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A Droga da Obediência - Pedro Bandeira
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Tistu é um menino muito sortudo. Vive na cidade chamada Mirapólvora numa grande casa, a Casa-que-Brilha, com o Sr. Papai, Dona Mamãe e o seu querido pônei Ginástico. Eles são ricos pois o Sr Papai tem uma fábrica de canhões. Para grande decepção de todos, Tistu dorme nas aulas. Sr Papai resolve fazer com que Tistu aprenda as coisas vendo-as e vivenciando-as. As aulas serão com o jardineiro Bigode e com o gerente da fábrica de canhões, o Sr Trovões.

Na primeira aula, o jardineiro bigode descobre um dom fantástico em Tistu: o menino tem o dedo verde! Isto significa que, onde ele colocar o dedo, nascerão flores! Porém as pessoas grandes não iriam entender este dom. Seria melhor mantê-lo em segredo. Bigode se transforma no conselheiro de Tistu

Com o Sr Trovões Tistu conhece um pouco do lado triste do mundo: a miséria, a prisão, o hospital. Ele resolve alegrar estes ambientes colocando seu dedo lá, mas no anonimato. Para o espanto da população, o presídio ficou com tantas flores que as portas não conseguiam mais fechar. Mas os presos não queriam fugir, pois estavam maravilhados! As flores da favela absorveram o lamaçal e enfeitaram as casas, transformando a favela em atração turística. A menina do hospital, que antes contava os buraquinhos do teto para passar o tempo agora conta botões de rosas, que nascem em volta do seu leito. A cidade, e a vida das pessoas da cidade, mudaram completamente.

Tistu então conhece a fábrica do Sr Papai. Ele fica inconformado com o mal que os canhões e as guerras trazem. Secretamente, coloca o dedo nos canhões que estavam sendo enviados para uma guerra. Resultado: a guerra fracassa, pois ao invés de bombas, os canhões lançaram flores. A fábrica é arruinada.
Vendo o desespero do sr Papai, Tistu resolve revelar que foi ele quem colocou as flores nos canhões e prova isso fazendo nascer uma flor no quadro de seu avô, na parede. Sr Papai resolve então transformar a fábrica de canhões em fábrica de flores. A cidade passa a se chamar Miraflores.

Um dia Tistu recebe a notícia de que o jardineiro Bigode tinha ido viajar, que estava dormindo. Confuso com as informações, Tistu pergunta para seu pônei o que aconteceu com Bigode. Ele revela: Bigode morreu. E este é o único mal em que as flores não podem fazer nada.

- Se Bigode morreu, ele está no céu. Então, vou construir uma escada com minhas flores para ele descer! ? conclui Tistu. Após construir a escala, era impossível ver onde ela estava terminando. Sumia no céu. Tistu esperou mas bigode não desce. Então ele resolve ir busca-lo. Seu pônei tenta impedi-lo sem sucesso. Tistu sobe a escada, vê sua casa diminuindo, vê as nuvens, perde seus chinelinhos e escuta a voz do Bigode: - Ah, você está aqui!
Naquela manhã os moradores da Casa-que-Brilha saíram a procura de Tistu e encontraram uma relva diferente, roída pelo pônei, com botões de rosas dourados, formado a frase: Tistu era um Anjo.

Tistou Les Pouces Verts, foi escrito em 1957 pelo escritor francês Maurice Druon. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Como já dito anteriormente o romance é muito desfragmentado, pois possui constantes mudanças de enfoques. Para facilitar o nosso trabalho proporemos que se faça duas leituras: 1. uma primeira que almeja desvendar o mistério da garota do maiô dourado ( a Hilda que desfilava sua beleza pelo Minas Tênis e depois tornou-se prostituta); 2. uma segunda que mistura ficção e realidade histórica brasileira (ditadura militar e censura); o mais brilhante é que tudo começa e termina no dia 1° de abril que simboliza o dia da mentira_ eis então a grande proposta ficcional do autor. Roberto começa narrando em 1° pessoa a sua própria condição jovem de comunista e idealista. pretendo ser um grande jornalista e irritadiço por compararem seu sobrenome com o grande poeta Carlos Drummond de Andrade. Pelo que o narrador fala de si e da cidade observamos que o tempo precede os anos de 64 (época do golpe militar). Nesse interím, o narrador trava correspondência com as tias de Santana dos Ferros - Tia Ciana e Çãozinha, que são as interlocutoras do relato. A grande trama da obra verifica-se no encontro entre o santo Frei Malthus e a bela Hilda no qual aquele, ao tentar expurgar o mal da zona boêmia acaba enredado pela paixão que estabelece-se entre ele e Hilda.

