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Mapinguari reúne crônicas selecionadas de dois livros, o Brasileiro perplexo e as menininhas, respectivamente de 1963 e de 1976. Rachel de Queiroz tem sempre o costume de dar aos seus volumes de crônicas escolhidas o nome de uma delas. Na crônica "As Menininhas", de 15 de dezembro de 1975, considera com argúcia a nova geração feminina, seu rítimo alucinante, suas tendência e frustrações, maluquices, sonhos. Mas por que Mapinguari? Por que chamar-se a esta coletânea de crônicas Mapinguari? O que será Mapinguari? Rachel de Queiroz tem a habilidade ou a astúcia de descobrir o que importa. Mapinguari... é uma lenda amazônica, terrível, que ela deve ter ouvido no seu tempo de Belém, quer dizer, nos dias da sua infância de que nos falou em A donzela e a moura torta. Trata-se de um bicho que se deliciaria com a carne humana, com o sangue humano, um bicho descomunal, assustador. Rachel imagina dois seringueiros e reproduz deliciosamente a história tétrica que ouvira. Mapinguari é um pequeno conto, como tantas das crônicas da escritora. Ficção e realidade se misturam densamente, misteriosamente, dentro dela e da sua crônica. Assim como dentro da vida, que ela sabe captar com a agudeza. A crônica "Mapinguari" é de 21 de junho de 1972. Como o "brasileiro perplexo" é de 11 de maio de 1963 e de uma atualidade total. Este é um dos segredos da crônica de Rachel. Vencer o tempo, superar o tempo, simplesmente pela transfiguração da arte. Seu estilo é inconfundível. E aqui vemos crônicas que não se esquecem mais, como "Duas histórias para Flávio, ambas de onça", e "A arte de ser avó", "Cidade do Rio" ou "O ateu", "Velho: o você de amanhã", crônica empregnadas de humanidade. Ficcionista, cronista e dramaturga se unem, nestas páginas marcadas pela vida. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Se a história de Carrol “Alice no País das Maravilhas”, desafia claramente o leitor pela sua riqueza simbólica, dificilmente cifrada pelo adulto, a Flauta Mágica tem sido considerada como uma história simplória, com versos medíocres, com uma moral primária e corriqueira.

O libreto de a Flauta Mágica parece ter sido inspirado na Vida de Setos, obra escrita em 1731, relacionada com os mistérios egípcios. O próprio Mozart, como iniciado, conhecia-a certamente.

O enredo de A Flauta Mágica é, em resumo, o seguinte:

“Um príncipe (Tamino), e um caçador de pássaros (Papagueno), atendendo ao apelo de uma rainha (a Rainha da Noite), tentam resgatar a princesa (Pamina), sequestrada num castelo.

Para cumprir essa missão, Tamino e Papagueno recebem da Rainha da Noite, por intermédio das suas damas, um carrilhão e uma flauta mágicos, além de três génios que serviriam de guias. São representados, na ópera, por três crianças.

Por caminhos diferentes, Tamino e Papagueno
chegam ao palácio de Sarastro. Pamina está lá, realmente, prisioneira, atormentada por um escravo mouro de Sarastro (Monostatos), que já tentara violá-la na ausência do amo.

Chega Papagueno e Monostatos foge. Entretanto, Tamino discute com um sacerdote do templo de Sarastro: este diz-lhe que Sarastro não é mau, mas nobre e justo e que um dia, ele, Tamino, compreenderá tudo. Isto abala completamente os propósitos inicias de Tamino.

Os três acabam por serem presos, quando Sarastro chega. Manda chicotear o escravo, explica a Pamina que sua mãe, a Rainha da Noite, é uma mulher perigosa e determina que Tamino e Papagueno sejam submetidos a duras provas no templo, como, por exemplo, a prova do silêncio.

Se passarem trais provas, entrarão para a irmandade. Tamino receberá ainda a mão de Pamina e Papagueno o que ele mais deseja na vida: uma mulher para se casar.

Entretanto, Pamina, adormecida, desperta a luxúria de Monostatos. Mas chega então a Rainha da Noite e mostra que Sarastro tinha razão: ela aterroriza a filha e dá-lhe, cheia de ódio, um punhal, para que assassine Sarastro. Depois desaparece. Monostatos, que viu tudo, chantageia Pamina. Contudo, chega Sarastro, que expulsa o mouro e tranquiliza a rapariga, dizendo que naquele templo não há lugar para a vingança.

Enquanto isso, Tamino vai passando nas provas, mas Papagueno não consegue sequer ficar calado. Acaba por ser expulso do templo. Pamina vai encontrar-se com o príncipe e não compreende que ele não lhe resposta. Julga que Tamino não mais a ama, fica desesperada, pensa em suicidar-se com o punhal - mas é impedida pelos três génios.

