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HADJI, Charles. Avaliação desmistificada
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O vírus da Aids conversa com o leitor e explica como é sua vida. A história começa com a sua chegada à corrente sangüínea de um ser humano, onde encontra muitos inimigos (o sistema imunológico), que tentam destruí-lo o tempo todo. Para enganá-los, vive em constante mutação. Mas o vírus acredita que seu futuro é sombrio, pois o homem está à procura de uma vacina ou um remédio para eliminá-lo. De maneira leve, a obra explica o comportamento do HIV no organismo humano.

Voltada para o público infanto-juvenil, essa obra conta a história do vírus Tico. Usando um linfócito-T como abrigo, ele se defende dos ataques do sistema imunológico. E apesar de não ser lá muito otimista em relação ao seu futuro, Tico acredita numa possível convivência entre homens e vírus.

Tico, o vírus da Aids, explica como é sua vida: sem mãe, sem amigos e cheio de inimigos tentando destribuí-lo. Usando um linfócito-T como abrigo, ele se defende dos ataques do sistema imunológico. E apesar de não ser lá muito otimista em relação ao seu futuro, Tico acredita numa possível convivência entre homens e vírus.


Se você tem o resumo deste livro ajude o PobreVirtual a divulgar e envie para resumos@pobrevirtual.com.br
Acima deixei tudo que consegui sobre o livro.
Surigo que faça uma busca no site pois caso consiga o resumo eu vou colocar em um novo post.
Se quiser entrar em contato, acesse www.PobreVirtual.com.br/fale e faça seu pedido de resumo veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No interior de Minas Gerais, Eugênio, filho de fazendeiros, passa a infância ao lado de Margarida, filha de uma simples agregada da fazenda. Dessa convivência nasce o amor. Para evitar que o caso de amor progrida, os pais de Eugênio o internam em um seminário, obrigando-o a seguir a carreira eclesiática. O tempo passa mas Eugênio não esquece Margarida. Com a ajuda dos padres, seus pais inventam a notícia do casamento da moça, o que desilude Eugênio e o faz decidir-se pela vida de padre.Certo dia,porém, ao voltar para a vila natal, ele é chamado a socorrer uma moça doente. Era Margarida. Ela lhe conta toda a verdade: tinha sido expulsa da fazenda, com a sua mãe, já morta, passava necessidades e não tinha casado com ninguém, pois ainda o amava. A paixão renasce com aquela visita e no dia seguinte os dois entregam-se ao amor.Atormentado pelo remorso, Eugênio se prepara para rezar sua primeira missa quando alguém o chama para encomendar um cadáver que acabou de chegar à igreja. Era o corpo de Margarida. Eugênio não resiste ao choque e na hora da missa enlouquece. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Cidade (RUBIÃO, 1999: 57- 63)

A Cidade, em conjunto com Botão-de-Rosa, que será resumido abaixo, são os contos gêmeos do romance O Processo, de Franz Kafka. Este conto narra a história de Cariba, um incauto viajante que, desafortunadamente, ao visitar uma cidade desconhecida, ao acaso termina preso, sendo o único motivo para tal prisão sua “excessiva” curiosidade. Na verdade, não se tem certeza se Cariba é confundido com um criminoso (cuja única característica conhecida é a curiosidade) que chegaria à cidade no mesmo dia em que ele coincidentemente chegou -



O telegrama da Chefia de Polícia não esclarece nada sobre a nacionalidade do delinqüente, sua aparência, idade e quais crimes cometeu. Diz tratar-se de elemento altamente perigoso, identificável pelo mau hábito de fazer perguntas e que estaria hoje nesse lugar (...) O comunicado do setor de segurança é claro[?!] e diz textualmente: ‘O homem chegará dia 15, isto é, hoje e pode ser reconhecido pela sua exagerada curiosidade’ (pp. 61-62).



