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Clara dos Anjos - Lima Barreto
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Romance narrado em 3ª pessoa. Regionalismo alemão - histórico e ficcional.É a história de Guilherme Sonne, neto de Julius Sonne, filho de Julius Humberto Sonne, descendentes do 1º colonizador alemão vindo para Blumenau no século XVIII. Humberto Sonne é protagonista do romance Verde Vale; No Tempo das Tangerinas é, portanto, uma seqüência da colonização de Blumenau. O livro se inicia com a bela descrição da paisagem local, da família Sonne, o pai, a mãe Lucy, que teria vindo para o Brasil fugindo da 1ª Guerra Mundial, e seus 10 filhos: Humberto-Gustavo, Guilherme, Wilhelm, Julius, Arnaldo, as irmãs Margeritha, Emma, Anneliese, Priscila e a temporã Kátia. É neste cenário que a família recebe notícias de uma 2ª Guerra Mundial, que seguem ouvindo informações pela emissora alemã. Blumenau ainda era extensão da Alemanha, falavam a mesma língua, tinham as mesmas tradições; a diferença é que lá reinava a miséria, a doença, aqui a fartura. No mês de maio, as tangerinas carregavam as árvores dos morros e exalavam um aroma inesquecível por gerações; para lá que as crianças se dirigiam, faziam suas brincadeiras e discutiam as dificuldades da guerra. Com o ingresso do irmão mais velho no Exército, Guilherme fará os serviços mais pesados; Cristina, bisneta de Humberto Sonne, viria para o Brasil fugindo da guerra, e Guilherme nutrirá paixão platônica pela prima até se apaixonar por Terezinha, descendente de italianos, provinda de Biguaçu, motivo de rejeição da mãe por considerá-la miscigenada. Também foi por racismo que Guilherme não soube do parentesco com o mulato Alex Westarb, seu primo, fruto da união do tio Reno e Elisa, uma mulata brasileira. Lucy se abate ao saber que o navio Bismarck fora afundado e não via a hora de a Alemanha se reerguer e ser vingada (lembrou-se da 1ª Guerra). Guilherme servirá o Exército e saberá da gravidez de sua mãe, seu décimo irmão, na verdade Kátia, uma irmã. No serviço, Emma o substituirá e, com tino para os negócios, prosperará. Em janeiro de 1942 o Brasil rompe relações com o Eixo - Alemanha, de ameaça passará para a condição de inimiga para os brasileiros, motivo de muita dor para quem tinha dupla nacionalidade. Soldados brasileiros invadem a casa dos Sonne e o Brasil declara guerra à Alemanha. Humberto-Gustavo será obrigado a ir para a guerra, mas Guilherme, na véspera, contrairia malária, o que o poupou de ir a campo e o medo de perder o filho, fez Lucy aceitar seu namoro com Terezinha.A guerra continuava assustadora, Emma é presa por estar falando Alemão com outras moças. Guilherme e Terezinha se casam, mas quando é novamente convocado para se alistar, a febre reaparece, salvando-o. Humberto volta da guerra, marcado por granadas, deixa para trás os companheiros Klaus e Dirceu. Nasce em 1945, Lucy Maria Sonne, filha de Guilherme e Terezinha. 30 anos após a guerra, o herói está amadurecido, perceberia que a guerra não acabava nunca e que o tempo das tangerinas, marca de sua infância e inocência, voltava sempre, fazendo-o esquecer, com seu aroma, as dificuldades do dia-a-dia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Froebel

Friedrich Froebel, 1782-1852, enfatizou a importância da criança, destacando suas atividades estimuladas e dirigidas.
A grande contribuição foi a aplicação práticas acerca dos jardins de infância, a educação durante os primeiros anos da vida infantil. A escola é o lugar onde a criança deve aprenderas coisas importantes da vida, da verdade, da justiça da personalidade livre, da responsabilidade, da iniciativa, das relações causais, vivenciando. Considera importante o brinquedo, o trabalho manual e o estudo da natureza, enquanto processos espontâneos na criança e ao meio educativo.
Os interesses e tendências inatos da criança pra a cão, o jardim da infância deve ajudar os alunos a expressarem-se e a se desenvolverem, na auto-atividade, de conhecimentos e crescimento pela atividade.
O gesto, op canto e a linguagem são as formas de expressão de sentimentos e idéias apropriadas à educação infantil. A historia deve ser expressa pela criança por meio de linguagem canção, representações, figuras ou construção de objetos simples com papel, barro ou outro material adequando.

PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Alcaide de Santarém é uma história de intriga na corte do califa no ano de 950. Nela o mendigo que chamam al-muulim (o triste) informa al-munimim (o príncipe dos crentes, o califa), que seu filho mais novo é um traidor e que pretende derrubá-lo com uma conspiração. O califa manda executar o traidor, mas passa a vida toda triste e 11 anos depois al-muulim revela a ele na hora da morte que estava mentindo para poder vingar-se do califa, que matou seu irmão. Al-muulim é o dito alcaide de Santarém. Este é um dos contos históricos de Alexandre Herculano, que era historiador, e passa-se no tempo em que os árabes dominavam a província; existe assim certa precisão histórica. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Juiz de Paz da Roça se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José. Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance se passa entre 1898 e 1915, os dois períodos de seca. Tangidos pelo sol implacável, Valentim Pereira, sua filha Soledade e o afilhado Pirunga abandonam a fazenda do Bondó, na zona do sertão. Encaminham-se para as regiões dos engenhos, no rejo, onde encontram acolhida no engenho Marzagão, de propriedade de Dagoberto Marçau, cuja mulher falecera por ocasião do nascimento do único filho, Lúcio. Passando as férias no engenho, Lúcio conhece Soledade, e por ela se apaixona. O estudante retorna à academia e quando de novo volta, em férias, à companhia do pai, toma conhecimento de que Valentim Pereira se encontra preso por ter assassinado o feitor Manuel Broca, suposto sedutor e amante de Soledade. Lúcio, já advogado, resolve defender Velentim e informa o pai do seu propósito : casar-se com Soledade. Dagoberto não aceita a decisão do filho. Tudo é esclarecido : Soledade é prima de Lúcio, e Dagoberto foi quem realmente a seduziu. Pirunga, tomando conhecimento dos fatos, comunica ao padrinho (Valentim) e este lhe pede, sob juramento, velar pelo senhor do engenho (Dagoberto), até que ele possa executar o seu "dever": matar o verdadeiro sedutor de sua filha. Em seguida, Soledade e Dagoberto, acompanhados por Pirunga, deixam o engenho e se dirigem para a fazenda do Bondó. Cavalgando pelos tabuleiros da fazenda, Pirunga provoca a morte do senhor do engenho Marzagão, herdado por Lúcio, com a morte do pai. Em 1915, por outro período de seca, Soledade, já com a beleza destruída pelo tempo, vai ao encontro de Lúcio, para lhe entregar o filho, fruto do seu amor com Dagoberto. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Resumo da Ficção: Cirilo, um biólogo leva a sua irmã Débora, marido Robson, o filho Ivan de 15 anos e sobrinhas Lia de 14 anos e Leda a uma expedição a uma ilha.Também levaram o cão de estimação, Ralfe. Nessa ilha, chamada ilha de Cacaia, o biólogo quer estudar sobre as aves que fazem seus ninhos nesta ilha.
Só que estas aves fazem seus ninhos do outro lado da ilha, um lado que é fechado e ninguém nunca foi lá e também é cheio de Mistérios.
Quando chegaram à ilha, primeiramente foram explorá-la, dando nomes aos lugares que iam encontrando. A pequena Leda está na praia e um pequeno caranguejo gruda com a pinça em seu pezinho. Ela dá um grito que todos que estão por perto vão a seu socorro.
Foram à torre que tinha na praia desta ilha e descobriram que lá existia um mapa desenhado na parede de pedras, e já um pouco apagado pelo tempo, vento, chuva...
A princípio as crianças acharam que se tratava de um mapa do tesouro, estava escrito em francês. Entretanto, tio Cirilo esclareceu que não se tratava de um mapa do tesouro, mas sim, que no mapa falava de caranguejos gigantes.
Tio Cirilo percebeu que não teria outro jeito de abrir passagem para o outro lado da Ilha, senão explodindo as pedras que impendiam à passagem. Então, ele, Ivan e Robson colocam dinamites e explodem as pedras.
À noite, todos da casa são acordados com os enormes gritos da pequena Leda. A tia Débora vai ao quarto de Leda e Lia para tentar acalmá-la. Leda só sabia gritar que tinha visto um enorme caranguejo e tia Débora diz que foi apenas sonho.
No dia seguinte, os homens foram explorar o outro lado da Ilha. E também, Ivan e Lia sentem que algo diferente está acontecendo entre eles.
Ao explorarem o outro lado da ilha, no começo, Ivan ficou até um pouco decepcionado, afinal, não tinha nada de diferente por ali. Até que eles viram várias carcaças de aves e um odor horrível infestava o ar. Robson, Cirilo e Ivan ficaram em dúvida se existiria algum animal muito grande na ilha.
