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“Hilfe!”, “Hilfe!”, “Hilfe!” – A ópera começa com a entrada de Pamino, esbaforido, gritando por socorro num bosque desconhecido. Antes de entendermos do que foge, esta maneira de começar a peça musical denota o estabelecimento de uma marca: vamos entrar num terreno iniciático, diferente do cotidiano regular.


Fugia de uma serpente de uma enorme serpente, pronta para devorá-lo. Acaba desfalecendo e é salvo por três Damas da Rainha o observam em segredo e correm a dar a notícia de sua chegada ao reino da Rainha da Noite. Entrementes, um caçador de pássaros, Papageno, entra em cena e, vendo a carcaça da serpente acaba assumindo a autoria da salvação diante de um atônito Tamino. Quando este se encontra no auge de sua fanfarronada, chegam as três Damas novamente, bem a tempo de pegá-lo mentindo. Papageno e castigado e elas, na condição de porta-vozes da Rainha da Noite, dão as boas vindas a Pamino e contam a história de Pamina. A jovem e bela princesa, filha da Rainha da Noite, seqüestrada pelo perverso Sarastro, um poderoso feiticeiro, em cujo castelo a mantém cativa. Elas entregam um retrato de Pamina enviado pela própria Rainha da Noite a Tamino, que imediatamente se apaixona pela beleza da princesa.


Tamino canta uma ária em louvor à beleza de Pamina. Nisso a Rainha da Noite, um ser sobrenatural que usa um véu negro, surge diante dele. Ela confirma a história contada por suas três Damas, fala da perda de sua filha para Sarastro e roga a Tamino que liberte sua filha das garras de Sarastro. Apaixonado, Tamino decide empreender a tarefa imediatamente. A Rainha, usando seus poderes mágicos oferece ao príncipe uma arma: uma flauta dotada também de poderes sobrenaturais. Sempre que enfrentar quaisquer perigos bastará tocar esta flauta mágica que todos os obstáculos serão vencidos. A Rainha recruta ainda Papageno para auxiliar Tamino nesta tarefa e lhe dá como arma um “glockenspiel”, um pequenino carrilhão que imita sons de sinos. Como auxiliares em sua longa jornada, ambos contarão ainda com três Gênios da Floresta que os ajudarão a encontrar Sarastro e Pamina, assim como a superar dificuldades que surjam.


Saem os heróis principais, armados com seus instrumentos, guiados pelos três Gênios da Floresta.


Pamina é mantida prisioneira sob a guarda de três escravos liderados pelo mouro Monostatos, serviçal de Sarastro. Monostatos a deseja e, dominado por intensa sensualidade tenta por todos os meios seduzir Pamina. No interior do palácio, Monostatos avança mais uma vez sobre Pamina quando Papageno entra em cena. Ambos se assustam. O mouro foge da presença da estranha figura do caçador de pássaros. Pamina, aliviada do assédio de Monostatos, conversa com Papageno, que se apresenta como embaixador da Rainha da Noite – fazendo a princesa feliz – e conta os planos de sua mãe para libertá-la. Pamina fortalece suas esperanças na libertação ao saber que um jovem e belo príncipe se encontra a caminho para tirá-la das garras do poderoso Sarastro. Ignorando a real história de seu cativeiro, a real personalidade de Sarastro e seguem as orientações da Rainha da Noite, cujas intenções também ignoram. Quando pela primeira vez se encontram, por sinal, Pamina e Tamino cantam em dueto uma belíssima ode ao amor sublime entre um homem e uma mulher.


Entrementes, Tamino, guiado pela magia dos três Gênios da Floresta, chega aos domínios de Sarastro. Antes de prosseguir na sua missão, recebe ele a recomendação de observar três virtudes essenciais: firmeza, paciência e sigilo. “Empenhe-se como verdadeiro homem e conseguirá seu objetivo”. Pamino chega a um bosque no qual se erguem três templos muito belos. Colocados lado a lado, no da esquerda está escrito “Natur” – Templo da Natureza, “Weisheit” – Templo da Sabedoria – “Vernunft” – Templo da Razão. Em dúvida sobre qual dos templos detém o ideal que busca e já partindo para o processo de tentativas, Tamino está prestes a bater à porta do Templo da Natureza quando escuta um coral que lhe barra a entrada dizendo: “Zurük” – para trás! A seguir prestes a bater à porta do Templo da Razão escuta novamente: “Zurük” - para trás! Finalmente, ao bater à porta do Templo da Sabedoria a porta se abre e um velho sacerdote, ricamente trajado em vestes brancas e com voz suave se dirige a Tamino: “Que traz você aqui, jovem audacioso? Que procuras neste local sagrado?” Tamino lhe revela suas intenções: quer libertar a princesa Pamina das mãos do cruel feiticeiro Sarastro. O Sacerdote percebe que Tamino é movido pelo Amor mas que está mal informado acerca de Sarastro. Passa a buscar desfazer a imagem errônea que dele faz Tamino. Este insiste em saber onde a princesa se encontra tendo por toda a resposta o silêncio. Fica aliviado ao saber, contudo, por vozes estranhas ao templo, que ela ainda vive. O sacerdote se afasta e Tamino agora resolve tocar a Flauta Mágica, sua arma salvadora. Papageno, ao longe, ouve o som e lhe responde com a sua flauta de caçador de pássaros. Fica imaginando se Papageno teria encontrado Pamina. Em instantes Papageno entra em cena com Pamina – livre de suas correntes – orientado que fora pelo som da Flauta Mágica. Monostatos segue a ambos, com auxílio dos escravos e os alcança já próximos de Tamino. Estão prestes a aprisioná-los quando Papageno se recorda de sua arma mágica, o “glockenspiel”, e o toca. Ao som de uma dança alegre e saltitante os bandidos saem dançando, como que enfeitiçados.
Pamina, Tamino e Papageno estão respirando aliviados quando um som de trombetas anuncia a chegada de Sarastro. Papageno teme por sua sorte e Pamina julga-se perdida. Afinal, acabara de fugir de Monostatos, que o mantinha cativa por ordem de Sarastro.


O séqüito de Sarastro chega ao local em que se encontram. Sarastro, saudado pelo coral, entra em cena. O coral diz: “O homem sábio o aclama, o falso aprende a temê-lo. Com paciência ele nos guia para a Sabedoria e para a Luz. Pois ele é nosso líder, proclamando a retidão.”


Monostatos conta a Sarastro a sua versão dos eventos recentes. De como aquela “estranha ave” – Papageno – o havia surpreendido e retirado Pamina de seus olhos. Sarastro compreende tudo e ordena que dêem “77 chibatadas” nos pés de Monostatos, que sai carregado por outros escravos para a sua punição.


Pamina se aproxima do Grão Sacerdote Sarastro e confessa sua transgressão, seu desejo de escapar para voltar ao convívio de sua mãe. Revela ainda o assédio que vinha sofrendo por parte do mouro Monostatos. Sarastro informa compreender suas intenções e que não poderia se interpor entre ela e seu anseio de amar. Ressalta, contudo, que não poderá, ainda, libertá-la. Revela quem de fato é sua mãe e seus planos para destruir a fraternidade de Ísis e Osíris – propõe-se a manter Pamina a seus cuidados e dos membros daquela fraternidade.


Papageno e Tamino percebem que tinham uma impressão equivocada sobre Sarastro, impressão neles inculcada pela Rainha da Noite, e agora, admirados com Sarastro e a irmandade de Ísis e Osíris manifestam sua vontade de também serem membros. Sarastro lhes informa que, neste caso, deverão passar por um julgamento e uma série de provas a fim de que sejam aceitos. Têm início aqui os preparativos para a Iniciação de Tamino e de Papageno que, com a cabeça recoberta por espessa venda, saem de cena.

Chegamos ao final do I Ato.