- ou se ele é o próprio criminoso “profetizado”. Mesmo o depoimento das testemunhas é extremamente ambíguo, e esta ambigüidade se reflete tanto na segurança de suas afirmações como no desinteresse das mesmas quanto ao futuro do réu (situação bem diversa daquela que será descrita abaixo, quando tratarmos do conto Botão-de-Rosa). A principal testemunha, a prostituta Galimene, que jamais havia avistado Cariba, assim depõe: “Não me lembro de seu rosto, mas um e outro [Cariba e o criminoso] são o mesmo homem” (p. 61). O “excesso” de curiosidade de Cariba limita-se, em um primeiro momento, àquilo em relação a que qualquer viajante poderia mostrar-se curioso ao chegar em uma nova cidade a ele de todo desconhecida. “Que cidade é esta?” (p.58) é a pergunta que enseja seu encarceramento. Em momento posterior, a curiosidade criminosa residirá em suas perguntas sobre a condição de seu processo, sua possível soltura etc. Entretanto, suas constantes perguntas só o incriminam mais, como podemos ver nesse curto diálogo entre Cariba e um carcereiro: “‘Alguém fez hoje alguma pergunta?’, ’Não. Ainda é você a única pessoa que faz perguntas nessa cidade’” (p.63). E Cariba permanece preso até que outro “perguntador” surja.
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Skinner
Burrhus Frederick Skinner,nasceu em 20/03/1904 em Sisquehanna,no estado norte-americano da Pensilvânia. Psicólogo do condicionamento.
Seu pai era advogado com personalidade forte que criou seu filho segundo padrões exigentes de educação. O que o levou a rebelde e a se interessar na adolescência por poesia e filosofia.
Graduou-se em Letras em Nova York, antes de redirecionar a carreira para a psicologia que cursou em Harvard, onde tomou contato com o behaviorismo. Psicólogo, com mestrado concluído em 19300 e doutorado em 1931.
Tinha problemas de relacionamento.
No jornal da escola criticava colegas, professores
Em 1945 tornou-se chefe do Departamento de Psicologia da Universidade deIndiana.
Seguiram-se anos dedicados a experiências com ratos e pombos, pararelamente a produção de livros. O método desenvolvido para observar os animais de laboratórios e suas reações aos estímulos levou-o a criar pequenos ambientes fechados que ficaram conhecidos como caixas de Skinner, de pois adotadas para experimentos pela industria farmacêutica. Quando sua filha nasceu, Skinner criou um berço climatizado, o que originou um boato de que teria submetido a experiência semelhantes as que faziam em laboratório.
Em 1948, aceitou o convite para ser professor em Harvard, onde ficou até o fim da vida.
Morreu em 18/08/90, em ativa militância a favor do behaviorismo.
Idéias
Historia do comportamento condicionado em laboratório
Precursores da psicologia, como o filosofo norte-americano Wiliam James, já havia previsto a utilidade de um ramo da ciência que estudasse os comportamentos puramente externos, mas a psicologia comportamental (behaviorismo) como a conhecemos começou mesmo com o médico russo Ivan Pavlov. Motivado por experiências com cães, Pavlov criou a teoria dos reflexos condicionados. Foi o primeiro cientista a trabalhar na área psicológica que não utilizou de referencia a estados subjetivos como instrumento teórico. O fundador do behaviorismo como escola, porem, foi o psicólogo norte-americano John B. Watson, que formulou as estritas exigências metodológicas que deveriam nortear seus seguidores. O compromisso de verificação concreta de hipóteses e a recusa da instropecção aproximam o ideário de Watson do positivismo nas ciências humanas. Watson foi professor e principal inspirador de Skinner, por sua vez o maior divulgador do behaviorismo, prevendo a utilização de seus princípios na psicoterapia, na educação e até na formulação de políticas publicas. O behaviorismo clássico abraçou a idéia de que todo comportamento humano é infalivelmente controlável por meio do padrão de estímulo-resposta. Mais recentemente, o principio da infalibilidade estatística foi substituído pelo d probabilidade. No imaginário ficcional do século XX a ênfase nos conceitos de controle e planejamento aproximou o behaviorismo e a táticas dos regimes totalitários – a terapia behaviorista, por exemplo, usou comumente choques elétricos e substancias químicas para condicionar comportamentos. Algumas das principais metáforas do teror de estado do período fizeram referencia a métodos behavioristas, como os romances 1984, de George Orwell e a Laranja Mecânica de Anthony Burgess, adaptado para o cinema por Stanley Kubrick.
Sua obra é a expressão mais célebre do behaviorismo, corrente que dominou o pensamento e a prática da psicologia, em escolas e consultórios, até os anos 50.
O behaviorismo restringe seu estudo a comportamento (hebavior, em inglês), tomando como um conjunto de reações dos organismos aos estímulos externos.
Idéias behavioristas onde
• o psicólogo deveria estudar eventos ambientais e comportamentos observáveis;
• experiência: comportamento, aptidões, traços de hereditariedade por razoes e apresenta um tópico e significado para a investigação;
• a instropecção deve ser abandonada em beneficio de métodos objetivos (ou seja, experimentação, observação e testes)
• psicólogos devem visar a descrição do comportamento, devem também empreender tarefas pratica, tais como acompanhamento de pais, legisladores, educadores, homens de negócios;
• o comportamento de animais inferiores ceve ser investigado (junto com o comportamento humano), pois com organismo simples são mais simples de estudar e compreender do que os complexos.
Estruturalista _ instropecção subjetiva
Funcionalista – instropecção subjetiva e objetiva (mente)
Behaviorista – observação
Gestalt – fenomenológico
Psicanálise – associação livre
Caixa de Skinner – (ambiente separada devida perturbação externa interferencia do meio ambiente). A introspecção é mais concreta sem interferência, porque o meio influencia mais que o hereditário.
O condicionamento operante voluntário
O conceito chave de seu pensamento é o de condicionamento operante, que ele acrescentou a noção de reflexo condicionado, formulado pelo cientista russo Ivan Psavlov. Os dois conceitos estão ligados à fisiologia do organismo, seja animal ou humano. O reflexo condicionado é uma reação a um estimulo casual. O condicionamento operante é um mecanismo que premia uma determinada resposta de um individuo até ele ficar condicionado a associa a necessidade à ação. A diferença ente o reflexo condicionado e o condicionamento operante é que o primeiro é uma resposta a um estímulo externo, e o segundo, o hábito gerado por uma ação do individuo. No comportamento respondente ( de Pavlov), a um estimulo segue-se uma resposta. No comportamento operante (de Skinner) o ambiente –e modificado e produz conseqüências que agem de novo sobre ele, alterando a probabilidade de ocorrência futura semelhante.
