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Razão Áurea - Mario Livio
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Este livro reconta várias das lendas ancestrais do Rio Grande do Sul, passadas de boca a boca principalmente pelo interior. Apesar de várias lendas menores recontadas terem raízes também pelo resto do país, as três mais importantes são gaúchas: Boitatá, Salamanca do Jarau e Negrinho do Pastoreio. A Boitatá é a famosa cobra de fogo que assim ficou por comer os olhos dos animais. O Negrinho do Pastoreio é o escravo afilhado de Nossa Senhora que agora acha as coisas para aqueles que as perderam. A Salamanca do Jarau é sobre a princesa moura e a fortuna que guardava. Esta lenda, que inspirou Érico Veríssimo a escrever partes de O Tempo e O Vento - O Continente, tem a participação de Blau Nunes, o vaqueano criado por Simões Lopes Neto para Contos Gauchescos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Em Busca de Curitiba Perdida é uma coletânea com 23 textos de Dalton Trevisan, que dão uma no-ção geral da obra deste autor que parece não aceitar a modernização da cidade. No conto Lamentações da Rua Ubaldino, ele recorda o passado da rua onde reside - "No Princípio Era o silêncio na Rua Ubaldino" - mas o barulho da atual "metrópole" incomoda o escritor - "o amplificador dos agudos desafinados de Gog e Magog" - que amaldiçoa o tempo presente: "mais fácil passar um camelo pelo fundo duma agulha/ do que entrar um guitarrista cenobita no reino de Deus." Em Curitiba Revisitada, Dalton pergunta: "uma das três melhores do mundo em qualidade de vida/ depois ou antes de Roma?", e segue cutucando a capital ecológica - "cinqüenta metros quadrados de verde por pessoa/ de que te servem/ se uma em duas vale por três chatos?" - até definir Curitiba: "falso produto de marketing político." Outro detalhe importante na obra do "Vampiro de Curitiba" é a utilização de personagens que vivem à margem da sociedade de consumo, sem perspectivas de ascensão social, praticamente presos a necessi-dades imediatas. "Ao utilizar sempre os mesmos João e Maria, o autor está fazendo uma crítica e ironizando a visão oficial da cidade, que não dá chance aos menos favorecidos". No conto Canção do Exílio, o autor-narrador diz que apesar de ter vivido, não quer morrer em Curitiba.

Ora, se alguém xinga tanto uma cidade, por que não vai viver em outro lugar? Dalton Trevisan, mesmo criticando, faz uma declaração de amor à cidade, às avessas. Considerado o maior contista da língua portuguesa de todos os tempos, Trevisan criou um estilo único de escrever, caracterizado por usar uma linguagem enxuta, que com poucas palavras consegue comunicar aquilo que deseja. Para ter uma idéia, basta ler um trecho de A Faca no Coração, quando ele define: "O amor é uma faca no coração. Cada dia se enterra mais fundo, que não deixe de sangrar." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


