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Herbart

Biografia
Johann Friedrich Herbart, nasceu em Oldenburg,1776, Alemanha, e conheceu alguns dos mais importantes intelectuais de seu tempo. Aos 18 anos já era aluno do filósofo Johann Fichte (1762-1814) na Universidade de Iena.Logo em seguida trabalhou durante quatro anos como professor particular em Interlaken, na Suíça, período em que ficou amigo do educador Johann Henrich Pestalozzi, aprofundou as propostas desse educador.tornou-se professor na Universidade de Göttingen em 1802. seis anos depois, assumiu a cátedra deixada vaga por Immanuel Kant em Königsberg, onde lecionou até 1833, quando reassumiu o posto de professor de filosofia em Göttingen. Em Königsberg, fundou um seminário pedagógico com uma escola de aplicação e um internato. Os estudos mais importantes de Herbart foram no campo da filosofia da mente, a qual subordinou suas obras pedagógicas (entre elas, Pedagogia Geral e Esboço de um Curso de Pedagogia). A influência de sua teoria se estendeu a uma legião de pensadores, dando origem a várias interpretações, até entrar em declínio no início do século XX.
Morreu em 1841.
Herbart viveu numa época em que a Alemanha produziu os mais importantes intelectuais da História, como Johann Wolfgang Von Goethe na literatura, Kant na filosofia. As universidades alemãs constituíam uma cultura sólida, onde filósofos ocupavam também cátedras de pedagogia. A influencia protestante nos governos cercaram de funcionários cultos que ajudaram a criar um contexto em busca de um bem comum, porem não democrático. Correntes idealistas, românticas e realistas dessa época deixaram contribuições fundamentais para a educação.

Idéias
Com ele a pedagogia foi formulada pela primeira vez como ciência, organizada, abrangente e sistemática, com fins claros e meios definidos.sua teoria se baseia numa filosofia do funcionamento da mente, com caráter cientifico e com a adoção de psicologia aplicada como eixo central à educação. Este pensamento pedagógico vincula-se até hoje nas teorias de aprendizagens e à psicologia do desenvolvimento de Piaget.
Para Herbart a mente funciona como base em representações (imagens, idéias ou outras manifestações psíquicas). Ele negava a existência de faculdades inatas.a dinâmica da mente estaria em relações entre essas representações, que nem sempre são conscientes. O homem assimila as informações do ambiente de forma global.
Relaciona-se com o ambiente e cria representações.
Elas podem se combinar e produzir resultados manifestos ou entrar em conflito entre si e permanecer inconscientes.este processo viria a influenciar mais tarde, Sigmund Freud.
O principio de que a doutrina pedagógica tornou-se cientifica é que precisa ser comprovada experimentalmente, idéia de Kant. Alimentando assim a teoria com a prática num processo de atualização e aperfeiçoamento constante.
Na sua teoria, memória, sentimento e desejos são modificações das representações mentais. Agis sobre elas significa influenciar em todas as esferas da vida de uma pessoa.assim, Herbart cria a teoria de uma educação que pretende interferir os processos mentais do estudante como meio de orientar sua formação.
A educação é a instrução que modifica os grupos de idéias já possuídas pelo espírito, levando-as a formar uma nova unidade ou uma série de unidades harmoniosas, que determinam a conduta. Desperta o interesse dos alunos pelas matérias escolares, a seleção de conteúdos de instrução e pela utilização de métodos condizentes com o desenvolvimento psicológico do aluno.
O objetivo de sua pedagogia, é o acumulo de informações e a formação moral do estudante, enfatizando ao conceito de instrução como instrumento para se alcançar os objetivos da educação.
Influenciando todo o mundo ocidental e também o Japão, seus princípios resultaram no que conhecemos hoje por tradicional.

Metodologia
A Instrução para Herbart é o elemento central dos três procedimentos que constituem a ação pedagógica.
1. O primeiro é o que chamou de governo –manutenção da ordem pelo controle do comportamento da criança, uma contribuição dos pais e dos professores. Trata-se de regras impostas de fora com o objetivo de manter a criança ocupada.
2. a instrução educativa tem como motor o interesse, que deve ser múltiplo, variado e harmonicamente repartido.
3. a disciplina, que tem como função preservar a vontade no caminho da virtude. Nessa etapa fortalece-se a autodeterminação como pré-requisito da formação do caráter. Ao contrario do governo, consiste em um processo interno do aluno.
Conteúdos deveriam ser unificados, correlacionados, a partir da própria Historia da humanidade. Propõe que se comecem os estudos pelos poemas de Homero seguidos por literatura grega e romana.
Métodos, umas séries de passos, determinados a ser estudado pelo interesse da criança, a observação, a solicitação e a ação, correspondendo aos passos de instrução, como regras de exposição; na sua teoria do interesse escola ajuda o aluno a desenvolver e integrar as representações mentais que se formam em contato com a natureza (através da experiência) sociedade (convívio social).
Sobre os conteúdos, os estudos deveriam ser unificados, correlacionados, a partir da própria Historia da Humanidade. Na medida em que o desenvolvimento do individuo recapitula, até certo ponto, o desenvolvimento da humanidade. Herbart propõe que se comecem os estudos pelos poemas de Homero, que seriam seguidos por outras partes da literatura grego romana, combinadas com certos períodos da Historia, escolhido em função da progressiva complexidade dois interesses da criança. Isto é: começando pelos fatos mais simples e evoluindo progressivamente para os mais complexos.
Organização dos materiais instrucionais / conservar a unidade para desenvolver no aluno uma consciencia plena. O conhecimento é um todo só se compartimentalizado em matérias escolares para fins didáticos facilitar o estudo e a assimilação.
A matéria deve ser organizada de tal forma que o aluno percebe a relação entre elas e a unidade do conhecimento.
Com o aparecimento do movimento da escola ativa, as suas idéias tornou-se ultrapassadas.