Roberto é o jornalista que relatará ao leitor como estão acontecendo os fatos na zona boêmia (lembre-se que Malthus, Aramel e Roberto são os três mosqueteiros - amigos de infância e desta forma Roberto terá maior possibilidade de levantar dados para o leitor). Após o desaparecimento do seu sapato, Hilda lança um concurso para que o devolvam - então inicia-se um conto de cinderela às avessas pois Malthus acabará por reconhecer o seu amor pela bela. Contudo o final é triste pois ambos desencontram-se quando da fuga para viverem um grande amor - Malthus será preso no primeiro dia de vigência do golpe militar de 64. Outras estórias entrecortam a narrativa - a cidade de Santana dos Ferros e seus caso hilários demonstram a habilidade deste escritor - o episódio do Adão nu pintado pela artista Yara Tupinambá no painel da Igreja que foi fiel aos moldes do modelo escandaliza a cidade entre elas está a tia Ciana, que passa a entrar na igreja de costas. Ou quando do milagre do choro da santa que tia Ciana descobriu e que depois configurou um erro pois era urina do sobrinho do padre. A história do Brasil ficcionada, apaixonada e brilhantemente pinçada pelas habilidosas tintas do escritor Roberto Drummond fazem desta obra um marco da literatura contemporânea nacional. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O que leva um ser humano ao encontro das letras e ao fazer poético? Uma faísca da inspiração divina, uma necessidade incoercível de expressar o que lhe vai na alma, um desejo de escrever o mundo real como se fosse uma mimese. Tudo isso ou parte disso ou uma variação disso... Para Aluísio Azevedo nada disso. Sobre ele paira a acusação de escrever por interesse financeiro direto. Uma necessidade e um desejo de sair da província e sobreviver na metrópole, o Rio de Janeiro, por quaisquer meios - e o ofício de escritor seria um deles apenas. Intenções corriqueiras entre tantos jovens e velhos, embora problemáticas para um filho de comerciante do qual o pai esperava a continuidade nos negócios familiares. Desejo filial tornado possível com a morte paterna e a necessidade de uma fuga dos desafetos que proliferaram na cidade natal a partir do lançamento da primeira obra: O mulato, um violento libelo contra os preconceitos raciais e o modelo de estratificação social vigentes no Brasil de modo geral e tão evidentes nas tratativas provincianas. Aquela acusação encontra prova no abandono do ofício de escritor tão logo conseguiu outra atividade que o permitisse sobreviver. Nomeado para o serviço consular, o autor parou de escrever literatura e jamais cumpriu sua documentada intenção de fazer uma espécie de comédia humana de brasileiros antigos e modernos.

