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Tereza Batista Cansada de Guerra - Jorge Amado
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Conta uma história de amor, magia e vingança: D. Inigo Lopes, após 12 anos longe (onde dizem aprendeu magia), volta para vingar-se de uma briga entre famílias que está acabando com um casamento. Ele enfeitiça a jovem Ausenda e quando seu noivo D. Moço o mata e quebra o feitiço, ela morre também. D. Moço passa a vida triste e se une com ela depois de morto, onde o espírito do vingativo D. Inigo ainda tenta separá-los, sem sucesso. A história é toda contada como que por um frade. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
"Tieta do Agreste, pastora de cabras, ou a volta da filha pródiga, melodramático folhetim em cinco sensacionais episódios e comovente epílogo:emoção e suspense!" O livro de Jorge Amado se anuncia assim e cumpre todas as promessas. A história de Tieta, pastora de cabras de Sant'Ana do Agreste que é expulsa pelo próprio pai e volta anos depois, riquíssima graças à prostituição, é contada em tom folhetinesco. Engraçado e sensual, o livro traz personagens inesquecíveis, como a irmã da protagonista, Perpétua; seu sobrinho Ricardo; e o coronel Artur da Tapitanga. Jorge Amado usa e abusa de expressões e folclore regionais para criar uma narrativa envolvente, na qual o autor vez por outra se faz de personagem e dá seus próprios palpites na trama. Foi transformado em novela de grande sucesso, com Betty Faria como Tieta, e depois em filme, com Sônia Braga como a protagonista. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Lendo esta peça, podemos sentir sua força poética e popular, o catolicismo que ela transmite, a simplicidade dos diálogos. A estrutura teatral e os tipos vivos fazem desta obra um exemplo raro na dramaturgia brasileira. Vemos os tipos de personagens nordestinos, e vemos também o tipo bem brasileiro neles, que é o de "dar conta do recado" com o famoso "jeitinho" brasileiro. Aqui vemos a forma de criação dos personagens segundo o autor: "Meus personagens ora são recriações de personagens populares e de folhetos de cordel, ora são familiares ou pessoas que conheci. No Auto da Compadecida, por exemplo, estão presentes o Palhaço e João Grilo. O Palhaço é inspirado no palhaço Gregório da minha infância em Taperoá. Já o João Grilo é o típico nordestino 'amarelo, que tenta sobreviver no sertão de forma imaginosa. Costumo dizer que a astúcia é a coragem do pobre. O nome dele é uma homenagem ao personagem de cordel e a um vendedor de jornal astucioso que eu conheci na década de 50 e que tinha este apelido."Vemos que o catolicismo está presente devido ao grande apego que os nordestinos tem a DEUS e o grande medo do diabo, vemos também que os personagens masculinos expressam o tipo "machões", mais na verdade alguns eles são muito medrosos, principalmente quando se envolve a figura de forças superiores.

O livro mostra a esperteza de muitos personagens também, é o caso de João Grilo, que aplica vários "golpes" ao decorrer da história, dando uma de personagem malandro e aproveitador dos idiotas e ingênuos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A obra "Um Assassinato, um Mistério e um Casamento", do escritor americano Mark Twain, que foi descoberta por um advogado em 1995, depois de ter ficado durante 50 anos no anonimato em uma biblioteca dos Estados Unidos, chega agora ao Brasil em livro lançado pela editora Objetiva. Os originais de "Um Assassinato...", escrito em 1876, foi arrematado em um leilão, em 1945, por dois homens que foram impedidos pelos herdeiros do escritor de publicar a história. Com isso, a obra ficou guardada na biblioteca pública da Universidade de Búfalo até 1995, quando o advogado Patrick E. Martin a encontrou enquanto fazia uma pesquisa sobre o acervo do escritor. O livro foi publicado nos Estados Unidos em junho passado pela revista "Atlantic Monthly". Twain havia feito um acordo com a revista, há 125 anos, para a publicação da obra como parte de um projeto. No projeto, Twain queria que diversos outros escritores criassem a sua própria versão da trama, e as versões só ficariam conhecidas quando fossem publicadas pela revista. Mas desse projeto, somente o livro do próprio Twain chegou a ser escrito. "Um Assassinato..." conta a história de John Cray, um fazendeiro de 55 anos que desiste de melhorar de vida às custas de seu próprio trabalho e resolve procurar uma mulher rica para se casar. A chegada de um novo morador ao seu vilarejo desencadeia uma série de acontecimentos de desfechos inusitados. Mark Twain nasceu na Flórida, em 1835, e foi autor de obras consagradas como "As Aventuras de Tom Sawyer", "O Príncipe e o Mendigo" e "Huckleberry Finn". Ele morreu em 1910, em Connecticut.
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As crianças do sítio do Pica-pau Amarelo, resolvem caçar uma onça, e depois de muito sacrifício estas crianças conseguem. Depois os bichos desse sítio querem matar estas crianças, pois elas mataram a maior onça que havia ali entre os animais. Os animais não conseguem pegar as crianças, porque as crianças puseram uma perna de pau de 4 metros de altura, deste modo ficou impossível tentar matá-las. Um rinoceronte foge de um circo e vai até o sítio do Pica-pau Amarelo em busca de tranqüilidade. No início, os moradores desse sítio ficam com medo, mas depois até brincam com o rinoceronte. Várias pessoas vão resgatar o rinoceronte, mas não conseguem, e por isso as crianças do sítio se tornam as proprietárias do rinoceronte. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O recado do morro é um dos sete contos que compõe o volume Corpo de Baile, de Guimarães Rosa. Trata-se de uma espécie de alegoria da formação do Brasil. É uma narrativa mais longa, quase uma novela, que descreve uma viagem de ida e volta pelo sertão, partindo de uma região central de Minas em direção ao norte até o Rio São Francisco, quando indica o ciclo do retorno. Caminham em tropa um naturalista estrangeiro, um religioso e um letrado - ilustrações dos desbravadores do país. À frente deles, dois homens do interior mineiro, conhecedores da região e do sertão, servem como guias. A trama irá opor os dois homens simples, por meio de uma emboscada de morte, que trará àquele espaço uma nova configuração.

