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FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia.: Saberes Necessários a Prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
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Modernismo da segunda fase. Olhai os Lírios do Campo é dividido em duas partes de doze capítulos cada. Na primeira parte Eugênio, o personagem principal, vai tendo flashbacks de seu passado enquanto se dirige ao hospital onde está Olívia. Vai lembrando sua infância pobre, quando tinha pena de seu pai e era humilhado na escola por sua condição social, a escola de Medicina (o preço dele ir à escola de Medicina foi não esmerarem-se na educação de seu irmão Ernesto, que se torna um vagabundo). Na faculdade conhece Olívia, que se torna uma grande amiga e com quem tem uma noite de amor no dia do estopim da Revolução de 30. Eugênio conhece a futura esposa, Eunice, num atendimento a uma empregada desta e casa-se com ela apenas para ascender socialmente, sem ter nenhum amor. Preso num casamento sem amor, num emprego de fachada na fábrica do sogro rico e com uma amante a quem não ama, Eugênio reencontra Olívia, que estava numa colônia de italianos. Ela apresenta-lhe Anamaria, sua filha. No presente (finais da década de 1930), ao chegar ao hospital já mais otimista sobre o estado de saúde de Olívia do que na partida, Eugênio recebe a notícia de que ela morreu.

A Segunda parte, passada no presente após a morte de Olívia, é no presente e intercalada por partes de algumas das cartas que Olívia escreveu para Eugênio e nunca lhe enviou. Eugênio toma coragem e separa-se da esposa, abandona a amante, vai viver com a filha (na casa onde Olívia morava com um casal de alemães) e volta a clinicar para os pobres. Eugênio vai assim, sempre com a memória de Olívia, mesmo que ela vá desaparecendo aos poucos, redimindo-se e vendo melhor a pobreza de que sempre tinha tanto asco. Mas não sem seus momentos negros, como o caso de Simão e Dora. Dora é a filha de sua amante (que é uma mãe negligente) com um engenheiro fascista e workaholic que dá mais importância ao prédio que está construindo do que a ela. Ela se apaixona por Simão, um jovem e pobre estudante judeu. A união é desaprovada pelos pais e ela acaba morrendo num aborto feito por uma parteira após Eugênio negar-lhes o ato. Mas por todo o tempo Eugênio vai se ligando a uma vida mais simples, a amigos mais simples e verdadeiros como o céptico Dr. Seixas a quem admirava quando criança. A história acaba com ele e Anamaria saindo para passear num ensolarado dia de verão de Porto Alegre. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Conta sobre Horácio, Leopoldo, Laura e Amélia. Laura e Amélia são duas primas com pés exatamente opostos. Laura os têm disformes, Amélia os têm pequeninos. Quando passando em uma rua cai um pé de sapato de Amélia, Horácio o recolhe e se apaixona pela dona do pé de sapato a quem desconhece. Leopoldo se apaixona pelo sorriso de Amélia, cujo nome não conhece. Ao vê-la com a prima outra vez, ilude-se achando Amélia têm os pés disformes. Horácio, o leão da moda carioca, passa a galantear Amélia, que vai se apaixonando por ele enquanto Leopoldo, também apaixonado por Amélia torna-se seu amigo apesar de ter declarado amá-la, bela ou não. Horácio propõe casamento e Amélia diz que vai pensar no assunto. Quando Horácio finalmente vê o pé de Amélia se horroriza (ela estava com um sapato de Laura) e arranja uma desculpa para romper o noivado que ela tinha aceitado. Ele então procura Laura, declara-se a ela e, quando descobre que ela tem os pés horríveis, afasta-se. Tenta procurar Amélia de novo, mas falha. Amélia então percebe o quão puro é o amor de Leopoldo e casa-se com ele. Na noite de núpcias ela revela ter os pés lindos que ele pensava ser de outra. Eficiente em mostrar a moda da época, com vestidos longuíssimos que escondiam os pés da moça, o livro é a tentativa de José de Alencar de mostrar como o amor deve ser, não pela plástica como o de Horácio, mas pela alma como o de Leopoldo.