Naquela noite aconteceu algo assustador. Ralfe, o cão, que estava dormindo fora da casa começou a latir muito, de repente os latidos se transformaram em ganidos de medo. Robson abriu a porta para Ralf entrar, e este entrou rapidinho e se escondeu atrás do sofá. Leda deu outro grito de medo, todos tentaram olhar pela janela mas estava escuro, a lua estava escondida entre as nuvens e estava chovendo muito, por isso, não conseguiram porque Ralf estava com tanto medo.
No outro dia, Robson, Cirilo e Ivan, junto com o Ralfe foram ver se conseguiam achar alguma pista do que tinha acontecido naquela noite.
Perceberam que havia manchas de sangue no curral onde ficavam as cabras selvagens que habitavam naquela ilha. Não restava mais dúvida de que alguma coisa habitava aquela ilha.
Naquela noite começou o pesadelo novamente: as cabra gritando, assustadas, Ralfe latindo, só que desta vez ele estava dentro de casa. Robson, Cirilo e Ivan tentaram mais uma vez ver o que estava acontecendo ali fora.
Desta vez o bicho quebrou o vidro da janela e todos se assustaram e gritaram.
Cirilo que tinha apagado a lanterna desta vez viu o enorme bicho. Era um caranguejo gigante! Leda quando viu disse a tia que foi aquele caranguejo que ela tinha visto na noite passada. Robson pegou a espingarda e atirou no bicho que foi embora.
Na manha seguinte, Débora já tinha tomado a decisão de ir embora. Se Robson e Cirilo quisessem ficar, tudo bem, mas ela, seu filho e suas sobrinhas iriam embora.
Robson e Cirilo foram atrás do barco para poder levá-los embora, entretanto Cirilo estava machucado por causa dos estilhaços de vidro da janela que quebrou na noite passada.
Ao chegar ao local que estava o barco viram que o barco não estava mais lá. E, para piorar a situação, apareceram dois caranguejos gigantescos e foram para cima deles. Robson que estava com a arma atirou e os dois caíram na ribanceira.
Depois do susto, eles decidiram voltar e avisar que não tinha como ir embora, afinal, o barco havia desaparecido. Como Cirilo estava muito machucado no pescoço, Robson achou melhor colocá-lo em segurança dentro de uma estreita gruta que havia ali perto enquanto ele voltava para pedir ajuda e pegar um pouco de comida para o cunhado.
Chegando a casa pediu para Débora preparar um lanche para levar a Cirilo enquanto ele almoçava e pediu que Ivan fosse junto para poder ajudar a trazer o tio.
Quando voltaram, viram que Cirilo não estava mais lá, só estava a arma do mesmo jeito que Robson havia deixado para a proteção de Cirilo.
Diante dessa situação, resolveram voltar e avisar as meninas que Cirilo havia desaparecido e sobre o barco também.
Débora Lia e Leda ficaram desesperadas. Até que Ivan teve a idéia de ascenderem uma fogueira para que se passasse algum barco por ali, saberia que teria pessoas ali. E de dia eles procurariam Cirilo, que era mais seguro do que sair a noite com os caranguejos a solta.
Foram à busca de Cirilo, entretanto, em vão.
Ivan teve a idéia de fazer da torre que existia ali na praia de farol. Foram ele Lia e o cão.
Chegando lá tentaram ascender o lampião de querosene para iluminar bem, tentaram uma vez, mas apagou, outra vez e nada, a terceira vez ascendeu! Uma luz forte e brilhante. Eles vibraram. Entretanto, apagou novamente.
Ivan aproveitou a situação para puxar Lia e lhe dar um beijo, que não achou ruim e retribuiu o beijo.
O beijo foi interrompido com os latidos de Ralfe. Ivan tentou ascender o lampião mais uma vez e viu a sombra de enormes pinças tentando subir as escadas. Eles ficaram sem saber o q fazer. Até que Ivan teve a idéia de jogar o lampião de querosene em cima dos caranguejos para poderem ir embora.
Funcionou!
Quando chegaram a casa, o tio Cirilo e seu amigo francês Jean Clautel (naturalista e cientista que levou Cirilo pela primeira vez a ilha, anos atrás) estavam na casa junto com Débora, Robson e Leda.
Eles se apresentaram, mas não tinham tempo de explicações, pois os caranguejos tinham ido à floresta que existia na ilha e a floresta estava pegando fogo.
Clautel teve a idéia de isolar o fogo derrubando alguns troncos de árvore numa parte rala da ilha, com grandes clareiras.
Finalmente, depois de horas de trabalho duro de Cirilo, Robson e Clautel, o fogo estava restrito a uma pequena parte da mata.
Voltaram a casa e ai sim começou as explicações. Cirilo explicou de onde conhecia Clautel que contou que morava naquela ilha desde a época em que levou Cirilo para a primeira expedição a ilha, e Clautel quem tinha criado os caranguejos gigantes, mas estava arrependido de tê-los criado, afinal, estavam acabando com toda a fauna da ilha.
Contou também que só criou seis desses monstros. E pelas contas de Ivan só faltava um caranguejo.
O fogo que estava na mata chamou a atenção de um barco que estava passando por ali e este os levou de volta para a casa.

