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FERRAZ, Maria Heloisa C. de T.; FUSARI, Maria Felisminda de R. e. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

Resumo.
O ensino e a aprendizagem da arte fazem parte da produção artística em todos os tempos.
A mudança da educação tradicional para o processo de aprendizagem do aluno também ocorreu no âmbito do ensino de Arte.
As pesquisas de vários campos das ciências humanas sobre o desenvolvimento da criança e sobre o processo criado, sobre a arte e outras culturas. Na confluência da antropologia, filosofia, psicologia, psicanálise, critica da arte, da psicopedagogia e das tendências estéticas surgiram princípios inovadores para o ensino de artes plásticas, musica, teatro e dança que valorizam a livre expressão e a sensibilização para a experimentação artística visando o potencial criador.
A necessidade e a capacidade da expressão artística enquadrada em palavras de ordem, em aplicação mecânicas das atividades das crianças, geram deformações na idéia original e banalização do deixa fazer, deixar a criança fazer arte, sem nenhuma intervenção. Esse objetivo de facilitar o desenvolvimento criador da criança, no entanto desencadeou uma indiscriminada idéia vaga e imprecisa sobre a função da educação artística.
Na década de 60, arte-educadores, questionava, a idéia do desenvolvimento espontâneo, inaugurando uma nova tendência, com o objetivo era precisar o fenômeno artístico como conteúdo escolar, articulando-se em dois movimentos: a revisão critica da livre expressão e a investigação, na pedagogia, na psicologia cognitivista, na própria produção artística, entre outras.
No inicio dos anos 70, os Estados Unidos afirmavam que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem. A tarefa do professor era propiciar essa aprendizagem por meio da instrução, buscando meios para transforma idéias, sentimentos e imagens num objeto material, estabelecimento de conceitos solidificam e fundamentam dentro do currículo escolar, definindo contornos com base em características ao fenômeno artístico. A partir daí, pesquisas ressaltara as que investigam o modo de aprender dos artistas.
O ensino da arte é identificado pela visão humanista e filosófica que demarcou as tendências tradicionais e escolanovistas. Que apesar de contrapor as proposições, métodos e entendimento dos papeis do professor e do aluno, influenciaram ações escolares de Artes.
Na primeira metade do século XX, disciplina de Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico, faziam parte dos programas escolares. O ensino de arte era voltado ao ensino técnico, o professor transmitia aos alunos códigos, conceitos e categorias.
A disciplina de Desenho apresentada sob a forma de Desenho Geométrico, Desenho Natural e Desenho Pedagógico era considerado aplicação imediata e a qualificação para o trabalho.
Teatros e danças eram reconhecidas como parte de festividades e celebração de datas. A musica, o Canto Orfeônico preparado pelo compositor Heitor Villa-Lobos, na década de 30 difundia idéias de coletividade e civismo. Esbarrando na atividade pratica dos professores e transformou-se em aulas de musicas baseada em aspectos matemáticos e visuais com a memorização de peças orfeônicas de caráter folclórico, cívico e exaltação. Isso por 30 anos, quando o Canto Orfeônico é substituído pela Educação Musical, pela LDB de 1961.
Entre os anos 20 e 70 o ensino da Arte volta-se para o desenvolvimento natural da criança valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo, enfatizando repetições de modelos, e deslocando a ênfase para os processos de desenvolvimento do aluno e sua criação.
Desenho e Artes Plásticas BUSCAM A ESPONTANEIDADE, AUTONOMIA E DESCOBERTA, BASEANDO-SE NA AUT-EXPRESSÃO DOS ALUNOS.
Com a Educação Musical a musica pode ser sentida, tocada dançada, cantada. Utiliza-se jogos, instrumentos de percussão, todas e brincadeiras buscava-se um desenvolvimento auditivo, rítmico, expressão corporal e a socialização das crianças que são estimuladas a experimentar, improvisar e cria.
A semana Da Arte Moderna, em 1922, tenta-se trabalhar-se a arte fora das escolas, cresce os movimentos culturais. As artes plásticas ganham novas expressões, surgem museus em todo o país. Obras deixam de ser só eruditas, mas se popularizam, aproximando e influenciando a Arte escolar. Até 1960, havia poucos cursos de formação de professores nesse campo, e professores de quaisquer matérias ou pessoas com alguma habilidade na área poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas e Musica.
Em 1971, a LDB, a arte é incluída no currículo escolar com o titulo de Educação ARTÍSTICA, mas é considerada atividade educativa e não disciplina.. foi um avanço, mas os professores não estavam habilitados essa contradição demonstrou o enfrentamento de dificuldades da base na relação entre teoria e pratica.
Faculdades de Educação ARTÍSTICA foram criadas para cobrir o mercado, mas não estavam preparadas, os professores tentavam equacionar objetivos inatingíveis, com atividades múltiplas, envolvendo exercícios musicais, plásticos, corporais, sem conhece-los bem e justificados e divididos apenas por faixas etárias.
Entre 70 e 80, antigos professores e os recém formados viram-se responsáveis em educar alunos em todas as linguagens artísticas tornando-se polivalentes em Artes, o que diminuiu a qualidade de cada forma de arte.
A partir de 80 constituiu-se o movimento Arte-educação com finalidade de conscientizar e organizar profissionais ampliando as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor. Novos andamentos a ação educativa foram propostas por universidades, associações de arte-educadores, entidades publicas e particulares.
Em 1988, a Constituição Federal retira a obrigatoriedade da área, porem, e a LDB de 1996 revoga e considera a Arte obrigatória na educação básica. O inicio do movimento arte educação evolui-0se pra discussões que geraram concepções e novas metodologias para o ensino e a aprendizagem da arte nas escolas. Identificado por Arte e não mais Educação Artística, é estruturada no currículo escolar como área com conteúdos próprios ligados a cultura artística a não mais atividade. Trata-se de estudos sobre a educação estética do cotidiano, encaminhando o pedagógico-artístico a integração de fazer- artístico, a apreciação da obra de arte e a contextualização histórica ( produção, fruição e reflexão).
Sem uma consciência clara de sua função e da arte como área de conhecimento com conteúdos específicos, professores não conseguem formular um quadro de referencias conceituais e metodológicas para alicerçar sua ação pedagógica. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
É um livro bastante interessante. É todo ele composto da troca de cartas (reais) entre os dois autores: Nora K, uma menina de 11 anos na época (hoje com 19 anos) e Vittorio Hösle um filósofo de 40 anos. Conforme está na orelha do livro "As perguntas da menina de 11 anos, constituem de fato grandes questões da filosofia. Em suas respostas, o filósofo Vittorio Hösle conduz Nora com mão firme pelos labirintos do pensamento filósofico. Juntos eles inventam um café fantástico, no qual os grandes filósofos - de Platão a Hans Jonas - discutem acerca de Deus, do mundo, e do bem viver."