O autor também usa sempre expressões galicizadas (adaptações do francês), ao invés de usar palavras francesas, uso comum da época, nacionalizando assim a linguagem. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Carlos Heitor Cony tinha passado duas décadas sem publicar romance quando ressurgiu com Quase memória (1995). Como cronista, publicou pouco em livro: Da arte de falar mal (1963), O ato e o fato (1964) e agora este Os anos mais antigos do passado que, como Quase memória, é livro que já nasce clássico. Uma reunião de crônicas que vale como um volume de memórias. Embora fragmentado em relatos de viagens, em recordações da infância, em alegorias de fatos políticos (cheias de humor e sarcasmo), em registros da rotina do mundo fixados com o pulso do ficcionista, a espinha dorsal do livro é uma longa e mansa busca do tempo perdido. A sua fragmentação é condicionada sobretudo pelo exercício diário que define o gênero, mas suas páginas não deixam de nos transmitir o gosto difuso e fascinante da grande aventura da vida. Seja através da visão retrospectiva dos anos mais antigos do passado (elemento do memorialismo), seja pela notação diária dos fatos transpostos num lirismo de primeira água. São as marés montantes do passado, como queria Mário Quintana, que chegam sem avisar, e tanto são motivo de apreensão quanto de surpresa e maravilhamento. A face amargurada, marcante em Cony, dá sempre lugar a um certo tom elegíaco e à índole lírica.

As suas memórias, que a rigor talvez Cony nunca escreveria, aqui estão, como em Quase memória, disfarçadas, quem sabe exorcizadas. É a sua história, o belo e o feio da humana lida, que aos poucos ele dilui e transfixa nos romances e nas crônicas. Neles, Cony sabe rir como poucos deste circo do mundo, com toda sua carga de frustrações e desastres, sua beleza e sua glória. Ri de um universo que é regido dos altos tronos, seja por Deus, o diabo ou um ser qualquer que se arrogue. Descido aos infernos de sua saudade e de sua incompreensão das coisas, o cronista revive uma fantasia de carnaval antigo, as rezas da mãe contra possíveis desgraças, os extraordinários balões que o pai fabricava, os tantos personagens de rua do subúrbio do menino, o amigo Otto Maria Carpeaux, a visão das mãos do pai morto, impressionante visão: “Mãos que começaram a ficar mais brancas e mais quietas: dentro delas, o nada cheio de tudo o que ele fora”. O lirismo é mesmo o elemento fixador desses movimentos de fluxo e refluxo da memória, pois Cony vê as coisas com os olhos transfigurados do poeta. Se podemos dizer que o seu humor é uma doce herança machadiana, na crônica sua veia lírica só encontra paralelo em escritores da estirpe de Rubem Braga, Antonio Maria e Drummond. E também José Carlos Oliveira ou o Tabajara Ruas de Um porto alegre (Mercado Aberto, 1998). São cronistas que escrevem iluminados pelo poeta que não deixam de ser. Líricos deste tempo escuro e trepidante. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
BITTENCOURT, Circe (org.). O Saber Histórico na Sala de Aula. Coleção Repensando o Ensino. Editora Contexto (editora Pinsky ltda.) São Paulo.

Formação do professor de Historia e o Cotidiano da Sala de Aula
Maria Auxiliadora Schmidt

A formação de História engloba ainda áreas de Ciências Humanas, como Filosofia, Ciências Sociais, etc.em geral, começa e termina no curso de graduação. Formado, envolve-se co encargos familiares, não dispõe de tempo e nem de dinheiro par investir em sua qualificação profissional.
Sua imagem é marcada pela ambigüidade, ora sacerdote, ora profissional da ciência, parteiro da nação e da revolução. Sua identidade oscila entre a do professor difusor e transmissor de conhecimento e a do produtor de saberes e fazeres. Espera-se que ele seja o promotor da união entre a competência acadêmica (domínio de saberes) e a competência pedagógica (domínio da transmissão do saber), aliando competência, convicções e experiências de vida, estabelecendo uma comunicação com o aluno levando a ter intimidade com o passado ou presente, que receptam informações, conteúdos, currículo, livros e materiais didáticos, muitas vezes desinteressantes. Estes, os alunos manifestam insegurança e temor ante os instrumentos de poder que são submetidos: exames, julgamentos dos colegas e professores.
O professor de Historia preocupa-se em exteriorizar o que sabe, explicitando o seu pensamento e a sua emoção. Ao mesmo tempo, vive a insegurança em relação a juventude e a defasagem de sua formação e o aceleramento de novos estudos e pesquisas de conhecimento histórico.
As aulas, espetáculos cheio de vidas, a relação pedagógica é diferente das puramente afetivas, comporta uma dose igual de apego, admiração e desprendimento, com algo de estrito que pode ir até a frieza. Por outro lado, a relação não é, não deve resvalar para o duelo, ela é a essência, onde professor fornece a matéria para o raciocínio, ensina raciocinar, mas acima de tudo ensina que é possível raciocinar.
O professor de historia pode ensinar a saber-fazer, lançar germes do histórico, captar e valorizar diversidade, levantar problemas e reintegrá-los num conjunto de outros problemas procurando transformar temas em problemáticas, dando condições para que o aluno possa participar do processo do fazer, do construir a História.