este resumo foi enviado pela NESSA. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil. Brasília, 1988.

A LDB “garante a assistência gratuita a criança em creches (zero a três anos) e as pré-escolas que dão garantia a educação ás crianças de quatro a seis anos de idade.” A educação infantil passa a ser reconhecida como a primeira etapa da educação básica da criança.

Objetivo do referencial
Colaborar com as políticas e formação de programas de educação infantil, respeitando o desenvolvimento natural da criança, suas expectativas vividas, embasado no respeito à dignidade e as direitos da criança, nas suas diferenças individuais, econômicas, sociais, culturais, étnicas, religiosas, etc. o direito da criança brincar, expressar, pensar, interagir, e comunicar-se; o acesso aos bens sócio-culturais, ampliando o desenvolvimento de suas capacidades, expressão, comunicação, interação social, pensamento, ética e estética, socialização, participação e inserção as praticas sociais, sem discriminação, assistência a cuidados de sobrevivência e desenvolvimento de sua identidade.
Existe necessidade de estabelecer condição institucional pra a qualidade educacional deste trabalho, mas o referencial deixa aberturas, respeitando a diversidade da sociedade brasileira, portanto profissionais tem liberdade pra elaboração do currículo.

Creches e pré-escolas
São vistas como educação assistencialista que compensa carências, porem, a criança é reconhecida como um ser complexo que deve trabalhar sua integração entre os aspectos físicos, emocionais, cognitivos e sociais. Por causa dessas discussões sobre cuidar e educar, as propostas em educação infantil têm sido elaboradas.
As desigualdades sociais influenciam a infância e o modo de interagirem no mundo. A partir dessas interações elas constroem seus conhecimentos através de criação, significação e resignação.
Educação infantil deve ser concebida por todas as crianças fazendo cumprir o papel socializador, desenvolvendo suas identidade através de interações. Portanto educar significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada, que contribuam pra o desenvolvimento de capacidades infantis de relação interpessoal, atitude de aceitação, respeito e confiança, e acesso aos conhecimentos da realidade social e cultural.
Cuidar é valorizar capacidades ligadas as influencias de crenças, valores de saúde e do desenvolvimento infantil.
Ao brincar a criança imita a realidade transformando-a, assim ela cria, repensa fatos apresenta assim uma linguagem simbólica, abre espaço para experimentar o mundo e ter compreensão das pessoas, conhecimentos e sentimentos, mas reconhece a diferença entre brincar e a realidade. Quando o adulto oferece-lhe objetos, jogos, fantasias, espaço e tempo permitem enriquecer suas competentes imaginativas e organizadoras.
As interações devem ser feitas entre crianças da mesma idade e de idades diferentes, a aprendizagem deve relacionar-se com conhecimentos prévios, o professor deve estabelecer estratégias pra conhecer suas experiências, observando-as.
O professor deve propiciar ambiente acolhedor, organizar brincadeiras, discussões, aprendizagens orientadas dando-lhes oportunidade de expor pensamento, idéias, valores, levando em conta sua autoestima e confiança. Relacionar com novas informações e interações como a individualidade e a diversidade, desafios em atividades significativas, próximas as praticas sociais, como se escrever para enviar uma mensagem.
Quando sozinhas elaboram descobertas e sentimentos, pensamentos e ações proporcionando novas interações.
Considerar individualidade significa respeitar e valorizar como enriquecimento pessoal e cultural.