O II Ato começa num bosque com desenhos estranhos e uma pirâmide truncada ao fundo. Dezoito sacerdotes se posicionam em três pontos da cena, à esquerda, à direita e ao fundo. Sarastro, de pé ao centro, abre a reunião anunciando: “Iniciaremos neste Templo da Sabedoria, servos de Ísis e Osíris. Com alma pura eu declaro a todos vós que esta assembléia é uma das mais importantes do nosso Templo. Tamino, filho de um rei, vinte anos de idade, está à porta de nosso Templo.” Três dos sacerdotes se levantam, um a cada vez. O primeiro questiona: “Ele é virtuoso?” pergunta o primeiro. “Ele é discreto?” pergunta o segundo. “É um homem caridoso?” pergunta o terceiro. Sarastro responde afirmativamente a todas as questões e pergunta se todos concordam com a iniciação, devendo manifestar-se erguendo uma das mãos. O grupo de sacerdotes que se encontra à esquerda o faz e mantém-se assim enquanto a orquestra entoa uma nota constante. A seguir, o mesmo para o grupo que está à direita e, finalmente, o grupo que está ao fundo, pontuados por uma mesma nota cada, totalizando três toques. Sarastro encerra a reunião cantando uma ária em que invoca a proteção de Ísis e Osíris.

Os dois iniciandos estão prontos para o cerimonial. Este tem início com Tamino e Papageno conduzidos por um sacerdote cada um, no átrio do Templo. Desvendado, Tamino reafirma sua intenção de galgar a sabedoria e ter como recompensa o amor de Pamina. Quando questionado pelo Orador, emite respostas simples, firmes e diretas. Papageno contudo, questionado pelo sacerdote, manifesta-se apenas ansioso pelos prazeres da vida: “comer, dormir e beber. Isto é bastante para mim. Se possível, ter uma bela esposa.” O Orador dá a palavra final: aconteça o que acontecer daqui para frente ambos terão de manter silêncio absoluto. Se violarem esta ordem estarão perdidos. Orador e Sacerdote previnem a ambos quanto às malévolas tentações femininas. Logo que estes saem, deixando os dois sozinhos com suas meditações, entram as três Damas da Rainha da Noite que advertem os dois sobre o perigo que correm se permanecerem naquele lugar. “Tamino, certamente a morte o aguarda. Papageno, você está perdido para sempre.” Apavorado, Papageno começa a tagarelar e é por várias vezes repreendido por Tamino que lhe faz recordar o que ambos prometeram aos sacerdotes. Diante das três Damas, Tamino mantém silêncio e elas se vão. A prova termina com os sacerdotes entrando em cena e informando que Tamino vencera aquela etapa.

Na cena seguinte, vemos Pamina a ser preparada para a sua Iniciação. Pamina está adormecida no jardim do palácio de Sarastro. Monostatos surge para mais uma vez tentar seduzir a jovem. Canta a sua paixão pela beleza da princesa. A Rainha da Noite surge em meio a trovões fazendo Monostatos esconder-se amedrontado. Ao perguntar a Pamina sobre o destino do jovem que ela lhe havia enviado a filha retruca que este será iniciado na fraternidade de Ísis e Osíris. Percebendo a gravidade da situação a Rainha, sabedora de que Pamina também está enredada pela fraternidade dos iniciados, entoa a magnífica “Ária da Vingança”, um desafio para a soprano que o interpreta. Extravasa toda a sua cólera contra Sarastro e seus seguidores. Entrega um punhal à filha com a recomendação de que assassine seu inimigo mortal. A Rainha da Noite desaparece tão misteriosamente como havia surgido. Monostatos, que se ocultara diante da aparição da Rainha, reaparece e toma o punhal das mãos da princesa ameaçando-a caso não se entregasse a seu apetite sensual. Exatamente no momento em que ele tenta possuir a jovem, Sarastro entra em cena, compreende o que se passa e repreende Monostatos. Este sai, ficando Sarastro e Pamina a sós. Este revela a Pamina que já conhecia os planos de vingança da Rainha da Noite contra ele e a fraternidade de Ísis e Osíris. De sua parte, numa bela ária, Sarastro mostra quais são as armas de que dispõe para derrotar a Rainha:



“Em nosso sagrado templo,

A vingança é desconhecida,

E aqueles que se desviam do dever

O caminho lhes é mostrado com amor

Com ternura são levados pela mão fraterna

Até encontrarem, com alegria, um lugar melhor



Dentro de nossa sagrada maçonaria,

Por laços de amor estamos unidos

Cada um perdoa o seu próximo

Aqui não há traição

E aqueles que desprezam este nobre plano

Não merecem ser chamados de homem.”



Com esta ária, de forma serena e firme, Sarastro ressalta a diferença entre o que a Rainha da Noite diz e o que a fraternidade de Ísis e Osíris realmente representa. Pamina conhece agora a face da verdade: a crueldade e os propósitos de vingança da Rainha da Noite estão em vivo contraste com a serenidade e o equilíbrio, temperados com o mais sincero amor fraternal revelados por Sarastro. Aqui se encontra o clímax da ópera, a universal confrontação da Luz contra as Trevas.

Na próxima cena, Tamino e Papageno prosseguem em suas provas. Ambos devem continuar guardando o mais absoluto silêncio, conforme recomendação do Orador e do Sacerdote. Para Papageno um teste estranho: surge a seu lado uma mulher muito velha coberta por um capuz e uma longa capa que, ocultando sua face e suas formas. Puxando conversa com ele e revela que tem dezoito anos e que seu namorado se chama Papageno. Vai revelar o seu nome quando desaparece num alçapão. Espantado, puxa conversa com Tamino, que sucessivas vezes o repreende. Tamino será submetido à prova ainda mais difícil: Pamina entra em cena e lhe dirige palavras de amor, mas ele está impedido, por seu juramento de silêncio, de dirigir-lhe a palavra. Ambos sofrem muito com esta situação. Tamino desejaria falar-lhe, mas está impedido. Pamina julga, desconcertada, que Tamino lhe renega seu amor. Chorando convulsivamente, deixa a cena com Tamino sofrendo muito pela dor que, involuntariamente, impôs à princesa.

Seguem as provas. Agora, no interior do Templo, Sarastro e outros sacerdotes entoam um coral em louvor a Ísis e Osíris. Tamino e Pamina são trazidos à sua presença. Faz-se silêncio em toda a assembléia. Sarastro previne a ambos que ainda deverão se submeter a outras provas. O casal deve despedir-se com um adeus pois agora o príncipe deve submeter-se à prova final – e seu futuro é incerto. Papageno também entra em cena e o sacerdote que o acompanha lhe diz que, embora não tenha sido bem sucedido na prova anterior, os deuses estavam dispostos a satisfazer-lhe um desejo. Ele pede um copo de vinho. A seguir recorda-se, numa alegre ária, Papageno canta seu maior anseio maior: que lhe seja concedida uma bem-amada, tão ansiosamente aguardada. A mesma velha de antes surge e informa que ele tem duas alternativas: casar-se com ela ou morrer. Ele se decide a aceitá-la e, como por encanto, ela se transforma numa jovem linda, a Papagena. Papageno corre a abraçá-la e é contido pelo sacerdote que lhe adverte: “Afaste-se, jovem! Você ainda não tem este direito!” E sai com a bela jovem deixando Papageno só e desolado.

Pamina, por sua vez, encontra-se num aprazível jardim envolvida por pensamentos melancólicos. Não tem certeza do amor de Tamino e, sentindo-se abandonada, pensa em suicidar-se utilizando o punhal que a mãe lhe dera. Surgem os três Gênios da Floresta, que buscam dissuadi-la daqueles maus pensamentos com a revelação de que Tamino está se submetendo a provas a fim de se unir a ela. Eles recomendam que Pamina os siga e verá Tamino em sua prova final.

Tamino está próximo ao Templo, onde se vêem duas cavernas – uma de cada lado do palco – com um portão gradeado. No centro, uma escada conduz a uma porta onde estão postados dois guardas armados. Os guardas cantam em dueto:



“Aquele que andar

Por estes caminhos

Cheios de dificuldades,

Terá de passar pelas provas

Do fogo, da água, do ar e da terra

E, se vencer

O temor da morte

Como que deixará a terra

Em direção ao brilho do céu.

