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Auto da Alma - Gil Vicente
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Desenvolve-se de maneira mais compacta. A ação do romance decorre no curto espaço de tempo entre a tarde de uma quinta - feira santa e a noite do Sábado de aleluia . O autor analisa um grupo de personagens, distintas uma das outras. Mas ligadas por um elo comum : o suicídio de uma moça que se atira do décimo antar de um edifício. Este elo comum evita a repetição e dá originalidade ao romance. Além disso, foi o artifício encontrado para estudar as reações de indivíduos diferentes uns dos outros, diante de um mesmo acontecimento. Assim, o autor analisa o frio Chicharro; o Sete, pequeno vendedor de jornais; Aristides Barreiro , homem de negócios; Bernardo Resende , vaidoso compositor; Tônio Santiago, romancista célebre; Marina , uma mulher angustiada, o Dr.Lustosa, desenbargador aposentado. Érico Veríssimo mostra uma ficção de técnica avançada, onde destacam-se o monólogo interior da personagem e o simultaneísmo narrativo, embora sua linguagem seja pouco estilizada. O registro da vida cotidiana em uma grande metrôpola é sempre feito pelo ponto de vista do personagem, o que garante um clima psicológico maior. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A antologia 26 Poetas Hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda, foi lançada em 1976. Messa coletânea está a chamada "poesia marginal dos anos 70". Esse tipo de poesia começou a se desenvolver no começo daquela década, em pleno auge da ditadura através de textos mimeografados, outros, em off-set, livrinhos com circulação bem reduzida e em conversas nos bares mais freqüentados. 26 Poetas Hoje, na época do seu lançamento, causou polêmica e recebeu críticas por todos os lados: a Academia Brasileira de Letras, por exemplo, não conseguia ver nada além de um simples valor "sociológico" naqueles "sujos" e "pornográficos" versos produzidos por ilustres desconhecidos.

O termo "marginal" foi cunhado pela própria Heloisa, organizadora da antologia, e não remete à noção de fora-da-lei, como poderia supor o leitor mais desavisado. Na verdade, ele se aplica a autores que tinham dificuldade para emplacar suas obras em editoras de grande porte. Não é à toa, portanto, que eles foram imortalizados pela expressão "geração do mimeógrafo", já que se valiam dessa máquina para levar ao público consumidor, de forma ágil e barata, livros de pequena tiragem bancados por conta própria. Entretanto, 26 Poetas Hoje é emblemático porque fez justamente o contrário: abriu as portas do mercado editorial para a maioria dos que participaram da antologia. Além disso, "marginal" era aquele que traduzia em versos de postura anti-intelectual os problemas do seu cotidiano, revelando sintonia com as mudanças políticas e comportamentais por que passava o país. O momento era de repressão e censura impostas pelo governo militar, mas também se caracterizava pela assimilação da cultura pop, que o tropicalismo de Caetano Veloso e Gilberto Gil ajudou a introduzir.

O discurso desses poetas era munido de cinismo, despretensão, imediatismo e de uma maneira de se expressar inteiramente coloquial e pessoal, como se o poeta fosse um amigo muito íntimo do leitor. Essas características, aparentemente gratuitas, eram peças fundamentais na construção da sua linguagem. Nessa poesia, a influência de grandes poetas brasileiros e estrangeiros, tais quais Manuel Bandeira e Baudelaire, não aparecia necessariamente em sua forma poética. Essa influência podia ser encontrada através de frases e trechos de outros poemas ou, até mesmo, de nomes desses poetas "colados" entre os versos – como uma espécie de mural.

Falar de poesia marginal não implica falar apenas de jovens inebriados por cinema, cartoons e shows de rock. Também constam dela escritores de pelo menos três gerações diferentes, com valores e ideais distintos, mas que se irmanavam pela insatisfação com os anos de chumbo da ditadura. Também se aproximavam pela utilização de uma comunicabilidade direta, uma linguagem cotidiana e nada rebuscada para expressar aquela realidade.