A cartomante é a historia de Vilela, Camilo e Rita envolvidos em um triângulo amoroso. A historia começa numa Sexta-feira de novembro de 1869 com um dialogo entre Camilo e Rita. Camilo nega-se veementemente a acreditar na cartomante e sempre desaconselha Rita de maneira jocosa. A cartomante está caracterizada neste conto como uma charlatã, destas que falam tudo o que serve para todo mundo. É um personagem sinistro, que apesar não ter nem o seu nome revelado (característica machadiana), destaca-se como um personagem que ludibria os personagens principais. Rita crê que a cartomante pode resolver todos os seus problemas e angústias. Camilo já no fim do conto, quando está prestes a ter desmascarado seu caso com Rita, no ápice de seu desespero, recorre a esta mesma cartomante, que por sua vez o ilude da mesma forma como ilude todos os seus clientes, inclusive Rita. A mulher usa de frases de efeito e metáforas a fim de parecer sábia e dona do destino de Camilo, este que sai de lá confiante em suas palavras e ao chegar no apartamento de Vilela encontra Rita morta e é morto a queima roupa pelo amigo de infância, que já está sabendo da traição da esposa e o esperava de arma em punho. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Escrita em 1933 e publicada em 1937, em tres atos, O Rei da Vela constitui- se no texto teatral mais importante de Oswald de Andrade. A Peça demorou trinta anos para ser apresentada em São Paulo, pelo Grupo Oficina, sob a direção de José Celso Martinez Correa; a encenação marcou época na história do teatro brasileiro. As protagonistas Abelardo I e Heloisa, da tradição medieval. Abelardo I é um representante da burguesia ascendente da época. Seu oportunismo, aliado à crise da Bolsa de Valores de Nova Iorque, de 1929, permite- lhe todo tipo de especulação:'com o café , com a indústria etc. Sua caracterização como o "Rei da Vela"é extremamente irônica e significativa: ele fabrica e vende velas, pois "As empresas elétricas da luz". Também é costume popular colocar uma vela na mão de cada defundo, assim Abelardo I "herda um tostão de cada morto nacional". Abelardo torna - se então o símbolo da exploração, à custa da pobreza e das superstições populares. Como personagem, ele também denuncia a invasão do capital estrangeiro; daí a irônica consideração sobre "a chave milagrosa da fortuna, uma chave vale" . Seus devedores se apresentam , na peça , dentro de uma jaula. Heloísa representa a ruína da classe fazendeira. Seu pai , coronel latifundiário, vai à falência, num retrato em que predomina a perversão e o vício, símbolos de uma classe social em decadência. A aliança de Abelardo e Heloísa pode assim, representar a fusão de duas classes sociais corruptas pelo sistema capitalista. Uma terceira personagem vem a completar o quadro social do Brasil da época: Mr Jones, que simboliza o capital americano; sua presença revela um país endividado: "Os ingleses e americanos temem por nós. Estamos ligados ao destino deles. Devemos tudo o que temos e o que não temos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Onde termina Menino de Engenho começa o romance Doidinho. O título do livro é o apelido que Carlos Melo adquirira e narra as experiências do personagem como interno em um colégio severo. O grande sonho de Doidinho é voltar ao engenho Santa Rosa do avô José Paulino. Enquanto alimenta o desejo de voltar, tem oportunidade de ampliar as relações e o conhecimento das pessoas: há os intrigantes, os maus, os protegidos , os pequenos pederastas. Conhece a amizade leal no Coruja e também o amor na figura de Maria Luísa. Doidinho foge do colégio e retorna ao engenho. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Exemplo de romance afro-brasileiro, falando da identidade negra, Ponciá Vicêncio, de Conceição Evaristo, vai de encontro à tese segundo a qual a escrita dos descendentes de escravos estaria restrita ao conto e à poesia. Além de estabelecer um saudável contraponto com o abolicionismo branco do século XIX e com o negrismo modernista de um Jorge Amado, um José Lins do Rego ou Josué Montello, Ponciá Vicêncio remete ao Isaías Caminha, de Lima Barreto; em menor escala, ao Brás Cubas, de Machado de Assis; e, com certeza, ao memorialismo de Carolina Maria de Jesus e ao Ai de vós, de Francisca Souza da Silva, entre outros.

Em todo o romance percebe-se a prosa recheada de linguagem poética. A obra nos narra pequenos acontecimentos do cotidiano, mas o seu olhar transcende o automatismo viciado com que se observam as coisas do dia-a-dia para olhar com essência a poesia da vida.

O texto de Ponciá Vicêncio destaca-se também pelo território feminino de onde emana um olhar outro e uma discursividade específica. É desse lugar marcado pela etnicidade que provém a voz e as vozes-ecos das correntes arrastadas. Vê-se que no romance fala um sujeito étnico, com as marcas da exclusão inscritas na pele, a percorrer nosso passado em contraponto com a história dos vencedores e seus mitos de cordialidade e democracia racial. Mas, também, fala um sujeito gendrado, tocado pela condição de ser mulher e negra num país que faz dela vítima de olhares e ofensas nascidas do preconceito. Esse ser construído pelas relações de gênero se inscreve de forma indelével no romance de Conceição Evaristo, que, sem descartar a necessidade histórica do testemunho, supera-o para torná-lo perene na ficção.

