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Robert Mills Gagné, Nasceu em 1916, na cidade d Andover Norte, Massachutts, EUA. Recebeu PhD e Psicologia em 40, e lecionou na Universidade de Connectitck par mulheres de 1940 a 1949.
Foi diretor de pesquisa do laboratório da formação aérea dos EUA e consultor do departamento de defesa.
Em 1962, publicou o artigo Treinamento Militar e princípios de aprendizagem.
Em 1968 publicou Hierarquias da Aprendizagem e quatro anos depois , adiando seu trabalho identificando categorias. A habilidade de cada um varia conforme a capacidade de cada um.
Para que aconteça a aprendizagem precisa se ter o interesse do aluno, motivação, desejo de realizar a tarefa.
Deve-se respeitar a capacidade do aluno, diferenças individuais, e as habilidades especificas, com avaliações constantes.
Definição do currículo deve se seqüências de unidades arranjadas de maneira tal q eu a aprendizagem de uma unidade pode ser concebida como um simples ato, uma vez que a capacidades descrita por unidades especificas previamente aprendidos já tiverem sido desenvolvidas.
Ele é adepto de Skinner, aprendizagem de maneira superficial para responder as exigências do cotidiano. A escola perde a qualidade porque não avança par novos conceitos. A avaliação não comparativa, só é valida se houver mudança de comportamento desejados, não precisa ser escrita mas tem que ser desafiar.
As contribuições de Gagné
Este destaca a importância de uma hierarquia de tipos d aprendizagem que vai da simples associação de estímulos à complexidade da solução de problemas. Cada tipo de aprendizagem exige estratégias de ensino mais adequadas.
1. Na aprendizagem de signos que é a indicação de outra coisa associadas entre elas. São signos naturais, mas que pode ser criar os artificiais. É aquilo que chama atenção em termo de símbolo involuntário. Não há nada que força a isso, que chame a atenção, como outdoors, porem nem todos chamam a atenção, aquilo que conecta – condicionamento pavloriano. Condicionamento involuntário – resposta automática, hábito, preso a aprendizagem anterior- Ausubel- ancora, subsunçores.
2. Na aprendizagem estimulo-reposta, a resposta aprendida é precisa implicando em movimentos musculares, este é o condicionamento operante de Skinner;, não é involuntário, passa a ser voluntário. Skinner –crio a situação e induzo o aluno a agir daquele jeito ( o professor é responsável pela aprendizagem).
3. Na aprendizagem em cadeia, é quando há casos que deve ser aprendida uma determinada seqüência ou ordem e ações. Para Skinner, este tipo de aprendizagem é apenas uma serie de ligações estimulo-respostas. Gestalt consideram uma visão de conjunto onde cada etapa é apenas uma parte do todo, que é aprendido como globalidade. Há um desempenho físico, - dei um sinal, me chama a tenção, me dá uma resposta interessante, envolvimento, porem este movimento é ativo que desperta uma ação que exige o desencadeamento de reações motoras, que não é preciso pensar automático como dirigir o carro.
4. A aprendizagem de associações verbais consiste num tipo de aprendizagem de cadeia, mas implica uma operação de processos simbólicos. Não pode ser passado se antes não tiver com o que se associar (figuras), associação.
5. discriminação múltiplas - Quando a criança se dedica a distinguir marcas e modelos de automóveis e reconhecê-los, implica numa associação de vários elementos, mas também separados e discriminá-los. Classificar, diferenciar, nomes de pessoas. As crianças são capazzes de identificar mínimos detalhes. Segundo Aristóteles a associação sai do mais simples para o complexo.
6. A aprendizagem de conceitos, para Gagné significa aprender a responder a estímulos em termos de propriedades abstratas e concretas. Definir, explicar com minhas palavras o que entendi, a respeito desse assunto.
Aprendizagem de princípios consiste na relação entre dois ou mais conceitos.
7. Aprendizagem de Resolução de problemas, este consiste em elaborar um novo princípio combinando princípios já aprendidos. A pessoa que aprende deve ser capaz de identificar os traços essenciais da reposta que dará a solução antes de chegar à mesma. Não é transferir o conhecimento para resolver a situação/problema, e sim, tem que ser algo autentico renovador para contribuir para evolução.