Educação Especial
Deve ser valorizar e promover o convívio com as diferenças, acrianças que convivvem com as particularidades desenvolvem valores éticos, côo dignidade, respeito ao outro, solidariedade, etc.
A LDB determina “a oferta de educação especial tem inicio na faixa etária de zero a seis anos”.
A integração depende da estrutura organizacional da instituição considerando: “grau de deficiência e as potencialidades de cada criança, idade cronológica, disponibilidade de recursos humanos e materiais, condições socioeconômicas e culturais da região, estagio de desenvolvimento dos serviços de educação especial já implantando nas unidades federadas”.

Profissional de educação infantil
Segundo a LDB até o final da década da educação somente serão admitidos profissionais habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço.
O profissional precisa ter competência polivalente e trabalhar com cuidados básicos e conhecimentos específicos precisam estar comprometidos com um projeto de qualidade e ter como parceiros familiares e a s crianças, deve encarar o projeto educativo como inacabado sujeito a debate e reflexões gerando mudanças sempre que necessário.

O processo educativo
Baseia pela idade de 0 a 6 anos e se realiza pela:
• Formação pessoal: trabalho de identidade e autonomia;
• Conhecimento do mundo: construção de linguagens e interações com objetos de conhecimento, trabalhando movimento, artes visuais, música, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade e matemática.
Segue a determinação da LDB quando a organização por idade, de 0 a 3 anos, creches ou entidades equivalentes, e de 4 a 6 pré-escolas.

Objetivos
Demonstram interação entre o projeto educativo e estabelece quais capacidades o educando pode desenvolver como resultado do trabalho de ordens físicas, afetivas, cognitivas, ética, estética, de relação interpessoais e inserção social.

Conteúdos
• Conceituais: construção de capacidade de lidar com símbolos, idéias e representações que darão sentido a sua realidade estabelecendo uma aproximação com a aprendizagem futura.
• Procedimentais: saber fazer, tomar decisões no percurso do fazer.
• Atitudinais: socializar, com atitudes de valores e normas, porem este não depende apenas da instituição, mas de todos responsáveis.
Conteúdos são selecionados conforme características e necessidades de cada grupo, de forma que lhes seja significativos, devem ser trabalhos integrando com a realidade em diferentes aspectos, porém sem fragmentá-lo.

Orientações Didáticas
Situam intenções e práticas que devem se nortear com:
• Organização do tempo: estruturadas dentro de um tempo didático, as atividades são agrupadas em modalidades permanentes, constantes relacionadas com a aprendizagem, prazer e necessidades básicas de cuidado com a criança, e seqüências de atividades com conhecimentos específicos em diferentes graus de dificuldades.
• Projeto de trabalho: conjunto de atividades visando um conhecimento específico com objetivo de resolver um problema ou obter um resultado final.
• Organização do espaço e seleção de materiais: usa áreas internas e externas para desenvolver atividades propostas.
• Observação, registros e avaliação formativa: são instrumentos de apoio da pratica pedagógica. Podem ser feito por gravações, fotos, registros. Acompanha, orienta, regula e redireciona o processo, reorientado a pratica da educação. Portanto é sistemática com o objetivo de melhorar a ação pedagógica.

Objetivos gerais da educação infantil
• Desenvolver uma imagem positiva de si, independente, confiante e perceber seus limites;
• Descobrir e conhecer seu próprio corpo, limites e valorizar hábitos de cuidados de saúde e bem estar;
• Estabelecer vínculos afetivos com adultos e crianças, fortalecer sua auto-estima, possibilitar comunicar o e interação social.
• Estabelecer e ampliar relações sociais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
• Observar e explorar atitude de curiosidade percebendo-se integrante, independente e agente transformador.
• Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
• Utilizar as diferentes linguagens para expressar idéias, sentimentos, necessidades e desejos, construindo significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva.
• Conhecer manifestações culturais, demonstrando interesse, respeito e participação valorizando diversidade.