O conhecimento do professor pode oferecer a seu aluno a apropriação de conhecimentos, através de um esforço e de atividades que edificou esse conhecimento.
A sala de aula é uma espaço onde se transmite informações e onde interlocutores constroem sentidos impregnando tensões, relação teoria e pratica, ensino e pesquisa, evidencia dilaceramentos da profissão de professor e embates da relação pedagógica.

O fazer histórico e o fazer pedagógico

A transposição didática designa processo de transformação cientifica, didáticas sociais, que afeta os objetos de conhecimento até a tradução ao campo escolar transformando o saber cientifico em saber de ensinar, um processo de criação, implica, ainda, apontar uma certa ordem de questões, como diferenciar esta pratica de outras. Para isto requer conhecer os conceitos de ações das atividades didáticas.
Método na didática significa meios coclocados em pratica, são eles por repetição, por descobrimento, etnográficos, descritivos, de resolução de problemas, estudos de caso, de investigação, entre outros. É muito mais amplo do que técnica. Técnica é instrumento ou ferramenta útil para o processo, um recurso didático, como o uso de filme no videocassete. Recursos são materiais didáticos; estratégicas são formas de se organizar, o saber didático através de meios como o trabalho em grupo, aulas expositivas, etc. todos eles são ações necessárias as atividades didáticas.
Em relação a transposição didática, o objetivo é articular o conhecimento histórico ensinado de forma que dê ao aluno condições de participar do processo do fazer, do construir a História, possibilitando uma desnaturalização de uma visão critica do passado que está presente em nossas vidas. Pressupõe que se trabalhe a compreensão e a explicação histórica, destacando-se a problematização, o ensino e a construção de conceitos, analise causal, contexto temporal e o privilegio da exploração do documento histórico.
A problematização histórica trás possibilidades e questionamentos acerca de um objeto de estudo. Isso traz aos educandos uma atitude ativa na condução do saber e na resolução dos problemas de aprendizagem.
A analise causal possibilita aos alunos compreensão de que os acontecimentos históricos envolvem relações de pessoas e características diferentes, quando ifneren em sua realização. É preciso buscar explicação na multiplicidade, pluralidade e no encadeamento de causas, sem a preocupação com a determinação finalista de causa-acontecimento-conseqüência, levando o educando a compreender mudanças e permanências, continuidades e descontinuidades, bem como complexas inter-relações que interferem na compreensão dos processos de mudança social.
O procedimento histórico comporta a preocupação com a construção, a historicidade dos conceitos e a contextualização temporal. O passado está incorporado aos nossos conceitos e nos dá um conteúdo concreto, e só pode ser reconstruído em função das questões colocadas no presente, manipulando características essenciais do tempo: sucessão, duração simultaneidade. Todo conteúdo é criado, datado, e tem sua história.
Tradicionalmente, o uso de fontes e documentos tem destacado, exemplificado, descrito e tomado inteligível o que o professor fala. A partir das renovações teórico-metodológicas, o uso escolar do documento passou a estimular a observação do aluno, ajudando o a refletir, passando a analisá-lo, observá-lo e descrevendo-o, introduzindo assim o método histórico, desenvolvendo o espírito crítico, reduzindo a intervenção do professor, diminuindo a distância entre história que se ensina e a história que se escreve. Ainda diferenciando fontes ou documentos com a finalidade de transmitir conteúdos do saber disciplinar como textos e filmes, de documentos com finalidades didáticas como suportes informativos, descritivos, analíticos ou sintéticos, com a intenção de comunicar elementos do saber disciplinar.
A sociedade contemporânea produziu um aumento substancial de informações e de tecnologias que ocorre paralelamente um aumento entre os que sabem e os que não sabem articulá-las pensá-las e refleti-las. Professores tem tido acesso a um conjunto de meios diversificados. A relação da escola com estas novas tecnologias tem sido contraditória. Por um lado, quanto acolhida por educadores as inovações tecnológicas tem sido usadas como técnicas de ensino, estratégias para preencher ausência do professor ou como recursos para tornar a aula menos enfadonha. Trata-se de adequações superficiais, já que a inovação não é um produto, e sim um processo, atitude, uma maneira de ser e estar na educação.
A tecnologia interfere no mundo da arte, das ciências, da comunicação e do ensino, deve-se então refletir e retomar a sua interação com os currículos e com a pratica pedagógica em sua totalidade, levar transformações nos programas de formação de professores e produzir efeitos no processo de aprendizagem dos alunos.
