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Os Sertões - Euclides da Cunha
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Na melhor tradição romântica, Lucíola é um livro onde se debatem paixões tórridas e contraditórias. O amor que não resiste às barreiras sociais e morais. Assim é o romance da bela Lúcia, a mais rica e cobiçada cortesã do Rio de Janeiro, e Paulo, um jovem modesto e frágil. Um romance que sacode a corte e provoca um excitado burburinho na sociedade. De um lado a mulher que, sendo de todos, jurava não prender-se a nenhum homem, de outro o homem em dúvida entre o amor e o preconceito.José de Alencar utiliza este instigante argumento para descrever a enorme atração física entre um homem e uma mulher. A pena moralizadora do escritor busca a idealização espiritual da prostituta que quer se modificar e a alma pura de Paulo cuja amor arrebatador supera todas as barreiras. Lucíola é um dos mais curiosos trabalhos de José de Alencar. Há nele um clima de sensualidade constante combinado com o ardor e sofrimento, bem no clima da literatura romântica que predominava na segunda metade do século passado quando foi escrito este romance. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Naquele princípio de outubro de 1939, Pierre e Isabelle Delmas viviam felizes em suas terra das vinhas de Bordeaux, em Montillac, rodeados pelas três filhas, Françoise, Léa e Laure, e por Ruth, a fiel governanta. Léa tem dezessete anos. De grande beleza, herdou do pai o amor pela terra e pelas vinhas, onde cresceu junto a Mathias Fayard, o filho do administrador, seu companheiro de brincadeiras, secretamente apaixonado por ela. 1º de outubro de 1939. Em Roches-Blanches, propriedade dos Argilat, amigos dos Delmas, festeja-se o noivado de Laurent d'Argilat com a prima, a doce Camile. Reúnem-se os tios e a tia de Léa com os filhos: Luc Delmas, advogado, com Philippe, Corinne e Pierre; Bernadette Bouchardeau e seu filho Lucien; Adrian Delmas, o dominicano, que é tido na família como revolucionário. Também lá estão os apaixonados de Léa, Jean e Raoul Lefèvre. Só Léa não compartilha o regozijo desse dia; está apaixonada por Laurent, e não pode conformar-se com aquele noivado. Conhece François Tavernier elegante e cínico, um homem ambíguo e senhor de si. Léa, por despeito, fica noiva de Claude d'Argilat, irmão de Camille. No mesmo dia, eclode a guerra: é a mobilização geral.
Léa assiste desesperada ao casamento de Camille e Laurent. Doente, sob os cuidados do médico da família, o dr. Blanchard, adia a data do casamento.

O noivo morre nos primeiros combates. Léa vai a Paris, para a casa de suas velhas tias, Lisa e Albertine de Montpleynet. Ali volta a encontrar Camille e François, por quem sente um misto de ódio e atração. Também encontra Raphaël Mahl, escritor homossexual, oportunista, inquietante, e Sarah Mulstein, uma jovem judia alemã fugida dos nazistas. Laurent parte para o front de batalha e pede a Léa para cuidar de Camille, que espera um filho e cuja saúde e delicada. Apesar disto, ambas fogem da ocupação, pelas estradas do êxodo, sob bombardeios, em condições dramáticas. Em seu caminho, Léa, aflita, cruza por acaso com Mathias Fayard, que lhe dá um momento de ternura, e François Tavernier, que lhe revela o prazer físico. A assinatura do Armistício permite às duas jovens voltarem para sua terra, onde irá nascer o pequeno Charles, com a ajuda de um oficial alemão, Frédéric Hanke. O dia do regresso foi um dia de luto: Isabelle, a mãe querida de Léa, morrera num bombardeio. O pai lentamente mergulha na loucura, enquanto a propriedade é requesitada e se organiza uma vida precária, feita de privações e de dificuldades. Léa, Camille e o pequeno Charles encontram Laurent, que fugira da
Alemanha, escondido na casa dos Debray: ele passa para clandestinidade. No seio das aldeias, das famílias, dá-se a divisão entre os adeptos irredutíveis de Pétain e os partidários de uma luta pela liberdade. Institivamente, Léa pertence a estes últimos. Incosciente do perigo, serve de correio aos combatentes clandestinos. Quando a Françoise, sua irmã, ama um ocupante, o tenete Kremer. Mathias Fayard mantém com Léa uma ligação difícil, principalmente porque seu pai cobiça a propriedade. Repelido por ela, parte para o Serviço de Trabalho
