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Em Pau-Brasil, põe em prática as propostas do manifesto do mesmo nome. Na primeira parte do livro, "História do Brasil", Oswald recupera documentos da nossa literatura de informação, dando-lhe um vigor poético surpreendente. Na segunda parte de Pau-Brasil - "Poemas da colonização" -, o escritor revê alguns momentos de nossa época colonial. O que mais chama a atenção nesses poemas é o poder de síntese do autor. No Pau-Brasil há ainda a descrição da paisagem brasileira, de cenas do cotidiano, além de poemas metalingüísticos. (Oswald de Andrade - Pau-Brasil) O Verso livre, o tom de prosa, a simplicidade da linguagem e a extrema condensação, ou síntese, são os principais elementos de modernidade deste poema-metalinguístico, poesia sobre poesia. Ele sugere a idéia da poesia como ingenuidade, surpresa, e também imaginação, invenção, magia, liberdade, na medida em que é associada ao universo infantil: um universo sem fronteiras entre sonho e realidade, um universo poético, portanto, que pode ensinar ao adulto, talvez não exatamente a descoberta, mas a redescoberta da poesia. Pronominais Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da nação brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro (Oswald de Andrade - Pau-Brasil) Aqui, a valorização da linguagem coloquial, popular, próxima da vida, opõe a gramática, o professor e o mulato sabido ( ou seja, a escola, a regra, a norma, o pedantismo), ao bom negro e ao bom branco da Nação brasileira: nacionalismo e crítica ao "mestiço", que lembra Gregório de Matos. O Capoeira - Qué apanhá sordado? - O quê? - Qué apanhá? Pernas e cabeças na calçada (Oswald de Andrade - Pau-Brasil) A idéia de luta é sugerida apenas por um diálogo-relâmpago, tipicamente popular (note o texto escrito copia a oralidade) e pela metonímia (pernas e cabeças na calçada - a parte pelo todo), que ilustra o estilo teegráfico, extremamente sintético, de Oswald de Andrade. Segundo Antônio Cândido , Oswald foi o inaugurador, em nossa literatura, da transposição de técnicas de cinema - "montagem" de cenas, tentativa de descontinuidade para causar a impressão de "imagens simultâneas" - para o texto literário. Relicário No baile da corte Foi o conde d'Eu quem disse Pra Dona Benvinda Que farinha de Suruí Pinga de Parati Fumo de Baependi É comê bebê pitá e caí (Oswald de Andrade - Pau-Brasil) Este poema é representativo da proposta Pau-Brasil de poesia de exportação. Recontar momentos significativos da história da colonização do Brasil de maneira irônica, crítica, como na cena de Relicário . Nela, um personagem histórico, o Conde d'Eu, no baile da Corte, conversa com Dona Benvinda uma "conversa de cozinha": rítmica, folclórica, engraçada, surpreendente para o contexto do baile da Corte. Note que o relicário significa recinto ou lugar especial, próprio. Está na impropriedade, então, este contexto e tipo de conversa, a ironia e a blague (a piada) oswaldianas. Canção de Regresso à Pátria Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá Minha terra tem mais rosas E quase que mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que eu volte para lá Não permita Deus que eu morra Sem que eu volte para São Paulo Sem que eu veja a rua 15 E o progresso de São Paulo (Oswald de Andrade - Pau-Brasil) Esta é a primeira paródia modernista da Canção do Exílio de Gonçalves Dias, poeta romântico. Hino à nacionalidade, o poema original apresenta uma visão ufanista, idealizadora da pátria. Em sua paródia, Oswald de Andrade troca palmeiras por palmares, mostrando, assim, o nacionalismo crítico dos modernistas: minha terra tem opressão, escravidão, dominação e também lutas pela libertação. Palmares é o nome do mais famoso quilombo para onde fugiam os escravos. Há, também, uma referência clara, ao progresso de São Paulo - símbolo do desenvolvimento econômico do país - que se opõe à valorização da natureza presente no poema de Gonçalves Dias. Ao dizer que os passarinhos daqui, isto é, do estrangeiro, não cantam como os de lá - os do Brasil - Oswald relativiza o juízo de valor, a idéia da superioridade de nossa fauna e de nossa flora em relação à Europa, afirmando a diferença em oposição ao que se encontra em Gonçalves Dias. O verso E quase que mais amores acentua a relativização do patriotismo romântico a que nos referimos e, finalmente, a