O desafio na pratica de sala de aula é que a educação histórica, hoje deve levar os educanado a adquirir capacidade de analisar, inferir e interpretar acerca da sociedade atual, olhar pra si e ao redor com olhos históricos, resgatando o conjunto de lutas, anseios, frustrações, sonhos e a vida cotidiana de cada um, no presente e no passado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Naturalismo. Luzia-Homem é um exemplo do Naturalismo regionalista. Passado no interior do Ceará, nos fins de 1878, durante uma grande seca, vai contando a história da retirante Luzia, mulher arredia, de grande força física (o apelido Luzia-Homem provém desta força que lhe permitia trabalhar melhor que homens fortes). Luzia trabalha na construção de uma prisão e é desejada pelo soldado Capriúna. Mas Luzia não se interessa por amores e mantém uma relação de amizade e ajuda mútua com Alexandre. Após Alexandre propor-lhe casamento (existe por toda a história a relutância de Luzia de admitir que gosta de Alexandre), este é preso por roubar o armazém do qual era guarda. Luzia passa visitar-lhe na prisão e sua amiga, a alegre Teresinha, para cuidar de sua mãe doente. Após um certo tempo, Luzia para de lhe visitar na prisão. Ao fim Teresinha descobre que Capriúna era o verdadeiro ladrão e uma das assistentes de Luzia (ela havia sido dispensada e depois voltara ao trabalho, mas como costureira) lhe falar que a testemunha contra Alexandre mentia, o culpado é preso.

A família de Teresinha aparece (ela havia fugido de casa com um amante que morreu meses depois) e ela, humilhada fica subserviente a eles, especialmente ao pai que a rejeita. Luzia descobre isto e, depois de um interlúdio, convence-a a viajar com ela, migrando para o litoral. No caminho Capriúna se liberta e vai ataca Teresinha, a culpada de sua prisão. Encontrando Luzia, mata-a e acaba caindo de um desfiladeiro. Marcado pela fala característica dos personagens, Luzia-Homem mantém duas características clássicas do Naturalismo por toda obra: o cientificismo na linguagem do narrador e o determinismo (teoria de que o homem é definido pelo meio). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
LEV VYGOTSKY
– “o aprendizado é essencial para o desenvolvimento do ser humano e se dá, sobretudo pela interação social. – a idéia d que quanto maior for o aprendizado maior será o desenvolvimento não justifica o ensino enciclopédico, a pessoa só aprende quando as informações fazem sentido para ela”.
O indivíduo não nasce pronto nem é cópia do ambiente externo. Em sua evolução intelectual há uma interação constante e interrupta entre o processo interno e influências do mundo social se contrapõe ao pensamento inatista, segundo o qual sas pessoas já nascem com suas características como inteligência,m estados emocionais, pré-determinados. Enfrentou o empirismo, corrente que defende que as pessoas nascem como um copo vazio e são formadas de acordo com as experiências às quais são submetidas. Ele construiu uma terceira visão a sócio interacionista. Entende que o desenvolvimento é fruto de uma grande influência das experiências do indivíduo. Mas cada um dá um significado particular a essas vivências. O jeito de cada um aprender o mundo é individual.Desenvolvimento e aprendizado estão intimamente ligados: nós só nos desenvolvemos se e quando aprendemos. O ser humano tem o potencial de andar ereto, articular sons, conquistar modos de pensar baseados em conceitos. Mas isso resulta dos aprendizados que tiver ao longo da vida dentro de seu grupo cultura, apesar de ter condições biológicas de falar, uma criança só falará se estiver em contato com uma comunidade de falantes. A idéia de um maior desenvolvimento quanto maior for o aprendizado suscitou erros de interpretação. Muitas escolas passaram a difundir um ensino enciclopédico, imaginando que quando mais conteúdo passassem para os alunos mais eles se desenvolveriam. Para serem assimiladas, as informações têm e de fazer sentido. Isso se dá quando elas incidem no que o psicólogo chamou de zona de desenvolvimento proximal, a distancia entre aquilo que a criança sabe fazer sozinha (o desenvolvimento real) e o que é capaz de realizar com ajuda de alguém mais experiente (o desenvolvimento potencial). O bom ensino, portanto, é o que incide na zona proximal. Ensinar o que a criança já sabe é pouco desafiador e ir além, do que ela pode aprender é ineficaz. O ideal é partir do que ela domina para ampliar seu conhecimento.A Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre baseia nessas idéias.A matemática, a História, a leitura ou a escrita são ensinadas tomando Omo ponto de partida as vivências coletivas. Assim, tornam-se significativas para todos os estudantes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Memorial de Aires, última obra de Machado de Assis, foi publicada em 1908, mesmo ano da morte do escritor. Como Memórias Póstumas de Brás Cubas, esta obra não tem propriamente um enredo: estrutura-se em forma de um diário escrito pelo Conselheiro Aires (personagem que já aparecera em Esaú o Jacó), onde o narrador relata, miudamente, sua vida de diplomata aposentado no Rio de Janeiro de 1888 e 1889. Sucedem-se, nas anotações do conselheiro, episódios envolvendo pessoas de suas relações, leituras do seu tempo de diplomata e reflexões quanto aos acontecimentos políticos. Destaca-se, dando uma certa unidade aos vários fragmentos de que o livro é composto, a história de Tristão e Fidália. Fidélia, viúva moça e bonita, é grande amiga do casal Aguiar, uma espécie de filha postiça de D. Carmo. Tristão, afilhado do mesmo casal, viajara para a Europa, em menino, com os pais. Visitando, agora, o Rio de Janeiro, dá muita alegria aos velhos padrinhos. Tristão e Fidélia acabam por apaixonar-se e, depois de casados, seguem para a Europa, deixando a saudade e a solidão como companheiros dos velhos Aguiar e D. Carmo. Memorial de Aires é apontado como o romance mais projetivo da personalidade e da vida de Machado de Assis. Escrito após a morte de Carolina, revela uma visão melancólica da velhice, da solidão e do mundo. D. Carmo, esposa do velho Aguiar, seria a projeção da própria esposa de Machado, já falecida.

