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Composto entre l925 e 1929 e publicado em 1933, Serafim Ponte Grande, junto a Memórias Sentimentais de João Miramar, constituem os maiores romances de invenção de Oswald de Andrade. Tudo neste texto representa um desafio ao leitor; uma história dif'ícil de ser acompanhada; em vez de capítulos, 203 fragmentos organizados dos mais diversos modos; um herói que se confunde com outra personagem; personagens que repentinamente são eliminadas do texto e que depois reaparecem. Também do ponto de vista do estilo, não há um dominador comum ; passamos- sem motivo aparente - de narração em primeira pessoa para a narração em terceira ; cartas se misturam e diários ( íntimos; textos melodramáticos aparecem organizados sob forma de texto teatral., poemas pau-brasil, abaixo- assinados um dicionário de bolso que não ultrapassa a letra L , diários de viagem etc... Apesar de aparente desordem, o romance apresenta uma estrutura que permite defini-lo como um livro de memórias dividido em onze partes ou capítulos agrupados em três partes: PRIMEIRA: etapa de formação, apresentando a infância, adolescência, o casamento com Dona Lalá, a sátira à Revolução de São Paulo, em 1924 . O erotismo erreverente é nota constante. SEGUNDA - viagens e aventuras pela Europa e Oriente. TERCEIRA : o retorno e viagem utópica. Serafim ataca o quartel da polícia, a imprensa e o serviço sanitário. Perseguido , é fulminado por um raio. Pinto Calçudo, secretário de Serafim, se apossa do navio. "El Durasno", e funda a sociedade utópica, composta por ele e os tripulantes do navio, empreendendo umja viagem permanente. Serafim Ponte Grande encarna o mito de herói latino - americano individual,, remando contra a corrente, procurando romper as cadeias do conformismo e da hipocrisia burguesa a golpes de ironia e sarcasmo. Mas o sonho de Serafim, por ser individual, acaba frustrando-se tragicamente, atirando o "herói" à marginalidade e amargura. TEXTOS PRIMEIRO CONTATO DE SERAFIM COM A MALÍCIA A - e- i- o - u Ba- Be -Bi - Bo- Bu Ca - Ce - Ci - Co - Cu PROPICIAÇÃO Eu fui o maior onanista de meu tempo Todas as mulheres Dormiram em minha cama Principalmente cozinheira E cançonetista inglesa Hoje cresci As mulheres fugiram Mas tu vieste Trazendo-me todas no teu corpo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Cinco Minutos, assim como "A Viuvinha", foram escritos no início da carreira do autor. Assim como os outros romances caracterizados pelo romantismo ingênuo de Alencar, esses dois não fogem à regra, são feitos aos moldes de folhetim, curtos, quase infantis. Têm como pano de fundo o Rio de Janeiro. Cinco Minutos faz parte da fase urbana do escritor. Cinco Minutos conta a hstória do casamento do autor com Carlota. No entanto, para o leitor, parece que está escutando uma história que não é para ele, já que Alencar dirige seu texto a uma prima. O leitor aqui é uma terceira pessoa, um "voyer" que fica entre José de Alencar e sua prima. Ao mesmo tempo em que tenta levar o leitor a pensar que tudo é imaginário e faz parte das fantasias do autor, José de Alencar faz questão de narrar fatos verídicos da época, acontecimentos reais que marcaram o Rio de Janeiro no início do século. É tão minucioso nesse aspecto que até narra datas e horários etc. Atualmente as histórias do autor romântico passam como que quase infantis e ingênuas para o leitor moderno. São narrações em que o amor sempre vence, decisões passionais de amantes, amor e amor e amor. À época, os folhetins eram lidos pelas senhoras burgueses. Exagerando-se um pouco na dose, poderíamos dizer que Alencar lembra remotamente, os livrinhos que embalam os sonhos de moças solteiras, no entanto não se pode deixar de dizer que sua escrita, linguagem, e modo estilísco são de extrema qualidade.