O condicionamento operante é um mecanismo de aprendizagem de novo comportamento – um processo que Skinner chamou de modelagem. Os objetivos educacionais buscam resultados definidos antecipadamente, par que seja possível, diante de uma criança ou adolescente, projetar uma modelagem de um adulto.O instrumento fundamental de modelagem é o reforço – a conseqüência de uma ação quando ela é percebida por aquele que pratica. Para o behaviorismo em geral, o reforço pode ser:
• positivo (uma recompensa), é fortalecido para ter resposta pra se ter troca, somos condicionados e reforçados constantemente, a seqüência representada a vai repetir sempre o que se fez.
• ou negativo (uma punição),leva a evitar a ação.
No condicionamento operante, um mecanismo é fortalecido no sentido de tornar uma resposta mais freqüente.
Segundo Skinner, a ciência psicológica – e também o senso comum – costumava, antes do aparecimento do behaviorismo, apelar para explicações baseadas nos estados subjetivos por causa da dificuldade de verificar as relações de condicionamento operante, ou seja, todas as circunstancias que produzem e mantem a maioria dos comportamentos dos seres humanos .isso porque elas formam cadeias muito complexas, que desafiam as tentativas de analise se elas não forem baseadas em métodos rigorosos de isolamento de variáveis.
Nos usos que projetou para suas conclusões cientifica, em especial na educação, Skinner pregou a eficiência do reforço positivo, sendo, em principio, contrario a punições e esquemas repressivos. Ele escreveu um romance, WaldenII, que projeta uma sociedade considerada por ele ideal, em que um amplo planejamento global, incumbido de aplicar os princípios do reforço e do condicionamento, garantiria uma ordem harmônica, prática e igualitária. Num de seus livros mais conhecidos, Alem da liberdade e d Dignidade, ele rejeitou noções como a do livre-arbítrio e defendeu que todo comportamento é determinado pelo ambiente, embora a relação do individuo com o meio seja de interação, e não passiva. Para Skinner, a cultura humana deveria rever conceitos como os que ele enuncia no titulo da obra.
Reforço positivo – operante
Cuidado o processo inverso desensibiliza a psicologia tem dificuldade para desensibilizar por causa de traumas.
Reforço negativo – (Filmes: Laranjas Mecânicas/sociedade dos Poetas Mortos – trata de reforços positivos)
Condicionamento operante: precisa refletir, pensar, animais operam – ação de andar – ação – instrumental que operacional.
Responde reposta de algo que se desencadeia, não é ação, depende de um fator que desencadeia o reflexo automático.
Objetivos gerais – comportamental
Específicos- instrumental
Obs.: toda estratégia não é só o resultado.
Supressão do evento operante – aumento da probabilidade, situações semelhantes.
Reforçador negativo: força comportamento para livrar das experiências irritantes.
Condicionamento de fuga – acaba com o evento o que é desagradável par ao organismo, tapar os ouvidos.
Condicionamento de evitação – adia ou evita ocorrência de evento, o organismo antecipa como desagradável.( estudar para não tirar nota baixa)modelado pelas conseqüências.
Variedades de reforçadores positivos e negativos:
Reforço no condicionamento operante- o individual, condições do momento (condições, variação, arte
InstruÇão programada
Indivíduos - reforçador potencial (o que o individuo adquiriu com o reforço, durante o processo não se fecha conclusões só no final).
Reforçadores positivos e negativos em duas classes gerais: intrínsecos: reforçado cada vez que ocorre o comportamento automático- necessidades primárias
Extrínseco – comportamento reforçado por conseqüência externa. Três categorias:
Primários: aos intrísencos, desenvolve novos hábitos, não aprendidos (comer, beber)
sociais, que depende do outro, afeto, rejeição, sorriso, aprovação, atenção.
secundários ou condicionado – condicionamento de resposta mais outros reforçadores sociais apreendidos (lazer, condicionamento favoráveis de vida).
A educação livro Tecnologia do Ensino, de 1968
A educação foi uma das preocupações centrais de Skinner, a qual ele se dedicou com seus estudos sobre a aprendizagem e a linguagem. No livro Tecnologia do Ensino, de 1968, o cientista desenvolveu o que chamou de máquina de aprendizagem, que nada mais eram do que a organização de material didático de maneira que o aluno pudesse utilizar sozinho, recebendo estímulos a medida que avançava no conhecimento. Grande parte dos estímulos se baseavam na satisfação de dar respostas corretas aos exercícios propostos. A idéia nunca chegou a ser aplicada de modo amplo e sistemático, mas influenciou procedimentos da educação norte-americana. Skinner considerava o sistema escolar predominante um fracasso por se basear na presença obrigatória, sob pena de punição. Ele defendia que se dessem aos alunos “razoes positivas” para estudar, como prêmios aos que se destacasse. Para Skinner, o ensino pode e deve ser planejado de forma a levar o aluno a emitir comportamentos progressivamente próximos do objetivo final esperado, sem que para isso precise cometer erros. A maquina de aprendizado não pretenderia substituir o professor. A idéia é que ela se ocupe da questões factuais e deixe ao professor a tarefa fundamental de ensinar o aluno a pensar.
Contribuições de Skinner
Este não se interessa por estruturas mentais. E sim deseja explicar o comportamento e a aprendizagem, como conseqüência dos estímulos ambientais. Fundamenta-se o papel da recompensa e o reforço, condicionamento e reflexos. E condicionar respostas não reflexas, que são as repostas operantes que pode ser reforçada ou recompensada.
Os reforços primários são as necessidades básicas como fome. Sede, sexo, etc.
Os reforços secundários ou condicionais são os que associam repetidas com os estímulos reforçadores primários.
O caminho que Skinner segue é o seguinte:
1. especificar o comportamento final que se deseja implantar;
2. identificar a seqüência de movimentos que se deve executar para chegar ao comportamento final desejado.
3. colocar o organismo em atividade por meio da privação;
4. condicionar o aprendiz a responder a um estimulo substituto como ordem ou apito;
5. aplicar o reforço quando o aprendiz executa movimentos no sentido comportamento desejado.
6. recompensá-lo.
Skinner aplica estes princípios à aprendizagem de qualquer comportamento, físico ou não.A chamada instrução programada é uma aplicação da teoria do condicionamento de respostas operantes.
O aprendiz responde a uma serie de estímulos.

