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A não distribuição uniforme dos versos e a despreocupação com a distribuição rítmica dão ao poema um tom confessional, aproximando-o de um texto em prosa. As lembranças relatadas no texto referem-se a uma data específica lembrada pelo eu-poético - o dia do aniversário. Esta data é a propulsora para outras recordações da infância e outras angútias do eu-poético, servindo também como ponto de referencia temporal quando o eu-poético intercala-se e contrapõe-se entre o passado e o presente. A época da infância no poema é marcada pela inocência, pois a criança ainda não tem noção do que se passa à sua volta: "Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma". A passagem da criança para o adulto é marcada por uma perda, pois ele percebe que a vida não tem mais sentido. O poeta hoje "é terem vendido a casa", ou seja, é um vazio, que perdeu, inclusive, o bem mais precioso, a sensação de totalidade, de alegria, de aconchego dado pela vida em família na infância longínqua. Assim, a festa de aniversário toma o aspecto simbólico de um ritual familiar e religioso, dentro do qual a criança se torna o centro de um mundo que a acolhe e protege carinhosamente. "As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa", denota, com esta adjetivação uma característica comum a toda infância: o egocentrismo. No presente, não há mais aniversários nem comemorações: resta ao poeta durar, porque o pensamento amargurado, critico e pessimista da vida o impede de ter a inocência de outrora.

O tom nostálgico e angustiado do poema dá a sensação de que o eu-poético vive uma introspecção conflitiva relembrando um passado supostamente mais feliz que o presente. O trecho "serei velho quando o for. Nada mais." parece querer dar fim a este conflito interno. "Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira !..." conclui o tom confessional do poema e enfatiza uma espécie de conformismo ríspido e amargurado com o presente melancólico e sem perspectiva em relação a vida. "O tempo em que festejavam o dia dos meus anos !" é repetida muitas vezes no texto dando ênfase a importância da data na lembrança do eu-poético, servindo também para marcar a justa contraposição entre passado e presente, respectivamente infância e fase adulta. O ultimo verso do poema sugere uma acomodação amargurada em relação ao passado. Em "Eu era feliz e ninguém estava morto" pode-se notar novamente o conformismo com o presente que pode não ser o idealizado, mas que está alicerçado em um passado inocente, de aspecto virginal, contrapondo-se com a atual falta de perspectivas e a desmotivação para a vida, onde ele diz: "Hoje já não faço anos. Duro." O eu-poético oraliza um tom de amargura versificado de forma clara, coesa e coerente, marcando com precisão verbal os estados temporais e emocionais a que se refere no poema. Por se parecer com uma "auto-confissão poética", pode-se afirmar que o eu-poético insere no texto características comuns às pessoas que estão prestes a deixar o mundo material, ou que neste não sentem mais vontade de estar por muito mais tempo. A reflexão conflitiva e melancólica sobre o passado, a amargura em relação ao presente e sensação de que o tempo passou e algo que deveria ser resgatado perdeu-se em um passado longínquo, são características comuns em pessoas que encontram-se neste estágio da existência humana. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Filho de um humilde carpinteiro,Julien Sorel sonha com uma vida intensa e gloriosa. Sua desmedida ambição o leva a conviver com a burguesia provinciana e com a aristocracia parisiense. Ainda assim Julien continua a ser um pobre no mundo dos ricos. A partir desses elementos, Stendhal criou um magistral romance psicológico, considerado o mais significativo da literatura francesa do século XIX. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Viuvinha foi "escrita pelo mesmo autor" de Cinco Minutos a mesma "prima", contando a história de "Jorge" e "Carolina"( O autor diz que esses não são os nomes verdadeiros). Eles são namorados e casam-se, mas no dia do casamento Almeida, antigo tutor de Jorge, revela-lhe que ele está falido e endividado. Ele finge suicídio e passa a se dedicar a recuperar a fortuna e o bom nome da família (usando o nome falso de Carlos) após uma viagem aos EUA. Ele o faz e depois retorna a Carolina (que havia, mesmo que sempre de luto, se tornado a sensação dos bailes), após um breve interlúdio de mistério para descobrir se Carolina ainda o queria (o mistério antecedendo a resolução é uma característica dos românticos). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Malasaventuras - safadezas do Malasarte (1985) - Editora Moderna

São seis anedotas famosas do Pedro Malasarte, contadas em redondilhas. A intenção foi mostrar a gênese do tal jeitinho brasileiro: quando não há justiça rápida e barata para todos, os menos favorecidos têm de encontrar um jeito de quebrar o galho, de usar o jeitinho brasileiro para resistir às injustiças. Em suma: em um país civilizado, onde houvesse justiça para todos, independentemente de sua classe social, um Pedro Malasarte não precisaria existir. E veja que este personagem existe em praticamente todas as culturas camponesas em que o quadro de injustiça social pode ser historicamente encontrado: na Alemanha, ele é Till Eulenspiegel, na Espanha, Pedro Urdemales e assim por diante. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Poeta, advogado, jornalista e crítico literário é em 1869 que Bernardo Guimarães inaugura, com O ermitão de Muquém, sua fase romancista. Autor de outros títulos românticos, entre eles O seminarista, A filha do fazendeiro, Jupira e O garimpeiro, é através do romance A escrava Isaura que Bernardo Guimarães se populariza. Neste romance fica demonstrado o caráter abolicionista do autor. O ermitão de Muquém, romance regionalista brasileiro, expõe em toda a sua simplicidade, crueza e exuberância nativa as intenções nacionalistas. O aspecto estilístico da obra de Bernardo Guimarães pode ser apreciado pela narrativa pormenorizada, em detalhes que fazem "ver" ao leitor, tanto a intensidade dos costumes e da vida social quanto das formas da natureza. O culto à natureza é um dos artifícios imaginários mais envolventes desse período literário. Os estados da natureza são retratados em toda a sua pungência: correntezas, tempestades e bonanças, raios e trovões, animais selvagens e a selva indecifrável. Fala-se, também, das naturezas indomáveis dos sentimentos humanos: amores, ódios, invejas, intrigas, ciúmes e luta pelo poder. Tudo isso retratado visceralmente pela narrativa envolvente de Bernardo Guimarães. No estilo romântico anseia-se pela mudança dos modos prescritos; ao mesmo tempo, a ausência de regras e a espontaneidade individual acrescentam aos protagonistas desse tipo de narrativa literária um caráter revolucionário diante dos acontecimentos e da vida.

