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Primeiramente trata-se de uma obra metalingüística, pois o livro conta a história da origem do próprio livro melhor explicando a obra é uma herança deixada para um amigo, seu conteúdo é a biografia do autor que após morrer endividado explica o porquê de tê-lo escrito: dar explicação para o saber viver vive dito pelos franceses, aproveitar a vida de modo a conquistar dela o máximo. Acreditava o autor que tal obra seria de grande valia para a humanidade e isto alçaria a obra à lista dos best–sellers e sanaria as suas dívidas póstumas. É um típico romance balzaquiano, pois a procura do conforto material, o ascender social e o gozo são caricaturas dos personagens, muitas vezes satirizados nas situações que enfrentam. CORAÇÃO Guiado pelo coração Silvestre, nosso personagem – biográfico ama sete mulheres ( sete é o símbolo dos pecados capitais que levam o homem ao degredo da alma ). Sete mulheres . "O meu noviciado de amor passei-o em Lisboa. Amei as primeiras sete mulheres que vi e que me viram." 1° mulher - Leontina, vizinha de Silvestre, órfã, criada por um ourives, meigo do par dela, analfabeta, de olhos bonitos. Por ela também era apaixonado um outro vizinho, um algibebe (vendedor de roupas), que, tomado pela paixão descuidava de seus negócios. Ele odiava Silvestre e lhe escreveu uma carta ‘anônima’ - Leontina reconheceu a letra ameaçando-o de morte.

A moça teve raiva do algibebe por isso. Cientificado por outra carta anônima do algibebe de que Leontína namorava Silvestre, o ourives levou-a para sua propriedade rural e casou-se cora ela, apesar da objeção das filhas dele. Silvestre ignorou o rumo tomado pela amada. Contudo o leitor fica sabendo que esta após algumas desventuras acaba por enriquecer-se após o óbito do marido, vem posteriormente casar-se com o algibebe que vem a ganhar um prêmio lotérico tornaram-se gordos e ricos. 2° mulher - Silvestre nunca soube o nome dessa outra vizinha. Ela só aparecia na janela, assim mesmo ficavam visíveis apenas os olhos, entre as tábuas das persianas. Silvestre lhe remeteu uma carta enorme declarando-se. Como resposta, recebeu um bilhete, incentivando-o a escrevei mais. Julgando que ela o ironizara, Silvestre chegou a adoecer de urna febre que o reteve onze dias na cama. ( Caro leitor observe o exagero romântico desta cena! Aos nossos olhos contemporâneos chega a parecer hilária tal postura ). Nunca mais Silvestre viu a vizinha. Soube depois que a moça era amante de um conde, que, por ser casado, não vivia com ela. Tornara-se alcoólatra. Na época em que Silvestre a conheceu tinha um filho de cinco anos. Nota do autor - O nome dessa mulher era Margarida. Ela e o filho vieram a morrer de febre amarela, abandonados por todos, inclusive o conde. 3° mulher — Catarina era uma quarentona, conheceu Silvestre quando do seu freqüentar da casa onde este vivia hospedado. Declarou-se a ele, dizendo-se possuidora de boa renda financeira e proprietária de dez burrinhos. Na noite em que o apaixonado rapaz teve um encontro com Catarina na casa dela, apareceu repentinamente o irmão dela de espada em punho. Silvestre fugiu amedrontado. Catarina exigiu que Silvestre se casasse com ela, pois estava desonrada perante a opinião publica. O ex-namorado se negou a casar. Cinco anos depois, Silvestre soube que Catarina e o irmão se tornaram herdeiros de um tio rico. ( Observe que o nosso personagem ao obedecer o coração não alcança nunca o sucesso financeiro. 4° mulher - Silvestre conheceu Clotilde numa festa. O cavalheiro que os apresentou informou ao rapaz que ela e as companheiras eram muito fúteis e vaidosas. Isso ocorrera em um balneário. Retornando a Lisboa, Silvestre, apaixonado por Clotilde procurou-a no endereço, que lhe dera, mas não a localizou. Num encontro casual com o mesmo cavalheiro da festa, Silvestre lhe contou sua paixão por Clotilde. Surpreso, soube que o tal cavalheiro era o marido dela! Ele ofereceu ao apaixonado uma das amigas da mulher. Constrangido, Silvestre rasgou os poemas que havia escrito para Clotilde e nunca mais a procurou. 5° mulher – Esta agora é a D. Martinha, proprietária do hotel onde vivia Silvestre. Sempre o paquerava, mas este demorou a aperceber-se disso. D. Martinha era uma viúva de 35 anos. Então, passaram a se relacionar. Veremos que este caso não vai dar certo. 6° mulher – D. Martinha contratou corno criada uma mulata brasileira, chamada Tupinoyoyo (observe o estereótipo da brasileira aos olhos do europeu, mulata de nome indígena). Silvestre ardeu de paixão pela criada. Os dois se encontravam às escondidas da ciumenta. Até que foi flagrado e expulso do hotel. Alguns anos depois, avistou a mulata brasileira, num teatro, com um português importante. (Dizia-se que ela era rica e educada em Londres) 7° mulher - Mademoiselle Elise de la Sallete viera da França, envergonhada porque tinha sido abandonada por um duque, seu marido. Em Portugal, mudou de nome e se tornou modista. Cibrão Taveira, amigo de Silvestre, marcou um encontro com ela; mas, como não sabia falar francês, pediu que Silvestre fosse com ele. Enquanto este se afastou com a francesa, aquele ficou com a amiga dela e soube a história da outra. Comovido, chegou a escrever alguns capítulos sobre a vida nobre francesa. Certo dia, estando Silvestre no Passeio Público, cumprimentou de longe as duas francesas que passavam. Ouviu de um grupo de homens, que conversavam perto, a verdadeira história da "santa" francesa: era um na mulher vulgar que tinha tido caso com vários homens e agora, com falso nome, inventou a versão de nobre envergonhada. Silvestre voltou a encontrá-la na casa de um amigo, acompanhada de um tenor italiano. Aproximou-se dela, chamou o companheiro de duque e acrescentou que, afinal, tomara vergonha e viera buscar a esposa. O tenor, sem entender nada, mas considerando-se insultado, ameaçou bater em Silvestre, que se retirou sem reagir. A mulher que o mundo respeita - Depois de tantas desilusões amorosas, Silvestre resolveu ser cético Escreveu poemas que tematizavam a desilusão e mudou sua aparência: cabelos desgrenhados, calva artificial (raspava os cabelos no alto da testa), pintura para empalidecer o rosto e criar olheiras, roupas pretas e cavalo preto... Corria a história de que ele queria morrer por ter amado uma neta de reis, cujo pai, contrariado, a fez ingressar no convento. Certo dia, aconteceu que Silvestre, indo para Benfica, viu numa varanda urra moça bonita, por quem logo se apaixonou. No dia seguinte, conseguiu um breve diálogo com o criado da moça, o qual lhe contou que o nome dela era