Abordagens diversas do processo de ensino

As contribuições de Skinner

Na psicologia behaviorista de Skinner, dá ênfase ao conceito reforço das respostas.
1. O aluno percebe; organização da situação estimuladora – o aluno presta atenção a determinados estímulos do ambiente que o cerca, perceba-os compreende seu significado e relacione-os entre si.
2. 2. o aluno reage: a resposta adequada à situação estimuladora – perante cada estimulo espera-se que o aprendiz responda, escrevendo, fazendo ou indicando alguma coisa. O aluno permite ao professor orientar e controlar a aprendizagem.
3. A realimentação + reforço: o aprendiz confirma a correção de sua resposta
4. O aluno memoriza: retenção versus esquecimento: o ensino deve conter recapitulações para contrabalançar os efeitos do esquecimento caso contrario chama-se de memória de curto prazo que não armazena as reposta ou informações.
5. o aluno aplica transferência do aprendizado e a criatividade: tudo o que se aprende deve ser aplicado chama-se de transferência ou generalização. O emprego de exemplo,s exercícios, problemas tem esta finalidade, e de desenvolver a capacidade de aplicar o aprendido. Este desenvolvimento dae transferência do aprendido tem importância para o crescimento da criatividade e da capacidade de tomar decisões.
Criticas.
. Seu principio é que só é possível teorizar e agir sobre o que é cientificamente observável. Com isso, ficam descartados conceitos e categorias centrais para outras correntesteóricas, como cosnciencia, vontade inteligência, emoção e memória – estados mentais ou subjetivos

