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"- Seu merda. Olhe aqui, seu pedaço de merda. E fui empurrando-o, e ele nas pontas dos pés, e eu sentindo que ele estava tremendo. E fui empurrando e dizendo para ele que ele era um pedaço de merda. E eu querendo falar mais coisas, mas não achando. E chegamos na porta que dava para a sala do senhor Mário. Então eu o suspendi pelo paletó e o joguei contra a porta. Ela deu um estalo, abriu e rodou batendo contra a parede. E caíram pelo chão pedaços de ferro do trinco que quebrou, e vidros, da parte de cima que não era de madeira." (Um Romance Rodoviário). Cid Ottoni Bylaardt, professor do Pré-Vestibular Pitágoras Ao final da narrativa de Jorge, um brasileiro, o protagonista-narrador declara: E digo para você que não gosto mais nem de me lembrar dessas coisas, e só me lembro mesmo, quando alguém chega e a gente fica batendo papo. Porque, você sabe, a gente não consegue ficar conversando muito tempo, sem no fim contar do que a gente já fez, ou do que a gente já foi. Jorge narra suas aventuras como se estivesse batendo papo, o que pressupõe um interlocutor, que é colocado na escuta desde a primeira frase do romance: Você sabe como é.

No decorrer dos acontecimentos, a todo momento o leitor é lembrado disso: E vou dizer para você... como eu disse para você... ... e você sabe como é... e digo para você... Pois é, meu amigo... Está entendendo? A narrativa, portanto, pretende se basear na oralidade, que não favorece a sutileza e a complexidade. Ao contrário, a estrutura desse romance rodoviário não comporta divisões em capítulos, o texto é corrido, o ritmo é contínuo; a linguagem é simples, coloquial, a narrativa tem uma forma consecutiva e progressiva, encadeada por articuladores que indicam sucessividade, com predominância da conjunção e: E ela se sentou na minha frente e cruzou as pernas. E ficou falando comigo e perguntando como tinha sido tudo. E eu com aquele cansaço e sem querer falar nada, mas só querendo ficar quieto e sentindo o corpo como se estivesse com sono. A aventura principal é a procura de Jorge, o sentido que dá à vida, como na busca dos heróis das histórias romanescas da tradição medieval. De acordo com o ensaísta Walter Benjamin, entre as narrativas escritas, as melhores são as que menos se distinguem das histórias orais contadas pelos inúmeros narradores anônimos . E Jorge, um brasileiro é uma história oral de um viajante que tem muito que contar, e a recepção é feita mais por um ouvinte do que por um leitor. Jorge narra suas aventuras baseado em suas próprias experiências, na vivência do dia a dia das estradas por onde rodou. As aventuras são os elementos propulsores da história romanesca narrada por Jorge, entre as quais se distingue a aventura principal e várias outras aventuras menores. A aventura principal é a procura de Jorge, o sentido que dá à vida, como na busca dos heróis das histórias romanescas da tradição medieval. O plano narrativo mais recente é o momento em que Jorge entra na casa do senhor Mário, e conversa com sua esposa, dona Helena. Ele acabou de retornar da viagem, com seis dias de atraso em relação ao que sua missão prescrevia, e dirigiu-se à casa do patrão. Entre o momento em que ele permanece na sala com dona Helena e o momento do beijo e sua retirada, desdobram-se os outros planos narrativos, em camadas. A aventura principal começa em Belo Horizonte, quando o protagonista recebe a missão de buscar oito carretas carregadas com trinta toneladas de milho cada uma que estavam em Caratinga sem poder seguir viagem porque a chuva havia danificado as estradas, e havia uma barreira na saída da cidade com policiais impedindo que os motoristas seguissem viagem. O prazo para as carretas estarem em Belo Horizonte era de uma semana. O herói não tinha como recusar a missão. Define-se aí o antagonista: a chuva, e tudo o que ela provocava (barreiras, pontes caídas, danos aos caminhões) de adverso à consecução do objetivo traçado para o protagonista. A jornada perigosa é antecedida de preparativos. Jorge retira o dinheiro necessário do cofre, sob protestos do contador, pequeno inimigo que faz Jorge assinar um recibo contendo o valor e uma ressalva de que o dinheiro tinha sido apanhado sem que ele tivesse sido notificado para que fim se destinava. Em seguida, organizou o serviço na garagem dos concreteiros, para que nada desse errado em sua ausência. Antes de ir para a rodoviária, encontra-se com Sandra, que é a moça com quem ele vinha saindo, e há o rompimento, como a cortar as ligações do herói com a cidade natal, e desimpedi-lo para que ele pudesse cumprir seu destino. A determinação de Jorge no momento da partida é firme: ele afirmava para si mesmo que iria trazer os caminhões para Belo Horizonte no prazo certo, nem que tivesse que puxar um por um no ombro. A primeira etapa da jornada foi de ônibus, que sofreu um acidente perto de Coronel Fabriciano. A narrativa é entremeada de lembranças da Sandra, do senhor Mário, da amante do senhor Mário. A viagem segue por trem até Governador Valadares, e a narrativa se alterna com lembranças e reflexões. Durante a viagem de trem, a primeira aventura secundária se intromete na narrativa: o comboio de cinco caminhões que Jorge comandou para levar material para um hotel que estava sendo construído bem no meio da ilha do Bananal, servido por uma estrada completamente deserta. Ao chegarem ao local, acharam um antigo companheiro, o Fefeu, que tinha sido preso por roubo. A presença do Fefeu abre mais uma camada narrativa anterior à do episódio do Bananal. Conversa puxa conversa, e o narrador explica como o Fefeu, na época da construção de Brasília, havia liderado um lock out de caminhoneiros para receberem pagamentos atrasados. A narrativa retorna ao caso do Bananal, e descobre-se que o Fefeu havia sido preso por ter sido obrigado a roubar uma correia de ventilador para o seu caminhão, que havia quebrado. O zelador não concordou de maneira alguma em ceder uma para ele, ele tentou tirar e o zelador chamou um soldado e o prendeu. A aventura principal reaparece, o personagem chega a Governador Valadares, onde ele resolve procurar o Altair, antigo companheiro da época em que Jorge havia trabalhado na Rio-Bahia. Altair agora é dono de uma próspera oficina, e está casado e com dois filhos. Altair o recebe efusivamente, o convida para jantar e, conversa vai, conversa vem, intromete-se na narrativa principal a aventura secundária da Rio-Bahia, com destaque para as visitas que eles faziam à casa das prostitutas. Para as visitas, era necessário dinheiro, o que faz Jorge lembrar-se dos lugares onde havia muito atraso de pagamento, deslocando a conversa para um plano mais remoto, a época em que ele havia trabalhado na Brasília-Acre. Lá havia atraso de pagamento, mas a Companhia era boa, fornecia até óleo e gasolina para os caminhões. e, após 46 dias, o senhor Mário apareceu lá com um caminhão que tinha ido para o conserto. O narrador fala da satisfação que ele tinha em trabalhar para o senhor Mário, que trazia até presentes - cervejas e camisas - para os empregados. Faz parte desse plano narrativo o acidente com o Jocimar, que avariou um caminhão. Após transitar pela Brasília-Acre, a narrativa volta para a Rio-Bahia, com o caso do Altair com a dona Olga. O Altair, segundo o narrador, era o maior namorador da Rio-Bahia, e cismou de ficar com a dona da casa de prostituição, a dona Olga. Quando ele a conquistou, ele é que parecia o dono da casa: fazia as contas, recebia o dinheiro, organizava tudo. Terminado o affair dona Olga, a narração retorna à aventura principal, que se encontra em Governador Valadares. Altair consegue para Jorge uma carona num caminhão que ia para Caratinga, onde estavam as carretas carregadas de milho. Durante a viagem no caminhão, vem novamente a lembrança dos tempos na Rio-Bahia, e o narrador conta como ele desmobilizou a equipe ao final da obra, e como teve duas rodas de um caminhão roubadas ali mesmo em Governador Valadares. Afinal, o dono do posto onde os caminhões deviam estar sendo vigiados acabou providenciando novas rodas e pneus para que Jorge pudesse seguir viagem para Belo Horizonte com seus nove caminhões desmobilizados. A narrativa regressa à viagem principal e chega a Caratinga. Iniciam-se os preparativos para a luta crucial, que deve começar. Os caminhões são vistoriados, os defeitos são reparados. Jorge volta a Governador Valadares para ver a possibilidade de embarcar a mercadoria por estrada de ferro. Diante da negativa do chefe da estação, Jorge verificou a viabilidade de passar por uma estrada alternativa, e foi desaconselhado por uma pessoa que tinha feito o percurso havia pouco tempo. Como aos bobos e bufões das histórias romanescas, a narrativa consente ao Oliveira o apelo à realidade que contraria o cumprimento da missão. Jorge resolve ir assim mesmo, e reúne seu pessoal para dar instruções e explicar como eles iam chegar a Ipatinga. O Oliveira manifesta seu