Paula, uma fidalga morgada (= herdeira única de bens de família). Mandou-lhe carta pelo criado, sem obter resposta. Num baile, Silvestre viu Paula entrar de braço com um rapaz. Quando conseguiu oportunidade de falar com ela a sós, Paula pediu que não a procurasse mais, pois já estava comprometida. Sem desanimar, inspirado no poeta Castilho, segundo o qual é preciso ofertar presentes às ninfas ("Festões, grinaldas, passarinhos, frutos"), Silvestre mandou para Paula uma cesta com pêssegos, flores e um periquito, acompanhada de uma carta. Paula respondeu, também por carta, agradecendo. Movido de paixão, Silvestre resolveu passar de madrugada diante da casa de Paula e viu um homem encapotado parado lá. Escondido, o romântico apaixonado viu uma mulher - supostamente Paula - abrir a janela e ficar conversando, aos sussurros, com o desconhecido. Armado, Silvestre tornou a postar-se, alta noite, diante do palacete da moça, disposto a matar os dois amantes. Saindo de casa, aproximou-se dele uma mulher chamando-o de Caetano, sem se reconhecerem na escuridão. Convidou-o a entrar. Silvestre sussurrou não se chamar Caetano e se retirou. Assim que a mulher, assustada, voltou para o interior da casa, deixando o portão aberto, ele entrou no jardim e ficou escondido. Cal a pouco, chegou Caetano e ela o atendeu da janela, sem permitir que entrasse, com medo do outro. Foi então que Silvestre reconheceu Eugênia, a empregada. Julgando-se digno de ser amaldiçoado por ter pensado mal de Paula. Retornando a Lisboa, Silvestre soube que Paula tinha sido abandonada pelo noivo, um duque, que a surpreendera traindo-o com um amigo dele. Tornou a vê- la num teatro, acompanhada de Piedade, conhecida por seu sarcasmo, No dia seguinte, Paula enviou-lhe uns versos, compostos por Piedade, nos quais era chamado de periquito. Ele ficou muito magoado. Para esquecer sua mágoa, Silvestre resolveu passar uma temporada em Santarém Acabou hospedando-se na casa de um antigo colega, administrador do Concelho. Quando, por ordem do governador, seu anfitrião foi localizar um casal de fugitivos, Silvestre o acompanhou. Para surpresa dele, a moça procurada era Paula; saiu da sala sem olhar para a desgraçada’. O amante acabou na cadeia e ela foi levada para a propriedade rural do pai. Paula veio a casar-se com um primo que lhe fora destinado desde a infância. O filho do casal nasceu forte, apesar de prematuro (aliás, no dizer do avó de Paula, era comum na sua família, as mulheres terem filhos que nasciam antes de 6 meses de casadas, ou seja a safadeza era traço genético, que ironia!). Paula tornou-se senhora respeitada na alta sociedade, alvo da atenção e companheira de honrados anciãos de Lisboa. Observe que Paula é a mulher que o mundo respeitauma verdadeira cortesã ou dita vagabunda nos dias atuais, por ser rica todos os pecados são lhe perdoados, fosse pobre seria escorraçada socialmente. Agora vejamos quem é a mulher que o mundo despreza. A mulher que o mundo despreza - Silvestre fazia parte daquele grupo de românticos que gostavam de se embebedar para abafar as mágoas. Bêbado, ele fazia discursos sobre a filosofia da história ou sobre a história da filosofia. Certa noite, ao sair alcoolizado de um bar, encontrou no cais urna mulher. Levou-a para casa o pediu-lhe que contasse sua história. Marcolina relatou que, órfã de pai desde o dia em que nasceu, viveu a infância com as cinco irmãs mais novas, filhas de sua mãe com o padrasto, que acabou preso e degredado para o Brasil. (Para o Brasil só vem coisa boa, né!??) Quando Marcolina completou 14 anos, a mãe que esmolava e se prostituía - entregou-a para um barão cinqüentenário. Este tornou-a sua amante e a educou como pessoa da sociedade, não lhe permitindo contato com a família dela. tantas desilusões amorosas, Silvestre resolveu ser céptico Escreveu poemas que tematizavam a desilusão e mudou sua aparência: cabelos desgrenhados, calva artificial (raspava os cabelos no alto da testa), pintura para empalidecer o rosto e criar olheiras, roupas pretas e cavalo preto... Corria a história de que ele queria morrer por ter amado uma neta de reis, cujo pai, contrariado, a fez ingressar no convento. Certo dia, aconteceu que Silvestre, indo para Benfica, viu numa varanda urra moça bonita, por quem logo se apaixonou. No dia seguinte, conseguiu um breve diálogo com o criado da moça, o qual lhe contou que o nome dela era Paula, uma fidalga morgada (= herdeira única de bens de família). Mandou-lhe carta pelo criado, sem obter resposta. Num baile, Silvestre viu Paula entrar de braço com um rapaz. Quando conseguiu oportunidade de falar com ela a sós, Paula pediu que não a procurasse mais, pois já estava comprometida. Sem desanimar, inspirado no poeta Castilho, segundo o qual é preciso ofertar presentes às ninfas ("Festões, grinaldas, passarinhos, frutos"), Silvestre mandou para Paula uma cesta com pêssegos, flores e um periquito, acompanhada de uma carta. Paula respondeu, também por carta, agradecendo. Movido de paixão, Silvestre resolveu passar de madrugada diante da casa de Paula e viu um homem encapotado parado lá. Escondido, o romântico apaixonado viu uma mulher - supostamente Paula - abrir a janela e ficar conversando, aos sussurros, com o desconhecido. Armado, Silvestre tornou a postar-se, alta noite, diante do palacete da moça, disposto a matar os dois amantes. Saindo de casa, aproximou-se dele uma mulher chamando-o de Caetano, sem se reconhecerem na escuridão. Convidou-o a entrar. Silvestre sussurrou não se chamar Caetano e se retirou. Assim que a mulher, assustada, voltou para o interior da casa, deixando o portão aberto, ele entrou no jardim e ficou escondido. Cal a pouco, chegou Caetano e ela o atendeu da janela, sem permitir que entrasse, com medo do outro. Foi então que Silvestre reconheceu Eugênia, a empregada. Julgando-se digno de ser amaldiçoado por ter pensado mal de Paula. Retornando a Lisboa, Silvestre soube que Paula tinha sido abandonada pelo noivo, um duque, que a surpreendera traindo- o com um amigo dele. Tornou a vê- la num teatro, acompanhada de Piedade, conhecida por seu sarcasmo, No dia seguinte, Paula enviou-lhe uns versos, compostos por Piedade, nos quais era chamado de periquito. Ele ficou muito magoado. Para esquecer sua mágoa, Silvestre resolveu passar uma temporada em Santarém Acabou hospedando-se na casa de um antigo colega, administrador do Concelho. Quando, por ordem do governador, seu anfitrião foi localizar um casal de fugitivos, Silvestre o acompanhou. Para surpresa dele, a moça procurada era Paula; saiu da sala sem olhar para a desgraçada’. O amante acabou na cadeia