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Vontade de Viver - Régine Deforges
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Modernismo da segunda fase. Olhai os Lírios do Campo é dividido em duas partes de doze capítulos cada. Na primeira parte Eugênio, o personagem principal, vai tendo flashbacks de seu passado enquanto se dirige ao hospital onde está Olívia. Vai lembrando sua infância pobre, quando tinha pena de seu pai e era humilhado na escola por sua condição social, a escola de Medicina (o preço dele ir à escola de Medicina foi não esmerarem-se na educação de seu irmão Ernesto, que se torna um vagabundo). Na faculdade conhece Olívia, que se torna uma grande amiga e com quem tem uma noite de amor no dia do estopim da Revolução de 30. Eugênio conhece a futura esposa, Eunice, num atendimento a uma empregada desta e casa-se com ela apenas para ascender socialmente, sem ter nenhum amor. Preso num casamento sem amor, num emprego de fachada na fábrica do sogro rico e com uma amante a quem não ama, Eugênio reencontra Olívia, que estava numa colônia de italianos. Ela apresenta-lhe Anamaria, sua filha. No presente (finais da década de 1930), ao chegar ao hospital já mais otimista sobre o estado de saúde de Olívia do que na partida, Eugênio recebe a notícia de que ela morreu.

A Segunda parte, passada no presente após a morte de Olívia, é no presente e intercalada por partes de algumas das cartas que Olívia escreveu para Eugênio e nunca lhe enviou. Eugênio toma coragem e separa-se da esposa, abandona a amante, vai viver com a filha (na casa onde Olívia morava com um casal de alemães) e volta a clinicar para os pobres. Eugênio vai assim, sempre com a memória de Olívia, mesmo que ela vá desaparecendo aos poucos, redimindo-se e vendo melhor a pobreza de que sempre tinha tanto asco. Mas não sem seus momentos negros, como o caso de Simão e Dora. Dora é a filha de sua amante (que é uma mãe negligente) com um engenheiro fascista e workaholic que dá mais importância ao prédio que está construindo do que a ela. Ela se apaixona por Simão, um jovem e pobre estudante judeu. A união é desaprovada pelos pais e ela acaba morrendo num aborto feito por uma parteira após Eugênio negar-lhes o ato. Mas por todo o tempo Eugênio vai se ligando a uma vida mais simples, a amigos mais simples e verdadeiros como o céptico Dr. Seixas a quem admirava quando criança. A história acaba com ele e Anamaria saindo para passear num ensolarado dia de verão de Porto Alegre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Lúcio Cardoso revela pendor para criação da atmosfera de pesadelo e de sondagem interior a que lograria dar uma rara densidade poética. Aproveita as sugestões do surrealismo, sem perder de vista a paisagem moral da província que entra como clima nos seus romances. A Crônica da Casa Assassinada reconstrói de maneira admirável o clima de morbidez que envolve os ambientes e os seres. Fixa a angústia de um amor que se crê incestuoso. Em vez de referências diretas, são as cartas, os diários e as confissões das pessoas que conheceram a protagonista ( e dela própria), que vão entrar como partes estruturais do livro. A tragédia de um ser passa a refletir-se no caso das testemunhas; e estas percorrem a vária gama de reações que vai da febre amorosa ao ódio, deste à indiferença ou ao juízo convencional. O caso psicanalítico sai, portanto , do beco da auto- análise e assume dimensões familiares e grupais. Realiza uma forma complexa de romance em que o introspectivo, o atmosférico e o sensorial não mais se justapusessem, mas se combinassem no nível de uma escritura cerrada, capaz de converter o descritivo em onírico e adensar o psicológico no existencial.