Bibliografia
Nova Escola, edição 176, outubro de 2004 veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Estilo Jornalismo. Crônicas - piadas do cotidiano - regionalismos Enredo Relatos sobre o cotidiano selecionados de 1994 a 1996, sobre os mais diferentes temas, desde as armações políticas, as gafes de personagens conhecidos do grande público: o leitor, a dona de casa, o ministro, o presidente ou Mike Tyson são ironizados. Trecho Portuguesal = "Presidenciável já não corresponde à modernidade dos tempos. Acho presidenciário muito mais adequado. Já vem com uma vantagem: rima com presidiário. Preste Atenção Na distribuição feita em 6 blocos: Meio sacanas, Amargos, Da Desforra, Inútil, Ainda Cândidos, Nativos (Mané) e D'Além Mar. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Desenvolve-se de maneira mais compacta. A ação do romance decorre no curto espaço de tempo entre a tarde de uma quinta - feira santa e a noite do Sábado de aleluia . O autor analisa um grupo de personagens, distintas uma das outras. Mas ligadas por um elo comum : o suicídio de uma moça que se atira do décimo antar de um edifício. Este elo comum evita a repetição e dá originalidade ao romance. Além disso, foi o artifício encontrado para estudar as reações de indivíduos diferentes uns dos outros, diante de um mesmo acontecimento. Assim, o autor analisa o frio Chicharro; o Sete, pequeno vendedor de jornais; Aristides Barreiro , homem de negócios; Bernardo Resende , vaidoso compositor; Tônio Santiago, romancista célebre; Marina , uma mulher angustiada, o Dr.Lustosa, desenbargador aposentado. Érico Veríssimo mostra uma ficção de técnica avançada, onde destacam-se o monólogo interior da personagem e o simultaneísmo narrativo, embora sua linguagem seja pouco estilizada. O registro da vida cotidiana em uma grande metrôpola é sempre feito pelo ponto de vista do personagem, o que garante um clima psicológico maior. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Mensagem (1934), foi o único livro em língua portuguesa publicado por Pessoa. Os poemas do livro estão organizados de forma a compor uma epopéia fragmentária, em que o conjunto dos textos líricos acaba formando um elogio de teor épico a Portugal. Traçando a história do seu país, Pessoa envereda por um nacionalismo místico de caráter sebastianista. O livro Mensagem está dividido em três partes: Brasão, Mar português e O Encoberto. Na primeira, conta-se a história das glórias portuguesas. Na segunda, são apresentadas as navegações e conquistas marítimas de Portugal. Na terceira, é apresentado o mito sebastianista de retorno de Portugal às épocas de glória. A primeira parte de Mensagem, Brasão, se estrutura como o brasão português, que é formado por dois campos: um apresenta sete castelos, o outro, cinco quinas. No topo do brasão, estão a coroa e o timbre, que apresenta o grifo, animal mitológico que tem cabeça de leão e asas de águia. Assim se dividem os poemas desta parte, remetendo ao brasão de Portugal. Versam sobre as grandes figuras da história de Portugal, desde Dom Henrique, fundador do Condado Portucalenses, passando por sua esposa, Dona Tareja, e seu filho, primeiro rei de Portugal, Dom Afonso Henriques, até o infante Dom Henrique (1394-1460), fundador da Escola de Sagres e grande fomentador da expansão ultramarina portuguesa, e Afonso de Albuquerque (1462-1515), dominador português do Oriente. Até o mito de Ulisses, que teria fundado a cidade de Ulissepona, depois Lisboa, é apresentado: "O mito é o nada que é tudo. O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo." A segunda parte, Mar português, apresenta as principais etapas da expansão ultramarina que levou Portugal a ocupar um lugar de destaque no mundo durante os séculos XV e XVI: "E ao imenso e possível oceano Ensinam estas Quinas, que aqui vês, Que o mar com fim será grego ou romano: O mar sem fim é português." Já a última parte, O Encoberto, apresenta o misticismo em torno da figura de Dom Sebastião, rei de Portugal cuja frota foi dizimada em ataque aos mouros em 1578. Muitas previsões, como a do sapateiro Bandarra e a do padre Antônio Vieira, prevêem o retorno de Dom Sebastião para resgatar o poderio de Portugal, criando o Quinto Império, marcando a supremacia de Portugal sobre o mundo: "Grécia, Roma, Cristandade, Europa, os quatro se vão Para onde vai toda idade. Quem vem viver a verdade Que morreu dom Sebastião?" veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A primeira edição do Portugal de Miguel Torga foi em 1950, sendo desde essa data até 1991 reeditado e revisto cinco vezes. As revisões, porém, não foram estruturais, mas apenas a nível de um ou outro vocábulo. O que significa que o livro é formalmente o mesmo de há quarenta anos atrás. Desde 1950 que em todas as regiões, à excepção talvez de Trás-os-Montes e do Alentejo, se processaram profundas mudanças, quer paisagísticas quer culturais. Vejamos alguns contrastes. Miguel Torga dá-nos uma imagem do Minho extremamente esverdeada. Diz que era uma tolice "visitar a célula da nacionalidade com tanta folha nos sentidos. "Quem poderia vislumbrar uma grandeza humana e telúrica soterrada por tanta parra sulfatada?". E contrapunha: "A uma aguarela de ferrã e a um folclore domingueiro prefiro uma paisagem de fragas e uma roca singela". Era um transmontano habituado a "um mar de pedras", "à terra nua que, parda como burel, tinha ossos e chagas". O pesadelo verde, os quilómetros de esmeralda que tanto entediaram Torga na sua jornada pelo Minho são agora pequenas manchas tímidas no horizonte. As construções desenfreadas, o alargamento das vilas e das cidades