A Escola
Suas escolas transmitiam ensino totalmente receptivo, sem diálogo entre professor e aluno e com aulas que obedeciam a esquemas rígidos e preestabelecidos. Nela ele previa cinco etapas no ato de ensina: preparação, apresentação, associação, sistematização, aplicação.
1. preparação- processo de relacionar o novo conteúdo a conhecimentos ou lembranças que o aluno já possua, para que ele adquira interesse na matéria, abrangendo clareza as idéias antigas relacionadas com as novas, coordenadas.
2. apresentação ou demonstração do conteúdo.
3. associação - na qual a assimilação do assunto se completa por meio de comparações minuciosas com conteúdos prévios, na combinação do novo com o velho.
4. generalização ou sistematização - parte dos conteúdos recém-aprendidos para a formulação de regras globais como a mais importante para desenvolver a mente além da percepção imediata, na elaboração de teórica de novo conceito.
5. aplicação - que tem como objetivo mostrar utilidade para o que se aprendeu, ou seja, a utilização pelo indivíduo em atividades do conceito aprendido.

Críticas
Dewey fez críticas a doutrina herbartiana, dizendo que pregava um mestre todo-poderoso, encarregado de manipular os processos mentais do aluno por meio da instrução. Para Dewey e a maioria dos pedagogos do século XX, o pensamento de Herbart subestima e ignora a ação do aluno e sua capacidade de auto-educar-se. A pedagogia contemporânea tornou-se o aluno sujeito do ensino e substituiu o individualismo do século XVIII.

Bibliografia
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP
Nova Escola, setembro de 2004, pp. 28 a 30 veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
CONVERSAS COM QUEM GOSTA DE ENSINAR
ALVES,Rubem
Coleção Polêmicas do Nosso Tempo
Editora Cortez – Autores Associados
25ª edição 1991

Resumo:

Professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor.Educador não é profissão; é vocação. É toda vocação nasce de um grande amor, de uma esperança.
Profissões e vocações são como plantas. Vicejam e florescem em nichos ecológicos. Destruído esse habitat, a vida vai se encolhendo, murchando, fica triste, entra para o fundo da terra. Até sumir. Uma vez cortada à floresta virgem, tudo muda. É bem verdade que é possível plantar eucaliptos, essa raça cresce depressa, para substituir as velhas árvores. Pode ser que educadores sejam confundidos com professores, da mesma forma como se dizer: jequitibás e eucaliptos.

Os educadores são como as velhas árvores. Possui uma fase, um nome, uma “estória” a ser contada. Habitam um mundo em que o que vale é a relação que os liga aos alunos, sendo que cada aluno é uma entidade, portador de um nome, de uma ‘estória, sofrendo. Tristeza e alimentando esperança. E a educação é algo pra acontecer neste espaço invisível e denso, que se estabelece a dois. Espaço artesanal.

Mas professores são habitantes de um mundo diferente, onde o educador pouco importa, pois o que interessa é um crédito cultural que o aluno adquire numa disciplina identificada por uma sigla, para fins institucionais, nenhuma diferença faz aquele que a ministros.
De educadores para professores realizamos o salto pessoa para funções.

Segundo o autor, grande parte das pessoas que entram no campo das ciências sociais havia pensado, em algum momento de sua vida, em seguir uma vocação religiosa. Acontece que a ética religiosa cristã clássica sempre foi muito clara ao indicar que a moralidade de uma ação se baseia na intenção. Com o advento do utilitarismo, a pessoa passou a ser definida pela sua produção; a identidade é engolida pela função. Quando alguém nos pergunta o que somos, respondemos inevitavelmente dizendo o que fazemos com esta revolução instaurou-se a possibilidade de se gerenciar e administrar a personalidade.

O educador habita um mundo em que a interioridade faz uma diferença, em que as pessoas se definem por suas visões, paixões, esperanças e horizontes utópicos. O professor é o funcionário de um mundo dominado pelo Estado e pelas empresas. É uma entidade gerenciada, administrada segundo a sua excelência funcional. Freqüentemente o educador é mau funcionário, porque o ritmo do mundo do educador não segue o ritmo do mundo da instituição.

Descobriu-se que a educação, como tudo o mais, tem a ver com instituições, classes, grandes unidades estruturais, que funcionam como se fossem coisas, regidas por leis e totalmente independentes dos sujeitos envolvidos. A realidade não se move por intenções, desejos, tristezas e esperanças. A interioridade foi engolida. É justo que nos preocupemos com pessoas, mestres e aprendizes. Mas não é neste nível que se encontram as explicações, a ciência do real. Reprodução aparelho ideológico de Estado. A paixão é o segredo do sentido da vida.”Cada pessoa que entra em contato com a criança é um professor que incessantemente lhe descreve o mundo, até o momento em que a criança é capaz de perceber o mundo tal como foi descrito”. Professores que não sabem que são professores, sem créditos em didática nem conhecimento de psicologia.