medo nesse momento, o momento do perigo, prefere recuar quando prosseguir é difícil. Como aos bobos e bufões das histórias romanescas, a narrativa consente ao Oliveira o apelo à realidade que contraria o cumprimento da missão. O perigo é real, mas o Oliveira é considerado um fraco, a quem não se deve dar ouvidos. Na saída do comboio, o herói comete um erro na passagem de marcha, na presença de um outro motorista. Aquilo estraga o dia de Jorge. E funciona como um presságio. Outro presságio foi o quase atropelamento de uma criança. O acontecimento enseja o abandono da aventura principal para o narrador contar o caso de um atropelamento em que ele havia matado um homem e fugido em Brasília. Dois erros e uma transgressão na partida da luta maior. O narrador reflete que uma jornada trabalhosa deve apresentar as dificuldades logo de início, para não deixar o empreendedor acomodado: Tem coisa difícil que você começa, que já no começo dá trabalho, e você então já começa com disposição para ir até o fim. E tem coisa difícil que começa sem trabalho, e aí seu corpo se acostuma, e você fica torcendo para a coisa não apertar, e quando aperta, você está mole e então reclama. e foi desse modo naquela estrada depois de Inhapim. As dificuldades começaram então a se apresentar. A estrada estreita e lamacenta fazia o motorista ter de descer a todo momento para ver se dava passagem, ou alguém tinha de ir à frente nas curvas para sinalizar se algum carro viesse em sentido contrário. Num determinado local, um carro carregado de carvão atrapalhava a estrada, com problema no motor de arranque. Teve de ser empurrado. Quando havia água na estrada, eles tinham que descer e marcar o lugar da estrada depois de um exame do local com os pés. Já noite, a carreta de Jorge prendeu num barranco, e tiveram que pernoitar ali. O dia seguinte quase todo foi gasto com o corte do barranco para as carretas passarem. O narrador começa a se preocupar com o cumprimento do prazo, e principia a admitir que a sua procura pode não dar resultado: Olhei para a estrada estreita e enlameada e, e pensei que a gente tinha levado um dia para passar uma curva, e que faltavam cinco dias para a tal inauguração, e eu não estava com certeza se chegaríamos a tempo. E digo que tem hora que dá vontade de você se convencer que, às vezes, por mais força que você faça, as coisas podem não acontecer como você quer. Em seguida um mata-burro exigiu reforço, o caminhão de Jorge atolou na saída de Bugre, e uma ponte suspeita deteve o comboio. Teve de ser feito um desvio por dentro do rio, que não estava muito cheio. Quase dois dias de interrupção. Jorge começa a acreditar que a missão seria cumprida: Fiz a conta e faltavam três dias para a data que o senhor Mário havia marcado para entregar aquele milho. Pensei e achei que a gente ia chegar no dia certo. Que era até capaz da gente chegar antes, porque de Ipatinga a Belo Horizonte a estrada era asfaltada e nova. Daí a pouco, furou um pneu traseiro da carreta do Toledo. O Toledo era um tipo mais delicado, meio extravagante, que usava calças apertadas em cima e boca-de-sino em baixo, e camisa de manga comprida colorida e botinhas de salto alto. Tinha um jeito esquisito de andar, como se estivesse apagando cigarros com o pé. De todos, era o que tinha mãos mais finas, e fazia um esforço tremendo para trocar o pneu da carreta. O inimigo é associado às trevas, ao inverno, à confusão, à desordem; o inimigo é a chuva, que deforma o mundo e barra os movimentos do herói. As mãos finas do Toledo remetem o narrador novamente à pedreira em Brasília, onde ele havia atropelado o homem. Segundo o sócio do senhor Mário, candidato a trabalhador de pedreira não pode ter mãos finas, porque pau-de-arara de mãos finas era cantador ou ladrão. Tornando à aventura principal, Jorge reflete que daqueles motoristas ali com as carretas, o de mão mais delicada era o melhor deles. E isso era engraçado. Chegando a Ipatinga, Jorge tenta usar um estratagema para passar na barreira, que estava com a guarda abaixada e dois policiais tomando conta com ordem para não deixar ninguém passar sem autorização. Jorge tenta convencer um dos guardas de que as oito carretas continham material para ser entregue no acampamento da Companhia que estava consertando as estrada. Em vão. Jorge tenta intimidar o guarda ameaçando passar a força, mas este reage puxando a arma. Jorge volta a Ipatinga para tentar conseguir uma ordem com o delegado, que ele conhecia da outra vez que estivera lá, quando o ônibus batera num caminhão. mais uma vez, não consegue nada, e resolvem tentar outro caminho. Volta a assaltar Jorge a preocupação com o cumprimento de sua missão: E faltavam três dias para a data que o senhor Mário tinha falado como sendo o limite para entregar aquele milho, e fiquei com medo de não dar. E a distância era pouca, um quase nada. Saindo de Timóteo, o carro do Fábio fica sem óleo de freio. Eles têm que consertar e arranjar um pouco de óleo de cada uma das outras carretas para abastecer a que ficara sem. Mais adiante, aparece uma ponte com desnível em relação à estrada, nova parada para reparos. Mais paradas para consertar um radiador e um semi-eixo. E o herói começa a esmorecer diante dos perigos da jornada: Saí fazendo as contas na cabeça de quanto a gente ainda poderia demorar. E havia trechos em que não estávamos indo nem a dois, três quilômetros por hora. Era aquela vagareza, passando devagar nas curvas, devagar nas subidas, nas descidas. E parando. E vendo se as rodas iam atolar naquela lama que aparecia na frente. E medindo o tamanho do buraco que a água estava encobrindo. (...) E ficando com aquele medo nas horas em que sentíamos os pneus derrapando. O inimigo é associado às trevas, ao inverno, à confusão, à desordem; o inimigo é a chuva, que deforma o mundo e barra os movimentos do herói. Mas ele vai em frente, até chegar a Dionísio, onde uma ponte danificada segurou irremediavelmente o grupo, enquanto os homens da prefeitura tentavam consertá-la. No momento em que a missão está definitivamente comprometida, ocorre o idílio, o divertimento do herói com a donzela que ele encontra no bar de beira de estrada, que se oferece a ele. A sedução da moça faz o herói esquecer seu fracasso, prendendo-o ao local de obstáculo intransponível. E o herói esqueceu que havia uma ponte que devia ser consertada para seu grupo passar. O prazo já estava vencido: No dia seguinte, quando olhei a ponte e vi que não ia dar para ficar pronta, e o "mestre" me perguntou qual era mesmo o peso que a gente levava, eu disse, e falei que ali nunca tinha passado carro com um peso daqueles. E não liguei de não dar para passar naquele dia. E aquilo era coisa que eu nem sabia como era. Já estávamos atrasados cinco dias, e o "mestre" falou que naquele dia não ia dar, e eu nem com raiva fiquei. No dia seguinte, a ponte ficou pronta, e o herói se despediu da donzela, com muitas promessas de que ia voltar para vê-la. E, após alguns atoleiros, o grupo chega a São Domingos do Prata. O protagonista se conforma com a idéia de que não conseguiu cumprir a missão, que seu ato de heroísmo era impossível. E assume sua condição humana, o real está ali: E íamos devagar e já estávamos atrasados seis dias. E não havia outro meio de ir. E não senti mais raiva disso. E sabia que se fosse possível, iríamos chegar em Belo Horizonte com as oito carretas. E isso me pareceu que bastava. A entrada triunfal da comitiva na avenida Antônio Carlos, em Belo Horizonte, mais de nove horas da noite, é uma espécie de exaltação do herói, que não cumpriu um desígnio superior e impossível, mas que, assumindo sua condição humana, consegue terminar vivo sua grande luta. O não cumprimento da missão faz as coisas transformarem-se em seu retorno. O chuveiro estava estragado. A cama onde ele sempre dormia tinha sido interditada verbalmente pelo senhor Mário. Transgredindo a ordem, ele dorme nela assim mesmo. A chave da Kombi, o vigia a entrega a ele dizendo que não podia entregar, por ordem do senhor Mário. Até o contador, criatura insignificante, havia-se magnificado para cobrar dele notas e acerto de contas. O supremo gesto de libertação é a conquista da rainha, consorte do dominador: E tornei a apertá-la, e enfiei minha língua lá dentro de sua boca. E digo que nunca beijei uma mulher como aquela. Aí começa a se efetivar a libertação do herói, que já se havia delineado nas pequenas transgressões anteriores, da cama, do chuveiro e da Kombi. Ele agride o contador, e o joga contra a porta da sala do senhor Mário, que estava vazia, e aquele pedaço de merda quebra a porta de entrada do espaço da dominação. O pedaço de merda é o homem que toma conta do patrimônio do patrão. O supremo gesto de libertação é a conquista da rainha. Jorge se dirige à casa do senhor Mário, para esclarecer tudo definitivamente. O patrão não se encontra lá; apenas sua mulher, dona Helena. A confirmar a ruptura ocorre a sedução da consorte do dominador: O cabelo dela brilhava ali perto do meu rosto, naquela sombra da sala, e eu olhei e vi sua boca, e era uma boca que parecia que tinha bebido água. E tornei a apertá-la, e enfiei minha língua lá dentro de sua boca, e digo que nunca beijei uma mulher como aquela. O ato final do herói foi sair dali, dirigir-se à garagem dos concreteiros, pegar suas coisas, colocar dentro de suas duas bolsas, e abandonar o local. Definitivamente? Uma das características da narrativa oral é a possibilidade de se fazer a pergunta: o que aconteceu depois? Pode-se imaginar então que há um Jorge em um ponto qualquer a recontar sua história, ou a inventar alguma, ou a reproduzir outra que ouviu de alguém. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Robert Mills Gagné, Nasceu em 1916, na cidade d Andover Norte, Massachutts, EUA. Recebeu PhD e Psicologia em 40, e lecionou na Universidade de Connectitck par mulheres de 1940 a 1949.