O feitio romântico privilegia o espírito exaltado e a contraposição de humores: amor e ódio, alegria e tristeza, entusiasmo e melancolia, exaltação apaixonada e sofrimento amoroso, culpa e redenção. A intuição romântica se contrapõe ao primado da razão que determina o temperamento clássico. Heroísmo, aventura e amor. Protagonista da obra, Gonçalo, destemido e corajoso, se torna herói em inúmeras bravuras. No entanto, Gonçalo é também mártir; mártir do amor e do destino. Tudo em seu caráter pulsa, retratando a veemência dos sentimentos e sentidos românticos: entusiasmo, emoção, paixão, fantasia e liberdade pessoal. Para o romântico, os caminhos fantasiosos são a fonte de liberdade. Fé, mística e intuição; a alma como fonte de inspiração. Gonçalo, homem mundano e passional, deixa predominar, em essência, o ato simples de exprimir nos diversos embates da sua vida de aventuras a força da fé. Para nosso herói, a fé constitui-se em alento diante das perdas e incongruências do mundo; e é a partir daí que é capaz de recomeçar seu sonho de paz e de perdão.Finalmente, cabe acrescentar que esta obra que se apresenta ao público foi editada pelo Instituto Nacional do Livro, em 1972, e as correções que aqui se fizeram restringiram-se à atualização da ortografia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A idéia central na teoria de Ausubel é o que ele define como aprendizagem significativa. Aprendizagem significativa é um processo no qual uma nova informação é relacionada a um aspecto relevante, já existente da estrutura de conhecimento de um indivíduo. Portanto, o interesse de sua teoria é na estruturação do conhecimento tendo por base as organizações conceituais já existentes que funcionam como estruturas de ancoradouro e acolhimento de novas idéias.
Assim, uma ação pedagógica, ao preocupar-se com a construção racional de novas estruturas conceituais, deve preocupar-se, em primeiro lugar, com uma análise racional da estrutura do assunto a ser ensinado e, em seguida, uma análise lógica de conteúdos organizados já existentes na mente do aluno que sejam relevantes para a aprendizagem do assunto. Desse modo, conhecimentos previamente adquiridos são fundamentais para a compreensão e internalização de novos significados de palavras, de conceitos, de proposições, etc., pois servem de ancoragem às novas idéias, num relacionamento não arbitrário.
Ausubel, de certa forma, explicita e aprofunda o processo de assimilação dado por Piaget. Ambos concordam que "assimilar é incorporar um dado novo num esquema já existente", porém Ausubel argumenta que a aprendizagem significativa é específica de um conteúdo e que não há idade na qual todos os alunos possam lidar com abstrações secundárias, abstrações a partir de outras abstrações, em qualquer área.
Ele postula em sua teoria da assimilação uma relação binária entre duas dimensões de aprendizagem: uma representada pelo continuum aprendizagem significativa/ aprendizagem mecânica e a outra representada pelo continuum aprendizagem por recepção/ aprendizagem por descoberta. Ambas aparecem como extremos em um rol de múltiplas possibilidades: a primeira diz respeito ao como "uma nova informação é, ou não, incorporada às representações já internalizadas e organizadas pelo aluno" e a segunda aos itinerários, mais ou menos autônomos, de processamento da nova informação.
BIOGRAFIA
David Paul Ausubel nasceu nos Estados Unidos, na Cidade de Nova York, no ano de 1918, filho de uma família judia pobre de imigrantes da Europa Central.
OBRAS
Psicologia Educacional: Editora Interamaricana, Rio de Janeiro, 2ª edição,1980.
The Psychology of Meaningful USA ,Editora Verbal,1ª Edição,1963.
Psicologia Educacional: um ponto de vista cognitivo, Editora Trillas, México,1976.
MÉTODO CONTEÚDO SIGNIFICATIVO
Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica
Pode-se dizer que ocorre uma aprendizagem significativa quando um indivíduo consegue relacionar uma nova informação a algum aspecto relevante, já existente, em sua estrutura de conhecimento. Depende, portanto, da experiência prévia do indivíduo, uma vez que envolve, a nível psicológico, a assimilação de novas informações dentro de uma estrutura de conhecimento específica existente na estrutura cognitiva. Assim, quando a ação pedagógica possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações a conceitos que ele já possui, os novos elementos de conhecimento aprendidos poderão ser distribuídos de forma significativa e relacionados de maneira não arbitrária na sua estrutura de conhecimento.
Por outro lado, quando não existem conceitos relevantes na estrutura ou quando não se conseguem relacionar novas informações a conceitos relevantes existentes novos informações podem ser assimiladas, só que de forma mecânica. Pode-se dizer, então, que uma aprendizagem mecânica ocorre quando não se consegue relacionar uma nova informação a conceitos já existentes na estrutura cognitiva ou quando não existem, na estrutura, conceitos com os quais a nova informação possa ser relacionada de forma significativa.
Elementos de conhecimento aprendido de forma puramente mecânica são distribuídos arbitrariamente na estrutura cognitiva e não se relacionam a conceitos especificamente relevantes.É importante ressaltar que, de um modo geral, não se pode afirmar que uma aprendizagem possa ser 100% significativa e 0% mecânica e nem que possa ser 0% significativa e 100% mecânica. Até mesmos elementos como números de telefones, palavras, etc., quando são decorados, ficam de alguma forma relacionados a outros elementos na estrutura de conhecimento e, por outro lado, por mais que uma aprendizagem seja significativa, existe sempre algo de mecânico nela.
Uma aprendizagem poderá ser mais mecânica ou mais significativa e isso vai depender, também, da disposição do aprendiz em aprender algo, do seu esforço consciente para relacionar o novo conhecimento à estrutura de conceitos ou a elementos de conhecimentos já existentes em sua estrutura cognitiva e também do grau de desenvolvimento desses conceitos e da gama de possíveis ligações que podem, ou não, ser feitas entre novas informações e a estrutura cognitiva existente.
Uma grande questão levantada pela Teoria de Ausubel diz respeito à origem dos subsunçores. Se eles não estiverem presentes para viabilizar a Aprendizagem Significativa, como é possível criá-los?
Segundo Ausubel a Aprendizagem Mecânica e necessária e inevitável no caso de conceitos inteiramente novos para o aprendiz, mas posteriormente ela passará a se transformar em Significativa. Para acelerar esse processo Ausubel propõe os Organizadores Prévios, âncoras criadas a fim de manipular a Estrutura Cognitiva, interligando conceitos aparentemente não relacionáveis através da abstração.
Para que ocorra uma Aprendizagem Significativa segundo Ausubel, é necessário que:
O material a ser assimilado seja Potencialmente Significativo, ou seja, não arbitrário em si. Mesmo materiais arbitrários então, podem ser tornados significativos através de Organizadores Prévios.
Ocorra um conteúdo mínimo na Estrutura Cognitiva do indivíduo, com subsunçores em suficiência para suprir as necessidades relacionais.
A Aprendizagem Significativa se divide em 3 tipos:
A Aprendizagem Representacional é basicamente uma associação simbólica primária. Atribuindo significados a símbolos como por exemplo valores sonoros vocais a caracteres lingüísticos.
A Aprendizagem de Conceitos é uma extensão da Representacional, mas num nível mais abrangente e abstrato, como o significado de uma palavra, por exemplo.
A Aprendizagem Proposicional é o inverso da Representacional. Necessita é claro do conhecimento prévio dos conceitos e símbolos, mas seu objetivo e promover uma compreensão sobre uma proposição através da soma de conceitos mais ou menos abstratos. Por exemplo o entendimento sobre algum aspecto social.
Aprendizagem Recepção e Aprendizagem Descoberta
Não se deve fazer confusão entre Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica e Aprendizagem Receptiva e Aprendizagem por Descoberta. Uma aprendizagem pode ocorrer mais por recepção ou mais por descoberta. Uma aprendizagem por descoberta pode ser mais mecânica ou mais significativa; uma aprendizagem por recepção também pode ser mais mecânica ou mais significativa.
O fato de uma aprendizagem ser mais mecânica ou mais significativa representa a forma através da qual uma nova informação é adquirida (questão de aprendizagem); o fato de uma aprendizagem ser mais receptiva ou mais por descoberta representa a abordagem instrucional empregada (questão de ensino).Em síntese, uma aprendizagem pode ser mais significativa ou mais mecânica; pode ser mais por recepção ou mais por descoberta; pode ser por recepção e significativa ou por recepção e mecânica; pode ser por descoberta e significativa ou por descoberta e mecânica.
Um quadro, apresentado a seguir, essas relações:









A linha vertical representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Significativa e a Aprendizagem Mecânica. Quanto mais se desloca para cima, mais significativa e menos mecânica estará ocorrendo à aprendizagem e quanto mais se desloca para baixo, mais mecânica e menos significativa será. A linha vertical diz respeito, portanto, ao trabalho do aluno, à tarefa da aprendizagem.
A linha horizontal representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Receptiva e a Aprendizagem por Descoberta. Quanto mais se desloca para a direita, mais por descoberta e menos por recepção estará ocorrendo a aprendizagem e quanto mais se desloca para a esquerda, mais por recepção e menos por descoberta será. A linha horizontal, diz respeito, portanto, ao trabalho do educador, à tarefa de ensino.
As tabuadas, por exemplo, dependendo do trabalho de ensino realizado, são apresentadas aos alunos prontas e acabadas para que eles a decorem, oferecendo-lhes pouca ou nenhuma oportunidade de construírem os conceitos a ela relacionada. Representam, portanto, um trabalho de ensino por recepção e um trabalho de aprendizagem altamente mecânico.
Os problemas de quebra-cabeça representam, normalmente, atividades nas quais os alunos têm oportunidade de descobertas, mas, por serem repetitivos a aprendizagem da grande maioria dos conteúdos a eles relacionados, acaba acontecendo por ensaio e erro e, portanto, de forma bastante mecânica.
Numa atividade de classificação de objetos de acordo com alguns conceitos previamente estabelecidos, na qual se torna possível à clarificação de relações entre eles, há pouca descoberta a ser realizada, mas por ser uma atividade que exige um alto grau de reflexão, pode tornar-se altamente significativa para o aprendiz.
Teoria da Inclusão
Ausubel preocupa-se com a aprendizagem que ocorre na sala de aula da escola. O fator mais importante de aprendizagem é o que o aluno já sabe. Para que ocorra a aprendizagem, conceitos relevantes e inclusivos devem estar claros e disponíveis na estrutura cognitiva do indivíduo, funcionando como ponto de ancoragem. Ausubel está interessado em saber como os indivíduos aprendem grandes quantidades de material significativo por meio de apresentações verbais/textuais em um quadro escolar. Um processo primário em aprendizado é a inclusão, na qual o conhecimento novo é relacionado com as idéias relevantes da estrutura cognitiva existente em uma base substantiva. As estruturas cognitivas representam o resíduo de todas as experiências de aprendizado. A aprendizagem ocorre quando uma nova informação ancora-se em conceitos ou proposições relevantes preexistentes na estrutura cognitiva do indivíduo. O armazenamento de informações no cérebro é altamente organizado formando uma hierarquia na qual elementos mais específicos de conhecimentos são ligados (iguais assimilados) a conceitos mais gerais, mais inclusivos.
Ausubel recomenda o uso de organizadores prévios que sirvam de âncora para a nova aprendizagem e levem ao desenvolvimento de conceitos classificadores que facilitem a aprendizagem subseqüente.
Organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do material a ser aprendido em si. Sua principal função é de servir de ponte entre o que o aprendiz já sabe e o que ele deve saber a fim de que o material possa ser aprendido de forma significativa. Facilitam a aprendizagem na medida em que funcionam como "pontes cognitivas". "A essência do processo de aprendizagem significativa é que idéia simbolicamente expressa sejam relacionadas de maneira substantiva (não literal) e não arbitrária ao que o aprendiz já sabe, ou seja, a algum aspecto de sua estrutura cognitiva especificamente relevante para a aprendizagem dessas idéias. Este aspecto especificamente relevante pode ser, por exemplo, uma imagem, um símbolo, um conceito, uma proposição, já significativo".
Ausubel (1978, p.41): "As idéias mais gerais de um assunto devem ser apresentadas primeiro e, depois, progressivamente diferenciadas em termos de detalhe e especificidade. Os materiais de instrução devem tentar integrar o material novo com a informação anteriormente apresentada por meio de comparações e referências cruzadas de idéias novas e antigas.”

CONCLUSÃO
Ausubel deixa claro que no processo de ensino o principal é que a aprendizagem seja significativa. Isto é, o material a ser aprendido precisa fazer algum sentido para o aluno. Isto acontece quando a nova informação ancora-se nos conceitos relevantes já existentes na estrutura cognitiva do aprendiz.
BIBLIOGRAFIA
AUSUBEL, D.P. et ai. Psicologia educacional. Rio de Janeiro; Editora Interamericana, 1980.
http://www.rdefendi.sites.uol.com.br/ausubel/ausubel12.htm
http://www.clubedoprofessor.com.br/diariodebordo/Textop5a.htm
http://www.officinadamente.com.br/Verbetes/VebertesTeoriasDaAprendizagem_A_E....