Todo cientista que se preza faz a crítica às ideologias, vê com clareza, percebe o equívoco dos outros. Cada teoria social é uma teoria pessoal, falar no impessoal, sem sujeito, não passa de uma consumada mentira, um passe de mágica que procura fazer o perplexo leitor acreditar que não foi alguém muito concreto que escreveu o texto, mas um sujeito universal que contempla a realidade fora dela.Não é preciso reconhecer que o mundo dos operários é diferente do mundo dos intelectuais, as diferenças se encontram em categorias menos abrangentes. Acontece com os seus corpos faz uma diferença, e que nem tudo pode ser reduzido á sua classe social. É possíveis que o pensamento livre de valores seja um ideal, com toda a certeza ele não é uma realidade em parte alguma.

A significação humana de um conceito como o de classe social e a sua possível eficácia política se derivam do fato de que uma classe é uma forma social de se manipular o corpo, pois o propósito de toda educação é a domesticação do corpo.

Dispomos de métodos de análises do que nos permitem compreender cm rigor certas relações estruturalmente determinas.

Escolas são instituições tardias e apertadas, enquanto a educação tem a idade do nascimento da cultura do homem, que fazem os mestres - pais, mães, irmãos, sacerdotes, padrinhos - senão ensinar a um aprendiz o uso correto do seu corpo. E o corpo aprende a fazer as necessidades fisiológicas nos lugares e tempos permitidos, a conquistar o relógio biológico e a acordar segundo o tempo convencional das atividades socialmente organizadas, a se disciplinar como guerreiro, como artistas ou como puro cérebro.

Voltar ao corpo como grande razão tem sentido político, porque é o corpo que dispõe de um olfato sensível aos aspectos qualitativos da vida social. Pedagógico, porque a sabedoria do corpo o impede de sentir, aprender, processar, entender, resolver problemas que não desejam diretamente ligados as suas condições concretas. O corpo só preserva as idéias que lhe sejam instrumentos ou brinquedos, que lhe sejam úteis, que o estendam.

A palavra é o testemunho de uma ausência. Ela possui uma intenção mágica, a de trazer á existência o que não está lá... A intenção de manter viva a promessa do retorno.Um dos ardis da palavra está em que ela req6uentemente significa o oposto do que enuncia. Porém, toda palavra pe para ser acreditadas. O educador fala ás pessoas e assim constrói as bases que tornam possível o mundo humano, mas esta construção depende da capacidade do educador de usar os símbolos que circulam ente as pessoas comuns. O conteúdo de nossa fala sobre a educação é fazer com que pensássemos sobre pecualidades do nosso discurso no ato esmo de educar.

O conhecimento já nasce solidário com o corpo e faz com que o corpo faça o que tem de fazer.
Repetição sem fim. Cada geração reproduz a outra. Graças à repetição e á reprodução a vida é possível.

Educação é o processo pelo qual aprendemos uma forma de humanidade. E ele é mediado pela linguagem. Aprender o mundo humano é aprender numa linguagem, porque os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo.

A massa de informações que me atinge a cada momento é filtrada, selecionada, organizada, estruturada pela mediação da linguagem. E é este mundo estruturado que eu posso conhecer e é em relação a e a que se organiza o meu comportamento.

A linguagem tem a possibilidade de fazer curtos-circuitos em sistemas orgânicos intactos, produzindo úlceras, impotência ou frigidez, carregam consigo as proibições, as exigências e expectativas o á personalidade do homem se forma por este complexo lingüístico.Os leigos pensam em decorrência dos seus hábitos de linguagem; os cientistas em decorrência da exigência da lógica e da investigação.Ser capaz de dizer a verdade como ela é, usa o empirismo, para consolidar a ruptura por meio de explicações psicológicas das origens das idéias e das palavras.

OBJETO – ESTÍMULO -- IMPRESSÃO -- IDÉIA—PALAVRA

Devemos tomar cuidado sobre o discurso ideológico é um mascaramento dos valores que realmente revelam os nossos investimentos emocionais, os únicos que conduzem á ação.A questão de valores deixa lugar ao político e materialista, numa utopia, numa esperança, num paraíso futuro, são discursos que nascem do amor e provocam o amor a ação se mistura com eles, como a atividade criadora que traz á existência aquilo que ainda não existe.
O educador se desculpa apontando para as leis do capitalismo. A escola é aparelho ideológico do Estado, sua autonomia e relativa, muito pequena e no final o processo desemboca na reprodução.Grande parte das misérias da educação decorre dos acordos mesquinhos que educadores e cientistas estabelecem entre si.

Ao tratar da educação, eu prefiro me concentrar a análise institucional, pois ela se abre numa esfera em que a minha decisão conta, em que as pequenas alianças fazem uma diferença, em que o indivíduo e os grupos reduzidos ganham significação. Porque é somente a partir de pessoas concretas, de carne e osso a linguagem é falada.

Quanto ao método, a precisão mão é o único critério para a escolha do método, pois o uso rigoroso de um método não pode ser o critério inicial e final na determinação da pesquisa.
Não se pode entender o processo educacional, na sua totalidade, se não se levar em conta fatores de ordem biológica, psicológica, social, econômica e política.

O ponto inicial de uma pesquisa deve ser a relevância do problema. Devemos avaliar individualmente o desempenho de uma pessoa. O rigor metodológico pode deixar de ser um ideal científico válido e se transformar num artifício institucional pelo qual as instituições mais criativas são bloqueadas. É necessário que nos lembremos de que o rigor metodológico é apenas uma ferramenta provisória.
O método se subordina a uma construção teórica. Quando as construções teóricas dominantes entram em colapso, a permanência do método que lhes era próprio, só conduz a equívocos cada vez maiores.