Volta ao templo e tem permissão para acompanhar Tamino nas suas últimas provas: a do fogo e a da água - o que os dois conseguem superar com sucesso, protegidos pelo som da flauta mágica.

Vagueando pelos bosques, Papagueno, inconsolado e cómico, pensa também no suicídio, mas também ele é salvo pelos três. Sugerem-lhe que ele, Papageno, toque o seu carrilhão mágico: ao som do instrumento aparece-lhe o que mais desejava: uma companheira.

Na escuridão da noite chegam a Rainha da Noite e o seu séquito, guiados agora por Monostatos, que se aliou contra Sarastro, ante a promessa da mão de Pamina. Vão destruir o templo e matar Sarastro e os sacerdotes. Mas estes irrompem com um poder descomunal e aniquilam as pérfidas criaturas. Pamina e Tamino casam-se com grande pompa e com muitas congratulações pela sua coragem, fidelidade e virtude”.

O libreto fascinou tanto o rosacruz Goethe que se propôs fazer com ele o mesmo que fizera com a sua obra rima - Fausto: escrever uma Segunda parte.

Comecemos o estudo pelo simbolismo do número das personagens: são nove. A primeira é o príncipe Tamino. É verdadeiramente o herói da história. Logo nos primeiros acordes surge Tamino numa situação incrível: a fugir de um dragão (uma serpente, no original).

A representação de uma personagem de Mozart é sempre feita de modo que qualquer pessoa a compreenda de imediato.

As primeiras palavras de Tamino, que grita por socorro, é um autentico aviso do autor de que vamos entrar num território inédito.

Reside aqui precisamente a falta de compreensão desta obra musical. É que ela trata de segredos iniciáticos, que não são do conhecimento vulgar.

A 2ª personagem é a princesa Pamina. Tamino, o príncipe, apaixona-se ao ver o seu retrato. Muito se tem escrito sobre esta dualidade, Tamino-Pamina. Quando Tamino vê o retrato, canta uma ária lindíssima. Serviu de fundo musical ao filme “O Enigma de Kaspar Hauser”.

A 3ª personagem é Papagueno. É a mais exótica, popular e sedutora. É o caçador de pássaros.

A 4ª é Monostatos, o criado mouro. No filme, a cena entre Monostatos e Pamina foi alterada em relação ao original. Bergman substituiu as ameaças e a tentativa de Monostatos apunhalar Pamina por uma única, curta e sibilante entrada do mouro, muito no seu estilo.

A 5ª, 6ª e 7ª personagens são as três crianças. Guiam Tamino, informam-no como deve escolher e as atitudes de firmeza que devem adoptar, mesmo as de obediência. Quando Pamino pensa no suicídio, estas personagens fazem-lhe ver que não conhece verdadeiramente a situação e a inutilidade do seu tresloucado acto.

O mesmo acontece quando Papagueno, a quem explicam que nem tudo está perdido e ainda há alguma coisa por que lutar.

A 8ª e a 9ª personagens são a Rainha da Noite e Sarastro.

Há, nesta ópera, um triângulo dramático: Sarastro, a Rainha da Noite e os dois príncipes.

Psicologicamente, a primeira personagem, Tamino, pode ser comparada à criança adaptada. A 2ª, a princesa Tamina, representa a criança rebelde.

A 3ª, que é Papagueno, é a criança livre. A 4ª, Monostatos, é a personalidade perversa, infantil e demente. A 5ª, 6ª e 8ª, as três crianças, simbolizam o resíduo infantil do adulto e a sua pureza original.

A 8ª, a Rainha da Noite, e a 9ª, Sarastro, completam a representação dos estados do eu e simbolizam os dois aspectos polarizados do eu, o pai perseguidor ou possessivo e o pai protector.

Esotericamente... bom, reside aqui todo o valor desta obra.

A Flauta Mágica inicia-se com três acordes majestosos, que se referem aos três passos ou graus fundamentais de todos os ensinamentos místicos. O terceiro acorde corresponde aos três toques do candidato, quando a procura a parta do templo.

A estes acordes segue-se, no original, uma marcha solene, preparada para instrumentos de metal, que simboliza o caminho a percorrer pelo candidato.

O caminho é longo e o trabalho cansativo. Mas o aspirante digno chega ao ponto culminante e torna-se um iniciado.

Na abertura descrevem-se vários processos pelos quais a pedra bruta se transforma numa pedra trabalhada e viva. A abertura finaliza com a repetição das três pancadas ou acordes.

