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No Moinho - Éça de Queiroz
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Modernismo da segunda fase. Olhai os Lírios do Campo é dividido em duas partes de doze capítulos cada. Na primeira parte Eugênio, o personagem principal, vai tendo flashbacks de seu passado enquanto se dirige ao hospital onde está Olívia. Vai lembrando sua infância pobre, quando tinha pena de seu pai e era humilhado na escola por sua condição social, a escola de Medicina (o preço dele ir à escola de Medicina foi não esmerarem-se na educação de seu irmão Ernesto, que se torna um vagabundo). Na faculdade conhece Olívia, que se torna uma grande amiga e com quem tem uma noite de amor no dia do estopim da Revolução de 30. Eugênio conhece a futura esposa, Eunice, num atendimento a uma empregada desta e casa-se com ela apenas para ascender socialmente, sem ter nenhum amor. Preso num casamento sem amor, num emprego de fachada na fábrica do sogro rico e com uma amante a quem não ama, Eugênio reencontra Olívia, que estava numa colônia de italianos. Ela apresenta-lhe Anamaria, sua filha. No presente (finais da década de 1930), ao chegar ao hospital já mais otimista sobre o estado de saúde de Olívia do que na partida, Eugênio recebe a notícia de que ela morreu.

A Segunda parte, passada no presente após a morte de Olívia, é no presente e intercalada por partes de algumas das cartas que Olívia escreveu para Eugênio e nunca lhe enviou. Eugênio toma coragem e separa-se da esposa, abandona a amante, vai viver com a filha (na casa onde Olívia morava com um casal de alemães) e volta a clinicar para os pobres. Eugênio vai assim, sempre com a memória de Olívia, mesmo que ela vá desaparecendo aos poucos, redimindo-se e vendo melhor a pobreza de que sempre tinha tanto asco. Mas não sem seus momentos negros, como o caso de Simão e Dora. Dora é a filha de sua amante (que é uma mãe negligente) com um engenheiro fascista e workaholic que dá mais importância ao prédio que está construindo do que a ela. Ela se apaixona por Simão, um jovem e pobre estudante judeu. A união é desaprovada pelos pais e ela acaba morrendo num aborto feito por uma parteira após Eugênio negar-lhes o ato. Mas por todo o tempo Eugênio vai se ligando a uma vida mais simples, a amigos mais simples e verdadeiros como o céptico Dr. Seixas a quem admirava quando criança. A história acaba com ele e Anamaria saindo para passear num ensolarado dia de verão de Porto Alegre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Resumo do livro "Ofício do Mestre" - Imagens e auto-imagens
Miguel G. Arroyo - Editora Vozes - 2
a
edição
Em "Ofício do Mestre", Miguel Arroyo pretende abrir um diálogo franco com professores sobre
professores. Propondo reflexões, o autor traz o magistério para o centro do movimento de
renovação pedagógica. Sua intenção é a de desfazer um imaginário social que minimiza o papel
do mestre. É um trabalho árduo, uma vez que o próprio professor tem uma imagem confusa de si
mesmo e de sua função. A proposta do autor é a de discutir sobre a reconstrução do perfil do
mestre, paralelamente, ao trabalho de configuração da categoria do magistério, como uma classe
definida em seu perfil profissional. Este processo implica em uma luta árdua e lenta, o que vem
sendo realizado através de décadas. Ao longo dos anos, a busca de significado de seu ofício,
obrigou o mestre a se engajar nos movimentos sociais e políticos de sua época, tentando explicá-
los para então poder entender o seu próprio papel como educador. A conclusão é que a
compreensão do seu ofício se confunde com a sua compreensão, enquanto sujeito participante e
politizado, engajado na sociedade.
Vem se percebendo, ao longo das últimas décadas, uma preocupação comum entre os
professores. Preocupação para dominar saberes, para melhor se qualificar, para adequar sua
função social aos novos tempos, novos conhecimentos e novas tecnologias. Nem por isso eles
vêm conseguindo um maior reconhecimento social. Há, sem dúvida, algo mais profundo na
questão: uma reflexão sobre o sentido social de sua condição de mestre. Esta deve ser a maior
preocupação. Este é o caminho para a busca da identidade social e reconhecimento profissional.
Uma tentativa de formar um perfil ou uma cultura não se consegue somando conhecimentos ou
especializações, mas antes de tudo, se consegue formando uma consciência de classe , definindo
papéis e se preparando para atuar em seu tempo e espaço.
Muitos congressos e encontros de educação tentam discutir a questão do "Quem é o Professor",
mas se perdem em discussões tecnicistas, de conteúdo, de currículos. O ideal seria promover
encontros que dessem oportunidade de se verificar o quanto se é, o quanto se foi e o quanto se
deseja ser gente e, conseqüentemente, professores. A busca da identidade social está na busca
de si próprio, na busca da história de cada um.
Evidentemente, a função de professor não se limita em ser bom, carinhoso ou até mesmo
competente. É preciso pensar nele próprio como um eterno aprendiz em busca de aprimoramento
constante (neste instante a situação do mestre é a mesma de qualquer profissional em tempos de
forte competição).
Ser educador é um modo de ser, é um dever ser. Ele deve cuidar de seu percurso de vida, ser
pedagogo de si mesmo. Manter uma conversa permanente consigo sobre sua formação. A
valorização social depende, antes de tudo, da auto-valorização.
Há de se reconhecer que as condições precárias de trabalho, os baixos salários, a falta de
estabilidade, a condição de “aulista”, o fraco ambiente cultural das escolas, não apenas limitam a
qualidade da docência, como impossibilitam uma auto-formação. As escolas devem se tornar mais
humanas.
As condições que impedem ou permitem a aprendizagem humanizadora são materiais, mas
também são de estrutura, de organização. O clima escolar burocrático, normatizado, a
organização graduada e disciplinar levam o professor apenas a representar o seu papel de
transmissor de conhecimentos. Neste tipo de organização se nega a possibilidade de se dar um
salto para uma relação pedagógica com base no diálogo, no convívio social, e, principalmente,
com base na interação entre as gerações professor / aluno. É, justamente, neste aspecto que está
o ponto mais fraco de nossas escolas. O distanciamento entre mestres e alunos impede o
desenvolvimento humano de ambas as partes. Diminuir essa distância é o maior desafio das
instituições, e talvez seja este o ponto de partida para uma reconstrução da imagem do mestre.
Essa matriz pedagógica deve ser recuperada ou construída.
A luta continua... O processo de redefinição da função escolar deve incluir também os cursos de
magistério. A formação dos mestres deverá se dar através do diálogo com a prática, nas
interrogações vindas do convívio com a infância, adolescência e juventude, nos confrontos
políticos, na sensibilidade com a dinâmica social e cultural. É dessa maneira que se formará um
educador com espírito crítico, com postura pedagógica, que lhe permitirá estar atento à realidade
onde se formam os educadores - uma docência mais humana! Mas, a realidade é outra! O ofício
de mestre, entendido como arte, que supõe sensibilidade, intuição, sintonia com a vida, está
confuso. A categoria de professores vem se perguntando: Por que este conceito tão desfigurado
da educação e dos educadores?
Através de muitos encontros, congressos, oficinas, leituras, os professores estão aprendendo que
todo ofício, para se firmar, socialmente, deve estar respaldado em uma cultura profissional. Antes
de mais nada, deve-se lutar para construir uma consciência de classe, ética, política e profissional.
As preocupações mais recentes têm-se voltado para essas questões. Sabe-se que o
reconhecimento social só se dará na medida em que o campo da educação básica for se
firmando em nossa cultura como convicção moral e política. Onde não há uma visão de educação
básica, universal, de educação como direito humano, não haverá possibilidade de se firmar uma
cultura profissional, uma cultura de magistério. Este vem fincando raízes nos valores sociais, pois
está claro que sua luta de classe se identifica com a luta pelos direitos humanos.
Sendo assim, a luta dos mestres pela valorização do ofício e a busca de sua identidade é a
mesma de qualquer trabalhador que luta pelo seu direito mais elementar, ou seja, o de ser
reconhecido como trabalhador. Sua luta é inseparável dos processos culturais que são lentos,
mas que devem ser construídos. Seu reconhecimento social passa pela afirmação de uma cultura
pública e da vinculação da educação escolar a essa cultura e da inclusão da educação no campo
dos direitos sociais e humanos. A categoria precisa se firmar como profissional e pouco adianta
lutar por salários e por reconhecimento social se o professor continuar se vendo com o professor
“ensinante”. Essa imagem é pobre e, com ela não se espera valorização social.
O cerne da questão do prestígio ou desprestígio social e profissional, está na visão estreita ou
alargada de ensino ou de educação.
O ofício de mestre só terá sentido na medida em que o próprio mestre se buscar como tal, sendo
ele o próprio protagonista da sua história de mestre.
A luta é sua, caro mestre! 
O Edifício (RUBIÃO, 1997: 159- 167)