Comentários:americano, David Paul Ausubel,novaiorquino, em 1918, judeu e pobre, sua teoria de aprendizagem, organismo aprende. Sua teoria educacional: preocupa-se com a forma pela qual a pessoa influencia o organismo a aprender:
Cognitiva;mente; afetiva: dor, prazer, satisfaça, descontentamento, alegria e ansiedade; psicomotor: responsável musculares. É trabalho por Bruner, influencia n processo curricular. Ausubel “toda aprendizagem significativa se tiver significado para o aluno”.
Conteúdo significativo relaciona o conhecimento com o já existente.
Estrutura cognitiva: representa experiências sensoriais do sujeito
Processo de ancoragem: resultado do crescimento e modificações dos conceitos subordinados do outro
Significação: quando o indivíduo consegue relacionar uma nova informação ao já existente (organização verbal e organizacional)
Ação pedagógica: possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações
(Não existe conceito importante são mecanizados se não há interesse o aprendizado é insignificativo)
Aprendizagem: relação com estrutura de conhecimento, mesmo que significativo, existe sempre algo de mecânico nela para ser significativo
Disposição do aprendiz; esforço consciente
Ausubel aprofunda o processo de assimilação de Piaget, assimilar é incorporar um do novo num esquema já existente.
Aprendizagem significativa:
Recepção: conhecimento apresentado de forma final.
Descoberta:liga-se os conceitos subsunções resultantes existentes na estrutura cognitiva
Preocupa-se com o aprendizado em sala de aula. Aprendizado que já s sabe é ponto de ancoragem.
Mecânico pode virar significativo; significativo pode virar mecânico.
O professor é que dá significado
Ausubel: cognitivista estrutura cognitiva de Piaget, quando conteúdo é matéria didática tem significado para o aluno forma o individual, interesse e necessidades, subsunçores são os conhecimentos pré-adquiridos como base para os conhecimentos novos ancoragem. A motivação é extrínseca, não se espera a intrínseca. O professor tem que motivar. o professor tem que ter uma forma ampla e diversificada e conteúdo, psicologia, sociologia e filosofia.
Aprendizagem social/ de comunhão
Temos o tempo diante de nós para organizar o tempo, não precisa esperar que a criança amadureça para ele. O professor deve ser amplo e despertar o interesse da criança. Procura de assimilação acumulação o professor é o responsável pelo processo de assimilação. Importância do material significativo veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Obra-chave dentro da produção de Drummond, A rosa do povo, publicada em 1945, reflete a maturidade que o poeta alcançou desde sua estréia. Nela, conforme já se afirmou, além de acentuado progresso técnico-formal, estão presentes duas conquistas decisivas para a evolução de nossa literatura: o realismo social, particularmente penetrante e que não se restringe, apenas ao lirismo da poesia engajada; a poesia metapoética, alimentada pela reflexão introspectiva sobre o sentido da escrita como obra de arte. Este é o mais extenso e o mais variado dos livros de Drummond ( 55 poemas, alguns longos). Nele desfilam os principais temas de sua obra; o verso livre e a estrofação irregular alternam com versos de métrica tradicional dispostos em estrofes regulares; o estilo ora é "puro"(elevado, "poético" ), ora é "mesclado"(mistura de elevado e vulgar, sério e grotesco). Livro difícil, é dos mais discutidos e apreciados da poesia moderna brasileira. Obra de linguagem poética com participação social. Os poemas de A rosa do povo foram escritos nos anos sombrios da ditadura de Vargas e da Segunda Guerra Mundial. Os acontecimentos provocam o poeta, que se aproxima da ideologia revolucionária anticapitalista de inspiração socialista, e manifesta sua revolta e sua esperança em poemas indignados e intenso.

Temas: eu-estar no mundo ( o amor, a família, o tempo, a velhice), a metapoesia (poesia pela própria poesia), eu igual ao mundo,... Portanto, em A rosa do povo, o poeta testemunha sua reação ante a dor coletiva e a miséria do mundo moderno, com seu mecanismo, seu materialismo, sua falta de humanidade. Essa fase enriqueceu sua essencialidade lírica e emocional, e, através da profunda consciência artística, o poeta atingiu a plenitude, a cristalização, a humanização, sob a forma suave e terna, em que o itabirano mergulha no lençol profundo de sua província e de seus antepassados, para melhor compreender a "máquina do mundo", a angústia de seu tempo, o desarvoramento do homem contemporâneo, com um largo sentimento de fraternidade. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
FERRAZ, Maria Heloisa C. de T.; FUSARI, Maria Felisminda de R. e. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