Esta cena desenrola-se no Egipto, num campo aberto, perto do templo de Ísis (onde se nota a influência de A Vida de Setos)

Tamino, quando entra em cena, é perseguido por um dragão, símbolo dos desejos inferiores. Faz uma prece e cai inconsciente.

Surgem três jovens cobertas por véus. Simbolizam a purificação do corpo físico, do corpo de desejos e da mente. A morte do dragão indica que Tamino alcançou a vitória sobre a natureza inferior.

Surge depois o passarinheiro. Enquanto que Tamino simboliza o aspirante que procura a luz, Papagueno, caçador de pássaros, representa aquela parte da humanidade que é indiferente ao progresso espiritual.

Tamino e Papagueno encontram-se. Logo depois surgem as três jovens que repreendem Tamino por reivindicar a morte do dragão.

Dão a Tamino o retrato de Pamina, a filha da Rainha. Pamina representa a natureza espiritual do ser humano, que é correntemente representada por uma figura feminina - como vemos nos textos de Salomão e de Camões.

Quando o discípulo se aperfeiçoa na busca e começa a sentir a maravilhosa beleza superior, se lhe dedica e consagra, realiza-se o que chamamos “bodas místicas”.

As três jovens informam Tamino que foi escolhido para libertar Pamina, subjugada pela magia negra. Há um ensurdecedor barulho e surge a Rainha da Noite.

Com palavras extremamente solenes relata o desaparecimento de Pamina, sua filha. Reconhece a piedade e sapiência de Tamino que considera capaz de a salvar. O cenário escurece de novo.

É então que no aspirante se começa a desenvolver a clarividência. Esta visão permite-lhe ver os mundos internos ou superiores.

A pergunta que Tamino faz é a mesma de todos os aspirantes: “É verdade aquilo que vejo? Ou será apenas ilusão?”.

O segundo acto começa com uma marcha solene, com música para instrumentos de sopro. Os sacerdotes, acompanhados por Sarastro, querem saber qual o objectivo da vinda de Papagueno.

Este responde-lhe que não se preocupa com a sabedoria, que apenas lhe interessa comer e beber. Tamino, por seu lado, deseja a sabedoria e, também, unir-se a Pamina.

Há poucas pessoas, como Tamino, dedicadas ao serviço da Sabedoria!

As três jovens experimentam Tamino, tentando-o convencer de que Sarastro lhe prepara uma traição. Tamino nega-se a ouví-las. É que em tempos de crise as forças unem-se para impedir o espírito de alcançar a luz e confundí-lo, separando-o da fonte de sabedoria.

O segundo acto, na sua maior parte, é dedicado às provas do aspirante. Esta cena termina com uma magnífica ária de Sarastro.

Cada instituição que se dedica ao estudo das leis divinas, cria uma força dinâmica, que pode ser utilizada para construir ou destruir. É da máxima importância que cada grupo aprenda a pôr em prática a seguinte regra: “viver e deixar viver”.

A prudência é a melhor arma para combater qualquer tendência para a bisbilhotice, ciúme, inveja ou ódio.

Se isto for negligenciado, haverá discórdias, dissidências e, por fim a destruição.


As jovens oferecem-lhe então uma flauta mágica, o símbolo dos poderes latentes do espírito, da divindade adormecida no homem.

O mago negro, Monostatos, símbolo dos poderes do espírito usados incorrectamente, arrasta Pamina. Atira-a para um cadeirão e ordena a três escravos que a prendam.

Os três escravos são o corpo físico, vital e de desejos, relacionados com os prazeres inferiores, com o medo e a ignorância.

Quando o cenário muda, vêem-se três templos: o da Razão, à direita; o da Natureza, à esquerda e o da Sabedoria, no meio.

Os três templos representam as três forças distintas: a masculina, a feminina e a união de ambas, isto é, a força masculina, a beleza feminina e a sabedoria, que é filha das duas.

Aparece depois um sacerdote idoso e Pamino fica a saber que está no templo de Sarastro, o sacerdote do Sol, o mago branco ou iniciado.

Explica-lhe que vivemos cercados de estímulos aos quais se reagem conforme a espiritualidade que se tem. É assim que tem de começar o trabalho de auto-aperfeiçoamento.

A lei fundamental diz que a verdadeira acção esotérica só pode ter sucesso se for baseada na união com o espírito.

A pedra fundamental de todas as sociedades ocultistas iniciáticas pode ser encontrada nas palavras de Sarastro: “nestas amplas galerias não se conhece vingança” que não são mais, afinal, do que a repetição daquelas que lemos numa das obras de Max Heindel “na nossa sociedade, não há disputas, nem controvérsias, nem especulações, nem sofismas, nem dúvidas, nem cepticismos”.