É necessário saber discriminar os problemas que merecem e devem ser investigados. Este poder de discriminação não nos vem da ciência. A ciência só nos pode oferecer métodos para explorar, organizar, explicar e testar problemas escolhidos. Ela não pode dizer o que é importante ou não. A escolha dos problemas é um ato anterior á pesquisa, que tem a ver com os valores do investigador.

A ciência pela ciência é uma ilusão d cientistas que se fecham em seus laboratórios ou mundos mentais. Não é possível ao investigador ficar de fora dos problemas que ele investiga. É necessário tomar partido.A pretensão do educador é ser não apenas uma peça manipulada, mas um agente que toma a iniciativa.

Ter consciência da sua situação estratégica é ter consciência de o serviço de quem o pesquisador se encontra. Sabe-se que os processos de educação são processos de controle. Pela educação o educando aprende as regras das relações sociais dominantes e adquire as informações de quem irão transformá-lo em um cidadão atuante.

Tecnólogos hoje valem mais do que filósofos porque o seu conhecimento pode ser facilmente transformado em formas políticas e econômicas de poder. O ato de pesquisa é um ato político.

Educação e política têm a mesma função; controlar o comportamento. Na educação busca-se levar o indivíduo a aceitar voluntariamente as regras do jogo social. O educador consciente de que a função social da educação é reduplicar a sociedade, mas consciente ao mesmo tempo de que freqüentemente é a própria ordem social que se constitui num problema. A abordagem adequada do problema contemplaria a necessidade de mudanças sociais. Ou educação para a integração, na linha de uma engenharia do comportamento, ou educação par a transformação, na linha de uma engenharia da ordem social.

A ciência não poderá ajudá-lo na tomada de decisão. Ela poderá simplesmente ajudá-lo a antever as conseqüências de sua decisão, uma vez tomada.

Para pesquisar, a nível filosófico, seria questionar os cenários, as estruturas, os pressupostos comumente aceitos sem exame. A filosófica o que se busca é questionar o conhecimento familiar de que lançamos mão pa explicar nossas práticas cotidianas. Em relação à educação compete á filosofia fazer as perguntas embaraçosas acerca das ilusões e das ideologias da educação, buscar as sínteses criativas e construir novas sínteses a partir de conceitos divorciados de homens de carne e osso. O filósofo tende a se tornar um profissional do conceito. Ele trabalha dentro de um esquema rígido d divisão de trabalho na qual a única matéria prima de que dispõe são suas idéias. É necessário que o filósofo trabalhe com as idéias poderosas para informar a ação. A missão do filósofo é sentir os sofrimentos dos oprimidos, ouvir as suas esperanças, elabora-las de forma conceptual há um tempo rigorosos e compreensível e devolvê-las àqueles de onde surgiram. A tarefa do filósofo não é gerar, mas partejar, não é criar, mas permitir que aquilo que está sendo criado venha á luz.

Na pesquisa científica é natural qual a relevância do problema seja colocada em segundo plano.Nenhum indivíduo pode levar a cabo uma pesquisa. Ele em de pertencer a instituições ricas o bastante par possuir tais recursos. As pesquisas são financiadas por convênios com organização cujo interesse é puramente econômico. O conhecimento científico é feito sob encomenda, vendido e comprado. O que se deseja é uma receita simples para um problema prático com que se defronta.Além da dificuldade do seu tratamento metodológico e do fato de que ninguém faz encomendas de conhecimento a cerca do todo, existe esta postura ideológica par justificar a prática científica.

A situação estratégica da Universidade é ta que a maior resistência deve vir dos interesses econômicos e políticos. O produto deve ser lançado ao mercado o mais rapidamente possível, pois só assim virão. Os dividendos dos investimentos anteriores da pesquisa.

Mensagem

Existem professores e educadores. A diferença que existe entre eles é o amor.São confundidos assim com se confundem jequitibás e eucaliptos. Na analogia jequitibás são os educadores, arvores rara que demora crescer. Preocupa-se com a relação alunos de forma que interioriza, definida por sua paixão, sonhos e esperanças. E os professores, são como eucaliptos, nascem em qualquer lugar sem nascem em qualquer lugar, ensina a profissão. Que se interessa no crédito cultural das disciplinas que é dominado e segue leis a partir de um interesse de sistemas, qualquer um que ensina é professor.

Deve se acordar para a expressão, o educador deve saber discursar no ato de educar, saber usas os símbolos e palavras, que circulam ente os educandos. Acordar as teorias que são postas em formas pessoais, o pensamento livre de valores seja um ideal, máster a certeza que não é uma realidade em parte alguma.

O nascimento nasce com o corpo e o que aprendemos no mundo é uma linguagem adequada e trabalhamos com ela para liberar nossos pensamentos, ideologias, sentimentos e provocar a ação.