ausência de pontuação, especialmente em Ouro terra amor e rosas, acaba de configurar a modernidade da Canção de Regresso à Pátria: poema paródico que, aparentemente imitando o texto a partir do qual foi escrito, o que faz, na verdade, é inverter o seus sentidos através da sátira. A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos. O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça. Pau-Brasil. Wagner submerge ante os cordões de Botafogo. Bárbaro e nosso. A formação étnica rica. Riqueza vegetal. O minério. A cozinha. O vatapá, o ouro e a dança. Toda a história bandeirante e a história comercial do Brasil. O lado doutor, o lado citações, o lado autores conhecidos. Comovente. Rui Barbosa: uma cartola na Senegâmbia. Tudo revertendo em riqueza. A riqueza dos bailes e das frases feitas. Negras de Jockey. Odaliscas no Catumbi. Falar difícil. O lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportado e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos. O Império foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavião de penacho. A nunca exportação de poesia. A poesia anda oculta nos cipós maliciosos da sabedoria. Nas lianas da saudade universitária. Mas houve um estouro nos aprendimentos. Os homens que sabiam tudo se deformaram como borrachas sopradas. Rebentaram. A volta à especialização. Filósofos fazendo filosofia, críticos, critica, donas de casa tratando de cozinha. A Poesia para os poetas. Alegria dos que não sabem e descobrem. Tinha havido a inversão de tudo, a invasão de tudo : o teatro de tese e a luta no palco entre morais e imorais. A tese deve ser decidida em guerra de sociólogos, de homens de lei, gordos e dourados como Corpus Juris. Ágil o teatro, filho do saltimbanco. Agil e ilógico. Ágil o romance, nascido da invenção. Ágil a poesia. A poesia Pau-Brasil. Ágil e cândida. Como uma criança. Uma sugestão de Blaise Cendrars : - Tendes as locomotivas cheias, ides partir. Um negro gira a manivela do desvio rotativo em que estais. O menor descuido vos fará partir na direção oposta ao vosso destino. Contra o gabinetismo, a prática culta da vida. Engenheiros em vez de jurisconsultos, perdidos como chineses na genealogia das idéias. A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. A contribuição milionária de todos os erros. Como falamos. Como somos. Não há luta na terra de vocações acadêmicas. Há só fardas. Os futuristas e os outros. Uma única luta - a luta pelo caminho. Dividamos: Poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação. Houve um fenômeno de democratização estética nas cinco partes sábias do mundo. Instituíra-se o naturalismo. Copiar. Quadros de carneiros que não fosse lã mesmo, não prestava. A interpretação no dicionário oral das Escolas de Belas Artes queria dizer reproduzir igualzinho... Veio a pirogravura. As meninas de todos os lares ficaram artistas. Apareceu a máquina fotográfica. E com todas as prerrogativas do cabelo grande, da caspa e da misteriosa genialidade de olho virado - o artista fotógrafo. Na música, o piano invadiu as saletas nuas, de folhinha na parede. Todas as meninas ficaram pianistas. Surgiu o piano de manivela, o piano de patas. A pleyela. E a ironia eslava compôs para a pleyela. Stravinski. A estatuária andou atrás. As procissões saíram novinhas das fábricas. Só não se inventou uma máquina de fazer versos - já havia o poeta parnasiano. Ora, a revolução indicou apenas que a arte voltava para as elites. E as elites começaram desmanchando. Duas fases: 10) a deformação através do impressionismo, a fragmentação, o caos voluntário. De Cézanne e Malarmé, Rodin e Debussy até agora. 20) o lirismo, a apresentação no templo, os materiais, a inocência construtiva. O Brasil profiteur. O Brasil doutor. E a coincidência da primeira construção brasileira no movimento de reconstrução geral. Poesia Pau-Brasil. Como a época é miraculosa, as leis nasceram do próprio rotamento dinâmico dos fatores destrutivos. A síntese O equilíbrio O acabamento de carrosserie A invenção A surpresa Uma nova perspectiva Uma nova escala. Qualquer esforço natural nesse sentido será bom. Poesia Pau-Brasil O trabalho contra o detalhe naturalista - pela síntese; contra a morbidez romântica - pelo equilíbrio geômetra e pelo acabamento técnico; contra a cópia, pela invenção e pela surpresa. Uma nova perspectiva. A outra, a de Paolo Ucello criou o naturalismo de