A história de Ponciá Vicêncio, contada no romance, descreve os caminhos, as andanças, as marcas, os sonhos e os desencantos da protagonista. A autora traça a trajetória da personagem da infância à idade adulta, analisando seus afetos e desafetos e seu envolvimento com a família e os amigos. Discute a questão da identidade de Ponciá, centrada na herança identitária do avô e estabelece um diálogo entre o passado e o presente, entre a lembrança e a vivência, entre o real e o imaginado.

Descendente de escravos africanos, Ponciá surge já de início despojada do nome de família, pois o "Vicêncio", que todos os seus usam como sobrenome, provém do antigo dono da terra e era como lâmina afiada a torturar-lhe o corpo. Essa marca de subalternidade, que denuncia a ausência entre os remanescentes de escravos dos mínimos requisitos de cidadania, estende-se pelo penoso circuito de vazios e derrotas, no qual tanto a menina quanto a mulher vão sendo alijadas dos entes queridos e de tudo o que possa significar enraizamento identitário. E depois de perder também os sete filhos que gerou, Ponciá cai na letargia que a faz perder-se de si mesma.

Ponciá vai em busca de dias melhores na cidade, mas acaba desterritorializada numa favela, vegetando ao lado de um marido que não a compreende. Sua descendência escrava vai se confirmando na vida difícil que leva, nos sonhos apagados pela discriminação e pela marginalização que tanto ela, quanto os outros de sua família sofrem. Sua condição social e cultural continua, portanto, sendo regida pelo passado africano. Sua trajetória do espaço rural para o urbano representa sua condição diaspórica. A passagem em que a menina faz a viagem de trem para a cidade confirma isso:

O inspirado coração de Ponciá ditava futuros sucessos para a vida da moça. A crença era o único bem que ela havia trazido para enfrentar uma viagem que durou três dias e três noites. Apesar do desconforto, da fome, da broa de fubá que acabara ainda no primeiro dia, do café ralo guardado na garrafinha, dos pedaços de rapadura que apenas lambia, sem ao menos chupar, para que eles durassem até ao final do trajeto, ela trazia a esperança como bilhete de passagem. Haveria, sim, de traçar o seu destino.

Também o irmão de Ponciá, Luandi, vai para a cidade em busca de sonhos como achar a irmã que há muito havia partido e juntar dinheiro. Sua viagem também marca a diáspora daqueles que, desterritorializados, perpetuam as histórias do navio negreiro. Luandi chega à cidade sem eira nem beira. Tinha perdido pelo caminho o endereço da irmã. Chegou num dia de chuva e frio. Trazia muita fome também.

Outra personagem que embarca no trem negreiro em busca dos filhos é a mãe de Ponciá e de Luandi: Maria Vicêncio. Em um dos capítulos do livro, o narrador nos diz que ela sabia que, por mais que relutasse, um dia a cidade também faria parte de sua travessia. Não sentia desejo algum pela aventura da viagem. Se a sua vida era a da terra, em que ela vivia, o que faria longe de lá?

E a viagem de Maria Vicêncio ocorre semelhante a dos filhos: Quando o trem, depois de intermináveis dias e noites, parou na estação, Maria Vicêncio esticou as pernas com dificuldade. Ficara todo tempo da viagem encolhida com a trouxa no colo, rezando suas orações. Sentiu a bexiga pesada, estava com vontade de urinar, mas o medo não permitira que ela se levantasse e fosse ao banheirinho do trem ou mesmo dos lugarejos em que máquina parava.

Em Ponciá Vicêncio, a autora retoma o procedimento que arriscaria chamar de brutalismo poético ao narrar, numa linguagem concisa e densa de sentido, a vida de uma mulher oriunda do mundo rural, desde a infância até a "maturidade" desterritorializada na favela em que vegeta junto ao companheiro. A narrativa configura-se como um Bildusgsroman feminino e negro ao dramatizar a busca quase intemporal da protagonista, a fim de recuperar e reconstituir família, memória, identidade. No entanto, o ímpeto antropofágico se faz presente na postura de rasurar o modelo europeu para conformá-lo às peculiaridades da matéria representada. Assim, a apropriação feita por Conceição Evaristo ganha contornos paródicos, pois em lugar da trajetória ascendente do personagem em formação, oriunda de Goethe e tantos mais, o que se tem é um percurso de perdas materiais, familiares e culturais. E, em lugar da linearidade triunfante do herói romanesco, temos uma narrativa complexa e entrecortada, a mesclar de forma tensa passado e presente, recordação e devaneio.