Segundo Viviana Bosi, a grande qualidade da antologia da Heloisa foi revelar alguns poetas, mas o defeito consistiu em colocar um rótulo em pessoas muito diferentes que estavam produzindo na mesma época. Eles não se vêem como um grupo.

Traços estilísticos

À primeira leitura, a poesia marginal dos anos 70 parece resgatar propostas formuladas pelos escritores que redefiniram os rumos da literatura nacional na Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo: versos com toque humorístico e linguagem coloquial, que revelam pouca preocupação com a métrica ou com a rima, e que retratam situações bastante cotidianas. Entretanto, os marginais foram além nessa vontade de casar poesia e vida, deixando de lado o politicamente correto e se valendo do efeito libidinoso e dos palavrões – tão corriqueiros, diga-se de passagem, nas conversas entre as pessoas. É o que se pode ver nos versos de "Epopéia", de Cacaso, professor universitário que exerceu uma certa liderança entre os marginais, conquistando admiradores e popularizando esse tipo de produção no meio acadêmico:

O poeta mostra o pinto para a namorada
E proclama: eis o reino animal!
Pupilas fascinadas fazem jejum

Abordar temas terrenos e subjetivos consistia numa crítica ao que era considerado cânone na época, como a poesia de João Cabral de Mello Neto, por exemplo. Na concepção de alguns marginais, a literatura do mestre pernambucano tinha um caráter muito maquinal e tecnicista, com versos bem acabados, porém pouco antenados ao dia-a-dia. Também representava uma alfinetada no projeto estético do concretismo, criado pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos e por Décio Pignatari, que defendiam a "morte" do verso convencional ao darem mais importância para a espacialização das palavras na transmissão de uma mensagem – uma poesia que privilegiava os efeitos de caráter visual. Além disso, os marginais não se enquadravam no engajamento político-partidário da poesia produzida nos moldes prescritos pelo Centro de Cultura Popular, da União Nacional dos Estudantes (UNE), durante a década de 60.

Mas, se a opção por uma linguagem coloquial e temas pouco complexos já havia sido praticada pelos modernistas, e se a crítica à conjuntura política também já tinha sido feita antes, o que de fato singulariza os marginais? Pode-se dizer que eles "desengravataram" a poesia, que desceu do pedestal e passou a freqüentar ambientes não tão eruditos. O público fiel, composto principalmente de universitários que freqüentavam a zona sul do Rio de Janeiro ou os cinemas de São Paulo, identificou-se com aquela maneira espontânea e inocente de peitar as grandes editoras.

Alguns poemas contidos na obra

Manhã de frio
Isabel Câmara

Trata-se de uma certa dama
que acorda aflita pelo dia
observando da janela do seu
Disco-Voador
o cinza que se irradia
desde a música —
Romântica e Alemã
até a cor fria da Dor.

Aquela Tarde
Chico Alvim

Disseram-me que ele morreu na véspera.
Fora preso, torturado. Morreu no Hospital do Exército
O enterro seria naquela tarde.
(Um padre escolheu um lugar de tribuno.
Parecia que ia falar. Não falou.
A mãe e a irmã choravam.) veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
FREIRE, Paulo. A Im portancia do Ato de Ler. Em Três Artigos que se Completam. São Paulo. Cortez, 2001.