Resolver problemas aprende novos princípios, uma série de estratégias mentais, aprende a pensar. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Gente de estimação (1986) - Editora Ática

Neste trabalho, há duas intenções a destacar. A primeira foi a decisão de criar um foco narrativo tradicional, linear, onisciente ao extremo, pois ele informa sobre o passado das personagens, sobre suas intenções e até sobre fatos sobrenaturais. Ao narrar uma história de modo tão tradicional, eu pretendi afastar qualquer distração formal do leitor, de modo a fazer com que ele se preocupasse apenas em meditar sobre o conteúdo central do livro. Nesse ponto, entra a segunda intenção. O texto está quase que totalmente metrificado de acordo com a música da nossa língua, de modo que a leitura possa fluir suavemente, ainda com o intuito de não distrair o leitor do tema central.

Gente de estimação, Feiurinha e O poeta e o cavaleiro foram escritos um após o outro, em 1984, sendo que suas diferentes formas e focos narrativos estavam planejados de antemão, quase como se eu quisesse compará-los depois e descobrir qual a melhor forma de narrar uma história para jovens. Parece que, pela aceitação comercial e de crítica, Feiurinha ganhou longe ... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bufo & Spallanzani é um romance repleto de citações de e sobre outros autores e livros, além de muitas digressões sobre a arte de escrever narrativas. Enfim, tal obra literária está, sempre que possível, fazendo referências à própria literatura, o que, em outras palavras, costumamos chamar de exercício da função metalingüística. lvan Canabrava narra acontecimentos de sua vida em flash-back. ora a nós leitores ora a Minolta, sua namorada, amiga, amante e confidente. Várias histórias se entrelaçam, se misturam, nesse enredo de Rubem Fonseca. O livro se divide em cinco grandes partes: Foutre ton encrier, Meu passado negro, O refúgio do Pico do Gavião, A prostituta das provas e A maldição. Essas partes correspondem a episódios da vida do narrador. Cada uma delas poderia ser independente caso não houvesse um fio narrativo condutor. No primeiro episódio, Foutre ton encrier, o escritor Gustavo Flávio conta a Minolta sua relação com Madame X. Compõe-se de seis capítulos. Madame X, mais tarde revelada como Delfina Delamare, é uma bela e casada grã-ina por quem o narrador se apaixona. Delfina é encontrada morta. O detetive Guedes suspeita de Gustavo Flávio, porém não tem provas contra ele. A princípio, levanta a hipótese de suicídio, porém após os exames periciais comprova-se o homicídio. O marido de Delfina, o ricaço Eugênio Delamare, tem interesse na idéia de homicídio.

No capitulo 5, Gustavo Flávio revela a identidade de Madame X a Minolta. Conta também que recebera, antes da morte de Delfina, a visita ameaçadora do marido traído. No último capitulo. Gustavo Flávio é convidado a depor como um dos suspeitos do assassinato de Delfina Delamare. O segundo episódio — Meu passado negro — volta ao passado de Gustavo Flávio. Antes de ser Gustavo Flávio, o escritor havia sido professor primário, amante de Zilda. Seu nome: lvan Canabrava. lvan passa a trabalhar numa firma de seguros, que deverá pagar um prêmio altíssimo a Clara Estrucho, viúva de Maurício Estrucho, que fez o seguro poucos meses antes de morrer. Desconfiado, lvan começa a investigar o caso. Descobre, no lixo encontrado no apartamento abandonado do casal Estrucho, um sapo morto e um ramo de flores murchas. Com a ajuda de Ceresso, presidente da Associação Brasileira de Proteção ao Anfíbio, lvan Canabrava descobre também que o veneno do sapo, da espécie Bufo marinus, associado ao sumo da planta, causa catalepsia profunda. Excitado pela descoberta da fraude, lvan não percebe o descaso de seu chefe e entrega-lhe o relatório completo de suas investigações. No entanto, sob suspeita de loucura, lvan não tem crédito e parte para a experiência da catalepsia. Mesmo com seu próprio atestado de óbito, lvan não consegue convencer o chefe. Não desiste, porém: vai ao cemitério acompanhado por Minolta, Siri e Maria, seus amigos hippies, para abrir o túmulo onde estaria Maurício Estrucho. Na ocasião são surpreendidos pelo coveiro e, para calá-lo, lvan o