Iluminados, coração e mente,

Empenhar-se-ão pelo direito

E no sagrado rito de Ísis

Encontrarão a verdadeira luz.”



Os dois guardas, avisando-lhe dos perigos, exortam à coragem de Tamino e Pamina no início destas provas. Tamino segue firme em seu propósito e informa que nenhuma ameaça pode amedrontá-lo.

Tamino prepara-se para enfrentar a primeira prova, a prova do fogo. Pamina se aproxima dele para participar também desta prova. Ambos entram na caverna por onde saem labaredas de fogo. Tamino, tocando a Flauta Mágica, passeia com desenvoltura em companhia de Pamina, pelas chamas que vão desaparecendo. A seguir atravessam por uma torrente de águas como de uma grande cachoeira sem que nada lhes aconteça, graças ao mágico som da Flauta. Ao retornarem vitoriosos são saudados por um coral de sacerdotes, Sarastro à frente, que se rejubilam com os iniciandos.

Próximo dali, Papageno ainda está atormentado, desconsolado sem a sua sonhada bem-amada. Canta com saudade e diz, diante de uma forca, que contará só até três para que Papagena reapareça. Papageno está prestes a suicidar-se quando surgem os três Gênios da Floresta que exortam-no a tocar seu “glockenspiel” e assim fazer com que Papagena volte. Ele se recorda de seu instrumento mágico, toca-o e Papagena surge magicamente, tendo início o delicioso dueto “Papagena-Papageno.”

Na cena final vemos a chegada da Rainha da Noite, das três Damas e de Monostatos, que havia passado para o lado da Rainha a fim de, usufruindo de seus poderes mágicos, chegar a seu intento: seduzir Pamina. A Rainha, ensandecida ao ver Pamina e Tamino agora iniciados e membros da fraternidade que odiava, tenta invadir os domínios dos iniciados para derrotá-los definitivamente. Chegam em meio a densa treva, os invasores portam tochas. Nesse instante, tem lugar uma grande tempestade, com raios e trovões, que obriga os invasores a se dispersarem. A noite vai aos poucos dando lugar à aurora. O sol surge e o ambiente ganha cada vez mais luz. Sarastro, o Grande Sacerdote, surge cercado pelos irmãos e sacerdotes e canta:



“A glória do dourado Sol,

Conquistou a noite.

O falso mundo das trevas

Conhece agora o poder da luz.”



Um majestoso coral encerra a ópera com louvores a Ísis e Osíris e aos iniciados:



“Salve, novos iluminados!

Passastes pela noite

Louvamos a ti, Osíris.

Louvamos a ti, Ísis.

Pela força são vitoriosos

São dignos da coroa

A beleza e a sabedoria

Haverão de iluminá-los como o Sol.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Auto do frade tem como assunto o dia da morte do rebelde frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador que já estava preso há mais de um ano. Está sendo preparado o cortejo, a população já se acumula do lado de fora da cadeia, enquanto isso o frei tenta dormir enquanto aguarda seu enforcamento. Como o juiz não havia chegado ao Tribunal de Justiça por causa de uma viagem de 3 meses o corregedor decide que o Frei Caneca será enforcado em praça pública, após percorrer a cidade com uma corda enrolada no pescoço. Assim, Frei Caneca é retirado da prisão e muito fraco percorre as Ruas de Recife, várias pessoas o seguem em pleno meio da rua, em cada esquina mais gente se aproxima. Em todos os lugares existem espectadores ao acontecimento abrangendo até mesmo o governador e toda a sociedade em geral. Frei Caneca chega a dizer algumas palavras, mas é obrigado a calar-se e até os gestos lhe são proibidos. Seu comportamento podia representar grande perigo aos oficiais que pregam ser ele um homem condenado à morte por trair o Rei e pretender o separatismo com a Confederação do Equador. Lentamente o cortejo vai levando o Frei que anda calado e sereno. Ao chegar à Igreja do Terço, Frei Caneca é colocado no centro de um círculo formando de policiais, com intuito de ninguém tentar soltá-lo ou se rebelar. Nesse evento Frei Caneca é entregue ao oficial enviado pela Comissão do imperador que o condenou à morte. O Frei solenemente anda no interior de um círculo de policias.

Ao chegar na Praça do Forte, onde será executada a sentença de réu, o carrasco designado para matar o padre recua, temendo a ação sobre ele de alguma força superior. Então todos os carrascos se recusam a enforcar o padre, alegando que ele foi visto "voando no céu". Mesmo espancados resistem a enforcá-lo. O Oficial de Justiça oferece perdão dos crimes aos presos, comida farta, emprego, cama e mesa a quem fosse voluntário para a execução. Contudo ninguém se disponibiliza, nem mesmos os presos que queriam liberdade. Ocorre então que após algumas horas de espera, decide-se formar um pelotão de doze homens para o fuzilarem, pois nenhum destes ousaria fazê-lo sozinho. Assim Frei Caneca é morto fuzilado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Escola,Leitura e produção de Textos apresenta uma classificação simples e precisa dos textos que estão sendo produzidos na atualidade,estando articulada com uma proposta didática para que as crianças venham a ser boas leitoras e escrevam corretamente e com autonomia.As autoras propõem que se trabalhe de forma construtiva com erros e que sejam criadas situaçãoes de contato,exploração e reflexão sobre a produção de textos que permitam aos alunos otimizar seu aprendizado,aproveitando ao máximo suas possibilidades.

Escola,Leitura e Produção de Textos

KAUFMAN, Ana Maria e RODRIGUES, Maria Helena- "Escola, leitura e Produção de Textos" Ed. Artmed.
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Na noite de 20 para 21 de setembro de 1942, em pleno período de ocupação alemã, setenta membros da Resistência aguardam a morte nas celas do Forte de Hã, perto de Bordeaux. Pouco depois, numa manhã chuvosa, diante do pelotão de execução entoam pela última vez a Marselhesa. A vida é dura em Montillac, a despeito dos esforços de Camille, que procura compor a situação diante de Fayard, o encarregador das adegas que sonha apropiar-se das terra. Em Paris, Léa está uma vez mais em casa das senhoras de Montpleynet. Volta a encontrar o escritor Raphaël Mahl, informante da Gestapo, assim como o enigmático François Tavernier, por quem continua a sentir uma espécie de paixão agitada. Atordoa-se freqüentando restaurantes clandestinos e assiste impotente à detenção de Sarah Mulstein pela Gestapo. Sarah será torturada mas, graças à ajuda de Raphaël Mahl, conseguirá fugir. Antes de lhe darem fuga de Paris, Léa e François Tavernier a escondem na casa das senhoras de Montpleynet. Enquanto Laurent é procurado pela polícia nazi, Camille é presa. Encerrada no Forte de Hã e depois no campo de Mérignac, acaba por adoecer. De volta volta a Montillac, Léa tudo faz para libertá-la. Sem nada obter de Camille, a Gestapo acaba por soltá-la. Entre Mathias Fayard, amigo de infância que optou pela Alemanha, e os irmão Lefèvre, elementos da resistência, tal como ela mesma, Léa descobre uma triste realidade: a do horror e da tortura... O Mathias de sua adolescência morre quando a estupra em um hotel sórdido mantido por uma prostituta imunda. Em seu lugar existe agora um homem brutal que a assusta. Muitos jovens da região de Bordeaux trabalham para Gestapo. Uma atmosfera de ódio divide as pessoas. Nesse clima deprimente, Léa espera por François Tavernier, que chega, enfim, a Montillac, onde participa do almoço oferecido em homenagem a um jovem francês colaborador da Gestapo, que Laure, a ingênua irmã caçula de Léa, havia conhecido. Todos se deixam iludir; mas, à tarde, o dr. Blanchard é abatido por esse mesmo jovem. Laurent d'Argilat e François Tavernier encontram-se face a face, pela primeira vez após três anos de afastamento. De comum acordo, decidem enviar para paris as moradoras de Montillac. Os franceses recomeçaram a ler, mas as livrarias estão vazias. É a época dos jovens excêntricos, do quilo de manteiga a trezentos e cinqüenta francos e do café a mil ou dois mil francos. Os alemães recuam na frente oriental. Assaltada pelo frenesi do prazer, Léa diverte-se para não pensar nos amigos mortos ou desaparecidos. Pouco tempo depois, toma novamente o trem para Bordeaux. Raphaël Mahl, renegado pelos amigos da Gestapo, transformou-se no prisioneiro número 9793 de uma das celas do Forte de Hã. Aí, contudo, não deixa de recolher informações, sobretudo acerca da presença de pilotos ingleses não indentificados pelos alemães. Friamente, vai lhes fornecendo nomes. Certa noite, porém, o cadáver de Raphaël Mahl, horrorosamente mutilado pelos companheiros de cela, é atirado numa fossa e coberto de imundícies. François Tavernier encontra-se com Léa em Montillac, mas volta a partir quase em seguida. Léa fica só... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ABRANCHES, Mônica. Colegiado Escolar : Espaço de Participação da comunidade. São Paulo: Cortez, 2003. Capitulo 1 a 4 e conclusões.