A Importância do Ato de Ler – resenha
A leitura envolve vários momentos na vida do ser humano. Há aí, uma retrospectiva na vida do autor.Palavras, textos se encaixam a percepção do mundo. Pássaros, animais e o convívio com os pais se iniciou a leitura da palavra, ou seja, pelo mundo imediato, palavra que se decifra da leitura do mundo particular.
Cita o seu modo particular que foi alfabetizado sobre as areias usando como lápis o graveto..
A sua proposta no ensino em 20 anos de magistério foi o de transformar a regência verbal, crase, pronomes em assuntos que despertassem a curiosidade dos alunos, através da aprendizagem do significado profundo das coisas.
Para Freire a alfabetização de adultos era como um ato político e de conhecimento, assim criado. Era contra a memorização mecânica da alfabetização silábica, e da redução do ensino da puro da palavra, silaba ou letras.
Por ser um ato criador, o processo de alfabetização tem no alfabetizando o seu sujeito, que com a ajuda pedagógica, não se deve anular sua criatividade e sua responsabilidade de construção da escrita e na leitura.
Ressalta que a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra, quer dizer, conhecendo o objeto, sentido – e expressando seu nome verbalmente para depois ter o conhecimento da escrita e da leitura.

A Alfabetização De Adultos E Bibliotecas Populares. Uma Introdução
É impossível não perceber uma natureza política no processo educativo. Não existe educação neutra. Todo partido político é um educador.
Criticamente, a educação é uma questão de poder. Não é autônoma, nem neutra, nem por isso reprodutora da ideologia dominante e sim se relaciona com o sistema de forma dinâmica, contraditória e não mecânica. Apesar de reproduzir a ideologia dominante, ela penetra nas instituições pedagógicas onde dá-se a alteração de sue papel de reprodutor dessa ideologia.
A educação deve priorizar a democracia e o respeito a individualidade do educando, reconhecendo sua bagagem cultural e que o conhecimento é algo em construção e contínuo, isto é, não concluído.
Defende a criação de uma sociedade com indivíduos virtuosos, porém, enquanto isso não ocorre, sugere obras humanitárias e sociais.
Alfabetizar-se é ser sujeito criativo, ler o mundo e a palavra é algo em conjunto. Sugere, que os populares elaborem trabalhos sobre suas historias, como sujeitos do conhecimento a fim que estes trabalhos sirvam de material de pesquisa de história.

O Povo Diz A Sua Palavra Ou A Alfabetização Em São Tome E Príncipe
Alfabetizar é sempre uma novidade. O artigo é sobre a alfabetização de adultos nas cidades citadas. Os cadernos de Cultura Popular e livros são usados na alfabetização.
Na pós-alfabetização no 2.º Caderno de Cultua Popular fala-se sobre o momento do país no material não há a neutralidade.
Essas sociedades passaram por um processo de independência da colônia e a alfabetização serviu pra a reconstrução nacional.
Com isso, todos devem assumir o papel nesta reconstrução, partindo de si mesmos, sem isso eles perderiam seu valor na História, passando a serem sujeitos representados por uma liderança. O ideal seria liderança e povo responder juntos ao desafio.
A participação e tarefa político pedagógica onde a alfabetização tem papel fundamental a este desafio, é ima informação formadora e não manipuladora.
A alfabetização quanto ato político e de conhecimento, comprometida com a aprendizagem da escrita e da leitura da palavra com a leitura e a reescrita da realidade e a pós-alfabetização como continuidade marcha para a reconstrução nacional e para práticas impulsionadoras de reconstrução.
A curiosidade estimula a crítica ao sujeitos do conhecimento. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A história tem comoo cenário a Fazenda Nossa Senhora do boqueirão, na zona da mata fluminense. Um velho tronco de ipê, outrora frondoso, representa a decadência da fazenda. Bem próximo, numa caban, mora o negro Benedito, espécie de feiticeiro, que guarda o segredo da família. Mário, o personagem central, que viveu desde criança na fazenda, juntamente com a prima Alice, descobre que o pai da moça, Joaquim, é o assassino de seu pai. Desesperado, Mário tenta suicídio, pois não pode se casar com a filha de um assassino. Mas o negro Benedito o impede, contando-lhe o segredo: Joaquim não matou o pai de Mário. Ele foi tragado pelas águas do Boqueirão e está enterrado junto ao tronco do ipê. Mário reconcilia-se com a vida e casa-se com Alice. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença etnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabjaras e os pituguaras. Pois Arapuã quer se vingar de Martin, que "roubou" Iracema, mas Mertim é amigo de Poti, índio pitiguara, que irá protegê-lo. Além disso, a tribo tabajara alia-se com os franceses que lutam contra os portugueses, que são aliados dos pitiguaras, pela posse do território brasileiro. Com o passar do tempo, Martim começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria, e acaba distanciando-se de Iracema. Esta, por sua vez, já grávida, sofre muito percebendo a tristeza do amado. Sabendo que é o motivo do sofrimento de Martim, ela resolve morrer depois que der à luz ao filho.

