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Alves & Cia. é a firma da qual são sócios Machado e Alves e o título deste "pequeno romance" sobre o adultério e suas conseqüências. Quando no dia do aniversário de Ludovina, esposa de Godofredo (Alves), este a surpreende abraçada Machado, começa a história. Alves perturbado com a surpresa, se retira e Machado foge da sala. Alves expulsa Lulu para a casa do pai (que recebe a notícia feliz com a pensão que receberá junto) e decide que ele e Machado tirarão na sorte quem se suicidaria. Posto que Machado e as testemunhas achem isto ridículo, vai-se decidindo por um duelo de pistolas, logo por um de espadas (porque "não foi tão sério"), logo por duelo nenhum. Ludovina viaja com o pai e volta mais tarde. Machado volta trabalhar num clima seco e frio onde antes houveram dois grandes amigos. Já nessa época Alves quer a reconciliação. O tempo vai passando, Alves se reconcilia com Ludovina, sua amizade com Machado renasce; a firma prospera, Machado casa, enviuva, casa novamente, etc. Ao final de 30 anos, os três são felizes e ainda muito unidos, mas nunca esquecem o episódio lamentável em que se envolveram; Alves sente-se feliz que não se precipitara. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O autêntico desafio da Educação Infantil no final do nosso século é o desafio da qualidade. Ao longo deste importante livro, organizado por Miguel A. Zabalza, os diferentes especialistas abordam os aspectos fundamentais de uma Educação Infantil de qualidade, chegando a traçar as características concretas que uma escola infantil ( do presente e do futuro) precisa ter - desde a cultura da infância, os valores e crenças, até a programação de aula e a organização dos espaços e tempos, tudo isso avalizado pela descrição de experiências e realizações de centros de ensino modelos, como as Escolas Infantis Municipais de Módena ou o currículo High/Scope contextualizado no Projeto Infância de Portugal, sem esquecer a formação do corpo docente, ponto-chave da qualidade.

Qualidade em Educação Infantil - Miguel Zabalza
Capítulo 11 -

“...De qualquer forma, o professor(a) deve ter consciência de que uma determinada estrutura da sala de aula favorece determinadas atividades. Se o que interessa é promover a troca, a relação, a possibilidade de observar e intervir de forma individualizada, mas também as interações entre colegas, o jogo coletivo e outras atividades em grupo, o educador(a) terá que encontrar meios que tornem possíveis ambas as coisas, evitando a adoção de organizações rígidas e inflexíveis.” ( D.C.B de Educação Infantil, MEC, p.96)



O autêntico desafio da Educação Infantil no final do nosso século é o desafio da qualidade. Ao longo deste importante livro, organizado por Miguel A. Zabalza, os diferentes especialistas abordam os aspectos fundamentais de uma Educação Infantil de qualidade, chegando a traçar as características concretas que uma escola infantil ( do presente e do futuro) precisa ter - desde a cultura da infância, os valores e crenças, até a programação de aula e a organização dos espaços e tempos, tudo isso avalizado pela descrição de experiências e realizações de centros de ensino modelos, como as Escolas Infantis Municipais de Módena ou o currículo High/Scope contextualizado no Projeto Infância de Portugal, sem esquecer a formação do corpo docente, ponto-chave da qualidade.

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A temática da peça está profundamente ligada à realidade vivida pela sociedade portuguesa da época de Gil Vicente: o desejo de ascensão social da pequena burguesia, que vê no casamento numa forma de consegui-la, o oportunismo, o desprezo pela vida camponesa e o prestígio das maneiras cortesãs, a ignorância do rústico, embora rico camponês e sua ingenuidade, a falta de escrúpulos (núcleo da peça). O desenvolvimento do capitalismo reforçou o poder do monarca e provocou a decadência da nobreza feudal. A riqueza vinda do comércio ultramarino tendia a ser grande base do prestígio social. A aristocracia dependia dessa riqueza e procurou diminuir sua importância desprezando-a e valorizando a origem de sangue, a educação, a fineza, as boas maneiras, a honra e a coragem, enfim os ideais cavaleirescos. E como a nobreza mesmo decadente, ainda conservava grande prestígio social, acabou por impor o estereótipo do cavaleiro como modelo a que deviam aspirar todos aqueles que queriam pertencer à classe superior. A burguesia (comércio e finanças) procurou imitar esse figurino com desejo de ascensão social. Passaram então a imitar os nobres sonhando subir na escala social, mas isso tornou-se cômico e ridículo. É mais ou menos o que acontece em Inês Pereira. Inês, jovem cansada de trabalhar, quer casar.

