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O que é Pedagogia - Coleção Primeiros Passos - Paulo Ghiraldelli Jr.
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D. Casmurro é o terceiro romance realista que faz parte da chamada “obra madura” de Machado de Assis (os outros são Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881, e Quincas Borba, 1892) e para os teóricos da Literatura é o mais importante e bem acabado romance do escritor.

Além disso, guarda dentro dele, a personagem mais inquietante daquele autor realista: Capitu, a que tem “os olhos de cigana oblíqua e dissimulada”, os famosos “olhos de ressaca”.

Cem anos passados desde a publicação, o romance continua sendo instigante e inovador e despertando nos leitores a sensação de que, para entender Machado de Assis, há muito, ainda, que se jogar com ele um bom jogo de xadrez.

O livro está disposto em 148 capítulos curtos e se inicia quando Bento Santiago, um advogado de 50 e poucos anos se dispõe a “atar as duas pontas da vida e restaurar na velhice a adolescência”. Para isso, ele precisa contar com você, leitor. Precisa também engana-lo e seduzi-lo a fim de provar que Capitu o traiu, a fim de contar com você para concluir isso ou desculpar-se. Toma você, leitor, como um refém desde o segundo capítulo.

Narrado em primeira pessoa, o que significa sempre um perigo, o romance é integralmente contado por Bento Santiago que o conduz de maneira parcial e, ainda, leva o leitor a conhecera história por meio de alinearidade temporal. Ou seja: está aí obtida uma outra armadilha: enquanto quem o lê procura colocar em ordem temporal a narrativa, o narrador vai contando, como quem não quer nada, a sua história de suposições, ciúmes e desconfianças.

Linearmente, a história é a seguinte: Quando Bento Santiago nasceu, a mãe prometeu que o daria como padre à Igreja se ele crescesse saudável ( ela havia perdido um outro filho, antes dele); o pai padeceu em seguida e D. Glória criou o menino entre carinhos e mimos. Na casa, ficaram os adultos e seus problemas: a mãe viúva, ainda bonita, a prima Justina, o tio Cosme e n José Dias, um agregado, que tem as falas sempre marcadas por superlativos.

No início da adolescência, ainda em casa porque a mãe hesitava em manda-lo para o seminário, Bentinho se apaixona pela vizinha Capitu, amigos que eram desde a infância. E Capitu se apaixona por ele.

Alertada por José Dias, D. Glória resolve mandar o filho ao seminário. Bentinho e Capitu são separados, então, para a grande tristeza de ambos. Mas no seminário, Bento Santiago conhece Escobar Ezequiel, que lá estava para estudar para o comércio, e este lhe sugere que fale com a mãe para pedir ao bispo uma troca: Bentinho deixaria o seminário e D, Glória pagaria a um menino pobre para estudar e ser padre.

E assim foi feito. Livre para o amor de Capitu, Bento vai para São Paulo estudar Direito e de lá volta formado. Casa-se com Capitu no mesmo dia que Escobar casa-se com Sancha, a dileta e querida amiga de Capitu.

Desde o início da narrativa, Bento Santiago encarrega-se de algo detestável: dissiminar no leitor a desconfiança. Para tanto, conta episódios em que Capitu é vista como dissimulada ( o beijo, o jogo do sério…). Cria, a cada capítulo e com genial maestria, a desconfiança do leitor que, por fim, há de lhe dar razão quanto à traição da mulher.

Casados, não tinham filhos. Sancha e Escobar têm uma menina que, em homenagem à amizade, recebe o nome de Capitolina.

Capitu engravida finalmente e nasce Ezequiel. É aí que começa a tormenta: para Bentinho, o menino se assemelhava, cada dia mais, ao amigo Escobar.

Um dia, tomado pela obsessão do ciúme, resolve ir à cidade e comprar um veneno: quer finalizar-se. Mas também vai ao teatro e vê Othelo, de Shakespeare, drama que trata da ruína que a desconfiança faz nas criaturas. Ao voltar, depois de oferecer numa xícara de café o veneno ao pequenino Ezequiel e arrepender-se na última hora, briga com Capitu que o surpreende a dizer a Ezequiel que não é o pai dele. E, por fim, vão Ezequiel e Capitu para a Suíça, num exílio imposto pelo marido desconfiado e infeliz.

Capitu padece na Europa; Ezequiel, já adulto, vem visitar o pai. Mas, ao voltar para as escavações no norte da África, padece de uma febre esquisita.