agride, matando-o sem querer. lvan é preso e considerado louco. Vai para o Manicômio Judiciário, de onde foge com a ajuda de Minolta e Siri. Passa então dez anos escondido com Minolta. lvan Canabrava adota o pseudônimo de Gustavo Flávio (uma homenagem ao escritor francês Gustave Ftaubert), engorda trinta quilos, torna-se escritor famoso e aprende a amar as mulheres. Por sugestão da sua segunda companheira, volta ao Rio de Janeiro. No final da segunda parte, o narrador retoma o relato sobre seu romance com Delfina Delamare. Minolta observa que o escritor está sentindo dificuldades para começar a escrever seu romance Bufo & Spallanzani e sugere a Gustavo Flávio que se recolha ao Refúgio do Pico do Gavião. O terceiro episódio poderia constituir-se em outro história, não fosse também vivenciada por Gustavo Flávio. O Refúgio do Pico do Gavião refere-se à conturbada estada do escritor nesse lugar. Há outros hóspedes: um elegante casal de bailarinos, Roma e Vaslav; um maestro e sua esposa prima-dona, Orion e Juliana Pacheco; um rapaz magro e tímido, Carlos; duas "primas", Suzy e Euridice, que são, na verdade, amantes. Além dos hóspedes, outras personagens participam da trama: Trindade, proprietário do lugar, e D Rizoleta, sua mulher. Numa conversa entre os hóspedes, o maestro questiona o talento dos artistas literário defendendo a idéia de que qualquer um pode ser escritor. A isso Gustavo Flávio responde com um desafio: dá um tema aos presentes, que deverão desenvolvê-lo numa narrativa e apresentá-lo. O maestro, Roma e Suzy aceitam o desafio. O escritor escreve as primeiras linhas de Bufo & Spallanzani: é uma história de homens e sapos. A propósito, começa a perceber-se a ligação do romance com o titulo: Bufo marinus é a espécie de sapo encontrada por lvan Canabrava; Spallanzani foi um biólogo italiano do século XVIII que estudava a circulação sanguínea, a digestão e os animais microscópicos. A Experiência que o escritor deseja relatar em seu romance tem como personagens dois sapos, Bufo e Marina (qualquer semelhança será mera coincidência?), cobaias de Spallanzani. Ao mesmo tempo, os hóspedes do Refúgio separadamente mostram a Gustavo Flávio suas narrativas que, segundo o narrador, são autobiográficas. Constata-se que realmente escrever é muito difícil. Durante este episódio, acontece outro crime: Suzy é encontrada morta. Ao mesmo tempo, Minolta recebe um aviso sobrenatural e resolve procurar Gustavo Flávio no Refúgio. O detetive Guedes também vai ao encontro de Gustavo Flávio. O quarto episódio divide-se em três capítulos: neles começa a ser desvendado o assassinato de Delfina. Guedes descobre que o assassino confesso não matara a grã-fina e deixa-o em liberdade. O farsante fora pago por Eugênio Delamare, o marido traído, para que o caso fosse encerrado na policia. Guedes, em suas andanças pelo local do crime, encontra Dona Bernarda e seu cão Adolfo. Ela é a testemunha de que Guedes precisa para incriminar Gustavo Flávio. A última parte, intitulada A maldição, está reservada para o clímax e o desenlace. Ë dividida em oito capítulos. No primeiro capítulo, o narrador faz considerações sobre o gênero do romance em geral. Faz também reflexões sobre a dificuldade de concluir-se uma história. No segundo capitulo, o relato do Refúgio do Pico do-Gavião é retomado. Descobre-se que o assassino de Suzy é Euridice e que Carlos é a Maria da narrativa que Suzy contara tendo como mote o tema dado por Gustavo Flávio. Segundo Suzy, Maria era casada com José. Os dois fizeram um pacto de amor: quem traísse o companheiro seria morto pelo outro. Maria, então, por ter atentado contra a vida do marido, disfarçara-se em Carlos. Após solucionado o caso, as personagens retornam ao Rio de Janeiro. Guedes avisa a Gustavo Flávio que passará em sua casa. Na visita, Guedes comunica a Gustavo Flávio que o vigarista preso pelo crime da ricaça havia sido assassinado e que a vítima seguinte seria ele. Gustavo Flávio, então, arma-se e aguarda o marido enganado. Nesse interím, o escritor apaga de seu computador os dados do arquivo para o romance que tentara escrever. Eugênio Delamare consegue aprisioná-lo e corta suas bolsas escrotais. Durante a tortura, Guedes chega com policiais. Após o tiroteio, Guedes e