Pode-se dizer que este conto é quase uma reedição contemporânea do mito de Babel. O Edifício é a história de um engenheiro a quem é entregue a tarefa de executar a obra de um edifício de infinitos andares:



Ao engenheiro responsável, recém-contratado, nada falaram das finalidades do prédio. Finalidades, aliás, que pouco interessavam a João Gaspar, orgulhoso como se encontrava de, no início da carreira, dirigir a construção do maior arranha-céu de que se tinha notícia (pp. 159-160).



Obviamente é a ele recomendado que não tenha a vaidade de pretender chegar ao termo do empreendimento. Vencidas várias dificuldades da obra, inclusive uma maldição envolvendo a conclusão do 800° andar, João Gaspar decide visitar o Conselho responsável pela elaboração e confecção da construção a fim de obter novas diretrizes e metas para seu trabalho, e as felicitações por ter resistido à maldição! Qual não é sua surpresa quando descobre que todos os membros do Conselho haviam morrido e não haviam sido designados outros, restando apenas ele e um burocrata menor como empregados diretos dos empreendedores originais:



Em vez dos cumprimentos que julgava merecer, uma surpresa o aguardava: haviam morrido os últimos conselheiros e de acordo com as normas estabelecidas após a desmoralização da lenda, não se preencheram as vagas abertas. Ainda duvidando do que ouvira, o engenheiro indagou ao arquivista - único auxiliar remanescente do enorme corpo de funcionários da entidade- se lhe tinham deixado recomendações especiais para a continuação do prédio. De nada sabia, nem mesmo por que estava ali, sem patrões e serviços a executar (p.164).