O interesse da narrativa cresce justamente nos gestos de resistência a esse processo de espoliação. Nele, vão surgindo as histórias dolorosas como a do pai, que, quando criança e já no período posterior à Lei Áurea, tinha que ser o pajem do filho do patrão, o cavalo no qual este montava, e até aparar com a boca o mijo do sinhô-moço... A passagem retoma de forma ampliada e crua a cena do menino Brás Cubas, de Machado de Assis, reposicionando-a num nível inédito de violência. Já o avô, suicida frustrado, decepara parte do braço e matara a própria esposa depois de ver quatro de seus filhos serem vendidos em plena vigência da Lei do Ventre Livre... Essas histórias surgem desgarradas umas das outras, e vão sendo evocadas em meio aos hiatos de racionalidade da protagonista. Formam, todavia, uma rede discursiva pela qual se recupera a memória de uma dor que é física e moral, individual e coletiva. E o corpo feito de ausências de Ponciá se recupera na arte da cerâmica, reatando no barro moldado o fio da existência. A terra, antes paliativo para a fome da menina, passa a matéria-prima para a afirmação da mulher. Ao final, o desterro na cidade grande se ameniza no reencontro com a mãe e o irmão, que parece pôr fim à errância sofrida da personagem.

Herdeira da memória familiar, Ponciá Vicêncio segue os passos de Conceição Evaristo, também esta herdeira de uma forte linhagem memorialística existente na literatura afro-brasileira. Como Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus, Conceição traz a narrativa dos despojados da liberdade, mas não da consciência. E a repetição insistente dessa presença desvalida nos incomoda e nos diz de uma aurora ainda à espera do sol... A fala diaspórica desses condenados da terra se articula de forma sincrônica e a posteriori, desconhecendo a encarnação do espírito de nacionali-dade que marca boa parte da literatura canônica.

A força e o poder das mulheres ficam também evidenciados no romance, mesmo quando há uma aparente fraqueza ou mesmo quando as mulheres sofrem até um visível domínio, como no caso de Biliza, nas mãos do cafetão. Só a eliminação física de Biliza acaba com os sonhos e a determinação da moça. O pai de Ponciá, mesmo resmungando, tinha suas ações orientadas pela mãe de Ponciá. Nêngua Kainda, uma velha mulher, era a consciência do grupo. O romance destaca as dores, as angústias, as violências que as mulheres sofrem, a solidão que elas enfrentam, mas ao mesmo tempo mostra essas mulheres em busca da vida, exibe o eterno ato de se reconstruir que elas executam no dia-a-dia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
GARCIA, Regina L. Revisitando a Pré-escola. 3.ª edição. São Paulo: Cortez, 1997.

Este livro discute uma proposta política empenhada em democratizar o acesso aos bens culturais.

O VALOR DAS INTERAÇÕES SOCIAIS PARA A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

As interações sócias estabelecidas entre as crianças e destas com os adultos podem contribuir pra emergência de conhecimentos mais complexos durante o processo de aprendizagem. É a teoria de Vygotsky que orienta esta investigação.
No final da década de 80, a alfabetização vem sendo pensada numa perspectiva de valorizar a construção do conhecimento da leitura e da escruta, dando importância a interação social como motor dessa construção, apropriando-se de diálogos, interlocução e confronto de pontos de vista entre sujeitos envolvidos neste processo.