Lianor Vaz lhe arranja um noivo, Pêro Marques, que ela recusa por ser falastrão (quer um marido discreto, mesmo que pobre). Então Latão e Vidal, dois judeus casamenteiros, lhe arranjam o escudeiro Brás da Mata, com quem se casa. Brás é caloteiro e nunca paga seu moço, Fernando. Logo após o casamento Brás vai para o Norte da África tornar-se cavaleiro, mas é morto por um pastor mouro ao fugir da batalha. Livre deste casamento Inês se casa com Pêro Marques. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Agustina Bessa-Luís é considerada uma das maiores revelações da literatura moderna e contemporânea de Portugal. A Sibila, romance de 1954, recebido com entusiasmo pela crítica, torna-se o ponto de partida para uma vasta obra voltada para temas universais que, ao mesmo tempo, inserem-se nas vertentes do nacionalismo português, bem como do regionalismo. Em A Sibila, a autora casa perfeitamente os tempos passado e presente, colocando as dúvidas, as angústias e os problemas mais substanciais que determinam a rigidez de personagens que afloram em um espaço agrícola tipicamente regional. No plano da intriga, trata-se da reconstrução da trajetória da família Teixeira e de sua casa secular que caminha da decadência/ruína ao ressurgimento grandioso/triunfal. Situada no norte de Portugal, a casa de Vessada é o motivo primeiro para o registro de situações que ocor rem tanto entre as paredes, quanto nas redondezas da casa. As situações vividas e descritas revelam gradativamente o sistema de valores que rege um universo fechado. Ao mesmo tempo deixam entrever a visão de mundo dos homens e mulheres que povoam esse universo, notadamente a partir de uma força que emanado lado feminino: sob a gestão de mulheres fortes e destemidas, capazes de lutar para o reerguimento de seu patrimônio. O poder de mando da mulher vai se revelando e se efetivando após um incêndio da casa. Quina (Joaquina Augusta) é o destaque do clã feminino, Germa (Germana), sua herdeira que serve de ponte para o futuro. Ao morrer, Quina lega a Germa suacontinuidade (herança) porque em ambas existe a coincidência do estado de equilíbrio. São uma espécie de sibila, detentoras de secretas potências, "alguma coisa que ultrapassa o humano". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É o primeiro livro impresso de autor brasileiro. A obra apresenta poesias em português, espanhol, italiano, latim e duas comédias em espanhol. Escreveu o poemeto "A Ilha da Maré" apontado como precursor do nativismo pitoresco. A maior parte da sua obra e, talvez, a melhor parte foi escrita em espanhol. O autor embora considerado de pouca expressão literária dentro do barroco é um marco da nossa literatura. Obs.: - A "Enciclopédia e Diccionário Internancional" - W. M. Jacksn Editor diz: Manoel Botelho de Oliveira. Poeta brasileiro nascido na Bahia em 1636 e m. em 1711. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, dedicou-se à advocacia; Foi fidalgo da Casa Real, capitão mor de ordenanças e vereador municipal. Publicou em 1705 um livro de poesias , com o título: Música do Parnaso; Nalgumas delas descreve cenas do país e particularmente da Bahia; este livro encerra também duas comédias em verso: Hay amigo para amigo, e Amor enganos e zelos. Escreveu também a canção Sobre os males originados pelo ouro, e a Ode à Ilha da Maré veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O mistério da fábrica de livros (1988) - Hamburg Donnelley Gráfica e Editora

