Ser pobre é deixar a unha crescer para tirar cera do ouvido com ela...

 

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Dom Casmurro - Machado de Assis
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Diva é um romance urbano. Nele a heroína Emília, bela e rica filha mimada de um capitalista carioca fica dividida e confusa frente ao amor de Augusto. Augusto (que, médico, salvou sua vida quando ela era só uma pré-adolescente feia) e Emília ficam assim presos em jogos de amor, amizade e desprezo que são por vezes infantis e outras humilhantes. Augusto se declara, Emília diz não o amar. Por fim Augusto renega seu amor, Emília declara também amar, Augusto percebe ainda amar e eles vivem felizes para sempre, num romance que segue ao pé da letra o estilo folhetim: heróis perfeitos, um obstáculo para o amor (a dúvida de Emília) e um final feliz no último instante. (Meio que desimportante dizer isto, mas a declaração final de amor de Emília deve ser a epígrafe do Manifesto Machista.) veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A história do Moleque Ricardo a partir de sua prisão com os companheiros grevistas em Fernando de Noronha, o qual retorna ao engenho. Com pouco mais estariam no velho Santa Rosa, que Ricardo deixara há oito anos, fugido como de um presídio, de uma ilha de trabalhos. Fugira de lá para não ser um alugado e fora pior que isso. Tivera dores que os alugados não sofriam nunca. Na segunda parte do livro , começa propriamente Usina Narra os acontecimentos que envolvem Santa Rosa depois que Carlos Melo, fugindo dos problemas que envolviam o engenho , entrega o seu patrimônio aos parentes. O Santa Rosa transforma-se na usina Bom Jesus. O Dr. Juca sonha com o prestígio. Negociando com Zé Marreira, proprietário da Fazenda São Felix, na figura do Dr. Luiz, terminam por forçar a venda. A enchente do rio Paraíba, destruindo a antiga propriedade, simboliza o fim de um ciclo. O usineiro retira-se com a família no meio da destruição física dos seus domínios. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Noviço é dividido em três atos, passados no RJ. No primeiro apresentam-se o hipócrita e interesseiro Ambrósio, que casou com a crédula Florência ; o noviço Carlos que com mais vocação para militar fugiu do convento para casar-se com Emília (filha de Florência e sua prima). Aparece também Rosa, primeira esposa de Ambrósio (não havia divórcio na época), que foi abandonada por ele após ter seus bens roubados. Carlos encontra Rosa e esta fornece-lhe meios para chantagear Ambrósio e permitir-lhe sair corretamente do convento, retirar Emília e Juca (irmão mais novo de Emília) da vida religiosa que Ambrósio planejava para eles e casar com Emília. A chantagem ocorre no segundo ato, junto com a revelação a Florência de que o marido é bígamo; Ambrósio foge. No terceiro ato, após muita confusão, Ambrósio é preso, Carlos liberto de ir ao convento ou ser preso (ele atacara um frade na fuga) e o casal fica livre para casar. A peça toda lembra as comédias pastelões dos anos 10, com personagens caricatos, situações mirabolantes, perseguições e violência gratuita. O Juiz de Paz da Roça O Juiz de Paz da Roça se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José. Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. Quem casa, quer casa Quem casa, quer casa é um "provérbio" em ato único, passado no Rio de Janeiro de 1845. Mas os dois casais da peça não seguem o ditado, já que nela uma família passa o tempo todo brigando. Motivo: o casal de filhos de Dona Fabiana casou-se com o casal de filhos de Anselmo e nenhum dos quatro faz nada além de brigar. os cinco (os dois casais e Fabiana) passam a peça toda aos gritos enquanto o marido de Dona Fabiana, um carola molengão, faz nada. Ao final Anselmo aparece e acaba com a briga (que já havia escalado ao nível da agressão física generalizada) e entrega a chave de duas casas alugadas aos filhos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Com empolgante sentido humano, o livro narra as desilusões de um grupo de americanos ricos, "exilados" em Paris logo após a Primeira Guerra Mundial. Em busca de emoções fortes, vão para a Espanha, onde assistem à fiesta, espetáculo composto de danças , missas, procissões, touradas. No meio da alegria que antecede o retorno ao marasmo habitual, um sofrida gistória de amor se desenrola: o amor de Barnes e Brett/ Amor frustado de um mutilado de guerra , touro ferido e incapaz de viver sua própria fiesta. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No livro, dividido em duas partes, mesclam-se acontecimentos reais e irreais. Na cidade fictícia de Antares, apresenta-nos, o Autor, na primeira parte, o progressivo acomodamento das duas facções (os Campolargo e os Vacariano) às oscilações da política nacional e a união de ambas em face da ameaça comunista, como é conhecida, pelos senhores da cidade, a classe operária que reivindica seus direitos. Na segunda parte, o "incidente" do título: a greve dos coveiros. Morrem inesperadamente sete pessoas em Antares, incluindo a matriarca dos Campolargo. Os coveiros se negam a efetuar o enterro, a fim de aumentar a pressão sobre os patrões. Os mortos, insepultos, adquirem "vida" e passam a vasculhar a vida dos parentes e amigos, descobrindo, com isso, a extrema podridão moral da sociedade. Como as personagens são cadáveres, livres, portanto, das pressões sociais, podem criticar violentamente a sociedade. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O poeta e o cavaleiro (1998) - Editora FTD

Se Literatura fosse como carnaval e também concorresse aos prêmios das categorias Luxo e Originalidade, este livro deveria receber, por seu foco narrativo, o prêmio Originalidade. Criei um narrador, na primeira pessoa, que é apenas mais uma das vítimas de um vigarista que, com suas artimanhas, submete toda uma cidade medieval a seus caprichos. Assim, ele não está entendendo aquilo que narra. O leitor tem de compreender a história apesar do que diz o tal personagem. Adorei trabalhar esta idéia. Este livro procura também mostrar que a palavra tem força até mesmo para enganar os outros. O personagem vigarista fala difícil o tempo todo, de modo a ser mal compreendido mas, ao mesmo tempo, de modo a ser temido e atingir seus objetivos desonestos.

O livro pretende mostrar o perigo de votarmos errado, de nos deixarmos envolver por discursos floreados e promessas vãs de nossos políticos ou dos militares, que tomaram o poder em nosso País durante tanto tempo, às custas da ameaça de, no alto do Corcovado, haver o dragão do comunismo, que a todos devoraria, a menos que nós, o povo brasileiro, concordássemos em entregar-lhes (aos militares, à burguesia, às oligarquias rurais e às multinacionais), sem resistência, todo o poder, todo o exercício da justiça e toda a condução da economia.

Durante duas décadas, o povo brasileiro concordou com arrochos, com desmandos, com corrupção, com tortura, com assassinatos, com cassações, aceitando que aquele talvez fosse um mal menor frente à grande ameaça do comunismo, que certamente estaria a ponto de tomar o poder no Brasil e promover arrochos, desmandos, corrupção, tortura, assassinatos e cassações. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Chalaça quer dizer zombeteiro, gracejo, caçoada. Narrada em 1ª pessoa, esta obra constitui-se do caderno de anotações de Francisco Gomes da Silva, conselheiro do Império, que, durante um bom tempo, foi um dos mais importantes auxiliares e o mais próximo de Dom Pedro I. Houve quem o chamasse de alcoviteiro e safardana, mais tais acusações não passam de calúnias. Se o chalaça - este era seu apelido - conseguiu ascender de simples serviçal a um dos mais influentes homens do Império brasileiro, isto aconteceu principalmente graças à sua privilegiada inteligência. Além de habilidoso conselheiro, este companheiro de D. Pedro I foi também um brilhante filósofo, conforme demonstram algumas de suas teorias que aqui estão. Como pôr exemplo aquela na qual ele estabelece a profunda relação entre o fluxo sangüíneo e o funcionamento do cérebro no momento da cópula, o que explica tantas e tantas atitudes masculinas. O personagem esteve em todos os grandes acontecimentos da jovem nação brasileira: gritou, junto com o imperador, às margens do Ipiranga, escreveu a primeira Constituição e dissolveu com bravura a primeira Assembléia Constituinte. O chalaça foi, enfim, um exemplo acabado de homem e estadista, e constituiu-se num modelo muito imitado pelos brasileiros, desde aqueles tempos até os dias de hoje. Mas Francisco Gomes também sabia fazer rir.