Obrigatório. Esmagada sob o peso das responsabilidades, Léa volta a Paris, para a casa de Lisa e Albertine de Montpleynet. Partilha o seu tempo entre a transmissão de mensagens para a clandestinidade e a vida mundana da Paris da ocupação. Com François Tavernier, tenta esquecer a guerra no Maxim's, no Ami Louis ou no
pequeno restaurante clandestino de Andrieu. Encontra também Sarah Mulstein, que lhe abre os olhos acerca dos campos de concentração, e Raphaël Mahl, que se dedica à mais abjeta colaboração. Nos braços de François Tavernier, sacia sua ânsia de viver. Mas Montillac precisa dela: a falta de dinheiro, a avidez do pai
de Fayard, a razão vacilante de seu pai, as ameaças que pesam sobre a família D'Argilat são realidades que ela deve enfrentar sozinha. Nos subterrâneos de Toulouse, graças ao padre Adrien Delmas, volta a encontrar Laurent e se entrega a ele. De volta, o tenente Dohse e o comissário Poinsot interrogam-na. Ela passa a dever sua salvação a interferência do tio Luc. Como seu pai recusa a idéia de um casamento com o tenente Kramer, Françoise foge. É mais do que Pierre Delmas pode suportar, e ele é encontrado morto. O padre Adrien, o tio Luc, Laurent e François Tavernier reúnem-se brevemente para o enterro. Depois de um último abraço em comunhão com a doçura da terra de Montillac, Léa fica de novo só com Camille, Charles e a velha Ruth, diante do seu precário destino. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Malasaventuras - safadezas do Malasarte (1985) - Editora Moderna

São seis anedotas famosas do Pedro Malasarte, contadas em redondilhas. A intenção foi mostrar a gênese do tal jeitinho brasileiro: quando não há justiça rápida e barata para todos, os menos favorecidos têm de encontrar um jeito de quebrar o galho, de usar o jeitinho brasileiro para resistir às injustiças. Em suma: em um país civilizado, onde houvesse justiça para todos, independentemente de sua classe social, um Pedro Malasarte não precisaria existir. E veja que este personagem existe em praticamente todas as culturas camponesas em que o quadro de injustiça social pode ser historicamente encontrado: na Alemanha, ele é Till Eulenspiegel, na Espanha, Pedro Urdemales e assim por diante. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Doutor Simão Bacamarte, cientista de nomeada, monta, em Itaguaí, um hospício, a Casa Verde, onde pretende executar seus projetos científicos. Pretende separar o reino da loucura do reino do perfeito juízo, mas a confusão em que ambas se misturam acaba aborrecendo o Doutor, que, para levar a efeito a seleção dos loucos, tem que saber o que é a normalidade. Assim, qualquer desvio do que era o comportamento médio, a aparência pública, qualquer movimento interior, que diferisse da norma da maioria era objeto de internação. O hospício é a Casa do Poder, e Machado de Assis sabia disso muito antes da antipsiquiatria de Lacan e das teses de Foucould. No início, o projeto do Dr. Simão Bacamarte é bem recebido pela população de Itaguaí, mas a aprovação cessa quando o médico passa a recolher na Casa Verde, pessoas em cuja loucura a população não acredita. O barbeiro Porfírio lidera uma rebelião contra o hospício que é sufocada. Numa primeira etapa, são internados os que, embora manifestassem hábitos ou atitudes discutíveis, eram tolerados pela sociedade: os politicamente volúveis, os sem opiniões próprias, os mentirosos, os falastrões, os poetas que viviam escrevendo versos empolados, os vaidosos, etc. Para pasmo geral dos habitantes de ltaguaí, Simão Bacamarte, um dia, solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura:


os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc. A terapêutica para esses casos de loucura consistia em fazer desaparecer de seus pacientes as "virtudes", o que o Dr. Simão Bacamarte consegue com certa facilidade. Declara curados todos os loucos, solta-os todos e, reconhecendo-se como o único louco irremediável, o médico tranca-se na Casa Verde, onde morre alguns meses depois. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Cousinet

Roger Cousinet nasceu na França em 1881 e morreu em 1973. Cousinet formou-se na Escola Normal Superior, licenciando-se em Letras pela Sorbonne. Pertencente ao grupo dos fundadores da Escola Nova, Cousinet compartilhava as idéias de Claparède, Ferrière e outros.