e ela foi levada para a propriedade rural do pai. Paula veio a casar-se com um primo que lhe fora destinado desde a infância. O filho do casal nasceu forte, apesar de prematuro (aliás, no dizer do avó de Paula, era comum na sua família, as mulheres terem filhos que nasciam antes de 6 meses de casadas_ ou seja a safadeza era traço genético, que ironia!). Paula tornou-se senhora respeitada na alta sociedade, alvo da atenção e companheira de honrados anciãos de Lisboa. Observe que Paula é a mulher que o mundo respeita_ uma verdadeira cortesã ou dita vagabunda nos dias atuais, por ser rica todos os pecados são lhe perdoados, fosse pobre seria escorraçada socialmente. Agora vejamos quem é a mulher que o mundo despreza. A mulher que o mundo despreza - Silvestre fazia parte daquele grupo de românticos que gostavam de se embebedar para abafar as mágoas. Bêbado, ele fazia discursos sobre a filosofia da história ou sobre a história da filosofia. Certa noite, ao sair alcoolizado de um bar, encontrou no cais urna mulher. Levou-a para casa o pediu-lhe que contasse sua história. Marcolina relatou que, órfã de pai desde o dia em que nasceu, viveu a infância com as cinco irmãs mais novas, filhas de sua mãe com o padrasto, que acabou preso e degredado para o Brasil. (Para o Brasil só vem coisa boa, né!??) Quando Marcolina completou 14 anos, a mãe que esmolava e se prostituía - entregou-a para um barão cinqüentenário. Este tornou-a sua amante e a educou como pessoa da sociedade, não lhe permitindo contato com a família dela. Odiando a vida de cativeiro que levava, Marcolina apaixonou-se por Augusto, guarda-livros do barão. Ciente disso, despediu o rapaz do emprego. Mesmo assim, através da professora de bordados, a moça entrou em contato com Augusto. Informado do encontro, o barão chegou a bater em Marcolina, mas, arrependido, prometeu casar-se com ela, assim que morresse a esposa dele, que vivia no Brasil. Marcolina aprendeu a escrever - mesmo sem permissão do barão - com a professora de bordados- Resolveu fugir; mas deixou urna carta para o amante. Antes que fosse embora, o barão entrou no quarto dela com duas pistolas engatilhadas, uma para matá-la e outra para matá-lo, Amedrontada, Marcolina manifestou arrependimento e jurou fidelidade a ele. Às ocultas, porém, escreveu uma carta para Augusto, pedindo-lhe que a recebesse pobre. A intermediária seria a professora de bordado, que, comprada pelo barão, entregou-lhe a carta. Enfurecido, o desatinado amante entrou subitamente no quarto de Marcolina e mandou que ela devolvesse tudo o que dele havia ganho: vestidos, jóias... e a liberou para o guarda-livros, Na saída, porém, o barão ajoelhou-se aos pés dela e implorou que ficasse com ele, lembrando-lhe a pobreza em que passaria a viver. Marcolina aceitou a nova proposta do barão. O casal saiu em viagem pela Europa. Na Alemanha, o barão sofreu um ataque apopléctico e morreu de repente. A viúva então ficou com todos os bens e Marcolina vendeu as jóias, apurou uma importância significativa. Procurou a irmã prostituta para ajudá-la; no entanto, no último grau de decadência, dominada pelo álcool, pela miséria e pela tuberculose, a irmã faleceu. Marcolina encontrou casualmente Augusto, agora estudante de Medicina. Os dois continuaram se vendo e ele propôs casarem-se. Mesmo sem o antigo amor, mas por precisar de vida sossegada, Marcolina aceitou a proposta. Dentro de dois anos, Augusto pôs a perder todos os bens da mulher, com maus negócios, jogatina e prostitutas; depois, sumiu. Em extrema miséria, Marcolina ingressou na prostituição e foi acometida de tuberculose. Na noite em que Silvestre a encontrou, ela planejava matar-se. Ele, então, passou a protegê-la. Recolheu as irmãs numa casa de recuperação e levou Marcolina para sua propriedade rural. Lá ela melhorou um pouco, contudo não resistiu à doença e morreu. Um pouco antes de sua morte, soube que o padrasto havia retornado e levou as filhas para sua companhia, sem interessar-se pela ex-mulher. Nota-se aqui que a prostituta tem uma alma caridosa, dadivosa e fraterna, a antítese de Paula que triunfa socialmente e não possui quaisquer destes sentimentos. O autor faz tal comparação exatamente para demonstrar ( isto é até uma postura realista ) a indústria de estereótipos a que somos submetidos os ricos são bons e os pobres são maus o mais puro maniqueísmo ideológico. CABEÇA Silvestre resumiu suas idéias sobre o amor em sete máximas ( princípios); porém preteriu tornar-se jornalista político. Ofendidos por seus artigos, os opositores impossibilitaram a permanência dele em sua aldeia, Foi morar no Porto, onde, para surpresa dele, ninguém o conhecia, exceto um literato que, ao dizer-lhe que o considerava um péssimo escritor provinciano (= da roça) levou um soco no rosto. Silvestre passou a freqüentar a sociedade, Encantava-se com a vivacidade e naturalidade das mulheres, que gostavam de se alimentar bem e divertir-se. Foi pena que, alguns anos depois, os romances românticos as fizeram pálidas, lacrimosas e sem vida. Deixando o coração de lado, Silvestre só vivia da cabeça, isto é, calculava como poderia chegar a ministro. Em seus artigos polêmicos, pediu que se matassem os velhos e se exaltasse a juventude. Depois, combateu também as novas gerações. O jornal em que escrevia recebeu multas por causa de seus escritos. Tão decepcionado no Porto quanto ficara com as mulheres de Lisboa, Silvestre mudou de planos: abandonou as pretensões políticas e criou o objetivo de enriquecer com o casamento. Páginas sérias de minha vida - Num baile, Silvestre conheceu as três herdeiras mais ricas da sociedade portuense. Sua cabeça pediu que namorasse a mais velha, viúva e feia. Aproximou-se dela e fez algumas perguntas. Além de ouvir respostas tolas, ela o desprezou por tê-la ironizado. Silvestre tentou aproximar-se da segunda, morena e bonita, mas soube que ela namorava Josino - velho conquistador, com quem veio a se casar, Aliás, Josino foi objeto de versos satíricos de Silvestre num jornal literário da época. A terceira mulher, Mariana, mais nova e que lembrava um anjo de igreja, sem vida, órfã de um brasileiro rico, era criada por Francisco José de Sousa, casado com uma brasileira, D. Rita. Este casal acabou desaparecendo repentinamente do Porto, deixando Mariana num convento. Mais tarde se ficou sabendo que a razão do sumiço do casal foi o escândalo que envolveu a "família dos brasileiros", como eram chamados, O Sr. Francisco José admirava o advogado Dr. Anselmo Sanches, homem honesto. Embora os homens honestos do Porto fossem hipócritas, Dr. Anselmo perecia exceção. Muitos