Sabendo da ausência de Martim, Caubí, irmão de Iracema, vai visitá-la e dia que já a perdoou por ter fugido e dado às costas à sua tribo. Acaba conhecendo o sobrinho, e promete fazer visistas regulares aos dois. Conta que Araquém, pai de Iracema, está muito velho e mal de saúde, devido à fuga de Iracema. Justo no período que Martim não está na aldeia, Iracema dá luz ao filho, ao qual dá o nome de Moacir. Sofrendo muito, não se alimentando, e por ter dado à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar o filho à Martim. Iracema é enterrada ao pé de um coqueiro, na borda de um rio, o qual mais tarde seria batizzado de Ceará, e que daria também nome à região banhada por este rio. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, peocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Uma obra de transição para o Realismo. O livro conta a história do jovem Leonardo, filho de pais separados que é criado pelo padrinho barbeiro, sendo uma peste tanto criança quanto mais velho. No começo indicado para ser clérigo, sua rejeição a Igreja lhe leva a vadiar. Na companhia do padrinho na casa de D. Maria conhece Luisinha, por quem se apaixona. Luisinha no entanto se casa com um espertalhão de nome José Manoel. Quando o padrinho morre ele volta a morar com o pai, mas por pouco tempo porque este o expulsa de casa por causa de seus desentendimentos com a madrasta. Vai morar na casa de um amigo dos tempos que era sacristão (o tio queria lhe preparar para a vida clerical) e conhece Vidinha, por quem se apaixona. Após muitas intrigas feitas pelos pretendentes de Vidinha, sai desta casa também e é nomeado pelo major Vidigal, figura policial constante na obra, soldado. Não param por aí suas diabruras e ofensas e sabotagens com o major lhe garantem a cadeia. A madrinha e a tia de Luisinha intercedem em seu favor e este não é só liberto, mas promovido a sargento. Logo após isto morre José Manoel e reata o namoro com Luisinha. Transferido para as Milícias, casa-se com ela. A obra toda é um verdadeiro marco para a transição para o Realismo: os personagens não são idealizados, o amor não é supervalorizado e idealizado (e muito menos são as volúveis mulheres), o herói está longe de perfeito existe uma certa comicidade incomum nos romances da época. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sveva Casati Modignani, no livro A Siciliana, coloca o leitor numa viagem entre o passado e o presente e vice-versa, para que o leitor entenda os factos. Nancy Carr é a protagonista da história e Mark Fawcett o reporter sensacionalista do New York Times que viaja até Itália em busca da história que se esconde por detrás do desaparecimento sem explicação da vida publica da deputada e candidata a mayor de Nova Iorque: Nancy Carr. Mark Fawcett encontra a protagonista da história refugiada num convento em Itália e, através de várias entrevistas, Nancy revela-se em curtas entrevistas, e a sua verdadeira história está bem longe da figura social de uma conhecida advogada e deputada de Nova Iorque. Nancy cujas origens são italianas, assiste em criança à morte de seu pai, assassinado por engano em vez de um chefe da Máfia, Frank Latella. Numa tentativa de apagar o mal feito, ao estilo da Máfia, Frank Latella, assume a protecção da familia de Nancy e envia-os para Itália, assegurando todas as suas necessidades. Passados quinze anos, Nancy retorna aos EUA, encontra o amor e engravida. No jantar de noivado que decorre no mesmo hotel onde o seu pai foi assassinado, ela revive o passado, esquecido dentro de si e reconhece na cara do noivo a face do assassino do seu pai, pelo que o mata. De carácter forte, e protegida pela Máfia deste crime, Nancy forma-se em advogacia, casa com um aristocrata inglês, tona-se deputada e é um dos nomes fortes nomeados para a candidatura a mayor de Nova Iorque. Este destaque social e politico dá aso por parte dos media a uma investigação sobre o seu passado, onde surge a sua ligação à Máfia italiana. Para proteger a sua familia e os que sempre a ajudaram, ela retira-se da vida publica e politica, divorcia-se e refugia-se em Itália num convento. Numa das entrevistas, ela desvenda o mito da Máfia italiana, o mito dos chefes das várias familias, revelando que tudo se trata de um jogo de poder e que o chefe principal, a quem todas as familias obedecem é o seu próprio ex-marido. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É o quinto romance de Aluísio Azevedo, que escreveu também O Mulato, O Cortiço e Casa de Pensão considerados os romances mais importantes do autor. Por ser visto como o 'pai' do naturalismo no Brasil, influenciado pelos escritores Eça de Queirós e Émile Zola, fundadores do naturalismo na Europa, Aluísio Azevedo busca em seus romances uma representação mais ou menos fiel do observado, fugindo assim da tendência romântica de idealização da realidade. Em seus livros, o cotidiano da vida na cidade, com alguns de seus personagens mais típicos, é elemento constante. Neste romance encontramos o casal Borges e Filomena: esta, ambiciosa, busca através do casamento uma forma de ascender socialmente. Borges, no entanto, embora possua bens, é pacato, dócil cidadão sem muitas ambições. Assim, não corresponde ao ideal de marido que Filomena tem em mente. Esta buscará, então, modificá-lo a todo custo. Um incidente na primeira noite mostra para Borges como será difícil seu casamento: Filomena o expulsa do leito nupcial, obrigando-o a dormir fora do quarto.