De posse desta informação, João decide interromper e cancelar as obras. Ao comunicar sua decisão aos trabalhadores, fica estupefato pela reação dos mesmos: não acatavam a ordem, foram contratados pelos membros do Conselho e só eles poderiam demiti-los:



‘Falta-nos, agora, um plano diretor. Sem este não vejo razões para se construir um prédio interminável- concluiu’. Os operários ouviram tudo com respeitoso silêncio e, em nome deles, respondeu firme e duro um especialista em concretagem: ’Acatamos o senhor como chefe, mas as ordens que receberam partiram de autoridades superiores e não foram revogadas (p.165).



As obras prosseguiram. João Gaspar, desesperadamente, tenta dissuadir os operários de sua insana iniciativa, mas fracassa e quase enlouquece no processo. As obras seguem. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O primeiro a embarcar é um Fidalgo, que chega acompanhado de um Pajem, que leva a calda da roupa do Fidalgo e também uma cadeira, para seu encosto.

O Diabo mal viu o Fidalgo e já lhe falou para entrar em sua barca, pois ele iria levar mais almas e mostrar que era bom navegante. Antes disso, o companheiro do Diabo, começou a preparar a barca para que as almas dos que viessem, pudessem entrar.

Quando tudo estava pronto, o Fidalgo dirigiu a palavra ao Diabo, perguntando para onde aquela barca iria. O Diabo respondeu que iria para o Inferno, então o Fidalgo resolveu ser sarcástico e falou que as roupas do Diabo pareciam de uma mulher e que sua barca era horrível. O Diabo não gostou da provocação e disse que aquela barca com certeza era ideal para ele, devido a sua impertinência. O Fidalgo espantado, diz ao Diabo que tem quem reze por ele, mas acaba recebendo a notícia de que seu pai também havia embarcado rumo ao Inferno.

O Fidalgo tenta achar outra barca, que não siga ao Inferno, então resolve dirigir-se a barca do céu. Ele resolve perguntar ao Anjo, aonde sua barca iria e se ele poderia embarcar nela, mas é impedido de entrar, devido a sua tirania, pois o Anjo disse que aquela barca era muito pequena para ele, não teria espaço para o seu mau caráter.

O Diabo começa a fazer propaganda de sua barca, dizendo que ela era a ideal, a melhor. Assim, O Fidalgo desconsolado, resolve embarcar na barca para o Inferno. Mas antes, o Fidalgo queria tornar a ver sua amada, pois ele disse que ela se mataria por ele, mas o Diabo falou que a mulher na qual ele tanto ama, estava apenas enganando- o, que tudo que ela lhe escrevia era mentira. E assim, o Diabo insistia cada vez mais para que o Fidalgo esquecesse sua mulher e que embarcasse logo, pois ainda viria mais gente.

O Diabo manda o Pajem, que estava junto com o Fidalgo, ir embora, pois ainda não era sua hora. Logo a seguir, veio um agiota que questionou ao Diabo, para onde ele iria conduzir aquela barca. O Diabo querendo conduzi-lo a sua barca, perguntou por que ele tinha demorado tanto, e o Agiota afirmou que havia sido devido ao dinheiro que ele queria ganhar, mas que foi por causa dele que ele havia morrido e que não sobrou nem um pouco para pagar ao barqueiro.

O Agiota não quis entrar na barca do Diabo, então resolveu dirigir-se à barca do céu. Chegando até a barca divina, ele pergunta ao Anjo se ele poderia embarcar, mas o Anjo afirmou que por ele, o Agiota não entraria em sua barca, por ter roubado muito e por ser ganancioso. Então, negada a sua entrada na barca divina, o Agiota acaba entrando na barca do Inferno.

Mais uma alma se aproximou, desta vez era um Parvo, um homem tolo que perguntou se aquela barca era a barca dos tolos. O Diabo afirmou que era a barca dos tolos e que ele deveria entrar, mas o Parvo ficou reclamando que morreu na hora errada e o Diabo perguntou do que ele havia morrido, e o Parvo sendo muito sutil respondeu que havia sido de caganeira.

O Parvo ao saber aonde aquela barca iria, começou a insultar o Diabo e foi tentar embarcar na barca divina. O Anjo falou que se ele quisesse, poderia entrar, pois ele não havia feito nada de mal em sua vida, mas disse para esperar para ver se tinha mais alguém que merecia entrar na barca divina.

Vem um sapateiro com seu avental, carregando algumas fôrmas e chegando ao batel do inferno, chama o Diabo. Ele fica espantado com a maneira na qual o sapateiro vem carregado, cheio de pecados e de suas fôrmas.

O sapateiro tenta enrolar oDiabo, dizendo que alí ele não entraria pois ele sempre se confessava, mas o Diabo joga toda a verdade na sua cara e o manda entrar logo em sua barca. O sapateiro tenta lhe dizer todas as feitorias que havia feito, na tentativa de conseguir entrar no batel do céu, mas o Anjo lhe diz que a “carga” que ele trazia não entraria em sua barca e que o batel do Inferno era perfeito para ele. Vendo que nào conseguiu o que queria, o sapateiro se dirige à barca do Inferno e ordena que ela saia logo.

Chegou um Frade, junto de uma moça, carregando em uma mão um pequeno escudo e uma espada, na outra mão, um capacete debaixo do capuz. Começou a cantarolar uma música e a dançar.