A cena final começa numa quase total escuridão. A Rainha da Noite aproxima-se de Monostatos, que leva uma tocha. Ouve-se um grito de pavor e surge Sarastro e os sacerdotes, Pamina e Tamino.

Nesta ópera, Mozart descreve a senda do candidato, que procura a luz, “pobre, nu e cego”.

Demonstra os passos do caminho, as suas provas, nas quais se prepara o espírito para se tornar digno de entrar no templo, mas naquele templo verdadeiro, que é feito sem ruído de pedra nem de martelo, onde a luz do conhecimento permanece eternamente. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
BERTAZZO, Ivaldo. Cidadão Corpo: identidade e autonomia do movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1998.

A obra trata-se do entendimento e saúde do corpo, da Escola de Reeducação do Movimento, desenvolvida pelo autor, projetos que desenvolve em comunidades carentes.
Desde os anos 70, o autor vem desenvolvendo trabalhos com “cidadãos-dançantes”, questionando idéias habituais sobre o corpo e revendo a idéia de Brasil. Paulistano da Mooca, começou a dançar com 16 anos. Esteve um tempo no Taiti, Indonésia e Índia.
Para Bertazzo, é na fusão dos mundos que a arte se dá “culturalmente, o Brasil é tão diferente (...) que temos de propor um exercício de troca e escuta. O coreógrafo, espera de que a dança catalise os movimentos entre pessoas para renovar nossa percepção. o seu desafio é ensinar os modos de capacitar a expressão humana, corporal pela reeducação da motricidade, reunindo montagens teatrais, grupos de indivíduos dispostos a explorar as possibilidades de movimento do próprio corpo. Formulou para si o conceito de cidadão-corpo- um corpo com particularidades reconhecidas e valorizadas, qualquer um pode dançar desde que se envolva. Elaborou métodos, propósitos e organização motora no intuito de preservar o bom funcionamento do corpo.
A Escola de Reeducação do Movimento foi criada em 1975, onde ensaiam e depois se apresentam em palco. O objetivo principal da Escola é atingir a identidade e autonomia do movimento, proporcionando ao aluno a presentificação de seu aparelho corporal, conscientização da autonomia e da estrutura de movimento..
A dança cidadania se alterna e cruza-se numa linguagem própria e inconfundível. Do ponto de vista da técnica de movimento, notava-se em que todas elas a busca de um eixo de equilíbrio corpora, tensões circulam e co corpo e adquire seu volume próprio, e onde o gesto ganha significado pleno.
A partir de 1996, com o espetáculo Cidadão Corpo, o autor passou a trabalhar questões da atualidade cultural e social brasileira, numa serie de criações. A identidade brasileira do movimento torna-se um grande tema subjacente aos outros, revelando e quanto o corpo está ligado a questão da cidadania.
Vem trabalhando agora com comunidades carentes, em projetos de experimentação de princípios da coordenação motora. Trabalho que propiciou espetáculos como Mãe Gentil, Folias Guanabaras e Dança das Marés.
A dança serve como instrumento de comunicação e organização dos elementos. Bertazzo trabalha hoje com jovens e arte-educadores, visando expandir seus ensinamentos. A preparação do espetáculo requer cursos de reeducação do movimento e coordenação motora, complementados por aulas de canto, percussão, ritmo, origami, lingüística e dança.
A preocupação é prepara indivíduos para um cotidiano digno, trabalhando com adolescentes em zonas de riscos, exercendo influencia para transformar os seus participantes em termos sociais e psicológicos, encontrando uma linguagem expressiva do corpo, esculpindo e incorporando o movimento, até gerar uma identidade produzida pelo conhecimento e pelo trabalho com a prática da dança. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Completando as histórias de Simões Lopes Neto sobre o Rio Grande do Sul, este livro conta os vários casos de Romualdo, gaúcho do interior, contidos em suas memórias, que fariam corar o Barão de Münchausen. Entre outras coisas, vê-se o parto de 87 ao mesmo tempo e da mesma mãe, a caça de onças a vela, o desenroscamento de tatus (não perguntem) e várias outras histórias hilárias de caça, viagem e outros assuntos relacionadas ao RS, contadas no estilo de fala do estado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Aventuras de Diófanes é o romance mais antigo escrito por um brasileiro - ou melhor, por uma brasileira, o que não deixa de surpreender, se levadas em conta as limitações impostas ao sexo feminino pela sociedade do século XVIII. Teresa Margarida da Silva e Orta nasceu em São Paulo, em 1711 ou início de 1712. Em 1716 viajou com a família para Portugal, onde morreu em 1793. Pelos relatos que nos chegaram foi uma mulher culta, independente e voluntariosa - espécie de precursora das feministas do século XX. Esteve enclausurada no convento de Trinas com a irmã, Catarina Josefa. Casou-se, depois, sem o consentimento dos pais, com Pedro Jansen von Praet, com quem teve 12 filhos. Em 1770 foi presa (cumpriu pena de sete anos) por ordem do Marquês de Pombal. Com a devida chancela do Santo Ofício, Aventuras de Diófanes veio à luz em 1752. O título original era Máximas de virtude e formosura com que Diófanes, Climinéia e Hemirena, príncipes de Tebas,, venceram os mais apertados lances da desgraça. Teresa Margarida usou o pseudônimo Dorotéia Engrássia Tavareda Dalmira. Só mais tarde se conheceria o verdadeiro nome da autora. Não existe unanimidade da crítica a respeito de Aventuras de Diófanes. Afrânio Coutinho e Nelson Werneck Sodré, por exemplo, não o relacionam à produção cultural brasileira. Antônio Cândido sequer o menciona na sua Formação da literatura brasileira. O fato é que o livro desperta cada vez mais interesse. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A obra se classifica entre o conto e o romance e fala do drama do retirante diante da seca implacável e da extrema pobreza que leva a um relacionamento seco e doloroso entre as personagens, quase um monólogo. Os participantes da história são: Fabiano o chefe da família, homem rude e quase incapaz de expressar seu pensamento com palavras; Sinhá Vitória, sua mulher com um nível intelectual um pouco superior ao do marido que a admira por isto; O menino mais novo, quer realizar algo notável para ser igual ao pai e despertar a admiração do irmão e da Baleia, a cadela; O menino mais velho, sente curiosidade pela palavra “inferno” e procura se esclarecer com a mãe, já que o pai é incapaz; A cadela, Baleia, e o papagaio completam o grupo de retirantes, na história; Representando a sociedade local, na história, estão o soldado amarelo, corrupto e arbitrário, impõe-se ao indefeso Fabiano que o respeita por ser representante do governo; Tomás da Bolandeira, dono da fazenda, onde a família se abrigou durante uma tempestade, e homem poderoso da região que impõe sua vontade. O livro tem l3 capítulos, até certo ponto autônomos, ligando-se por alguns temas. I - Mudança Este capítulo é o inicio da retirada, com as personagens citadas acima. Supõe uma narrativa anterior: “Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos.” Tocados pela seca chegam a uma fazenda abandonada e fazem uma fogueira. A cachorra traz um preá: “Levantaram-se todos gritando. O menino mais velho esfregou as pálpebras, afastando pedaços de sonho. Sinhá Vitória beijava o focinho de Baleia, e como o focinho estava ensangüentado, lambia o sangue e tirava proveito do beijo,” Fala da terra seca e do sofrimento. A comunicação é rara e ocorre quando o pai ralha com o filho e esse procedimento é uma constante no livro. Há uma intenção do autor de não dar nome aos meninos, para evidenciar a vida sem sentido e sem sonhos do retirante. “Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira duma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto.” II - Fabiano “Apossara-se da casa porque não tinha onde cair morto, passara uns dias mastigando raiz de imbu e sementes de mucunã. Viera a trovoada. E, com ela, o fazendeiro, que o expulsara. Fabiano fizera-se desentendido e oferecera os seus préstimos, resmungando, coçando os cotovelos, sorrindo aflito. O jeito que tinha era ficar. E patrão aceitara-o, entregara-lhe as marcas de ferro. Agora Fabiano era vaqueiro, e ninguém o tiraria dali. Aparecera como um bicho, entocara - se como um bicho, mas criara raízes, estava plantado.” Contente dizia a si mesmo: “Você é um bicho, Fabiano.” Mostra o homem embrutecido, mas capaz de auto-análise. Tem consciência de suas limitações e admira quem sabe se expressar. “Admirava as palavras compridas da gente da cidade, tentava reproduzir algumas em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.” III - Cadeia Na feira da cidade o soldado convida Fabiano para jogar baralho e depois desentende-se com ele e o prende arbitrariamente. A figura do soldado amarelo simboliza o governo e, com isto, o autor quer passar a idéia de que não é só a seca que faz do retirante um bicho, mas também as arbitrariedades cometidas pela autoridade. Ao fim do capítulo ele toma consciência de que está irremediavelmente vencido e sem ilusões com relação á sorte de seus filhos. “Sinha Vitória dormia mal na cama de varas. Os meninos eram uns brutos, como o pai. Quando crescessem, guardariam as reses de um patrão invisível, seriam pisados, maltratados, machucados por um soldado amarelo.” IV - Sinhá Vitória Enquanto o marido aspira um dia saber expressar-se convenientemente, a mulher deseja apenas possuir uma cama de couro igual a do seu Tomás da bolandeira, fazendeiro poderoso que é uma referência. Ela recorda a viagem, a morte do papagaio, o medo da seca. A presença do marido lhe dá segurança. V - O Menino Mais Novo Quer ser igual ao pai que domou uma égua e tenta montar no bode caindo e sendo motivo de chacota de irmão e da Baleia. O sonho do menino é uma forma de resistência ao embrutecimento, tal como a mãe que sonha com a cama de lastro de couro. VI - O Menino Mais Velho As aspirações da família são cada vez mais modestas. Tudo que o menino mais velho desejava era uma amizade e a da Baleia já servia bem: “O menino continuava a abraçá-la. E Baleia encolhia-se para não magoa-lo, sofria a carícia excessiva.” VII - Inverno É a descrição de uma noite chuvosa e os temores e devaneios que a chuva desperta na família. Eles sabiam que a chuva que inundava tudo passaria e a seca tomaria conta de suas vidas