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O Edifício (RUBIÃO, 1997: 159- 167)
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Pedro Bandeira (de Luna Filho) nasceu em Santos, SP, em 9 de março de 1942, onde dedicou-se ao teatro amador, até mudar para São Paulo a fim de estudar Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Morando então na capital, casou-se com Lia, com quem teve três filhos: Rodrigo (31) e Marcelo e Maurício (28). Ah! E tem duas netinhas: Melissa e Michele.

Além de professor, trabalhou em teatro profissional até 1967 como ator, diretor, cenógrafo e com teatro de bonecos. Mas desde 62, Pedro já trabalhava também na área de jornalismo e publicidade, começando na revista Última Hora e depois na editora Abril, onde escreveu para diversas revistas e foi convidado a participar de um coleção de livrinhos infantis.

O primeiro livro O dinossauro que fazia au-au, voltado para as crianças, fez um grande sucesso. Mas foi com A Droga da Obediência, voltado para adolescentes - que ele considera seu público alvo - que ele se consagrou. Até julho do ano passado, o livro estava prestes a atingir a marca de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o País.

Desde então, a partir de 1983, Pedro Bandeira dedicou-se inteiramente à literatura. Ele garante que a experiência em jornais e revistas o ajudaram como escritor, uma vez que o jornalista é obrigado a estar preparado para escrever sobre quase tudo. "Eu fazia de tudo: escrevia para revista de adolescente e para publicações técnicas. Fui aprendendo a criar um estilo para cada público. Também fui estudar psicologia e educação para entender em que faixa etária a criança acha o pai herói, com qual idade acha ele um idiota e quando está pronta para questionar tudo e todos. Sem esse conhecimento é impossível criar um personagem com o qual o leitor que você pretende atingir se identifique".

A inspiração para cada história, segundo o autor, vinha de livros que leu e nos acontecimentos de sua própria vida. Criatividade nunca faltou ao santista, mas quando isso acontece, Pedro abre o e-mail de seu computador e começa a ler as mais de 300 mensagens e cartas que recebe semanalmente de seus leitores de todo Brasil. "Às vezes tiro idéias das cartas porque o conteúdo das mensagens são os mais diversos. Tem quem pede conselho sentimental, outros dizem que não se dão bem com os pais e já recebi até carta de presidiário. Tento responder a todas".

Pedro Bandeira é o autor de Literatura Juvenil mais vendido no Brasil (8,6 milhões de exemplares até 2002) e, como especialista em letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o Brasil. Já escreveu mais de 50 livros, entre eles a série Os Karas, A marca de uma lágrima, Agora estou sozinha..., A hora da verdade e Prova de Fogo. Atualmente vive em São Roque. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


Em O Uruguai Basílio da Gama faz algumas inovações: usa versos decassílabos brancos e um tema contemporâneo para um poema épico feito por dois motivos: exaltar o Marquês de Pombal e sua política, e criticar os jesuítas. No poema é narrada, apesar de ainda exaltar a natureza (que não chega a ser bucólica), a tomada de Sacramento pelos portugueses após o Tratado de Madri em 1750. No drama principal, além dos personagens jesuítas caricaturizados e do herói português que comandou a tomada, os índios Sepé (o famoso Sepé Tiaraju), Cacambo e Lindóia. Sepé morre logo no começo e depois o também guerreiro Cacambo morre. Lindóia, que era sua esposa, fica extremamente deprimida e deixa que uma cobra a pique. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
"Além de romances, novelas, contos e crônicas consagrados pela crítica e pelo público, a versátil criatividade de Fernando Sabino já o levou a diversas incursões em áreas inexploradas da literatura, com senso imaginativo e pleno domínio da expressão verbal.Em "Amor de Capitu" ele realiza uma experiência inédita, ao recriar "Dom Casmurro" sem o narrador original. "O que sempre me atraiu neste romance admirável", afirma, "foi descobrir até que ponto a dúvida sobre a infidelidade de Capitu teria sido premeditada pelo autor através de narrador tão evasivo e casmurro...".Transpor o romance de Machado de Assis para a terceira pessoa, Fernando Sabino consegue como enriquecer o mistério, abrindo uma nova possibilidade de leitura de um dos nossos gênios literários. Essa foi a forma encontrada para homenagear o escritor a quem admira desde a juventude. Homenagem que, para o público, traduz-se em duplo prazer: apreciar o encontro de dois grandes romancistas brasileiros." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Nada, nem mesmo a guerra iminente, parece capaz de ameaçar a ligação de Pierre e Françoise, até o surgimento da misteriosa Xavière, jovem provinciana que vai morar em Paris. Françoise - escritora de trinta anos - , buscando preservar sua relação com o homem que ama, terá de encontrar uma forma de livrar-se da presença sufocante da outra, se não quizer ver sua felicidade irremediavelmente destruida. Este livro profundamente humano - e que , como a própria autora reconheceu, revela muitos elementos autobiográficos - tem como pano de fundo os meses que precederam e que imediatamente sucederam a eclosão da 2ª Guerra Mundial, descrevendo num estilo ágil e vibrante a boêmia intelectual parisiense do final dos anos 30.