Este livro nasceu como uma encomenda do dono de uma grande gráfica de São Paulo. A idéia dele era fazer um livro que mostrasse às crianças os processos editoriais, industriais e gráficos que estão envolvidos nos livros que elas lêem. Assim, é mais um trabalho didático que literário. Foi escrito com clichês do gênero, o que fez com que o livro fosse muito bem aceito pelas crianças. Além disso, a curiosidade de conhecer-se o processo industrial de um livro talvez tenha também ajudado para seu sucesso. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sem ser um romântico, há tonalidades do Romantismo em seus versos. Nunca pelo estilo e preceitos da Escola, já então superada, mas por um sentimentalismo que neles se esconde. Este, entretanto, é uma constante da alma e de quase toda a poesia portuguesa. Numa de suas composições mais louvadas – O Sentimento dum Ocidental – está o retrato de Cesário Verde, e é como que uma súmula da substância poética de sua obra, somente transfigurada transitoriamente no bucolismo da última fase, o que lhe arrefeceu o tédio, amenizou-lhe o estro, sem, todavia, anular as qualidades que fizeram dele um renovador da poesia portuguesa do século XIX. Na verdade, situa-se no Realismo e antecipa mesmo de muitos anos e em muitos aspectos Sá-Carneiro e Fernando Pessoa, pela temática da inspiração e dos processos poéticos. É, por isso, o precursor do Modernismo em Portugal. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O narrador, inicialmente, nos apresenta uma reunião em casa de Argemiro - representante do poder econômico, como o próprio nome sugere -, onde estão presentes o padre Assunção, o deputado Armindo Teles e Adolfo Caldas, diletante sem profissão definida. A conversa gira em torno da contratação de uma governanta, pois Argemiro, viúvo, quer ter o prazer da companhia de sua filha Maria, até então vivendo com os avós maternos, numa chácara distante. Tal solução de Argemiro suscita opiniões contrárias, porque "feia ou bonita a mulher é sempre perigosa". O dono da casa, vítima dos desmandos e desmazelos do ex-escravo Feliciano, cria da Baronesa sua sogra, mantém-se firme no propósito de entregar sua casa e sua filha aos cuidados de uma governanta, pois "uma casa sem mulher, afirmava ele, é um túmulo sem janelas: toda a vida está lá fora". Alice é a candidata que se apresenta aceitando as regras do jogo - cuidar de tudo mantendo-se invisível; para tentar calar as más línguas, Argemiro impõe a condição de jamais se encontrar com a governanta, impedindo dessa forma qualquer outro tipo de envolvimento. Viúvo, pretende se manter fiel à memória da falecida a quem prometeu, no leito de morte, jamais se casar novamente. Embora as regras do jogo sejam rigorosamente observadas, as más línguas, como é costume, não se calam, e, envolvido pela eficiência dos serviços prestados por Alice, ele acaba pedindo-a em casamento.