novamente. VIII - A Festa É um dos capítulos mais tristes. É natal e a família vai à festa na cidade. Fabiano compara-se com as pessoas e se sente inferior. Depois da missa quer ir às barracas de jogo mas a mulher é contra porque ele bebe e fica valente. Acaba pegando no sono na calçada e em seus sonhos os soldados amarelos praticam arbitrariedades. A família toda sente a distância que os separa dos demais seres. Sinhá Vitória refugia-se no devaneio, imaginando-se com a cama de lastro de couro. IX - Baleia É um capítulo trágico. O autor faz uma humanização da cadela Baleia. Ela parece doente e será sacrificada. Desconfiada, tenta esconder-se. Não entende porque estão querendo fazer isso com ela. Já ferida ela espera a morte e sonha com uma vida melhor. Na história, a Baleia e sinhá Vitória são as personagens que conseguem expressar melhor os seus anseios. X - Contas Fabiano tem de vender ao patrão bezerros e cabritos que ganhou trabalhando e reclama que as contas não batem com as de sua mulher. Revolta-se e depois aceita o fato com resignação. Lembra que já fora vítima antes de um fiscal da prefeitura. O pai e o avô viveram assim. Estava no sangue e não pretendia mais nada. XI - O Soldado Amarelo É uma descrição dessa personagem. Ele aparece como é socialmente e não como é profissionalmente. A sua força vem da instituição que representa. Mais fraco fisicamente, arbitrário e corrupto, acovarda-se ao encontrar-se à mercê de Fabiano na caatinga. Fabiano vacila na sua intenção de vingança e orienta o soldado perdido. A figura da autoridade constituída é muito forte no inconsciente de Fabiano. XII - O Mundo Coberto de Penas O sertão iria pegar fogo. A seca estava voltando, anunciada pelas aves de arribação. A mulher adverte que as aves bebem a água dos outros animais. Fabiano admira-se da inteligência da mulher e procura matar algumas que servirão de alimento. Faz um apanhado da suas desgraças. O sentimento de culpa por matar a Baleia não o deixa. “Chegou-se á sua casa, com medo, ia escurecendo e àquela hora ele sentia sempre uns vagos tremores. Ultimamente vivia esmorecido, mofino, porque as desgraças eram muitas. Precisava consultar Sinhá Vitória, combinar a viagem, livrar-se das arribações, explicar-se, convencer-se de que não praticara uma injustiça matando a cachorra. Necessário abandonar aqueles lugares amaldiçoados. Sinhá Vitória pensaria como ele.” XIII - Fuga A esposa junta-se ao marido e sonham juntos. Sinhá Vitória é mais otimista e consegue passar um pouco de paz e esperança. O livro termina com uma mistura de sonho, frustração e descrença. Fabiano mata um bezerro, salga a carne e partem de madrugada. “E andavam para o sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes. Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, sinhá Vitória e os dois meninos.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro "Cuidado, Escola!", lançado em 1980 pela editora brasiliense, 32º edição sob a autoria da equipe componete do IDAC ( Instituto de Ação Cultural), Babete Harrper, Claudius Ceccon, Miguel Darcy de Oliveira e Rosiska Darcy de Oliveira, apresentado pelo grande escritor pernambucano Paulo Freire, traz um estudo crítico sobre a educação desde sua origem até sua sistematização com surgimento das instituições de ensino. É com uma linguagem acessível e criativas ilustrações que o studo crítico busca refletir sobre o processo educativo, abordando temáticas como a crise escolar, a origem da escola atual, o seu funcionemento, as desigualdades sócio-culturais que envolvel o processo de ensino-aprendizagem, as alternativa pedagógicas e um questionamento sobre a origem dos problemas que envolvem o sitema educacional veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Modernismo de segunda fase. A história é dividida em 5 partes (cada uma aberta por uma lição de culinária de Flor, que é professora desta arte, com exceção da quarta parte, aberta por um programa para o concerto de Teodoro) e um intervalo. A primeira começa com a morte de Vadinho em pleno Domingo de Carnaval. Vestido de baiana, Vadinho cai enquanto dançava e seu funeral é muito concorrido. Nele voltam as lembranças de todos sobre o falecido: os amigos de farra, as possíveis (prováveis) amantes, os conhecidos e principalmente da esposa, Flor. Flor lembra do marido infiel, cheio de lábia, espertalhão, jogador e malicioso que era Vadinho, mas ainda assim extremamente adorável. Na definição de um dos presentes no funeral, Vadinho "Era um porreta". O anteriormente referido intervalo se trata da discussão que ocorreu na cidade sobre a autoria da elegia a Vadinho, poesia anônima picante. A segunda parte passasse-se durante o período de luto de Flor. Inconsolável com a morte de Vadinho, sua mãe volta para a cidade e a situação piora. Dona Rozilda é o mais perfeito modelo de sogra: odeia o genro, é chata, controladora, exibida e pretende sempre escalar na vida social. Passa a fazer intriga sobre o falecido ("era morte para festa") com várias beatas, enquanto algumas poucas defendem Vadinho (não seus atos) por ele ser uma pessoa excepcional (no sentido de incomum, não o de maravilhoso ou com deficiência mental).

