corpo físico, enquanto ainda a razão se forma. Liberdade para ele, significa auma dependência das coisas (em oposição a dependência da vontade dos adultos).
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Contribuições para a educação posterior:
Rousseau via o jovem como um ser integral e não uma pessoa incompleta, e intuiu na infância varias fases de desenvolvimento, sobretudo cognitivo. Foi, portanto um dos precursores da pedagogia de Maria Montessori e de John Dewey.
A educação natural, porque deve ocorrer por meio da ação dos instintos e das forças naturais, respeitando o desenvolvimento natural da criança.
Educação como processo continuo. Dando-se liberdade as forças naturais, transforma-se o processo de desenvolvimento numa vida agradável, equilibrada, natural.
A simplificação do processos educativos, que é simples por natureza, nunca substituir a coisa por representação.
A importância das crianças, foi Rousseau o primeiro a considerar a criança enquanto tal, com sentimentos, desejos e idéias próprias, deferentes dos do adulto. Foi o precursor da psicologia do desenvolvimento, ao dar atenção às diversas fases do desenvolvimento da criança e ao defender uma educação diferente para cada fase.

Tal tendência desenvolveu-se acentuada no século XIX com os movimentos de Pestalozzi, Herbart e Froebel.

Resumo. A origem da desigualdade dos homens
Na obra sobre a DESIGUALDADE ENTRE OS HOMENS, afirmava que a desigualdade não é natural entre os homens, mas se desenvolveu juntamente com a propriedade privada, a partir do momento em que foi construída a primeira cerca

O homem natural: o homem é bom naturalmente, o mal é conseqüência da sociedade.é solitário, ocioso e vive do momento presente. O homem natural é bom e inocente. Estuda o homem primitivo buscando o passado para entender o presente. A desigualdade natural é mais justa, como idade, uns vivem mais outros vivem menos, isso coloca o homem em uma situação de igualdade, são livres e iguais em estado natural. Ele não tem consciência de ser homem. É um animal melhor organizado nem a linguagem, razão, família, a sociedade, trabalho propriedade são naturais do homem. O que distingui o homem do animal não é a razão e sim a liberdade.
A sociedade surge quando o homem descobre que pode sugar o outro, egoísmo. Ele não tem mais uma concepção que atende suas necessidades, mas para a ter acúmulos. O homem se corrompe com a sociedade, e se torna mal e egoísta. A política e a autoridade não têm origem natural, deriva de uma convenção, de um contrato. O homem social nasce para ser acorrentado.constrói anzol , arc os, fogo, abrigos, estabelecem famílias, linguagens e laços.
Existem dois tipos de desigualdade a natural ou física e a moral e política:
• a natural tem seu fluxo, saúdem, doença, todos morrerão. Não depende dos homens.
• A Política e Moral depende da convenção dos homens e consiste em direitos e privilégios que dominam prejuízo dos outros que trabalham e dão o prazer após dominadores. Traz a relação dos fortes e oprimidos. O homem torna-se egoísta. E oprimido aceita pacificamente o dominador.
• Rousseau reivindica uma combinação dosada de igualdade natural e de desigualdade social, busca a democracia, desejava ter nascido em um país ponde o soberano e o povo pudessem ter um mesmo interesse.
Para Rousseau, analisa que a invenção das Artes foi , portanto necessária para forçar o gênero humano a se dedicar a agricultura. A partir do momento em que se precisou de homens para fundir o ferro, precisou de outros pra alimenta-lo. Surge a divisão do trabalho.
A medida em que as idéias e sentimentos se sucedem, que espírito e o coração se aperfeiçoa, o gênero humano continua a se domesticar, as ligações estendem-se e os laços estreitam-se.
O homem metafísico começa a descobrir seu conhecimento e se perde, o processo de dependência com a família. O homem com o auxilio da máquina sai do natural e passa para o metafísico, ele agora só pensa em produzir. Com a evolução está chegando a sociedade civil capitalista.
O trabalho é o cultivador dá direito a propriedade.surge o cidadão, as primeiras leis, documentos formou o cidadão.
A linguagem surge com os instintos, alivio, dores. Quando o homem natural conhece a palavra, aquilo que ele conhece como sublime deteriorou ainda mais . Os gritos passa a persuadir e impor aos outros o poder.
EXISTENCIALISMO o primeiro sentimento do homem foi o de sua existência, seus instintos.
GÊNERO humano passagem doa animal para o humano. A diferença do solos climas, estações, fazem novas invenções como a linha o anzol, tornaram-se pescadores, arcos e flechas , caçadores.
Da passagem do homem natural para o social aparecem a desigualdade, a servidão, o mal,. Isso ocorre por causa de circunstâncias externas: a linguagem, a divisão do trabalho, e a descoberta da metalurgia, o homem torna-se dependente do meio. A agricultura dá origem a propriedade e a desigualdade. A metalurgia ele percebe os metais, ferro, aço que serão as matérias primas das futuras máquinas pelo progresso da ciência. A propriedade as pessoas aceitam isto é meu e estabelece-se a propriedade e o poder e crise