Mas, até este desfecho feliz, ele será disputado pela Pedrosa, mulher de ministro, que o quer para genro, e pela Baronesa, que lhe cobra a promessa feita a sua filha.
A Pedrosa - uma espécie de homem de saias, para o contexto da época - é quem constrói a carreira política do marido, que passivamente se deixa manobrar por ela. Diz o narrador, a propósito desta manipulação, que a Pedrosa "vingava-se do destino a ter feito mulher". A autora tem, portanto, consciência da perversidade do "destino de mulher", embora reconheça que nada pode ser feito para mudá-lo; ela denuncia também, de forma bastante romântica, as manobras usuais para garantir "bons" casamentos, deixando de lado as razões do coração. A filha da Pedrosa, vexada, se nega a ser objeto de transação e acaba encontrando seu príncipe encantado. O tratamento dado à Baronesa, como representante da aristocracia decadente, é primoroso; a descrição desta personagem - "cabelos completamente brancos", "faces flácidas", "carne do pescoço descaída" - dá a medida do declínio de uma classe e de seu desespero diante da perda do poder. Alice representa para a Baronesa a intrusa, a que veio para se apoderar de todos os seus bens, levando Argemiro a romper com a promessa feita. Ela tenta evitar o desastre, recorrendo a uma cartomante e se aliando a Feliciano, para quem Alice representava também um enorme prejuízo; antes, ele dispunha de liberdade e intimidade com as coisas do patrão, valendo-se, indevidamente, desses poderes. Alice é a intrusa que vai, através do trabalho eficiente, ameaçar sua "feliz" irresponsabilidade. As manobras empregadas pela Baronesa não só a tornam mais vulnerável como anulam sua antiga dignidade; no afã de não perder o prestígio, ela causa pena e repulsa ao mesmo tempo. O único personagem que se mantém a seu lado, com exceção do marido - agora velho e alienado - é o padre Assunção, elemento importante na trama romanesca, uma vez que se deve a ele a descoberta do passado de Alice. Filha de advogado e neta de general, sozinha no mundo e responsável por um casal de antigos empregados, ela, sem recursos, mas com boa instrução, faz do trabalho o caminho de ascensão social; estávamos, então, ainda sob o impacto da Proclamação da República e das transformações sociais dela decorrentes. Com a queda da monarquia e o fim da escravidão, o trabalho passa a ser o caminho trilhado pelas classes emergentes na busca de um lugar ao sol. Maria, filha de Argemiro, vai passar das mãos descuidadas da Baronesa para a orientação segura de Alice, que transforma a criança selvagem numa menina prendada a quem não faltam noções de caridade e amor ao próximo. O romance torna visível o problema da educação da mulher, corrigindo atrasos correntes na época. Para a Baronesa, a neta não precisa de instrução, pois nasceu para ser amada e isto deve bastar para sua felicidade. Argemiro se opõe a esta visão retrógrada, exigindo algo mais para sua filha sem, no entanto, ultrapassar os limites impostos à mulher pelo sistema. A atuação pedagógica de Alice sobre Maria é, como tudo o mais, eficiente, enquadrando a menina no padrão de instrução exigido na época: conhecimentos de francês, música, decoração do lar e, sobretudo, a descoberta do outro, numa expansão bem "feminina" da dádiva pessoal. O padre Assunção é um elemento importante no processo educativo de Maria; companheiro de juventude de Argemiro, decidiu-se pelo seminário quando o amigo declarou sua intenção de casar-se com a mulher que ele amava. Ficou sendo seu confessor e ocupou-se da menina Maria como se fosse sua filha... Ao final da narrativa, ele e a Baronesa se consolam mutuamente da perda do poder. Com relação à Igreja, representada pelo padre Assunção, a narrativa não se define, pois ele, apesar de aliado da nobreza, é quem defende Alice, revelando suas virtudes, sobretudo cristãs. É um personagem ambíguo que enriquece a narrativa com várias possibilidades. Mas a grande incógnita é Alice, narrada por todos e sem voz própria. Ela se apresenta toda coberta, no ato do contrato de serviço, a ponto de Argemiro não saber como ela é; só fica clara sua condição humilde e carente através da postura e dos sapatos cambados. Poucas são as palavras trocadas entre os dois; diálogo só retomado no final, quando Alice vai prestar contas. O que se sabe dela é dito pelos demais personagens, através de juízos desencontrados, o que confere uma certa ambigüidade à personagem. O fato de ela conquistar Argemiro pelos serviços prestados faz do trabalho um caminho eficiente de ascensão social e do casamento um meio lícito de enriquecimento. Mas o romance ameniza este materialismo de transação matrimonial, revelando, através dos pensamentos de Argemiro, seu envolvimento com aquela sensação prazerosa que uma casa bem administrada proporciona. Júlia Lopes de Almeida, com sua apologia do trabalho, aponta para a mulher um caminho eficiente para a realização de suas ambições, que, no âmbito restrito da época, se reduziam a ser mãe, esposa e dona-de-casa. Desta forma, ela reduplica o discurso dominante, apesar da consciência desta dominação; é o "destino de mulher", apontado criticamente por Simone de Beauvoir e questionado por Clarice Lispector, em Laços de família. Elaine Showalter, autora de vários trabalhos de teoria crítica feminista, ao estudar o romance inglês de autoria feminina, divide-o em etapas, tomando como ponto de referência a cultura dominante: feminine, feminist e female correspondem a três momentos desta literatura que se inicia com a imitação da tradição dominante (feminine) e termina com a busca da identidade (female), passando pelo momento do questionamento desses valores (feminist). Sem se constituírem em categorias rígidas, nitidamente separadas, esses conceitos, devidamente trabalhados, são úteis para a compreensão da literatura de autoria feminina. O caso de Júlia Lopes de Almeida inclui-se no que Elaine Showalter chama de feminine, pois sua obra faz, como a de outras escritoras da época, a apologia das rainhas do lar. O universo ficcional por ela representado está repleto de mulheres que se redimem (ex.: A falência) e se realizam (ex.: Correio da roça), através do trabalho, mas de um trabalho doméstico que não ultrapassa a horta e o jardim. A casa de Argemiro se transforma sob os cuidados de Alice, que, desta forma, conquista o poder econômico. Julgada perigosa por quase todos, intrusa pela nobreza e indesejável pelo ex-escravo, ela passa de governanta a dona-de-casa, ganhando um marido pelos serviços prestados... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Memorial de Aires, última obra de Machado de Assis, foi publicada em 1908, mesmo ano da morte do escritor. Como Memórias Póstumas de Brás Cubas, esta obra não tem propriamente um enredo: estrutura-se em forma de um diário escrito pelo Conselheiro Aires (personagem que já aparecera em Esaú o Jacó), onde o narrador relata, miudamente, sua vida de diplomata aposentado no Rio de Janeiro de 1888 e 1889. Sucedem-se, nas anotações do conselheiro, episódios envolvendo pessoas de suas relações, leituras do seu tempo de diplomata e reflexões quanto aos acontecimentos políticos. Destaca-se, dando uma certa unidade aos vários fragmentos de que o livro é composto, a história de Tristão e Fidália. Fidélia, viúva moça e bonita, é grande amiga do casal Aguiar, uma espécie de filha postiça de D. Carmo. Tristão, afilhado do mesmo casal, viajara para a Europa, em menino, com os pais. Visitando, agora, o Rio de Janeiro, dá muita alegria aos velhos padrinhos. Tristão e Fidélia acabam por apaixonar-se e, depois de casados, seguem para a Europa, deixando a saudade e a solidão como companheiros dos velhos Aguiar e D. Carmo. Memorial de Aires é apontado como o romance mais projetivo da personalidade e da vida de Machado de Assis. Escrito após a morte de Carolina, revela uma visão melancólica da velhice, da solidão e do mundo. D. Carmo, esposa do velho Aguiar, seria a projeção da própria esposa de Machado, já falecida.