Sobre tal inspiração, movida pelo vil metal, ainda pairaria a responsabilidade por textos de qualidade inconstante. Caso em que se poderia enquadrar, inclusive, Girândola de amores, de inconstância evidente desde o título. Lançada em primeira edição como Mistérios da Tijuca, a novela recebeu, nas edições posteriores, o nome com que aparece aqui. Sob um título ou outro, o leitor vai deparar com uma novela na qual a ação se desenrola no momento em que foi escrita e mostra um centro da cidade e bairros como o Rio Comprido, Tijuca e Botafogo, com várias características que hoje, depois de túneis, metrô e viadutos, se perderam. Do mesmo modo, a trama, banal e popularesca, é marcada pela presença de uma personagem acometida por uma nevrose muito característica das mulheres daquele tempo, a histeria. Afecção psicopatológica que, por coincidência, um jovem médico alemão, de ascendência judia, pesquisava naquele momento e cuja elucidação seria ponto de partida para uma das principais correntes psicoterápicas e de conhecimento do século XX. Deixando por conta do leitor confirmar ou refutar as acusações aludidas acima, recolhidas sempre dos críticos e historiadores de literatura brasileira, a história é, sem dúvida, um bom exemplo de uma literatura de fácil assimilação por um grande número de leitores, com certeza, um de seus objetivos mais importantes. Mantendo fidelidade a tais intenções, o texto apresentado aqui é resultado de um cotejo entre a 8ª edição da Livraria Martins e Instituto Nacional do Livro, que recebeu a introdução de Eugênio Gomes, e a edição preparada pela Garnier, em 1900, que veio a lume com uma bela capa vermelha, fazendo fundo a letras pretas góticas, como convém a uma boa novela de mistério. O produto final recebeu atualização ortográfica, acrescida da correção de cacófatos e de pontuação. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Segunda Fase do Modernismo. Saga tem como subtítulo "Um Testemunho Humanista", é narrado em primeira pessoa e é dividido em quatro partes. "Círculo de giz" é a primeira das quatro partes ; mostra Vasco Bruno, o personagem principal, ao chegar na Espanha durante a Guerra Civil para lutar nas forças governistas contra as do general Francisco Franco (que se tornou, após vencer esta guerra, um dos mais cruéis ditadores da história e colaborou com Hitler na segunda Guerra) na Brigada Internacional. Vasco vai treinando para se tornar um guerreiro apesar de abominar a violência e vai conhecendo amigos: o chileno Garcia, obcecado por Cervantes, a quem passa a abominar de certo modo após constatar um certo sadismo; Axel, o escandinavo muitas vezes avesso às mulheres que acaba morto e mutilado na sua frente, que diz a frase que inspirou o título do livro: "a vida é a mais estranha de todas as sagas"; DeNicola, o sargento experiente que tanto os ensinou; Green, o americano que torrou sua fortuna e lutava com coragem e acabou fuzilado por tentar reunir uma fuga; Brown, o negro do Sul dos Estados Unidos que tinha pensamentos estranhos sobre a morte e agonizou lentamente na última batalha de Vasco; Pepino, o palhaço sem graça que é fuzilado por violar uma menina catalã. Vasco é ferido duas vezes: na primeira vez um tiro na perna sem muita gravidade o deixa em Barcelona, onde conhece uma jovem desconhecida chamada Juana com quem tem o caso e nunca mais vê; na segunda, durante a batalha onde morre Sebastian Brown, é ferido na perna e no pulmão. Após este último conhece um doutor e, assim como na última vez que esteve num hospital, sente saudades ainda mais fortes de casa. Por fim não volta ao fronte e fica a ajudar pessoas que sofrem com a guerra em Barcelona. Por toda esta parte da história Vasco, um artista (pintor) avesso a violência, sente saudades de casa e de sua amada Clarissa, o horror à guerra (retratada com muito realismo), observa tipos humanos, filosofa sobre a miséria, sente a morte perto e percebe que, apesar de ter pulado o círculo de giz (ele se sentia como um peru que, preso a um círculo de giz, sente-se irremediavelmente preso) que o prendia, caiu apenas dentro de outro. A segunda parte, "Sórdido Interlúdio", é um único capítulo relatando a estada de Vasco Bruno no campo de concentração de