Gustavo Flávio sobrevivem, os demais morrem. Finalmente, Gustavo Flávio conta a Minolta quem é o verdadeiro assassino de Delfina. Quando Delfina descobrira que tinha leucemia, decidira que não acabaria da maneira suja, dolorosa e humilhante que a morte escolhera para ela. Resolvera matar-se. Mas a coragem lhe faltava. Convencera, então, Gustavo Flávio a fazer isso por ela. Confessando pormenorizadamente o crime, tenso, ele termina a narrativa dirigindo-se a Minolta. É importante compreender o desdobramento da personagem protagonista para articular os episódios entre si. O fio narrativo, que corresponde ao fato transformador da vida de lvan, encontra-se na figura do sapo. Bufo, além disso, possui outro sentido: significa, segundo o dicionário do Aurélio, "ator ou personagem de comédia ou farsa encarregado de fazer rir o público com mímicas, esgares etc.-". Desde o início da narrativa, o narrador se denomina glutão, sátiro e atacado por satiríase. Sátiro, convém lembrar, é, na mitologia pagã, um semideus lúbrico habitante das florestas, e que tinha chifres curtos e pés e pernas de bode; no sentido figurado significa homem devasso, luxurioso, libidinoso. Satiríase, por sua vez, é um termo da área médica, que significa excitação sexual masculina mórbida. Pode-se fazer, portanto, uma relação entre o impulso de escrever e o impulso ou excitação sexual. A narrativa parece jorrar, em sua complexidade, como um jato em que as partes se articulam e apresentam o quadro fabular e suas personagens. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
LEV VYGOTSKY
– “o aprendizado é essencial para o desenvolvimento do ser humano e se dá, sobretudo pela interação social. – a idéia d que quanto maior for o aprendizado maior será o desenvolvimento não justifica o ensino enciclopédico, a pessoa só aprende quando as informações fazem sentido para ela”.
O indivíduo não nasce pronto nem é cópia do ambiente externo. Em sua evolução intelectual há uma interação constante e interrupta entre o processo interno e influências do mundo social se contrapõe ao pensamento inatista, segundo o qual sas pessoas já nascem com suas características como inteligência,m estados emocionais, pré-determinados. Enfrentou o empirismo, corrente que defende que as pessoas nascem como um copo vazio e são formadas de acordo com as experiências às quais são submetidas. Ele construiu uma terceira visão a sócio interacionista. Entende que o desenvolvimento é fruto de uma grande influência das experiências do indivíduo. Mas cada um dá um significado particular a essas vivências. O jeito de cada um aprender o mundo é individual.Desenvolvimento e aprendizado estão intimamente ligados: nós só nos desenvolvemos se e quando aprendemos. O ser humano tem o potencial de andar ereto, articular sons, conquistar modos de pensar baseados em conceitos. Mas isso resulta dos aprendizados que tiver ao longo da vida dentro de seu grupo cultura, apesar de ter condições biológicas de falar, uma criança só falará se estiver em contato com uma comunidade de falantes. A idéia de um maior desenvolvimento quanto maior for o aprendizado suscitou erros de interpretação. Muitas escolas passaram a difundir um ensino enciclopédico, imaginando que quando mais conteúdo passassem para os alunos mais eles se desenvolveriam. Para serem assimiladas, as informações têm e de fazer sentido. Isso se dá quando elas incidem no que o psicólogo chamou de zona de desenvolvimento proximal, a distancia entre aquilo que a criança sabe fazer sozinha (o desenvolvimento real) e o que é capaz de realizar com ajuda de alguém mais experiente (o desenvolvimento potencial). O bom ensino, portanto, é o que incide na zona proximal. Ensinar o que a criança já sabe é pouco desafiador e ir além, do que ela pode aprender é ineficaz. O ideal é partir do que ela domina para ampliar seu conhecimento.A Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre baseia nessas idéias.A matemática, a História, a leitura ou a escrita são ensinadas tomando Omo ponto de partida as vivências coletivas. Assim, tornam-se significativas para todos os estudantes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Castelo de Faria é sitiado em 1373. O alcaide fora capturado pelos espanhóis e seu