Foi Alencar quem dissociou-se do modelo português da escrita para definitivamente inaugurar o texto nosso, brasileiro. Os livros Cinco Minutos e A Viuvinha falam sobre a vida burguesa. Suas personagens são personagens que, no fundo, representam o ideal acabado da vida burguesa, tropicalmente reproduzida na Corte brasileira. Em Cinco Minutos, o narrador-personagem está disponível, da primeira à última página, para satisfazer a todos os caprichos de sua imaginação. Sem compromisso profissional algum, o aspecto financeiro de suas peregrinações atrás de Carlota não chegam jamais a preocupá-lo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Maria Moisés é dividido em duas partes. A primeira parte começa em 1813 com a história de um jovem pastor que, procurando por uma rês perdida, vê a filha do patrão se suicidar de modo misterioso. Então revelam-se os motivos: Josefa, a jovem suicida está apaixonada e tem um caso com um jovem militar. Seu pai é casto e sua mãe carola; quando ela engravida passa a ser escondida dentro de casa. Quando o namorado lhe anuncia que vai fugir, dá a luz (prematuramente, como se descore depois) e carrega a criança. Quando a criança cai no rio, ela se atira para salvá-la e acaba morrendo. A segunda parte começa com uma menina sendo encontrada rio abaixo da cidade onde Josefa morreu por um caseiro. A criança é nomeada Maria Moisés em honra ao patriarca bíblico que teve história análoga. Ela cresce e passa a cuidar de jovens enjeitados. No começo são dois, mas o número logo cresce. Com o tempo Marai vai empobrecendo por causa de sua caridade. Quando pai de Josefa, voltando general do Brasil, chega na cidade, ele começa a montar as peças do quebra-cabeça da morte de sua amada que nunca esqueceu. Ele vai descobrindo a história de Maria e seu estado financeiro, com a quinta hipotecada, em 1850. Ele se dirige então a quinta, paga a Maria mais do que as dívidas e revela então ser seu pai. A história acaba com ambos emocionados, chorando abraçados. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Manuel de Bandeira começou a se interessar por poesias e versos desde criança. Foi influenciado pelo pai, Bandeira gostava de ler as poesias que vinham nos jornais, declamar para si mesmo, os episódios de "Os Lusíadas". Seu amigo Souza da Silveira teve grande importância na sua vida, que voltava-se cada vez mais à poesia. Mas seu pai queira que ele fosse arquiteto. Manuel bandeira vai para São paulo estudar arquitetura, mas adoece e é obrigado a bandonar os estudos ( 1913), pois vai para a Suíça, se tatar da tuberculose. Lá conhece Paul Eugéne Grendel, que tornou-se um grande poeta. O outro amigo de Manuel não resistiu à tuberculose, o Charles Picker. Manuel foi influenciado por inúmeras obras literárias, principalmente a de Musset, Vehaerem, Villon, Linou e Heina. Chegou a escrever ao Eugênio de Castro pedindo recomendação ao seu editor, mas não obteve resposta. A sua primeira obra foi publicada no Brasil, e se chamava "A cinza das Horas". Seu segundo livro foi "Carnaval", que possuía o soneto "Sapos". Em 1920, quando seu pai faleceu, foi morar na Rua do Curvelo, tendo que enfrentar a pobreza. Lá escreveu outros livros: "O ritmo dissoluto", "Libertinagem", quase toda a "A estrela da manhã" e "Crônicas da província do Brasil".