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Solo de Clarineta é dividido em dois volumes. No primeiro Veríssimo conta e sua infância e adolescência até a idade adulta quando abandona o cargo na UPA e sua filha Clarissa casa-se com o físico americano David Jaffe. Na segunda, após relatar o nascimento de seus três netos e o escrever de O Arquipélago (e o primeiro dos ataques cardíacos), Érico começa a contar sua viagens. A primeira é a viagem a Grécia. Depois conta sobre O Senhor Embaixador e então… Portugal! Veríssimo era apaixonado pelo país e conta de seu tour pelo país em 1959 junto com a esposa Mafalda , seu editor e seu filho Luís Fernando. Infelizmente Érico morreu antes de concluir este volume e iniciar o terceiro, mas sobra ainda uma segunda parte deste segundo volume, contando sobre a Holanda, a Espanha e um colóquio entre ele e o homem no espelho onde analisa a si mesmo, sua obra, suas opiniões e sua autobiografia: o que ele nos deu foi "não um concerto de jazz ou uma grande peça sinfônica, mas um solo de clarineta."

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As avaliações emancipatória, dialógica e mediadora servem para a intervenção do professor em sua prática profissional.

Segundo Luckesi, a avaliação da aprendizagem escolar são meios e não fins em si mesmas, estando delimitadas pela teoria e pratica. Nesta perspectiva, ela precisa estar ressarcida de valores construídos pelos homens, num significado coletivo, de bem estar social, por parte do educador este deve visar situações e praticas associadas às questões políticas e sociais.
A avaliação emancipatória caracteriza-se como um processo de descrição, analise e critica de uma dada realidade, visando transformá-la, situada numa vertente político pedagógica cujo interesse é primordial é emancipador, libertador visando provocar critica e fazer com que as pessoas envolvidas na ação educacional escrevam sua própria historia.
Para Hoffman todos os aprendizes estarão sempre evoluindo, por isso o olhar do professor deve abranger a diversidade de traçados provocando-os a prosseguir sempre, fazendo que o educando assuma um compromisso pedagógico pessoas, ‘buscando sua própria felicidade.PONCE’. ainda Hoffman, a avaliação importa para uma educação libertadora desde que seu papel seja investigar, problematizar e ampliar perspectivas. Na avaliação mediadora, Educadores devem prestar atenção e “pegar no pé” do educando insistindo em conhecê-lo melhor, entendendo suas falas, argumentos, dialogando, ouvindo suas perguntas, fazendo-lhe novas e desafiadoras questoesa até, buscar alternativas para uma ação educativa voltada pra a autonomia moral e intelectual.
Para Arroyo, cada ao educador mobilizar o aluno para que se torne um aprendiz recriando espaços de trocas.
A avaliação dialógica, segundo Romão, na escola Cidadã, onde se desenvolve uma educação libertadora, o conhecimneto é um processo de descoberta coletiva, medializada pelo dialogo entre educador e educando, a avaliação deixa de ser processo de cobrança para se transformar em um momento de aprendizagem, para professores e alunos, voltando pra a transformação do meio. O educador deve ser mediado e incentivador de integração e participação em favor da aprendizagem além do muro da sala de aula.
Na Pedagogia Diferenciada de Perrenoud, a avaliação deve ter finalidade primeira a aprendizagem maior, apontando caminhos na solução de problemas e reinventando maneiras de democratizar o conhecimento.
Hoffmann conclui que, a avaliação deve se orientar de valores morais e paradigmas científicos. Os processos não podem ser fundamentados apenas em princípios, critérios e regras de investigação cientifica e metodológicas. E sim deve ser recorrer a interações e relação social, numa analise ético-político das práticas e metodologias da avaliação. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Era uma vez Bocaiúva e seus habitantes... Esta poderia ser a maneira de ler o livro de Herbert de Souza, o Betinho, que retorna à cidade onde nasceu através de uma lista de nomes preparados a seu pedido pela prima Ailce. Só que teríamos de aumentar a frase : Era uma vez Bocaiúva e seus habitantes... que morreram. Os nomes listados dão origem a pequenos necrológios, só que diferentes das notícias de morte publicadas nos jornais que tratam de gente ilustre. Os necrológios de A lista de Ailce contam breves e saborosas histórias de vidas de homens e mulheres que habitaram a infância de Betinho na pequena cidade mineira. Uma galeria de figuras ímpares, que inclui o tio colecionador de tudo e chefe do correio local, os casais perfeitos e os imperfeitos, o médico que