filho Gonçalo Nunes está como interino. O capturado diz aos captores que quer convencer o filho a entregar o castelo sem derramamento de sangue, mas o incita a se defender e é assassinado pelos espanhóis. Seu filho vence a sangrenta batalha, mas, pesaroso, toma o sacerdócio e mais tarde o castelo torna-se mosteiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro tem uma trama bastante simples, mas torna-se um pouco longo porque o escritor exagera um pouco com as descrições.Bruno Stein é um oleiro bastante conservador. Mora no interior do RS, sua olaria tem apenas 4 empregados sendo que um havia sido demitido a pouco. É casado, sua esposa chama-se Olga. Tem apenas um filho, chamado Luís que casou-se com Valéria. Eles, por sua vez, tiveram quatro filhas: Sandra, Luíza, Eunice e Verônica. A história começa a acontecer quando chega Gabriel, homem que procura emprego e vem de Santa Catarina, Bruno emprega Gabriel em sua olaria. Bruno mostra-se sempre contra a televisão e outras modernidades. Ele, vária vezes cita no livro o desagrado em ver as netas o dia inteiro assistindo televisão. Começa a despertar uma secreta paixão por Valéria, sua nora, quando a vê na banheira nua. Ela corresponde também a este amor, mas nunca comentam isto. Até um dia em que ela entra na sua oficina e se vê moldada igual quando estava na banheira nua. Ela descobriu que ele também a amava. Certo dia, atendendo a seus desejos, Bruno corresponde as vontades de Valéria Gabriel também apresenta paixão, mas pela irmã de seu colega de trabalho Mário. Outros que trabalha na olaria é Pedro e Erandi. Ao término do livro, Bruno assiste pela primeira vez com gosta a televisão. E entra para sua lista de seus prazeres. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A história do Moleque Ricardo a partir de sua prisão com os companheiros grevistas em Fernando de Noronha, o qual retorna ao engenho. Com pouco mais estariam no velho Santa Rosa, que Ricardo deixara há oito anos, fugido como de um presídio, de uma ilha de trabalhos. Fugira de lá para não ser um alugado e fora pior que isso. Tivera dores que os alugados não sofriam nunca. Na segunda parte do livro , começa propriamente Usina Narra os acontecimentos que envolvem Santa Rosa depois que Carlos Melo, fugindo dos problemas que envolviam o engenho , entrega o seu patrimônio aos parentes. O Santa Rosa transforma-se na usina Bom Jesus. O Dr. Juca sonha com o prestígio. Negociando com Zé Marreira, proprietário da Fazenda São Felix, na figura do Dr. Luiz, terminam por forçar a venda. A enchente do rio Paraíba, destruindo a antiga propriedade, simboliza o fim de um ciclo. O usineiro retira-se com a família no meio da destruição física dos seus domínios. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Poeta, advogado, jornalista e crítico literário é em 1869 que Bernardo Guimarães inaugura, com O ermitão de Muquém, sua fase romancista. Autor de outros títulos românticos, entre eles O seminarista, A filha do fazendeiro, Jupira e O garimpeiro, é através do romance A escrava Isaura que Bernardo Guimarães se populariza. Neste romance fica demonstrado o caráter abolicionista do autor. O ermitão de Muquém, romance regionalista brasileiro, expõe em toda a sua simplicidade, crueza e exuberância nativa as intenções nacionalistas. O aspecto estilístico da obra de Bernardo Guimarães pode ser apreciado pela narrativa pormenorizada, em detalhes que fazem "ver" ao leitor, tanto a intensidade dos costumes e da vida social quanto das formas da natureza. O culto à natureza é um dos artifícios imaginários mais envolventes desse período literário. Os estados da natureza são retratados em toda a sua pungência: correntezas, tempestades e bonanças, raios e trovões, animais selvagens e a selva indecifrável. Fala-se, também, das naturezas indomáveis dos sentimentos humanos: amores, ódios, invejas, intrigas, ciúmes e luta pelo poder. Tudo isso retratado visceralmente pela narrativa envolvente de Bernardo Guimarães. No estilo romântico anseia-se pela mudança dos modos prescritos; ao mesmo tempo, a ausência de regras e a espontaneidade individual acrescentam aos protagonistas desse tipo de narrativa literária um caráter revolucionário diante dos acontecimentos e da vida.