apogeu. Era uma ilusão ética. Os objetos distantes não diminuíam. Era uma lei de aparência. Ora, o momento é de reação à aparência. Reação à cópia. Substituir a perspectiva visual e naturalista por uma perspectiva de outra ordem: sentimental, intelectual, irônica, ingênua. Uma nova escala: A outra, a de um mundo proporcionado e catalogado com letras nos livros, crianças nos colos. O redame produzindo letras maiores que torres. E as novas formas da indústria, da viação, da aviação. Postes. Gasômetros Rails. Laboratórios e oficinas técnicas. Vozes e tics de fios e ondas e fulgurações. Estrelas familiarizadas com negativos fotográficos. O correspondente da surpresa física em arte. A reação contra o assunto invasor, diverso da finalidade. A peça de tese era um arranjo monstruoso. O romance de idéias, uma mistura. O quadro histórico, uma aberração. A escultura eloquente, um pavor sem sentido. Nossa época anuncia a volta ao sentido puro. Um quadro são linhas e cores. A estatuária são volumes sob a luz. A Poesia Pau-Brasil é uma sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal. No jornal anda todo o presente. Nenhuma fórmula para a contemporânea expressão do mundo. Ver com olhos livres. Temos a base dupla e presente - a floresta e a escola. A raça crédula e dualista e a geometria, a algebra e a química logo depois da mamadeira e do chá de erva-doce. Um misto de "dorme nenê que o bicho vem pegá" e de equações. Uma visão que bata nos cilindros dos moinhos, nas turbinas elétricas; nas usinas produtoras, nas questões cambiais, sem perder de vista o Museu Nacional. Pau-Brasil. Obuses de elevadores, cubos de arranha-céus e a sábia preguiça solar. A reza. O Carnaval. A energia íntima. O sabiá. A hospitalidade um pouco sensual, amorosa. A saudade dos pajés e os campos de aviação militar. Pau-Brasil. O trabalho da geração futurista foi ciclópico. Acertar o relógio império da literatura nacional. Realizada essa etapa, o problema é outro. Ser regional e puro em sua época. O estado de inocência substituindo o estada de graça que pode ser uma atitude do espírito. O contrapeso da originalidade nativa para inutilizar a adesão acadêmica. A reação contra todas as indigestões de sabedoria. O melhor de nossa tradição lírica. O melhor de nossa demonstração moderna. Apenas brasileiros de nossa época. O necessário de química, de mecânica, de economia e de balística. Tudo digerido. Sem meeting cultural. Práticos. Experimentais. Poetas. Sem reminiscências livrescas. Sem comparações de apoio. Sem pesquisa etimológica. Sem ontologia. Bárbaros, crédulos, pitorescos e meigos. Leitores de jornais. Pau-Brasil. A floresta e a escola. O Museu Nacional. A cozinha, o minério e a dança. A vegetação. Pau-Brasil. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A obra "Um Assassinato, um Mistério e um Casamento", do escritor americano Mark Twain, que foi descoberta por um advogado em 1995, depois de ter ficado durante 50 anos no anonimato em uma biblioteca dos Estados Unidos, chega agora ao Brasil em livro lançado pela editora Objetiva. Os originais de "Um Assassinato...", escrito em 1876, foi arrematado em um leilão, em 1945, por dois homens que foram impedidos pelos herdeiros do escritor de publicar a história. Com isso, a obra ficou guardada na biblioteca pública da Universidade de Búfalo até 1995, quando o advogado Patrick E. Martin a encontrou enquanto fazia uma pesquisa sobre o acervo do escritor. O livro foi publicado nos Estados Unidos em junho passado pela revista "Atlantic Monthly". Twain havia feito um acordo com a revista, há 125 anos, para a publicação da obra como parte de um projeto. No projeto, Twain queria que diversos outros escritores criassem a sua própria versão da trama, e as versões só ficariam conhecidas quando fossem publicadas pela revista. Mas desse projeto, somente o livro do próprio Twain chegou a ser escrito. "Um Assassinato..." conta a história de John Cray, um fazendeiro de 55 anos que desiste de melhorar de vida às custas de seu próprio trabalho e resolve procurar uma mulher rica para se casar. A chegada de um novo morador ao seu vilarejo desencadeia uma série de acontecimentos de desfechos inusitados. Mark Twain nasceu na Flórida, em 1835, e foi autor de obras consagradas como "As Aventuras de Tom Sawyer", "O Príncipe e o Mendigo" e "Huckleberry Finn". Ele morreu em 1910, em Connecticut.