Ele falou ao Diabo que era da corte, mas o próprio perguntou-lhe como ele sabia dançar o Tordião, já que era da corte. O Diabo perguntou se a moça que ele trazia era dele e se no convento não censurvam tal tipo de coisa. O Frade por sua vez diz que todo no convento são tão pecadores como ele e aproveitou para perguntar para onde aquela barca iria. Ao saber para onde iria, ficou inconformado e tenta entender porque ele teria que ir ao Inferno e não ao céu, já que era um frade. O Diabo lhe responde que foi devido ao seu comportamento durante a vida, por ter tido várias mulheres e por ter sido muito aventureiro. Assim, o Frade desafia o Diabo, mas este não faznada e apenas observa o que o Frade faz.

O Frade resolve puxar a moça para irem ao batel do Céu, mas lá se encontram com o Parvo, que pergunta se ele havia roubado aquela espada que ele carregava. O Frade completamente arrasado, finalmente se convence que seu destino é o inferno, pois até mesmo o Parvo zombou de sua vida e de seus pecados. Dirigiu-se a barca do Inferno, resolve embarcar junto com a moça que o acompanhava.

Assim que o Frade embarcou, veio a alcoviteira Brísia Vaz, chamando o Diabo, para saber em qual barca ela haveria de entrar. O companheiro do Diabo lhe disse que ela não entraria na barca sem Joana de Valdês.

Ela foi relatando o que estava trazendo para a barca e afirmava que iria para o Paraíso, mas o Diabo dizia que sua barca era o seu lugar, que ela teria que ficar alí.

Brísida vai implorar de joelhos ao Anjo, que esse a deixe entrar em sua barca, pois ela não queria arder no fogo do inferno, dizendo que tinha o mesmo mérito de um apóstulo para entrar em sua barca. O Anjo, já sem paciência, mandou-lhe que fosse embora e que não lhe importunasse mais.

Triste por não poder ir para o Paraíso, Brísida vai caminhando em direção ao batel do Inferno e resolve entrar, já que era o único lugar para onde ela poderia ir.

Logo após o embarque de Brísida Vaz, veio um Judeu, carregando um bode, na qual fazia parte dos rituais de sacrifício da religião hebráica. Chegando ao batel dos danados, chama o marinheiro, que por acaso era o Diabo; perguntando a quem pertencia aquela barca. O Diabo questiona se o bode também iria junto com o Judeu, esse por sua vez afirma que sim, mas o Diabo o impede pois ele não levava para o Inferno, os caprenos.

O Judeu resolve pagar alguns tostões ap Diabo, para que ele permita a entrada do bode; disse que por meio do Semifará ele seria pago. Vendo que não consegue, ele xinga o Diabo e roga-lhe várias pragas, apenas por não fazer a sua vontade.

O Parvo, para zombar o Judeu, perguntou se ele havia roubado aquela cabra, e aproveitou para xinga-lo. Afirmou também que ele havia mijado na igreja de São Gião e que teria comido a carne da panela do Nosso Senhor. Vendo que o Judeu era uma péssima pessoa, o Diabo ordenou-lhe logo que entrasse em sua barca, para não perderem tanto tempo com uma discussão tola.

Depois que o Judeu embarcou, veio um Corregedor, carregado de feitos, que quando chegou ao batel do Inferno, com sua vara na mão, chamou o barqueiro. O barqueiro ao vê-lo, fica feliz, pois esta seria mais uma alma que ele conduziria para o fogo ardente do Inferno. O Corregedor era um amante da boa mesa e sua carga era qualificada como “gentil” , pois tratava-se de processos relativos a crimes, que era um conteúdo muito agradavel para o Diabo. Ele era ideal para entrar na barca do Inferno, pois durante sua vida, ele era um juíz corrupto e que aceitava Perdizes como suborno.

O Diabo começa a falar em latim com o Corregedor, pois era usado pela Justiça e pela Igreja, além de ser a lingua internacional da cultura. Ele ordena ao seu companheiro que este apronte logo a barca e que se prepare para remar rumo ao Inferno.

Os dois começam a discutir em latim, pois o Corregefor por ser aachar superior ao Diabo, pensa que só porque era um juíz prestigiado, não teria que entrar em sua barca. O Diabo vai perguntando sobre todas as suas faucatruas, até citando sua mulher no meio, que aceitava suborno dos judeus, mas o Corregedor garantiu que com isso ele não estava envolvido, que estes eram os lucros de sua mulher, e não dele.

Enquanto o Corregedor estava nesta conversa com o Arrais do Inferno, chegou um Procurador, carregando vários livros. Resolve falar com o Corregedor, espantado por encontra-lo aí, questiona para onde ele iria, mas o Diabo responde pelo Corregedor e diz que iria para o Inferno, mas que também era bom ele ir entrando logo, para retirar a água que estava entrando na barca.

O Corregedor e o Procurador não quiseram entrar na barca, pois eles tinham fé em Deus e também porque havia outra barca em melhores condições, que os conduziria para um lugar mais ameno. Quando chegam ao batel divíno, o Anjo e o Parvo zombam de suas ações, que eles não tinham o direito de entrar alí, pois tudo que eles haviam feito de ruim, estava sendo pago agora, com a ida de suas almas para o Inferno. Desistindo de ir para o paraíso, os dois ao entrarem no batel dos condenados, encontram Brísida Vaz. Ela por sua vez, se sentiu aliviada por estar alí, pois enquanto estava viva foi muito castigada pela Justiça.