Instituição, projeto educativo, condições externas
A proposta curricular vinculada com a realidade da comunidade local, deve se levar em conta as horas que a criança permanece na instituição, idade que iniciou na escola, alem da garantia de diversidades. Todo processo educativo deve ser trabalhado com professore, outros profissionais e técnico.
O ambiente deve ser seguro, tranqüilo e alegre, deve proporcionar benefícios para o desenvolvimento da aprendizagem, adaptando as necessidades dos alunos e exigências do conteúdo. para isso o professor precisa conhecer as necessidades dos alunos, respeitar as particularidades e auxiliá-los.
A direção da escola deve ser democrática e pluralista, propiciando um projeto dinâmico, favorecer a formação continuada e atualizações.
O professor deve saber fazer uso do espaço, do material oferecido pela escola, devem ser seguros, selecionando de acordo com a idade e o interesse do educando, deixando-os disponíveis ao aluno com fácil acesso. Assim como a mobília deve ser adequada ao tamanho dos alunos.
As organizações em grupos devem envolver vários fatores, como o tempo de permanência na escola, prever momentos de mais ou menos movimentos, reflexão, etc.
Os ambientes de cuidados devem estar adequados as faixas etárias, devem conhecer peculiaridades da criança através do dialogo com a família, que deve ter parceria com a escola, que devem respeitar suas estruturas, e preservar o direito da criança no âmbito familiar. Este acolhimento favorece o dizer não a discriminações e preconceitos.
Na entrada na instituição, deve se ser flexível diante dos problemas de comportamentos de crianças e familiares deve estabelecer uma relação de confiança e parceria de cuidados na educação visando o bem estar da criança. Deve se manter o cuidado com a família. Nos primeiros dias, a presença da mãe pode ser necessário até que a criança adquira confiança e estima pelo professor, ajudando-a na sua adaptação. Crianças vindas de famílias problemáticas devem ter toda atenção e serem ajudadas para minimizar os problemas. Assim quando a integridade física e mental da criança esta comprometida, é que se deve encaminhá-lo a instituições especializadas.
O remanejamento entre grupos de crianças deve ser evitado, assim como a substituição de professores deve ser feita de modo planejado, preparando a criança para essa situação, como também sua passagem para o ensino fundamental.
Crianças vindas de famílias problemáticas, devem ser auxiliadas e apenas quando sua integridade estiver comprometida deve ser encaminhada para instituições especializadas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu”, de Norman Geisler e Frank Turek, são abordados diversos temas referentes ao cristianismo e algumas das principais criticas que os cristãos são confrontados atualmente. Os autores, que em outra época eram céticos em relação ao cristianismo, agora defendem de forma convincente as afirmações do mesmo.
Primeiro eles abordam um problema que se vê em muitas universidades, que é o relativismo, onde as pessoas afirmam que não há verdades absolutas e tudo que chamamos de “verdade” na realidade não passa de opinião da sua época, ou que algo verdadeiro para uma pessoa e falso para outra sã igualmente válidos, pois não passam de opiniões pessoais. No entanto, como é exposto, dizer que a verdade é relativa é uma afirmação que contradiz a si mesma, basta perguntar se “a verdade de que 'toda verdade é relativa' é relativa” para mostrar sua contradição lógica, pois, ao mesmo tempo em que afirmam que não existem verdades absolutas estas pessoas afirmam que sua afirmação é absolutamente verdadeira.
Logo após tratar a questão de se podemos descobrir ou não a verdade sobre Deus, são apresentados os principais argumentos de sua existência: o argumento cosmológico, teleológico e moral. O argumento cosmológico fala que tudo que tem um inicio tem uma causa, já que o universo teve um inicio, a conclusão lógica é que ele teve uma causa. Eles concluem que a melhor explicação para o surgimento do universo é Deus, além de mostrar falhas de outras teorias como a dos universos múltiplos e as explosões continuas. O argumento teleológico diz que todo projeto exige um projetista, e após mostrar as evidências de que o universo possui características de um projeto novamente concluem que a melhor explicação é um projetista inteligente: Deus. O argumento moral afirma que toda lei exige um legislador, e, uma vez que os seres humanos são dotados de uma consciência moral, deve haver um padrão absoluto de moral que diferencie o bem do mal, como eles dizem “Madre Tereza vs. Hitler”. Respondem as principais objeções a esse argumente e afirmam, após isso, que a cosmovisão que melhor se encaixa nessas características é o teísmo.
Norman Geisler e Frank Turek falam também da teoria da evolução, que, segundo seus argumentos e evidências, está bem longe de ser um fato mas que as evidências apontam para o contrário. Tratam de outras questões, como o Jesus histórico, a confiabilidade do Novo Testamento e fazem uma defesa poderosa à ressurreição e as afirmações de Jesus sobre si mesmo, colocando o leitor numa difícil questão: Jesus foi um lunático, mentiroso ou é Deus:
Após argumentar com base em diversas evidências, os autores concluem que é necessário ter mais fé para ser ateu do que teísta, ou melhor, cristão, pois o cristianismo é a única religião baseada em evidências de tamanho peso.
Apesar de ser uma boa defesa à existência de Deus e ao cristianismo, e responder de forma convincentes os problemas dessa religião, existem outras questões que precisam ser resolvidas, fazendo do livro uma introdução à apologética cristã que pode levar o leitor curioso e sincero a buscar e entender mais sobre estes assuntos importantes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Incluï-se entre os melhores livros de contos de nossa Literatura. São 13 contos centrados, tematicamente, no processo de aprisionamento dos indivíduos através dos "laços de família", de sua prisão doméstica, de seu cotidiano.