No fim do romance, o narrador nos anuncia livre para escrever a História dos Subúrbios. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Amâncio de Vasconcelos, um jovem maranhense, vem para o Rio de Janeiro, com o propósito de realizar o curso de Medicina. De início hospeda-se na casa de um conhecido da família, Luís Campos, que vivia com sua mulher D. Maria Hortência e uma cunhada, Dona Carlotinha. Entretanto, Amâncio, com um amigo e co-provinciano, paiva Rocha, e passa a viver uma vida desvairada e boêmia. As extravagâncias de chegar altas horas da noite, faltar às aulas, embebedar-se, não lhe eram permitidas na casa de Campos. Por outro lado, o jovem estudante começara a despertar um certo interesse no coração de Hortência. Levado por esses motivos, resolve ele mudar-se para a pensão de João Coqueiro, que lhe fora apresentado por Paiva Rocha. Acaba envolvido por Amélia, irmão de João Coqueiro, que finge ignorar o romance e explora-a, exigindo dinheiro do rapaz ( Amâncio). Enredado no ambiente asfixiante e corrupto da pensão de João Coqueiro e de Mme. Brizard, sua mulher, envolvido em uma série de tramas, Amâncio resolve viajar para São Luís, para rever a mãe, agora viúva. João Coqueiro suspeita da viagem, e consegueque a polícia prenda Amâncio sob a cusação de defloramento, da qual o estudante é absolvido, em rumurosos julgamento. Inconformado com a absolvição, João Coqueiro assassina Amâncio com um tiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Naquele princípio de outubro de 1939, Pierre e Isabelle Delmas viviam felizes em suas terra das vinhas de Bordeaux, em Montillac, rodeados pelas três filhas, Françoise, Léa e Laure, e por Ruth, a fiel governanta. Léa tem dezessete anos. De grande beleza, herdou do pai o amor pela terra e pelas vinhas, onde cresceu junto a Mathias Fayard, o filho do administrador, seu companheiro de brincadeiras, secretamente apaixonado por ela. 1º de outubro de 1939. Em Roches-Blanches, propriedade dos Argilat, amigos dos Delmas, festeja-se o noivado de Laurent d'Argilat com a prima, a doce Camile. Reúnem-se os tios e a tia de Léa com os filhos: Luc Delmas, advogado, com Philippe, Corinne e Pierre; Bernadette Bouchardeau e seu filho Lucien; Adrian Delmas, o dominicano, que é tido na família como revolucionário. Também lá estão os apaixonados de Léa, Jean e Raoul Lefèvre. Só Léa não compartilha o regozijo desse dia; está apaixonada por Laurent, e não pode conformar-se com aquele noivado. Conhece François Tavernier elegante e cínico, um homem ambíguo e senhor de si. Léa, por despeito, fica noiva de Claude d'Argilat, irmão de Camille. No mesmo dia, eclode a guerra: é a mobilização geral.
Léa assiste desesperada ao casamento de Camille e Laurent. Doente, sob os cuidados do médico da família, o dr. Blanchard, adia a data do casamento.

O noivo morre nos primeiros combates. Léa vai a Paris, para a casa de suas velhas tias, Lisa e Albertine de Montpleynet. Ali volta a encontrar Camille e François, por quem sente um misto de ódio e atração. Também encontra Raphaël Mahl, escritor homossexual, oportunista, inquietante, e Sarah Mulstein, uma jovem judia alemã fugida dos nazistas. Laurent parte para o front de batalha e pede a Léa para cuidar de Camille, que espera um filho e cuja saúde e delicada. Apesar disto, ambas fogem da ocupação, pelas estradas do êxodo, sob bombardeios, em condições dramáticas. Em seu caminho, Léa, aflita, cruza por acaso com Mathias Fayard, que lhe dá um momento de ternura, e François Tavernier, que lhe revela o prazer físico. A assinatura do Armistício permite às duas jovens voltarem para sua terra, onde irá nascer o pequeno Charles, com a ajuda de um oficial alemão, Frédéric Hanke. O dia do regresso foi um dia de luto: Isabelle, a mãe querida de Léa, morrera num bombardeio. O pai lentamente mergulha na loucura, enquanto a propriedade é requesitada e se organiza uma vida precária, feita de privações e de dificuldades. Léa, Camille e o pequeno Charles encontram Laurent, que fugira da
Alemanha, escondido na casa dos Debray: ele passa para clandestinidade. No seio das aldeias, das famílias, dá-se a divisão entre os adeptos irredutíveis de Pétain e os partidários de uma luta pela liberdade. Institivamente, Léa pertence a estes últimos. Incosciente do perigo, serve de correio aos combatentes clandestinos. Quando a Françoise, sua irmã, ama um ocupante, o tenete Kremer. Mathias Fayard mantém com Léa uma ligação difícil, principalmente porque seu pai cobiça a propriedade. Repelido por ela, parte para o Serviço de Trabalho
Obrigatório. Esmagada sob o peso das responsabilidades, Léa volta a Paris, para a casa de Lisa e Albertine de Montpleynet. Partilha o seu tempo entre a transmissão de mensagens para a clandestinidade e a vida mundana da Paris da ocupação. Com François Tavernier, tenta esquecer a guerra no Maxim's, no Ami Louis ou no
pequeno restaurante clandestino de Andrieu. Encontra também Sarah Mulstein, que lhe abre os olhos acerca dos campos de concentração, e Raphaël Mahl, que se dedica à mais abjeta colaboração. Nos braços de François Tavernier, sacia sua ânsia de viver. Mas Montillac precisa dela: a falta de dinheiro, a avidez do pai
de Fayard, a razão vacilante de seu pai, as ameaças que pesam sobre a família D'Argilat são realidades que ela deve enfrentar sozinha. Nos subterrâneos de Toulouse, graças ao padre Adrien Delmas, volta a encontrar Laurent e se entrega a ele. De volta, o tenente Dohse e o comissário Poinsot interrogam-na. Ela passa a dever sua salvação a interferência do tio Luc. Como seu pai recusa a idéia de um casamento com o tenente Kramer, Françoise foge. É mais do que Pierre Delmas pode suportar, e ele é encontrado morto. O padre Adrien, o tio Luc, Laurent e François Tavernier reúnem-se brevemente para o enterro. Depois de um último abraço em comunhão com a doçura da terra de Montillac, Léa fica de novo só com Camille, Charles e a velha Ruth, diante do seu precário destino. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Castelo de Faria é sitiado em 1373. O alcaide fora capturado pelos espanhóis e seu filho Gonçalo Nunes está como interino. O capturado diz aos captores que quer convencer o filho a entregar o castelo sem derramamento de sangue, mas o incita a se defender e é assassinado pelos espanhóis. Seu filho vence a sangrenta batalha, mas, pesaroso, toma o sacerdócio e mais tarde o castelo torna-se mosteiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Processo é um romance de Franz Kafka, que conta a história de um bancário que é processado sem saber o motivo, este é Josef K.