Na obra CONTRATO SOCIAL, defendia o ponto de vista de que a organização social resultou de um contrato, de uma convenção entre os homens, que delegaram aos governantes a autoridade pra a exercer o poder, mas que este deve ser exercido de acordo com a vontade geral do povo.

Na obra EMILIO, não há escola, mas a descrição de um romance, dos primeiros anos de vida de um personagem fictício, filho de um homem rico, entregue a um professor ideal que a educa segundo os padrões da natureza e em contato com esta, com os animais, plantas fenômenos e elementos físicos –água terra. Contrapõe as idéias da época sobre a natureza humana de ser ma, que o homem nasce com o pecado original e caberia a educação substituí-la moldando a sociedade. Para ele, “tudo que é bom ao sair das mãos do autor da natureza, mas tudo se degenera nas mãos do homem”.
A educação deveria seguir o livre desenvolvimento da própria natureza da criança.
A primeira educação, a de um a cinco anos, consistiria de proteger o coração contra o vicio e o espírito contra o erro, condenava o excesso e o aperto das roupas, a falta de liberdade, a vida fechada, a repressão às inclinações e aos desejos naturais. A liberdade segundo a natureza, que tornará a criança forte, implicará um corpo obediente e protegido contra o vício.
A educação dos cinco a doze anos, a educação negativa é a que tende a aperfeiçoar os órgãos do corpo, e a educação moral deve ser conseqüência natural do desenvolvimento da criança. Treinas os seus sentidos através do contato íntimo com as forças e fenômenos naturais. Dessa forma, a criança julga, prevê e raciocina sobre tudo o que se relaciona com ela.
A educação de doze a quinze anos, é a fase de aquisição de conhecimentos, de acordo com a curiosidade. A aprendizagem de um oficio tem muitas vantagens sociais e ajuda na educação.
A educação de quinze a vinte anos, quando se educa o coração, para a vida em comum e as relações sociais. É o período que se desenvolvem as noções do bem e do mal, educação religiosa.
O objetivo de Rousseau era de planejar uma educação com vistas a formação futura, na idade adulta e a intenção de propiciar felicidade a criança enquanto ela ainda é criança. Ele criticava a educação elitista de seu tempo que tinha os padres jesuítas os expoentes. Rousseau condenava em blocos os métodos de ensino utilizados até ali, por se escorarem na repetição e memorização de conteúdos,e pregava sua substituição pela experiência direta por parte dos aluno, a quem caberia conduzir pelo próprio interesse o aprendizado. Mais do que instruir, a educação deveria se preocupar com a formação moral e política.
Critica
Rousseau ao criar o mito do bom selvagem. Acabou dando argumentos pra negar a importância ou o valor da educação. Afinal, a educação é antes de tudo ação intencional para moldar o homem de acordo com um ideal ou um modelo que a sociedade, ou um segmento dela, valoriza.



PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP
Nova escola, edição 174, agosto de 2004 veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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