o contratavam para advogar a favor de mães e filhas, A ele Silvestre escreveu uma série de artigos agressivos contra o Dr. Anselmo, sem mencionar o nome dele e das vitimas. Contudo os homens honestos e a própria imprensa defenderam a reputação do advogado, que processou o articulista. Sem apoio algum, Silvestre foi condenado a pagar multa e cumprir três meses de prisão. Esse episódio fez Silvestre encerrar sua vida de intelectual, Fracassaram o coração e a cabeça. Agora era a vez do estômago. (Nesta altura do livro, o autor inseriu alguns artigos de Silvestre sob o titulo O Mundo Patarata’, isto é, o mundo elegante, criticando a sociedade do Porto). ESTÔMAGO De como me casei - Silvestre resolveu recolher-se a sua casa. A esse período ele chamou de estômago. Para regular o estômago, ou seja, para ter paz, ele precisava destruir a influência de duas pessoas da aldeia: o regedor e o vigário. Quanto ao regedor, Silvestre recorreu à retórica, Fez uma verdadeira campanha junto à população pobre contra ele Resultado: o governo perdeu as eleições na aldeia, o regedor adoeceu e foi destituído do cargo. Daí a meses, Silvestre foi nomeado regedor. Nas eleições para renovação da câmara, o vigário começou a fazer campanha política contra Silvestre. Este mandou que seu empregado desaparecesse com o garrano ( cavalo) do vigário, impedindo-o assim, de falar nas regiões mais afastadas. O regedor venceu as eleições por larga margem. Silvestre recebeu o hábito de Cristo, solicitado pelo governador civil. Ao ver Tomásia, filha do poderoso sargento-mor de Soutelo, interessou-se por ela. Convidado pela família, passou um dia na casa da moça. O pai a ofereceu a ele em casamento Tomásia era muito trabalhadeira e pouco intelectualizada. Seus quatro tios padres também passaram aquele dia na casa do sargento e aprovaram a idéia do casamento com Silvestre. Tomásia já gostava do regedor há muito tempo, sem que ele percebesse ou mesmo se lembrasse dela. As horas transcorreram com muita comida, bebida e conversa. Oficializou-se o casamento de Tomásia com Silvestre para dentro de 20 dias. A única condição que o pai da moça impôs foi que os dois morassem na casa dele enquanto vivesse. Silvestre não se perguntou se amava Tomásia ou não. Segundo ele, a julgar pelos casais bíblicos, o casamento não se faz por amor - este é coisa do coração, que não tem importância nenhuma. O casamento se realizou como tinha sido previsto: os dois se confessaram, comungaram e receberam a bênção nupcial num clima de animada festa. EDITOR AO RESPEITÁVEL PÚBLICO - Silvestre foi um marido fiel. Exerceu cargos políticos na região e conseguiu espertamente espantar credores de várias dívidas contraídas em solteiro. Abandonou totalmente a vide intelectual, engordou muito por comer demais e se dedicou à jogatina, endividando-se. Acreditava que, na publicação de seus manuscritos após a morte, lá pela 10’ edição, haveria dinheiro suficiente para pagar as dívidas que não conseguiria quitar em vida. Por isso, autorizou a publicação, se pudesse ser proveitosa para a iniciação da mocidade. Morto Silvestre, o editor recebeu os manuscritos encaminhados pelo sogro do ex-regedor, com a transcrição de seu último soneto atinentes à sua vida pregressa e o quanto as fases do coração, cabeça e estômago são válidos para alcançar a sabedoria. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 17.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2000.

POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE
São vários os fatores que dificultam a superação da prática tradicional, como: a crença que a manutenção da avaliação classificatória garante ensino de qualidade, resistência das escolas em mudar por causa da possibilidade de cancelar matriculas, a crença que escolas tradicionais são mais exigentes.
Sobre a avaliação tradicional, ela legitima uma escola elitista, alicerçada no capitalismo e que mantém uma concepção elitista do aluno.
Entretanto, uma escola de qualidade se da conta de que todas as crianças devem ser concebidas sua realidade concreta considerando toda a pluralidade de seu jeito de viver. Deve se preocupar com o acesso de todos, promovendo-os como cidadãos participantes nessa sociedade.
O desenvolvimento máximo possível do ser humano depende de muitas coisas além das da escola tradicional como memorizar, notas altas, obediência e passividade, depende da aprendizagem, da compreensão, dos questionamentos, da participação.
O sentido da avaliação na escola, seja ela qual for a proposta pedagógica, como a de não aprovação não pode ser entendida como uma proposta de não avaliação, de aprovação automática. Ela tem que ser analisada num processo amplo, na observação do professor em entender suas falas, argumentos, perguntas debates, nos desafios em busca de alternativas e conquistas de autonomia.
A ação mediadora é uma postura construtivista em educação, onde a relação dialógica, de troca discussões, provocações dos alunos, possibilita entendimento progressivo entre professor/aluno.
O conhecimento dos alunos é adquirido com a interação com o meio em que vive e as condições deste meio, vivências, objetos e situações ultrapassam os estágios de desenvolvimento e estabelecem relações mais complexas e abstratas, de forma evolutiva a partir de uma maturação. O meio pode acelerar ou retardar esse processo. Compreender essa evolução é assumir compromisso diante as diferenças individuais dos alunos.
Quanto ao erro, na concepção mediadora da avaliação, a correção de tarefas é um elemento positivo a se trabalhar numa continuidade de ações desenvolvidas. O momento da correção passa a existir como momento de reflexão sobre as hipóteses construídas pelo aluno, não por serem certas ou erradas, problematizando o dialogo, trocando idéias. Os erros construtivos caracterizam-se por sua perspectiva lógico-matemática.
A avaliação mediadora possibilita investigar, mediar, aproximar hipóteses aos alunos e provocá-los em seguida; perceber pontos de vistas para construir um caminho comum para o conhecimento científico aprofundamento teórico e domínio do professor. Pressupõe uma análise qualitativa, uma avaliação não de produto, mas do processo, se dá constantemente através de cadernos, observações do dia a dia, é teórica usa-se registros.
A avaliação mediadora passa por três princípios: a de investigação precoce (o professor faz provocações intelectuais significativas), a de provisoriedade (sem fazer juízos do aluno), e o da complementaridade (complementa respostas velhas a um novo entendimento). Cabe ao pesquisador descobrir o mundo, mas cabe ao avaliador torná-lo melhor.