Argelès-sur-Mer, em meio a espanhóis e estrangeiros, numa miséria e sofrimento que faz os vivos invejarem os mortos. Vasco pena neste campo até que é chamado pelo alto-falante, no fim do capítulo. "O Destino bate à porta" é a terceira parte. Narrado por Vasco assim como todas as outras partes, mostra sua chegada a Porto Alegre no começo de 1939 (onde é questionado pelas autoridades por suspeita de comunismo) e o reencontro com Clarissa. Vasco reencontra velhos conhecidos: Fernanda, Noel, Seixas e Pedrinho. Fernanda, casada com Noel, recebeu uma herança logo antes de Vasco partir para a Espanha e fundou uma revista infantil, um hospital infantil e alugou um cinema. Seixas é o velho médico da família que morre semanas após a chegada de Vasco. Pedrinho é o irmão de Fernanda, preso num casamento infeliz, que parasita a irmã assim como a família da esposa, tão infiel quanto ele. Acaba assassinado pelo amante da esposa após provocar briga. A partir de certo ponto desta parte Vasco passa a narrar tudo sob a forma de diário, aparecendo então o tempo entre 16/05/1939 a 21/10/1939 cronologicamente mais exato. Vasco sente os fantasmas da Guerra, as mudanças que passou nela, uma opressão da vida na cidade e de seus cidadãos, as disputas mercantilistas (Almiro Cambará, rival de Fernanda nos cinemas, a ataca baixamente em seu jornal; Vasco e ele brigam) e uma vontade de voltar à vida simples com contato com a terra como seu vizinho de cama no hospital de Barcelona havia sugerido. No final Vasco casa-se com Clarissa e decide ficar na chácara de campo de Fernanda. "Pastoral", estruturado como "Sórdido Interlúdio", é o exato oposto daquela parte: a vida de Vasco com Clarissa no campo, felizes, ela grávida, ambos a sonhar com um mundo melhor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
HOWARD GARDNER – “a escola deve valorizar as diferentes habilidades dos alunos e não apenas a lógico-matemática e a lingüística, como é a mais comum. – para que as diversas inteligências sejam desenvolvidas, a criança tem de ser mais que uma mera executadora de tarefas. É preciso que ela seja levada a resolver problemas”.
De acordo com Gardner, estas seriam nossas sete inteligências:
1. Lógico-matemática: capacidade de realizar operações matemáticas e de analisar problemas com lógica.
2. Lingüística: habilidade de aprender línguas e de usar a língua falada e escrita para atingirem objetivos;
3. Espacial: capacidade de reconhecer e manipular uma situação espacial ampla mais restrita. Importante para cirurgiões ou escultores;
4. Físico-cinestésica: potencial de usar o corpo para resolver problemas ou fabricar produtos. Dançarinos, atletas, cirurgiões e mecânicos;
5. Interpessoal: capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e de se relacionar bem com eles. É necessário para vendedores, líderes religiosos, políticos e professores;
6. Interpessoal: capacidade de a pessoa se conhecer, seus desejos e usar as informações para alcançar objetivos pessoais.
7. Musical: aptidão na atuação apreciação e composição de padrões musicais.
A naturalista, que seria a capacidade de reconhecer objetos na natureza, e além dessas, discute outras, a existencial ou espiritual e a moral, sem adicioná-las às sete originais.
Ele reconhece que a discussão em torno da teoria trouxe a alerta importante para quem trabalha com educação. A escola deve considerar as pessoas inteiras e valorizar outras formas de demonstração de competências alem dos tradicionais eixos lingüísticos e lógicos –matemáticos. Kátia Smole, defende no mestrado da USP, que é comum o conceito ser empregado indevidamente por várias escolas. Ter aulas de música não garante aos estudantes desenvolver a inteligência musical. Para que aconteça é necessário que o aluno pense sobre aquilo que faz e esteja em situação de criação ou resolução de problemas.
No Colégio Sidarta, em Cotia, a teoria de Gardner é à base da proposta pedagógica. Atendem as diferenças individuais e respeitam as potencia, idades dos alunos. Os alunos estudam juntos e nas estações de trabalho cantos onde são organizados diferentes recursos pedagógicos.
COM ELES E MELHOR
REVISTA NOVA ESCOLA – JAN/ FEV 2001 veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Froebel