O processo educacional deve ser entendido junto com os fatores biológicos, sociais e políticos da criança. Deve-se escolher os problemas de questão educacional e pesquisa-los, onde o educador tem que ser um agente que toma iniciativas. Por sua vez, hoje, o educando é manipulado conforme os interesses da sociedade, que controla o seu comportamento e é orientada à integração a vida social. Filosoficamente devemos analisar os cenários para explicar a rotina, com consciência tranqüila e o uso da certeza lógica, trabalhar com idéias poderosas para informar a ação, tendo o objetivo de criar e usufruir a criação. A nível científico o objetivo é a economia, a exploração e conquista de um produto com lucros rápidos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sinopse - A flauta mágica - Dionisio Jacob
Prepare-se para mergulhar numa história fantástica. Tamino é um jovem príncipe que está prestes a se tornar rei. Para isso, precisa passa por uma prova de sabedoria no templo do temível bruxo Sarastro, na qual terá que enfrentar muitos perigos. Perigo ainda maior é a paixão proibida por Pamina, a princesa prisioneira de Sarastro, filha da poderosa Rainha da Noite. Será que "A Flauta Mágica" ajudará Tamino a vencer tantos obstáculos? Esta história traz uma incrível aventura e mostra a importância da sabedoria, da humildade e da verdade.


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É o primeiro livro impresso de autor brasileiro. A obra apresenta poesias em português, espanhol, italiano, latim e duas comédias em espanhol. Escreveu o poemeto "A Ilha da Maré" apontado como precursor do nativismo pitoresco. A maior parte da sua obra e, talvez, a melhor parte foi escrita em espanhol. O autor embora considerado de pouca expressão literária dentro do barroco é um marco da nossa literatura. Obs.: - A "Enciclopédia e Diccionário Internancional" - W. M. Jacksn Editor diz: Manoel Botelho de Oliveira. Poeta brasileiro nascido na Bahia em 1636 e m. em 1711. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, dedicou-se à advocacia; Foi fidalgo da Casa Real, capitão mor de ordenanças e vereador municipal. Publicou em 1705 um livro de poesias , com o título: Música do Parnaso; Nalgumas delas descreve cenas do país e particularmente da Bahia; este livro encerra também duas comédias em verso: Hay amigo para amigo, e Amor enganos e zelos. Escreveu também a canção Sobre os males originados pelo ouro, e a Ode à Ilha da Maré veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A história se passa na Vila de São Vicente, e tem como trama principal o amor proibido de Clara Vitória pelo Maestro. A trama se passa na fazendo do Major Antônio Eleutério, potentado em terras e charqueador. Homem que viveu no passado uma vida rude, e agora dedicava sua vida a música e a sua orquestra particular, A Lira de Santa Cecília. Homem conservador e de princípios rígidos. Não admite um modo de pensar e de amar diferente do dele. Tem uma filha, a jovem Clara Vitória. Ela abala a sociedade, declarando abertamente seu amor pelo Maestro. Faz isso, quando descobre que espera um filho dele. É caracterizada pela quebra do seu antigo modo de pensar. Após conhecer o maestro muda todos os seus antigos conceito que provinham de sua família conservadora. O Major, criou em suas terras uma orquestra particular: a Lira de Santa Cecília. E convidou um maestro para reger sua orquestra. Este, era um homem com idéias diferentes das do major, mas possue muita diplomacia e sabe lidar como difícil gênio de Antônio Eleutério. Aos poucos vai se apaixonando pela filha do major, a Clara Vitória, e vai conquistando-a. Então vive aquele dilema de se integrar ao amor proibído ou manter a fidelidade ao intransigível major. Acaba por se integrar este amor, e este amor proibido resulta em um filho. O major é casado com Dona Brígida. Esta, tem uma maneira de pensar bastante conservadora. Mas não suportava as idéias musicais do major. Achava um disperdício de tempo a Lira de Santa Cecília.

Interessante a posição da Igreja neste romance. É simbolizada pelo Vigário. Um homem que condena o casamento livre, "arranja" casamentos junto com os pais dos noivos. Tem princípios antiquados, mas não age com o mesmo radicalism do Major. Condena o major por ele ter "aprisionado sua filha". Exatamente isso que acontece quando o major descobre que sua filha está grávida de outro homem. Só que ele não sabe qual homem. Ele pensa que quem engravidou Clara Vitório foi seu noivo, o Silvestre Pimentel. Vai até a casa de Silvestre Pimentel e tenta assassiná-lo. Só que não consegue, pois, errou os tiros. Então ao voltar para casa ele determina que Clara Vitória deve ser afastada da fazenda e a leva para uma tapera em um lugar distante da civilização. E lá ela permanece a espera do parto. O Maestro e a orquestra da Lira de Santa Cecília se desfaz após isso e o Maestro vai para Porto Alegre e se integra a orquetra da Catedral. Outro músico da orquestra se chama Rossine. Ele entra na trama de uma maneira sutíl, começa aos poucos a ser o conselheiro do Maestro. Representa um pai para o Maestro, quem dá os melhores conselhos e depois espera os resultados. O Maestro sente muita falta de sua amada e resolve voltar para a Vila de São Vicente e libertar Clara Vitória de sua "prisão". Reune os musicos da antiga Lira de Santa Cecília e aparece na fazenda do major Antônio Eleutério. Este, recebe muito bem a orquestra e resolve organiza um um concerto. Convida todos da vizinhança, todas as figuras importantes de São Vicente mas ninguém aparece. Ninguém em São Vicente concordou com o que o Major fez com sua filha. Sozinho, deprimido e após receber desaforos do padre por sua atitude se suicida com um tiro na cabeça. O Major aproveita o momento de confusão e vai em busca de sua amada. Encontra ela com seu filho e acabam por ficarem juntos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Normalista , considerada obra "libidinosa", quando de seu lançamento, ajusta-se perfeitamente às propostas do Determinismo. João da Mata desfruta sexia;,emte de sai afilhada. Maria da Mata , moça ingênua, de uma excepcional brandura de caráter, educada em uma casa de caridade e depois normalista. Pressionada pelo instinto sexual e por circunstâncias superiores à sua vontade, Maria do Carmo entrega-se ao padrinho, submetendo-se totalmente à lascivia de João da Mata. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A narrativa transcorre em Porto Alegre, porém é entremeada por lembranças de quando o narrador, protagonista do romance, vivera nos Estados Unidos. Romance em primeira pessoa no qual, do início ao fim, é omitido o nome do protagonista . Inicia com o protagonista relembrando do amigo doente, que vem a falecer em seus braços a caminho do hospital. O episódio ocorre em Porto Alegre, no verão. Eram velhos amigos. O protagonista viera dos Estados Unidos, onde residia, especialmente para ficar com o amigo. Ada, sua esposa na época, tenta salvar um casamento em ruínas mantendo relações sexuais com outros homens, num apelo desesperado para reconquistar um marido que já não lhe demonstra o menor interesse. Separam-se. Ada vai viver numa praia em Santa Catarina, e lá conhece um pescador por quem apaixona-se. O protagonista é um escritor. Seu último livro, um romance destacado pelos críticos, não vendera nada. Entrega-se à bebida. Há um mês veste a mesma roupa. Vive de traduções das quais está saturado. Encerrado em seu ostracismo e solidão, e sob o espectro do fracasso, vagueia pelas ruas e bares ainda pelas manhãs. Nos bares, bebendo dreher e com firme intuito de turvar a realidade, sente-se incomodado com conversas alheias. Vê-se obrigado a escutar um garoto que se diz fã dos seus livros. Escuta-o sem o ouvir. Lembra-se de quando Ada era professora numa escola pública experimental, antes de debandar para tantas outras coisas que tentou fazer na vida. Agora Ada aprendia a pescar. Lembranças permeando-lhe os pensamentos.