A ironia e o sarcasmo dos livros anteriores são substituídos por um tom compassivo e melancólico, as personagens são simples e bondosas, muito distantes dos paranóicos e psicóticos dos romances anteriores.
Alguns vêem no Memorial de Aires uma obra de retrocesso a concepções romantizadas do mundo; outros tomam o romance como o testamento literário e humano de Machado de Assis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ABRANCHES, Mônica. Colegiado Escolar : Espaço de Participação da comunidade. São Paulo: Cortez, 2003. Capitulo 1 a 4 e conclusões.

Resumo:
Capítulo 1 - Democratizando as relações sociais na educação: participação e descentralização.
Os anos 80 são marcados com abertura política, redemocratização das relações sociais e políticas, debates sobre universalização de direitos, descentralizações, participações e cidadania.
A constituição de 1988 reformula o Estado, distribuindo competências entre os poderes centrais, regionais e locais. Há uma descentralização do poder, ou seja, uma transferência de autoridade legal e política. A descentralização governamental desloca do poder federal para outras esferas até mesmo para a sociedade civil, e a participação dos cidadãos nas decisões políticas passa a ser um fato.
A regionalização consiste na transferência de serviços federais para estados e municípios. A estadualização é a designação de poderes para os estado e a municipalização, o fortalecimento dos municípios, articulado de varias forças do município e a sociedade civil. Estes dois últimos aprimoram a descentralização.
A descentralização tem o objetivo de aproximar os cidadãos e instituições publicas,. Implica a existência de pluralismo, ação compartilhada Estado/sociedade/produção-de-bens/serviços pública. Isso só é possível quando existe autonomia local emanado na coletividade e não no Estado.
Os problemas da educação passam pelos projetos educacionais e são ligados a crise do Estado.
As soluções passam a ser a participação social nos processos educacionais públicos.
Pacheco, 1995, diz que a crise do ensino público deve-se a atuação do Estado, sistema desarticulado e gigante, sua estrutura burocrática que transforma rede de ensino em organizações complexas e não solucionam diretamente os problemas, além disso, falta transparência orçamentária.
Para Cassassus, 1990, esta descentralização debilita focos de poder e fortalece o Estado.
Para Abranches, a participação dos civis para repensar a atuação e induzir mudanças numa nova cultura política popular estabelece convívio socializando o político. Os conflitos geram trocas de informações e experiências, novos espaços públicos, aprendizagem política, tomadas de conhecimentos dos problemas políticos governamentais, políticos, os conflitos entre poder e sociedade civil das demandas comunitárias, forma a identidade coletiva necessária à participação social e a democracia.
A participação da comunidade, a chamada de administração colegiada na escola pública é vista como:
Para Hannah Arendt, a escola um espaço público, lugar de ação e de liberdade, onde cada indivíduo ganha sentido na construção de um mundo comum. Deve se refletir, sobre o paradigma,que no mesmo momento, o mundo moderno, há uma dissolução do espaço público, de uma sociedade despolitizada onde impera o individualismo, interrupção da comunicação dos indivíduos da formação de opiniões e conflitos, perde-se a liberdade.
A escola deve ser o lugar da visibilidade onde cada um pode ser reconhecido e apreendido, o diálogo deve possibilitar construir interações políticas.A ação do homem, livres e iguais,produzindo eventos e fatos no espaço político, de poder falar, tomar iniciativas, provocar reações, a preocupação não com o Eu mas com o mundo.