Veio um homem que morreu enforcado e ao chegar ao batel dos mal-aventurados, começou a conversar com o Diabo. Ele tentou explicar porque ele não iria no batel do Inferno, que ele havia sido perdoado por Deus ao morrer enforcado, mas isso não passou de uma mentira, pois ele teria que morrer e arder no fogo do Inferno devido aos seus erros. Desistindo de tentar fugir de seu futuro, ele acaba obedecendo as ordens do Diabo para ajudar a empurrar a barca e a remar, pois o horário de partida estava próximo.

Depois disso, vieram quatro Cavaleiros cantando, na qual cada um trazia a Cruz de Cristo, pelo Senhor e também para demonstrar a sua fé, pois eles haviam lutado em uma Cruzada contra os Mulçumanos, no norte da África. Absolvidos da culpa e pena, por privilégio dos que morreram em guerra, foram cantarolando felizes indo em direção ao batel do Céu.

Ao passarem na frente do batel do Inferno, cantando, segurando suas espadas e escudos, o Diabo não resiste e os pergunta porque eles não pararam para questionar para onde sua barca iria. Convidando=os para entrar, o Diabo recebe uma resposta não muito agradável de um dos Cavaleiros, pois esse disse que quem morresse por Jesus Cristo, não entraria em tal barca.

Tornaram a prosseguir, cantarolando, em direção à barca da Glória, que quando eles chegaram nela, o Anjo os recebeu muito bem e disse que estava à espera deles por muito tempo. Sendo assim, os quatro Cavaleiros embarcaram e tomaram rumo em direção ao Paraíso, já que morreram por Deus e porque eram livres de qualquer pecado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Ana Terra era uma moça que morava com sua família em um sítio muito longe da cidade e tinha uma vida sofrida, e a única coisa que Ana e sua família faziam era trabalhar. Embora Ana tinha o desejo de abraçar e beijar algum homem. O princípio de seu desejo veio com a chegada do índio Pedro Missioneiro, e que lentamente foi crescendo na sua condição de macho: uma cara moça e trigueira, de maçãs salientes. Ana, quando o via sentia uma coisa que não podia explicar: um mal-estar sem nome, mistura de acanhamento, nojo e fascinação. Em sua singeleza, atraía-se pelo estranho, confirmando-se como aquela mulher desejável que enxergara no fundo das águas. Entregar-se àquele desconhecido foi um passo tão natural como o suceder das estações naqueles ermos. Antes, arriscou um jogo delicioso de avanços e recuos, sabendo que, quisesse ou não quisesse, agindo a favor ou contra a lei paterna, seria daquele homem. E, numa tarde, considerou-se pronta, e o desejo palpitava em todas as sua artérias; encaminhou-se para a barraca do índio, o reino de Pedro Missioneiro. E lá aconteceu algo que Ana queria. Os dias seguintes foram de medo, pânico misturado à vergonha e depois disso, logo soube que estava grávida, e o isso tornou-se um espaço de lágrimas. Carregou o segredo o quanto pôde, mas um dia, não se contendo mais, revelou tudo à mãe. Dona Henriqueta nem teve tempo de consolá-la: e o pai declarou já saber de tudo e foi como se um trovão cortasse os céus. Nada mais poderia ser feito: cumprindo um código ancestral, ele convocou os dois filhos, e esses mataram Pedro Missioneiro. Sabia que sua vida naquela casa dali por diante seria um inferno.

De um instante para outro tornou-se invisível aos olhos do Pai, transfigurando-se numa entidade pecadora. Simbolicamente expulsa de sua casa, procurou fazer-se pequena, para que sua pequenez diminuísse a dor da culpa; tratava-se, porém, de uma culpa mais aceita do que entendida. Logo aconteceu o nascimento do filho de Ana Terra e, Dona Henriqueta assistiu-a, cortando o cordão umbilical do menino Pedro. Mesmo assim, os pais e irmãos não tomaram conhecimento do novo ser que habitaria o rancho. Contra toda as possibilidades, Pedrinho cresceu, e a vida seguiu seu rumo. Os irmãos casaram-se, e, para Ana, cada dia era a repetição do dia anterior. Depois disso, sua mãe morreu, de nó nas tripas, mas esta morte não abalou muito à Ana. Então vieram vários castelhanos, assassinando, incendiando, violando. Ana mandou a esposa de seu irmão e as duas crianças irem se esconder no mato, e fingindo ser a única mulher da casa, imola-se voluntariamente à sanha dos bandidos. Foi estuprada várias vezes, e ao acordar de seu desfalecimento, encontrou um quadro de horrores: o pai, o irmão Antônio, os escravos, todos estavam mortos no meio da casa já destruída. Ana entendia naquele momento que estava liberta de sua mancha original, e pela forma mais bárbara e purificadora. Nada lhe fora poupado em sofrimento, e pelo sofrimento reconciliava-se com a vida. Numa exaltação próxima a uma feroz alegria, aceitou o convite de um forasteiro para ir formar o núcleo inicial de uma nova vida, e uma longa viagem a levou para um planalto. Lá ela construiu uma casa, morando com seu filho, que logo teve que ir para uma guerra contra os castelhanos. Voltando da guerra vivo, casou-se com uma moça, teve um filho e logo teve que voltar para a guerra, com o compromisso de voltar vivo, pois agora ele tinha uma mulher e um filho para cuidar. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Tenho apenas duas mãos
e o sentimento do mundo,
mas estou cheio escravos,
minhas lembranças escorrem
e o corpo transige
na confluência do amor.
Quando me levantar, o céu
estará morto e saqueado,
eu mesmo estarei morto,
morto meu desejo, morto
o pântano sem acordes.
Os camaradas não disseram
que havia uma guerra
e era necessário
trazer fogo e alimento.
Sinto-me disperso,
anterior a fronteiras,
humildemente vos peço
que me perdoeis.
Quando os corpos passarem,
eu ficarei sozinho
desfiando a recordação
do sineiro, da viúva e do microcopista
que habitavam a barraca
e não foram encontrados
ao amanhecer
esse amanhecer
mais noite que a noite.