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Provavelmente uma reação ao Jeca-Tatu de Monteiro Lobato, como aponta Paulo Rónai, é um poemeto sertanista de comunicabilidade fácil e vigorosa, o que justifica sua popularidade de permanência (?). Publicado em 1917, conheceu até hoje numerosas edições. O entrecho resume-se no seguinte: Juca Mulato era o caboclo feliz até o dia em que deitou o olhar na filha da patroa. Imerso agora num irreprimível sofrimento, procura num curandeiro o lenitivo. Em vão. Acreditando que só na fuga encontraria o esquecimento, abraça-se à terra em despedida , e ouve da alma das coisas uma imprecação contra seu gesto extremista. Apaziguado, recobra o alento e volta ao mundo a que realmente pertence. Aqui o final do poemeto: E mulato parou Do alto daquela serra, Cismando , o seu olhar era vago e tristonho: "Se minha alma surgiu para a glória do sonho, o meu braço nasceu para a faina da terra." Reviu o cafezal, as plantas alinhadas, Todo o heróico labor que se agita na empreita, Palpitou na esperança imensa das floradas, Pressentiu a fartura enorme da colheita... Consolou-se depois:" O Senhor jamais erra... Vai! Esquece a emoção que na alma tumultua, Juca Mulato! Volta outra vez para a terra, Procura o teu amor numa alma irmã da tua, Esquece calmo e forte.

O destino que impera Um recíproco amor às almas todas deu. Em vez de desejar o olhar , que te espreita e te espera, Que há por certo um olhar que espera pelo teu... O "Juca Mulato"- "gênio triste da nossa raça", como foi apelidado na época , constituiu-se numa unanimidade nacional. Identíficava-se na obra "conformidade com o meio, perfeita radicação no solo pátrio", dentro do propósito de que "a arte brasileira, isto é , girar na ambiência física e moral da nossa terra e do nosso povo", conforme anotou Tristão de Ataíde, referindo-se ao poemeto. No seu discurso da 2ª noite da Semana de 1922, Menotti clamava por "uma arte genuinamente brasileira". E acrescentava: "Hoje que , em Rio Preto, o "cow-boy" nacional reproduz , no seu cavalo chita, e epopéia eqüestre dos Rolandos furibundos; que o industrial de visão aquilina amontoa milhões mais vistosos que os de Creso; que Edu Chaves reproduz com audácia paulista o sonho de Ícaro, porque não atualizarmos nossa arte", cantando essas Ilíadas brasileiras?" veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Juiz de Paz da Roça é uma peça teatral que se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José.
Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Amor de Salvação é uma novela passional, considerada pela crítica uma das obras mais bem acabada do autor. A história relata lembranças que são contadas ao narrador pelo protagonista, em uma noite de Natal, após um reencontro entre os dois que não se viam há quase doze anos. Afonso e Teodora foram prometidos um ao outro, por suas mães que eram amigas desde os tempos em que estudavam num convento. Após a morte da mãe, Teodora vai para um convento e tem como tutor seu tio, pai de Eleutério Romão. Teodora e Afonso estão sempre em contato aguardando o tempo certo para casarem. Afonso resolve estudar fora por dois anos. Teodora influenciada pela amiga Libana quer casar-se o mais rápido possível. A mãe de Afonso, D. Eulália, pede-lhe para aguardar. Mas com a saída de Libana do convento Teodora se desespera e resolve casar-se com seu primo, Eleutério, para libertar-se das grades do convento. Eleutério era o oposto a beleza de Teodora, era rude e vestia-se de forma hilariante. Apesar da grande tentativa de seu tio, o padre Hilário, em ensinar-lhe a ler, nada conseguiu. Vencido pela incapacidade de seu sobrinho, Padre Hilário desistiu afirmando que somente através de uma fresta no cérebro, aberta a machado, seria possível tal façanha. Teodora viveu em pompas, trajes de sedas, cavalos, bailes, etc., mas nunca esquecera Afonso, enviava-lhe cartas de amor mas nunca obtivera resposta. Afonso sofreu muito com a notícia do casamento de Teodora, pediu a mãe permissão para se ausentar de Portugal. Contava sempre com o apoio e o consolo das cartas de sua mãe e sua prima Mafalda, que o amava pacientemente. Após anos de amargura, sofrimento e luta contendo-se diante das cartas de Teodora, para não fugir aos ensinamentos religiosos aos quais sua mãe o educou, foi fulminado pela influencia do amigo José de Noronha que o incentivou a escrever à Teodora. Relutou mas não conseguiu. A tal carta foi cair nas mãos de Eleutério, leu mas nada entendeu. Pediu então a um amigo ajuda para interpretá-la. A carta acabou sendo rasgada por Fernão de Teive, dando a desculpa de serem grandes sandices, após junto com sua filha Mafalda, reconhecer as intenções do remetente, seu sobrinho Afonso de Teive. Não conformado Afonso parte ao encontro de Teodora. Eleutério quando os encontra juntos, pede-lhes explicações. Teodora responde-lhe que é uma mulher livre a partir daquele momento, e vai viver com Afonso. Passam momentos, ilusoriamente, felizes. Afonso abandona até a sua própria mãe para viver ardentemente esta paixão que sempre o consumiu. Sua mãe sempre afetuosa, apesar da grande tristeza, sustenta a vida luxuosa que Afonso tem ao lado de Teodora . Afonso quando fica sabendo da morte de sua mãe, através de carta escrita por Mafalda, se desespera. Teodora tenta consolá-lo, mas ele sente em suas palavras ironia e sente nojo de tamanho fingimento. Procura isolar-se de Teodora e dos amigos. Durante este período, Tranqueira, velho criado da família, alerta-o sobre as intenções do amigo José de Noronha por Teodora. No início se revolta contra o criado, mas acaba escutando-o e passa a observá-los. Encontra umas cartas que confirmam as suspeitas. Certo dia os pega juntinhos com gestos de muita familiaridade. Aborrece-se pede para que Noronha saia de sua casa. Teodora dissimulada como sempre, tenta enganá-lo, mas ele atira-lhe as cartas. Teodora desmaia enquanto Tranqueira derruba Noronha na cisterna para vingar seu patrão. Afonso passa alguns dias fora de casa, quando retorna encontra uma carta de Toedora informando os pertences que havia levado consigo. Apesar de traído sente saudade da encantadora Teodora. Vende tudo e parte para Paris atrás de um amor que o salve. Gasta tudo o que tem. Por fim, pede ao seu tio Fernão para comprar-lhe a casa onde viveram seus pais e avós, pois não queria ofender a memória de sua mãe que o havia pedido, em carta antes morrer que não a vendesse. Mafalda com seu coração generoso e cheio de amor pelo primo, pede a seu pai que o atenda, e este assim o faz mas, com a condição de que a casa continuaria sendo de Afonso. Afonso afunda-se cada vez mais em seus vícios e extravagâncias a ponto de querer suicidar-se. Tranqueira, que nunca o abandonou, percebeu sua intenção e disse-lhe severas palavras que o