Em 1922, Cousinet criou a Revista Nouvelle Éducation que seria um instrumento privilegiado de difusão das idéias da Escola Nova. Em 1945 ele publica seu mais conhecido trabalho: "Une méthode libre de travail en groupes".
Cousinet sempre procurou articular teoria e prática pedagógica seja como professor, inspetor formador ou pesquisador e era um adepto da psicologia experimental, como muitos de sua época.
O jogo é a base do Método Pedagógico Cousinet de trabalho em grupo. Para ele o jogo, a brincadeira, eram atividades naturais da criança e portanto, a atividade educativa deveria ser fundamentada nessas atividades. Cousinet considera a criança como ela é e não como o adulto que deverá vir a ser.
Cousinet valorizava a auto-confiança dos alunos. Não havia resultados pré-determinados para avaliar o desempenho dos alunos, nem se media seu trabalho por notas. Os resultados dos trabalhos das crianças eram aceitos, do jeito que pudessem ser realizados. Se a realização não era a desejável, não se culpava a criança. Havia uma crença nas possibilidades de cada um em relação ao seu próprio crescimento intelectual e moral. As tarefas para os alunos não seguiam hierarquias ou ritos. Cousinet acreditava que os aspectos desconcertantes desapareceriam por si próprios ao termo de uma evolução natural.
Na realidade Cousinet substituiu a pedagogia do ensino pela pedagogia da aprendizagem. Criticava os métodos escolares de ensino vigentes e os saberes factuais, informativos que condenava. Para ela o que importava eram os saberes operacionais. Aprende-se a ler para conhecer o pensamento escrito, aprende-se a escrever para expressar o pensamento. Com o que se aprende pode-se fazer muita coisa. Com o que se decora, muito pouco. O professor, desta forma, não deveria expor o saber aos alunos. Trabalhava-se em grupo para realizar descobertas coletivamente.
Construir o saber é construir métodos de trabalho utilizando os instrumentos adequados (observação, experimentação, análise de documentos ...) Só se aprende, portanto, o que se pesquisa e não o que nos informaram. A lógica da aprendizagem, dentro desta perspectiva se transforma. A ordem pré-estabelecida pelos professores cede lugar à ordem das preocupações que determinados temas suscitam nos alunos.
Cousinet não trabalhava com os centros de interesse da mesma forma que Dècroly. Não havia um esquema de temas organizados que o professor devia seguir. A valorizava a auto-confiança dos alunos para disciplinas, separação entre elas, nem notas, nem classes, somente a liberdade de aprender. O trabalho em grupo ocupa lugar de destaque na Pedagogia de Cousinet. As crianças se organizam livremente, escolhem seu grupo, trabalham com seus pares e adquirem a capacidade de corrigir seus trabalhos.