Durante muito tempo a situação permanece sem alteração, apesar dos agrados constantes de Borges à esposa do cumprimento de todas as exigências dela, as quais, finalmente, acabarão por modificar profundamente o pacato marido, além de levá-lo à ruína econômica. Borges faz tudo pelo sentimento que dedica à esposa, mas nunca chegará a desfrutar do que deseja acima de tudo: paz e tranqüilidade ao lado de sua Filomena. Segundo o crítico Antônio Cândido, deve-se ler Filomena Borges "pelo viés do divertimento". De fato, o autor cria situações hilariantes com o casal Borges e Filomena. Ainda, diz Cândido, "este romance é importante para a compreensão da personalidade literária de Aluísio Azevedo, que se caracteriza por uma mistura de bom humor e melancolia". O grande número de palavras francesas de que se utiliza o autor, decorre da tendência vigente na época, quando a nossa literatura não só fazia uso abundante de termos franceses como tinha nela seu principal modelo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A história, desde a expulsão de Jones até a "transformação completa de Napoleão em "humano" durou aproximadamente 6 anos. Na Granja do Solar, situada perto da cidade de Willingdon (Inglaterra), viviam bichos, que como dono tinham o Sr. Jones. O Velho Major (porco) teve um sonho, sobre uma revolução em que os bichos seriam auto-suficientes, sendo todos iguais. Era o princípio do Animalismo. O Major morreu, mas mesmo assim os animais colocaram em prática a idéia do líder, fazendo a Revolução dos Bichos. Depois da Revolução, a Granja passou a se chamar Granja dos Bichos, e quem a administrava era Bola-de-Neve (porco). Bola-de-Neve seguia os princípios do Animalismo, e mesmo sendo superior (em quesitos de inteligência e cultura) em relação aos outros animais, sempre se considerou igual a todos, não tendo privilégios devido à sua condição. Bola-de-Neve tinha um assistente, Napoleão (porco), que na ânsia pelo poder, traiu o amigo, assumindo a administração da Granja. Napoleão mostrou-se competente e justo no começo, mas depois passou a desrespeitar os SETE MANDAMENTOS, os quais firmavam as idéias animalistas. Depois de aproximadamente 5 anos, Napoleão já ocupava a casa do Sr. Jones, bebia álcool, vestia as roupas do ex-dono , andava somente sobre duas pernas e convivia com seres humanos, enfim agia em benefício próprio, instalando um regime ditatorial, dominando e hostilizando os demais animais, considerados seres inferiores e sem direitos. Por essa época, já não era possível distinguir, quando reunidos à mesa, o porco tirano e os homens com quem se confraternizava. Napoleão conseguiu sair vitorioso graças à ajuda de Garganta, porco servil e obediente e que, através de bons argumentos, convencia os animais de que tudo o que acontecia era para o bem deles. Os SETE MANDAMENTOS do Animalismo eram os seguintes: Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo; Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo; Nenhum animal usará roupas; Nenhum animal dormirá em