A mediação se dá relacionando experiências passadas às futuras, relacionado propostas de aprendizagens a estruturas cognitivas do educando, organizando experiências, refletivo sobre o estudo, com participação ativa na solução de problemas com a apreciação de valores e diferenças individuais. O educador toma consciência do estudante no alcance de metas individuais, promovendo interações a partir da curiosidade intelectual, originalidade, criatividade, confrontações. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É uma narração dividida em uma introdução e quatro cantos. Neles são narrados os feitos de guerreiros timbiras, principalmente do chefe Itajuba e do jovem guerreiro Jatir. Altamente idealizados, estes índios falam apenas em valor, coragem, guerra e honra, num mundo populado por inimigos vis, piagas (pajés) sábios e guerreiros valorosos. O autor usa e abusa de termos em tupi e do verso branco (sem rima). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Saindo criança de São Luís para Lisboa, Raimundo viajava órfão de pai, um ex-comerciante português, e afastado da mãe, Domingas, uma ex-escrava do pai. Depois de anos na Europa, Raimundos volta formado para o Brasil. Passa um ano no Rio e decide voltar para São Luís para rever se tutor e tio, Manuel Pescada. Bem recebido pela família do tio, Raimundo loga desperta as atenções de sua prima Ana Rosa que, em dado momento, declara-lhe seu amor. Essa paixão correspondida, encontra, todavia, três obstáculos : o do pai, que queria a filha casada com um dos caixeiros da loja; o da avó Maria Bárbara, mulher racista e de maus bofes; o do cônego Diogo, comensal da casa e adversário natural de Raimundo. Todos os três conheciam as origens de raimundo. e o cônego Diogo era o mais empenhado em impedir a ligação, uma vez que foi responsável pela morte do pai do jovem. Foi assim : depois que Raimundo nasceu, seu pai, José Pedro da Silva, casou-se com Quitéria Inocência de Freitas Santiago, mulher branca. Suspeitando da atenção particular que José Pedro dedicava ao pequeno raimundo e à escrava Domingas, Quitéria ordena que açoitem a negra e lhe queimem as partes genitais. Desesperado, José Pedro carrega o filho e leva-o para a casa do irmão, em São Luís. De volta à fazenda, imaginando Quitéria ainda refugiada na casa da mãe, José Pedro ouve vozes em seu quarto. Invadindo-o, o fazendeiro surpreende Quitéria e o então Padre Diogo em pleno adultério. Desonrado, o pai de Raimundo mata Quitéria, tendo Diogo como testemnha. Graças à culpa do adultério e à culpa do homicídio, forma-se um pacto de cumplicidade entre ambos. Diante de mais essa desgraça, José Pedro abandona a fazenda, retira-se para a casa do irmão e adoece. Algum tempo depois, já restabelecido, josé Pedro resolve voltar à fazenda, mas, no meio do caminho, é tocaiado e morto. Por outro lado, devagarzinho, o Padre Diogo começara a insinuar-se também na casa de Manuel Pescada. Raimundo ignorava tudo isso. Em São Luís, já adulto, sua preocupação básica é a de desvendar suas origens e, por isso, insiste com o tioo e visistar a fazenda onde nascera. Durante a percursoa São Brás, raimundo começa a descobrir os primeiros dados sobre suas origens e insiste com o tio para que lhe conceda mão de Ana Rosa. Depois de várias recusas, raimundo fica sabendo que o motivo da proibiÇão devia-se à cor da sua pele. De volta à a São Luis, Raimundo muda-se da casa do tio, decide voltar para o Rio, confessa em carta a Ana Rosa seu amor, mas acaba não viajando. Apesar das proibições, Ana Rosa e ele concertam um plano de fuga. No entanto, a carta principal fora interceptada por um cúmplice do cônego Diogo, o caixeiro Dias, empregado de Manuel Pescada e forte pretendente, sempre repelido, à mão de Ana Rosa. Na hora da fuga, os namorados são surpreendidos. Arma-se o escânda=lo do qual o cônego é o grande regente. Raimundo retira-se desolado e, o abrir a porta de casa, um tiro acerta-o pelas costas. Com uma arma que lhe emprestara o cônego Diogo, o caixeiro Dias assassina o rival. Ana Rosa aborta. Entretanto, seis anos depois, vemo-la saindo de uma recepção oficial, de braço com o Sr. dias e preocupada com os "três filhinhos que ficaram em casa, a dormir". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Raimundo, porteiro do edifício Deauville, abandona a portaria de madrugada. Enquanto isso, acontece a morte de Paulo Gomes Aguiar. O comissário Alberto Mattos encontrou um anel de ouro com a inicial "F" gravada no banheiro da empresário morto. O chefe da guarda pessoal de Getúlio programava um atentado contra Carlos Lacerda. Paulo Gomes Aguiar era casado com Luciana e esta era amante de Pedro Lomagno. Pedro era casado com Alice. Inicialmente, Mattos acha que o anel era de Gregório Fortunato, depois descobriram que era de um negro por causa dos pelos encontrados no sabonete. Mattos conversa com raimundo e este diz que um negro foi ao apartamento de Luciana. Luciana e Pedro dizem que foi um macumbeiro. Pedro manda Chicão matar Raimundo. Pedro vai com mattos ver o macumbeiro, mas ele nãoe ra grande, forte e com os dedos grossos como o anel indicava. Gregório era o mandante da Rua Tonelero, onde Climério, Alcino e o taxista Nelson estavam envolvidos. Alcino, ao invés de matar Lacerda, acabou matando o Major Vaz. O taxista foi pego, pois sua placa foi identificada e contou tudo. Climério foge e vai para Tinguá, mas é denunciado e preso. A morte de vaz tem uma percussão muito grande. Os aliados de Lacerda estavam fazendo o povo acreditar que foi Getúlio Vargas que mandou matar o Major Vaz. Os aliados queriam de Getúlio renunciasse. Todos os policiaisrecebiam dinheiro dos banqueiros do bicho para que os bicheiros não fssem presos. Mattos e Pádua eram os ínicos que não aceitam o suborno.