Friedrich Froebel, 1782-1852, enfatizou a importância da criança, destacando suas atividades estimuladas e dirigidas.
A grande contribuição foi a aplicação práticas acerca dos jardins de infância, a educação durante os primeiros anos da vida infantil. A escola é o lugar onde a criança deve aprenderas coisas importantes da vida, da verdade, da justiça da personalidade livre, da responsabilidade, da iniciativa, das relações causais, vivenciando. Considera importante o brinquedo, o trabalho manual e o estudo da natureza, enquanto processos espontâneos na criança e ao meio educativo.
Os interesses e tendências inatos da criança pra a cão, o jardim da infância deve ajudar os alunos a expressarem-se e a se desenvolverem, na auto-atividade, de conhecimentos e crescimento pela atividade.
O gesto, op canto e a linguagem são as formas de expressão de sentimentos e idéias apropriadas à educação infantil. A historia deve ser expressa pela criança por meio de linguagem canção, representações, figuras ou construção de objetos simples com papel, barro ou outro material adequando.

PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Rio é um poema que apresenta preocupações sociais e até ecológicas. Descrevendo a viagem do rio Capiberibe do interior de Pernambuco até o mar, como que narrado pelo próprio rio, vai se mostrando o abandono das cidades no sertão, os retirantes, a pobreza, o empobrecimento, o desvio de rios para usinas, a desativação de engenhos e a poluição. Assim o Capiberibe passa e acaba por desaguar no mar, seu chamado original, logo após passar por Recife. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro "Cuidado, Escola!", lançado em 1980 pela editora brasiliense, 32º edição sob a autoria da equipe componete do IDAC ( Instituto de Ação Cultural), Babete Harrper, Claudius Ceccon, Miguel Darcy de Oliveira e Rosiska Darcy de Oliveira, apresentado pelo grande escritor pernambucano Paulo Freire, traz um estudo crítico sobre a educação desde sua origem até sua sistematização com surgimento das instituições de ensino. É com uma linguagem acessível e criativas ilustrações que o studo crítico busca refletir sobre o processo educativo, abordando temáticas como a crise escolar, a origem da escola atual, o seu funcionemento, as desigualdades sócio-culturais que envolvel o processo de ensino-aprendizagem, as alternativa pedagógicas e um questionamento sobre a origem dos problemas que envolvem o sitema educacional veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Ovide Decroly, nasceu em 1871, em Renaux, na Bélgica, filho de um industrial e de uma professora de música.
Como estudante, não teve dificuldade de aprendizado, mas, por causa de indisciplina, foi expulso de várias escolas. Recusava-se a freqüentar as aulas de catecismo e não se adaptava ao autoritarismo do pai.
Formou-se em medicina e estudou neurologia na Bélgica e na Alemanha.
Sua atenção voltou-se desde o início para as crianças deficientes mentais, o que o levou a fazer uma transição entre medicina e educação. Nesta época criou uma disciplina, a “pedotecnia”, dirigida ao estudo das atividades pedagógicas coordenadas ao conhecimento da evolução física e mental das crianças, sendo um dos primeiros estudiosos da educação infantil do final do século XIX e inicio do século XX.
Casou-se e teve três filhos.
Em 1907 fundou a École de I’Ermitage, em Bruxelas, para crianças consideradas normais. A escola se tornou celebre na Europa, servindo como espaço de experimentação para o próprio. Nos anos de formação de Decroly, as Ciências Naturais — e, por tabela, a filosofia e as religiões — continuavam sob efeito do terremoto causado pela teoria da evolução das espécies, divulgada em 1859 pelo naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882). O educador belga acreditava que o meio natural e a saúde física condicionam a evolução intelectual. A idéia de que há uma lógica no desenvolvimento dos organismos, implícita na teoria darwinista, guarda relação com a crença de que o desenvolvimento de uma criança pode ser ditado "naturalmente" por seus interesses e suas necessidades. Decroly também defendia a universalização do ensino, como John Dewey. Idéias como as dos centros de interesses e a defesa de que o aprendizado deve ser prazeroso e responder aos interesses do aluno fizeram com que a obra de Decroly exercesse forte influência na pedagogia de Celestin Freinet (1896-1966). Passou a viajar pela Europa e América fazendo contatos com outros educadores, como John Dewey. Escreveu mais de 400 livros, mas nunca sistematizou se método por escrito por julgá-lo em construção permanente. Morreu em 1932 em Ucle, em Bruxelas.