nortenhas transformaram profundamente o verde da paisagem. Na verdade, a partir de 1974, com a volta dos emigrantes e a consecução de projectos de desenvolvimento financiados pela Comunidade Europeia, o Minho sofreu uma alteração irreversível. De Melgaço a Vila do Conde o antigo verde dos campos e dos montes desmaia entre enxames de maisons e fabriquetas com telhado de zinco. Em nome do progresso se destrói o que herdamos. Certamente, se Miguel Torga tivesse de escrever um novo capítulo sobre o Minho, reconsideraria algumas das observações feitas e até mesmo a sua opinião desfavorável a este recanto de que Camilo dizia: "Há treze anos que apeguei por esse Minho, em cata do bálsamo dos pinheirais e da fragrância das almas inocentes". O mesmo fenómeno de mudança se dá nas Beiras. Anualmente milhares de hectares de terra arável e de matas se transformam em bairros ou em infernos de cinzas. Não faltará muito para que todo o Portugal se reduza a uma fraga colossal, mesmo ao gosto de Miguel Torga. Então, todo o território será o prolongamento da Serra da Estrela, gelada e carrancuda. O Algarve, desde que os ingleses o descobriram, usaram e deitaram fora, já não é o "paraíso terrestre, onde o homem possa viver feliz ao natural". O turismo descontrolado desconjuntou-lhe a graciosidade do clima ameno, do colorido marítimo, das casinhas brancas, das amendoeiras em flor. A lixeira dos hotéis e apartamentos mal construídos, de bangalôs improvisados, denuncia a ganância do lucro fácil. Porto, "o reduto das nossas velhas virtudes", Coimbra "uma linda cidade cheia de significação nacional" e Lisboa a "flor em que o destino nos transformou", são agora cidades que nada disso parece significarem. A ideia de que é no Porto que se trabalha, que há gente séria, não passa de um lugar-comum. Entre os habitantes de Lisboa e do Porto não se distingue quais os mais corruptos ou os mais inúteis. Coimbra, com o advento das universidades novas em todas as regiões, deixou de marcar culturalmente o meio pensador e técnico. É mais uma cidade com ensino superior a formar doutores e engenheiros. Lisboa, flor cheirosa e colorida, antiga metrópole dum grande império, surge agora como a central de esgotos de todo o país – ou quase. Na "toalha límpida do Tejo" são descarregados diariamente toneladas de detritos, tóxicos ou não, de mais de trezentas fábricas. A fuga dos latifúndios alentejanos e dos lameiros minhotos nos anos 60, o regresso dos portugueses dos países africanos com a descolonização, a fuga dos timorenses sem terra, descambaram nas ruas de Lisboa cada vez mais sujas e degradadas. Afora estes contrastes do Portugal de 1950 e do Portugal de 1991, o livro de Miguel Torga revela-se-nos um contributo de amor à pátria que é sua e nossa e que todos desejamos seja bela e moderna. Pretendeu Miguel Torga com este livro dar a conhecer o fenómeno «Portugal» numa viagem de norte a sul, inquirindo ora o aspecto físico, ora o aspecto cultural e psíquico dos seus habitantes. A sua visão pessoalíssima de artista ora surge repleta de lirismo e de esperança, ora de crítica, desengano e até mesmo repulsa. Termina o livro com a descrição do promontório de Sagres, as ondas a escavarem-lhe "as ilhargas" e a minarem-lhe os "fundamentos". Haverá esperança num pedregulho habitado por "peregrinos da impotência?". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1928 ( ano do Manisfesto Antropófago de Macunaína e do radicalismo primitivista) , representa o ponto alto da vertente nacionalista e ujanista do verdeamarealismo. Constituido de poemas de rítmo e forma vária, como um "livro de figuras", aproxima- se da técnica do desenho animado ou da estória em quadrinhos. O caráter épico e narrativo de Martim Cererê tem sido alvo de inúmeros trabalhos que procuram dimensionar a participação desses elementos , de qualquer modo, identificáveis no lendário, na visão estética do mito, na universalidade do sentimento que vai buscar o elemento estrangeiro para salientar o elemento nacional, especialmente nas aproximações com o Ulisses grego: "Certo dia, chegou um marinheiro e ouviu o canto da Uiara, Não se faz amarrar ao castro do navio, nem mandou tapar os ouvidos dos demais marinheiros. Saltou logo em terra e ofereceu-se para casar com ela". O enredo desenvolve a lenda do surgimento da noite e do desenvolvimento do Brasil. O índio Aimberê e o marinheiro branco Martim apaixonam- se pela Uiara, que se propõe a se casar com aquele que lhe trouxesse a noite. Martim vai a Àfrica e traz a noite que são os negros escravos. Da união, surgem os bandeirantes, que desbravam; os sertões, plantam o mar verde dos cafezais e constroem as fábricas e arranha-céus da metrópole paulistana. O poema tematiza formação do Brasil, resultante da oposição entre o mundo primitivo, da fantasia, dos mitos (ontem") e "a vida rodando fremindo batendo martelo (hoje) . Dentro da proposta do Verdeamarelismo e do grupo da Anta, para se chegar ao progresso foi necessário "engolir" as matas, o índio, o café e tudo o que ousasse interromper a marcha do progresso. " Os tupis desceram para ser absorvidos. Para se diluírem no sangue da gente nova" ( Manisfesto da Anta) Observe que o Totem dos tupis , a anta não é carnívora. Observe também a oposição entre as propostas da corrente nacionalista e da primitivista ( antropofagia). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
1. Compreender que a avaliação formativa não passa de uma utopia promissora
Avaliação:
-multidimensional;
-tem por objetivos contribuir para o êxito da aprendizagem: avaliação formativa;
-é o horizonte da prática avaliativa em terreno escolar.