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É o primeiro livro impresso de autor brasileiro. A obra apresenta poesias em português, espanhol, italiano, latim e duas comédias em espanhol. Escreveu o poemeto "A Ilha da Maré" apontado como precursor do nativismo pitoresco. A maior parte da sua obra e, talvez, a melhor parte foi escrita em espanhol. O autor embora considerado de pouca expressão literária dentro do barroco é um marco da nossa literatura. Obs.: - A "Enciclopédia e Diccionário Internancional" - W. M. Jacksn Editor diz: Manoel Botelho de Oliveira. Poeta brasileiro nascido na Bahia em 1636 e m. em 1711. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, dedicou-se à advocacia; Foi fidalgo da Casa Real, capitão mor de ordenanças e vereador municipal. Publicou em 1705 um livro de poesias , com o título: Música do Parnaso; Nalgumas delas descreve cenas do país e particularmente da Bahia; este livro encerra também duas comédias em verso: Hay amigo para amigo, e Amor enganos e zelos. Escreveu também a canção Sobre os males originados pelo ouro, e a Ode à Ilha da Maré veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1967, é o mais famoso volume de Antônio Callado. Guarda o clima de sua época e reconstrói a história de Nando, padre de Pernambuco que nutre o sonho de reconstituir as missões jesuíticas, mas não se anima a sair de seu mosteiro. Conhece Francisca e o noivo Levindo, dois jovens revolucionários, que participam das Ligas Camponesas. Nando apaixona-se platonicamente por Francisca, mas é introduzido na vida sexual pela inglesa Winifred. O padre, agora sem os medos que o abalavam, parte rumo ao Xingu. De passagem pelo Rio, conhece pessoas ligadas ao Serviço de Proteção aos Índios. Ramiro é o chefe e apaixonado por Vanda, a sobrinha, que é amante de Falua. Há ainda o bem-intencionado Fontoura, que tenta preservar a cultura indígena destruída pelos avanços da civilização. O grupo parte para o Xingu, em época de conturbação política causada pelo atentado a Lacerda e os últimos momentos do governo de Getúlio Vargas, chefe político esperado para a inauguração do Parque do Xingu. Enquanto os índios preparavam a grande festa dos mortos, o quarup, recebem a notícia do suicídio de Vargas. Passam-se os anos, e os membros do grupo se reencontram no Xingu, menos Sônia, que havia fugido com um belo índio. Junta-se ao grupo Francisca, cujo noivo fora assassinado pela polícia. Nando torna-se amante de Francisca, consumando-se a relação amorosa anteriormente platônica. Partem todos em expedição ao centro geográfico do Brasil, atingindo-o somente depois de muitas privações. Nando renuncia ao sacerdócio e passa a trabalhar com a alfabetização de camponeses, cujo movimento ganha força no governo de Miguel Arraes. Os principais momentos da política estão presentes, desde a queda de Goulart até a instauração da ditadura militar e a repressão aos militantes de esquerda. Nando vai preso e, ao ser colocado em liberdade, sabe da partida de Francisca para a Europa. Instala- se em uma casa de praia, empreendendo uma nova cruzada, a cruzada do amor, difundindo aquilo que aprendera com a antiga amante. Em um quarup, em homenagem ao aniversário de morte de Levindo, é apanhado pela polícia e espancado quase até a morte. Recebe socorro de alguns companheiros, dentre eles Manuel Tropeiro, com quem decide partir para o sertão e empreender uma nova jornada de luta. Nando está pronto para encontrar o seu momento de glória. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Guimarães Rosa (1908-1967) converteu o sertão em linguagem, transferindo-o para o oco do coração do homem. Viver tornou-se, então, muito perigoso. Mas há de se a arriscar, como o fez Riobaldo, seu personagem mais conhecido, ao empreender a temível travessia do sertão da alma, o desafio do homem diante das forças do bem e do mal. Poeta? Prosador? Guimarães Rosa confunde os limites literários assim como os limites entre pensar e sentir. Dessa forma é que experimentamos o destino de seus personagens, como parte de nossos destinos, mas também refletimos sobre essas vidas para delas extrair as melhores lições. A Hora e vez de Augusto Matraga, narrativa que integrava o primeiro volume de contos do autor Sagarana (1967), é uma boa porta de entrada no universo encantado da ficção rosiana. Augusto Esteves, Nhô Augusto, Augusto Matraga (os três nomes se referem a um só personagem) são os passos da travessia de um homem ao encontro de seu destino - buscado e construído na dor, mas também na alegria, no encontro com o sagrado e no desfrute do mundano - sua hora e sua vez. Nhô Augusto era dono de gado e de gente. Mas, numa virada da vida, 'descendo ladeira abaixo' perdeu tudo, incluindo a mulher que fugiu com outro, levando-lhe a filha junto. A partir desse ponto a narrativa poderia decorrer da cobrança de uma dívida de honra, como aconselhou o empregado Quim: "...eu podia ter arresistido, mas era negócio de honra, com sangue só para o dono."