Uma Experiência de alfabetização na Abordagem Sócio-Interacionista
Esta baseia-se na proposição de atividades significativas e desafiadoras que favorece o emergir dos conhecimentos e amplia o universo simbólico dos sujeitos.
Trabalhar na produção coletiva de textos, investigando o cotidiano da sala de aulas e as interações sociais m esta fundamentada no pressuposto de que as crianças antes de ingressarem na escola já detêm um conhecimento do sistema lecto-escrita. Como coloca Teberosky, as crianças não são totalmente iletradas, por isso mão saber ler e escrever e desconhecer padrões formais do sistema da escrita não são motivos pra que a escola se esquive de trabalhar com textos.
Para isso deve se analisar os processos interacionais estabelecidos entre parceiros e adulto como: repetição, associação, percepção de que a escrita serve para registrar a fala.
Durante o processo interacional compartilhar repetições, mesclá-las a diferentes formas de associações são comportamentos presentes no decorrer da construção de texto. Repetir intui-se assegurar-se do saber, imitando e reafirmando a idéia do outro. Essa imitação verbal na perspectiva walloniana consolida o colocado no grupo.
A estratégia de associação revela um outro modo de apropriação do conhecimento, trazendo o conhecimento formal par aperto de si. Na perspectiva piagentiana a atitude de associar revela uma tentativa de acomodar o conhecimento que esta tendo acesso.

A Escrita vista Pelos Alfabetizandos como Instrumento de Registro da Fala
O processo interacional incentivado em sala de aula contribui para o conhecimento da construção do conhecimento, contribuindo de modo significativo para que a escola exerça com maior propriedade a sua função, isto é, seja capaz de transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade de maneira vida e interessante.m melhorando a qualidade do ensino no processo de alfabetização.

A CRIANÇA DA EDUCAÇÃO INFANTIL E O MUNDO LETRADO
A criança vive numa sociedade letrada muito antes de entrar na escola. A aquisição da língua escrita é imprescindível para que ela tenha ampliada as suas possibilidades de entender e intervir na realidade. Entretanto, nem todas apresentam interesse pela alfabetização durante a educação infantil, pois ainda não estão motivadas. A criança quando motivada quer entender como se escreve e lê certa palavra e se torna capaz de construir suas categorias de pensamento, organizar suas idéias e assim entender o que deseja.

A Alfabetização na Educação Infantil
Antes dos anos 70, acreditava-se que as crianças não possuíam nenhum entendimento ou conhecimento com relação a escrita.
A realidade atual nas escolas infantis esta muito diferente daqueles descritas nas décadas passadas. Sabemos que as crianças não precisam freqüentar uma escola para terem contado com a escrita, portando, a criança convive com a leitura e escrita em todos os momentos, manejando historias infantis, lendo embalagens, observando outdoors, propagandas, vitrines, entre outros. Quanto mais se oferecer a criança o contado com diferentes linguagens, maior será seu universo cultural. As escolas precisam estar atentas ao momento certo de começar a introduzir a alfabetização.
O desenvolvimento da linguagem escrita não é a única razão de ser da educação pré-escolar, deve se preocupar em desenvolver ações que envolvam o conhecimento, socialização, construção da autonomia, criatividade, solidariedade, cooperação e autoconfiança. Proporcionar um ambiente desafiador, respeitando a espontaneidade e a criatividade da criança, favorecendo informações sobre o mundo que a cerca, satisfazendo as necessidades emocionais, sociais e físicas.
Durante muitos anos, acreditou se que ela tinha funções de formar hábitos atitudes e prepará-las para o ingresso a 1.ª serie. Priorizava atividades que envolvessem desenhar, recortar, colar, pintar, modelar, correr, ouvir, cantar, entre outros.
Nas décadas de 60 e 70, segundo o ABC, testes de prontidão, acreditavam-se que a criança poderia ou não começar sua aprendizagem sistemática se tivesse um mínimo de maturidade, coordenação motora, bom quociente intelectual e um mínimo de linguagem.
Hoje, com as mudanças, a pré-escola tem que dar contato a leitura e a escrita, tomando da realidade e dos conhecimentos infantis com ponto de partida e os ampliando, através de atividades que tem significado concreto, assegurando novas aquisições de conhecimento.
Porem pra Cagliari aos 5 anos uma criança já esta mais do quem pronta a ser alfabetizada, mas isso não significa que ela queira ser alfabetizada. O mais importante não é a idade mas a vontade do aluno de se alfabetizar.
Aprender a ler e escrever requer integração, natureza intuitiva usar apropriadamente a língua como instrumento de comunicação. Exige um determinado estagio de amadurecimento global. Enquanto esse estágio não tiver sido atingido pela criança, não convém forçá-la a adquirir uma habilidade que ainda não esta preparada.
Lima escolhe a idade de 7 anos para alfabetizar por achar que estão capacitadas por já possuírem, uma estrutura mental operatória e compreender regras e obedecê-las e organizar-se no mundo e organizá-lo.
Tais opiniões geram conflitos na educação infantil.
Para Cagliari, alfabetizar é aprender ler e escrever, quando o aprendiz descobre como o sistema de escrita funciona, aprende a ler e decifrar a escrita.
Kramer e Abramoray entendem a alfabetização como um processo ativo, em permanente construção, acredita que na pré-escola deve extrapolar as vogais, escreve ro nome contar de zero a dez. na rede privada, a ansiedade dos pais está relacionado a um melhor aproveitamento do ano escolar considerando o investimento financeiro.
Ávila defende a idéia de uma adaptação ao processo não tornando a pré-escola uma primeira serve, mas também não retirando das paredes vestígios de escrita.
Para Ferreiro, na sala de aula pré-escolar deve haver coisas para ler. Ela se alfabetiza de acordo com os estímulos e o meio em que está inserido, não precisamos forçar assim uma alfabetização precoce. Oferecer um contado com a leitura e a escrita permite experiências novas, mas em nenhum momento um trabalho imposto.
A educação infantil não deve ter a função social, mas oferecer condições para que decifre o mundo que a cerca. Deve se respeitar o ritmo próprio de cada crianças.