Avaliação distingue-se:
-implícita: se revela por meio de seus efeitos;
-espontânea: formula-se e é subjetiva;
-instruída: operacionaliza-se por meio de instrumentação para produzir as informações sobre as quais se baseará o julgamento.

Avaliação de referência normativa, avaliação de referência criteriada

Normativa: impõe normas de comportamento. A avaliação livre de normas é utopia, sem possibilidade lógica. A norma não é subjugante nem libertador, é um modelo valorizado pelo grupo. A avaliação normativa tem por objetivo situar os indivíduos com relação aos outros.
Criteriada: aprecia determinado comportamento situando-o em relação a um alvo – critério ou objetivo a ser atingido.
Se de um lado elas se opõem, por outro a normativa é em parte criteriada, porque situa alguns desempenhos com relação aos outros e refere-se a critérios de conteúdo. A criteriada pode levar a normativa, e ambas podem ser ou não formativas.

Avaliação prognóstica, formativa e cumulativa

Prognóstica: precede a ação de formação, identificando no aprendiz seus pontos fortes e fracos;
Cumulativa: feita depois da ação, ela e verifica se as aquisições, com vistas a expedir ou não, o “certificado” de formação;
Formativa: situa-se no centro da formação, porque sua principal função é contribuir para uma regulação da atividade de ensino, de levantar informações úteis a regulação do processo ensino-aprendizagem.
Toda avaliação tem uma dimensão cumulativa e prognóstica. O conteúdo e as formas de ensino deveriam e adaptar as características dos alunos reveladas pela avaliação (pedagogia diferenciada).






Avaliação formativa como utopia promissora

Intenção do avaliador: tornar a avaliação formativa, modelo ideal.
Perrenoud diz que é “formativa toda avaliação que auxilia o aluno a aprender e a se desenvolver, ou seja, que colabora para a regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de u projeto educativo”.
Na avaliação formativa:
-o professor será informado dos efeitos reais de seu trabalho e poderá regular sua ação; terá flexibilidade, vontade de adaptar-se, variabilidade didática.

-o aluno saberá onde anda, tomará consciência de suas dificuldades, reconhecer e corrigir seus próprios erros.
A avaliação é contínua, e as correções a serem feitas dizem respeito a ação de ensino do professor e a atividade de aprendizagem do aluno.

Obstáculos a emergência da avaliação formativa

1. existência de representações inibidoras na perspectivas administrativas e na pedagogia destinada a selecionar. A avaliação é a medida contínua e viva – notas - , e o professor deve contribuir com todas as forças pra o progresso dos alunos.
2. a pobreza atual dos saberes necessários: no trabalho das interpretações coletadas e das interpretações que exige referencia teórica que dê conta dos múltiplos aspectos (cognitivos, afetivo e social).
3. a preguiça ou medo dos professores:não imaginam mediações.

2. Compreender que avaliar não é medir, mas confrontar em processo de negociação

Avaliação não é medida. A prova pela notação

O objeto ou o acontecimento não pode ser visto sob uma única dimensão. A medida é não pode ser objetiva. As variações de nota que se verificam entre um examinador e outro para o mesmo trabalho vão bem além da incerteza normal.

A impossível reforma do instrumento avaliador

Para melhorar o instrumento, é preciso corrigir seus defeitos:
-a subjetividade do corretor;
-acreditar em possível neutralização.
A melhoria implica melhor preparação da prova: designar o objeto de modo a estabelecer normas de competência dos candidatos.
A avaliação é um ato que se inscreve no processo geral de comunicação / negociação. O avaliador é um ator na comunicação social, e avaliação é interação, troca entre o avaliador e o avaliado, o aluno desempenha através do resultado da interação professor, avaliador e situação social. A percepção do examinador ao desempenho é dependente do contexto social.
A correção verifica-se as notas anteriores e a influencia do trabalho sobre o produtor, a avaliação é influenciada por informações a priori. Nela transparece a pregnância do que já foi socialmente julgado, traduzidos por arranjos de negociação entre professor e alunos, fruto de confronto com os julgamentos produzidos pelos outros; relação do corretor mantem a nota, do passado do aluno, e da relação com os alunos e do nível médio da turma.
A avaliação escolar precisa para progredir de um “contrato Social” que determine e fixe as regras do jogo.
Avaliação é ato de confronto entre uma situação real e expectativas referentes a essa situação. Não é operação científica. Ela só legitima no seio de determinada instituição. Ela expressa a adequação (ou não) entre a relação atual do aluno com o saber e do objeto de desejo institucional.

Avaliação é operação de leitura da realidade

A leitura é sempre seletiva, não é medida. E a avaliação, como toda leitura, é orientada. Por sua essência, a avaliação não pode ser objetiva. O avaliador tem um pé no “deve ser”, que representa o conteúdo de uma expectativa especifica. Assim, avaliar implica dizer em que medida ele é adequado, ou não, ao desempenho que se podia esperar desse aluno. A relação de avaliação é de não-diferença com o objeto avaliado.
A avaliação e a leitura da realidade se fazem pela construção critérios elaborados a partir de um sistema plural de expectativas (da comunidade), e a seleção obedecerá a um critério de prioridades.

3. compreender que é possível responder a três questões pertinentes:
a) Deve-se abandonar toda pretensão quantitativa?