livraram de tamanha loucura. Mudou de vida, passou a trabalhar e a estudar com apoio de seu criado. Fernão de Teive adoece, e prestes a morrer pede ao padre Joaquim que vá a Paris entregar a Afonso, os documentos de propriedade da casa a qual comprara, apenas com intuito de ajudar o sobrinho. Após a morte de Fernão, Mafalda sentindo-se sozinha, resolve viajar com o padre Joaquim para Paris com a objetivo de juntar-se as irmãs de caridade. Quando o padre Joaquim encontra Afonso e conta-lhe da morte do tio, este chora e corre ao encontro da prima que ficara em uma hospedaria. Mafalda conta ao primo sua decisão, mas padre Joaquim pede-lhes, pelo amor de Deus, que ao invés disso, casem-se. Afonso aceitou de imediato e agradeceu à Deus por ter ouvido os pedidos de suas mães. Afonso e Mafalda voltaram para sua cidade, casaram-se, tiveram oito filhos e foram muito felizes. Apesar do título “Amor de Salvação” a novela relata em quase toda sua extensão, um “amor de perdição” entre Afonso de Teive e Teodora Palmira. Ao “amor de salvação”, Mafalda, são dedicadas somente as ultimas páginas do romance. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Angústia é um relato aflito das frustrações de Luís da Silva, personagem central. Este é um funcionário público que trabalha na diretoria da fazenda escrevendo artigos por encomenda. Jornalista e com pretensões literária. Faz constantes alusões a sua infância - relata várias histórias desse tempo por todo o decorrer do livro. Seu avô, o velho Trajano, chegou a ter poder e escravos. Seu pai, Camilo Pereira da Silva, pegou os negócios na fazenda quando iam mal. Aos catorze anos perde o pai. "Desejava em vão sentir a morte de meu pai. Tudo aquilo era desagradável. [...] Que iria fazer por aí à toa, miúdo, tão miúdo que ninguém me via?". Vai para a cidade, onde passou fome até se estabelecer com emprego. Sempre foi muito isolado. "Eu ia jogar pião, sozinho, ou empinar papagaio. Sempre brinquei só." Passa horas no café, conversando com Moisés, judeu com ideias comunistas, mas não presta atenção. Pensa nas suas dívidas e prestações. Vive agitado, antigas imagens o perseguem, não consegue trabalhar, em tudo vê Julião Tavares e Marina. Esse é seu estado atual. A cerca de um ano, quando os negócios iam tranqüilos e equilibrados, avista pela primeira vez uma nova vizinha: Marina. Moça nova e bonita. Fica a observá-la até travar uma amizade que evolui para namoro. Se encontravam no quintal da casa. Marina gostava de luxo, admirava D. Mercedes: "uma espanhola madura da vizinhança, amigada em segredo com uma personagem oficial que lhe entra em casa alta noite." D. Adélia, mãe de Marina, pede a Luís que arranjasse um emprego para a filha. Marina não se interessa por tal.

Lia romances fúteis e falava frivolidades. Como ela não permitia maiores intimidades e Luís da Silva gostava muito dela; ficaram noivos. Em uma festa no Instituto Histórico, Luís da Silva conhece a figura de Julião Tavares. Sujeito gordo, vermelho, risonho, patriota, falador e escrevedor. Católico e reacionário. Defensor de um governo forte. E Julião Tavares "dias depois fez-me uma visita. Em seguida familiarizou-se. Era Luís para aqui, Luís para alí, elogios na tábua da venta, só com o fim de receber outros. Não tenho jeito para isso. Duas, três horas de chateação, que me deixavam enervado, besta, roenda as unhas." Luís da Silva gasta muito dinheiro com os arranjos para o casamento. Compra roupas que Marina recebe com desdém. Comprou um anel que ela nem chegou a usar. Até que "ao chegar à Rua do Macena recebi um choque tremendo. Foi a decepção maior que já experimentei. À janela da minha casa, caído para fora, vermelho, papudo, Julião Tavares pregava os olhos em Marina, que, da casa vizinha, se derretia para ele, tão embebida que não percebeu a minha chegada." Seguem-se discussões até que Luís da Silva para de falar com Marina e esta começa a namorar com Julião Tavares. "Se eu não tivesse cataratas no entendimento, teria percebido logo que ela estava com a cabeça virada. Virada para um sujeito que podia pagar-lhe camisas de seda, meias de seda." Ele espreitava os dois e começava a ter alucinações e devaneios. Apesar de tudo, Luís da Silva ainda nutria esperança que Marina fosse sua: "Se Marina voltasse... Porque não? Se voltasse esquecida