Resumo.
O ensino e a aprendizagem da arte fazem parte da produção artística em todos os tempos.
A mudança da educação tradicional para o processo de aprendizagem do aluno também ocorreu no âmbito do ensino de Arte.
As pesquisas de vários campos das ciências humanas sobre o desenvolvimento da criança e sobre o processo criado, sobre a arte e outras culturas. Na confluência da antropologia, filosofia, psicologia, psicanálise, critica da arte, da psicopedagogia e das tendências estéticas surgiram princípios inovadores para o ensino de artes plásticas, musica, teatro e dança que valorizam a livre expressão e a sensibilização para a experimentação artística visando o potencial criador.
A necessidade e a capacidade da expressão artística enquadrada em palavras de ordem, em aplicação mecânicas das atividades das crianças, geram deformações na idéia original e banalização do deixa fazer, deixar a criança fazer arte, sem nenhuma intervenção. Esse objetivo de facilitar o desenvolvimento criador da criança, no entanto desencadeou uma indiscriminada idéia vaga e imprecisa sobre a função da educação artística.
Na década de 60, arte-educadores, questionava, a idéia do desenvolvimento espontâneo, inaugurando uma nova tendência, com o objetivo era precisar o fenômeno artístico como conteúdo escolar, articulando-se em dois movimentos: a revisão critica da livre expressão e a investigação, na pedagogia, na psicologia cognitivista, na própria produção artística, entre outras.
No inicio dos anos 70, os Estados Unidos afirmavam que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem. A tarefa do professor era propiciar essa aprendizagem por meio da instrução, buscando meios para transforma idéias, sentimentos e imagens num objeto material, estabelecimento de conceitos solidificam e fundamentam dentro do currículo escolar, definindo contornos com base em características ao fenômeno artístico. A partir daí, pesquisas ressaltara as que investigam o modo de aprender dos artistas.
O ensino da arte é identificado pela visão humanista e filosófica que demarcou as tendências tradicionais e escolanovistas. Que apesar de contrapor as proposições, métodos e entendimento dos papeis do professor e do aluno, influenciaram ações escolares de Artes.
Na primeira metade do século XX, disciplina de Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico, faziam parte dos programas escolares. O ensino de arte era voltado ao ensino técnico, o professor transmitia aos alunos códigos, conceitos e categorias.
A disciplina de Desenho apresentada sob a forma de Desenho Geométrico, Desenho Natural e Desenho Pedagógico era considerado aplicação imediata e a qualificação para o trabalho.
Teatros e danças eram reconhecidas como parte de festividades e celebração de datas. A musica, o Canto Orfeônico preparado pelo compositor Heitor Villa-Lobos, na década de 30 difundia idéias de coletividade e civismo. Esbarrando na atividade pratica dos professores e transformou-se em aulas de musicas baseada em aspectos matemáticos e visuais com a memorização de peças orfeônicas de caráter folclórico, cívico e exaltação. Isso por 30 anos, quando o Canto Orfeônico é substituído pela Educação Musical, pela LDB de 1961.
Entre os anos 20 e 70 o ensino da Arte volta-se para o desenvolvimento natural da criança valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo, enfatizando repetições de modelos, e deslocando a ênfase para os processos de desenvolvimento do aluno e sua criação.
Desenho e Artes Plásticas BUSCAM A ESPONTANEIDADE, AUTONOMIA E DESCOBERTA, BASEANDO-SE NA AUT-EXPRESSÃO DOS ALUNOS.
Com a Educação Musical a musica pode ser sentida, tocada dançada, cantada. Utiliza-se jogos, instrumentos de percussão, todas e brincadeiras buscava-se um desenvolvimento auditivo, rítmico, expressão corporal e a socialização das crianças que são estimuladas a experimentar, improvisar e cria.
A semana Da Arte Moderna, em 1922, tenta-se trabalhar-se a arte fora das escolas, cresce os movimentos culturais. As artes plásticas ganham novas expressões, surgem museus em todo o país. Obras deixam de ser só eruditas, mas se popularizam, aproximando e influenciando a Arte escolar. Até 1960, havia poucos cursos de formação de professores nesse campo, e professores de quaisquer matérias ou pessoas com alguma habilidade na área poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas e Musica.
Em 1971, a LDB, a arte é incluída no currículo escolar com o titulo de Educação ARTÍSTICA, mas é considerada atividade educativa e não disciplina.. foi um avanço, mas os professores não estavam habilitados essa contradição demonstrou o enfrentamento de dificuldades da base na relação entre teoria e pratica.
Faculdades de Educação ARTÍSTICA foram criadas para cobrir o mercado, mas não estavam preparadas, os professores tentavam equacionar objetivos inatingíveis, com atividades múltiplas, envolvendo exercícios musicais, plásticos, corporais, sem conhece-los bem e justificados e divididos apenas por faixas etárias.
Entre 70 e 80, antigos professores e os recém formados viram-se responsáveis em educar alunos em todas as linguagens artísticas tornando-se polivalentes em Artes, o que diminuiu a qualidade de cada forma de arte.
A partir de 80 constituiu-se o movimento Arte-educação com finalidade de conscientizar e organizar profissionais ampliando as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor. Novos andamentos a ação educativa foram propostas por universidades, associações de arte-educadores, entidades publicas e particulares.
Em 1988, a Constituição Federal retira a obrigatoriedade da área, porem, e a LDB de 1996 revoga e considera a Arte obrigatória na educação básica. O inicio do movimento arte educação evolui-0se pra discussões que geraram concepções e novas metodologias para o ensino e a aprendizagem da arte nas escolas. Identificado por Arte e não mais Educação Artística, é estruturada no currículo escolar como área com conteúdos próprios ligados a cultura artística a não mais atividade. Trata-se de estudos sobre a educação estética do cotidiano, encaminhando o pedagógico-artístico a integração de fazer- artístico, a apreciação da obra de arte e a contextualização histórica ( produção, fruição e reflexão).
Sem uma consciência clara de sua função e da arte como área de conhecimento com conteúdos específicos, professores não conseguem formular um quadro de referencias conceituais e metodológicas para alicerçar sua ação pedagógica. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Robert Mills Gagné, Nasceu em 1916, na cidade d Andover Norte, Massachutts, EUA. Recebeu PhD e Psicologia em 40, e lecionou na Universidade de Connectitck par mulheres de 1940 a 1949.
Foi diretor de pesquisa do laboratório da formação aérea dos EUA e consultor do departamento de defesa.
Em 1962, publicou o artigo Treinamento Militar e princípios de aprendizagem.
Em 1968 publicou Hierarquias da Aprendizagem e quatro anos depois , adiando seu trabalho identificando categorias. A habilidade de cada um varia conforme a capacidade de cada um.
Para que aconteça a aprendizagem precisa se ter o interesse do aluno, motivação, desejo de realizar a tarefa.
Deve-se respeitar a capacidade do aluno, diferenças individuais, e as habilidades especificas, com avaliações constantes.
Definição do currículo deve se seqüências de unidades arranjadas de maneira tal q eu a aprendizagem de uma unidade pode ser concebida como um simples ato, uma vez que a capacidades descrita por unidades especificas previamente aprendidos já tiverem sido desenvolvidas.
Ele é adepto de Skinner, aprendizagem de maneira superficial para responder as exigências do cotidiano. A escola perde a qualidade porque não avança par novos conceitos. A avaliação não comparativa, só é valida se houver mudança de comportamento desejados, não precisa ser escrita mas tem que ser desafiar.
As contribuições de Gagné
Este destaca a importância de uma hierarquia de tipos d aprendizagem que vai da simples associação de estímulos à complexidade da solução de problemas. Cada tipo de aprendizagem exige estratégias de ensino mais adequadas.
1. Na aprendizagem de signos que é a indicação de outra coisa associadas entre elas. São signos naturais, mas que pode ser criar os artificiais. É aquilo que chama atenção em termo de símbolo involuntário. Não há nada que força a isso, que chame a atenção, como outdoors, porem nem todos chamam a atenção, aquilo que conecta – condicionamento pavloriano. Condicionamento involuntário – resposta automática, hábito, preso a aprendizagem anterior- Ausubel- ancora, subsunçores.
2. Na aprendizagem estimulo-reposta, a resposta aprendida é precisa implicando em movimentos musculares, este é o condicionamento operante de Skinner;, não é involuntário, passa a ser voluntário. Skinner –crio a situação e induzo o aluno a agir daquele jeito ( o professor é responsável pela aprendizagem).
3. Na aprendizagem em cadeia, é quando há casos que deve ser aprendida uma determinada seqüência ou ordem e ações. Para Skinner, este tipo de aprendizagem é apenas uma serie de ligações estimulo-respostas. Gestalt consideram uma visão de conjunto onde cada etapa é apenas uma parte do todo, que é aprendido como globalidade. Há um desempenho físico, - dei um sinal, me chama a tenção, me dá uma resposta interessante, envolvimento, porem este movimento é ativo que desperta uma ação que exige o desencadeamento de reações motoras, que não é preciso pensar automático como dirigir o carro.
4. A aprendizagem de associações verbais consiste num tipo de aprendizagem de cadeia, mas implica uma operação de processos simbólicos. Não pode ser passado se antes não tiver com o que se associar (figuras), associação.
5. discriminação múltiplas - Quando a criança se dedica a distinguir marcas e modelos de automóveis e reconhecê-los, implica numa associação de vários elementos, mas também separados e discriminá-los. Classificar, diferenciar, nomes de pessoas. As crianças são capazzes de identificar mínimos detalhes. Segundo Aristóteles a associação sai do mais simples para o complexo.
6. A aprendizagem de conceitos, para Gagné significa aprender a responder a estímulos em termos de propriedades abstratas e concretas. Definir, explicar com minhas palavras o que entendi, a respeito desse assunto.
Aprendizagem de princípios consiste na relação entre dois ou mais conceitos.
7. Aprendizagem de Resolução de problemas, este consiste em elaborar um novo princípio combinando princípios já aprendidos. A pessoa que aprende deve ser capaz de identificar os traços essenciais da reposta que dará a solução antes de chegar à mesma. Não é transferir o conhecimento para resolver a situação/problema, e sim, tem que ser algo autentico renovador para contribuir para evolução.
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“Hilfe!”, “Hilfe!”, “Hilfe!” – A ópera começa com a entrada de Pamino, esbaforido, gritando por socorro num bosque desconhecido. Antes de entendermos do que foge, esta maneira de começar a peça musical denota o estabelecimento de uma marca: vamos entrar num terreno iniciático, diferente do cotidiano regular.