O perfil de K. era de um funcionário exemplar, sendo que trabalhava num famoso banco e tinha um cargo de grande responsabilidade. Desempenhava sua função com muita dedicação, razão que o levou, em pouco tempo, a crescer na empresa.

Porém na manhã em que completara 30 anos, Josef K. foi detido em seu próprio quarto por dois guardas, que tomaram o café que devia ter sido dele, e depois, sugeriram estarem sendo subornados. Neste momento inicia o pesadelo de Josef K., que foi detido sem ter feito mal algum. De principio, imaginava ser uma brincadeira de seus colegas de banco, pois não podia acreditar no que estava acontecendo.

Josef K. acreditava que todo o mal entendido seria esclarecido e ao ser convocado para um interrogatório viu a oportunidade de isto acontecer. Estava errado. Deparou-se com um inspetor rude e agressivo que o ameaçava e fazia chantagens. Contudo K. exigia esclarecimentos, porém inutilmente, já que nem o inspetor e nem os guardas sabiam sobre o motivo de sua detenção.

E toda narrativa segue sem que se conheça quem teria denunciado Josef K. às autoridades e o motivo de estar sendo preso. Apesar disso, o personagem central luta o tempo todo para descobrir do que estava sendo acusado, quem o acusava e com embasamento em que lei. Contratou um advogado na esperança de ter alguma saída e também para obter informações sobre o seu caso, mas logo ele foi dispensado, pois não estava dando muita atenção ao processo dele.

Tentou entrar em contato com o judiciário, mas teve pouco sucesso, o que encontrou foram muitos processos, sendo o dele apenas mais um que ficaria esperando por muito tempo. Todo o desenrolar do processo não lhe parecia verdadeiro, os acusadores e as testemunhas tinham atitudes duvidosas e absurdas, até crianças eram chamados a prestar depoimentos.

No final, Josef K. se encontrava sem ânimo para prosseguir lutando contra um processo que ele nada conhecia, estava apático e indiferente. Pode-se interpretar que no capítulo X: O fim, Josef K. combinou para que dois senhores o matassem, e assim foi feito.

“(...) as mãos de um dos senhores seguraram a garganta de K. enquanto o outro lhe enterrava profundamente no coração a faca e depois a revolvia ali duas vezes.” (KAFKA, 2004, p. 254).

Este é o fim de Josef K.





2 ANÁLISE CRÍTICA



A obra é uma crítica direta do sistema judiciário, mas ficar somente nesta interpretação limita a toda uma extensão de pontos de vista que pode ser analisado.

Como uma crítica ao sistema judiciário, podemos nos atentar a este aspecto, pois esta é a primeira interpretação que se observa. Na época e no local onde viveu Franz Kafka imperava um Estado autoritário (primeiramente Tchecoslováquia e logo o Império Austro-húngaro) e havia constantes lutas pelo poder e o ambiente da Primeira Guerra Mundial proporcionava ações arbitrárias pelas autoridades. Assim observamos que é compreensível esta obra ser apresentada de tal forma, como uma crítica ao sistema judiciário.