cama; Nenhum animal beberá álcool; Nenhum animal matará outro animal; Todos os animais são iguais. Napoleão, aos poucos, alterou todos os mandamentos. Foi Bola-de-Neve quem escreveu os SETE MANDAMENTOS. A Revolução dos Bichos é um livro de extrema importância para entendermos o funcionamento de sociedades comandadas por diferentes tipos de governo, além de mostrar de forma genial a ambição do ser humano, o "sonho do poder". O Senhor Jones era o dono da Granja e, como tal, explorava o trabalho animal em benefício próprio, para acumular capital. Em troca dos serviços prestados, ele pagava com a alimentação, que nem sempre era boa e suficiente. Temos aí o retrato de uma sociedade capitalista: quem mais trabalha é quem menos ganha. A Revolução que se deu por idéia do "Major", tinha por princípio básico a igualdade; sendo assim, o Animalismo corresponde ao Socialismo, regime em que não existe propriedade privada e em que todos são iguais, e todos trabalham para o bem comum. A princípio, houve um socialismo democrático, em que todos participavam de assembléias, dando idéias e sugestões, liderados por Bola-de-Neve, bem aceito pelos animais em geral. Napoleão representa o desejo da onipotência, do poder absoluto e, para conseguir seus objetivos, tudo passa a ser válido: mentiras, traições, mudanças de regras. Tempos depois instaurava-se na Granja uma verdadeira Ditadura, o regime em que não há liberdade de expressão, direito a opiniões etc. Na sede pelo poder e pela riqueza, Napoleão entra em contato com os homens para com eles negociar, comprar, vender, enfim, acumular riquezas e tudo graças ao trabalho dos animais, verdadeiros empregados mal – remunerados, ajudando o "patrão" a ter regalias, bens materiais, capital. A situação fica mais crítica do que quando Jones era o dono da Granja porque, mais do que nunca, os direitos humanos, ou seja, dos animais foram violados de forma cruel e tendo conseqüências gravíssimas como a morte de alguns, o desaparecimento de outros e muita tortura. Com base nos fatos ocorridos podemos concluir que a história nos mostra os dois tipos de dominação existentes – a dominação pela sedução: Garganta persuadia os animais com seus argumentos convincentes e eles aceitavam pacificamente as mudanças efetuadas, e a dominação pela força bruta: quem se rebelasse contra as ordens era punido fisicamente, torturado por cães treinados e levados até à morte. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Um dos autos religiosos de Gil Vicente, esta peça é cheia de figuras alegóricas e que segue os preceitos católicos da época. Nele, a figura da Alma aparece, e é levada pelo Anjo Custódio até a Igreja, sendo obstaculizada pelo Diabo, que a tenta com vários pecados. Chegando na estalajadeira que é representação da Igreja, a alma descansa e é derrotado o Diabo. Dentro da Igreja aparece a figura de quatro grandes teólogos: São Tomás, Jerônimo, Ambrósio e Agostinho. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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