A menina, aluna de Ada, que se sentara sem calcinha à sua frente no dia em que ele apresentara-se de operário para uma de suas aulas de sociologia. Onde andaria a danadinha, pensava. Bêbado, joga a chave do apartamento num bueiro. Novamente se vê no passado, deitado no degrau de um prédio público. Avista o negro cego tocando sax e chama-o. Conhecera-o há anos. Era músico. O cego sofria de fome. Mas preferia assim, viver sem calendário. Foram para o bar tomar café. Depois para a rua, à deriva, enquanto o vento soprava forte. De volta ao apartamento, recebe um telefonema que mal consegue entender, apenas que é de um estrangeiro. Pega o ônibus para Viamão. No fim da linha uma igreja, uma galinha, uma menina vendendo caramelos. No lugarejo olhares esquivos dos habitantes. Sobe o morro bêbado; o ar puro revitaliza-o. Está indo para o Vale que fica depois do morro. Lá do alto avista uma casinha de madeira sozinha no meio da vegetação árida lá embaixo. Ao chegar à casa bastante abandonada e sentindo muita sede, chama por alguém. Aparece um homem com sotaque estrangeiro que lhe diz não ter água em casa, só cachaça. Era louro, vestia uma calça branca arregaçada e tinha uma tatuagem no peito e um olho tatuado. Beberam duas garrafas de cachaça na casa escura, iluminada apenas por um lampião. O americano chaava-se Steve e discorria sobre sua vida, sobre o tempo do colégio, deixando seu visitante completamente entediado. Este, perguntado-se se alguém neste mundo ainda poderia lhe interessar. Steve conta-lhe que estudou em Harvad e que durante anos foi dopado por um psiquiatra. Abandonou Harvard. Internou-se numa clínica e adquiriu uma grave amnésia. Recebera tantos choques insulínicos que nunca mais recuperara de todo a memória. Estava ali a falar o quanto a clínica o havia aniquilado. A vida tornara-se-lhe vil. Steve prossegue sua história. A vida que tivera em Boston. Fora casado com Jill antes de decidir mudar-se para o Brasil. Reencontrara o amigo Baby Buffalo, que desde os treze anos não via. Baby Buffalo contou-lhe que aos vinte anos estuprara uma mulher em Vermont, passara um tempo na prisão, e estava tentando refazer a vida em Boston. A partir daí voltaram à velha amizade até Baby Buffalo ser preso novamente. Nosso protagonista começa então a falar sobre a experiência que teve no mesmo parque de Boston em que Steve reencontrou Baby Buffalo. Conta-lhe que pisou num corpo de mulher desenhado a giz no chão. Ao pé do corpo estava escrito que havia sido estuprada. Steve torna-se possesso. Quer matá-lo, inicia-se uma briga que os levará à extrema violência. Steve acaba extenuado e todo ensanguentado, mas resiste ainda. Nosso protagonista também tendo sido muito golpeado, ameaça-o com uma pedra, e acaba conseguindo escapar. Steve fica caído no morro, ao relento. Na estada em Boston, Ada esteve lendo um livro pelo qual apaixonou-se, chamado Minimal Society. Tratava de uma sociedade autosuficiente na qual tudo de que se necessitasse seria produzido, abolindo a introdução do comércio exterior. Nesta sociedade autogerida, o sentido de nacionalidade não existia, pois o importante seria ser um cidadão minimalista. Ali se desenvolveria também a crença na reencarnação. E assim cada vez que se morresse, o espírito voltaria para uma sociedade minimalista mais evoluída, já redimido dos erros passados. Por esta época, o protagonista e Ada já andavam entendiados um com o outro. Ada fazia quindins para viver. Ada mantinha uma relação estranha com Alícia, a mexicana com quem dividia o apartamento. Ia além da amizade. Uma espécie de dependência por parte de Ada e paixão por parte de Alícia. Quanto à sociedade minimalista de Ada, em que todos seriam livres, tudo seria permitido: banhos grupais, trocas de casais, até que seria uma boa idéia passar por essas experiências. Teria muito o que contar nos livros. Mas Ada lhe dizia que por enquanto era melhor mesmo que voltasse para o Brasil. "A bem da verdade, qual o dia que passa sem alguém dissolver minha última esperança? Há sempre alguém a postos para declarar que estou perdido. Que já é outro o rumo das coisas e que eu me atrasei. Que a história marcha e olha como ainda estou cheio de ilusões. Tudo marcha em direção a uma clareza que absolutamente não compreendo. (...) Eu e tudo estávamos sofrendo de um ridículo, mas esse ridículo não me dava vontade de rir mas sim um medo atroz. Então entrei num bar e pensei num porre. Daqueles que eu costumava ter no Brasil. Daquelas noites que no dia seguinte você não lembra de nada. E eu tinha um bom motivo para beber: esquecer por uma noite do ridículo, o mais completamente." Mary viera do Quênia. Era uma negra forte, de grandes seios. Fora aos Estados Unidos apresentar um vasto relatório sobre pesquisas minimalistas desenvolvidas em seu país. Falava de como os cegos seriam úteis nas sociedades minimalistas, pois através de suas experiências com a escuridão é que se chegaria à luz. Nos