É fácil encontrar nos livros de História e em depoimentos de muitas pessoas a mesma situação vivida por Josef K., basta lembrar de como os direitos individuais são tolhidos em sociedades como de Cuba de Fidel Castro; nas prisões de Abu Ghraib, no Iraque, e de Guantánamo, em Cuba, todas estas comandadas pelo “democrático” Estados Unidos da América; e as seguidas torturas de chechenos por parte dos russos. São todos exemplos de sistemas judiciários que, como o da história de Josef K., não respeitam as leis e operam acima delas.

Porém este cenário não ocorreu somente em países a milhares de quilômetros de distância do Brasil. Temos histórias de torturas na maioria dos países da América do Sul e, não diferente, no Brasil também. Principalmente na ditadura militar, várias famílias viram homens com “traje negro e justo” retirem seus pais, filhos, maridos e esposas de suas casas, antes mesmo do café, para serem torturados por acusações que nem conheciam. Igualmente a história de Josef K.

Contudo eu interpretei esta obra, não somente como um retrato fiel do sistema judiciário despótico, e como a burocracia e a justiça são falhas. Interpretei também fazendo um paralelo entre a vida de Josef K. e as nossas, seres humanos na prisão que é o mundo, apesar de não parecer. Sofrendo de alienação, e sendo controlados o tempo todo, sem achar respostas e explicações para nada, frente à um sistema doutrinador que estamos inseridos, e que a todo o momento lançam informações que nós temos de engolir sem ao menos revisar e saber o porquê.

Enfim, analiso a obra de Franz Kafka como uma história que está aberta a várias interpretações, sendo que algumas delas de uma complexidade ilimitada. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Cartomante Narra a história de Camilo, Vilela e Rita. Os dois primeiros eram melhores amigos; a segunda era esposa do segundo e amante do primeiro. Quando Camilo começa receber denúncias anônimas, diminui a freqüência das visitas ao amigo. Preocupada, Rita visita uma cartomante, fato que faz Camilo rir. Quando Vilela chama Camilo a sua casa ele vai preocupado, e passa antes na cartomante pensando que não tem nada a perder. Ela lhe assegura que nada vai dar errado e ele chega despreocupado a casa de Vilela, onde encontra Rita morta. Vilela então o mata. A Causa Secreta Fala de dois homens que, após um salvar a vida do outro e passar-se algum tempo, tornam-se sócios. Mas pouco a pouco um deles vai demonstrando tendências sádicas, torturando animais, fato que atordoa a esposa. Quando ela morre, Fortunato, o sádico, presencia o amigo beijar a testa da mulher e derreter-se em choro, saboreando o momento de dor do amigo que lhe traía. A Igreja do Diabo É uma nova idéia do diabo: fundar uma Igreja e organizar seu rebanho, tal qual Deus. Após comunicar Deus de seu futuro ato, vai à Terra e funda com muito sucesso uma Igreja que idolatra os defeitos humanos. Mas aos poucos os homens vão secretamente exercitando virtudes, Furioso, o Diabo vai falar com Deus, que lhe aponta que aquilo faz parte da eterna contradição humana. Anedota Pecuniária É uma pequena crítica a ganância. Nela um homem "vende" suas sobrinhas aos homens que as amam por causa de sua fascinação com o dinheiro.