O feitio romântico privilegia o espírito exaltado e a contraposição de humores: amor e ódio, alegria e tristeza, entusiasmo e melancolia, exaltação apaixonada e sofrimento amoroso, culpa e redenção. A intuição romântica se contrapõe ao primado da razão que determina o temperamento clássico. Heroísmo, aventura e amor. Protagonista da obra, Gonçalo, destemido e corajoso, se torna herói em inúmeras bravuras. No entanto, Gonçalo é também mártir; mártir do amor e do destino. Tudo em seu caráter pulsa, retratando a veemência dos sentimentos e sentidos românticos: entusiasmo, emoção, paixão, fantasia e liberdade pessoal. Para o romântico, os caminhos fantasiosos são a fonte de liberdade. Fé, mística e intuição; a alma como fonte de inspiração. Gonçalo, homem mundano e passional, deixa predominar, em essência, o ato simples de exprimir nos diversos embates da sua vida de aventuras a força da fé. Para nosso herói, a fé constitui-se em alento diante das perdas e incongruências do mundo; e é a partir daí que é capaz de recomeçar seu sonho de paz e de perdão.Finalmente, cabe acrescentar que esta obra que se apresenta ao público foi editada pelo Instituto Nacional do Livro, em 1972, e as correções que aqui se fizeram restringiram-se à atualização da ortografia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
SKILAR, Carlos (org.) Educação e exclusão: Abordagens Sócio-antropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1997. p.7 a 79
A educação especial atravessa uma crise que reside em saber a qual crise se refere e sua interpretação ideologia. São diferentes interpretações do fracasso e opostos tipologias e perspectivas de analise.
O problema surge na definição sobre o que é educação especial. No sentido de deficientes, impõe restrições e um corte da educação; são diferentes da educação geral, como sinônimo de uma educação menor, irrelevante e incompleta tanto pro sujeito quanto para as instituições.
Se acreditar na deficiência como eixo que define e domina toda a vida pessoal e social dos sujeitos, então não se estará construindo um verdadeiro processo educativo, mas um processo clinico.
Se a instituição escolar é especial, por ter sujeitos especiais, não se trata de escola e sim de um hospital.
Se a instituição é especial por pretender desenvolver uma didática especial para sujeitos deficientes, pode ocorrer que os processos interativos de educação exista uma aplicação sistemática de recursos exercitações e metodologias neutras e desideologizadas.
Se é especial porque é menor, deve se discutir o significado de uma educação maior, para sujeitos maiores, uma educação completa e absoluta.
A necessidade de definir com clareza perspectivas educativas aliada a praticas e discurso da medicina ou uma pedagogia somada a estratégias terapêuticas, trazem contradições nos modelos educativos e nos clinico-terapeuticos. Já que a concepção do sujeito, a imagem de Homem, a construção social da pessoa, etc., desenvolvem-se em linhas opostas ao contrastar a versão incompleta de sujeito que oferece o modelo clinico terapêutico e a versão de diversidade que deveria oferecer o modelo sócio-antropológico da educação. Defini-lo como pessoa incompleta faz parte de uma concepção etnocêntrica do homem e da humanidade, que reflete uma tolerância e racismo, gerado por meios de comunicação, que reflete um paternalismo. A diversidade se alia a medicina dentro da educação.
O papel da deficiência no começo da vida de um sujeito é a força motriz de seu dewenvolvimento. Seu cérebro compensa seu déficit. A criança não vive a partir de sua deficiência, mas a partir daquilo que para ela resulta ser um equivalente funcional.
A insistência do modelo clínico constitui um ponto de partida para uma série de problemas que existe dentro da educação especial, como a construção de uma prática, e uma teoria.
Se a escola especial parte de um pressuposto de que os sujeitos estão limitados, toda a educação educativa está obrigada a orientar-se em direção a essa idéia.
O fracasso na educação especial é resultante de uma pressão metafísica que se exerce sobre sujeitos especiais, eles estão presos a uma falsa ideologia pedagógica que condiciona através de falsa representações sociais regulados por normas e hábitos medievais. De um complexo mecanismo que reúne fatos sociais, políticos, lingüísticos, históricos e culturais que provem de profissionais que representam e reproduzem a idéia de um mundo homogêneo.
O uso do termo educação significa por em relevo uma necessidade especifica incluindo analise de fatos que governam a educação de crianças especiais dentro dos problemas educativos gerais e não como se faz habitualmente, fora deles e quanto mais longe melhor.
A educação das crianças especiais deve ser visto como outras que são minorias que sofrem exclusões no processo educativo.