Foi diretor de pesquisa do laboratório da formação aérea dos EUA e consultor do departamento de defesa.
Em 1962, publicou o artigo Treinamento Militar e princípios de aprendizagem.
Em 1968 publicou Hierarquias da Aprendizagem e quatro anos depois , adiando seu trabalho identificando categorias. A habilidade de cada um varia conforme a capacidade de cada um.
Para que aconteça a aprendizagem precisa se ter o interesse do aluno, motivação, desejo de realizar a tarefa.
Deve-se respeitar a capacidade do aluno, diferenças individuais, e as habilidades especificas, com avaliações constantes.
Definição do currículo deve se seqüências de unidades arranjadas de maneira tal q eu a aprendizagem de uma unidade pode ser concebida como um simples ato, uma vez que a capacidades descrita por unidades especificas previamente aprendidos já tiverem sido desenvolvidas.
Ele é adepto de Skinner, aprendizagem de maneira superficial para responder as exigências do cotidiano. A escola perde a qualidade porque não avança par novos conceitos. A avaliação não comparativa, só é valida se houver mudança de comportamento desejados, não precisa ser escrita mas tem que ser desafiar.
As contribuições de Gagné
Este destaca a importância de uma hierarquia de tipos d aprendizagem que vai da simples associação de estímulos à complexidade da solução de problemas. Cada tipo de aprendizagem exige estratégias de ensino mais adequadas.
1. Na aprendizagem de signos que é a indicação de outra coisa associadas entre elas. São signos naturais, mas que pode ser criar os artificiais. É aquilo que chama atenção em termo de símbolo involuntário. Não há nada que força a isso, que chame a atenção, como outdoors, porem nem todos chamam a atenção, aquilo que conecta – condicionamento pavloriano. Condicionamento involuntário – resposta automática, hábito, preso a aprendizagem anterior- Ausubel- ancora, subsunçores.
2. Na aprendizagem estimulo-reposta, a resposta aprendida é precisa implicando em movimentos musculares, este é o condicionamento operante de Skinner;, não é involuntário, passa a ser voluntário. Skinner –crio a situação e induzo o aluno a agir daquele jeito ( o professor é responsável pela aprendizagem).
3. Na aprendizagem em cadeia, é quando há casos que deve ser aprendida uma determinada seqüência ou ordem e ações. Para Skinner, este tipo de aprendizagem é apenas uma serie de ligações estimulo-respostas. Gestalt consideram uma visão de conjunto onde cada etapa é apenas uma parte do todo, que é aprendido como globalidade. Há um desempenho físico, - dei um sinal, me chama a tenção, me dá uma resposta interessante, envolvimento, porem este movimento é ativo que desperta uma ação que exige o desencadeamento de reações motoras, que não é preciso pensar automático como dirigir o carro.
4. A aprendizagem de associações verbais consiste num tipo de aprendizagem de cadeia, mas implica uma operação de processos simbólicos. Não pode ser passado se antes não tiver com o que se associar (figuras), associação.
5. discriminação múltiplas - Quando a criança se dedica a distinguir marcas e modelos de automóveis e reconhecê-los, implica numa associação de vários elementos, mas também separados e discriminá-los. Classificar, diferenciar, nomes de pessoas. As crianças são capazzes de identificar mínimos detalhes. Segundo Aristóteles a associação sai do mais simples para o complexo.
6. A aprendizagem de conceitos, para Gagné significa aprender a responder a estímulos em termos de propriedades abstratas e concretas. Definir, explicar com minhas palavras o que entendi, a respeito desse assunto.
Aprendizagem de princípios consiste na relação entre dois ou mais conceitos.
7. Aprendizagem de Resolução de problemas, este consiste em elaborar um novo princípio combinando princípios já aprendidos. A pessoa que aprende deve ser capaz de identificar os traços essenciais da reposta que dará a solução antes de chegar à mesma. Não é transferir o conhecimento para resolver a situação/problema, e sim, tem que ser algo autentico renovador para contribuir para evolução.
Resolver problemas aprende novos princípios, uma série de estratégias mentais, aprende a pensar. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu”, de Norman Geisler e Frank Turek, são abordados diversos temas referentes ao cristianismo e algumas das principais criticas que os cristãos são confrontados atualmente. Os autores, que em outra época eram céticos em relação ao cristianismo, agora defendem de forma convincente as afirmações do mesmo.
Primeiro eles abordam um problema que se vê em muitas universidades, que é o relativismo, onde as pessoas afirmam que não há verdades absolutas e tudo que chamamos de “verdade” na realidade não passa de opinião da sua época, ou que algo verdadeiro para uma pessoa e falso para outra sã igualmente válidos, pois não passam de opiniões pessoais. No entanto, como é exposto, dizer que a verdade é relativa é uma afirmação que contradiz a si mesma, basta perguntar se “a verdade de que 'toda verdade é relativa' é relativa” para mostrar sua contradição lógica, pois, ao mesmo tempo em que afirmam que não existem verdades absolutas estas pessoas afirmam que sua afirmação é absolutamente verdadeira.
Logo após tratar a questão de se podemos descobrir ou não a verdade sobre Deus, são apresentados os principais argumentos de sua existência: o argumento cosmológico, teleológico e moral. O argumento cosmológico fala que tudo que tem um inicio tem uma causa, já que o universo teve um inicio, a conclusão lógica é que ele teve uma causa. Eles concluem que a melhor explicação para o surgimento do universo é Deus, além de mostrar falhas de outras teorias como a dos universos múltiplos e as explosões continuas. O argumento teleológico diz que todo projeto exige um projetista, e após mostrar as evidências de que o universo possui características de um projeto novamente concluem que a melhor explicação é um projetista inteligente: Deus. O argumento moral afirma que toda lei exige um legislador, e, uma vez que os seres humanos são dotados de uma consciência moral, deve haver um padrão absoluto de moral que diferencie o bem do mal, como eles dizem “Madre Tereza vs. Hitler”. Respondem as principais objeções a esse argumente e afirmam, após isso, que a cosmovisão que melhor se encaixa nessas características é o teísmo.
Norman Geisler e Frank Turek falam também da teoria da evolução, que, segundo seus argumentos e evidências, está bem longe de ser um fato mas que as evidências apontam para o contrário. Tratam de outras questões, como o Jesus histórico, a confiabilidade do Novo Testamento e fazem uma defesa poderosa à ressurreição e as afirmações de Jesus sobre si mesmo, colocando o leitor numa difícil questão: Jesus foi um lunático, mentiroso ou é Deus:
Após argumentar com base em diversas evidências, os autores concluem que é necessário ter mais fé para ser ateu do que teísta, ou melhor, cristão, pois o cristianismo é a única religião baseada em evidências de tamanho peso.
Apesar de ser uma boa defesa à existência de Deus e ao cristianismo, e responder de forma convincentes os problemas dessa religião, existem outras questões que precisam ser resolvidas, fazendo do livro uma introdução à apologética cristã que pode levar o leitor curioso e sincero a buscar e entender mais sobre estes assuntos importantes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Quando falamos em ensino e aprendizagem buscamos evidenciar questões que favoreçam o entendimento de todos, para tanto buscamos o autor Miguel G. Arroyo para discutirmos sobre o papel da escola, ensino e aprendizagem baseado nas idéias do mesmo.
Podemos considerar que o termo ofício faz uma relação com o fazer qualificado e profissional através de segredos, saberes da profissão, além disso, estamos falando em mestre que é um foco importante para a prática educacional.
Ao falarmos de escola carregamos sonhos e angústias, o fato de que ser professor faz parte de uma vida pessoal. Podemos então considerar que o magistério há um tempo profissional delimitado.