Resumo:
Capítulo 1 - Democratizando as relações sociais na educação: participação e descentralização.
Os anos 80 são marcados com abertura política, redemocratização das relações sociais e políticas, debates sobre universalização de direitos, descentralizações, participações e cidadania.
A constituição de 1988 reformula o Estado, distribuindo competências entre os poderes centrais, regionais e locais. Há uma descentralização do poder, ou seja, uma transferência de autoridade legal e política. A descentralização governamental desloca do poder federal para outras esferas até mesmo para a sociedade civil, e a participação dos cidadãos nas decisões políticas passa a ser um fato.
A regionalização consiste na transferência de serviços federais para estados e municípios. A estadualização é a designação de poderes para os estado e a municipalização, o fortalecimento dos municípios, articulado de varias forças do município e a sociedade civil. Estes dois últimos aprimoram a descentralização.
A descentralização tem o objetivo de aproximar os cidadãos e instituições publicas,. Implica a existência de pluralismo, ação compartilhada Estado/sociedade/produção-de-bens/serviços pública. Isso só é possível quando existe autonomia local emanado na coletividade e não no Estado.
Os problemas da educação passam pelos projetos educacionais e são ligados a crise do Estado.
As soluções passam a ser a participação social nos processos educacionais públicos.
Pacheco, 1995, diz que a crise do ensino público deve-se a atuação do Estado, sistema desarticulado e gigante, sua estrutura burocrática que transforma rede de ensino em organizações complexas e não solucionam diretamente os problemas, além disso, falta transparência orçamentária.
Para Cassassus, 1990, esta descentralização debilita focos de poder e fortalece o Estado.
Para Abranches, a participação dos civis para repensar a atuação e induzir mudanças numa nova cultura política popular estabelece convívio socializando o político. Os conflitos geram trocas de informações e experiências, novos espaços públicos, aprendizagem política, tomadas de conhecimentos dos problemas políticos governamentais, políticos, os conflitos entre poder e sociedade civil das demandas comunitárias, forma a identidade coletiva necessária à participação social e a democracia.
A participação da comunidade, a chamada de administração colegiada na escola pública é vista como:
Para Hannah Arendt, a escola um espaço público, lugar de ação e de liberdade, onde cada indivíduo ganha sentido na construção de um mundo comum. Deve se refletir, sobre o paradigma,que no mesmo momento, o mundo moderno, há uma dissolução do espaço público, de uma sociedade despolitizada onde impera o individualismo, interrupção da comunicação dos indivíduos da formação de opiniões e conflitos, perde-se a liberdade.
A escola deve ser o lugar da visibilidade onde cada um pode ser reconhecido e apreendido, o diálogo deve possibilitar construir interações políticas.A ação do homem, livres e iguais,produzindo eventos e fatos no espaço político, de poder falar, tomar iniciativas, provocar reações, a preocupação não com o Eu mas com o mundo.

Capitulo IV gerir a educação: um aprendizado para a Comunidade
O estudo de atas de colegiados de escolas publicas de Minas Gerais.
1 – Descentralização da escola e implantação dos órgãos colegiados.
A descentralização percorre níveis de decisões:
- financeiras, com a implantação do Caixa Escolar, contribuição mensal dos pais, uso dos dinheiros e prestações de contas.
- Administrativos: eleição e composição do colegiado, infra-estrutura escolar, parcerias externas da escola, definição do calendário escolar, orçamento e organização de eventos e festas.
-pedagógico: apresentação e aproveitamento de projetos educacionais, resolução de problemas entre professores, alunos e pais; elaboração do Projeto Político Pedagógico.
Os pais ainda não se organizam para utilizar o espaço escolar, as questões pedagógicas são monopolizadas por professores e diretores. A participação se restringe a distribuição e recolhimento de questionários a comunidade. É preciso sua participação para unir com professores e revestirem os casos de conflitos, corporativismo que há na escola. Sentem-se inibidos e inferiorizados perante os professores gerando comodismo e conformismo. O grupo da comunidade compreende a descentralização e oportunidade de conhecer o processo escolar como espaço de reivindicações, democratizada. Dividir responsabilidades permite que os pais se solidarize-se co o corpo docente. Este poder pode se tornar negativo se mal aproveitado.
Falta alcançar o espírito democrático, concretizar o sentimento de coletividade e autonomia. O espaço já esta implantado.
As decisões colegiadas não deve ser só tarefas burocráticas e organizadas de eventos. Hannah Arent: o colegiado é um simulado do espaço publico, pois permite ações coletivas.

2- Participação da comunidade nas decisões da escola
Apesar de participarem de decisões, reuniões, reivindicações, poucos são os pais mencionados nas atas. Eles são ativos em resoluções concretas como levantamento de doações, compra de matérias, mutirão, etc. alguns atribuem a si a falta de conhecimento e capacidade para debater.
A comunidade deve reconhecer que sua participação está associada a conquista de direitos e devem assumir deveres. A consolidação dessa participação está vinculada a construção coletiva onde presença e compromisso sejam atitudes constantes.
Falta de informação, tempo e desinteresse, além de fatores ideológicos influenciam a participação. O pensar e agir das pessoas facilita ou dificulta a participação de outros.

3- do aprendizado político adquirido na experiência colegiado propicia um aprendizado político onde os indivíduos entram em contato com a estrutura burocrática do poder público, dinâmicas e estratégias da atuação nas políticas sociais. A representatividade gera responsabilidade em prol de um grupo. Os pais acabam criando instrumentos para informar a comunidade para assegurar e conhecer decisões tomadas. O espaço público e a participação nas questões coletivas imprime um pensar em conjunto em prol do bem estar coletivo. É o reconhecimento da responsabilidade dos indivíduos pelo mundo.

Conclusões – analisar os resultados e criar possibilidades
O objetivo da obra consiste em possibilitar um aprendizado político, a comunidade, na escola e consolidar o colegiado. A representatividade e o comprometimento com o coletivo levam os atores a se informar e a se politizar.
Sobre a comunidade, esta deve ser integrar, opinar sobre os problemas e soluções do ensino. É uma ação política. Estabelece uma prática de autonomia e criatividade, caminhando para a democratização e a socialização do poder.
A municipalização democratiza a educação por estar perto da comunidade. O colegiado garante que a escola seja para sua clientela e para a comunidade. Ele cria políticas de atuação sobre orçamento, pessoal, programas escolares, parcerias e convênios externos a escola.
O espaço público concretizado, os indivíduos envolvidos nos colegiados estabelecem uma dinâmica de participação, para as classes populares. Essa passagem se relaciona com democracia e a ruptura dos mecanismos de dominação política do Estado.
Aqui pode nascer o embrião de uma nova geração de atores sociais participantes coletivos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e democrática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Freinet e a pedagogia social – método Social, coletivo; princípios de liberdade e autonomia; educação pelo trabalho; pedagogia não-diretiva, construtivismo; aulas passeios; cantinhos de pesquisa.