As formas de vida convencionais e estereotipadas não se repetindo de geração para geração , submetendo-se as consciências e as vontades.A dissecação da classe média carioca resulta numa visão, desencantada e descrente dos liames familiares, dos "laços" de convenção e interesse que minam a precária união familiar.

Os três mais conhecidos são Amor, Uma galinha, e Feliz Aniversário.

"Devaneio e embriaguez duma rapariga'

Uma típica senhora portuguesa casada, certo dia ao encontrar-se defronte ao espelho a mirar-se, estando só em casa ( os filhos e o marido estavam fora ) começou a devanear. Tanto que ficou o tempo inteiro no quarto sob a cama_ o que fez o marido pensar que esta estava doente.

Tão logo os filhos voltam ao lar, a vida retoma o seu norte e nossa personagem volta ao seu ritmo cotidiano, apenas desmanchado por um encontro de negócios entre seu marido e respectivo chefe.

Embriaga-se e desenvolve muita prosa com o chefe do marido_ em verdade enciumava a beleza da vestimenta de outra mulher no recinto e isto feriu-lhe a vaidade.

Ao chegar em casa repensa sua própria sensualidade e o desejo que podia despertar nos homens.
"Amor"

Ana_ urna mulher casada, pacata e mãe de dois filhos, tinha uma vida doméstica muito calma, donde cuidava dos seus com o esmero e amor típicos de uma pessoa fraterna e sensível. Aliás Ana, em hebraico significa "pessoa benéfica, piedosa".

Certo dia ao ir às compras encontrou-se com um cego que muito a impressionou; com a freada brusca do bonde onde se encontrava_ os ovos que carregava acabaram quebrando-se_ pronto! A sua paz tão duramente conquistada desapareceu.

Transtornada acabou por descer no Jardim Botânico que por sua beleza fê-la temer o próprio inferno. Aqui podemos fazer um paralelo entre a beleza que salta aos olhos e o cego que está privado disto_ este último vive o próprio inferno em terra. Esta então é a explicação de tanto que impressionara a personagem.

Ao voltar para casa sentia que alguma coisa havia mudado dentro de si, abraçou o filho tão fortemente que o assustou e foi ajudar o marido quando este derrubou o café. Carinhosamente este pegou-lhe a mão e levou-a para o quarto para dormirem.
"Uma galinha"

Uma galinha de domingo, pronta para o abate. Contudo quando apanhada pelo pai da menina que é a narradora da estória, a galinha acaba pondo um ovo_ imediatamente a menina avisa os demais familiares do fato e alerta-os para a nova condição de "mãe" da galinha.