Seu amigo e poeta Ribeiro Couto, teve grande importância na sua vida literária, pelo qual tomou contato com a nova geração literária do RJ e SP. No movimento Modernista, Graça Aranha era visto como o líder do movimento. mas Bandeira e Mário Andrade nunca conseguiram impor a verdade, a de que nunca foram discípulos de Graça Aranha. Chegou a se ser um dos integrantes da Academia de Letras, ao lado de Souza da Silveira, Carlos Drummond de Andrade, José Lins e outros. Foi professor de literatura no colégio Pedro em 1938. Em 1948 publica o livro "Máfia do Malungo". Quando ficou doente, aos 18 anos, esperava a morte e vivia provisóriamente, amargurado pela idéia de morrer sem ter feio nada. essa inutilidade só foi dissipada, quando percebeu que seus versos tinham importância para os outros. Passou a se sentir em paz e pronto para seu destino, podendo a morte vir, a mesma que esperava desde os 18 anos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Auto da Barca do Inferno é um auto onde o barqueiro do inferno e o do céu esperam à margem os condenados e os agraciados. Os que morrem chegam e são acusados pelo Diabo e pelo Anjo, ma apenas o Anjo absolve. O primeiro a chegar é um Fidalgo, a seguida um agiota, um Parvo (bobo), um sapateiro, um frade, uma cafetina, um judeu, um juiz, um promotor, um enforcado e quatro cavaleiros. Um a um eles aproximam-se do Diabo, carregando o que na vida lhes pesou. Perguntam para onde vai a barca; ao saber que vai para o inferno ficam horrorizados e se dizem merecedores do Céu. Aproximam-se então do Anjo que os condena ao inferno por seus pecados. O Fidalgo, o Onzeneiro (agiota), o Sapateiro, o Frade (e sua amante), a Alcoviteira Brísida Vaz (cafetina e bruxa), o judeu, o Corregedor (juiz), o Procurador (promotor) e o enforcado são todos condenados ao inferno por seus pecados, que achavam pouco ou compensados por visitas a Igreja e esmolas. Apenas o Parvo é absolvido pelo Anjo. Os cavaleiros sequer são acusados, pois deram a vida pela Igreja. O texto do Auto é escrito em versos rimados, fundindo poesia e teatro, fazendo com que o texto, cheio de ironia, trocadilhos, metáforas e ritmo, flua naturalmente. Faz parte da trilogia dos Autos da Barca (do Inferno, do Purgatório, do Céu) veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Uma obra de transição para o Realismo. O livro conta a história do jovem Leonardo, filho de pais separados que é criado pelo padrinho barbeiro, sendo uma peste tanto criança quanto mais velho. No começo indicado para ser clérigo, sua rejeição a Igreja lhe leva a vadiar. Na companhia do padrinho na casa de D. Maria conhece Luisinha, por quem se apaixona. Luisinha no entanto se casa com um espertalhão de nome José Manoel. Quando o padrinho morre ele volta a morar com o pai, mas por pouco tempo porque este o expulsa de casa por causa de seus desentendimentos com a madrasta. Vai morar na casa de um amigo dos tempos que era sacristão (o tio queria lhe preparar para a vida clerical) e conhece Vidinha, por quem se apaixona. Após muitas intrigas feitas pelos pretendentes de Vidinha, sai desta casa também e é nomeado pelo major Vidigal, figura policial constante na obra, soldado. Não param por aí suas diabruras e ofensas e sabotagens com o major lhe garantem a cadeia. A madrinha e a tia de Luisinha intercedem em seu favor e este não é só liberto, mas promovido a sargento. Logo após isto morre José Manoel e reata o namoro com Luisinha. Transferido para as Milícias, casa-se com ela. A obra toda é um verdadeiro marco para a transição para o Realismo: os personagens não são idealizados, o amor não é supervalorizado e idealizado (e muito menos são as volúveis mulheres), o herói está longe de perfeito existe uma certa comicidade incomum nos romances da época. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Este livro se constitui, por si só, num dos mais valiosos documentos da linguagem, da pesquisa e da obra do professor Franklin Cascaes, e da cultura açoriana em Santa Catarina. Retrata os diferentes aspectos da vida cotidiana do imigrante e seus descendentes, suas formas de trabalho, organização social, representação da natureza e o imaginário. Resumo Trata-se de10 entrevistas feitas com o pesquisador Franklin Cascaes em 1981, documento sobre a cultura açoriana e popular do litoral de Santa Catarina. Segundo os autores, sem precisar nunca prestar contas a ninguém, o mestre Cascaes soube, intuitivamente, fazer uma coisa que é essencial para quem um dia vai escrever: ouvir, ver, recordar, selecionar, anotar. Cascaes também percebeu, sabiamente, que escrever sobre o complexo e às vezes inverossímil mundo da cultura popular é, antes de mais nada, resgatar a sua linguagem. Foi essa, talvez, sua sensibilidade mais flagrante: fixou a linguagem, as expressões, os "erros", as modificações, as imagens, as pausas e talvez até as hesitações de quem vivia do mar e comunicava o mar, de quem trabalhava a terra e nela ia incorporando suas visões e sua sabedoria. Da página 11 até a 19, Mariléia M. Leal Caruso apresenta-nos a história da emigração e colonização catarinense. Quando os primeiros casais de imigrantes açorianos chegaram em janeiro de 1748, tanto o atual território de Santa Catarina como o sul do Brasil eram um deserto vazio e despovoado. Não tinham cidades ou agricultura e tampouco minas de ouro. No litoral contavam-se apenas três vilas insignificantes de aventureiros e de náufragos com uma poucas dezenas de casas: Laguna do Sul, Desterro, na ilha de Santa Catarina, e São Francisco do Sul, ao norte. É o interior do atual Estado, que se estendia para além dos campos de Lages, era habitado exclusivamente pelos indígenas kaigangues e xoklengs. Para compreendermos a nossa história é necessário conhecer a história, geografia e paisagem dos Açores, uma vez que nossa descendência é açoriana. O arquipélago dos Açores, formado por nove ilhas vulcânicas e com áreas que variam entre 759 e 16 km² - a ilha de Santa Catarina tem 435 km² - está localizado em pleno oceano Atlântico e a 1.500 km de Portugal. Foi progressivamente descoberto pelos navegantes portugueses a partir de 1427, quando exploravam o litoral da África à procura de um caminho para as Índias. (...) Quando foram descobertas (as ilhas açorianas) estavam desabitadas, vivendo ali apenas algumas espécies de animais e aves marinhas, entre elas uma espécie de gavião- do- mar, denominado "açor", que deu o nome a todo arquipélago. (...) Uma pergunta importante relativa a essa imigração é "por que vieram os açorianos?". Alguns historiadores apontam como causa da vinda dos casais a superpopulação nas ilhas de origem. Em 1748 viviam nos Açores aproximadamente 150 mil pessoas. Como partiram seis mil, ficaram 144, o que não muda em quase nada o problema, pois ainda assim, os Açores continuariam "superpovoados". Então, já que a partida não foi obrigatória, por que é que eles emigraram? Em primeiro lugar por causa do sistema social vigente: o feudalismo fez com que os açorianos emigrassem para Santa Catarina em busca de terra e de liberdade. E uma outra causa está relacionada à política portuguesa para o sul do continente americano, quando Lisboa determina a fundação, em 1680, da Colônia do Santíssimo Sacramento, em terras do atual Uruguai. (...) Essa intromissão portuguesa provocou uma série de guerras e conflitos com tropas espanholas, obrigando Portugal a organizar uma retaguarda de apoio às suas forças na Ilha de Santa Catarina. Na primeira parte, Franklin Cascaes discorre sobre seu método de trabalho. Informa que começou a estudar por saudades de um tempo que estava terminando. Comecei a fazer este trabalho em 1946, quando tinha 38 anos. Nessa época eu era professor na Escola Técnica: de desenho, escultura, modelagem, trabalhos manuais. Moralmente, no sentido em que deveria iniciar o projeto mas para levá-lo até o fim apesar de todos os problemas que já imaginava encontrar. E já comecei com dificuldades, porque era professor. (...) Sofri muito como professor, principalmente depois de aposentado, depois de 36 anos de trabalho. (...) Fiz o trabalho sempre às minhas expensas, nunca ninguém me auxiliou. (...) Quando eu comecei a trabalhar com a cultura açoriana, em 1946, já estavam começando a desmontar a nossa cidade de Nossa Senhora do Desterro. Começaram a derrubar diversos prédios antigos em toda a cidade. E depois construíram essas favelas de ricos, os prédios de apartamentos. Mas, a cidade era muito bonitinha, muito bonita. E eu fui encontrar nas ilhas dos Açores parece que a cópia desta, só que as de lá ainda se conservam. (...) Eu não fiz quadros para expor ou vender, não. Fiz o trabalho sem nenhuma pretensão. Na primeira entrevista, Franklin Cascaes fala sobre a colonização da ilha. Discorre sobre a raça; o mar; o