Fugia de uma serpente de uma enorme serpente, pronta para devorá-lo. Acaba desfalecendo e é salvo por três Damas da Rainha o observam em segredo e correm a dar a notícia de sua chegada ao reino da Rainha da Noite. Entrementes, um caçador de pássaros, Papageno, entra em cena e, vendo a carcaça da serpente acaba assumindo a autoria da salvação diante de um atônito Tamino. Quando este se encontra no auge de sua fanfarronada, chegam as três Damas novamente, bem a tempo de pegá-lo mentindo. Papageno e castigado e elas, na condição de porta-vozes da Rainha da Noite, dão as boas vindas a Pamino e contam a história de Pamina. A jovem e bela princesa, filha da Rainha da Noite, seqüestrada pelo perverso Sarastro, um poderoso feiticeiro, em cujo castelo a mantém cativa. Elas entregam um retrato de Pamina enviado pela própria Rainha da Noite a Tamino, que imediatamente se apaixona pela beleza da princesa.


Tamino canta uma ária em louvor à beleza de Pamina. Nisso a Rainha da Noite, um ser sobrenatural que usa um véu negro, surge diante dele. Ela confirma a história contada por suas três Damas, fala da perda de sua filha para Sarastro e roga a Tamino que liberte sua filha das garras de Sarastro. Apaixonado, Tamino decide empreender a tarefa imediatamente. A Rainha, usando seus poderes mágicos oferece ao príncipe uma arma: uma flauta dotada também de poderes sobrenaturais. Sempre que enfrentar quaisquer perigos bastará tocar esta flauta mágica que todos os obstáculos serão vencidos. A Rainha recruta ainda Papageno para auxiliar Tamino nesta tarefa e lhe dá como arma um “glockenspiel”, um pequenino carrilhão que imita sons de sinos. Como auxiliares em sua longa jornada, ambos contarão ainda com três Gênios da Floresta que os ajudarão a encontrar Sarastro e Pamina, assim como a superar dificuldades que surjam.


Saem os heróis principais, armados com seus instrumentos, guiados pelos três Gênios da Floresta.


Pamina é mantida prisioneira sob a guarda de três escravos liderados pelo mouro Monostatos, serviçal de Sarastro. Monostatos a deseja e, dominado por intensa sensualidade tenta por todos os meios seduzir Pamina. No interior do palácio, Monostatos avança mais uma vez sobre Pamina quando Papageno entra em cena. Ambos se assustam. O mouro foge da presença da estranha figura do caçador de pássaros. Pamina, aliviada do assédio de Monostatos, conversa com Papageno, que se apresenta como embaixador da Rainha da Noite – fazendo a princesa feliz – e conta os planos de sua mãe para libertá-la. Pamina fortalece suas esperanças na libertação ao saber que um jovem e belo príncipe se encontra a caminho para tirá-la das garras do poderoso Sarastro. Ignorando a real história de seu cativeiro, a real personalidade de Sarastro e seguem as orientações da Rainha da Noite, cujas intenções também ignoram. Quando pela primeira vez se encontram, por sinal, Pamina e Tamino cantam em dueto uma belíssima ode ao amor sublime entre um homem e uma mulher.


Entrementes, Tamino, guiado pela magia dos três Gênios da Floresta, chega aos domínios de Sarastro. Antes de prosseguir na sua missão, recebe ele a recomendação de observar três virtudes essenciais: firmeza, paciência e sigilo. “Empenhe-se como verdadeiro homem e conseguirá seu objetivo”. Pamino chega a um bosque no qual se erguem três templos muito belos. Colocados lado a lado, no da esquerda está escrito “Natur” – Templo da Natureza, “Weisheit” – Templo da Sabedoria – “Vernunft” – Templo da Razão. Em dúvida sobre qual dos templos detém o ideal que busca e já partindo para o processo de tentativas, Tamino está prestes a bater à porta do Templo da Natureza quando escuta um coral que lhe barra a entrada dizendo: “Zurük” – para trás! A seguir prestes a bater à porta do Templo da Razão escuta novamente: “Zurük” - para trás! Finalmente, ao bater à porta do Templo da Sabedoria a porta se abre e um velho sacerdote, ricamente trajado em vestes brancas e com voz suave se dirige a Tamino: “Que traz você aqui, jovem audacioso? Que procuras neste local sagrado?” Tamino lhe revela suas intenções: quer libertar a princesa Pamina das mãos do cruel feiticeiro Sarastro. O Sacerdote percebe que Tamino é movido pelo Amor mas que está mal informado acerca de Sarastro. Passa a buscar desfazer a imagem errônea que dele faz Tamino. Este insiste em saber onde a princesa se encontra tendo por toda a resposta o silêncio. Fica aliviado ao saber, contudo, por vozes estranhas ao templo, que ela ainda vive. O sacerdote se afasta e Tamino agora resolve tocar a Flauta Mágica, sua arma salvadora. Papageno, ao longe, ouve o som e lhe responde com a sua flauta de caçador de pássaros. Fica imaginando se Papageno teria encontrado Pamina. Em instantes Papageno entra em cena com Pamina – livre de suas correntes – orientado que fora pelo som da Flauta Mágica. Monostatos segue a ambos, com auxílio dos escravos e os alcança já próximos de Tamino. Estão prestes a aprisioná-los quando Papageno se recorda de sua arma mágica, o “glockenspiel”, e o toca. Ao som de uma dança alegre e saltitante os bandidos saem dançando, como que enfeitiçados.
Pamina, Tamino e Papageno estão respirando aliviados quando um som de trombetas anuncia a chegada de Sarastro. Papageno teme por sua sorte e Pamina julga-se perdida. Afinal, acabara de fugir de Monostatos, que o mantinha cativa por ordem de Sarastro.