No entanto, Nhô Augusto renuncia à vingança, mas não à honra, e se regozija ao fim, radiante, ao se deparar com a hora e vez de ser Matraga, o homem que escolheu ser. Homem capaz de agir com coragem, justiça, fraternidade e compaixão. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Este não é bem o resumo do livro caçador de pipas nem um resumo do livro caçador de pipas. Apenas algumas diferenças que notei entre os dois..

Primeiro ouvi o audiobook do livro, hoje pela manhã acabei de escutar e baixei o filme e acabei de assistir.

Existem algumas diferenças entre o livro e o filme. Primeiro, é claro, que o livro tem bem mais detalhes.

No filme cortaram e mudaram algumas partes tais como:

* A história de que havia um casal que poderia cuidar do menino.
* No livro o personagem apanha tando que vai parar no hospital, faz cirurgias, .. fica todo estourado e só depois que ele conta sobre o menino
* No livro o vilão diz aos seguranças que somente um sairia vivo da sala e no filme acontece uma briga e ele e o menino saem fugidos.
* No Livro, antes de resgararem o menino, Farid se mostra seco com ele. Depois de pararem uma noite na casa de um parente de Farid, ele fica sabendo da história e depois disto se mostra mais amigavel com ele. No filme nada disto acontece...
* No livro o menino tenta suicídio, no filme nada disto acontece
* No livro existe o atendente do hotel, no filme não aparece nenhuma menção
* Achei que no livro o garoto se mostra bem depresivo. No filme parece bem mais sutíl...

Tem muitas outras, mas acho que estas são as principais...