peixe e a farinha; os hábitos do povo em se acordar às quatro da manhã; a feitura do óleo de peixe; a maneira como contraem o matrimônio: geralmente a menina tinha doze anos e o cara quarenta; o poder da igreja; o clima e seus efeitos sobre as mulheres. Na segunda entrevista, Franklin Cascaes nos conta do perigo que se tornou, para Portugal, as indústrias caseiras daqui. Na terceira entrevista, o historiador conta sobre as dificuldades dos moradores da nossa ilha, das dificuldades que tiveram que enfrentar para vencer as agruras do mar, que muitas vezes dificultava-lhes o alimento. Quando as crianças adoeciam, atribuíam seu mal às bruxas e faziam simpatias com ferraduras, alho, etc. Cascaes conta-nos também acerca dos engenhos de mandioca, de seu plantio, colheita, raspagem e das épocas de farinhada, quando a comunidade se reunia e tudo podia acontecer, desde namoros até histórias fantásticas. Na quarta entrevista, o pesquisador relata sobre as árvores típicas da ilha como o garapuvu, árvore majestosa, e suas flores amarelo-ouro; sobre a pesca da baleia que era feita mais por escravos do que por homens brancos; pesca da tainha e as dificuldades pelas quais o pescador passava, pois muitas vezes o mar era padastro; e, quando a pesca era boa, ainda se sujeitavam aos atravessadores. Na quinta entrevista, Franklin Cascaes conta como chegou ao modelo final de suas esculturas do colono açoriano. Na sexta entrevista, Franklin Cascaes desvenda os mistérios sobre bruxarias e fantasmas, crendices populares que tipificaram o povo da Ilha de Nossa Senhora do Desterro. Na sétima entrevista, o pesquisador fala sobre a educação e a hospitalidade nas outras épocas passadas. Quando se visitavam, as famílias ficavam vários dias nas casas dos outros. (...) As casas eram feitas de uma forma que a frente, de duas a três ou quatro janelas, não tinha divisão. Era um grande salão com um corredor e as peças laterais e no fundo a cozinha e às vezes uma varanda. As salas eram próprias para receber danças de boi-de-mamão, danças de pau-de-fita, ternos e bailes. Na oitava entrevista, mestre Cascaes apresenta fotos de Açores e os nomes das nove ilhas açorianas, que são: São Miguel, Terceira, Graciosa, Santa Maria, Pico, São Jorge, Flores, Corvo e Faial. Na nona entrevista, Cascaes fala sobre a medicina popular, ou seja, a necessidade do povo, levou-o a inventar seus remédios. Na décima entrevista, Franklin Cascaes fala do costume do "Pão-por-Deus" que nasceu do seguinte problema: no passado eram os pais que namoravam o homem para as filhas. Fala também sobre a Festa do Divino que, para Cascaes, era a mais bela e popular, devido às suas origens portuguesas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Tamino é um jovem príncipe que está prestes a se tornar rei. Para isso, precisa passar por uma prova de sabedoria no templo do temível bruxo Sarastro, na qual terá que enfrentar muitos perigos. Perigo ainda maior é a paixão proibida por Pamina, a princesa prisioneira de Sarastro, filha da poderosa Rainha da Noite. Será que a flauta mágica ajudará Tamino a vencer tantos obstáculos? veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ldo Tolentino "E ali estava ele: Aldo Tolentino, 50 anos de idade, advogado, viúvo , um filho do primeiro casamento, dois do segundo, traído pela mulher com seu amigo e colega de escritório, escondido em sua própria casa..." Dr. Marco Túlio. "mais baixo, mas desenvolto, bem vestido, queimado de sol, aparência esportiva" Maria Lúcia fútil e infiel Paulo Sérgio o filho de Aldo Tolentino acusado injustamente de homicídio_ representa o outro lado do gume (ferido) Síntese - enredo Aldo tenta vingar-se de sua adúltera esposa Maria Lúcia; para tanto furta a identidade de um subalterno do escritório, forja uma viagem de negócios e embarca para São Paulo a mando de seu chefe Marco Túlio. Já em solo paulista nosso herói hospeda-se em um hotel, para que não haja suspeitas e, discretamente evade-se do hotel direto para o Rio de Janeiro via ponte-aérea com passaporte falso na volta. Ao retornar sigilosamente para casa, promove um flagrante nos adúlteros, aniquilando-os. O crime perfeito ocorre e a vítima será o próprio Aldo Tolentino que vê o próprio filho pagar por seu crime ao suicidar-se na cadeia. Paulo Sérgio chegara na madrugada do crime em casa, lá encontrara os cadáveres e fora o principal suspeito do crime.