A história ilustra o mundo sem lei. No sertão, vigora a regra, e não a lei - a regra da aliança e da vingança. Para o autor, estão em jogo ali novamente os destinos da civilização e da cidadania brasileira.

O recado do morro, os personagens-viajantes se deslocam pelo interior de Minas e por vários campos do saber, ao mesmo tempo em que recontam e decifram antigas estórias, relatos da loucura e mitos anônimos. Nesse conto, uma rede de narradores é estabelecida para passar adiante uma estória que, ao final, ainda é a mesma embora já seja outra. O recado do morro, ouvido por Gorgulho, é contado para seu irmão Catraz, que o reconta para o jovem Joãozezim, que o narra para Guégue, o guia que se orienta por referências móveis.

A partir daí, o recado vira boato e pode ser ouvido no discurso apocalíptico de Nômini Dômini, nos números inscritos pelo Coletor na parede da igreja, ou na letra cantada ao violão por Laudelim, até que se torna compreendido por seu destinatário, o guia Pedro Orósio, que sempre ouvira as diversas variações da mesma história sem atinar para o fato de que isso era um aviso de sua própria morte. Constituído pelas relações cooperativas e desarmônicas entre saber e não-saber - entre aquele que sabe e aquele que não sabe, entre o que cada personagem sabe e as formas como o sabe e o compartilha -, o conto opera com formas e temas não-excludentes, que podem ser verificados pelos freqüentes processos de tradução capazes de dar sustentação a uma poderosa estrutura fractal e em rede.

Apropriando-se de saberes das áreas de Matemática, Medicina, Biologia, Lingüística e da tecnologia de seu tempo, o conto também recorre aos diferentes saberes do sertanejo, construindo um incessante processo tradutório entre esses diversos campos. Os saberes acadêmicos, artísticos, religiosos, populares, e também os não-saberes, presentes em todas essas instâncias, são articulados numa rede discursiva que é a própria literatura de ficção.

Retomando variadas tradições discursivas – literárias e extraliterárias – o conto lhes permite uma cooperação desarmônica, criando a tensão narrativa que preside todo texto ficcional.

O conto realiza uma inter-relação entre os relatos dos habitantes do lugar e a estória dos que habitam a obra do autor. Parte deste conto se passa em Buritizeiro, na vertente do Formoso.

As descrições da paisagem, do lugar, das veredas, dos chapadões e do povo sertanejo se fundem com a memória dos habitantes do lugar: Neste conto um pequeno grupo de viajantes estrangeiros via a cavalo pelo sertão para fins de investigação. Os dois guias do país, os vaqueiros Pedro e Ivo, são inimigos ferozes. Pedro é um Casanova campesino, que já roubou a muitos colegas as boas graças das suas moças. Presságios sinistros acompanham a expedição. No seu trajeto encontra um velho alienado, que pretende ter ouvido uma mensagem do monte próximo. O velho já não consegue lembrar-se do conteúdo da mensagem, apenas recorda, que falava de um rei. Pedro não dá ouvido ao palavreado do velho, mas a enigmática mensagem vai dando que falar no sertão e os viajantes ouvem-na com freqüência, em fragmentos confusos. O pressentimento inarticulado de um ato de violência vai aumentando, quando Ivo, no fim da viagem, convida o seu odiado rival para uma festa de reconciliação. Na noite da festa os investigadores e seus companheiros reúnem-se numa pequena taberna, um dos convivas recita uma balada popular, a história do jovem rei, que na viagem de peregrinação a Belém é atacado e assassinado pelos próprios vassalos. Torna-se clara então a mensagem do monte. Ivo e seus cúmplices arrastam o Pedro embriagado, e ficamos a saber que não se trata de reconciliação, mas de um ato de vingança traiçoeiro. Mas eis que esta expectativa é repentinamente contrariada: sussurrando os versos da balada, Pedro de relance compreende a intenção dos seus companheiros, atira-se a eles e consegue pô-los em fuga. Nessa novela, o Morrão torna-se “belo como uma palavra” e porta-voz de um recado para a personagem principal, Pedro Orósio, guia de uma comitiva que parte de Pirapora para Cordisburgo.