Suas idéias

Pensador da educação que contestava o modelo de escola que existia, que formava criança por conhecimento destinados à formação profissional, propôs uma nova concepção de ensino que preparasse as crianças para viverem em sociedade. Criticava os programas de ensino porque estes se inspiravam em mestres sábios em suas especializadas e, alem das supervalorização do trabalho intelectual e da expressão verbal. Por ter sido um estudante indisciplinado, dedicou-se a experimentar uma escola centrada no aluno e não no professor.
Precursor dos métodos ativos, onde alunos conduzem o próprio aprendizado, são propostas pedagógicas atualmente difundida em salas de aulas. Em suas obras, teoria e prática e articulam.
Baseia-se teorias biossociais do desenvolvimento da criança e do curso natural de evolução e que necessita de um meio enriquecedor para estimular as suas potencialidades. Insiste na questão hereditariedade/meio, e o papel da família, onde a criança agiria sobre trações hereditários que forneceria como base para a formação da personalidade e das aptidões.
Sua obra educacional destaca-se pelo valor que colocou nas condições do desenvolvimento infantil; destaca o caráter global da atividade da criança e a função de globalização do ensino.
Sua teorias têm um fundamento psicológico e sociológico e podemos resumir os critérios de sua metodologia no interesse e na auto-avaliação. Promove o trabalho em equipe, mas, mantendo a individualidade do ensino com o fim de preparar o educando para a vida. A ausência de ideais religiosos é uma das características de seu modelo pedagógico.
Para ele, a educação não se constitui em uma preparação para a vida adulta; a criança deve aproveitar sua juventude e resolver as dificuldades compatíveis ao seu momento de vida. Como pressuposto básico postulava que a necessidade gera o interesse, verdadeiro móvel em direção ao conhecimento. Essas necessidades básicas do homem em sua troca com o meio, seriam: a alimentação, a defesa contra intempéries, à luta contra perigos e inimigos e o trabalho em sociedade, descanso e diversão.
Desse pressuposto deriva sua proposta de organização da escola.
Seu método, mais conhecido como centros de interesse, destinava-se especialmente às crianças das classes primárias. Nesses centros, a criança passava por três momentos:
Os centros de interesse são grupos de aprendizado organizados segundo faixas de idade dos estudantes. Eles também foram concebidos com base nas etapas da evolução neurológica infantil e na convicção de que as crianças entram na escola dotadas de condições biológicas suficientes para procurar e desenvolver os conhecimentos de seu interesse. "A criança tem espírito de observação; basta não matá-lo", escreveu Decroly.