Capitulo IV gerir a educação: um aprendizado para a Comunidade
O estudo de atas de colegiados de escolas publicas de Minas Gerais.
1 – Descentralização da escola e implantação dos órgãos colegiados.
A descentralização percorre níveis de decisões:
- financeiras, com a implantação do Caixa Escolar, contribuição mensal dos pais, uso dos dinheiros e prestações de contas.
- Administrativos: eleição e composição do colegiado, infra-estrutura escolar, parcerias externas da escola, definição do calendário escolar, orçamento e organização de eventos e festas.
-pedagógico: apresentação e aproveitamento de projetos educacionais, resolução de problemas entre professores, alunos e pais; elaboração do Projeto Político Pedagógico.
Os pais ainda não se organizam para utilizar o espaço escolar, as questões pedagógicas são monopolizadas por professores e diretores. A participação se restringe a distribuição e recolhimento de questionários a comunidade. É preciso sua participação para unir com professores e revestirem os casos de conflitos, corporativismo que há na escola. Sentem-se inibidos e inferiorizados perante os professores gerando comodismo e conformismo. O grupo da comunidade compreende a descentralização e oportunidade de conhecer o processo escolar como espaço de reivindicações, democratizada. Dividir responsabilidades permite que os pais se solidarize-se co o corpo docente. Este poder pode se tornar negativo se mal aproveitado.
Falta alcançar o espírito democrático, concretizar o sentimento de coletividade e autonomia. O espaço já esta implantado.
As decisões colegiadas não deve ser só tarefas burocráticas e organizadas de eventos. Hannah Arent: o colegiado é um simulado do espaço publico, pois permite ações coletivas.

2- Participação da comunidade nas decisões da escola
Apesar de participarem de decisões, reuniões, reivindicações, poucos são os pais mencionados nas atas. Eles são ativos em resoluções concretas como levantamento de doações, compra de matérias, mutirão, etc. alguns atribuem a si a falta de conhecimento e capacidade para debater.
A comunidade deve reconhecer que sua participação está associada a conquista de direitos e devem assumir deveres. A consolidação dessa participação está vinculada a construção coletiva onde presença e compromisso sejam atitudes constantes.
Falta de informação, tempo e desinteresse, além de fatores ideológicos influenciam a participação. O pensar e agir das pessoas facilita ou dificulta a participação de outros.

3- do aprendizado político adquirido na experiência colegiado propicia um aprendizado político onde os indivíduos entram em contato com a estrutura burocrática do poder público, dinâmicas e estratégias da atuação nas políticas sociais. A representatividade gera responsabilidade em prol de um grupo. Os pais acabam criando instrumentos para informar a comunidade para assegurar e conhecer decisões tomadas. O espaço público e a participação nas questões coletivas imprime um pensar em conjunto em prol do bem estar coletivo. É o reconhecimento da responsabilidade dos indivíduos pelo mundo.

Conclusões – analisar os resultados e criar possibilidades
O objetivo da obra consiste em possibilitar um aprendizado político, a comunidade, na escola e consolidar o colegiado. A representatividade e o comprometimento com o coletivo levam os atores a se informar e a se politizar.
Sobre a comunidade, esta deve ser integrar, opinar sobre os problemas e soluções do ensino. É uma ação política. Estabelece uma prática de autonomia e criatividade, caminhando para a democratização e a socialização do poder.
A municipalização democratiza a educação por estar perto da comunidade. O colegiado garante que a escola seja para sua clientela e para a comunidade. Ele cria políticas de atuação sobre orçamento, pessoal, programas escolares, parcerias e convênios externos a escola.
O espaço público concretizado, os indivíduos envolvidos nos colegiados estabelecem uma dinâmica de participação, para as classes populares. Essa passagem se relaciona com democracia e a ruptura dos mecanismos de dominação política do Estado.
Aqui pode nascer o embrião de uma nova geração de atores sociais participantes coletivos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e democrática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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