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Memorial do Convento - José Saramago
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O livro "Cuidado, Escola!", lançado em 1980 pela editora brasiliense, 32º edição sob a autoria da equipe componete do IDAC ( Instituto de Ação Cultural), Babete Harrper, Claudius Ceccon, Miguel Darcy de Oliveira e Rosiska Darcy de Oliveira, apresentado pelo grande escritor pernambucano Paulo Freire, traz um estudo crítico sobre a educação desde sua origem até sua sistematização com surgimento das instituições de ensino. É com uma linguagem acessível e criativas ilustrações que o studo crítico busca refletir sobre o processo educativo, abordando temáticas como a crise escolar, a origem da escola atual, o seu funcionemento, as desigualdades sócio-culturais que envolvel o processo de ensino-aprendizagem, as alternativa pedagógicas e um questionamento sobre a origem dos problemas que envolvem o sitema educacional veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O vírus da Aids conversa com o leitor e explica como é sua vida. A história começa com a sua chegada à corrente sangüínea de um ser humano, onde encontra muitos inimigos (o sistema imunológico), que tentam destruí-lo o tempo todo. Para enganá-los, vive em constante mutação. Mas o vírus acredita que seu futuro é sombrio, pois o homem está à procura de uma vacina ou um remédio para eliminá-lo. De maneira leve, a obra explica o comportamento do HIV no organismo humano.

Voltada para o público infanto-juvenil, essa obra conta a história do vírus Tico. Usando um linfócito-T como abrigo, ele se defende dos ataques do sistema imunológico. E apesar de não ser lá muito otimista em relação ao seu futuro, Tico acredita numa possível convivência entre homens e vírus.

Tico, o vírus da Aids, explica como é sua vida: sem mãe, sem amigos e cheio de inimigos tentando destribuí-lo. Usando um linfócito-T como abrigo, ele se defende dos ataques do sistema imunológico. E apesar de não ser lá muito otimista em relação ao seu futuro, Tico acredita numa possível convivência entre homens e vírus.


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Acima deixei tudo que consegui sobre o livro.
Surigo que faça uma busca no site pois caso consiga o resumo eu vou colocar em um novo post.
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Dividida em três partes, Lira dos Vinte Anos é um marco do chamado ultra-romantismo. A primeira parte é marcada pela idealização gigantesca da mulher e do amor, a presença constante da idéia da morte próxima e religiosidade. Como especificado no segundo prefácio, a primeira parte é mais Ariel e a segunda Caliban. Esta Segunda parte contém uma poesia mais sombria, povoada de cadáveres, mulheres (melhor dizer vultos) e festas boêmias, com até certo escárnio em alguns poemas; há também uma peça de teatro (Boêmios, ato único de uma comédia não escrita). Já a terceira parte mistura um pouco das duas anteriores, muito mais a da primeira que a da outra, com uma irregularidade típica do autor. A obra é toda marcada pela influência dos autores estrangeiros como Musset e Byron (este último e sua obra é presença constante nas poesias e epígrafes). Álvares de Azevedo é um dos vultos exponenciais do Romantismo. Embora tenha morrido aos vinte anos, produziu uma obra poética de alto nível, deixando registrada a sua incapacidade de adaptação ao mundo real e sua capacidade de elevar-se a outras esferas através do sonho e da fantasia para, por fim, refugiar-se na morte, certo de aí encontrar a paz tão almejada. Grande leitor, Álvares de Azevedo parace ter "devorado" tantos os clássicos como os românticos, por quem se viu irremediavelmente influenciado. Embebedendo-se na dúvida dos poetas da geração do mal du siècle, herdou deles o pendor do desregramento, para a vida boêmia e para o tédio. Contrabalança a influência de Byron com os devaneios de Musset, Hoffman e outros. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sem ser um romântico, há tonalidades do Romantismo em seus versos. Nunca pelo estilo e preceitos da Escola, já então superada, mas por um sentimentalismo que neles se esconde. Este, entretanto, é uma constante da alma e de quase toda a poesia portuguesa. Numa de suas composições mais louvadas – O Sentimento dum Ocidental – está o retrato de Cesário Verde, e é como que uma súmula da substância poética de sua obra, somente transfigurada transitoriamente no bucolismo da última fase, o que lhe arrefeceu o tédio, amenizou-lhe o estro, sem, todavia, anular as qualidades que fizeram dele um renovador da poesia portuguesa do século XIX. Na verdade, situa-se no Realismo e antecipa mesmo de muitos anos e em muitos aspectos Sá-Carneiro e Fernando Pessoa, pela temática da inspiração e dos processos poéticos. É, por isso, o precursor do Modernismo em Portugal. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A implantação de ciclos institui o regime de progressão continuada que determina uma re-significação ao processo de avaliação e da aprendizagem dos alunos, alem de uma nova concepção dói processo de aquisição e produção do conhecimento, como processo de construção, onde o aluno é sujeito da ação constrói significados a partir de relações dos homens com o mundo entre si. Além dissom, provoca um confronto copm a lógica dominante da instituição escolar.