Uma concepção de educação centrada no aluno, sujeito do seu próprio conhecimento, decidindo o que aprender e quando aprender, assimilando seu erro e corrigindo seus próprios trabalhos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Um apólogo (= alegoria onde animais e coisas falam) Pequena história de vaidade e ciumeira que levam uma agulha e a linha a uma polêmica acalorada cada uma querendo mostrar a sua superioridade sobre a outra, na função que estão exercendo de confeccionar um vestido de baile para uma bela dama da nobreza que tem de ir a um baile. Participam, na história, como figurantes um alfinete e a costureira. A agulha diz que a linha esta cheia de si sem razão nenhuma. A linha pede que ela a deixe em paz e a agulha responde que falará quando lhe der na cabeça. A linha lembra que agulha não tem cabeça. Quando a agulha diz que é muito mais importante porque é ela que vai na frente abrindo caminho, a linha responde que os batedores do imperador também vão à frente e não são importantes. A agulha se vangloria de estar sempre entre os dedos da costureira e a linha lembra que terminado o trabalho a agulha vai para a caixa de costura enquanto ela, a linha, irá para o baile com o lindo vestido e sua dona. O alfinete parece querer consolar a agulha e lhe diz que ele não abre caminho e onde o colocam ele fica. O autor termina com uma lição moral (?) : "Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!"
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O romance é narrado na primeira pessoa pela personagem centra, Belmiro Borba , solteirão tímido e sonhador, dotado de grande capacidade para analisar a si próprio e aos outros, que vive modestamente em Belo Horizonte com duas irmãs, "as velhas". Numa noite de Natal, resolve iniciar uma espécie de diário, para registrar o cotidiano e evocar a infância em Vila Caraibas , cuja saudade o persegue como doce obsessão. Vemos então o desenrolar das suas meditações, o seu convívio com um grupo, de amigos (Jandira, Silviano, Florêncio, Redelvim, Glicério ) ; a sua paixão distante por uma jovem desconhecida da alta roda ( Carmélia); identificada na sua imaginação a uma personagem de lenda ( a Donzela Arabela) e despertando na memória a lembrança de uma namorada juvenil ( Camila) . Em tudo se nota que Belmiro foge a ação por meio do sonho e da reflexão, dissolvendo de certo modo a realidade pela excessiva aplicação da inteligência. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No livro Formação Social da Mente – Vygotsky tem por objetivo caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se desenvolveram durante a vida do indivíduo e enfatiza três aspectos:
• Relação entre seres humanos e o seu ambiente físico e social.
• Novas formas de atividade que fizeram com que o trabalho fosse o meio fundamental de relacionamentos entre o homem e a natureza e as conseqüências psicológicas dessas formas de atividade.
• A natureza das relações entre o uso de instrumento e desenvolvimento da linguagem.
O estudo do desenvolvimento infantil começou a ser feita por comparação à botânica, associado à maturação do organismo como um todo. Como maturação por si só, é um fator secundário e não explica o desenvolvimento de formas mais complexas do comportamento humano, a psicologia moderna passou a estudar a criança a partir dos modelos zoológicos, isto é, da experimentação animal.
Segundo Vygotsky, o momento de maior significado no curso do desenvolvimento intelectual, que dá origem às formas puramente humanas de inteligência prática e abstrata, acontece quando a fala e a atividade prática estão juntas.
A criança, antes de controlar o próprio comportamento, começa a controlar o ambiente com a ajuda da fala, produzindo novas relações com o ambiente, além de uma nova organização do próprio ambiente. A criação dessas formas caracteristicamente humanas de comportamento produz o intelecto, e constitui a base do trabalho produtivo: à forma especificamente humana do uso de instrumento.
Experiências feitas por Vygotsky concluíram que a fala da criança é tão importante quanto a ação para atingir um objetivo. Sua fala e ação fazem parte de uma mesma função psicológica complexa, dirigida para a solução do problema em questão.