O séqüito de Sarastro chega ao local em que se encontram. Sarastro, saudado pelo coral, entra em cena. O coral diz: “O homem sábio o aclama, o falso aprende a temê-lo. Com paciência ele nos guia para a Sabedoria e para a Luz. Pois ele é nosso líder, proclamando a retidão.”


Monostatos conta a Sarastro a sua versão dos eventos recentes. De como aquela “estranha ave” – Papageno – o havia surpreendido e retirado Pamina de seus olhos. Sarastro compreende tudo e ordena que dêem “77 chibatadas” nos pés de Monostatos, que sai carregado por outros escravos para a sua punição.


Pamina se aproxima do Grão Sacerdote Sarastro e confessa sua transgressão, seu desejo de escapar para voltar ao convívio de sua mãe. Revela ainda o assédio que vinha sofrendo por parte do mouro Monostatos. Sarastro informa compreender suas intenções e que não poderia se interpor entre ela e seu anseio de amar. Ressalta, contudo, que não poderá, ainda, libertá-la. Revela quem de fato é sua mãe e seus planos para destruir a fraternidade de Ísis e Osíris – propõe-se a manter Pamina a seus cuidados e dos membros daquela fraternidade.


Papageno e Tamino percebem que tinham uma impressão equivocada sobre Sarastro, impressão neles inculcada pela Rainha da Noite, e agora, admirados com Sarastro e a irmandade de Ísis e Osíris manifestam sua vontade de também serem membros. Sarastro lhes informa que, neste caso, deverão passar por um julgamento e uma série de provas a fim de que sejam aceitos. Têm início aqui os preparativos para a Iniciação de Tamino e de Papageno que, com a cabeça recoberta por espessa venda, saem de cena.

Chegamos ao final do I Ato.

O II Ato começa num bosque com desenhos estranhos e uma pirâmide truncada ao fundo. Dezoito sacerdotes se posicionam em três pontos da cena, à esquerda, à direita e ao fundo. Sarastro, de pé ao centro, abre a reunião anunciando: “Iniciaremos neste Templo da Sabedoria, servos de Ísis e Osíris. Com alma pura eu declaro a todos vós que esta assembléia é uma das mais importantes do nosso Templo. Tamino, filho de um rei, vinte anos de idade, está à porta de nosso Templo.” Três dos sacerdotes se levantam, um a cada vez. O primeiro questiona: “Ele é virtuoso?” pergunta o primeiro. “Ele é discreto?” pergunta o segundo. “É um homem caridoso?” pergunta o terceiro. Sarastro responde afirmativamente a todas as questões e pergunta se todos concordam com a iniciação, devendo manifestar-se erguendo uma das mãos. O grupo de sacerdotes que se encontra à esquerda o faz e mantém-se assim enquanto a orquestra entoa uma nota constante. A seguir, o mesmo para o grupo que está à direita e, finalmente, o grupo que está ao fundo, pontuados por uma mesma nota cada, totalizando três toques. Sarastro encerra a reunião cantando uma ária em que invoca a proteção de Ísis e Osíris.

Os dois iniciandos estão prontos para o cerimonial. Este tem início com Tamino e Papageno conduzidos por um sacerdote cada um, no átrio do Templo. Desvendado, Tamino reafirma sua intenção de galgar a sabedoria e ter como recompensa o amor de Pamina. Quando questionado pelo Orador, emite respostas simples, firmes e diretas. Papageno contudo, questionado pelo sacerdote, manifesta-se apenas ansioso pelos prazeres da vida: “comer, dormir e beber. Isto é bastante para mim. Se possível, ter uma bela esposa.” O Orador dá a palavra final: aconteça o que acontecer daqui para frente ambos terão de manter silêncio absoluto. Se violarem esta ordem estarão perdidos. Orador e Sacerdote previnem a ambos quanto às malévolas tentações femininas. Logo que estes saem, deixando os dois sozinhos com suas meditações, entram as três Damas da Rainha da Noite que advertem os dois sobre o perigo que correm se permanecerem naquele lugar. “Tamino, certamente a morte o aguarda. Papageno, você está perdido para sempre.” Apavorado, Papageno começa a tagarelar e é por várias vezes repreendido por Tamino que lhe faz recordar o que ambos prometeram aos sacerdotes. Diante das três Damas, Tamino mantém silêncio e elas se vão. A prova termina com os sacerdotes entrando em cena e informando que Tamino vencera aquela etapa.

Na cena seguinte, vemos Pamina a ser preparada para a sua Iniciação. Pamina está adormecida no jardim do palácio de Sarastro. Monostatos surge para mais uma vez tentar seduzir a jovem. Canta a sua paixão pela beleza da princesa. A Rainha da Noite surge em meio a trovões fazendo Monostatos esconder-se amedrontado. Ao perguntar a Pamina sobre o destino do jovem que ela lhe havia enviado a filha retruca que este será iniciado na fraternidade de Ísis e Osíris. Percebendo a gravidade da situação a Rainha, sabedora de que Pamina também está enredada pela fraternidade dos iniciados, entoa a magnífica “Ária da Vingança”, um desafio para a soprano que o interpreta. Extravasa toda a sua cólera contra Sarastro e seus seguidores. Entrega um punhal à filha com a recomendação de que assassine seu inimigo mortal. A Rainha da Noite desaparece tão misteriosamente como havia surgido. Monostatos, que se ocultara diante da aparição da Rainha, reaparece e toma o punhal das mãos da princesa ameaçando-a caso não se entregasse a seu apetite sensual. Exatamente no momento em que ele tenta possuir a jovem, Sarastro entra em cena, compreende o que se passa e repreende Monostatos. Este sai, ficando Sarastro e Pamina a sós. Este revela a Pamina que já conhecia os planos de vingança da Rainha da Noite contra ele e a fraternidade de Ísis e Osíris. De sua parte, numa bela ária, Sarastro mostra quais são as armas de que dispõe para derrotar a Rainha:



“Em nosso sagrado templo,

A vingança é desconhecida,

E aqueles que se desviam do dever

O caminho lhes é mostrado com amor

Com ternura são levados pela mão fraterna

Até encontrarem, com alegria, um lugar melhor



Dentro de nossa sagrada maçonaria,

Por laços de amor estamos unidos

Cada um perdoa o seu próximo

Aqui não há traição

E aqueles que desprezam este nobre plano

Não merecem ser chamados de homem.”