Célestin Freinet, 1896-1966, francês, seguindo a tradição da sociologia francesa de Durkheim e outros, a atividade natural da criança se desenvolve no grupo em cooperativa.
A sociedade funda-se sobre a exploração do trabalho. Cabe a pedagogia social ou popular opor-se a essa pedagogia dos ricos, promovendo a integração do jogo com o trabalho na atividade escolar. Educação pelo trabalho.
A principal técnica utilizada por Freinet é a imprensa na escola, o texto livre, a correspondência inter escolar, o cálculo vivo, o livro da vida, os fichários e a biblioteca de trabalho.
O método Freinet espalhou-se em vários países da Europa – França, Bélgica, Itália, suíça, Alemanha, Áustria, etc. através de cooperativas de professores e professores, sem apoios oficial dos governos. O espírito democrático. O importante são as motivações ativas (fazer, expressar) e comunicativas (correspondências). Celetin Freinet – “Ninguém avança sozinho em sua aprendizagem. A cooperação é fundamental. – levar a turma a aulas-passeio não faz do professor um praticante da pedagogia de Freinet. É preciso considerar a realidade em que os alunos estão inseridos”.
Jornal escolar, troca de correspondência, cantinhos pedagógicos trabalho em grupos, aulas-passeio. Práticas atuais, presentes em muitas escolas, elas nada mais são, do que idéias defendidas e aplicadas pelo educador Celetin Freinet. Sua sala de aula era prazerosa e bastante ativa. O trabalho é o grande motor de sua pedagogia.
As práticas e ensino propostos por Freinet são frutos de suas investigações a respeito da maneira de pensar da criança e de como ela constituí o conhecimento. Ele observava muito seus alunos para perceber onde tinha de intervir e como despertar neles à vontade de aprender. Quando a criança faz um experimento e dá certo, a tendência é que repita aquele procedimento e vá avançando. A interação entre o mestre e o estudante também é essencial pra a aprendizagem. O professor consegue essa sintonia levando em consideração o conhecimento das crianças, fruto de seu meio. Estar em contato com a realidade em que vivem os alunos é fundamental.
Numa escola em Natal, na Escola Freinet, suas idéias são a essência do projeto pedagógico. A escola traz o que está fora para dentro e procura dar sentido a todo o trabalho realizado aqui por meio dessa relação de aplicabilidade na vida. Para Freinet, aproximando as crianças dos conhecimentos da comunidade elas podem transformá-los e modificar a sociedade em que vivem. Esse é um trabalho de cidadania, de democratização do ensino. Sua pedagogia traz embutida uma preocupação com a formação de um ser social que atua no presente. Cada aluno cria seu plano de trabalho, escolhendo entre as possibilidades apresentadas pelo professor.
COM ELES E MELHOR
REVISTA NOVA ESCOLA – JAN/ FEV 2001
Pp. 19 a 23

Biografia - Humanista Moderno social,, existencialista, não-diretivo

Clestin Freinet nasceu em 15/10/1986, Gars, uma cidade do Sul França. Quando adolescente cursou o magistério. Em 1914 sofreu de saúde nos pulmões saiu do exército e sem esperança de cura.Em 1918 interrompeu os estudos para realistar no exército, devido a primeira guerra Mundial. Em 1920 inicia como educador sem terminar o magistério. Em 1921, Descoberta embasada nos interesses do aluno em 1924, já praticando o magistério inicia a construção de sua teoria. Cria uma Cooperativa do Trabalho.Em 26, conhece sua esposa Elise, artista plástica Em 28, casa-se com Elise e escreve o livro “A Imprensa na Escola, cria também a revista “La Gerbe”, O Ramalhete”,Funda a cooperativa de Ensino Leigo. Tudo que faz em parceria da esposa. Os dois vão trabalhar em Saint Paul.
Em 33/39 ele e a esposa dão continuidade dos trabalhos na Cooperativa e a Escola de Celetin Freinet é oficialmente inaugurada. Em 40, preso no campo de concentração e apesar de seriamente doente, ministra aulas aos seus companheiros. Consegue ser libertado e alia-se ao Movimento da Resistência Francesa. Em 47 e 48, cria o ICEM, na qual a cooperativa já reunia diferentes de 20000participantes. Em 56, preocupado com o excesso de alunos em sala de aula, dá origem a uma campanha co l o objetivo de conseguir 25 alunos por sala. Em 66, morre na cidade de Vence na França.
Socialista, pensava numa escola nova popular, diferente ao Paulo Freire, |Pedagogia da Autonomia, devido sua direção ao Trabalho, fundante do homem é considerado um pensador marxista.Humanista social
Não-diretivo movimento anti-autoritário, percursos de” Freud, embora não ser pedagogo inffluenciou os educadores. Com a teoria da transferência, características diferentes se chocam.

Ele via a educação de classes e política, e optou pela educação a classe trabalhadora, COOOPERATIVA DE TRABALHO, ensino leito para das subsidio para melhorar técnicas e ideologias contra os opressores. Dedicou-se a classe pobre.
Educação pelo Trabalho, ele defini o que é trabalho, formação do ser, necessidade do trabalho é orgânica, atividade individual e social. O social ao contrario de Montessori, diferente de Montessori está o raciocínio lógico contrário a Freinet de educação leiga diferente com o desenvolvimento do trabalho, diferente com os adultos. Desenvolver sentidos pra o trabalho.
Sua metodologia:
Aulas Descobertas: valorizava sensações, quereres, satisfações. Os alunos traziam os temas para ser estudados.
Auto avaliação: registros dos próprios alunos aprenderam, em fichas que o professor acompanhava.
Correção: como esta prática ocorria pelo professor e pelo grupo, individual, auto –avaliação. Com o objetivo de não ser uma correção imposta
Correspondência inter-escola: envio de cartas, imagens, desenhos para outras escolas, valorizando a pluralidade cultural, influenciando a estar adotando este tipo de aulas
Fichário de consultas:não é contra o livro, mas gostaria que fosse mais apropriados para os alunos para facilitar o conhecimento
Registros de aulas semanais, era como o professor auxiliava os aluno e os direcionava
Livro da vida:diário não imposto, os alunos eram livres para escolher o tema
Imprensa escolar:fotos i, imagens, aulas num jornal dentro da Escola, passou a ser distribuído na sociedade.
Registro era importante para Freinet
Plano de trabalho: os alunos se reuniam em grupos para estudar o tema escolhido. O professor auxiliava e direcionava através do próprio currículo que também era registrado semanalmente.
AUTORES CONTRAS: alunos livres, sem provas, auto-avaliação, este tipo de ensino era contra livros didáticos fora da realizada do aluno.