Ilídio tenta comprar Mattos e este lhe dá um pontapé. Então Ilídio quis matar Mattos, contratando Turco Velho. Os outros bicheiros não deixam que isso ocorra. Pádua descobre que foi Turco Velho que quis matar Mattos e o elimina. Luiz Magalhães Sustentava salete e esta era namorada de Mattos. Gregório é preso e diz que foi Lutero Vargas o mandante do crime da rua Tonelero. Pedro Lomagno foi quem planejou a morte de Paulo Gomes Aguiar. Paulo tinha que morrer ou acabaria levando a Cemtex à falência. Contratou Chicão para matá-lo. Alice briga com Pedro e passa a moara na casa de Mattos. Como era meio desiquilibrada, tenta incendiar a casa de Mattos. Getúlio Vargas estava sendo pressionada a renunciar, enTão pediu licença do governo. Na mesma noite suicidou-se. Houve revoltas do povo, indignados com a morte de Getúlio. Mattos prende todos policiais numa sala e solta todos os presos. Teodoro conversa com Rosalvo. Paulo Aguiar estava metido em negociatas com o senador Freitas, licenças da importação foram conseguidas com fraudes com Cexim. Sabia demais e foi morto. ele achavam que mattos desconfiava que foi o senador Vitor Freitas que mandou matar paulo, para esconder sua participação na roubalheira. Teodoro contou para Clemente sobre as suspeitas de Mattos. Clemente contrata Genésio para matar Mattos. A cada dia que passa, Mattos sofre mais com sua úlcera duedenal. Salete vai morar com ele em sua casa. Chicão vaia a casa de Mattos e recebe se anel de ouro devolta. Quando Mattos vai ligar para a polícia, Chicão mata Mattos e Salete, a mando de Pedro Lomagno. Pois Mattos havia descoberto que o assassino era Chicão e o perseguiria para sempre caso vivesse. Pouco depois, Genésio chega na casa de Mattos e encontra os corpos estendidos no chão. Genésio diz a Clemente e Teodoro que havia matado Mattos e Salete. Com isso recebe seu dinheiro. Pádua suspeita que foi Ilídio que mandou matar Mattos, então o mata. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Autor dos mais respeitados na literatura brasileira, desde os anos trinta, Jorge Amado tem pontificado e feito sucesso de crítica e de público. Sua obra explora os mais diferentes aspectos da vida baiana: a posse violenta da terra, com as conseqüências sociais terríveis, como ocorreu na colonização da zona cacaueira do Sul da Bahia, está magistralmente imortalizada em Cacau, São Jorge de Ilhéus, Gabriela, Cravo e Canela e Terras do Sem Fim. Os tipos folclóricos das ladeiras de Salvador estão presentes em Tenda dos Milagres, Capitães da Areia, Mar Morto. A literatura engajada, comprometida com a ideologia política do Autor faz-se presente em Os Subterrâneos da Liberdade, O Cavaleiro da Esperança. Os perfis de mulheres extraordinárias que comovem e seduzem estão em Tieta do Agreste, Dona Flor e seus Dois Maridos, Gabriela e muitos outros... Primeiro é preciso que se tenha em mente o "descompromisso" do Autor com o registro formal culto, para se entender melhor o comentário que se faz constantemente sobre seu "estilo". Jorge Amado já se auto proclamou "um baiano romântico e sensual". É o que a crítica costuma rotular de contador de estórias. Não segue, intencionalmente, o rigor da técnica de construção literária e nem dá a mínima para as normas gramaticais e ortográficas. Incorpora, com a maior naturalidade, à língua escrita, termos e expressões típicas da língua oral e de sua Bahia idolatrada. Não espere o leitor, portanto, defrontar-se com um texto primoroso, regular, pasteurizado. Entretanto, quem se aventurar nos meandros de suas páginas, esteja preparado para o deguste de um texto saboroso e suculento que transpira a trópico, a calor, a vida. Suas histórias são tramadas sobre o povo simples e rude, numa língua que esse povo fala e entende. O texto que serve de suporte a este estudo centra-se na fixação dos tipos marginalizados para, por intermédio deles, analisar e criticar toda a sociedade. A ação dá-se, basicamente, em Salvador e gira em torno da boêmia desqualificada das cercanias do cais do porto. A Morte e a Morte de Quincas Berro d'água é uma das melhores narrativas publicadas por Jorge Amado. Veio a lume em 1958 e conquistou desde logo a admiração de quantos dela se aproximaram. Nitidamente imbricada no Realismo Mágico, mistura sonho e realidade; loucura e racionalidade; amor e desamor; ternura e rancor, de forma envolvente e instigante: Joaquim Soares da Cunha foi funcionário público, pai e marido exemplar até o dia em que se aposentou do serviço público. A partir daí, jogou tudo para o alto: família, respeitabilidade, conhecidos, amigos, tradição. Caiu na malandragem, no alcoolismo, na jogatina. Trocou a vida familiar pela convivência com as prostitutas, os bêbados, os marinheiros, os jogadores e pequenos meliantes e contraventores da ralé de Salvador. Sua sede era saciada com cachaça e seu descanso era no ombro acolhedor da prostituta. Fez-se respeitado e admirado entre seus novos companheiros de infortúnio: era o paizinho, sábio e conselheiro, sempre disposto a mais uma farra ou bebedeira. Sua opção pela bandalha representa o grito terrível do homem dominado e cerceado por preconceitos de toda sorte e que um dia rompe as amarras e grita por liberdade. Morreu solitariamente sobre uma enxerga imunda e sua morte detonou todo o processo de reconhecimento/desconhecimento por parte da família real e da família adotada. Os amigos durante o velório se embriagam e resolvem, bêbados, levar o defunto para um último "giro" pelo baixo-mundo que habitavam. O passeio passa pelos bordéis e botecos, terminando em um saveiro, onde há comida e mulheres. Vem uma tempestade e o corpo de Quincas cai ao mar. Ao renunciar à família, mudar de ambiente e de costumes, Quincas morreu pela primeira vez; na solidão de seu quartinho imundo, envolvido por farrapos e curtindo a última bebedeira, morreu pela segunda vez; ao cair ao mar, não deixando qualquer testemunho físico de sua passagem pela vida, morreu pela terceira vez. A narrativa poderia chamar-se A morte e a morte e a morte de Quincas Berro d'água, acrescentando-se uma morte ao protagonista, que ficaria bem de acordo com a progressão da trama. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Escrita em apenas 15 dias, no ano de 1978, Um copo de cólera é a novela essencial da literatura moderna e contemporânea. Nas palavras do escritor: "Disse que escrevi a narrativa em quinze dias, mas esses quinze dias foram só o tempo de descarga. É que a novela deveria estar em estado de latência na cabeça, e sabe-se lá quanto tempo levou se carregando, ou se nutrindo - de coisas amenas, está claro - e se organizando em certos níveis, até que aflorasse à consciência". Mais uma vez, a exemplo de Lavoura Arcaica, a carga ideológica opositiva entre amantes - neste caso - marca e dá consistência à obra de Raduan Nassar. Aqui, não mais um filho adolescente descobrindo a delinqüência corporal e moral da existência, e sim um adulto, calcado, machucado pelos reversos do tempo. Seria talvez esse adulto o adolescente que fora André em Lavoura Arcaica? Muito se indaga a esse respeito, mas evidências ainda estão por vir à tona para corroborar a questão. Mas semelhanças, de fato, existem. Na contramão do discurso ideológico do adulto está sua amante, afeita às causas sociais, e aos discursos cristalizados da modernidade em geral, lutando para imprimir seu verbo latente, e vice-e-versa. O estopim do "esporro" entre os dois se dá num dia aparentemente calmo, após uma convulsiva noite de sexo, ao se encontrarem na mesa do café, num silêncio constrangedor, pela manhã. O que tira a ordem do dia é justamente um bando de formigas que estraga a cerca viva que ele havia feito no quintal.