Metodologia
Decroly foi um dos precursores dos métodos ativos, fundamentados na possibilidade de o aluno conduzir o próprio aprendizado e, assim, aprender a aprender. Alguns de seus pensamentos estão bem vivos nas salas de aula e coincidem com propostas pedagógicas difundidas atualmente. É o caso da idéia de globalização de conhecimentos — que inclui o chamado método global de alfabetização — e dos centros de interesse.
O objeto de estudo de Decroly, é a observação de crianças praticando atividades em seu meio, aprendendo a fazer, onde tentativas e descobertas através das necessidades do aluno e etapas de desenvolvimento. Por isso, a escola deveria lidar com interesses e necessidades primários das crianças e a escola se adequaria as suas necessidades básicas.
Sua base metodologia seria:
A globalização de conhecimento: método global de alfabetização e centros de interesses
O princípio de globalização de Decroly se baseia na idéia de que as crianças apreendem o mundo com base em uma visão do todo, que posteriormente pode se organizar em partes, ou seja, que vai do caos à ordem. O modo mais adequado de aprender a ler, portanto, teria seu início nas atividades de associação de significados, de discursos completos, e não do conhecimento isolado de sílabas e letras.
O modo mais adequado de aprender a ler, seria ter seu início em atividades associadas de significados, de discursos completos e não do conhecimento de sílabas e letras. Este caráter global na vida intelectual onde um conhecimento segue a outro sucessivamente.
Para ele, as unidades de globalização que se chama de centros de interesses – grupos de aprendizados organizados segundo a faixa de idade dos estudantes, concebidos com base na evolução neurológica infantil. São centros de interesses: a criança e a família, a criança e a escola, a criança e o mundo animal, a criança e o mundo vegetal, a criança e o mundo geográfico, a criança e o universo, que devem ser determinados de acordo com as quatro necessidades primordiais da criança: alimentação, abrigo, defesa e produção.
Para ele, as necessidades geram o interesse e só este leva ao conhecimento.influenciado pelas idéias de natureza de Jean Jacques Rousseau, Decroly atribuía as necessidades básicas à determinação da vida intelectual.
As atividades e as disciplinas escolares devem gerar em torno destes centros de interesses e cada um deles seguem –se de três etapas de aprendizagem:
- observação: direta das coisas, não por meio de lição nem em um momento determinado da técnica educativa,, nem de técnica educativa, pois, deve ser considerada como uma atitude, chamando a atenção do aluno constantemente.
- associação das coisas observadas: permite que o conhecimento adquirido pela observação seja entendido em termos de tempo e espaço; em termos de tempo e espaço.
- expressão do pensamento da criança pela por esse meio a criança poderia externar sua aprendizagem, através de qualquer meio de linguagem, desenho, modelagem e outros trabalhos manuais, integrando conhecimentos de maneira globalizada integrando os conhecimentos adquiridos. A expressão seria a culminância do processo e nela pode-se destacar:
Expressão concreta (materialização das observações e criações pessoais; se traduz em
desenho livre, trabalhos manuais...).
Expressão abstrata (materialização do pensamento através de símbolos e códigos
convencionais; apresenta-se no texto livre, linguagem matemática, musical...).
Linguagem múltiplas: Após a observação e a associação, a linguagem (expressa) ganha uma a tenção grandiosa pra Decroly. Seus métodos e atividades têm por objetivo desenvolver os atributos da criança.a observação é compreendida como uma atitude contínua no processo educativo., com matéria concretos e acessíveis.
A associação permite que o conhecimento adquirido pela observação seja entendido e termos de espaço e tempo, classificando, comparando,.
Na expressão a criança compartilha o que aprende.
A linguagem se amplia em expressões orais, corporais, desenhos, construção e arte, não como copia, mas como expressão de seu pensamento. Ampliando assim, dissociava a idéia de inteligência da capacidade de dominar a linguagem convenciona, valorizando expressões concretas como trabalhos manuais, esportes e desenhos
Com a ampliação do conceito de linguagem, que a lingüística viria a corroborar, Decroly pretendia dissociar a idéia de inteligência da capacidade de dominar a linguagem convencional, valorizando expressões "concretas" como os trabalhos manuais, os esportes e os desenhos.
"O meio natural é o verdadeiro material intuitivo capaz de estimular forças escondidas da criança"


Escola Escolas que são oficinas para o corpo e a mente

Nos centros de interesses, os alunos escolhem o que querem aprender, que constroem o próprio currículo, segundo a sua curiosidade, conduzindo sua formação desde os primeiros anos de escola, sem a separação tradicional entre as disciplinas, nada mais que a interdisciplinaridade e os projetos atuais
.As salas de aulas são semelhantes a oficinas e laboratórios onde alunos observam, analisam, manipulam, experimentam, confeccionam, colecionam materiais e informações sobre eles.
Das necessidades de comer pode surgir curiosidade sobre alimentos, da historia de um preparo dos mecanismos econômicos da agricultura e do comercio.
As atividades manuais (jogos e brincadeiras), esportes, ,exercícios ao ar livre em grupo são estimulados. A escola deve ser vista como uma sociedade em miniatura com função preventiva para garantir a formação intelectual, física e moral e a cidadania,
A aprendizagem deve ser prazerosa, defendia liberdade de iniciativa e responsabilidade pessoa e social, respeito singular de cada um e das diferenças.