ensinariam que só há um único caminho: o da luz. Dizia também que pesquisas recentes sobre o sono afirmavam a importância de não se observar alguém dormindo, porque o ser humano é a única espécie que odeia o seu semelhante, e quando este dorme, sente um desejo intenso de eliminá-lo, embora esse desejo visceral seja reprimido pela moral social. As conversas de Ada, Alícia e Mary giravam em torno da sociedade minimalista. Não havia espaço entre elas para um intruso que não estivesse de tal modo integrado. Foi quando Ada pediu-lhe que voltasse ao Brasil. Em Porto Alegre, nosso protagonista fala a João sobre a sociedade minimalista. João quer saber como é encarado o Terceiro Mundo, as relações de produção, os velhos. E irrita-se pelo amigo não ser capaz de responder-lhe. João era um escritor corajoso. Escrevera um romance esperançoso em contraponto à atual sociedade corrosiva. João dizia que era preciso manter a serenidade diante das crises. Morreu alguns dias depois dessa discussão. Ada retornara dos Estados Unidos numa cadeira de rodas, sobrevivendo de soro e sedativos, sem dizer palavra e incapaz de reconhecê-lo. Nosso protagonista ficou a seu lado até sua completa recuperação. Finalmente curada, Ada explicou-lhe o que acontecera. Alícia tentara matá-la sufocando-a com um saco plástico enquanto dormia. Ada livrou-se de Alícia dando-lhe um empurrão com os pés, jogando-a contra a parede e causando-lhe um dano irreversível. Alícia hoje está sobre uma cama, levando uma vida vegetativa. Mary, que viu o que acontecera, prestou um excelente testemunho, livrando-a da prisão. Mary aproveitou para escrever uma tese sobre o sono minimalista, e foi comprovado o ódio do homem pelo homem e sua irresistível tentação de matá-lo enquanto assiste-o dormir. A tese virou livro, que virou best-seller. Mary comprou uma fazenda no Quênia e lá fundou a primeira comunidade minimalista. O protagonista conhecera Steve na ocasião em que fora "convidado" pelas três mulheres minimalistas a voltar para o Brasil. Tinha ido beber num bar quando Steve, após puxar assunto, convidou-o a conhecer seu refúgio, uma velha casa de campo nos arredores de Boston. No trajeto, Steve contou-lhe sobre a casa abandonada que conhecera em Viamão, lá em Porto Alegre. Contou-lhe também pormenores de sua vida, que pouco o interessou. Steve, muito alcoolizado, entrou em coma alcoólico, e antes defecou na roupa. Deitado de bruços sobre a cama da velha casa implorou ao amigo que o limpasse. Este, por sua vez, esgotado com aquela situação insuportável e extremamente nauseado, por um momento desejou matá-lo.Acabou por tirar-lhe as roupas sujas, arrastou-o até o banheiro e colocou-o dentro da banheira. Enquanto banhava-o, alguém abriu a porta da sala e entrou. Era Jill, uma bela mulher ruiva com olhos verdes. Disse-lhe estar cuidando de Steve. Agarrou- a . Houve reciprocidade. Despiu- a . Ficaram ali se bulinando por um longo tempo até que Steve deu um grito e Jill foi até ele. Steve caíra no banheiro e estava sangrando. Trouxeram-no para fora. Jill debruçou-se sobre ele e abraçou-o ali, no chão mesmo. Nosso protagonista partiu rumo ao Brasil. Já no Galeão só pensava em reencontrar João. Ao avistá-lo sorrindo por detrás do vidro a poucos passos, largou a mala que havia exigido-lhe um enorme esforço. Abandonou a mala com todas as suas coisas gastas e foi direto ao encontro de João, sem saber que dias depois... "Porque João sorria, e não importava coisa alguma que ele fosse morrer. João vai. Eu vou". Todos nós vamos morrer. Então, o que importava era aquilo mesmo - eu devolver esse largo sorriso para João, que está ali, do outro lado do vidro, me sorrindo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. 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Rapsódia escrita em 1926 e publicada em 1928, traz uma variedade de motivos populares que Mário de Andrade juntou de acordo com as afinidades existentes entre eles. Trata-se de uma espécie de "coquetel" do folclórico e do popular do Brasil. Mário de Andrade mistura o maravilhoso e o sobre-humano ao retratar as façanhas de um herói que não apresenta rigorosos referenciais espaço-temporais – Macunaíma é o representante de todas as épocas e de todos os espaços brasileiros. Macunaíma, que leva o subtítulo de "herói sem nenhum caráter", é também o nome do personagem central, um herói ameríndio que trai e é traído, que é preguiçoso, indolente, mas esperto e matreiro, individualista e dúbio. Destituído da auréola idealizada dos românticos, Macunaíma é o índio moderno, múltiplo e contraditório. Nasce na selva, filho de uma índia tapanhumas, fala tardiamente e só anda quando ouve o som do dinheiro. Vira príncipe e trai o irmão Jiguê ao brincar com as cunhadas, primeiro Sofará e depois Iriqui. Vira homem e mata a mãe, enganado por Anhangá. Casa-se com Ci, a mãe do mato, guerreira amazonas da tribo das Icamiabas. Macunaíma torna-se o Imperador do Mato Virgem.