Centro de interesses, aulas passeio, registros: os textos iam para a imprensa escolar, a correção era aplicada aí.
Comentário: na escola em que atuou, as salas eram sujas, carteiras destruídas, o método era tradicional e sem recursos. A primeira coisa que ele organizou foi o cantinho de pesquisa, e atendia crianças multisseriadas. Não tinha material didático sofisticado como Montessori. Era autoditada e trabalhava com pesquisa. O Livro da vida, as crianças registravam as suas atividades, era uma ficha de consulta individual.. na França, os inspetores de ensino supervisionava o programa educacional.
Pedagogia não-diretiva, - linha de pensamento não autoritário.
Palavras chaves: liberdade, trabalho social, ICE, Instituto de cooperativa Escolar Moderno, autonomia, liberdade social.
Obra: Pedagogia Social

Devido ter nascido em 15 de outubro, data destinada ao professor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Memorial de Aires, última obra de Machado de Assis, foi publicada em 1908, mesmo ano da morte do escritor. Como Memórias Póstumas de Brás Cubas, esta obra não tem propriamente um enredo: estrutura-se em forma de um diário escrito pelo Conselheiro Aires (personagem que já aparecera em Esaú o Jacó), onde o narrador relata, miudamente, sua vida de diplomata aposentado no Rio de Janeiro de 1888 e 1889. Sucedem-se, nas anotações do conselheiro, episódios envolvendo pessoas de suas relações, leituras do seu tempo de diplomata e reflexões quanto aos acontecimentos políticos. Destaca-se, dando uma certa unidade aos vários fragmentos de que o livro é composto, a história de Tristão e Fidália. Fidélia, viúva moça e bonita, é grande amiga do casal Aguiar, uma espécie de filha postiça de D. Carmo. Tristão, afilhado do mesmo casal, viajara para a Europa, em menino, com os pais. Visitando, agora, o Rio de Janeiro, dá muita alegria aos velhos padrinhos. Tristão e Fidélia acabam por apaixonar-se e, depois de casados, seguem para a Europa, deixando a saudade e a solidão como companheiros dos velhos Aguiar e D. Carmo. Memorial de Aires é apontado como o romance mais projetivo da personalidade e da vida de Machado de Assis. Escrito após a morte de Carolina, revela uma visão melancólica da velhice, da solidão e do mundo. D. Carmo, esposa do velho Aguiar, seria a projeção da própria esposa de Machado, já falecida.

A ironia e o sarcasmo dos livros anteriores são substituídos por um tom compassivo e melancólico, as personagens são simples e bondosas, muito distantes dos paranóicos e psicóticos dos romances anteriores.
Alguns vêem no Memorial de Aires uma obra de retrocesso a concepções romantizadas do mundo; outros tomam o romance como o testamento literário e humano de Machado de Assis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Os Contos Gauchescos são uma coleção de contos que tem como ambientação no pampa gaúcho. Contado pelo envelhecido vaqueano Blau Nunes, as histórias contam de aventuras de peões e soldados. Ora protagonizadas, ora testemunhadas por Blau, as histórias narram sempre sobre o gaúcho, guerreiro, trabalhador, rústico. Nelas a linguagem é sempre um dialeto característico do interior do Rio Grande do Sul e existe um enorme respeito pelos elementos deste estilo de vida: os animais, os instrumentos, a paisagem. Existe também uma grande exaltação do espírito guerreiro do gaúcho, especialmente nas narrativas de guerra, ambientadas na maioria das vezes na Revolução Farroupilha. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
DE LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

Piaget –o Homem Como Ser Social -La Taille

Dos 6 meses aos 20 anos, o homem não é social da mesma maneira.
No primeiro estágio, o homem é essencialmente individual, não social. No segundo estágio, com a linguagem, começa-se uma socialização da inteligência, consegue distinguir o
Eu do Outro.
Só quando adulto com a qualidade de trocas intelectuais, o ser social se relaciona com os outros de forma equilibrada. Isso inicia no terceiro estágio de desenvolvimento – operatório concreto - quando há um equilíbrio entre a reciprocidade e a universalidade, alcançando uma personalidade, produto de uma socialização.
Assim, Piaget define a socialização desde o grau zero a personalidade, evolução que passa por trocas intelectuais, levando a lógica, forma final do equilíbrio das ações que o ser vivo busca a adaptação.
O desenvolvimento se dá com a interação sujeito com o objeto, satisfazendo as necessidades da vida social, na cobrança de uma coerência e de objetivos em relação de cooperação.
É a cooperação desde as relações entre crianças que se busca a reciprocidade e se constrói a lógica. Esta cooperação numa perspectiva ética depende de uma atitude moral, defendendo o ideal democrático.
O respeito as regras morais são paradigmáticos, por ser atividades interindividuais – herdados, mutáveis, envolvem acordos -. Assim a moralidade humana é como um contrato.
A evolução da pratica e da consciência da regra segue 3 etapas:
1. Anomia – a criança é imposta a deveres;
2. Heteronomia – dos 9/10 anos, as regras são tradicionais, sem acordos, há uma obediência ao pé da letra, vendo maior gravidade nas conseqüências e não na intenção. A justiça é confundida com lei ou autoridade e tem sanções como:
-castigos estranho ao delito - expiatório;ou
-castigos com relação ao delito – de reciprocidade. Assim, o dever determina o bem.
3. Autonomia – joga e respeita as regras, como regras de um jogo, é o juízo moral. A justiça separa-se da autoridade, levando a criança a se rebelar contra os adultos injustos. Diferente da heteronomia, o bem determina o dever.
O que faz passar de uma etapa para outra é a cooperação.
Na ação moral, a afetividade se confronta com a razão. A afetividade é a energia que move ações. A razão está a serviço da afetividade, identificando sentimentos e desejos para tr sucesso nas ações.
As ações morais autônomas são movidas pelo sentimento racional. Assim, a lógica desenvolve junto com a moral. A lógica se dirige a si mesmo e a moral dirige a afetividade. O afeto e a moral vivem e harmonia. A necessidade racional se torna a base para o sentimento da obrigatoriedade.

Vygotsky – Formação dos Conceitos – Oliveira

O homem se constitui em sua relação com outro social onde a cultura torna-se naturreza humana.
As Funções Psicológicas Superiores, FPS, isto é a consciência e o controle são constituído pela cultura e símbolos, onde: a representação mental e a significação dos símbolos (cultura) internaliza no indivíduo e dá-se o comportamento neste processo; e a palavra tem função de intercâmbio cultural e generaliza o pensamento quando nomeamos objetos e o classificamos servindo para mediar conceitos e torná-los símbolos.
A formação de conceitos passa por três estágios:
1.sincrético – agrupamento de objetos com nexos vagis e subjetivos;
2.complexo – agrupamento por fatos, concretos, não lógicos, por isso variáveis;
3.conceitos – abstrai-se suas características e resume-se em síntese.
A linguagem organiza o conhecimento.
Os conceitos são espontâneos, sem organização do cotidiano e científico quando sistemático e organizados, incluem-se num sistema mediado por símbolos e implica FPS.
Através da aprendizagem a criança desperta os processos de desenvolvimento porque o cérebro trabalha a atividade psicologia e a cultura tornando-se o homem biológico e cultural, em sócio-histórico.
A memória, a percepção, a atenção e o pensamento são funções mentais. O cognitivo e o afetivo unem-se e organiza a consciência e faz-se compreender o pensamento. Assim, a consciência é a organização do comportamento imposto por práticas sócio-culturais. A dimensão social é, portanto, essencial. A consciência internaliza o social e o individual, é histórica e manipula objetos e a linguagem, constituindo uma inter relação entre intelecto e afeto, entre o mundo e a representação simbólica, entre a subjetividade e a interação social.
As FPS são ações voluntárias conscientemente controladas e intencionais. O processo de internalizações das atividades sociais é a própria consciência humana, e é também o processo que constitui a subjetividade a partir da inter subjetividade.
O conceito é um significado é um ato de pensamento. O pensamento e a fala unem-se em pensamento verbal. Neste significado há um sentido cognitivo e um afetivo.
As falas podem ser exterior, oral; egocêntrica, da criança até 4 anos; e interior, através de pensamento.