Segundo Arroyo o professor do ensino básico é medido pelo social sua competência na forma de comportamento, com traços morais e éticos no terreno do dever. Hoje se procura preparar como técnicos competente o que pode contribuir pra sua imagem profissional. Por meio disso consideramos que a escola é a humana docência, baseando-se nessa questão o autor do livro redigiu um capítulo que fala basicamente sobre o termo escola que mais uma vez é evidenciado pela conduta seguida, em vista disso o capitulo “A humana docência” o mesmo trás um questionamento pertinente onde foi feito um passeio em uma zona rural, com o propósito de investigar algumas questões sobre escola, tendo como resposta de um individuo que disse o seguinte “Não precisamos de escola”, será mesmo que conseguimos algo sem escolaridade?

A escola, o ensino e o aprender visam elementos básicos que favorecem o processo educacional, podemos então atribuir que a escola é vista como tempo de ensino, mais do que como tempo de educação, dos saberes que formam a mente humana, sendo então a escola a instituição facilitadora e socializadora que inicia o desenvolvimento intelectual e o ensino. Os mestres têm que aprender, tem de aprender que no seu cotidiano lições que nem sempre aprendem nos tempos é de formação o bastante para os tempos de aprendizagem e saberes necessários a seu ofício docente, histórias do currículo, sociologia do currículo, conteúdos de ensino de cada área e disciplinas, onde no seu cotidiano como docente teve que aprender que a matéria-prima cotidiana com que lidam são apenas conhecimentos, nem falas ou lições que todas as crianças, adolescentes ou jovens têm que aprender como pessoas. Aprender que lidar com pessoas é saber acompanhar seus processos complexos de formação de produção e apreensão de saberes e valores adiquiridos no decorre do processo de ensino e aprendizagem. Exige do docente iventar e reiventar práticas, atividades e intervenção. Esse é o seu ofício, seu saber e suas destrezas. Porque é através dele que deveriam saber mais, muito mais, partindo das práticas cotidianas de repensar o currículo escolar.