Conclui-se também que quanto mais complexa a ação exigida pela situação e menos direta a solução, maior a importância que a fala adquire na operação como um todo.
“Essas observações, me levam a concluir que as crianças resolvem suas tarefas práticas com a ajuda da fala, assim como dos olhos e das mãos”. (Vygotsky)
A criança quando se confronta com um problema mais complicado, apresenta ótima variedade complexa de respostas que incluem tentativas diretas de atingir o objetivo, uso de instrumentos, fala dirigidas as pessoas ou que simplesmente acompanha a ação e apelos verbais direto ao objeto de atenção. O desenvolvimento da percepção e da atenção, o uso de instrumentos e da fala afeta várias funções psicológicas:
 Operações sensório-motoras e atenção – cada uma das quais é parte de um sistema dinâmico de comportamento.
Para o desenvolvimento da criança principalmente na primeira infância, o que se reveste de importância primordial são as interações com os adultos (assimétricas), portadores de todas as mensagens de cultura. Nessa interação o papel essencial corresponde aos diferentes sistemas semióticos seguida de uma função individual: começam a ser utilizado como instrumentos de organização e de controle do comportamento individual.
A abordagem dialética, admitindo a influência da natureza sobre o homem, afirma que o homem, por sua vez, age sobre a natureza e cria, através das mudanças por ele provocadas, novas condições naturais para a sua existência. Essa posição representa o elemento-chave da abordagem de estudo e interpretação das funções psicológicas superiores FPS, do homem e serve como base dos novos métodos de experimentação e análise.
Com relação à interação entre aprendizado e ensino – O aprendizado é considerado um processo puramente externo que não esta envolvido ativamente no desenvolvimento, simplesmente se utilizará dos avanços do desenvolvimento ao invés de fornecer um impulso para modificar seu curso.
Para Vygotsky não existe melhor maneira de descrever a educação do que considerá-la como a organização dos hábitos de conduta e tendências comportamentais adquiridos. O aprendizado não altera nossa capacidade global de focalizar a atenção, ao invés disso, desenvolve várias capacidades de focalizar a atenção sobre várias coisas.
Numa abordagem sobre a zona de desenvolvimento proximal, o ponto de partida da discussão é o fato de que o aprendizado das crianças começa muito antes delas freqüentam a escola.
A zona de desenvolvimento proximal é resumidamente à distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independe de problemas e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob orientação de um adulto.
O brinquedo tem um papel marcante para desenvolvimento, o brinquedo não é uma atividade pura e simples de prazer a uma criança, pois há outras atividades que dão mais prazer, como o habito de chupar chupeta, em relação aos jogos que marcam a perda e ganho com freqüência e é acompanhado pelo desprazer da perda. A criança em idade pé-escolar envolve-se num mundo ilusório para resolver suas questões e considera essencial e reconhece a enorme influência do brinquedo no desenvolvimento da criança.