inteiramente de Julião Tavares, seríamos felizes." Mas ela não volte e ao espiar os sons de Marina ao banheiro (sendo o seu banheiro colado com o da casa vizinha) descobre que ela se encontrava grávida. Marina procura os serviços de d. Albertina, parteira diplomada, para abortar a criança. Luís a havia seguido e quando ela sai aborda-a e vocifera palavrões. Marina não tem coragem de reagir. O romance prossegue em um ritmo rápido, com a raiva que Luís da Silva tinha por Julião Tavares crescendo exponencialmente. Ele descobre que Julião Tavares tinha feito nova conquista e o segue até Bebedouro, local da casa desta nova "vítima". Quando Tavares voltava para casa, após várias considerações e pensamentos difusos, Luís da Silva acaba estrangulando-o com uma corda. Atordoado e com medo, Luís da Silva volta para casa e é tomado por uma forte febre que produz alucinações, imagens e lembranças que o perturbam. A narrativa do livro tem início quando ele desperta do torpor. Ele agora é um homem destruído e sujo. Angústia é um livro forte, e com uma narrativa psicológica densa. É no entender de Sergius Gonzaga "um dos romances mais amargos da literatura brasileira veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É a peça de teatro de Álvares e Azevedo, passada em dois atos. No primeiro ato o jovem estudante Macário chega numa taverna para passar a noite e começa a conversar com um estranho. O estranho revela ser Satã e leva-lhe a uma cidade (possivelmente São Paulo, não fica claro, mas a referência está lá) de devassidão, povoada por prostitutas e estudantes, onde Macário tem uma alucinação envolvendo sua mãe. Macário então acorda na pensão e a atendente reclama que ele dormiu comendo. Ele acha que foi tudo um sonho, mas ambos vêem pegadas de pés de cabra queimadas no chão. O segundo ato, passado na Itália, acentua a confusão: Macário e outros estudantes aparecem em cena, confusos, deprimidos e em busca do amor puro e virginal. Seu amigo Penseroso acaba matando-se por amor enquanto Macário está bêbado. A peça acaba com Macário sendo levado por Satã a uma orgia em um bar, algo reminescente de Noite na Taverna. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Canaã conta a história de Milkau e Lentz, dois jovens imigrantes alemães que se estabelecem em Porto do Cachoeiro, ES. Amigos e antagônicos ao mesmo tempo, Milkau é a integração e a paz, admirando o Novo Mundo, Lentz é a conquista e a guerra, pensando no dia que a Alemanha invadirá e conquistará aquela terra. Ainda assim, ambos se unem e trabalham juntos na terra e prosperam. Mais tarde aparece Maria, filha de imigrantes pobres, que é abandonada ao léu quando morre seu protetor e lhe abandona o amante, que pensava ser seu futuro marido. Vagando, tomada como louca e prostituta, é rejeitada até na igreja antes de ser salva por Milkau, quem conheceu uma vez em uma festa e vai morar numa fazenda. Lá continua a ser maltratada até que um dia seu filho é morto por porcos e ela é acusada de infanticídio. Na cadeia Milkau passa a visitá-la enquanto ela é repudiada pela cidade inteira. Por fim a salva com uma fuga no meio da noite. A história em si é apenas pano de fundo para as discussões ideológicas entre Milkau e Lentz, somando-se a isto retratos da imigração alemã e da corrupta administração brasileira da época (notavelmente no capítulo VI). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ENREDO
A peça passa-se na roça e aborda com humor o jeito particular de ser da gente roceira do Brasil do século XIX, focando as cenas em torno de uma família da roça e do cotidiano de um juiz de paz neste ambiente e explorando uma série de situações em que transbordam a simplicidade e inocência daquelas pessoas.
Na comédia, o juiz de paz é um pequeno corrupto que usa a autoridade e inteligência para lidar com (e suportar) a absurda inocência dos roceiros, que lhe trazem os mais cômicos casos. O escrivão aparece como servo mais próximo do juiz e viabiliza suas ordens; no entanto, não é intencionalmente corrupto e chega a surpreender-se com algumas decisões de seu superior. A família de Manoel João (incluindo o negro Agostinho) mais José da Fonseca formam o núcleo mais importante da peça. Os outros personagens são roceiros que servem para apresentar ao juiz de paz as esdrúxulas situações que ele deve resolver.