Não é à toa que seu apelido significa gracejo, caçoada, zombaria. Seu humor fino e inteligente, seu talento musical (tirava inspirados lundus de sua viola) e sua habilidade ao intermediar os encontros de D. Pedro I com as filhas de Eva fizeram com que ele fosse a companhia favorita do imperador enquanto não admirava as flores pelo lado da raiz. Pode ser que o Chalaça, em seu diário, falte com a verdade em alguns trechos, mas não o julguemos mal. Se há exageros e omissões em sua narrativa, é porque assim funciona a memória, prolongando vitórias e dissimulando derrotas. Talvez por conta disso ele seja acusado de imprecisão histórica. Chalaça, um píncaro por excelência, teria escrito algumas das páginas mais elegantes e divertidas de que se tem notícia sobre os termos do Primeiro Império. Estávamos lá eu, o Caldeira Brant, que recentemente recebera o título de Marquês de Barbacena, o gentil-homem do paço João da Rocha Pinto e o criador de cavalos João Carlota. Estes dois eram figuras assíduas nos saraus e eu até já fizera com eles alguns negócios. O marquês eu conhecia de vista e era uma das principais vozes do Império. Até então havíamos trocado apenas alguns comprimentos de cabeça. O fidalgo usava coletes engomados ao exagero e ostentava medalhas muito lustradas mesmo nas mais simples recepções. Entramos numa sala um tanto pequena em que havia apenas uma mesa redonda com cinco cadeiras. Eu. como secretário particular de Sua Majestade, obviamente, deveria ficar ã sua direita, mas o marquês se antecipou e tomou a cadeira na qual eu costumava sentar-me. "Este era o seu lugar? Perdão, não tive intenção, queria sentar-me. Pensei que os nobres sempre tivessem a preferência de se assentar à direita do soberano." Ele já ia se levantando quando pus a mão em seu ombro. Não podia deixar que ele se mostrasse tão superior aos olhos do Imperador. "Por favor, Marquês, não queira se incomodar; o Imperador é canhoto mesmo." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Passado no subúrbio do Rio de Janeiro, Clara dos Anjos conta sobre a jovem e ingênua mulata Clara, filha do carteiro Joaquim dos Anjos, que é seduzida pelo malandro Cassi Jones. Cassi é um jovem branco, ignorante e torpe, que usa este sobrenome porque, supostamente, descende de um nobre inglês. Seu pai não fala mais com ele após suas diversas aventuras que desonraram várias donzelas e acabaram com vários casamentos (a mãe de uma das vítimas se suicidou; o marido que ela arranjou depois distribui anonimamente um dossiê sobre Cassi pelo RJ). Cassi toma Clara como seu próximo alvo e vai tentando se aproximar dela. Começa pela festa de aniversário desta e vai seguindo, apesar dos pais dela não deixarem e do padrinho dela e tantos outros falarem sobre ele. Clara não acredita e continua curiosa sobre Cassi. Cassi passa a usar um velho, "dentista", que tratava de Clara; ele manda as cartas de um e outro. Depois de um tempo Cassi parte para São Paulo para um possível emprego; Clara está grávida. Após pensar em abort, Clara revela a verdade à mãe, que vai falar à família de Cassi. Lá ela é tratada como só "mais uma mulatinha" e percebe a verdade total. Pontilhado com referências sobre o preconceito racial (um dos personagens é poeta Leonardo Flores; mulato e talentoso, fica pobre pois foi explorado), este foi o primeiro romance de Lima Barreto mais um dos últimos a ser publicado. Todos os personagens são tipicamente suburbanos e o vocabulário já transpira a coloquialidade como é característico ao