As habilidades e competências dos alunos faz com que as práticas cotidianas da escola girem em torno dos educandos, da formação de sua mente, do domínio de competências, de sua formação como humanos. É os professores não têm como ignorá -los.

A ação de Educar é o encontro dos mestres do viver e do ser, com os iniciantes nas artes de viver e de ser gente. A escola é um lugar vivo, em que encontramos pessoas com ânimo e desanimo, mas vivas, porque são humanas, é um lugar de encontro cultural de gerações, do adulto e da infância.

O autor traz o magistério para o centro do movimento de renovação educativa. Apresentando o professor como sujeito e que a melhor maneira de inovar, é dialogar com os mesmos. Destaca o reconhecimento e valorização dos mestres; que infelizmente anda esquecido e desacreditado. O ofício de mestre faz parte de um imaginário onde se cruzam traços sociais, afetivos, religiosos e culturais. Aprender que lidar com pessoas é saber acompanhar seus processos complexos de formaçãode produção e apreensão de saberes e valores adiquiridos no decorrer do processo de ensino e aprendizagem. Exige do docente iventar e reiventar práticas, atividades e intervenção. Esse é o seu ofício, seu saber e suas destrezas. porque é através dele que deveriam saber mais, muito mais, partindo da práticas cotidianas de repensar o currículo escolar.
As habilidades e competências dos alunos faz com que as práticas cotidianas da escola girem em torno dos educandos, da formação de sua mente, do domínio de competências, de sua formação como humanos. E os professores não têm com como ignorá -los.
A escola é uma experiência humana bem mais plural do que a visão futurista e cognitivista que nos passa. Uma experência presente de um caráter provisório dos textos curriculares, dos conteúdos e das disciplinas. Ao aprender lidar com as experiências humanas que vivenciamos e construimos na escola; é fazer agir com a pluralidade de dimensões humanas, trazer atividades que envolvam um processo educativo de construção. Os textos retratam os sentimentos, memórias, experiências vividas durante a vida do professor. 
O Juiz de Paz da Roça se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José. Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os lavradores, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José a manter-lhe em casa por um dia e levá-lo quartel a seguir (ninguém sabe do amor do casal). No meio da noite o Aninha e José fogem e casam-se em segredo. Após descobrirem o fato consumado os pais perdoam a jovem e vão até o juiz esclarecer o caso. O rapaz fica assim desobrigado de servir e a peça acaba com todos comemorando. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Herbart

Biografia
Johann Friedrich Herbart, nasceu em Oldenburg,1776, Alemanha, e conheceu alguns dos mais importantes intelectuais de seu tempo. Aos 18 anos já era aluno do filósofo Johann Fichte (1762-1814) na Universidade de Iena.Logo em seguida trabalhou durante quatro anos como professor particular em Interlaken, na Suíça, período em que ficou amigo do educador Johann Henrich Pestalozzi, aprofundou as propostas desse educador.tornou-se professor na Universidade de Göttingen em 1802. seis anos depois, assumiu a cátedra deixada vaga por Immanuel Kant em Königsberg, onde lecionou até 1833, quando reassumiu o posto de professor de filosofia em Göttingen. Em Königsberg, fundou um seminário pedagógico com uma escola de aplicação e um internato. Os estudos mais importantes de Herbart foram no campo da filosofia da mente, a qual subordinou suas obras pedagógicas (entre elas, Pedagogia Geral e Esboço de um Curso de Pedagogia). A influência de sua teoria se estendeu a uma legião de pensadores, dando origem a várias interpretações, até entrar em declínio no início do século XX.
Morreu em 1841.
Herbart viveu numa época em que a Alemanha produziu os mais importantes intelectuais da História, como Johann Wolfgang Von Goethe na literatura, Kant na filosofia. As universidades alemãs constituíam uma cultura sólida, onde filósofos ocupavam também cátedras de pedagogia. A influencia protestante nos governos cercaram de funcionários cultos que ajudaram a criar um contexto em busca de um bem comum, porem não democrático. Correntes idealistas, românticas e realistas dessa época deixaram contribuições fundamentais para a educação.