Após seis meses, tem um filho. A criança morre, transformando-se em planta do guaraná. Ci, cansada e desiludida, vira a estrela Beta da Constelação Centauro. Antes de morrer, porém, Ci deixa ao esposo a muiraquitã, uma pedra talismã que lhe daria a garantia de felicidade. Mas o herói perde a pedra que acaba nas mãos do rico comerciante peruano Venceslau Pietro Pietra, colecionador de pedras em São Paulo. Em companhia de seus dois irmãos – Maanape e Jiguê – vem para São Paulo a fim de reconquistar a pedra, que simboliza seu próprio ideal. Porém, Venceslau, que está disfarçado de comerciante, é na verdade o gigante Piaimã, comedor de gente; por isso, as investidas de Macunaíma contra ele não dão resultado. Só depois de apelar para a macumba Macunaíma consegue derrotar o gigante. Reconquistada a pedra, Macunaíma retorna ao Amazonas e se deixa atrair pela Iara, perdendo definitivamente a pedra. Como já não vê mais graça no mundo, vai para o céu, onde se transforma em estrela da Constelação Ursa Maior, ficando relegado ao brilho inútil das estrelas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Makarenko e a pedagogia socialista

o professor soviético, Anton Makarenko, 1888-1939, propõe a escola baseada no trabalho produtivo. A escola seria uma comunidade, um coletivo que produza bens econômicos.
Os Educandos fazem parte de uma comunidade de vida. Sua liberdade se acha limitada pelos interesses do grupo. O coletivo é uma célula da grande sociedade comunista. No coletivo não se a prepara para a vida, mas vive-se através do trabalho, da disciplina e do sentimento do dever, que constituem as bases da solidariedade humana. A vontade do grupo deve prevalecer sobre a vontade individual.
A União Soviética enfrentou o problema de organizar uma sólida estrutura educativa estatal,. A escola seria única de sete anos, depois estendida para dez anos. Deu-se ao ensino um caráter politécnico, para familiarizar os alunos com as bases cientificas e os aspectos técnico-práticos das atividades produtivas industriais e agrícolas. A educação tornou-se gratuito. Para a reorganização da educação, as idéias de Makarenko foram de grande utilidade e predominaram não só na organização das escolas, mas também na organização da juventude comunista e em outras associações de jovens.
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O texto "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" foi escolhido pela importância do autor, Jorge Amado, para a literatura brasileira, além de suas peculiaridades, como a ausência da fórmula condicional do "final feliz". Não existe o maniqueísmo, o bem e o mal configurados como tal. A história é um universo de afeições e toca diretamente no problema do preconceito e da intolerância. E, apesar de tudo, traz a mensagem positiva de que amar vale a pena. Diferentemente de sua última montagem infantil, "O Carnaval dos Animais", "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" traz trilha sonora original, especialmente composta. A música mudou e desta vez não contém instrumentos. Por isso é exclusivamente vocal. O espetáculo procura uma limpidez, uma despojamento em todos os níveis, uma pureza em seus aspectos sensíveis, seja a cor, a forma, o som ou o movimento. Pela primeira vez, o Giramundo compõe um apresentação coral ilustrada. Plasticamente, "O Gato Malhado" é uma tentativa de incorporar novas formas, um conteúdo novo. É a forma se impondo à função, através de duas adoções: primeiro, a inspiração dos desenhos infantis, de um certo comportamento criativo da criança. Uma concepção formal vinda da concepção infantil. Não só as alterações na perspectiva ou nas formas, mas principalmente na interpretação dos personagens. Assim, os pássaros têm asas "explícitas" pois sua característica principal é voar, ou o cachorro tem muitos dentes aparentes pois uma de suas qualidades marcantes é morder. Esta é a história de um gato que se apaixona por uma andorinha causando estranheza em todos os outros animais que habitavam uma floresta. A Andorinha está prometida ao Rouxinol mas, ao mesmo tempo, incentiva o amor do Gato. Acontecem juras, o Gato escreve poemas, eles passeiam juntos enquanto os outros personagens condenam o amor impossível. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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