Outras propostas:
-formação de classes e homogêneas pela necessidade e aprendizagem;
-diminuição do numero de alunos nas classes;
-programas de ensino partindo da necessidade da criança;

pontos positivos:
a postura do professor como auxiliar do desenvolvimento livre e espontâneo do aluno, intervindo se necessário ou só quando solicitado, em carater democrático.

Ponto negativos:
As necessidades básicas defendidas por ele seria de adultos e não de crianças;.
Aquisição de conhecimentos determinados,onde o ensino-aprendizagem onde o conhecimento trabalhado nos centros seriam organizados pelos conhecimentos contidos nas matérias escolares e o ensino continuaria sendo o conteúdo predeterminado pelo professor e pala instituição.
-o carater conteudista de busca alternativa de manter os eixos da escola e´ o que fundamenta os pilares de século de aplicação do conhecimento.
A aprendizagem deve ser prazerosa, defendia liberdade de iniciativa e responsabilidade pessoa e social, respeito singular de cada um e das diferenças.

Semelhanças e influências Da necessidade nascem os interesses
O conceito de interesse é fundamental no pensamento de Decroly. Segundo ele, a necessidade gera o interesse e só este leva ao conhecimento. Fortemente influenciado pelas idéias sobre a natureza intrínseca do ser humano preconizadas por Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), Decroly atribuía às necessidades básicas a determinação da vida intelectual. Para ele, as quatro necessidades humanas principais são comer, abrigar-se, defender-se e produzir.
Decroly assemelha-se com Montessori, pois ambos são formados em medicina, encaminhando estes trabalhos para deficientes mentais e acreditavam em aproveitar aptidões naturais de cada faixa etária, tendências piagentianas e de Rousseau.
Ao contrário de Montessori, que atendia individualmente em sala de aula, Decroly preferia trabalhos coletivos e a escola deveria preparar para o convívio social. Alem que para Montessori, as crianças deveriam ser recebidas em ambientes preparados para tornar produtivo os impulsos naturais e Decroly trabalhava elementos reais saídos do dia-a-dia.
Nesta época as idéias darwianas de desenvolvimento dos organismos e do desenvolvimento infantil natural de interesses e necessidades foram inspirações para vários educadores.
Com Dewey ele herdou a universalização do ensino.
Seus centros de interesses e o aprendizado prazeroso foram aspectos que influenciaram posteriormente Celestin Freinet.

Bibliografia
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP
Revista Nova Escola, a revista do professor, editora Abril,dezembro de 2003, pp. 32 a 34 
A Droga da Obediência é o primeiro livro da série de personagens os Karas. Eles são um incrível grupo de adolescentes que proporcionam toda a aventura desse ótimo livro criado pelo prestigiado Pedro Bandeira." O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel - agora com seu mais novo integrante, Chumbinho - acaba se envolvendo em um perigoso enredo com a droga da obediência, uma droga maléfica que faz com que qualquer um que a experimente seja " fiel como um cãozinho". Lute junto com Miguel, o "capitão do time"; Calú, o grande ator dos Karas; Crânio, o cérebro do grupo; Chumbinho, o mais recente dos Karas (que entrou no grupo forçadamente depois de ter descoberto o esconderijo); todos os incríveis códigos secretos dos Karas; Magrí, uma ginasta e única menina do grupo, contra o misterioso doutor Q.I. e sua poderosa droga. O mundo depende dos Karas. Esse livro, muito legal, eu recomendo para quem não gosta de monotonia e sim de suspense misturado com aventura e também grandes surpresas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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Livros e cursos são caros, me ajude a aprender novas linguagens para lhe ensinar melhor e incrementar este site com várias novidades. Quando você passar em frente a uma lotérica, lembre-se que existe alguém que precisa muito desta(s) moedinha(s), ponha a mão no bolso e perca alguns segundos do seu tempo e faça um depósito. Pegue aquela moedinha que vai acabar caindo do seu bolso e dê um bom destino a ela.