A ironia e o sarcasmo dos livros anteriores são substituídos por um tom compassivo e melancólico, as personagens são simples e bondosas, muito distantes dos paranóicos e psicóticos dos romances anteriores.
Alguns vêem no Memorial de Aires uma obra de retrocesso a concepções romantizadas do mundo; outros tomam o romance como o testamento literário e humano de Machado de Assis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Augusto, Leopoldo e Fabrício estavam conversando, quando Filipe chegou e os convidou para passar um fim de semana na casa de sua avó que ficava na Ilha de Paquetá. Todos ficaram empolgados, menos Augusto. Filipe comentou a respeito de suas primas e de sua irmã, que provavelmente estariam na ilha. Foi quando surgiu uma discussão que deu origem a um aposta; Filipe desafiou Augusto dizendo que se ele não se apaixonasse por uma das moças ali presentes, no prazo de um mês, seria obrigado a escrever um romance sobre sua história. Passaram-se quatro dias, Augusto recebeu uma carta, que lhe foi entregue por seu empregado Rafael, a mando de Fabrício. A carta dizia que o namoro de Fabrício com D.Joaninha não estava indo muito bem, pois ela era muito exigente. Ela fazia-lhe pedidos absurdos como escrever quatro cartas por semana , passar quatro vazes ao dia em frente à sua casa e nos bailes ele teria que usar um lenço amarrado em seu pescoço , da mesma cor da fita rosa presa a seus cabelos. Terminando a leitura, Augusto começou a rir porque era ele quem sempre aconselhava Fabrício em seus namoros. Na manhã de sábado, chegou à ilha e encontrou seus amigos, que estavam a sua espera. Entrando na casa, se dirigiu à sala e se apresentou, em seguida foi procurar um lugar para sentar-se perto das moças. Foi então que ele se deparou com D.Violante, que lhe ofereceu um assento. Ela falou por várias horas sobre suas doenças, e perguntou o que ele achava. Augusto já irritado de ouvir tantas reclamações, disse que ela sofria apenas de hemorróidas. D.Violante se irritou, afirmando que os médicos da atualidade não sabem o que falam. Fabrício chegou interrompendo a conversa e chamou Augusto para um diálogo em particular. Os dois começaram a discutir sobre a carta, pois Augusto disse que não pretendia ajudá-lo em seu namoro com D.Joaninha. Fabrício então declarou guerra a Augusto. Logo após a discussão, chegou Filipe chamando-os para o jantar. Na mesa, após todos terem se servido, Fabrício começou a falar em tom alto, dizendo que Augusto era inconstante no amor. Ele, por sua vez, não respondeu as provocações, mas, na tentativa de se defender, acabou agravando ainda mais a sua situação perante todos. Após o jantar, foram todos passear no jardim e Augusto foi isolado por todas as moças. Apenas D.Ana aceitou passear com ele. Augusto quis dar explicações à D.Ana, mas preferiu ir a um lugar mais reservado. Ela sugeriu então que fossem até uma gruta, onde sentaram num banco de relva. Começaram a conversar e Augusto contou sobre seus antigos amores e entre eles do mais especial, que foi aos treze anos, quando viajando com seus pais conheceu uma linda garotinha de oito anos, com quem brincou muito na praia, quando um pobre menino pediu-lhes ajuda. Eles foram levados a uma cabana onde estava um velho moribundo a beira da morte. Sua mulher e seus filhos estavam chorando. As crianças comovidas deram todo o dinheiro que possuíam à mulher do pobre velho. O velho agradeceu e pediu de cada um deles um objeto de valor. O menino deu-lhe um camafeu de ouro que foi envolvido numa fita verde e a menina deu-lhe um botão de esmeralda que foi envolvido numa fita branca, transformando-os em breves. O camafeu ficou com a menina e a esmeralda com o menino. Depois trocados os breves, o velho os abençoou e disse que no futuro eles se reconheceriam pelos breves e se casariam. Foram embora e a menina saiu correndo de encontro a seus pais sem ter revelado o seu nome, e a partir daquele momento nunca mais se viram. Acabada a história Augusto levantou-se para tomar água. Ao pegar um copo de prata foi interrompido por D.Ana que resolveu lhe contar a história da gruta, que era a lenda de uma moça que se apaixonara por um índio que não a amava e de tanto ela chorar, deu origem a uma fonte, cuja água era encantada. Disse também que quem bebesse daquela água teria o poder de adivinhar os sentimentos alheios e não sairia da ilha sem se apaixonar por