Considerações Finais
Não se tem provado se deve ou não alfabetizar crianças de 4 ou 5 anos.
Para a autora tem tempo pra tudo, não podemos forçar algo que a criança não tem vontade. A escola deve ser um lugar agradável, e desenvolver todas as habilidades da criança, social e de interação com os outros. A alfabetização na educação infantil só deve acontecer se mudar os conteúdos e a proposta da primeira serie.
A escruta deve ser prazerosa, nessa escolaridade, com o objetivo de conhecer e não como obrigação de aprender.
Destaca trabalhar com:
• Conhecer e escrever seu nome e dos colegas;
• Ouvir e contar histórias, dramatizações
• Contato com livros, encartes de jornais e revistas;
• Participar de feiras, museus, peças teatrais;
• Conhecer o alfabeto e identificar palavras entre outros.
Mas, se alguma criança tiver interesse alem, não devemos desmotivá-la. A alfabetização deve ser natural, partindo do interesse de cada um, pois temos nosso próprio ritmo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No livro, dividido em duas partes, mesclam-se acontecimentos reais e irreais. Na cidade fictícia de Antares, apresenta-nos, o Autor, na primeira parte, o progressivo acomodamento das duas facções (os Campolargo e os Vacariano) às oscilações da política nacional e a união de ambas em face da ameaça comunista, como é conhecida, pelos senhores da cidade, a classe operária que reivindica seus direitos. Na segunda parte, o "incidente" do título: a greve dos coveiros. Morrem inesperadamente sete pessoas em Antares, incluindo a matriarca dos Campolargo. Os coveiros se negam a efetuar o enterro, a fim de aumentar a pressão sobre os patrões. Os mortos, insepultos, adquirem "vida" e passam a vasculhar a vida dos parentes e amigos, descobrindo, com isso, a extrema podridão moral da sociedade. Como as personagens são cadáveres, livres, portanto, das pressões sociais, podem criticar violentamente a sociedade. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Em 1953, surge o primeiro dos quatro volumes de “Memórias do Cárcere”. A metáfora da tirania (...) é superlativa de toda sua obra, além de definir a noção que o autor formou do homem e seu destino trágico. Ampliando nossa análise, digamos que os acontecimentos trágico-políticos, nos quais ele se envolveu, e sem saber por quê, tenham servido para quê sua visão de mundo ainda mais pendesse para a certeza da dramaticidade. Desnecessário traçarmos limites rígidos entre confissão biográfica e testemunho histórico nesse momento. A unidade final sempre cairá no realismo. Eis o Brasil de 1930, sob a vista de quem o viveu em porões imundos: misérias, torturas e degradações perpetradas pelo, ironicamente chamado, ESTADO NOVO. O discurso é realista também porque acolhe o real e desdobra-o em duas formas: do documentário ao psicológico, e do particular ao universal. Claro, tudo isso sob a égide da opressão. Veja o seguinte trecho da obra: “O mundo se tornava fascista. Num mundo assim, que futuro nos reservariam? Provavelmente não havia lugar para nós, éramos fantasmas, rolaríamos de cárcere em cárcere, findaríamos num campo de concentração. Nenhuma utilidade representávamos na ordem nova. Se nos largassem, vagaríamos tristes, inofensivos e desocupados, farrapos vivos, fantasmas prematuros; desejaríamos enlouquecer, recolhermo-nos ao hospício ou ter coragem de amarrar uma corda ao pescoço e dar o mergulho decisivo. Essas idéias, repetidas, vexavam-me; tanto me embrenhara nelas que me sentia inteiramente perdido.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Pitágoras já
acreditava na magia dos números, além deles estarem intimamente conectados à natureza. Foi ele
quem revelou as principais características dos números, como por exemplo, o
número 1 – este era o início de tudo. O legado desse matemático grego vai muito
além do famoso “Teorema de Pitágoras”. A ele, devemos a criação da palavra
“filosofia” (= amor pela verdade) e “matemática” (= aquilo que é aprendido). Mario Livio demonstra detalhadamente a
importância do “Teorema de Pitágoras”, assim como a interessante afirmação de
que os babilônios já conheciam a tripla pitagória (i. e, o quadrado sobre a
hipotenusa é claramente igual em área à soma dos dois quadrados menores).
Ainda, atribui-se a Pitágoras e aos pitagóricos a descoberta das progressões
harmônicas nas notas de escala musical, por observar que os intervalos musicais
e o tom das notas correspondiam aos cumprimentos relativos das cordas que
vibravam.