Condições para êxito:
• Agrupar alunos segundo idade cronológica e novel de progresso;
• Avaliação contínua de alunos e professores;
• Existência de programas que promovam diversidade de ensino;
• Adaptação da escola ao nível de desenvolvimento de seus alunos.

Recursos:
• Infra-estrutura escolar para os agrupamentos;
• Profissionais com possibilidade de trabalhar instrumentado de avaliação diagnosticas;
• Disponibilidade de tempo docente;
• Manutenção de registro sistemático do desenvolvimento de cada aluno
na LDB 9394, no artigo 23, há alternativas pra organização do ensino. A implantação requer uma reflexão coletiva e construção de novas propostas e respostas que garantam a democratização do ensino. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Normalista , considerada obra "libidinosa", quando de seu lançamento, ajusta-se perfeitamente às propostas do Determinismo. João da Mata desfruta sexia;,emte de sai afilhada. Maria da Mata , moça ingênua, de uma excepcional brandura de caráter, educada em uma casa de caridade e depois normalista. Pressionada pelo instinto sexual e por circunstâncias superiores à sua vontade, Maria do Carmo entrega-se ao padrinho, submetendo-se totalmente à lascivia de João da Mata. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Conselheiro Vale era um homem rico, e tinha um caso amoroso com uma mulher que havia migrado do Rio Grande do Sul, ela tinha uma filha, Helena, A qual ele perfilha. Conselheiro Vale morre, e em seu testamento ele alegava que Helena era sua filha e que ela devia tomar seu lugar na família, todos acreditam nisso, porém Helena sabe que não é verdadeiramente sua filha, mas na sua ânsia de ascender socialmente acaba aceitando isso. À princípio, D. Úrsula reage com um certo preconceito à chegada de Helena, mas no decorrer da narrativa ela vai ganhando o amor de D. Úrsula, Estácio porém, era um bom filho, e faz a vontade do pai sem indagar nada. Dr. Camargo acha aquilo um absurdo, pois ele queria casar sua filha, Eugênia, com Estácio para que eles se tornassem ricos às custas do dinheiro de Estácio, e mais um familiar só iria diminuir a parte da herança de Estácio. Helena toma seu lugar na família como uma mulher de fibra, uma verdadeira dona de casa, cuida muito bem de sua nova família, dirige a casa melhor do que D. Úrsula o fazia, e impressiona não só a família como toda a sociedade em geral, porque além de ser uma mulher equilibrada como poucas que existiam, era linda, sensível e rica. Ao decorrer da narrativa, Helena vai impressionando mais e mais Estácio, e nisso acaba se apaixonando por ela, e ela por ele.