Estrutura da obra: Desfragmentação da estrutura narrativa - o discurso em 3° pessoa é permeada de psicologismo, e o fluxo de consciência é retomado o tempo todo por Aldo Tolentino. Estrutura textual: A violência das obras contemporâneas é recurso notório do retrato de nosso tempo na literatura. A visão do desejo enquanto sexualidade e ódios urbanos se confundem, veja exemplo: "...Ao fim, ele a virou de bruços e tombou sobre ela, possui-a com fúria: - Fale mais mulher. Fale mais, sua cadela, conte tudo sua puta ordinária - e ele terminou, afinal, enquanto ela gemia de gozo sob seu corpo." A coloquialidade do discurso é também outro fator que nos interessa, o pessimismo é notório e o existencialismo acerca da vida, é clara no final do conto: "...O delegado informou que Paulo Sérgio havia se enforcado com a camiseta em sua cela. - Vou já para aí ( disse Aldo Tolentino) Em vez de sair, foi até a copa, ainda sonolento, apanhou o vidro no armário e tomou todos os comprimidos. Depois voltou ao escritório, estendeu-se no sofá e em pouco voltava a dormir. Aspectos Relevantes Tendências Contemporâneas O experimentalismo estético da Semana de 22 gera uma ideologia com a qual foram reexaminados os problemas da cultura, como qualidade e tradição. O interesse pela vida contemporânea norteou Josué de Castro, Caio Prado Júnior, Jorge Amado e Jorge de Lima. O Estado Novo (1937-1945) e a Segunda Guerra Mundial aguçaram as tensões no plano das idéias e novas configurações históricas geraram novas experiências nas artes, principalmente na literatura. A produção dos autores da primeira metade do nosso século deixa transparecer angústias e projetos inéditos nos trabalhos de poetas, narradores e ensaístas. Na poesia, a geração de 45 isolou os cuidados métricos, procurando se contrapor à literatura de 22, menosprezando as conquistas do modernismo. No panorama da nova poesia brasileira, Fernando Ferreira de Loanda insiste na afirmação da diferença e na busca de novos caminhos. É a posição de Alphonsus Guimarães Filho, Péricles Eugenio da Silva Ramos, João Cabral de Melo Neto, Paulo Mendes Campos, Hélio Pellegrino e Lêdo Ivo, entre outros. Todos defendem um gênero intimista onde imagens são correlatas ao sentimento que os símbolos ocultam e sugerem. Submetem-se às exigências técnicas e formalizantes. No romance psicológico caminha-se pela introspeção da psicanálise. Socialismo, freudismo, catolicismo são usados para a compreensão do homem social. Esteja sempre atento para a leitura de obras contemporâneas, pois o que melhor interessa-nos é a sua estrutura narrativa, condensadora e atrativa para o leitor contemporâneo de tantas imagens do mundo digital. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Os sonetos de Camões contém um grande lirismo, descrevem bem o ambiente, grande preocupação técnica e presença de elementos pagãos e católicos. Quanto ao lirismo, sua Dinamene é elevada as alturas em sua perfeição (o amor, assim como a mulher, é extremamente idealizado). A técnica dos sonetos é impressionante, são os 14 versos de todos os sonetos (2 quartetos, 2 tercetos) decassílabos, de rima abba-abba-cde-cde, algo que impressionaria o mais parnasiano dos poetas. Quanto aos elementos pagãos, mais presentes que os católicos, deve-se apontar que é muito comum o autor citar os deuses e deusas romanos, com suas qualidades. Infelizmente é difícil se ter certeza de que ele escreveu todos os sonetos que a ele são atribuídos. Muitos ainda tem a autoria contestada. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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