Assim em flashback é mais detalhado o passado do casal. A mãe de Flor queria que as filhas se casassem com homens ricos, e Vadinho apareceu. Eles se conheceram numa festa chique (Vadinho entrou de penetra, com a ajuda do tio) e começaram o namoro com a benção de Dona Rozilda, até que ela descobriu quem era o genro. Mais tarde Flor sai de casa e se casa (de azul, porque não teve coragem de por o branco) e começa o casamento. Vadinho é um marido ausente, sempre gastando o dinheiro (dos outros) no jogo e nas mulheres. Certa vez Flor quase adotou um menino que ela achava ser filho de Vadinho (Flor é estéril; o filho era do "xará"). E assim são mostrados os vários acontecimentos, em flashback, da vida matrimonial com aquele adorável cafajeste, generoso gastador, infiel e amantíssimo marido que era Vadinho. O capítulo acaba com Flor pondo flores sobre o túmulo do falecido, superando melhor o passamento dele. A terceira parte é passada nos meses seguintes. Flor está mais alegre, apesar de manter ainda a fachada de viúva. Todas as beatas competem para achar-lhe um bom pretendente e quem aparece é Eduardo, o Príncipe, calhorda que enganava viúvas para roubar-lhes as economias. Descoberto, Flor passa a se retrair. Seu sono torna-se mais agitado, seu desejo cresce na medida em que ela deixa os homens fora de sua vida pessoal. Mas então o farmacêutico Teodoro Madureira, respeitado solteirão (ele ficara solteiro para cuidar da mãe paralítica, que morreu pouco antes), ele propõe casamento a Dona Flor e eles tem o mais casto dos noivados, nunca ficando juntos sozinhos. O capítulo acaba com o casamento de Flor, desta vez aprovado por sua mãe (que havia saído da cidade no começo do capítulo; nem as outras beatas agüentavam Dona Rozilda). A quarta parte começa com a lua-de-mel de Dona Flor. Teodoro é diferente do falecido em tudo. Fiel (não compreende mesmo quando uma cliente da farmácia levanta o vestido BEM alto para tentá-lo), regular (sexo às quartas e sábados, bis aos sábados e facultativo às quartas) e inteligente, Teodoro trás a paz de volta à vida de Dona Flor. Teodoro toca fagote numa orquestra de amadores e o maestro compõem uma linda música para ela que Teodoro toca solo (o convite abre o capítulo) e no dia do aniversário de casamento, após os convidados partirem Flor vê Vadinho, nu como o viu na cama no dia de sua morte, a puxá-la e tentá-la. Ela se recusa naquele momento, fiel ao marido. Teodoro vai dormir e Vadinho sai logo depois, qundo Flor ia procurá-lo. Começa aqui a parte do livro que o deixou famoso: Flor, Teodoro e Vadinho, vivendo em matrimônio ao mesmo tempo, Vadinho nu, invisível a todos menos Flor. A quinta parte, que tornou famoso livro, filme, seriado e tantas quanto foram as adaptações desta obra, começa com o Vadinho vindo de volta dos mortos, tentando Flor. Flor sente-se dividida entre o esposo atual e Vadinho, mas este diz-lhe que não há por que o estar: são colegas, casados frente ao juiz e ao padre. Flor vai aos poucos perdendo a resistência e chega a encomendar um trabalho para mandar Vadinho de volta para onde estava. Enquanto isso se passa Vadinho vai manipulando as mesas de jogo, favorecendo velhos amigos, levando Pellanchi Moulas, rei do jogo em Salvador, ao desespero e a todos os "místicos" da Bahia para se livrar do azar. Vadinho só para quando seus amigos cansam (Mirandão, companheiro seu quando era vivo, para de jogar definitivamente, assustado com o repetir de vezes que caía no 17, número de sorte de Vadinho). Por fim Dona Flor sucumbe a Vadinho e passam a viver harmoniosamente os três uma vida conjugal (mesmo que Teodoro não o saiba). Vadinho chega a fazer o milagre de expulsar a sogra quando ela chega de mala e cuia para ficar. Vadinho começa