alguém. D.Ana explicou também que a moça cantava uma canção muito bela, quando de repente eles escutaram uma linda voz. Augusto perguntou a D.Ana de onde vinha aquela melodia e ela explicou que era Carolina que cantava sobre a pedra de gruta e ele ficou encantado. Logo após o passeio, foram todos até a sala para tomar café e a Moreninha derramou o café de Fabrício sobre Augusto. Ele foi se trocar no gabinete masculino quando Filipe entrou e sugeriu que ele fosse se trocar no gabinete feminino, para que pudesse ver como era. Augusto aceitou e enquanto se trocava, ouviu vozes das moças que iam em direção ao gabinete. Ficou apavorado, pegou rapidamente as roupas e se enfiou debaixo de uma cama. As moça entraram, sentaram-se e começaram a conversar sobre assuntos particulares. O rapaz ouviu toda a conversa e quase não resistiu ao ver as pernas bem torneadas de Gabriela na sua frente. De repente ouviram um grito e Joaninha disse que a voz parecia com a de sua prima D.Carolina. Todos saíram correndo para ver o que estava acontecendo e Augusto aproveitou para terminar de se trocar e saiu do gabinete para ver a causa daquele grito. O grito era da Moreninha que viu sua ama D. Paula caída no chão, devido a alguns goles de vinho que tomou junto do alemão Kleberc. D.Carolina não queria acreditar que sua ama estivesse bêbada e levaram-na para o quarto. A Moreninha estava desesperada quando Augusto, Filipe, Leopoldo e Fabrício entraram no quarto e percebendo a embriaguez da velha senhora começaram a dar diagnósticos absurdos. D.Carolina só acreditou em Augusto e não aceitou o verdadeiro motivo do mau estar de sua ama. Todos saíram do quarto e se dirigiram até o salão de jogos. Augusto foi conversar com D.Ana e perguntou sobre o paradeiro da Moreninha. D.Ana disse que ela estava no quarto cuidando de sua ama. Augusto foi até até o aposento e chegando na porta viu uma cena inesquecível; ela lavava com suas delicadas mãos os pés de sua ama e ele comovido se ofereceu para ajudá-la. Depois disso Augusto sugeriu que a deixasse repousar pois no dia seguinte estaria bem. D.Carolina foi se trocar para em seguida ir ao Sarau, colocou um vestido muito bonito mas fora dos padrões normais, pois mostrava parte de suas pernas. Todos queriam dançar com ela e Fabrício pediu-lhe a terceira dança, mas a garota mentiu dizendo que iria dançar com Augusto. Ele por sua vez dançou com todas as moças e jurou-lhes amor eterno, inclusive para a Moreninha. No fim da festa Augusto encontrou um bilhete que estava em seu paletó, dizendo para ir à gruta no horário marcado e logo após encontrou outro no qual dizia que aquilo era uma armadilha. No dia seguinte, Augusto foi até a gruta no horário marcado e encontrou as quatro jovens e antes que elas pudessem falar, foram surpreendidas pelo rapaz que contou cada uma o que ouvira no gabinete. As moças ficaram revoltadas e depois de irem embora Augusto foi surpreendido pela Moreninha que começou a contar a conversa dele com D.Ana. Mas primeiro ela tomou um copo da fonte e foi por este motivo que Augusto ficou mais impressionado pois lembrou-se da lenda da fonte encantada, e logo depois do susto, declarou-se a ela. Depois de acabadas as comemorações, as pessoas voltaram para suas casas. Augusto não se cansava de contar sobre D.Carolina para Leopoldo, que sempre dizia que aquilo era amor. Os rapazes acharam conveniente visitar D.Ana, Augusto se encarregou dessa tarefa no domingo. D. Ana foi recebê-lo e contou-lhe que D.Carolina estava triste até saber se sua vinda para a ilha. Durante o almoço Augusto viu um lenço na mão de D.Carolina e adivinhou que ela o tinha bordado e após muita conversa D.Carolina resolveu ensiná-lo a bordar. Depois do almoço, Filipe e Augusto foram jogar baralho, quando ouviram o chamado da Moreninha para a primeira aula de bordado. A lição acabou ao meio dia e Augusto achou prudente ir embora, despediu-se de todos e combinou com D.Carolina, que no domingo seguinte voltaria e traria o lenço já terminado. No domingo seguinte, Augusto voltou até a ilha e levou o lenço totalmente pronto, para que sua mestra pudesse o ver, ela não acreditou que ele fizera um trabalho tão bem feito e começou a chorar, dizendo que ele tinha outra mestra. Augusto tentou explicar-se de todas as maneiras possíveis, e disse que o lenço fora comprado de uma velha senhora. Depois de muita insistência a Moreninha aceitou a