errava diagnósticos, o primo suicida, os mendigos e os padres, as mulheres avançadas para o seu tempo. E outra galeria: a dos tipos mineiramente chamados de sistemáticos, os loucos internados na casa da própria família, além da mulher opiniática, que toma decisões à revelia do marido, e do apaixonado, o homem desiludido que adoece de frustração. Até o político famoso - José Maria Alkimin - ganha seu necrológio, em que se destaca a capacidade de fazer promessas e nunca cumpri-las. A genealogia familiar comparece em peso: José Maria, o primeiro irmão hemofílico a morrer, a avó Dona Mariquinha - a mãe-grande e controladora de todos os movimentos da família -, as tias, a irmã, os irmãos mortos pela AIDS, o pai Henrique e a mãe, Dona Maria, destinatária das famosas cartas para a mãe escritas por Henfil para a imprensa e para a TV nos anos 70.

De cada personagem se narra um pedacinho da vida, aquele que melhor define uma fragilidade ou uma grandeza. Afinal, quase todos, antes de morrerem, viveram muito. Fazendo a crônica dos mortos de Bocaiúva, Betinho vai reunindo lembranças: as namoradas encantadas da infância, o quarto de menino tuberculoso nos fundos da casa, a iniciação na militância política ainda na juventude e, ao final, desenha um esboço de auto-retrato. Narrando histórias de cidades do interior, que se repetem em qualquer parte do mundo, Betinho cria uma família literária para si mesmo: a família dos escritores Guimarães Rosa e Gabriel Garcia Marques. Mais do que isso, aprende com Genesco, o grande contador de histórias de Bocaiúva, que é possível avisar às pessoas que se vai morrer, mas que a hora ainda pode demorar a chegar. Enquanto isso há tempo de descobrir a razão de se estar vivo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A peça "Vestido de Noiva" tem, em seu cenário, três planos que se intercalam: o plano da alucinação, o plano da realidade e o plano da memória. Alaíde, moça rica da sociedade carioca, é atropelada numa das noites do Rio. No plano da realidade, jornalistas correm para se informar e publicar em seus jornais o fato, enquanto médicos correm para salvar o corpo inerte da mulher, jogada numa mesa de operação entre a vida e a morte. No plano da alucinação, Alaíde procura por uma mulher chamada Madame Clessi, sua heroína, que foi assassinada no início do século, vestida de noiva, pelo seu namorado. As duas se encontram e conversam. Um homem acusa Alaíde de assassina, e ela revela a Madame Clessi que assassinou o marido Pedro com um ferro após uma discussão (o plano da memória reconstitui a cena). Mais tarde, ambas percebem que o assassinato de Pedro não passou de um sonho de Alaíde. Enquanto os médicos tentam quase o impossível para salvá-la da morte no plano da realidade, Alaíde e Madame Clessi conversam no plano da alucinação, tentando se lembrar do dia do casamento da primeira, e de duas mulheres que estavam presentes enquanto Alaíde se preparava para a cerimônia: a mulher de véu e uma moça chamada Lúcia. Ambas são, na verdade, a mesma pessoa: a irmã de Alaíde, que reclama o fato desta ter lhe roubado o namorado. Segue-se uma série de intercalações entre os planos: no plano da realidade, o trabalho dos médicos para reanimar Alaíde, e dos jornalistas querendo informações sobre a tragédia do atropelamento. Nos planos da alucinação e da memória, a história de Madame Clessi, com seu namoro com um jovem rapaz e sua morte, se funde com a de Alaíde no dia do casamento com Pedro. Segue-se a discussão com Lúcia minutos antes da cerimônia, que a acusa violentamente de ter lhe roubado o noivo. O casamento acontece, e Alaíde se vê vítima de uma conspiração entre Lúcia e Pedro, que pretendem matá-la para ficarem juntos. No plano da realidade, Alaíde morre na mesa de operação. Enquanto Alaíde assiste com Madame Clessi cenas de seu enterro e de sua discussão com Lúcia momentos antes do atropelamento, quando jura que mesmo morta não a deixaria ficar com Pedro. Lúcia, no entanto, casa-se com Pedro, mesmo tendo em sua mente a imagem de Alaíde com seu vestido de noiva. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Rio é um poema que apresenta preocupações sociais e até ecológicas. Descrevendo a viagem do rio Capiberibe do interior de Pernambuco até o mar, como que narrado pelo próprio rio, vai se mostrando o abandono das cidades no sertão, os retirantes, a pobreza, o empobrecimento, o desvio de rios para usinas, a desativação de engenhos e a poluição. Assim o Capiberibe passa e acaba por desaguar no mar, seu chamado original, logo após passar por Recife. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Edifício (RUBIÃO, 1997: 159- 167)