A fronteira entre educação e educação especial constitui numa discriminação, a de impedir que a pedagogia especial discuta afazeres educativos, por se tratar de um tema sem importância, excluindo de debates. Exemplo disso, quanto a alfabetização, esta não constitui um pe-requisito inquietável para o acesso a leitura, na educação especif o ensino da correspondência entre fonema e grafema ocupa o centro de todas as preocupações em questão da língua escrita.
Afirma-se que esse direito deve ser analisado, avaliado e planificado junto com o conceito de educação plena, significativa, justa participativa, sem restringi-la a caridade, sem obsessão curativa da medicina.
Incluir a educação das crianças especiais dentro de uma discussão educativa global significa hierarquizar os objetivos filosóficos, ideológicos e pedagógicos da educação especial.
As políticas de interação tem produzido um maior isolamento e menor possibilidade educativas a estas crianças. Escolas especial e a inclusão as escolas regulares constituem em adornos para cobrir um rosto debilitado.
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A história se passa na Vila de São Vicente, e tem como trama principal o amor proibido de Clara Vitória pelo Maestro. A trama se passa na fazendo do Major Antônio Eleutério, potentado em terras e charqueador. Homem que viveu no passado uma vida rude, e agora dedicava sua vida a música e a sua orquestra particular, A Lira de Santa Cecília. Homem conservador e de princípios rígidos. Não admite um modo de pensar e de amar diferente do dele. Tem uma filha, a jovem Clara Vitória. Ela abala a sociedade, declarando abertamente seu amor pelo Maestro. Faz isso, quando descobre que espera um filho dele. É caracterizada pela quebra do seu antigo modo de pensar. Após conhecer o maestro muda todos os seus antigos conceito que provinham de sua família conservadora. O Major, criou em suas terras uma orquestra particular: a Lira de Santa Cecília. E convidou um maestro para reger sua orquestra. Este, era um homem com idéias diferentes das do major, mas possue muita diplomacia e sabe lidar como difícil gênio de Antônio Eleutério. Aos poucos vai se apaixonando pela filha do major, a Clara Vitória, e vai conquistando-a. Então vive aquele dilema de se integrar ao amor proibído ou manter a fidelidade ao intransigível major. Acaba por se integrar este amor, e este amor proibido resulta em um filho. O major é casado com Dona Brígida. Esta, tem uma maneira de pensar bastante conservadora. Mas não suportava as idéias musicais do major. Achava um disperdício de tempo a Lira de Santa Cecília.

Interessante a posição da Igreja neste romance. É simbolizada pelo Vigário. Um homem que condena o casamento livre, "arranja" casamentos junto com os pais dos noivos. Tem princípios antiquados, mas não age com o mesmo radicalism do Major. Condena o major por ele ter "aprisionado sua filha". Exatamente isso que acontece quando o major descobre que sua filha está grávida de outro homem. Só que ele não sabe qual homem. Ele pensa que quem engravidou Clara Vitório foi seu noivo, o Silvestre Pimentel. Vai até a casa de Silvestre Pimentel e tenta assassiná-lo. Só que não consegue, pois, errou os tiros. Então ao voltar para casa ele determina que Clara Vitória deve ser afastada da fazenda e a leva para uma tapera em um lugar distante da civilização. E lá ela permanece a espera do parto. O Maestro e a orquestra da Lira de Santa Cecília se desfaz após isso e o Maestro vai para Porto Alegre e se integra a orquetra da Catedral. Outro músico da orquestra se chama Rossine. Ele entra na trama de uma maneira sutíl, começa aos poucos a ser o conselheiro do Maestro. Representa um pai para o Maestro, quem dá os melhores conselhos e depois espera os resultados. O Maestro sente muita falta de sua amada e resolve voltar para a Vila de São Vicente e libertar Clara Vitória de sua "prisão". Reune os musicos da antiga Lira de Santa Cecília e aparece na fazenda do major Antônio Eleutério. Este, recebe muito bem a orquestra e resolve organiza um um concerto. Convida todos da vizinhança, todas as figuras importantes de São Vicente mas ninguém aparece. Ninguém em São Vicente concordou com o que o Major fez com sua filha. Sozinho, deprimido e após receber desaforos do padre por sua atitude se suicida com um tiro na cabeça. O Major aproveita o momento de confusão e vai em busca de sua amada. Encontra ela com seu filho e acabam por ficarem juntos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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