situação, pois D.Ana disse-lhe que sua atitude era infantil. Depois do incidente Augusto chamou a Moreninha para um passeio e percebeu que ela estava um pouco nervosa, foi então, que ele perguntou-lhe se havia um amor em sua vida, ela respondeu com a mesma pergunta e Augusto disse que o grande amor de sua vida era ela. A Moreninha ficou imóvel e disse que o seu amor poderia ser ele. Augusto voltou para sua casa e foi proibido de voltar à ilha por seu pai pois seus estudos estavam sendo prejudicados. D.Carolina não era mais a mesma desde a partida de Augusto que agora estava em depressão. Seu pai, vendo que estava prestes a perder seu filho, achou melhor que Augusto voltasse à ilha e pedisse a mão da Moreninha em casamento. Chegando próximo à ilha, viram a Moreninha cantando sobre a pedra, e ela ao vê-los ignorou-os. D.Ana foi recebê-los e o pai de Augusto explicou a situação se seu filho. Eles foram até a sala e de repente a Moreninha apareceu com seu vestido branco chamando a atenção de todos, foi então que o pai de Augusto fez o pedido diretamente a Moreninha, pois seu filho não tinha coragem o suficiente. A moça ficou assustada e disse que daria a resposta mas tarde na gruta mas D.Ana disse ao pai de Augusto que não se preocupasse, pois a resposta seria sim. Augusto, ansioso, foi até a gruta e chegando lá encontrou a Moreninha, os dois conversaram e ela perguntou se ele ainda amava a menina da praia. Ele disse que não pois seu amor pertencia somente a ela. Ela disse que não poderia se casar pois ele já estava comprometido com outra pessoa. Irritado, ao sair da gruta foi surpreendido quando ela lhe mostrou o breve verde. Augusto não agüentou a emoção e pegando o breve ajoelhou-se aos pés da Moreninha, começando a desenrolar o breve reconhecendo o seu camafeu. O pai de Augusto e D.Ana entraram na gruta e não entenderam o que estava acontecendo, acharam que os dois estavam malucos e Augusto dizia que encontrara sua mulher e a Moreninha por sua vez dizia que eles eram velhos conhecidos. Logo após Filipe, Leopoldo e Fabrício viram a alegria do novo casal, mas Filipe foi logo dizendo que já se passaram um mês, Augusto perdera a aposta e deveria escrever um romance. Augusto surpreende a todos dizendo que o romance já estava pronto e se intitulava A Moreninha. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Dividida em três partes, Lira dos Vinte Anos é um marco do chamado ultra-romantismo. A primeira parte é marcada pela idealização gigantesca da mulher e do amor, a presença constante da idéia da morte próxima e religiosidade. Como especificado no segundo prefácio, a primeira parte é mais Ariel e a segunda Caliban. Esta Segunda parte contém uma poesia mais sombria, povoada de cadáveres, mulheres (melhor dizer vultos) e festas boêmias, com até certo escárnio em alguns poemas; há também uma peça de teatro (Boêmios, ato único de uma comédia não escrita). Já a terceira parte mistura um pouco das duas anteriores, muito mais a da primeira que a da outra, com uma irregularidade típica do autor. A obra é toda marcada pela influência dos autores estrangeiros como Musset e Byron (este último e sua obra é presença constante nas poesias e epígrafes). Álvares de Azevedo é um dos vultos exponenciais do Romantismo. Embora tenha morrido aos vinte anos, produziu uma obra poética de alto nível, deixando registrada a sua incapacidade de adaptação ao mundo real e sua capacidade de elevar-se a outras esferas através do sonho e da fantasia para, por fim, refugiar-se na morte, certo de aí encontrar a paz tão almejada. Grande leitor, Álvares de Azevedo parace ter "devorado" tantos os clássicos como os românticos, por quem se viu irremediavelmente influenciado. Embebedendo-se na dúvida dos poetas da geração do mal du siècle, herdou deles o pendor do desregramento, para a vida boêmia e para o tédio. Contrabalança a influência de Byron com os devaneios de Musset, Hoffman e outros. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Este livro tem por temática central a formação do professor, é uma reflexão sobre a tarefa do educador como exercício permanente de auto-aprendizado, é uma síntese que demonstra sua maturidade, lucidez e vontade, com simplicidade de abordar questões fundamental para a formação dos educadores de forma objetiva, onde a prática deve ser em favor da autonomia dos alunos, uma vez que é mais simples formar que educar.