Pode-se dizer que este conto é quase uma reedição contemporânea do mito de Babel. O Edifício é a história de um engenheiro a quem é entregue a tarefa de executar a obra de um edifício de infinitos andares:



Ao engenheiro responsável, recém-contratado, nada falaram das finalidades do prédio. Finalidades, aliás, que pouco interessavam a João Gaspar, orgulhoso como se encontrava de, no início da carreira, dirigir a construção do maior arranha-céu de que se tinha notícia (pp. 159-160).



Obviamente é a ele recomendado que não tenha a vaidade de pretender chegar ao termo do empreendimento. Vencidas várias dificuldades da obra, inclusive uma maldição envolvendo a conclusão do 800° andar, João Gaspar decide visitar o Conselho responsável pela elaboração e confecção da construção a fim de obter novas diretrizes e metas para seu trabalho, e as felicitações por ter resistido à maldição! Qual não é sua surpresa quando descobre que todos os membros do Conselho haviam morrido e não haviam sido designados outros, restando apenas ele e um burocrata menor como empregados diretos dos empreendedores originais:



Em vez dos cumprimentos que julgava merecer, uma surpresa o aguardava: haviam morrido os últimos conselheiros e de acordo com as normas estabelecidas após a desmoralização da lenda, não se preencheram as vagas abertas. Ainda duvidando do que ouvira, o engenheiro indagou ao arquivista - único auxiliar remanescente do enorme corpo de funcionários da entidade- se lhe tinham deixado recomendações especiais para a continuação do prédio. De nada sabia, nem mesmo por que estava ali, sem patrões e serviços a executar (p.164).



De posse desta informação, João decide interromper e cancelar as obras. Ao comunicar sua decisão aos trabalhadores, fica estupefato pela reação dos mesmos: não acatavam a ordem, foram contratados pelos membros do Conselho e só eles poderiam demiti-los:



‘Falta-nos, agora, um plano diretor. Sem este não vejo razões para se construir um prédio interminável- concluiu’. Os operários ouviram tudo com respeitoso silêncio e, em nome deles, respondeu firme e duro um especialista em concretagem: ’Acatamos o senhor como chefe, mas as ordens que receberam partiram de autoridades superiores e não foram revogadas (p.165).



As obras prosseguiram. João Gaspar, desesperadamente, tenta dissuadir os operários de sua insana iniciativa, mas fracassa e quase enlouquece no processo. As obras seguem. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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