O brinquedo não é o aspecto predominante da infância, mas um fator muito importante do desenvolvimento, demonstra o significado da mudança que ocorre no desenvolvimento do próprio brinquedo, de uma predominância de situações imaginárias para as predominâncias de regras e mostra as transformações internas das crianças que surgem em conseqüência do brinquedo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O elemento estrutural mais importante dessa obra é a sua organização sistematizada em dois planos e três atos: Plano do presente (1932, aproximadamente), no espaço de uma casa modesta Plano do passado (1929), no espaço de uma fazenda tradicional. Além de quebrar a linearidade que tornaria o texto e a encenação um tanto quanto monótonos, essa organização permite aos espectadores Ter acesso simultâneo aos dois instantes fundamentais da história, levando a uma comparação que foi prevista pelo autor, para assim comentar, sublinhar os fatos sobre os quais quer chamar a atenção. Dessa forma, os espectadores não podem contar nem ao menos com o refrigério da dúvida. Sabem, antecipadamente, que toda esperança é inútil. Por isso, pode-se dizer que sofrem mais que as personagens. Tempo: como todo texto conciso e de forte consciência dramática, a ação se desenvolve próxima do seu desenlace. Temos dois momentos fundamentais, o passado (1929), próximo da perda da fazenda que segue até a perda definitiva; e o da esperança de retorno com base na moratória e no resultado do processo de nulidade (1932), que se encaminha até a decisão final do juiz, com a derrota definitiva, pondo fim a toda e qualquer esperança. Espaço: há dois espaços fundamentais: a sala de uma modesta casa de cidade do interior de São Paulo e a de uma larga casa da fazenda tradicional. O espaço da fazenda não se manifesta de modo concreto e genérico, mas por meio de pequenos incidentes que perpassam pela conversa como o balaústre que está estragado, os vidros da bandeira da porta que estão pedindo troca, ou mesmo as formigas que tornaram a sair. Importante notar, que esses sinais apontam todos infalivelmente para a ameaça de morte (decadência) que paira sobre a fazenda ou, metonimicamente, sobre essa classe que ela representa, isto é, a classe dominante da época, os donos do café. Personagens: Helena, pessoa bondosa, humilde, que ama a todos de maneira bem distribuída, procurando compreender cada um e aceitá-lo com suas virtudes e seus defeitos. Como toda mulher daquele tempo é totalmente obediente ao marido. Joaquim, homem sistemático do interior, forte na aparência, mas sensível no interior. Cuida de todos os negócios, não permitindo que as mulheres se metam em atividades que julga serem apenas dos homens. Dispensa todo tipo de ajuda, por isso sofre muito quando a filha precisa costurar para sustentar a família. É preso à tradição, não aceitando as mudanças. Marcelo, filho de classe dominante, nada quer na vida, evitando qualquer esforço físico ou intelectual. Quer desfrutar dos benefícios que a posição do pai lhe proporciona, e, quando tudo desanda, refugia-se na bebida. Lucília, moça forte, de temperamento enérgico e paciente, única no conjunto familiar a estar preparada para a nova vida de sofrimento e luta pelo pão de cada dia. Orgulhosa, no entanto, não gosta de aceitar ajuda dos parentes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Este livro é dividido em três partes: A Terra, O Homem e A Luta. A Terra é uma descrição detalhada feita pelo cientista Euclides da Cunha, mostrando todas as características do lugar, o clima, as secas, a terra, enfim. O Homem é uma descrição feita pelo sociólogo e antropólogo Euclides da Cunha, que mostra o habitante do lugar, sua relação com o meio, sua gênese etnológica, seu comportamento, crença e costume; mas depois se fixa na figura de Antônio Conselheiro, o líder de Canudos. Apresenta se caráter, seu passado e relatos de como era a vida e os costumes de Canudos, como relatados por visitantes e habitantes capturados. Estas duas partes são essencialmente descritivas, pois na verdade "armam o palco" e "introduzem os personagens" para a verdadeira história, a Guerra de Canudos, relatada na terceira parte, A Luta. A Luta é uma descrição feita pelo jornalista e ser humano Euclides da Cunha, relatando as quatro expedições a Canudos, criando o retrato real só possível pela testemunha ocular da fome, da peste, da miséria, da violência e da insanidade da guerra. Retratando minuciosamente movimento de tropas, o autor constantemente se prende à individualidade das ações e mostra casos isolados marcantes que demonstram bem o absurdo de um massacre que começou por um motivo tolo - Antônio Conselheiro reclamando um estoque de madeira não entregue - escalou para um conflito onde havia paranóia nacional pois suspeitava-se que os "monarquistas" de Canudos, liderados pelo "famigerado e bárbaro Bom Jesus Conselheiro" tinham apoio externo. No final, foi apenas um massacre violento onde estavam todos errados e o lado mais fraco resistiu até o fim com seus derradeiros defensores - um velho, dois adultos e uma criança. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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