autor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Aventuras de Diófanes é o romance mais antigo escrito por um brasileiro - ou melhor, por uma brasileira, o que não deixa de surpreender, se levadas em conta as limitações impostas ao sexo feminino pela sociedade do século XVIII. Teresa Margarida da Silva e Orta nasceu em São Paulo, em 1711 ou início de 1712. Em 1716 viajou com a família para Portugal, onde morreu em 1793. Pelos relatos que nos chegaram foi uma mulher culta, independente e voluntariosa - espécie de precursora das feministas do século XX. Esteve enclausurada no convento de Trinas com a irmã, Catarina Josefa. Casou-se, depois, sem o consentimento dos pais, com Pedro Jansen von Praet, com quem teve 12 filhos. Em 1770 foi presa (cumpriu pena de sete anos) por ordem do Marquês de Pombal. Com a devida chancela do Santo Ofício, Aventuras de Diófanes veio à luz em 1752. O título original era Máximas de virtude e formosura com que Diófanes, Climinéia e Hemirena, príncipes de Tebas,, venceram os mais apertados lances da desgraça. Teresa Margarida usou o pseudônimo Dorotéia Engrássia Tavareda Dalmira. Só mais tarde se conheceria o verdadeiro nome da autora. Não existe unanimidade da crítica a respeito de Aventuras de Diófanes. Afrânio Coutinho e Nelson Werneck Sodré, por exemplo, não o relacionam à produção cultural brasileira. Antônio Cândido sequer o menciona na sua Formação da literatura brasileira. O fato é que o livro desperta cada vez mais interesse. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bento Santiago, um advogado de meia idade, vive sozinho numa boa casa, em bairro distante do centro do Rio de Janeiro onde é conhecido como Dom Casmurro. Para preencher a vida pacata de viúvo sem filhos, Dom Casmurro resolve contar suas lembranças, isto é, atar as duas pontas da vida, a adolescência e a maturidade. Adolescente, Bentinho descobre-se apaixonado pela menina da casa ao lado, a Capitu. Inteligente, com idéias atrevidas, Capitu convence Bentinho a não concordar com o projeto de sua mãe, Dona Glória, senhora viúva e rica, que queria fazê-lo padre. Bentinho tanto encanta-se pela firmeza de Capitu quanto fica fascinado por seus cabelos, pelos olhos de ressaca e começa a conhecer as regras do amar. A vida toma o rumo que desejam os apaixonados: depois do seminário, do curso de Direito em São Paulo, casam-se. A vida corre feliz até o dia em que brota o ciúme, de tudo e de todos. A história de amor transforma-se numa história de suspeita de traição. O ciúme faz de Bento Santiago um homem cruel e perverso. Mordido pela dúvida de que o pequeno Ezequiel seja não seu filho, mas de seu amigo Escobar, com que aparenta visível semelhança, impõe a separação à Capitu. Para todos os efeitos, o bacharel rico enviava o filho, acompanhado da mãe para estudar na Suíça. Nunca mais Bentinho encontrou Capitu, que morre na Europa. Só revê o filho uma vez, antes de o rapaz morrer de tifo, numa viagem científica a Jerusalém. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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Roberto e Meirinho, fabricação e venda de Salgados, Coisa Verde e muito mais... - Zmaro 054
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Verinha, Museu Licinha, Brechó e muito mais - Programa Zmaro 107
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Pessoas desaparecidas, como conservar o salame do Tonhão, Cabelos de crianças e muito mais - Programa Zmaro 143
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