O pai de família, sentindo-se culpado por tê-la feito correr para o abate, acaba por nomear a ave como de estimação sob pena de que se o animal fosse sacrificado nunca mais voltaria a alimentar-se da galinha.

Contudo, houve um dia em que "mataram-na, comeram-na e passaram-se anos."
"A imitação da rosa"

Laura, casada e sem filhos, preparava-se para um jantar na casa de amigos. Era a primeira vez que ela faria isto desde que voltara do hospital, onde fora internada. provavelmente por causa de um surto. Ela pretendia estar pronta, de banho tomado, em seu vestido marrom, a casa limpa e a empregada despachada, quando seu marido, Armando, chegasse. Assim teria tempo livre para ficar à disposição dele. e ajudá-lo a arrumar-se.

Laura parecia perseguir a perfeição a todo custo, vigiava-se para ser um esposa modelo, submissa e obediente, mediana até na cor dos cabelos, nem loura, nem morena: de modestos cabelos marrons Ela procura parecer normal, premedita todos os seus gostos. Não quer que os outros se preocupem com ela. Pensa o quanto seria bom ver o marido enfim relaxado, conversando como amigo, no jantar, sem lembrar-se de que ela existe.

Exausta e feliz, pois acabara de passar em ferro todas as camisas de Armando. Laura sentou-se na poltrona da sala e cochilou um breve instante.

Quando acordou, teve a sensação de que a sala estava renovada.

Admirou intensamente as rosas que comprara pela manhã, na feira. Eram perfeitas. Resolveu então dá-las á amiga que iria, à noite visitar. Estava decidido, mandaria as flores pela empregada. Mas, logo depois, Laura hesitava. Por que as rosas, tão bonitas, não podiam ser dela mesma? Por que a beleza e exuberância das rosas a ameaçava? Acabou cedendo-as, a empregada levou as flores, e ela não conseguiu voltar atrás.

É provável que a perfeição que Laura vira nas rosas tivesse lhe provocado o impulso de romper novamente com seu lado submisso e servil para se tornar incansável. super-.humana, independente. tranquila, perfeita e serena.

Quando o marido chegou do trabalho, Laura ainda estava sentada na poltrona, e nada tinha feito do que planejara Dirigiu-se a ele: "Voltou. Armando. Voltou. (..) Não pude impedir. disse ela, e a derradeira piedade pelo homem estava ria sua voz, o último pedido de perdão que já vinha misturado à altivez de uma solidão já quase perfeita. Não pude impedir. repetiu, (...) Foi por causa das rosas, disse cor,, modéstia(...) Ele a olhou envelhecido e curioso.

Ela estava sentada com seu vestidinho de casa. Ele sabia que ela fizera o possível para não se tornar luminosa e inalcansável. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Passado no subúrbio do Rio de Janeiro, Clara dos Anjos conta sobre a jovem e ingênua mulata Clara, filha do carteiro Joaquim dos Anjos, que é seduzida pelo malandro Cassi Jones. Cassi é um jovem branco, ignorante e torpe, que usa este sobrenome porque, supostamente, descende de um nobre inglês. Seu pai não fala mais com ele após suas diversas aventuras que desonraram várias donzelas e acabaram com vários casamentos (a mãe de uma das vítimas se suicidou; o marido que ela arranjou depois distribui anonimamente um dossiê sobre Cassi pelo RJ). Cassi toma Clara como seu próximo alvo e vai tentando se aproximar dela. Começa pela festa de aniversário desta e vai seguindo, apesar dos pais dela não deixarem e do padrinho dela e tantos outros falarem sobre ele. Clara não acredita e continua curiosa sobre Cassi. Cassi passa a usar um velho, "dentista", que tratava de Clara; ele manda as cartas de um e outro. Depois de um tempo Cassi parte para São Paulo para um possível emprego; Clara está grávida. Após pensar em abort, Clara revela a verdade à mãe, que vai falar à família de Cassi. Lá ela é tratada como só "mais uma mulatinha" e percebe a verdade total. Pontilhado com referências sobre o preconceito racial (um dos personagens é poeta Leonardo Flores; mulato e talentoso, fica pobre pois foi explorado), este foi o primeiro romance de Lima Barreto mais um dos últimos a ser publicado. Todos os personagens são tipicamente suburbanos e o vocabulário já transpira a coloquialidade como é característico ao autor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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