A Sereníssima República É uma crítica ao processo eleitoral, feito como um discurso de um cônego que afirma ter achado uma espécie de aranha que fala e criado uma sociedade delas, uma república chamada Sereníssima República. Ele escolhe como sistema de eleição um baseado no da República de Veneza, onde retirava-se bolas de um saco com o nome dos eleitos. Este sistema vai sendo fraudado pelas aranhas, corrigindo-se, adaptando-se e variando-se diversas vezes e de diversos modos, eternamente corrupto. Capítulo dos Chapéus É um conto onde aparece a frivolidade e ostentação da época de Machado. Mariana, após pedir ao marido que troque o seu simples chapéu, testemunha a sociedade (na famosa rua do Ouvidor) e acaba pedindo que ele permaneça com seu chapéu. D. Paula Conta sobre um casal que realiza uma separação temporária por ciúmes, com fundos, do marido. O caso é mediado pela tia da esposa, Dona Paula, que quando descobre quem é o outro, fica abalada. É o filho do homem com quem teve caso análogo, fato que deixa seus sentimentos bem abalados em relação ao caso. Fulano Beltrão é um homem que vai aos poucos se tornando mais um homem público que privado após receber elogios públicos e acaba deixando seu dinheiro para a posteridade e não a família. O Espelho Conta sobre um homem falando de sua opinião sobre a alma humana num grupo de amigos que realizam discussões metafísicas. Ele descreve uma situação de sua juventude onde, após ter sido engrandecido pelo recém-conquistado posto de alferes, encontra-se sozinho. Solitário, passa a ter medo até a que um dia veste-se com seu uniforme de alferes e encara o espelho, encontrando assim o outro lado de sua alma (sua opinião é que temos duas almas, uma externa que nos vigia e a nossa que vigia o exterior). Isso retira-o da solidão. Portanto, este conto envidencia o conflito entre a essência (a alma interior) e a aparência (alma exterior). Teoria do Medalhão É um pai aconselhando um filho no dia de seus 21 anos. Ele lhe diz que um futuro lhe espera, que pode ter várias carreiras diferentes, mas que devia ter uma de resguardo, preferencialmente a de medalhão. Para isto devia ter pouquíssimo conhecimento, originalidade, ironia, gosto ou qualquer idéia própria. E nisso disserta sobre a necessidade do filho de sempre manter-se neutro, usar e abusar de palavras sem sentido, conhecer pouco, ter vocabulário limitado, etc. Ao final, é uma bela ironia machadiana sobre como encontram-se os valores da sociedade de sua época. O Enfermeiro Conta sobre um homem que, a beira da morte, conta um caso de seu passado. Ele foi em 1860 ser enfermeiro de um velho e mau coronel, que acaba esganando alguns dias antes de partir por não mais o suportar. Quando abre-se o testamento ele é declarado herdeiro universal e distribui lentamente o dinheiro em esmolas. Enquanto isto se passa, vai lentamente se convencendo de sua inocência, apoiado pela sociedade que odiava o velho e suas ações que considera redentoras Pai Contra Mãe Cândido Neves, caçador de escravos fujões. Não o é por opção, apenas o é porque não agüenta qualquer outro emprego. Casa e passa a adquirir dívidas, com clientela cada vez menor; quando engravida a mulher, as dívidas aumentam. Depois de despejados vão morar em um quarto emprestado e o menino nasce. Após ceder às pressões da tia da esposa, Candinho vai por a criança na Roda dos enjeitados. Mas no caminho captura uma escrava, recebendo uma gorda recompensa, mantendo assim a criança. Mas a escrava estava grávida, e provavelmente abortou com os castigos recebidos, ficando a vida do filho de Candinho em troca da de outra Missa do Galo Fala de uma singular conversa entre uma senhora de 30 anos e um jovem 17, que tinha que manter-se acordado para acordar o amigo para irem à missa do galo. Eles conversam, ele apieda-se dela (o marido traía e ela resignava-se), admira-a e distrai-se. Por fim o amigo lhe chama, já que já havia passado da meia-noite e ele nunca mais tem outra conversa profunda com ela. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O narrador, inicialmente, nos apresenta uma reunião em casa de Argemiro - representante do poder econômico, como o próprio nome sugere -, onde estão presentes o padre Assunção, o deputado Armindo Teles e Adolfo Caldas, diletante sem profissão definida. A conversa gira em torno da contratação de uma governanta, pois Argemiro, viúvo, quer ter o prazer da companhia de sua filha Maria, até então vivendo com os avós maternos, numa chácara distante. Tal solução de Argemiro suscita opiniões contrárias, porque "feia ou bonita a mulher é sempre perigosa". O dono da casa, vítima dos desmandos e desmazelos do ex-escravo Feliciano, cria da Baronesa sua sogra, mantém-se firme no propósito de entregar sua casa e sua filha aos cuidados de uma governanta, pois "uma casa sem mulher, afirmava ele, é um túmulo sem janelas: toda a vida está lá fora". Alice é a candidata que se apresenta aceitando as regras do jogo - cuidar de tudo mantendo-se invisível; para tentar calar as más línguas, Argemiro impõe a condição de jamais se encontrar com a governanta, impedindo dessa forma qualquer outro tipo de envolvimento. Viúvo, pretende se manter fiel à memória da falecida a quem prometeu, no leito de morte, jamais se casar novamente. Embora as regras do jogo sejam rigorosamente observadas, as más línguas, como é costume, não se calam, e, envolvido pela eficiência dos serviços prestados por Alice, ele acaba pedindo-a em casamento.