O mais
interessante, é a ligação de Pitágoras com o Phi – ou Fi –. Phi é também
conhecido por “Número Áureo”, “Proporção Divina” ou “Razão Divina”.
Recentemente, tem vindo à tona todo seu potencial, tendo sido explorado em
alguns romances e filmes. Ainda assim, o Phi é menos conhecido do que o Pi.
Aliás, Phi foi assim chamado pelo matemático americano Mike Barr, em homenagem
ao famoso arquiteto grego Phidias, porquanto a “Razão Áurea” era conhecida pela
legra grega ‘tau’, que significava “o corte”. E o que é essa “Razão Áurea”?
Simplesmente esse número - cujo valor é
infinito, mas seus primeiros números são 1,618... – aparece nos mais diversos
lugares: em uma maçã cortada pela sua circunferência (as sementes estão
arrumadas em um padrão de estrelas de cinco pontas – o pentagrama. Cada um dos
cinco triângulos isóceles que formam as pontas do pentagrama tem a propriedade
de que a razão entre o comprimento de seu lado mais comprido e do mais curto (a
base) é igual à Razão Áurea); em uma
rosa; em um náutilo...

Mario Livio
afirma que a origem do Phi com os pitagóricos, tem como base o pentagrama (o
número representava a união do primeiro número feminino, 2, com o primeiro
número masculino, 3e como tal, era o número do amor e do casamento) – que tem
relação estreita com o pentágano regular. Em resumo, pode-se obter uma
progressão infinita, desenhando um pentragrama dentro de um pentágono.

Há mais
surpresas interessantíssimas, como a Seqüência de Fibonacci. Não há espaço para
explicar algo tão complexo, mas a seqüência criada por Leonardo de Pisa –
conhecido como Fibonacci – é: 1,1,2,3,5,8,13,21,34..., tendo como base a soma
dos dois números anteriores. Fibonacci descobriu essa seqüência quase por
acaso, quando propôs um probleminha de reprodução de coelhos. Logo descobriu-se
que essa seqüência está presente nos mais diversos campos – desde o crescimento
de pétalas em flores, da proporção logarítmica da concha do náutilo, até o
padrão logarítmico da formação das estrelas. Foi o matemático e astrônomo
Johannes Kepler que descobriu que a razão entre dois números de Fibonacci
consecutivos converge para a Razão Áurea.

O livro de
Mario Livio é bastante atrativo, mesmo para aqueles que não apreciam
matemática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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