Wallon – Do Ato Motor ao Ato Mental – Dantas

Para Wallon, o ser humano é organicamente social, e o grande eixo da psicologia é a motricidade, desenvolvimento motor, psicomotor.
As atividades musculares têm duas funções:
1. Cinética – músculo em movimento – esta tende a reduzir em ato mental, por isso, aos 2 nos, a sensório-motricidade diminui ao fortalecer o processo ideativo. A motricidade atua primeiro, e o homem ao entrar em contato com o físico é intermediado pelo social e cultural, desencadeando o pensamento. E é a imitação que realiza a passagem do sensório-motor ao mental.
2. Postural –músculo parado.
Tipos de movimentos:
-reflexos, até os 3 meses;
-involuntários ou automáticos, dos 3 meses aos 10 meses;e
-instrumentais ou práxicos, surgem no vim de um ano de vida.
No primeiro ano de vida, o cognitivo é latente, escondido e domina reações emocionais.
No segundo ano de vida, a inteligência dedica-se a construção da realidade, surgindo a função simbólica, que juntamente com a linguagem inaugura o pensamento discursivo. Que aparece aos 5 anos, revestido de sincretismo.
Entre 5 aos 9 anos, reduz o sincretismo levando ao pensamento conceitual.
Assim, a linguagem é produto e fabricante da razão humana.
Quanto à afetividade, Wallon se inspira em Darwin, que diz que a emoção é instrumento de sobrevivência humana, e dá o primeiro e mais forte vinculo entre as pessoas.
A emoção é contagiosa, epidêmica, anárquica, explosiva, imprevisível e assustadora, como é também biológica, orgânica e também social. É ela que faz a transição entre o orgânico e o cognitivo, racional, mediando pelo cultural-social, como também é o afetivo que dá acesso ao universo simbólico e origina a atividade cognitiva.
As emoções podem ser:
• hipertônicas – capazes de tornar pétrea a musculatura, como a cólera e a ansiedade;
• hipotônicas – reduzem o tônus muscular, como susto e a depressão.
• Defluxo Tônico – expressões de alegria, orgasmo;
• Regressiva – reduz o funcionamento cognitivo, quem está descontrolado não consegue pensar.
A sensibilidade: a motricidade e a linguagem tem dois níveis afetivos e cognitivos.
• afetivo – é uma fase do desenvolvimento que leva a vida racional, e que passa pela afetividade emocional ou Tônica, pela simbólica e pela categorial. Estes momentos constroem o sujeito.
• Cognitivo – se constrói a realidade.
Nos três primeiros meses, p desenvolvimento são movimentos de reflexos, impulsos, globais, descoordenados, movimentos que exprimem sinais de necessidades, por isso viram sinais comunicativos.
Aos seis meses, a presença humana é mais estimulante que os objetos.
No primeiro ano de vida, as conquistas motoras e as funções simbólicas elas lidam com o real pela gestualidade, pela função simbólica de cada objeto.
Na puberdade, as pessoas abrem as dimensões ideológicas, políticas, metafísicas, éticas e religiosas, construindo sua singularidade, uma individuação com objetivos, através da socialização. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre: Imagens e Auto-|Imagens. Petrópolis, Rio de Janeiro. Vozes,2000.

A educação escolar é um campo propício a modas. Nossas práticas se orientam por saberes e artes aprendidas desde o berço da historia cultural e social. A Escola Plural vem tentar recuperar artes, saberes e fazeres mais perenes do oficio do magistério, inovando no que diz respeito no dialogando com mestres da escola, estes colocados em primeiro plano, já que quando se constrói uma escola, pensam em toda estrutura e organização só depois nos recursos humanos.
1. CONVERSAS SOBRE O OFICIO DE MESTRE
A memória de nossas históricas nos leva ao reencontro com uma história que pensamento não existir mais, estamos atrás de uma identidade de mestre, de um ofício que carrega longa memória.

Os Segredos E As Artes Do Oficio
O termo Ofício de Mestre remete a nossa memória. Ofício quer dizer um fazer qualificado, profissional, com segredos, saberes e artes de sua profissão, reflete o pensar e o fazer educativos influenciados no trado e na socialização das novas gerações. Eles precisam ser artesãos, artífices, artistas pra dar conta do magistério. Mestres resistem às pressões de manter e reproduzir a herança de um saber específico. A sociedade depende de suas qualificações.
As greves, congressos e encontros, afloram o orgulho conquistado de lutas pra serem socialmente reconhecidos, no final não tem suas reivindicações atendidas e suas auto-imagem ficam reconstruídas, tentativas de construir de forma coletiva a escola e de nos construirmos por novas imagens, como profissionais.
Hoje está na moda interesses neoliberais dos progressistas que querem colocar no centro da ação educativa escola a comunidade, famílias e organizações sociais, a sociedade difusa dos empresários, mídia e os amigos da escola, isso corre o risco de descaracterizar o núcleo constitutivo da ação educativa tirando de foco a dimensão pessoal, do diálogo e convívio de gerações, do saber fazer, das artes dos professores. A ação participativa não deve ser confundida com a relação educativa. As gestões progressistas abrem espaço a responsabilidade social e da comunidade descaracterizando a ação qualificada dos profissionais. Estes tentam defender e reafirmar a especialidade de ação, do seu oficio, planejando, intervindo e educando. A educação é um direito social, mesmo que professores levantem a bandeira da gestão democrática, a educação não acontece sem eles. O trabalho qualificado é insubstituível e o seu oficio não é descartável.

Especialidade Do Saber-Fazer Educativo
Ter um oficio significa orgulho, satisfação pessoal, afirmação e defesa de uma identidade individual e coletiva. O movimento de a formação dos professores é histórica social e política. Desde 70, essa luta tem se intensificado, e uma nova identidade deve se afirmar frente à nova descaracterização da escola e da ação educativa da década de 90. O momento é de se defender essa função social, o trabalho e o saber qualificado, a identidade baseada na garantia do direito social a educação e a cultura.
Desde da LDB de 1971, escolas e currículos de formação desfiguram os mestres, empobrecendo o conhecimento, a escola e os professores, reduzindo os a ensinantes, o que leva a uma desvalorização da categoria frente ao governo e a sociedade.

Mestre De Oficio, Não Cata-Ventos
As políticas de formação e de currículo perderam a referência do passado, a memória e a história. Procuram redefinir o nosso perfil, papel social, nossos saberes e competência, um oficio de decretos e currículos manipuláveis.

2.UM MODO DE SER
Poucos trabalhos se identificam tanto com a totalidade da vida pessoal, ao levar pra casa matérias da escola, carregamos sonhos e angústias, o fato de que ser professor faz parte de uma vida pessoal. É outro de nós. Gostaria de se libertar desse entrecruzamento e reduzir o magistério a um tempo profissional delimitado, mas não conseguimos superar este fato.

O Ambiguo Sonho Da Profissionalização
A profissionalização nos aparece como remédio pra afirmar nossa identidade. Nos anos 70 procurou-se definir como trabalhadores da educação, porém não conseguiu definir a auto-imagem, nem a imagem social. Os cursos de graduação, especializados, pós-graduação ou formação permanente dos professores de Educação Básica tornam carreira de critérios profissional, mesmo sem ter um estatuto profissional, espera-se que possa definir o imaginário social. Os professores são a imagem social que foi construída sobre o oficio de mestre, sobre a forma de exercer.

Imagens Tão Diversas
Há vários níveis sociais entre os professores e auto-imagens diversas, reconhecimentos sociais que depende de lentos processos de reconhecimento.

A Herança Que Carregamos
A idéia de vocação perde peso, embora a visão seja forte na auto-imagem de muitos professores. A figura do professor cola-se a uma idéia de profecia, abraçar doutrinas, modos de vida, ideais, amor e dedicação. A identidade de trabalhadores e de profissionais, não consegue apagar esses traços. Nosso oficio está amassado por interesses que extrapolam a escola. Nos encontros de professores sentem-se relação de amor e de ódio com o magistério, sentimentos desencontrados e apaixonados. Neles aprendemos mais sobre nos que sobre conteúdos ou métodos.

3. UM DEVER SER
O professor do ensino básico é medido pelo social sua competência na forma de comportamento, com traços morais e éticos no terreno do dever. Hoje procura-se preparar como técnicos competente o que pode contribuir pra sua imagem profissional.

Voltar A Estação Primeira, A Infância
A infância enquanto sujeito social e cultural é mais que um ser letrável, e a pedagogia mais que um bom técnico em letramento. A criança tem direito de aprender e o pedagogo a obrigação de ensinar. Ambos são insolúveis. Papéis de projetos enraizados em ideais, deveres e valores. Ser mestre-educador é um modo de ser e um dever ser pedagogo de nós mesmos, porque exige domínio de teorias e uma elaboração pedagógica, o saber pedagógico é para ser vivido mais que transmitido, envolve sensibilidade, intuição, escuta, sintonia com a vida e com o humano.