Mas, até este desfecho feliz, ele será disputado pela Pedrosa, mulher de ministro, que o quer para genro, e pela Baronesa, que lhe cobra a promessa feita a sua filha.
A Pedrosa - uma espécie de homem de saias, para o contexto da época - é quem constrói a carreira política do marido, que passivamente se deixa manobrar por ela. Diz o narrador, a propósito desta manipulação, que a Pedrosa "vingava-se do destino a ter feito mulher". A autora tem, portanto, consciência da perversidade do "destino de mulher", embora reconheça que nada pode ser feito para mudá-lo; ela denuncia também, de forma bastante romântica, as manobras usuais para garantir "bons" casamentos, deixando de lado as razões do coração. A filha da Pedrosa, vexada, se nega a ser objeto de transação e acaba encontrando seu príncipe encantado. O tratamento dado à Baronesa, como representante da aristocracia decadente, é primoroso; a descrição desta personagem - "cabelos completamente brancos", "faces flácidas", "carne do pescoço descaída" - dá a medida do declínio de uma classe e de seu desespero diante da perda do poder. Alice representa para a Baronesa a intrusa, a que veio para se apoderar de todos os seus bens, levando Argemiro a romper com a promessa feita. Ela tenta evitar o desastre, recorrendo a uma cartomante e se aliando a Feliciano, para quem Alice representava também um enorme prejuízo; antes, ele dispunha de liberdade e intimidade com as coisas do patrão, valendo-se, indevidamente, desses poderes. Alice é a intrusa que vai, através do trabalho eficiente, ameaçar sua "feliz" irresponsabilidade. As manobras empregadas pela Baronesa não só a tornam mais vulnerável como anulam sua antiga dignidade; no afã de não perder o prestígio, ela causa pena e repulsa ao mesmo tempo. O único personagem que se mantém a seu lado, com exceção do marido - agora velho e alienado - é o padre Assunção, elemento importante na trama romanesca, uma vez que se deve a ele a descoberta do passado de Alice. Filha de advogado e neta de general, sozinha no mundo e responsável por um casal de antigos empregados, ela, sem recursos, mas com boa instrução, faz do trabalho o caminho de ascensão social; estávamos, então, ainda sob o impacto da Proclamação da República e das transformações sociais dela decorrentes. Com a queda da monarquia e o fim da escravidão, o trabalho passa a ser o caminho trilhado pelas classes emergentes na busca de um lugar ao sol. Maria, filha de Argemiro, vai passar das mãos descuidadas da Baronesa para a orientação segura de Alice, que transforma a criança selvagem numa menina prendada a quem não faltam noções de caridade e amor ao próximo. O romance torna visível o problema da educação da mulher, corrigindo atrasos correntes na época. Para a Baronesa, a neta não precisa de instrução, pois nasceu para ser amada e isto deve bastar para sua felicidade. Argemiro se opõe a esta visão retrógrada, exigindo algo mais para sua filha sem, no entanto, ultrapassar os limites impostos à mulher pelo sistema. A atuação pedagógica de Alice sobre Maria é, como tudo o mais, eficiente, enquadrando a menina no padrão de instrução exigido na época: conhecimentos de francês, música, decoração do lar e, sobretudo, a descoberta do outro, numa expansão bem "feminina" da dádiva pessoal. O padre Assunção é um elemento importante no processo educativo de Maria; companheiro de juventude de Argemiro, decidiu-se pelo seminário quando o amigo declarou sua intenção de casar-se com a mulher que ele amava. Ficou sendo seu confessor e ocupou-se da menina Maria como se fosse sua filha... Ao final da narrativa, ele e a Baronesa se consolam mutuamente da perda do poder. Com relação à Igreja, representada pelo padre Assunção, a narrativa não se define, pois ele, apesar de aliado da nobreza, é quem defende Alice, revelando suas virtudes, sobretudo cristãs. É um personagem ambíguo que enriquece a narrativa com várias possibilidades. Mas a grande incógnita é Alice, narrada por todos e sem voz própria. Ela se apresenta toda coberta, no ato do contrato de serviço, a ponto de Argemiro não saber como ela é; só fica clara sua condição humilde e carente através da postura e dos sapatos cambados. Poucas são as palavras trocadas entre os dois; diálogo só retomado no final, quando Alice vai prestar contas. O que se sabe dela é dito pelos demais personagens, através de juízos desencontrados, o que confere uma certa ambigüidade à personagem. O fato de ela conquistar Argemiro pelos serviços prestados faz do trabalho um caminho eficiente de ascensão social e do casamento um meio lícito de enriquecimento. Mas o romance ameniza este materialismo de transação matrimonial, revelando, através dos pensamentos de Argemiro, seu envolvimento com aquela sensação prazerosa que uma casa bem administrada proporciona. Júlia Lopes de Almeida, com sua apologia do trabalho, aponta para a mulher um caminho eficiente para a realização de suas ambições, que, no âmbito restrito da época, se reduziam a ser mãe, esposa e dona-de-casa. Desta forma, ela reduplica o discurso dominante, apesar da consciência desta dominação; é o "destino de mulher", apontado criticamente por Simone de Beauvoir e questionado por Clarice Lispector, em Laços de família. Elaine Showalter, autora de vários trabalhos de teoria crítica feminista, ao estudar o romance inglês de autoria feminina, divide-o em etapas, tomando como ponto de referência a cultura dominante: feminine, feminist e female correspondem a três momentos desta literatura que se inicia com a imitação da tradição dominante (feminine) e termina com a busca da identidade (female), passando pelo momento do questionamento desses valores (feminist). Sem se constituírem em categorias rígidas, nitidamente separadas, esses conceitos, devidamente trabalhados, são úteis para a compreensão da literatura de autoria feminina. O caso de Júlia Lopes de Almeida inclui-se no que Elaine Showalter chama de feminine, pois sua obra faz, como a de outras escritoras da época, a apologia das rainhas do lar. O universo ficcional por ela representado está repleto de mulheres que se redimem (ex.: A falência) e se realizam (ex.: Correio da roça), através do trabalho, mas de um trabalho doméstico que não ultrapassa a horta e o jardim. A casa de Argemiro se transforma sob os cuidados de Alice, que, desta forma, conquista o poder econômico. Julgada perigosa por quase todos, intrusa pela nobreza e indesejável pelo ex-escravo, ela passa de governanta a dona-de-casa, ganhando um marido pelos serviços prestados... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
VYGOTSKY, Lev. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