Idéias
Com ele a pedagogia foi formulada pela primeira vez como ciência, organizada, abrangente e sistemática, com fins claros e meios definidos.sua teoria se baseia numa filosofia do funcionamento da mente, com caráter cientifico e com a adoção de psicologia aplicada como eixo central à educação. Este pensamento pedagógico vincula-se até hoje nas teorias de aprendizagens e à psicologia do desenvolvimento de Piaget.
Para Herbart a mente funciona como base em representações (imagens, idéias ou outras manifestações psíquicas). Ele negava a existência de faculdades inatas.a dinâmica da mente estaria em relações entre essas representações, que nem sempre são conscientes. O homem assimila as informações do ambiente de forma global.
Relaciona-se com o ambiente e cria representações.
Elas podem se combinar e produzir resultados manifestos ou entrar em conflito entre si e permanecer inconscientes.este processo viria a influenciar mais tarde, Sigmund Freud.
O principio de que a doutrina pedagógica tornou-se cientifica é que precisa ser comprovada experimentalmente, idéia de Kant. Alimentando assim a teoria com a prática num processo de atualização e aperfeiçoamento constante.
Na sua teoria, memória, sentimento e desejos são modificações das representações mentais. Agis sobre elas significa influenciar em todas as esferas da vida de uma pessoa.assim, Herbart cria a teoria de uma educação que pretende interferir os processos mentais do estudante como meio de orientar sua formação.
A educação é a instrução que modifica os grupos de idéias já possuídas pelo espírito, levando-as a formar uma nova unidade ou uma série de unidades harmoniosas, que determinam a conduta. Desperta o interesse dos alunos pelas matérias escolares, a seleção de conteúdos de instrução e pela utilização de métodos condizentes com o desenvolvimento psicológico do aluno.
O objetivo de sua pedagogia, é o acumulo de informações e a formação moral do estudante, enfatizando ao conceito de instrução como instrumento para se alcançar os objetivos da educação.
Influenciando todo o mundo ocidental e também o Japão, seus princípios resultaram no que conhecemos hoje por tradicional.

Metodologia
A Instrução para Herbart é o elemento central dos três procedimentos que constituem a ação pedagógica.
1. O primeiro é o que chamou de governo –manutenção da ordem pelo controle do comportamento da criança, uma contribuição dos pais e dos professores. Trata-se de regras impostas de fora com o objetivo de manter a criança ocupada.
2. a instrução educativa tem como motor o interesse, que deve ser múltiplo, variado e harmonicamente repartido.
3. a disciplina, que tem como função preservar a vontade no caminho da virtude. Nessa etapa fortalece-se a autodeterminação como pré-requisito da formação do caráter. Ao contrario do governo, consiste em um processo interno do aluno.
Conteúdos deveriam ser unificados, correlacionados, a partir da própria Historia da humanidade. Propõe que se comecem os estudos pelos poemas de Homero seguidos por literatura grega e romana.
Métodos, umas séries de passos, determinados a ser estudado pelo interesse da criança, a observação, a solicitação e a ação, correspondendo aos passos de instrução, como regras de exposição; na sua teoria do interesse escola ajuda o aluno a desenvolver e integrar as representações mentais que se formam em contato com a natureza (através da experiência) sociedade (convívio social).
Sobre os conteúdos, os estudos deveriam ser unificados, correlacionados, a partir da própria Historia da Humanidade. Na medida em que o desenvolvimento do individuo recapitula, até certo ponto, o desenvolvimento da humanidade. Herbart propõe que se comecem os estudos pelos poemas de Homero, que seriam seguidos por outras partes da literatura grego romana, combinadas com certos períodos da Historia, escolhido em função da progressiva complexidade dois interesses da criança. Isto é: começando pelos fatos mais simples e evoluindo progressivamente para os mais complexos.
Organização dos materiais instrucionais / conservar a unidade para desenvolver no aluno uma consciencia plena. O conhecimento é um todo só se compartimentalizado em matérias escolares para fins didáticos facilitar o estudo e a assimilação.
A matéria deve ser organizada de tal forma que o aluno percebe a relação entre elas e a unidade do conhecimento.
Com o aparecimento do movimento da escola ativa, as suas idéias tornou-se ultrapassadas.

A Escola
Suas escolas transmitiam ensino totalmente receptivo, sem diálogo entre professor e aluno e com aulas que obedeciam a esquemas rígidos e preestabelecidos. Nela ele previa cinco etapas no ato de ensina: preparação, apresentação, associação, sistematização, aplicação.
1. preparação- processo de relacionar o novo conteúdo a conhecimentos ou lembranças que o aluno já possua, para que ele adquira interesse na matéria, abrangendo clareza as idéias antigas relacionadas com as novas, coordenadas.
2. apresentação ou demonstração do conteúdo.
3. associação - na qual a assimilação do assunto se completa por meio de comparações minuciosas com conteúdos prévios, na combinação do novo com o velho.
4. generalização ou sistematização - parte dos conteúdos recém-aprendidos para a formulação de regras globais como a mais importante para desenvolver a mente além da percepção imediata, na elaboração de teórica de novo conceito.
5. aplicação - que tem como objetivo mostrar utilidade para o que se aprendeu, ou seja, a utilização pelo indivíduo em atividades do conceito aprendido.

Críticas
Dewey fez críticas a doutrina herbartiana, dizendo que pregava um mestre todo-poderoso, encarregado de manipular os processos mentais do aluno por meio da instrução. Para Dewey e a maioria dos pedagogos do século XX, o pensamento de Herbart subestima e ignora a ação do aluno e sua capacidade de auto-educar-se. A pedagogia contemporânea tornou-se o aluno sujeito do ensino e substituiu o individualismo do século XVIII.

Bibliografia
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP
Nova Escola, setembro de 2004, pp. 28 a 30 veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
"Catar Feijão" é um metapoema em que João Cabral, tendo como objeto a construção do poema, toma com referente um ato do cotidiano em que também o escolher, o combinar são necessários. PALAVRA-CHAVE: João Cabral: Metalinguagem poética Catar feijão se limita com escrever: Joga-se os grãos na água do alguidar E as palavras na da folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo; pois catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco. 2. Ora, nesse catar feijão entra um, risco o de que entre os grão pesados entre um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras: a pedra dá à frase seu grão mais vivo: obstrui a leitura fluviante, flutual, açula a atenção, isca-a com risco. "Catar feijão" é um poema que faz parte do livro Educação pela pedra, de João Cabral de Melo Neto, cuja primeira edição foi publicada em 1966. O rigor composicional do poemas largamente difundido pela crítica nesse livro chega a seu ápice . São quarenta e oito poemas escritos em duas estrofes que muito se assemelham a quadros pictóricos, visualmente considerados. Ao todo cada poema atinge dezesseis ou vinte e quatro versos e o universo temático sempre tendo a ver com o Nordeste/Espanha, a condição humana e o fazer poético. Tudo isso numa rede de inter-relações lucidamente arquitetada. "Catar feijão" se apresenta composicionalmente em duas partes, com a marcação da segunda delas como o número 2.