Os personagens da peça, como os apresenta Martins Pena, são:
Juiz de paz
Escrivão do juiz (de paz)
Manuel João, lavrador (guarda nacional).
Maria Rosa, sua mulher
Aninha, sua filha
José (da Fonseca), amante de Aninha.
Lavradores:
Inácio José
José da Silva
Francisco Antônio
Manuel André
Sampaio
Tomás
Josefa (Joaquina)
Gregório
(negros), amante de Aninha.
[editar]Fragmentos

Os seguintes fragmentos ilustram passagens da comédia e a natureza de alguns personagens.
[editar]Cena VI
Entra Manuel João com uma enxada no ombro, vestido de calças de ganga (tecido grosseiro de algodão) azul, com uma das pernas arregaçada, japona de baeta (tecido felpudo de lã) azul e descalço. Acompanha-o um negro com um cesto na cabeça e uma enxada no ombro, vestido de camisa e calça de algodão.
Aninha - Abença, meu pai.
Manuel João - Adeus, rapariga. Aonde está tua mãe?
Aninha - Está lá dentro preparando a jacuba (bebida preparada com agua, farinha e açúcar).
Manuel João - Vai dizer que traga, pois estou com muito calor. (Aninha sai. M. João, para o negro:) Olá, Agostinho, leva estas enxadas lá para dentro e vai botar este café no sol. (O preto sai. Manuel João senta-se.) Estou que não posso comigo; tenho trabalhado como um burro!
[editar]Cena IX
Sala em casa do Juiz de Paz. Mesa no meio com papéis; cadeiras. Entra o Juiz de Paz vestido de calça branca, rodaque (casaco) de riscado, chinelas verdes e sem gravata.
Juiz - Vamo-nos preparando para dar audiência. (Arranja os papéis.) O escrivão já tarda; sem dúvida está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai-me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente. (Batem à porta.) Quem é? Pode entrar. (Entra um preto com um cacho de bananas e uma carta, que entrega ao Juiz. Juiz, lendo a carta:) "Ilmo. Sr. - Muito me alegro de dizer a V. Sa. que a minha ao fazer desta é boa, e que a mesma desejo para V. Sa. pelos circunlóquios com que lhe venero." (Deixando de ler:) Circunlóquios...... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (Lendo:) Tomo a liberdade de mandar a V. Sa. um cacho de bananas-maçãs para V. Sa. comer com a sua boca e dar também a comer à Sra. Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sa. há de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmo. Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sa. fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa Ova serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser - Manuel André de Sapiruruca." Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (Sai o negro.) O certo é que é bem bom ser Juiz de Paz cá pela roça. De vez em quando temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc. (Batem à porta.) Quem és?
Escrivão, dentro - Sou eu.
Juiz - Ah, é o escrivão. Pode entrar. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Gaúcho narra em terceira pessoa a história de um menino, Manuel Canho, que admira muito a seu pai, grande conhecedor de cavalos, que é assassinado. O filho nunca o esquece. Odeia o padrasto e, após a morte desse, busca vingar o assassinato do pai. Na execução deste projeto de vingança o gaúcho Manuel Canho vive peripécias ligadas à Guerra dos Farrapos, mais particularmente a Bento Gonçalves. Depois de vingado, Manuel apaixona-se por Catita. Durante uma viagem de Manuel, a moça deixa-se envolver por outro homem, mas, quando Manuel regressa, Catita arroja-se a seus pés, protestando-lhe o amor. Manuel afasta-se no seu cavalo, mas a moça lança-se à garupa e o livro termina com os dois cavalgando pelo pampa infinito, numa louca carreira, em meio a uma paisagem apoteótica de céu encoberto, relâmpagos cortando e ventos zunindo. No capítulo II do livro I podemos contemplar a paisagem do sul do Brasil: O gaúcho a cavalo correndo pelos pampas. Este romance, publicado em 1870, foi o primeiro da série com qual Alencar tentou um "retrato do Brasil", focalizando ambientes brasileiros afastados do bulício da corte, outras obras de Alencar regionalista são: O tronco do Ipê (interior fluminense 1871), Til (interior paulista - 1872) e o sertanejo (interior do nordeste - 1875). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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