O impulso voraz com que se envolve com o acontecido provoca na amante indignação suficiente para indagar a respeito do desvairio. Daí se cria o terreno propício para o verbo escandalizado vir à tona. Ele se enlouquece com a organização ordeira das formigas, transportando todo esse furor à amante que, não menos desvairada, enfrenta a discussão armada com alfinetes politizados: "Só um idiota recusaria a precariedade sob controle, sem esquecer que no rolo da vida não interessam os motivos de cada um - essa questãozinha que vive te fundindo a cuca - o que conta mesmo é mandar a bola pra frente, se empurra também a história co'a mão amiga dos assassinos; aliás teus altíssimos níveis de aspiração, tuas veleidades tolas de perfeccionista tinham mesmo de dar nisso: no papo autoritário dum reles iconoclasta - o velho macaco na casa de louças, falando ainda por cima nesse tom trágico como protótipo duma classe agônica... sai de mim, carcaça" A cólera a que remete o título da novela corresponde ao fluxo verbal que toma conta das personagens nesse momento de fúria, onde razão e emoção não mais se dissociam, e tornam-se, sobretudo, uma massa amorfa que tem como alvo a destruição do outro, ou ainda, a autodestruição. Como resultado do embate, restam, nas almas desgastadas, um barulhento silêncio e um abarrotado vazio. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Um coronel aposentado isola-se em Porto Belo para escrever um livro. Seu nome? Todos o conheciam por Coronel. Como é um livro dentro de outro, Harry Laus alterna capítulos que mostram o cotidiano do Coronel em Porto Belo, seu universo interior, seu processo literário e capítulos escritos pelo próprio Coronel. Pois bem: No livro escrito pelo Coronel, ele conta sua vida desde o começo da carreira militar, o casamento com Elza Alves, o nascimento do filho, Alírio, as promoções, as sucessivas transferências para Juiz de Fora, Natal, Corumbá e Rio de Janeiro até a maturidade de Alírio , que se tornou pintor. Tudo leva a crer, até o final da obra de Harry Laus, que o livro do Coronel seja uma autobiografia realista, apesar de narrado na 3a pessoa: Ele não escreve "Eu fui promovido a Major" e sim " Vitório de Lima e Silva foi promovido a Major. "Na verdade, o Coronel mistura ficção e realidade. Mas só na penúltima página é que se vai descobrir que Elza e Alírio nunca existiram - são apenas personagens fictícios que povoavam a imaginação do Coronel. Só a imaginação? Não. A solidão também. Mesmo no cotidiano em Porto Belo, o Coronel pensa em Elza e Alírio como se realmente eles existissem. Chega mesmo a desejá-los junto a si, sabendo que é impossível. Veja este trecho. Voltou à varanda e sentou-se satisfeito para admirar a tarefa que havia concluído (horta).

"Ao homem cabe apenas semear", pensou "à terra cabe germinar". O Coronel nunca sentiu tanta falta de Elza e Alírio como naquele momento de sorrateira tristeza... estaria se referindo à mulher e ao filho que ele não teve? Analogamente, semear corresponde a fecundar e mulher, a terra que germina. A obra de Harry Laus termina assim: O Coronel revelando seu projeto de assistir à virada do século em Nova York ou em Paris nos Champs Elisées. Vitório de Lima e Silva, habitante da Terra desde 1902, não veria despontar o novo século; o Coronel, com vinte anos a menos... (percebeu? Vitório de Lima e Silva não é o verdadeiro nome do Coronel, como também as idades são diferentes. Por este cálculo seria de 1922, e teria, portanto, a mesma idade de Harry Laus. Ou seja: Vitório é tão Coronel quanto o Coronel é Harry Laus. Não seriam então, o Coronel e Vitório, os papéis despachados por Harry Laus? Pois na introdução desta obra há um poema de Paulo Leminsky que diz: O outro que há em mim é você. Você E você... Mas, voltando ao texto interrompido... o Coronel, com vinte anos a menos, poderia manter essa esperança, mesmo sem as figuras fictícias de mulher e filho que lhe povoavam a imaginação. Ainda que sozinho, pensou (...) Quem sabe - imaginou - entre a resplandecência dos fogos de artifício... quem sabe se nesse momento de nervosa exaltação não poderia ver Alírio surgir no meio do povaréu, procurando-o aflito. Chegaria ofegante e diria sorrindo: - Vamos, pai. Pensei que não o encontrasse mais. (Você pode pensar: então o Coronel era maluco? Pois se Alírio não existia!) Maluco não. Apenas um escritor. E extremamente solitário. Através do Coronel, Harry Laus retrata o sofrido, solitário e envolvente processo de escrever e, neste caso, tambem de viver. O resumo A obra de Harry Laus alterna: 1. Capítulos do Coronel em Porto Belo/Seu universo interior. 2. O livro do Coronel 1. Às vezes as histórias se fundem, como no diálogo entre Vitório e a namorada de Alírio (Ponciana): - Então o senhor é General? - Por favor, me chame de Coronel. - O senhor esteve na guerra? - Não. - Tomou parte em alguma batalha? - Não. - O diálogo com Ponciana deixou o Coronel exasperado. Largou a caneta e levantou-se da mesa. Andou às escuras, acendeu luzes ... voltou ao quarto e sentiu profundo desgosto por tudo o que tinha escrito. Agora vamos por partes. O cotidiano do Coronel em Porto Belo tem pouca, ou quase nenhuma ação, e muito sentimento ( a vida em Porto Belo era de uma pasmaceira enervante). O Coronel vai revelando suas mais profundas angústias, questionamentos e solidão. Por exemplo: A frustração com a carreira militar, profissão que não lhe rendeu nenhuma glória (há profissões que terminam antes que a vidas se encerre, outros prolongam-se até a morte e, as mais nobres, permanecem depois dela). Quando a escrever, o Coronel se esmerava e sofria na busca da perfeição (arte é resumo, é sumo, é essência). Lera uma vez em Tchekov que se aparecer uma espingarda num conto, ela tem que atirar. Nada deve ser gratuito, nenhuma palavra vã... (A lembrança da ponte pênsil, em Florianópolis, deixou o Coronel perplexo. Milhares de parafusos cuja existência nem se consegue perceber e tudo absolutamente necessário: uma verdadeira obra de arte, como deve ser a criação literária. O Coronel, desde os tempos do Exército, adorava fazer hortas. Trouxe de Florianópolis três pacotinhos coloridos, citados no começo da obra, que eram sementes de rabanete, beterraba e alface. Gostava de participar de alguma forma no processo de germinação daquelas coisas vivas, as hortaliças. Outra fonte de angústia: o envelhecimento. (O choque maior recebeu num ônibus onde viajava de pé: uma bela estudante ofereceu-lhe o lugar que ele recusou, risonho mas ofendido). No fim, concluiu que a idade só conta para quem nos vê de fora. Parou de ler o obituário do jornal, convencido de que ainda não estava tão velho para pensar na morte. Seus impulsos homossexuais, dissimulados a vida inteira, também são revelados. (Nas noites de Sábado, recebia a visita dos rapazes de Porto Belo. Tinham entre 17 e 20 anos, a maioria filhos de pescadores - só Lalo, Macaco e Lazinho eram filhos de comerciantes. Na casa do Coronel, comiam e bebiam de graça, pois seu dinheiro era curto. Depois iam bolinar as meninas ... Às vezes um deles bebia demais (ou fingia estar bêbado) e acabava dormindo lá mesmo (ou fingia que dormia) ... O Coronel nem sempre resistia à beleza incandescente e disponível do corpo adormecido no sofá ou no quarto de hóspedes. A estes, o Coronel costumava repensar com dinheiro, fora o que dele