(poema: Sentimento do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade)

Os poemas de Sentimento do mundo foram produzidos entre 1935 e 1940. São 28 no total. Poema: Sentimento do mundo O primeiro poema (que deu nome ao livro) revela a visão-de-mundo do poeta: não é alegre, antes, é cheia da realidade que sempre nos estarrece, porque, por mais que sonhemos, a realidade geralmente é dura e muito desafiante. O poeta inicia (estrofe 1) indicando suas limitações para ver o mundo: "Tenho apenas duas mãos"; mas aponta, em seguida, alguns elementos auxiliares que o ajudarão a suprir suas deficiências de visão: escravos, lembranças e o mistério do amor (versos 3 a 5); escravos podem ser os meios escusos de que nos utilizamos para tocar a vida e decifrá-la e dela nos aproveitarmos. O pessimismo denuncia-se com as mortes do céu e do próprio poeta, na estrofe 2. Apesar da ajuda incompleta dos companheiros de vida ("Camaradas"), o poeta não consegue decifrar os códigos existenciais e pede, humilde, desculpas. Nas duas últimas estrofes, Drummond pinta uma visão de futuro bem negativo, mas bem real: mortos, lembranças, tipos de pessoas que sumiram nas batalhas da vida ("guerra", na estrofe 3). Conclui, na estrofe 5, que o futuro ("amanhecer") é bem negro, tenebroso. Feita só de dois versos, sintetiza seu sentimento do mundo. Os demais 27 poemas são nuances, explicações dessa amarga visão inicial da vida. Poema: Confidência do Itabirano O poema começa com a saudade profunda de seu lugar de nascimento, traçado em quatro belas, mas sofredoras estrofes. Confessa (estrofe 3) que aprendeu a sofrer por causa de Itabira; mas, paradoxalmente: "A vontade de amor (...) vem de Itabira"; vale dizer que o amor nasce e é servido no sofrimento. De Itabira vem a explicação de Drummond viver de "cabeça baixa" (estrofe 3), verso 6). Afinal, apesar das negatividades, o poeta sente uma incomensurável saudade de sua cidade natal. Poema: O operário do mar O texto número 6 faz o autor escapar da linguagem poética material (versos) e se apropriar dessa linguagem poética sem versos, mas bastante poesia imaterial, em belo painel-definição explicita a grande diferença social entre operários e não-operários. Esta belíssima crônica poética, de base surrealista – tão em voga nos anos trinta, quarenta – serve bem para duas constatações: 1ª) o sentimento socialista de Drummond que iria espraiar-se cinco anos após Sentimento do mundo, na publicação de Rosa do povo, em 1945; 2ª) a visão-de-mundo onírica e bem poética de um operário universalizado em São Pedro; ele anda sobre águas por graça de Deus, enquanto burgueses se espantam por não poderem realizar a mágica; isto é, aos humildes: a magia divina, aos prepotentes: a inveja. Esta crônica poética também pode permitir que se compare a "apreensão do mistério da palavra" nos poemas explícitos de Drummond diante desta prosa poética; por exemplo: "minhas lembranças escorrem" (Sentimento do mundo, estrofe 1, verso 4) e "feixes escorrem" (das mãos do operário, em O operário no mar, linha 26). O mistério poético de lembranças escorrem é bem mais profundo do que peixes escorrerem imaginariamente das mãos do operário. Poema: Privilégio do mar No poema 12, o autor continua detendo-se alegoricamente no problema social das diferenças humanas. Poema: Inocentes do Lelbon Ainda no enfoque da visão social, o poeta fala da riqueza: "inocentes" significa os que querem ignorar; por isto fingem e se aproveitam. Poema: La possession du monde Neste poema 17, Drummond indica o membro da Academia Francesa de Letras, em 1884, Georges Duhamel, pedindo uma risível fruta estragada; como se isso fosse, como diz o título do poema, ter o mundo nas mãos. Poema: Ode no cinqüentenário do poeta brasileiro O belo elogio do poema 18 é a palavra drummondiana a Manuel Bandeira, nascido em 1886 e que, em 1936, completava 50 anos de vida. Drummond pede que "seu canto confidencial (a poesia de Bandeira) ressoe acima dos vãos disfarces do homem"! E para concluir esta fugaz visão do livro Sentimento do mundo, fiquemos com as palavras do último poema, Noturno à janela do apartamento: " A vida na escuridão absoluta, como líquido, circunda." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sveva Casati Modignani, no livro A Siciliana, coloca o leitor numa viagem entre o passado e o presente e vice-versa, para que o leitor entenda os factos. Nancy Carr é a protagonista da história e Mark Fawcett o reporter sensacionalista do New York Times que viaja até Itália em busca da história que se esconde por detrás do desaparecimento sem explicação da vida publica da deputada e candidata a mayor de Nova Iorque: Nancy Carr. Mark Fawcett encontra a protagonista da história refugiada num convento em Itália e, através de várias entrevistas, Nancy revela-se em curtas entrevistas, e a sua verdadeira história está bem longe da figura social de uma conhecida advogada e deputada de Nova Iorque. Nancy cujas origens são italianas, assiste em criança à morte de seu pai, assassinado por engano em vez de um chefe da Máfia, Frank Latella. Numa tentativa de apagar o mal feito, ao estilo da Máfia, Frank Latella, assume a protecção da familia de Nancy e envia-os para Itália, assegurando todas as suas necessidades. Passados quinze anos, Nancy retorna aos EUA, encontra o amor e engravida. No jantar de noivado que decorre no mesmo hotel onde o seu pai foi assassinado, ela revive o passado, esquecido dentro de si e reconhece na cara do noivo a face do assassino do seu pai, pelo que o mata. De carácter forte, e protegida pela Máfia deste crime, Nancy forma-se em advogacia, casa com um aristocrata inglês, tona-se deputada e é um dos nomes fortes nomeados para a candidatura a mayor de Nova Iorque. Este destaque social e politico dá aso por parte dos media a uma investigação sobre o seu passado, onde surge a sua ligação à Máfia italiana. Para proteger a sua familia e os que sempre a ajudaram, ela retira-se da vida publica e politica, divorcia-se e refugia-se em Itália num convento. Numa das entrevistas, ela desvenda o mito da Máfia italiana, o mito dos chefes das várias familias, revelando que tudo se trata de um jogo de poder e que o chefe principal, a quem todas as familias obedecem é o seu próprio ex-marido. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
PERRENOUD, Philippe . DEZ NOVAS COMPETÊNCIAS PARA ENSINAR – CONVITE À VIAGEM. Porto Alegre, Artmed, 2000.