Na primeira parte o poeta descreve o que se pode denominar de habitual, comum num ato de catar feijão: a limpa, isto é, "jogar fora o leve e oco, palha e eco" que é a sobra, a sujeira – o "eco", pois o bom do feijão fica no fundo. Ocorre, porém, que já desde aí o poema conotativamente inicia seu jogo poético. A começar pelo título: "Catar feijão". Nada mais despistador. Na verdade, ao término de sua leitura, sabe-se que lhe interessa mesmo é o "catar" palavras. E nessa linha do despiste, o primeiro verso enuncia que "catar feijão se limita com escrever \, quando quer mesmo a idéia de que escrever se limita com catar feijão. O jogo através do símile se faz o inverso, toma-se o real comparado na condição de comparante. A composição começa por demonstrar assim que ela toma-se a si mesma como modelo desse catar feijão em que "a pedra ‘da à frase seu grão mais vivo:/ obstrui a leitura fluviante, flutual, /açula a atenção, isca-a com o risco". O verbo catar assume o sentido de escolher. Porque catar feijão é, como catar palavras, recolher, retirar o que não é feijão ou não é feijão bom ,o que não é palavra adequada ou não é palavra boa. Nota-se que o rigor de escolha é mesmo exemplar. Conquanto haja o propósito de conceituar o ato de escrever, com a importância fundamental que lhe dá de ser dada, o poeta usa o verbo limitar para estabelecer proximidades (e não igualdade) entre comparante e comparado: "Catar feijão se limita com escrever", e não É o mesmo que catar feijão é como escrever. As diferenças e semelhanças dos dois atos ficam garantidamente asseguradas nos versos do poema. E para demonstrar concretamente essa imagem, seguem-se os verso dois, três e quatro, com os quais estabelece simultaneamente a semelhança/diferença no ato de jogar: "joga-se os grãos na água do alguidar" é semelhante apenas na intenção de escolher a "e as palavras na folha de papel". E a imagem da diferença novamente se estabelece, pois, ao contrário dos grãos, as palavras não vão fundo, bóiam no papel, não obstante chumbo: "Certo, toda palavra boiará no papel, / água congelada, por chumbo seu verbo". A imagem é muito significativa, ainda mais quando se observa que a "água-papel" se contrasta com a "água – alguidar" não apenas quanto à imagem produzida: líquida, a do alguidar, sólida (e branca), a do papel, amas também porque a complexidade do verbo boiar é muito maior pelo efeito que o contexto lhe confere. Ora, na água – papel, efetivamente as palavras não bóiam porque não há fundo, mas conotativamente bóiam, quando ao texto não se ajustam, sendo então necessário "catá-las". Com o visível propósito de evidenciar, concretizar a imagem buscada, o poema efetivamente se constrói sob o efeito de uma espécie de hipálage, atribui-se o que é próprio do catar feijão ao escrever (poesia) e vice-versa, numa estrutura sintática direcionada pelo símile. E nessa linha se fecha a primeira fase: "pois para catar esse feijão, soprar nele e jogar o leve e oco, a palha e eco. "Esses são elementos concretamente próprios do ato de catar feijão jogado no alguidar: o que sobe é leve, palha, oco e, pois, eco (sujeira). Mas poeticamente é no "catar" palavras que ele se aplica: jogar fora as que são palha, ocas, portanto, eco. Deve-se atentar ainda para a especial conotação da palavra eco, que no poema é eco (sujeira de que se deve livrar) por fazer eco, (som desagradável, que se deve evitar). Na Segunda parte, a Segunda estrofe, o poema expõe uma das conseqüências ou um dos resultados possíveis desse ato de catar feijão; o risco que se corre, pois pode ficar no fundo algo que, como o feijão, não bóia e que, estranho, é um perigo: "um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente". Isto para esse real catar feijão na água do alguidar. Entretanto par acatar palavra o efeito é outro bem contrário: "a pedra dá à frase seu grão mais vivo:" Como se verifica, o processo composicional estabelecido se mantém. Apenas que desta feita a implícita comparação se dá de forma direta. A pedra para o "catar palavra" não é indigesta, mas sim renovadora. Melhor dizendo, o indigesto em "catar palavras", qual seja, o que rompe o tradicional ( o habitual) não causa problemas, ao contrário, instaura o novo, criativamente considerado, "a pedra dá à frase se grão mais vivo: / obstrui a leitura fluviante, flutual." Quanto ao ritmo, o primeiro dos recurso a chamar a atenção é a predominância do rigor com que as palavras oxítonas e paroxítonas se sucedem, determinadas ou interligadas por monossílabos, numa combinação de variabilidade harmônica dos pés-de-verso: a cadência binária fundamenta a estrutura. À pauta rítmica também dá suporte o uso exaustivo da aliteração e da assonância. Pode-se mesmo dizer que elas são verdadeiros esteios da estrutura rítmica do poema. Basta apontar alguns exemplos dos muitos que permeiam todo o poema. A aliteração em /g/: "joga-se os grão na água do alguidar", (v.2) em /p/: "pois para catar esse feijão soprar nele"(v.7). Reitere-se: a aliteração ocorre praticamente em todos os versos, com a incidência muitas vezes de mais de um consoante. Sirva-se ainda para isso de exemplo: "obstrui a leitura fluviante, flutual"(v.14) em que /t/ e o encontro consonantal /fl/ surgem, fonossemanticamente, perfeitamente empregados. A assonância, com a aliteração , permeia todo a o poema. Exemplificá-la, seria citá-la inteiro. A incidência das vogais /i/ e /u/ no verso acima é um bom exemplo. Dois outros mais com vogais /o/ e /a/: "e depois joga-se fora o que boiar", (v.6) e "e jogar fora o leve e oco, palha e eco". (v.8) Além desses elementos, tem papel fundamental, não apenas, mas também, para a realização rítmica do poema, a reiteração de palavras e expressões. Outro aspecto esse que perpassa por todo o poema. Note-se, por exemplo, a grande freqüência dos verbos que "catar", "jogar" e dos substantivos "feijão", "grãos" e "palavras". Evidentemente, esta estruturação formal não se dá isoladamente. A ela está acoplada num entrelaçamento indissociável para a significação do poema a outra face da linguagem, a do seu significado, ou seja, os elementos semânticos. E nesse sentido pode-se constatar perfeitamente em "Catar feijão" o que ensinam Roman Jackobsom: "A função Poética (da linguagem) projeta o princípio de equivalência do eixo de seleção sobre eixo de combinação"(1970). Reduzido a dezesseis versos, o poema busca na potencialidade significativa de inter-relação de seus elementos fonéticos, semânticos e sintáticos a projeção de sua significação que é bastante densa. Daí que o jogo semântico atua na exploração de palavras que se repetem com significados diferentes, com o que o jogo rítmico se amálgama ao jogo semântico. Assim é que catar é denotação em "catar feijão", (v.1), mas é conotação nos versos 7 e 13; pedra é denotação em "um grão qualquer, pedra ou indigesto", (v.11), mas conotação em "A pedra dá à frase seu grão mais vivo"., (v.14). Veja-se que eco, (v.18), tem o duplo significado simultaneamente ao conotar mau som e sujeira que dá repugnação. Risco no verso 9 e denotação, mas já assume uma evidente ambigüidade no verso 16. Atente-se ainda para o jogo sonoro – semântico conseguido com o emprego de entre preposição e verbo no verso 10. Grão é outra palavra cujo significado flutua a cada contexto frasal: são grãos de feijão no verso 2, são grãos quaisquer, algo não claramente definido nos versos 10, 11 e 12, e já no verso 14 assume caráter metafórico: "a pedra dá à frase seu grão mais vivo". A sintaxe do poema é também bem peculiar. Sua estrutura dá sustentação à forma lógico-argumentativa em que se organiza. A reflexão sobre o fazer poético que busca limites no catar feijão se conduz por acirrada linguagem lógico – argumentativa. Os versos não as medidas extensas e variáveis, mais apropriados e adequados a esse tipo de raciocínio, no caso, poemático. Mas o que singulariza a sintaxe poemática de "Catar feijão" é a construção firmada em frase elípticas, o que concorre tanto para a economia vocabular do poema enquanto para a sua pauta rítmica. Sirvam de exemplo: a elisão de água em: as palavras na da folha de papel;" v.3; e a intrincada construção com versos 5, 6 e 7: "Acertos, toda a palavra boiará no papel. Água congelada (que é água congelada), por chumbo seu verbo (por ser de chumbo o seu verbo); / pois para catar esse feijão, soprar nele (é necessário soprar nele)". "Catar feijão" é, pois, uma poema em que a construção poemática é brevemente discutida, melhor diria, argumentada (em dezesseis versos), porém numa linguagem poética lógico – discursiva bastante densa e rigorosamente trabalhada, dando-se próprio poema como exemplo desse fazer poético que ele mesmo preconiza. Há uma perfeita sintonia entre a cadência rítmica assegurada pela freqüência quase exclusiva de vocábulos paroxítonos e oxítonos alternado-se, a grande incidência da aliteração, da assonância e a reiteração de determinadas palavras ou expressões como já se observou. Essa sintonia se faz presente no amálgama dessa camada sonora com o campo semântico e sintático, o que também já ficou aqui observado. Se há uma certa dissonância: a rima toante feita de forma bem peculiar, a variabilidade da métrica nos versos, a sintaxe singularmente elíptica e outros, é porque "quando ao catar palavras "a pedra dá à frase seu grão mais vivo". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Castelo de Faria é sitiado em 1373. O alcaide fora capturado pelos espanhóis e seu filho Gonçalo Nunes está como interino. O capturado diz aos captores que quer convencer o filho a entregar o castelo sem derramamento de sangue, mas o incita a se defender e é assassinado pelos espanhóis. Seu filho vence a sangrenta batalha, mas, pesaroso, toma o sacerdócio e mais tarde o castelo torna-se mosteiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Abóbada do Mosteiro da Batalha é o centro deste conto. O arquiteto Afonso Domingues, que lutou para por D. João I no trono, está construindo um mosteiro e projetou uma abóbada incrível. Mas em 1401 ele fica cego e el-rei, aconselhado por seus conselheiros, chama um arquiteto irlandês, mestre Ouguet, para concluir o projeto. Ele altera o projeto da abóbada e, logo após a compleição desta, a abóbada desaba sobre ele enquanto ele estava tendo um ataque. El-rei chama Afonso, reconstitui-lhe o emprego e este o aceita após muitas desculpas. Ele então passa três dias de jejum sob a abóbada e morre quando conclui que a abóbada tal como a projetou não cairá. Ouguet, que ria do velho cego, torna-se seu admirador. O que transparece nesse conto é principalmente o nacionalismo de Herculano: o português honrado e que fora guerreiro estava certo, e o estrangeiro arrogante (bretão, ainda por cima) estava errado e arrepende-se humildemente no fina. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1930, o volume apresenta 49 poesias, reunindo produções de Carlos Drummond de Andrade de 1925 a 1930, e está dedicado ao poeta e amigo Mário de Andrade, que publica, no mesmo período, Remate dos Males, obra que viria a dar uma nova conformação à poética do Papa do Modernismo. Alguma Poesia é volume escrito sob o ímpeto da modernidade de 1922, pratica o poema-piada, utiliza os coloquialismos apregoados pela estética, cultiva a poesia do cotidiano, repudiando as tendências parnasiano-simbolistas que dominaram a poesia até então. No entanto, o poema-piada de Drummond é antes um desabafo de um tímido que procura afogar (disfarçar) no humor os sentimentos que o amarguram. No prosaísmo esconde a procura de uma expressão poética autêntica e autônoma e, ao se voltar para o cotidiano, transcende o tempo e o espaço em busca do perene e universal. Dos supostos acima enunciados, pode-se traçar uma espécie de linha temática que Drummond seguirá em Alguma Poesia e que permanecerá durante sua trajetória poética, que, grosso modo, pode ser identificada como se segue, a partir do que o próprio autor sugere como condução temática de sua obra:

1. O indivíduo – "um eu todo retorcido"

Seção que investiga a formação do poeta e sua visão acerca do mundo. Sempre lúcido, discorre com amargor, pessimismo, ironia e humor o que ele, atento observador, capta de si mesmo e das coisas que o rodeiam. Alguns poemas sintetizam a visão do indivíduo, como o poema de abertura "Poema de sete faces" em que vaticina seu destino.


2. A família – "a família que me dei"

Uma das constantes temáticas de Drummond, presente desde Alguma Poesia até seus versos finais, é a família, sua vivência interiorana em Minas Gerais, a paisagem que marca sua memória. Contrariando o lugar-comum, ao invés de se referir à família como algo que lhe foi atribuído por Deus, o poeta coloca um "que me dei" a analisa suas relações pessoais, consciente de que se assentam na perspectiva pessoal. De modo muito individual, retrata o escoar do tempo, como é possível observar em "Infância", "Família", "Sesta", alguns dos mais significativos poemas de Alguma Poesia.

3. O conhecimento amoroso – "amar-amaro"

Com o jogo de palavras amar-amaro, título emprestado de um poema do livro Lição de Coisas, o poeta acrescenta ao substantivo "amar" o adjetivo "amargo", sentimento recorrente em alguns de seus poemas e livros escritos posteriormente. Em Alguma Poesia o tema é tratado com boas doses de humor, sátira ou pitadas de idealismo, como em "Toada do amor", "Sentimental", "Quero me casar", "Quadrilha"..

4. Paisagem e viagens

Um grupo de poesias faz anotações sobre viagens, retratando paisagens vistas e vividas, mas também recuperando as influências recebidas da sempre subserviente postura brasileira ante as supercivilizações, como em "Lanterna mágica", "Europa, França e Bahia ".

5. O social e a evolução dos tempos

Drummond constrói poemas em que contempla a mudança dos tempos, o progresso chegando e invadindo a antiga paisagem, como em "A rua diferente" ou "Sobrevivente". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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