Como Voltar A Infância Não Vivida?
A motriz formadora do pedagogo, para Freire, deve ser que educar é o direito e o dever à indignação diante da desumanização da infância, como educador é preciso recuperar sua humanidade roubada, dialogando.

4. A HUMANA DOCÊNCIA
Na LDB a educação e o trabalho com as infância adolescentes e jovens não é reconhecido como educação e sim como ensino, o que confunde nas nossas auto-imagens.

Docentes-Educadores, Uma Relação Tensa
Nos anos 60 e 70 foi articulado um movimento de Educação Popular, com vínculo de libertação, emancipação e politização, dando a escola função instrumentalizadora, o que fez se descobrir os educando como gente e não mais como alunos. Reencontramos o sentido educativo de nosso oficio de mestres, descobrindo a docência humana. Aprendemos a ser humanos.
Como profissionais temos de extinguir toda estrutura, lógica excludente e seletiva que acabam reforçando o processo de desumanização que se submetem alunos fora da escola, tentando fazer da escola um espaço e tempo de direitos, de humanização que se faz recuperar nosso oficio.

5.CONTEÚDO DA HUMANA DOCÊNCIA
A LDB de 1996 amplia a educação, defendendo conteúdos, defendendo nos mesmos, por isso repensá-los está de encontro de um novo sentido para nosso saber-fazer. Abri-los caminhando para incorporá-los a um novo e melhor conteúdo.

6. INTRANQUILIDADE NOS QUINTAIS DO CONHECIMENTO
Alargar horizontes da docência foi positivo. Trouxe inseguranças, vontades de ler mais, de acompanhar avanços, encontros, de ter tempo para debates e estudo.

7. PARÂMETROS E AUSÊNCIAS
Os PCNs trazem debates teóricos e políticos, concretizam estratégias e políticas de governo e de interesses sociais e políticos, traduzindo sobre a função social e cultural da escola. Abre horizontes redefinindo conteúdos redefinem a docência.

8.O SUBSOLO COMUM DE NOSSA DOCÊNCIA
Somos profissionais dos saberes e dos processos que formam a mente humana. A docência pode ser um exercício de tomada de consciência, mediação da cultura. A escola um lugar facilitador, que trava o desenvolvimento intelectual o ensino deve ser significativo.

9. O APRENDIZADO DO OFÍCIO
Carregado por múltiplos espaços, tempos e vivências aprendidas, experimentando, sentindo com a convivência do oficio, e de condições de vida que condiciona escolhas, a vida se mistura com a condição de professor e faz o seu aprendizado.

10.APRENDENDO NAS TRANSGRESSÕES
Nos fazemos e nos desfazemos, somos uma categoria histórica, em construção, a cada confronto construímos nossa história. Criticar amplia a consciência de múltiplas determinações sociais. As transgressões políticas e pedagógicas são muitas vezes saídas encontradas diante de um legalismo autoritário de controle e do trato infantilizado que determinou o perfil do profissional com este aprendizado, afirmando a dimensão do oficio de mestre, aprendendo a liberdade para ensinar a liberdade, na escola e pros professores.

11. UMA TRAMA DE PRATICAS
As propostas de ciclo estimulam a criação de uma rede de praticas entre os diversos ciclos de desenvolvimento e entre as escolas, requer que se quebre com trabalhos isolados, fortalecendo o trabalho de equipe.

Aprender Os Significados Das Escolhas
Em cada escolha o professor põe em ação, pensamentos, concepções, valores, culturas e significados. Registrar consolida hábitos de esforços mentais e pedagógicos e exploram dimensões. Somos o que produzimos, a escola é um amontoado de práticas do coletivo, por isso, é saudável trocar experiências. A reprodução da cultura precisa das continuidades ritualizadas. Por mais que as políticas educativas nos convidem a olhar para o futuro, o mercado e nos digam que esqueçamos e superemos praticas tradicionais, a escola e seus mestres estão fincados na tradição, nos remetem a tradição e nos criam um gosto, uma sensibilidade com a tradição.

12. COMUNIDADES APRENDIZES MÚTUAS
As propostas educativas inovadores trazem um clima de dúvida e inseguranças.
A implantação de ciclos confronta cultura profissional, cultura de reprovação com a teoria pedagógica e com a plena formação dos educandos. Valores, crenças que justificaram a retenção, reprovação, e separação dos educandos de sues pares, perdem sentido quando o foco de nosso olhar passa a ser os educandos, sua formação e seu desenvolvimento pleno. O convívio escolar será educativo, no encontro de gerações, com ciclos diversos de aprendizado vivencia e de interpetação de cultura, esta é a base da pedagogia, trabalhar com os semelhantes e os diversos. Precisamos reinventar valores e crenças para suportar a nossa docência, a cada dia, como na vida.

13. CERTEZAS NEM TÃO CERTAS
Certezas sobre a cultura escolar, cultura profissional, valores e religiosidade protegem nossa tranqüilidades. Abrir caminhos incertos é mais criativo e realizador que trilhar os já batidos. Inovar desestabiliza, faz se trabalhar com a insegurança provocando movimento formador para os mestres.

14.CAIXA DE FERRAMENTA
Ao incorporarem o preparo para a cidadania, as orientações aos professores ficaram confusas, trabalhar ferramentas como o uso da mente e do raciocínio, contribui pra mudar o mundo.

15. CULTURA PROFISSIONAL DO MAGISTÉRIO
O magistério tenta finca raízes nos valores sociais nas idéias, valores, da herança histórica que vem se consolidando. A procura do reconhecimento social revela a luta dos professores trabalhadores da educação. Sua identidade ainda está distante da cultura do trabalho.

16.CONSCIÊNCIA POLÍ
TICA E PROFISSIONAL
A mídia, e intelectuais debatem sobre a cultura, valores e saberes que sufocam nossa sociedade, causando uma insegurança justificada. O valor humano de todo conhecimento está nas questões do momento, a cultura mercantil e a humanista esta em tensão, a procura de uma concepção mais global do mundo e da sociedade, dos conhecimentos científicos e tecnológicos.

17. UMA CATEGORIAFRAGMENTADA
Os interesses da categoria são diversos. A LDB de 71 fragmentou a categoria e a nova LDB não conseguiu recuperar a unidade perdida.

18. A INOVAÇÃO CONTROLADA
Nas escolas há inovação e um traço disso é a transgressão, reações frente ao legalismo.

Mudar O Estilo Da Gestão
Inovar as formas de gerir invoca-se crença dos efeitos multiplicados da proposta.

O Legalismo Inovador
Tenta sufocar as oportunidades dos professores criarem e se afirmarem como pessoas, coletivos, se livrarem das engrenagens das disciplinas, das grades e dos currículos. Construir coletivamente no diálogo entre educadores, deve se criar coletivamente uma nova cultura de gestão do poder público pode ser um dos podutos da proposta político pedagógica.

19. TROCA DE APRENDIZADOS DO OFÍCIO
Os professores estão adquirindo competências para equacionar suas práticas, escolher temáticas de reflexão, propor alternativas de intervenção, criando estilos de debates. Aprender as artes de lidar com pessoas, acompanhar seus processos de formação de produção e apreensão de saberes e valores exige artes especiais, exige reinventar práticas, atividades e intervenções, reinventar o currículo escolar.

20. RECUPERAR A HUMANIDADE ROUBADA
Educar é humanizar, e a tarefa pedagógica é contribuir pra a humanização.

A Desumanização Como Realidade Histórica
O movimento de humanização e desumanização acompanham os seres humanos desde a infância, educadores têm que resgatar o que foi perdido.

Aprender Com Os Outros Educadores As Artes Do Mesmo Oficio
No trabalho de cada um partilhado recupera-se a infância e o sentido do oficio de ser mestre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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