No livro Formação Social da Mente – Vygotsky tem por objetivo caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se desenvolveram durante a vida do indivíduo e enfatiza três aspectos:
• Relação entre seres humanos e o seu ambiente físico e social.
• Novas formas de atividade que fizeram com que o trabalho fosse o meio fundamental de relacionamentos entre o homem e a natureza e as conseqüências psicológicas dessas formas de atividade.
• A natureza das relações entre o uso de instrumento e desenvolvimento da linguagem.
O estudo do desenvolvimento infantil começou a ser feita por comparação à botânica, associado à maturação do organismo como um todo. Como maturação por si só, é um fator secundário e não explica o desenvolvimento de formas mais complexas do comportamento humano, a psicologia moderna passou a estudar a criança a partir dos modelos zoológicos, isto é, da experimentação animal.
Segundo Vygotsky, o momento de maior significado no curso do desenvolvimento intelectual, que dá origem às formas puramente humanas de inteligência prática e abstrata, acontece quando a fala e a atividade prática estão juntas.
A criança, antes de controlar o próprio comportamento, começa a controlar o ambiente com a ajuda da fala, produzindo novas relações com o ambiente, além de uma nova organização do próprio ambiente. A criação dessas formas caracteristicamente humanas de comportamento produz o intelecto, e constitui a base do trabalho produtivo: à forma especificamente humana do uso de instrumento.
Experiências feitas por Vygotsky concluíram que a fala da criança é tão importante quanto a ação para atingir um objetivo. Sua fala e ação fazem parte de uma mesma função psicológica complexa, dirigida para a solução do problema em questão.
Conclui-se também que quanto mais complexa a ação exigida pela situação e menos direta a solução, maior a importância que a fala adquire na operação como um todo.
“Essas observações, me levam a concluir que as crianças resolvem suas tarefas práticas com a ajuda da fala, assim como dos olhos e das mãos”. (Vygotsky)
A criança quando se confronta com um problema mais complicado, apresenta ótima variedade complexa de respostas que incluem tentativas diretas de atingir o objetivo, uso de instrumentos, fala dirigidas as pessoas ou que simplesmente acompanha a ação e apelos verbais direto ao objeto de atenção. O desenvolvimento da percepção e da atenção, o uso de instrumentos e da fala afeta várias funções psicológicas:
 Operações sensório-motoras e atenção – cada uma das quais é parte de um sistema dinâmico de comportamento.
Para o desenvolvimento da criança principalmente na primeira infância, o que se reveste de importância primordial são as interações com os adultos (assimétricas), portadores de todas as mensagens de cultura. Nessa interação o papel essencial corresponde aos diferentes sistemas semióticos seguida de uma função individual: começam a ser utilizado como instrumentos de organização e de controle do comportamento individual.
A abordagem dialética, admitindo a influência da natureza sobre o homem, afirma que o homem, por sua vez, age sobre a natureza e cria, através das mudanças por ele provocadas, novas condições naturais para a sua existência. Essa posição representa o elemento-chave da abordagem de estudo e interpretação das funções psicológicas superiores FPS, do homem e serve como base dos novos métodos de experimentação e análise.
Com relação à interação entre aprendizado e ensino – O aprendizado é considerado um processo puramente externo que não esta envolvido ativamente no desenvolvimento, simplesmente se utilizará dos avanços do desenvolvimento ao invés de fornecer um impulso para modificar seu curso.
Para Vygotsky não existe melhor maneira de descrever a educação do que considerá-la como a organização dos hábitos de conduta e tendências comportamentais adquiridos. O aprendizado não altera nossa capacidade global de focalizar a atenção, ao invés disso, desenvolve várias capacidades de focalizar a atenção sobre várias coisas.
Numa abordagem sobre a zona de desenvolvimento proximal, o ponto de partida da discussão é o fato de que o aprendizado das crianças começa muito antes delas freqüentam a escola.
A zona de desenvolvimento proximal é resumidamente à distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independe de problemas e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob orientação de um adulto.
O brinquedo tem um papel marcante para desenvolvimento, o brinquedo não é uma atividade pura e simples de prazer a uma criança, pois há outras atividades que dão mais prazer, como o habito de chupar chupeta, em relação aos jogos que marcam a perda e ganho com freqüência e é acompanhado pelo desprazer da perda. A criança em idade pé-escolar envolve-se num mundo ilusório para resolver suas questões e considera essencial e reconhece a enorme influência do brinquedo no desenvolvimento da criança.
O brinquedo não é o aspecto predominante da infância, mas um fator muito importante do desenvolvimento, demonstra o significado da mudança que ocorre no desenvolvimento do próprio brinquedo, de uma predominância de situações imaginárias para as predominâncias de regras e mostra as transformações internas das crianças que surgem em conseqüência do brinquedo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
BERTAZZO, Ivaldo. Cidadão Corpo: identidade e autonomia do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1998.