furtavam. Mas a satisfação do impulso tinha no fundo um gosto amargo. Certa vez recebeu a visita de Bernardo, colega dos tempos da Escola Militar. Os rapazes chegaram. Bernardo, chocado com aquela intimidade - os rapazes chamando o Coronel de "tu", contando sacanagens - foi embora sem se despedir e deixou um bilhete: tenho nojo de você. Personagens Os rapazes de Porto Belo (Lalo morreu num acidente de moto) Lila , a empregada do Coronel Elizeth , a cachorrinha 2. O livro do Coronel: Começa em Joinville, num baile de carnaval, quando Vitório de Lima e Silva era um simples aspirante a Oficial. Neste baile, conheceu Elza Alves, com quem se casou e teve um filho, Alírio. Em plena lua-de-mel, rebentou a Revolução de 30. Que importância teve a Revolução de 30 na vida de Vitório? Nenhuma. Fôra um simples secretário de batalhão, longe de qualquer perigo. Vitório ressentia-se pela absoluta falta de glória em sua militar. Além do mais, achava a rotina do Exército monótona e irritante mas com dinheiro certo no final do mês. E assim foi transferido para Passo Fundo. Depois para Juiz de Fora. Em Juiz de Fora, aconteceu o seguinte: - Quem estiver com Getúlio, um passo à frente. Vitório nunca soube porque deu aquele passo. Logo ele, nem aí com a Política". Acabou sendo transferido para Natal quando Getúlio foi deposto. Em Natal, o Coronel Boca de Bagre pediu a ele que fizesse um discurso em homenagem às vítimas da Intentona Comunista (em 1935). Vitório copiou a Ordem do Dia publicada pelo Boletim do Exército, só alterando algumas frases. Por causa disto, foi repreendido por Boca de Bagre considerado comunista e transferido para Corumbá, no Mato Grosso. vitrines. Vitório foi transferido para o Rio de Janeiro. Depois de dois anos usando borracha e lápis para alterar fichários, cada vez mais desgostoso e humilhado com um trabalho banal que poderia ter sido feito por qualquer cabo ou sargento, Vitório pediu transferência para a Reserva (pendurou os coturnos). Como tinha direito a mais uma promoção, aposentou-se como general para incorporar o salário. No entanto, preferiu ser chamado de Coronel e não General de pijamas - como dizia o pessoal da ativa. Vitório encerrou definitivamente a sua carreira militar, tão sem brilho, levando na memória as barbaridades que testemunhou pelos quartéis do Brasil - a miséria, a pobreza, a precariedade. Alírio fez a primeira exposição individual no Rio de Janeiro. Vitório continuou encarando com certo desgosto a profissão do filho. Começou a pensar em escrever um livro, quem sabe aproveitar a experiência dos anos no Exército e assim tornar o resto dos seus dias menos penosos e inúteis. Além do mais, sempre fôra apaixonado pela leitura. Tinha como referência grandes mestres! Então Vitória resolve ir para Porto Belo, onde poderia escrever o livro e fazer uma horta. Elza Alves negou-se a acompanhá-lo. Preferiu ficar perto do filho no Rio de Janeiro. Obs.: Em certo ponto, ao escrever sobre as profissões de pai e filho, o Coronel chega a sentir inveja de Alírio. Como pintor, Alírio poderia alcançar a glória que ele, como militar, nunca tinha alcançado. No entanto, como já sabemos, Alírio é um personagem fictício. Por isto o Coronel se questionava: "Como admitir que um ser criado por ele o suplantasse? E por que não sonhar com a glória para quem nasceu dele, se o criador não conseguia alcançá-la?" Personagens: 1. Vitório de Lima e Silva (que representava o próprio Coronel) 2. Elza Alves, a esposa. 3. Alírio, o filho. 4. Ponciana, a namorada do filho. 5. Tenente Correntino, um amigo da família Natal. 6. Coronel Boca de Bagre, responsável pela transferência de Vitório para Corumbá. 7. O cão Almofadinha. Obs.: Harry Laus foi crítico de arte. As cores estão presentes, de maneira muito marcante, nas descrições dos cenários e na profissão de Alírio, pintor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
a) É um mergulho do interior da personagem-narradora , e não há propriamente história. G.H. busca , em si mesma, pela introspecção radical, sua identidade e as razões de viver, sentir e amar. A obra nem começa nem termina ; ela continua. A narradora e personagem do romance está em seu apartamento tomando café, como faz todos os dias. Dirige-se ao quarto da empregada, que acabara de deixar o emprego. Lá ;vê subitamente uma barata, saindo de um armário. Este evento provoca-lhe uma náusea impressionante, mas ao mesmo tempo , é o motivador de uma longa difícil avaliação de sua própria existência, sempre resguardada, sempre muito acomodada. A visão da barata é o seu momento de iluminação após o qual já não é a mesma , já não é a criatura alienada que tomava café distraidamente em seu apartamento. Nesse momento, deflagra-se na narradora a consciência da solidãoa (tanto dela, quanto da barata) . O nojo pelo inseto desafia-se assustadoramente: é preciso que ela se aproxime da barata,, toque na barata, e até (seria possível?) prove o sabor dá barata. Para regressar ao seu estado de um ser primitivo, selvagem- e por isso mais feliz- G.H. deve passar pela experiência de experimentar o gosto do inseto. Atravéx da "provação" (que é a sua nausea física e existencial), G.H. estaria fazendo uma reviravolta em seu mundo condicianado e asséptico; akuebadi e umune. b) A náusea, aqui tomada como "forma emocional violenta da angústia", é o momento que antecede a revelação , a epifania , e resulta da dolorosa sensação da fragilidade da condição humana. A paixão de G.H. , pode ser , biblicamente, interpretada como sofrimento aludindo à Paixão de Cristo, narrada por Mateus, Marcos , Lucas e João. É comum a aproximação da obra de Clarice da corrente filosófica existencialista, especialmente do existencialismo literário-filosófico de Jean Paul Satre (1905-1981) Segundo a R, Sant'Ana, os romances e contos de Clarice percorrem essas quatro etapas: 1) a personagem é disposta numa determinada situação cotidiana. 2) prepara-se um evento que é pressentido discretamente; 3)ocorre o evento , que "ilumina "a vida; 4) ocorre o desfecho, onde se considera a situação da vida da personagem , após o evento. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Froebel

Friedrich Froebel, 1782-1852, enfatizou a importância da criança, destacando suas atividades estimuladas e dirigidas.
A grande contribuição foi a aplicação práticas acerca dos jardins de infância, a educação durante os primeiros anos da vida infantil. A escola é o lugar onde a criança deve aprenderas coisas importantes da vida, da verdade, da justiça da personalidade livre, da responsabilidade, da iniciativa, das relações causais, vivenciando. Considera importante o brinquedo, o trabalho manual e o estudo da natureza, enquanto processos espontâneos na criança e ao meio educativo.
Os interesses e tendências inatos da criança pra a cão, o jardim da infância deve ajudar os alunos a expressarem-se e a se desenvolverem, na auto-atividade, de conhecimentos e crescimento pela atividade.
O gesto, op canto e a linguagem são as formas de expressão de sentimentos e idéias apropriadas à educação infantil. A historia deve ser expressa pela criança por meio de linguagem canção, representações, figuras ou construção de objetos simples com papel, barro ou outro material adequando.

PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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