Resumo:
O ofício de professor deve consagrar temas como a prática educativa, a profissionalização docente, o trabalho em equipe, projetos, autonomia e responsabilidades crescentes, pedagogias diferenciadas, e propostas concretas.
O autor toma como referencial de competência adotado em Genebra, 1996, para uma formação continua. O professor deve dominar saberes a serem ensinados, ser capaz de dar aulas, de administrar uma turma e de avaliar. Ressalta a urgência de novas competências, devido as transformações sociais existentes.. As tecnologias mudam, o trabalho, a comunicação, a vida cotidiana e mesmo o pensamento. A prática docência tem que refletir sobre o mundo. Os professores são os intelectuais e mediadores, interpretes ativos da cultura, dos valores e do saber em transformação. Se não se perceberem como depositários da tradição ou percursos do futuro, não serão desempenhar esse papel por si mesmos.
O currículo deve ser orientado para se designar competências,, a capacidade de mobilizar diversos recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações, etc.) para enfrentar, solucionar uma serie de situações.
Dez domínios de competências reconhecidas como prioritárias na formação contínua das professoras e dos professores do ensino fundamental.

1. Organizar e dirigir situações de aprendizagem.
• Conhecer, para determinada disciplina, os conteúdos a serem ensinados e sua tradução em objetivos de aprendizagem : nos estágios de planejamento didático, da analise posterior e da avaliação.
• Trabalhar a partir das representações dos alunos: considerando o conhecimento do aluno, colocando-se no lugar do aprendiz, utilizando se de uma competência didática para dialogar com ele e fazer co que suas concepções se aproxime dos conhecimentos científicos;
• Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem: usando de uma situação-problema ara transposição didática, considerando o erro, como ferramenta para o ensino.
• Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas;
• Envolver os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.

2. Administrar a progressão das aprendizagens.
• Conceber e administrar situações-problema ajustadas ao nível e as possibilidades dos alunos: em torno da resolução de um obstáculo pela classe, propiciando reflexões, desafios, intelectuais, conflitos sociocognitivos;
• Adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino: dominar a formação do ciclo de aprendizagem, as fases do conhecimento e do desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente, além do sentimento de responsabilidade do professor pleno conjunto da formação do ensino fundamental;
• Estabelecer laços com as teorias subjacentes às atividades de aprendizagens;
• Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagens;
• Fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão;
• Rumar a ciclos de aprendizagem: interagir grupos de alunos e dispositivos de ensino-aprendizagem.

3. Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação.
• Administrar a heterogeneidade no âmbito de uma turma, com o propósito de grupos de necessidades, de projetos e não de homogeneidade;
• Abrir, ampliar a gestão de classe para um espaço mais vasto, organizar para facilitar a cooperação e a geração de grupos multiidades.;
• Fornecer apoio integrado, trabalhar com alunos portadores de grandes dificuldades, sem todavia transforma-se num psicoterapeuta;
• Desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas simples de ensino mútuo, provocando aprendizagens através de ações coletivas, criando uma cultura de cooperação através de atitudes e da reflexão sobre a experiência.

4. Envolver os alunos em sua aprendizagem e em seu trabalho.
• Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver na criança a capacidade de auto-avaliação. O professor deve ter em mente o que é ensinar, reforçar a decisão de aprender, estimular o desejo de saber, instituindo um conselho de alunos e negociar regras e contratos;
• Oferecer atividades opcionais de formação, à la carte;
• Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno, valorizando-os e reforçando-os a incitar o aluno a realizar projetos pessoais, sem retornar isso um pré-requisito.