Aí vem o questão X do livro, de um lado Estácio, se martirizando por se apaixonar por sua suposta irmã, o que era um pecado, e do outro Helena, também apaixonada por Estácio, esta sabia de toda verdade, mas não podia jogar tudo para o alto e ficar com ele, afinal havia recebido uma fortuna de herança. Neste ponto então surge Mendonça, que se apaixona por então pede Eugênia em casamento também para tentar esquecer Helena. A família possuía uma chácara, e perto dessa chácara tinha uma casa simples, pobre, e Helena costuma a visitar sempre essa chácara, um dia Estácio resolveu seguí-la, e lá conheceu Salvador, e foi tirar satisfações sobre as visitas de Helena, Salvador começou a lhe contar uma grande história, e surpreendeu Estácio ao lhe revelar que Helena era sua filha, não de Conselheiro Vale, e toda a História da vida de Helena até ali. Nesse mesmo dia Helena após uma forte chuva fica debilitada, á beira da morte, Estácio, tomado por seu forte amor vai cuidar de Helena e lhe faz essa declaração. Helena morre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bom-Crioulo é o apelido de Amaro, escravo fugido que se torna marinheiro. Ele desenvolve um relacionamento homossexual com Aleixo, jovem grumete. Eles arranjam um sótão para seus encontros na casa de Carolina, amiga de Amaro. Quando este é transferido, passam a se desencontrar e Carolina seduz Aleixo. Amaro, que estava hospitalizado, doente e fraco quando antes era forte, descobre que ele havia se tornado amante de Carolina e mata-o. Nem homófobo nem homófilo, este romance apresenta a imparcialidade naturalista típica. O relacionamento dos dois é retratado como outro qualquer e Aleixo é sempre descrito como "feminino", tornando-se "masculino" só após algum tempo como amante de Carolina. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Viuvinha foi "escrita pelo mesmo autor" de Cinco Minutos a mesma "prima", contando a história de "Jorge" e "Carolina"( O autor diz que esses não são os nomes verdadeiros). Eles são namorados e casam-se, mas no dia do casamento Almeida, antigo tutor de Jorge, revela-lhe que ele está falido e endividado. Ele finge suicídio e passa a se dedicar a recuperar a fortuna e o bom nome da família (usando o nome falso de Carlos) após uma viagem aos EUA. Ele o faz e depois retorna a Carolina (que havia, mesmo que sempre de luto, se tornado a sensação dos bailes), após um breve interlúdio de mistério para descobrir se Carolina ainda o queria (o mistério antecedendo a resolução é uma característica dos românticos). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Romance em tom de crônica histórica. José Saramago é escritor da nova geração do romance em Portugal. Dedica-se, além do romance, ao conto e ao teatro, tendo suas primeiras produções datadas de 1966. Memorial do Convento é de 1982 e representa uma investida no campo da narrativa histórica. O volume percorre um período de aproximadamente 30 anos na História de Portugal à época da Inquisição. O cenário é rico, registrando não só o fato histórico, mas reconstituindo a vivência popular, numa viagem a diferentes povoados ao redor de Lisboa. O rei D. João V necessitava de herdeiros e o ventre de D. Maria Ana não os concebia. Fez ele, então, uma promessa de levantar um convento em Mafra, para que a concepção ocorresse. Em paralelo, segue-se o registro da vida do povo, através do enfoque do soldado que perdeu a mão esquerda na guerra contra os espanhóis. Baltasar Sete-Sóis, em um espetáculo da Inquisição, conheceu Blimunda, mulher de poderes mágicos, que enxergava dentro das pessoas, e cuja mãe, por ter poderes semelhantes, havia sido desterrada para Angola. Desafiando os rigores da religião, ambos se "casam" através de um ritual de sangue. Baltasar torna-se ajudante do Padre Bartolomeu Lourenço, que, sob a proteção do rei, concebia uma máquina de voar, (a passarola). Sob o signo da máquina de voar unem-se ideais: os cultos, representados pelo padre Bartolomeu de Gusmão e pelo músico Scarlatti, e os populares, ancorados em Blimunda e Baltasar.

Padre Bartolomeu viaja, enlouquece e morre. Blimunda, após o sumiço de Baltasar, passa a procurá-lo, encontrando-o nove anos depois em circunstâncias trágicas. A narrativa segue direto, sem interrupções, vigorosa e rica. Saramago procura dar à linguagem o tom das crônicas históricas, reveste o vocabulário de termos ricos e realiza malabarismos sintáticos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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