Com esta ária, de forma serena e firme, Sarastro ressalta a diferença entre o que a Rainha da Noite diz e o que a fraternidade de Ísis e Osíris realmente representa. Pamina conhece agora a face da verdade: a crueldade e os propósitos de vingança da Rainha da Noite estão em vivo contraste com a serenidade e o equilíbrio, temperados com o mais sincero amor fraternal revelados por Sarastro. Aqui se encontra o clímax da ópera, a universal confrontação da Luz contra as Trevas.

Na próxima cena, Tamino e Papageno prosseguem em suas provas. Ambos devem continuar guardando o mais absoluto silêncio, conforme recomendação do Orador e do Sacerdote. Para Papageno um teste estranho: surge a seu lado uma mulher muito velha coberta por um capuz e uma longa capa que, ocultando sua face e suas formas. Puxando conversa com ele e revela que tem dezoito anos e que seu namorado se chama Papageno. Vai revelar o seu nome quando desaparece num alçapão. Espantado, puxa conversa com Tamino, que sucessivas vezes o repreende. Tamino será submetido à prova ainda mais difícil: Pamina entra em cena e lhe dirige palavras de amor, mas ele está impedido, por seu juramento de silêncio, de dirigir-lhe a palavra. Ambos sofrem muito com esta situação. Tamino desejaria falar-lhe, mas está impedido. Pamina julga, desconcertada, que Tamino lhe renega seu amor. Chorando convulsivamente, deixa a cena com Tamino sofrendo muito pela dor que, involuntariamente, impôs à princesa.

Seguem as provas. Agora, no interior do Templo, Sarastro e outros sacerdotes entoam um coral em louvor a Ísis e Osíris. Tamino e Pamina são trazidos à sua presença. Faz-se silêncio em toda a assembléia. Sarastro previne a ambos que ainda deverão se submeter a outras provas. O casal deve despedir-se com um adeus pois agora o príncipe deve submeter-se à prova final – e seu futuro é incerto. Papageno também entra em cena e o sacerdote que o acompanha lhe diz que, embora não tenha sido bem sucedido na prova anterior, os deuses estavam dispostos a satisfazer-lhe um desejo. Ele pede um copo de vinho. A seguir recorda-se, numa alegre ária, Papageno canta seu maior anseio maior: que lhe seja concedida uma bem-amada, tão ansiosamente aguardada. A mesma velha de antes surge e informa que ele tem duas alternativas: casar-se com ela ou morrer. Ele se decide a aceitá-la e, como por encanto, ela se transforma numa jovem linda, a Papagena. Papageno corre a abraçá-la e é contido pelo sacerdote que lhe adverte: “Afaste-se, jovem! Você ainda não tem este direito!” E sai com a bela jovem deixando Papageno só e desolado.

Pamina, por sua vez, encontra-se num aprazível jardim envolvida por pensamentos melancólicos. Não tem certeza do amor de Tamino e, sentindo-se abandonada, pensa em suicidar-se utilizando o punhal que a mãe lhe dera. Surgem os três Gênios da Floresta, que buscam dissuadi-la daqueles maus pensamentos com a revelação de que Tamino está se submetendo a provas a fim de se unir a ela. Eles recomendam que Pamina os siga e verá Tamino em sua prova final.

Tamino está próximo ao Templo, onde se vêem duas cavernas – uma de cada lado do palco – com um portão gradeado. No centro, uma escada conduz a uma porta onde estão postados dois guardas armados. Os guardas cantam em dueto:



“Aquele que andar

Por estes caminhos

Cheios de dificuldades,

Terá de passar pelas provas

Do fogo, da água, do ar e da terra

E, se vencer

O temor da morte

Como que deixará a terra

Em direção ao brilho do céu.

Iluminados, coração e mente,

Empenhar-se-ão pelo direito

E no sagrado rito de Ísis

Encontrarão a verdadeira luz.”



Os dois guardas, avisando-lhe dos perigos, exortam à coragem de Tamino e Pamina no início destas provas. Tamino segue firme em seu propósito e informa que nenhuma ameaça pode amedrontá-lo.

Tamino prepara-se para enfrentar a primeira prova, a prova do fogo. Pamina se aproxima dele para participar também desta prova. Ambos entram na caverna por onde saem labaredas de fogo. Tamino, tocando a Flauta Mágica, passeia com desenvoltura em companhia de Pamina, pelas chamas que vão desaparecendo. A seguir atravessam por uma torrente de águas como de uma grande cachoeira sem que nada lhes aconteça, graças ao mágico som da Flauta. Ao retornarem vitoriosos são saudados por um coral de sacerdotes, Sarastro à frente, que se rejubilam com os iniciandos.

Próximo dali, Papageno ainda está atormentado, desconsolado sem a sua sonhada bem-amada. Canta com saudade e diz, diante de uma forca, que contará só até três para que Papagena reapareça. Papageno está prestes a suicidar-se quando surgem os três Gênios da Floresta que exortam-no a tocar seu “glockenspiel” e assim fazer com que Papagena volte. Ele se recorda de seu instrumento mágico, toca-o e Papagena surge magicamente, tendo início o delicioso dueto “Papagena-Papageno.”

Na cena final vemos a chegada da Rainha da Noite, das três Damas e de Monostatos, que havia passado para o lado da Rainha a fim de, usufruindo de seus poderes mágicos, chegar a seu intento: seduzir Pamina. A Rainha, ensandecida ao ver Pamina e Tamino agora iniciados e membros da fraternidade que odiava, tenta invadir os domínios dos iniciados para derrotá-los definitivamente. Chegam em meio a densa treva, os invasores portam tochas. Nesse instante, tem lugar uma grande tempestade, com raios e trovões, que obriga os invasores a se dispersarem. A noite vai aos poucos dando lugar à aurora. O sol surge e o ambiente ganha cada vez mais luz. Sarastro, o Grande Sacerdote, surge cercado pelos irmãos e sacerdotes e canta:



“A glória do dourado Sol,

Conquistou a noite.

O falso mundo das trevas

Conhece agora o poder da luz.”



Um majestoso coral encerra a ópera com louvores a Ísis e Osíris e aos iniciados:



“Salve, novos iluminados!

Passastes pela noite

Louvamos a ti, Osíris.

Louvamos a ti, Ísis.

Pela força são vitoriosos

São dignos da coroa

A beleza e a sabedoria

Haverão de iluminá-los como o Sol.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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