À medida que a comitiva avança sertão adentro, o recado vai sendo passado de boca em boca a personagens excêntricos: bobos, loucos, lunáticos, fanáticos religiosos e um menino, até chegar aos ouvidos do músico Laudelim, que transforma a mensagem numa canção. Traduzido para a música, o recado é então compreendido por Pedro Orósio, a tempo de receber o aviso do Morro sobre as intenções de seus falsos amigos.

O morro da Garça, em Minas Gerais, assume papel de destaque no conto, ao enviar mensagem de morte à personagem principal do conto, captada por um visionário sertanejo e afinal percebida a tempo por tal personagem.

Com a poesia que lhe é peculiar, Guimarães Rosa transformou o Morro da Garça, a paisagem sertaneja, as estórias e os costumes do povo do sertão em obra de arte, fazendo do espaço físico, cenário para seus personagens, lugares imaginados, “mais ou menos como a gente vive”. O conto retrata o desdobramento de uma história, contada e recontada sete vezes. No conto o vaqueiro Pedro Orósio faz uma viagem pelo sertão e alguns de seus companheiros preparam uma cilada para matá-lo. Ele só escapa porque o morro lhe manda uma mensagem construída ao longo de uma semana (de sete etapas). Pedro com pedra, Orósio como oros (montanha), também conhecido como Pê-boi, pé na terra. Da terra recebe o recado. Durante a viagem, percorreu as fazendas de Apolinário, Nhá Selena, Marciano, Nhô Hermes, Jove, Dona Vininha e Juca Saturnino. Em companhia dos Vaqueiros Helio Dias Nemes, João Lualino, Martinho, Zé Azougue, Jovelino, Veneriano e Ivo Crônico. Assim enfilerados, dá pra perceber o que no texto vem diluído: a alusão aos dias da semana (tais como são nomeados em outras línguas) e aos deuses aos quais são dedicados: Apolo / Sol; Selene / Lua; Marte, Mercúrio / Hermes; Júpter, Vênus, Saturno / Cronos. O que acontece em cada fazenda tem a ver com cada deus dominante (beleza, festa, guerra, comércio / mensagem, poder e fartura, amor, tempo). Mas a terra escapa. O recado é decifrado por Pedrão Chãbergo (chão e berg, rocha em alemão). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Luneta Mágica é uma obra que se afasta do romance ligeiro de complicações amorosas e desenlaces piegas, não se aproxima de nada. Paira indecisa entre a fábula, o conto de fadas, e a historieta, tudo entremeado de digressões pseudofilosóficas. As frequentes e nem sempre oportunas especulações sobre o Bem e o Mal se conduzem através de um discurso em que predomina o lugar-comum romântico, enunciado por um narrador que proclama sua miopia física e moral desde a primeira página. Em primeira pessoa, Simplício, o narrador, conta-nos suas desventuras de míope que a duas polegadas dos olhos não distingue um girassol de uma violeta. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bom-Crioulo é o apelido de Amaro, escravo fugido que se torna marinheiro. Ele desenvolve um relacionamento homossexual com Aleixo, jovem grumete. Eles arranjam um sótão para seus encontros na casa de Carolina, amiga de Amaro. Quando este é transferido, passam a se desencontrar e Carolina seduz Aleixo. Amaro, que estava hospitalizado, doente e fraco quando antes era forte, descobre que ele havia se tornado amante de Carolina e mata-o. Nem homófobo nem homófilo, este romance apresenta a imparcialidade naturalista típica. O relacionamento dos dois é retratado como outro qualquer e Aleixo é sempre descrito como "feminino", tornando-se "masculino" só após algum tempo como amante de Carolina. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Normalista , considerada obra "libidinosa", quando de seu lançamento, ajusta-se perfeitamente às propostas do Determinismo. João da Mata desfruta sexia;,emte de sai afilhada. Maria da Mata , moça ingênua, de uma excepcional brandura de caráter, educada em uma casa de caridade e depois normalista. Pressionada pelo instinto sexual e por circunstâncias superiores à sua vontade, Maria do Carmo entrega-se ao padrinho, submetendo-se totalmente à lascivia de João da Mata. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance conta a história de Tereza Batista, adolescente ainda, que é vendida pelos pais, ficando à mercê do Capitão Justiniano Duarte da Rosa , homem sem escrúpulos , Tereza consegue jugir, depois de matar o capitão. Passa a viver com Emiliano Guedes um amor quase filial. Com a morte deste, Tereza Batista prostitui-se , lutando contra a polícia em favor das companheiras. Finalmente cansada de guerra, no dia de seu casamento sem amor, foge com Januário Gereba,o sonho realizado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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