- Desculpe mas sou ruim em guardar os nomes dos personagens...
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Os Contos Gauchescos são uma coleção de contos que tem como ambientação no pampa gaúcho. Contado pelo envelhecido vaqueano Blau Nunes, as histórias contam de aventuras de peões e soldados. Ora protagonizadas, ora testemunhadas por Blau, as histórias narram sempre sobre o gaúcho, guerreiro, trabalhador, rústico. Nelas a linguagem é sempre um dialeto característico do interior do Rio Grande do Sul e existe um enorme respeito pelos elementos deste estilo de vida: os animais, os instrumentos, a paisagem. Existe também uma grande exaltação do espírito guerreiro do gaúcho, especialmente nas narrativas de guerra, ambientadas na maioria das vezes na Revolução Farroupilha. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Em Os Irmãos Karamazov, Dostoievski se pôs inteiro. Suas vivências – o período na Sibéria, o pai autoritário, a epilepsia, a morte de um filho – estão todas ali. Mas também está ali um vasto painel da Rússia, de suas variadas classes, de seus homens, mulheres e profetas, os bêbados, os carbonários, os criminosos. É como uma síntese de seus livros anteriores. Se a concepção religiosa de Dostoievski e sua prosa dramática pudessem ser separadas, essa habilidade de mergulhar em vozes interiores e traçar um amplo e complexo painel social não existiria. E Dostoievski não seria tão caro ao leitor sensível, muitas vezes na adolescência, que é tão tocado por sua intensidade moral, sem precisar adotar seu moralismo. Seu grande contemporâneo e rival, Tolstoi, para ele não ia além da descrição da realidade em seus detalhes, era um “historiador”; para Tolstoi, Dostoievski não conseguia olhar o mundo a distância, para então iluminar o detalhe. Como estuda George Steiner em seu Tolstoy or Dostoevsky – An Essay in Contrast, eles tinham religiões diferentes: o humanitarianismo de Tolstoi, sua utopia coletivista, era para Dostoievski equivalente à promessa de felicidade terrena, como a do Inquisidor; a ortodoxia masoquista de Dostoievski, sua crença no sofrimento redentor, era para Tolstoi uma fuga da paz e da razão. Em outra passagem conhecida de Os Irmãos Karamazov, o diálogo entre o Diabo e Ivan, o Diabo diz que pode dar a Ivan mais originalidade que um enredo de Tolstoi. Mas nós não precisamos escolher entre Tolstoi e Dostoievski. Apenas ver o que cada um tem de mais original. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Alves & Cia. é a firma da qual são sócios Machado e Alves e o título deste "pequeno romance" sobre o adultério e suas conseqüências. Quando no dia do aniversário de Ludovina, esposa de Godofredo (Alves), este a surpreende abraçada Machado, começa a história. Alves perturbado com a surpresa, se retira e Machado foge da sala. Alves expulsa Lulu para a casa do pai (que recebe a notícia feliz com a pensão que receberá junto) e decide que ele e Machado tirarão na sorte quem se suicidaria. Posto que Machado e as testemunhas achem isto ridículo, vai-se decidindo por um duelo de pistolas, logo por um de espadas (porque "não foi tão sério"), logo por duelo nenhum. Ludovina viaja com o pai e volta mais tarde. Machado volta trabalhar num clima seco e frio onde antes houveram dois grandes amigos. Já nessa época Alves quer a reconciliação. O tempo vai passando, Alves se reconcilia com Ludovina, sua amizade com Machado renasce; a firma prospera, Machado casa, enviuva, casa novamente, etc. Ao final de 30 anos, os três são felizes e ainda muito unidos, mas nunca esquecem o episódio lamentável em que se envolveram; Alves sente-se feliz que não se precipitara. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Na noite de 20 para 21 de setembro de 1942, em pleno período de ocupação alemã, setenta membros da Resistência aguardam a morte nas celas do Forte de Hã, perto de Bordeaux. Pouco depois, numa manhã chuvosa, diante do pelotão de execução entoam pela última vez a Marselhesa. A vida é dura em Montillac, a despeito dos esforços de Camille, que procura compor a situação diante de Fayard, o encarregador das adegas que sonha apropiar-se das terra. Em Paris, Léa está uma vez mais em casa das senhoras de Montpleynet. Volta a encontrar o escritor Raphaël Mahl, informante da Gestapo, assim como o enigmático François Tavernier, por quem continua a sentir uma espécie de paixão agitada. Atordoa-se freqüentando restaurantes clandestinos e assiste impotente à detenção de Sarah Mulstein pela Gestapo. Sarah será torturada mas, graças à ajuda de Raphaël Mahl, conseguirá fugir. Antes de lhe darem fuga de Paris, Léa e François Tavernier a escondem na casa das senhoras de Montpleynet. Enquanto Laurent é procurado pela polícia nazi, Camille é presa. Encerrada no Forte de Hã e depois no campo de Mérignac, acaba por adoecer. De volta volta a Montillac, Léa tudo faz para libertá-la. Sem nada obter de Camille, a Gestapo acaba por soltá-la. Entre Mathias Fayard, amigo de infância que optou pela Alemanha, e os irmão Lefèvre, elementos da resistência, tal como ela mesma, Léa descobre uma triste realidade: a do horror e da tortura... O Mathias de sua adolescência morre quando a estupra em um hotel sórdido mantido por uma prostituta imunda. Em seu lugar existe agora um homem brutal que a assusta. Muitos jovens da região de Bordeaux trabalham para Gestapo. Uma atmosfera de ódio divide as pessoas. Nesse clima deprimente, Léa espera por François Tavernier, que chega, enfim, a Montillac, onde participa do almoço oferecido em homenagem a um jovem francês colaborador da Gestapo, que Laure, a ingênua irmã caçula de Léa, havia conhecido. Todos se deixam iludir; mas, à tarde, o dr. Blanchard é abatido por esse mesmo jovem. Laurent d'Argilat e François Tavernier encontram-se face a face, pela primeira vez após três anos de afastamento. De comum acordo, decidem enviar para paris as moradoras de Montillac. Os franceses recomeçaram a ler, mas as livrarias estão vazias. É a época dos jovens excêntricos, do quilo de manteiga a trezentos e cinqüenta francos e do café a mil ou dois mil francos. Os alemães recuam na frente oriental. Assaltada pelo frenesi do prazer, Léa diverte-se para não pensar nos amigos mortos ou desaparecidos. Pouco tempo depois, toma novamente o trem para Bordeaux. Raphaël Mahl, renegado pelos amigos da Gestapo, transformou-se no prisioneiro número 9793 de uma das celas do Forte de Hã. Aí, contudo, não deixa de recolher informações, sobretudo acerca da presença de pilotos ingleses não indentificados pelos alemães. Friamente, vai lhes fornecendo nomes. Certa noite, porém, o cadáver de Raphaël Mahl, horrorosamente mutilado pelos companheiros de cela, é atirado numa fossa e coberto de imundícies. François Tavernier encontra-se com Léa em Montillac, mas volta a partir quase em seguida. Léa fica só... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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