A avaliação não é neutra, expressa e traduz preferências, sempre discutíveis.
A instrumentação quantificativa não é garantia de mais eqüidade e de justiça do que a objetividade. Os julgamentos dos professores são baseados em instituições globais. Não se deve levar a rejeição do qualitativo, mas recolocá-lo em seu lugar. Apreciar mais o êxito das aprendizagens do que o grau de conformidade com o modelo social dominante. Avaliar é fazer agir a descontinuidade dos valores, no sentido filosófico. Medir consiste em produzir um ‘descritivo organizado’ da realidade que se apreende e se encerra em cadeia quantitativa.

b) deve-se recusar a julgar?

Não se deve julgar o êxito do aluno, mas dar-lhe a informação de que precisa para compreender e corrigir seus erros. A avaliação descritiva é a única compatvivel com tal relação de ajuda. Toda relação de ajuda exclui o julgamento. Contribuir para tornar o aluno autor de sua aprendizagem.

c) deve-se continuar a avaliar?

A AUTO-AVALIAÇÃO torna-se a chave do sistema. É a preocupação de facilitar a aprendizagem que lhe dá sentido e coerência.

Pistas para a ação – avaliação formativa:

Objetivos: privilegiar a auto-regulação, construir por meio do ensino, de maneira que o aluno perceba o “alvo”visado, aproprie-se dos critérios de realização e de êxito, e esteja em condições de julgar sua situação, tornando-se o professor capaz de fundamentar as remediações feitas sobre o diagnóstico elaborados e de diversificar sua prática pedagógica.
Modalidades: o professor não deve limitar sua criatividade e sua imaginação; deve ter a preocupação de falar correta e pertinentemente.
Condições técnicas: relacionar o exercício de avaliação ao objeto avaliado; explicar os exercícios; especificar o sistema de expectativas e os critérios; ampliar o campo das observações; tornar a avaliação informativa.
Deontologia do trabalho do avaliador: não se pronunciar levianamente; construir “contrato social”, fixando as regras do jogo, refletir e identificar o que julga poder esperar dos alunos; desconfiar de evidencias; denunciar valores em nome dos quais se tomam decisões; não se deixar levar pelo dever de reserva ou de retenção, desconfiar dos entusiasmos e dos abusos de poder.
Proposta para uma avaliação com intenção formativa, para o professor:
-desencadear comportamentos a observar;
-interpretar os comportamentos observados;
-comunicar os resultados da análise;
-remediar as dificuldades analisados.

4. Agir desencadeando de maneira adequada

Avaliar significa escolher provas e exercícios, construir uma avaliação e determinar condições. Dizer sobre o que será a avaliação, quando ocorrerá, o tempo que lhe será concedido, as tarefas que o aluno deverá realizar, que atuação será levado em conta, etc. Toda avaliação instituída exige dispositivo elaborado.


A avaliação só é formativa se for informativa, tem por função preparar uma tomada de decisão de ordem didática. É essencial articular conteúdos sobre a aquisição dos quais há um questionamento com exercícios capazes de informar sobre essa aquisição.

A tarefa como desencadeador privilegiado

O exercício –desencadeador deve obedecer exigências e significância.
Analisar a tarefa em torno:
-do alvo (objetivo), resultado material da atividade desenvolvida;
-os critérios de realização, procedimentos das tarefas e ações de cada tarefa especifica;
-critérios de êxito aceitabilidade para resultados das operações;
-condições de realização externos (tempo, documentos, trabalho individual, grupo) e internas (conhecimentos imobilizados).
A tarefa é meio e não o fim.

5. Agir observando/interpretando de maneira pertinente

Os exercícios –desencadeadores são instrumentos para a avaliação, resultado do trabalho do aluno deverá ser lido e exigirá interpretação. Avaliar requer observar e interpretar.

Tensão sobre observável/inobservável

Análise de comportamento: centrada sobre os observáveis (factual e descritiva);
Análise de conduta: necessário a interpretação onde raciocínio e representações (inobserváveis) do sujeito devem ser inferidos.

O problema da análise dos erros

O erro pode se expressar por dificuldades (de leitura, com os tempos dos verbos, com os advérbios, com as relações, com a análise) ou confusões entre a ordem de apresentação e a ordem cronológica. É essencial compreendê-lo para superá-lo, deve ser um meio para tornar a avaliação informativa.

Facilitar o procedimento de auto-avaliação

Contar com a participação do aluno.
Processo de construção da auto-avaliação como habilidade:
Autocontrole espontâneo ou regulação cognitiva implícita: autonotação – autobalanço – autocontrole crítico –regulação instrumentalizada e metacognitiva.

6. Agir, comunicando de modo útil

o professor deve tomar cuidado para que sua comunicação seja clara, preocupar-se em formular frases, designar objetivamente o que se quer descrever, esforçar-se para abrir diálogo com o aluno, sugerir sugestões para melhorar o seu desempenho.

Comunicação, deontologia, ética

Para a avaliar é preciso ter a sensação do que as coisas valem, o que implica relação não indiferente com o mundo. O professor deve estabelecer bases de confiança no sentido ético, pois a avaliação formativa envolve afetividade. Com isso ele deve aceitar o principio da discussão e do questionamento e buscar imperativos válidos para se alcançar os objetivos, fazer o que for necessário e legitimo pela comunidade se fazer referência a pessoa humana. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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