Sua linguagem é poética e política, calma e ao mesmo problematizadora, a serviço do pensar. Demonstra crença nos homens e nas mulheres e na educação autêntica como caminho para a justiça e a paz.
Chama os educadores para com a ética, crítica, competência científica e amorosidade ensinarem os educandos a serem mais. Devemos nos assumir como sujeitos éticos, e lutar por essa ética. Ética que deve combater a ética de mercado mundial, a baseada em lucros, este esta embutido no processo educativo. Para isso sugere que leve a política para as salas de aulas.
Para a prática docência, ele afirma que não há docência sem discência, pois quem forma se forma e re-forma. O ensino não depende exclusivamente do professor, assim como o aprendizado não é algo apenas do aluno. Quem ensina aprende ao ensinar que quem aprende ensina ao aprender. Assim, professor e aluno são participantes do mesmo processo da construção da aprendizagem. O educador deve desenvolver a si mesmo como pesquisador sujeito curioso, que busca o saber e o assimila de uma forma critica e orienta seus educandos a seguirem esta mesma linha metodológica de estudar e entender o mundo. Não há ensino sem pesquisa, nem pesquisa sem ensino. A esse pesquisar só ocorre quando o professor souber pensar, e duvidar de suas próprias certezas, cabe ao docente desenvolver em seus alunos o mesmo espírito.
Ensinar, aprender e pesquisar lidam com dois momentos: o em que se aprende o conhecimento já existente e o em que se trabalha a produção do conhecimento ainda não existente. Para ensinar exige-se respeito à autonomia do aluno.
Respeitar sua curiosidade faz parte de sua ética. É preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache repousado no saber em que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano. Para isso deve fazer de suas aulas momentos de liberdade para falar, debater, para isso é preciso gostar do que faz e quere bem seu aluno sentir prazer em vê-lo descobrir o conhecimento. Há uma discussão sobre a mudança de curiosidade ingênua pra uma curiosidade epistemológica, que diferem quanto a sua complexidade e ao rigor metódico.
Para Freire educar é construir, é libertar o ser humano das cadeiras do determinismo neoliberal, reconhecendo que a história e a um tempo de possibilidades. Ensinar é onde a identidade cultural atinge a dimensão individual, de conscientização e testemunho à vida. É toda troca entre aluno e professor.Educar é como viver,é respeitar e doaçpgar. Aprender e uma descoberta criadora, com abertura ao risco e a aventura do ser. Alfabetizar só se realiza quando se expulsa o opressor de dentro do oprimido, o libertar da culpa, precisa se ter um respeito mutuo entre a autoridade docente e a liberdade dos alunos. Assim, conseqüentemente, teorias e práticas não estariam separadas.
A educação com intervenção significa mudar a sociedade no campo da economia, relações humana, propriedades, direito ao trabalho, a terra a educação, a saúde.
A educação é ideológica, mas dialogante e atentiva, a pedagogia deve ser vigilante contra todas as práticas de desumanização. É necessário que o saber-fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitada ajudem a evitar a degradação humana e o discurso fatalismo da globalização.
Alguns fatores que auxiliam na resolução de problemas da pratica educativa:
• Rigorosidade metódica e q pesquisa;
• A ética e a estética;
• A competência profissional;
• O respeito pela identidade cultural;
• A rejeição de toda e qualquer forma de discriminação;
• A reflexão critica da pratica pedagógica;
• A corporeificação, o saber dialogar e escutar;
• O quere bem aos educandos;
• O ter liberdade e autoridade;
• O ter curiosidade;
• O ter consciência do inacabado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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