então a desaparecer e Flor se dá conta de que era por causa do feitiço por ela encomendado. Há uma batalha entre vários deuses contra Exu (identificado por alguns como sendo o diabo católico), que protege Vadinho. Quando Exu estava perdendo, o amor e a volúpia de Vadinho ganham a batalha. A obra acaba com Flor andando feliz com Teodoro e Vadinho (nu, como sempre) ao seu lado, pelas ruas de Salvador. Esta parte acentua duas características gerais da obra: a religiosidade que mistura ao mesmo tempo o catolicismo e o candomblé, pondo todas as figuras míticas das duas religiões junto e eficientemente simultâneas (algo como é a religiosidade baiana, já que Salvador tem mais igrejas que qualquer outra cidade do Brasil e ainda assim é centro das religiões de origem africana). A outra característica vem a ser o fato de que Vadinho e Teodoro são metáforas para o id e o superego, respectivamente. Vadinho é rebelde, impulsivo, espontâneo e dado ao caos (no seu caso, o jogo); Teodoro é metódico e controlado ("Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar" é seu lema, pendurado na farmácia). Assim, a imagem de Flor pacificamente com os dois, totalmente feliz, invoca o ideal de equilíbrio entre os dois. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Juiz de Paz da Roça é uma peça teatral que se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José.
Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Auto do frade tem como assunto o dia da morte do rebelde frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador que já estava preso há mais de um ano. Está sendo preparado o cortejo, a população já se acumula do lado de fora da cadeia, enquanto isso o frei tenta dormir enquanto aguarda seu enforcamento. Como o juiz não havia chegado ao Tribunal de Justiça por causa de uma viagem de 3 meses o corregedor decide que o Frei Caneca será enforcado em praça pública, após percorrer a cidade com uma corda enrolada no pescoço. Assim, Frei Caneca é retirado da prisão e muito fraco percorre as Ruas de Recife, várias pessoas o seguem em pleno meio da rua, em cada esquina mais gente se aproxima. Em todos os lugares existem espectadores ao acontecimento abrangendo até mesmo o governador e toda a sociedade em geral. Frei Caneca chega a dizer algumas palavras, mas é obrigado a calar-se e até os gestos lhe são proibidos. Seu comportamento podia representar grande perigo aos oficiais que pregam ser ele um homem condenado à morte por trair o Rei e pretender o separatismo com a Confederação do Equador. Lentamente o cortejo vai levando o Frei que anda calado e sereno. Ao chegar à Igreja do Terço, Frei Caneca é colocado no centro de um círculo formando de policiais, com intuito de ninguém tentar soltá-lo ou se rebelar. Nesse evento Frei Caneca é entregue ao oficial enviado pela Comissão do imperador que o condenou à morte. O Frei solenemente anda no interior de um círculo de policias.

Ao chegar na Praça do Forte, onde será executada a sentença de réu, o carrasco designado para matar o padre recua, temendo a ação sobre ele de alguma força superior. Então todos os carrascos se recusam a enforcar o padre, alegando que ele foi visto "voando no céu". Mesmo espancados resistem a enforcá-lo. O Oficial de Justiça oferece perdão dos crimes aos presos, comida farta, emprego, cama e mesa a quem fosse voluntário para a execução. Contudo ninguém se disponibiliza, nem mesmos os presos que queriam liberdade. Ocorre então que após algumas horas de espera, decide-se formar um pelotão de doze homens para o fuzilarem, pois nenhum destes ousaria fazê-lo sozinho. Assim Frei Caneca é morto fuzilado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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