A obra trata-se do entendimento e saúde do corpo, da Escola de Reeducação do Movimento, desenvolvida pelo autor, projetos que desenvolve em comunidades carentes.
Desde os anos 70, o autor vem desenvolvendo trabalhos com “cidadãos-dançantes”, questionando idéias habituais sobre o corpo e revendo a idéia de Brasil. Paulistano da Mooca, começou a dançar com 16 anos. Esteve um tempo no Taiti, Indonésia e Índia.
Para Bertazzo, é na fusão dos mundos que a arte se dá “culturalmente, o Brasil é tão diferente (...) que temos de propor um exercício de troca e escuta. O coreógrafo, espera de que a dança catalise os movimentos entre pessoas para renovar nossa percepção. o seu desafio é ensinar os modos de capacitar a expressão humana, corporal pela reeducação da motricidade, reunindo montagens teatrais, grupos de indivíduos dispostos a explorar as possibilidades de movimento do próprio corpo. Formulou para si o conceito de cidadão-corpo- um corpo com particularidades reconhecidas e valorizadas, qualquer um pode dançar desde que se envolva. Elaborou métodos, propósitos e organização motora no intuito de preservar o bom funcionamento do corpo.
A Escola de Reeducação do Movimento foi criada em 1975, onde ensaiam e depois se apresentam em palco. O objetivo principal da Escola é atingir a identidade e autonomia do movimento, proporcionando ao aluno a presentificação de seu aparelho corporal, conscientização da autonomia e da estrutura de movimento..
A dança cidadania se alterna e cruza-se numa linguagem própria e inconfundível. Do ponto de vista da técnica de movimento, notava-se em que todas elas a busca de um eixo de equilíbrio corpora, tensões circulam e co corpo e adquire seu volume próprio, e onde o gesto ganha significado pleno.
A partir de 1996, com o espetáculo Cidadão Corpo, o autor passou a trabalhar questões da atualidade cultural e social brasileira, numa serie de criações. A identidade brasileira do movimento torna-se um grande tema subjacente aos outros, revelando e quanto o corpo está ligado a questão da cidadania.
Vem trabalhando agora com comunidades carentes, em projetos de experimentação de princípios da coordenação motora. Trabalho que propiciou espetáculos como Mãe Gentil, Folias Guanabaras e Dança das Marés.
A dança serve como instrumento de comunicação e organização dos elementos. Bertazzo trabalha hoje com jovens e arte-educadores, visando expandir seus ensinamentos. A preparação do espetáculo requer cursos de reeducação do movimento e coordenação motora, complementados por aulas de canto, percussão, ritmo, origami, lingüística e dança.
A preocupação é prepara indivíduos para um cotidiano digno, trabalhando com adolescentes em zonas de riscos, exercendo influencia para transformar os seus participantes em termos sociais e psicológicos, encontrando uma linguagem expressiva do corpo, esculpindo e incorporando o movimento, até gerar uma identidade produzida pelo conhecimento e pelo trabalho com a prática da dança. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Paulo Ghiraldelli apresenta a pedagogia como área viva de um trabalho necessário na vida atual: as diretrizes de como a educação deve ser concretizada. Com uma linguagem clara, mostra as tendências filosóficas atuais e suas articulações com as teorias educacionais e didáticas vigentes. Cria um panorama geral, mas suficientemente minucioso, para um livro introdutório sobre como a sociedade do começo do século XXI pensa em lidar com seus jovens.

O que é Pedagogia - Coleção Primeiros Passos - Paulo Ghiraldelli Jr. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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