5. Trabalhar em equipe.
• Elaborar um projeto de equipe, representações comuns;
• Dirigir um grupo de trabalho, conduzir reuniões;
• Formar e renovar uma equipe pedagógica;
• Enfrentar e analisar em conjunto situações complexas, práticas e problemas profissionais.
• Administrar crises ou conflitos interpessoais.

6. Participar da administração da escola.
• Elaborar, negociar um projeto da instituição;
• Administrar os recursos da escola;
• Coordenar, dirigir uma escola com todos os seus parceiros (serviços para escolares, bairro, associações de pais, professores de línguas e cultura de origem);
• Organizar e fazer evoluir, no âmbito da escola, a participação dos alunos.

7. Informar e envolver os pais.
• Dirigir reuniões de informação e de debate;
• Fazer entrevistas;
• Envolver os pais na construção dos saberes.

8. Utilizar novas tecnologias.
As novas tecnologias da informação e da comunicação tranformam as maneiras de se comunicar, de trabalhar, de decidir e de pensar. O professor predica usar editores de textos, expplorando didáaticas e pogramas com objetivos educacionais.
• Discutir a questão da informática na escola;

• Utilizar editores de texto;
• Explorar as potencialidades didáticas dos programas em relação aos objetivos do ensino;
• Comunicar-se à distância por meio da telemática;
• Utilizar as ferramentas multimídia no ensino.
Assim, quanto à oitava competência de Perrenoud, que trabalhos nessa pesquisa, a Informática na Educação, nos fez perceber que cada vez mais precisamos do computador, porque estamos na era da informatização e por isso é primordial que nós profissionais da educação estejamos modernizados e acompanhando essa tendência, visto que assim como um simples pagamento no banco, utilizamos o computador , para estarmos atualizados necessitamos obter mais esta competência para se fazer uma docência de qualidade.

9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão.
• Prevenir a violência na escola e fora dela;
• Lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais;
• Participar da criação de regras de vida comum referente á disciplina na escola, às sanções e à apreciação da conduta;
• Analisar a relação pedagógica, a autoridade, a comunicação em aula;
• Desenvolver o senso de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça.

10. Administrar sua própria formação contínua.
• Saber explicitar as próprias práticas;
• Estabelecer seu próprio balanço de competência e seu programa pessoa de formação contínua;
• Negociar um projeto de formação comum com os colegas (equipe, escola, rede);
• Envolver-se em tarefas em escala de uma ordem de ensino ou do sistema educativo;
• Acolher a formação dos colegas e participar dela.

Conclusão: Contribuir para o debate sobe a sua profissionalização, com responsabilidade numa formação continua. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O universo dos contos é sempre o mesmo as "itaócas" ,cidadezinhas do Vale do Paraíba paulista , com suas casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotadas, ignorância e miséria. Sua vivência de promotor público e fazendeiro nessas "cidades mortas",arruinadas após o fastígio do café, orienta a fidelidade à paisagem regional e reforça a ironia com que critica o caipira , o capiau, personificado nos "jecas-tatus" , nos "piolhos da terra". Apoiada na narrativa oral, na técnica do contador -de- casos , fixa flagrantes do homem e da paisagem, tomados em seus aspectos exteriores, comunicando ao leitor, de modo eficiente, a sugestão de marasmo e indolência reinantes. A intenção didática, moralizante, que emerge da denúncia e da ironia, levam Lobato a articular suas narrativas em torno do ridículo e do patético em que desembocam quase todas as suas histórias, povoadas de cretinos , idiotas, aleijados ( dos quais o narrador extrai efeitos cômicos), e arrematadas por finais trágicos m chocantes ou deprimentes. Não há profundidade na colocação dos dramas morais; o que Lobato buscou foi narrar com brilho um caso, uma anedota e sobretudo , um desfecho feito de a caso ou violência. A narrativa se interrompe , com freqüência , para que o Lobato-doutrinador desenvolva suas digressões explicativas ou polêmicas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Paixão e realismo se misturam e enriquecem os contos de Eça de Queiroz. Esta aparente contradição se explica se pensarmos que Eça era um admirador da poesia romântica de Victor Hugo e que, ao mesmo tempo, tinha como seus escritores favoritos Edgar Allan Poe, Baudelaire e Flaubert. Nos seus contos Eça abusa dos adjetivos, das longas descrições, e de prosopopéias que povoam o nosso imaginário com “máquinas de escrever como uma boca alvar e desdentada”, ou sóis “sem sardas e sem rugas”. O autor desenha tristezas, amores frustrados, dramas morais de todo tipo. O contista se preocupa não só com a sonoridade do texto mas também com um bom enredo. No conto “No Moinho” o problema é relativo à construção da protagonista. A falta de coerência marca a trajetória que vai da “senhora modelo”, que vive para cuidar do marido inválido e dos filhos doentes, à mulher promíscua, que pensa em apressar a morte do marido e deixa os filhos sujos e sem comida até tarde. Toda esta transformação de caráter provocada pelo simples beijo de um primo... Apesar da variedade temática, pode-se perceber no conto de Eça uma grande preocupação com as dores humanas. Seus personagens são em geral tristes, alguns céticos, outros ingênuos, mas sempre atormentados. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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