O livro, como não podia deixar de ser, tratando-se de uma compilação de cartas, é leve. Nada daquela coisa pesada que normalmente se espera de um livro sobre este tema.

Logo de cara, vc se apaixonará pela Nora. Como é que uma menina de 11 anos coloca temas tão profundas e complexos em questão?.

Um pedacinho do livro.

"A caminho da saida do Café, deparei ainda com um homem que acenou discretamente na minha direção, dizendo:

- Aliás, Nora é muito crítica e não vai acreditar no que o senhor pretende lhe escrever. Então pergunte a ela simplesmente: Se por acaso pensa que eu apenas sonhei, será que você é mesmo capaz de distinguir entre o sonho e a realidade? E se ela disser que Deus não é um enganador, responde-lhe que, às vezes, Ele nos engana para a verdade.
- Muito obrigado, René, dessa forma vou concluir minha carta."

Resposta da Nora

"Ah, sim, não se esqueça de dizer ao René que eu entendi um pouquinho dessa coisa de sonho e realidade, que seria mais ou menos o seguinte:
Sonho e realidade, são dois mundos diferentes. O sonho é o mundo da fantasia, do pensamento, com os quais se cria uma mistura que vem do interior das pessoas. A realidade é para nós o mundo dos sentidos, mas também as ciências, ou a história ou as línguas. Agora, será que nós realmente captamos toda a realidade? Não sabemos praticamente nada de Deus. Mas memsmo assim Ele existe. Portanto, nossa realidade não é completa - exatamente como os sonhos. Os sonhos também podem nos oferecer alguma coisa aproximada. Às vezes se pode aprender alguma coisa com os sonhos e talvez também com a realidade. Quem sabe se, apoiando-nos nesses dois mundos, não estaremos mais bem preparados para os mundos que estão por vir e que ainda não conhecemos?"

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Completando as histórias de Simões Lopes Neto sobre o Rio Grande do Sul, este livro conta os vários casos de Romualdo, gaúcho do interior, contidos em suas memórias, que fariam corar o Barão de Münchausen. Entre outras coisas, vê-se o parto de 87 ao mesmo tempo e da mesma mãe, a caça de onças a vela, o desenroscamento de tatus (não perguntem) e várias outras histórias hilárias de caça, viagem e outros assuntos relacionadas ao RS, contadas no estilo de fala do estado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A idéia central na teoria de Ausubel é o que ele define como aprendizagem significativa. Aprendizagem significativa é um processo no qual uma nova informação é relacionada a um aspecto relevante, já existente da estrutura de conhecimento de um indivíduo. Portanto, o interesse de sua teoria é na estruturação do conhecimento tendo por base as organizações conceituais já existentes que funcionam como estruturas de ancoradouro e acolhimento de novas idéias.
Assim, uma ação pedagógica, ao preocupar-se com a construção racional de novas estruturas conceituais, deve preocupar-se, em primeiro lugar, com uma análise racional da estrutura do assunto a ser ensinado e, em seguida, uma análise lógica de conteúdos organizados já existentes na mente do aluno que sejam relevantes para a aprendizagem do assunto. Desse modo, conhecimentos previamente adquiridos são fundamentais para a compreensão e internalização de novos significados de palavras, de conceitos, de proposições, etc., pois servem de ancoragem às novas idéias, num relacionamento não arbitrário.
Ausubel, de certa forma, explicita e aprofunda o processo de assimilação dado por Piaget. Ambos concordam que "assimilar é incorporar um dado novo num esquema já existente", porém Ausubel argumenta que a aprendizagem significativa é específica de um conteúdo e que não há idade na qual todos os alunos possam lidar com abstrações secundárias, abstrações a partir de outras abstrações, em qualquer área.
Ele postula em sua teoria da assimilação uma relação binária entre duas dimensões de aprendizagem: uma representada pelo continuum aprendizagem significativa/ aprendizagem mecânica e a outra representada pelo continuum aprendizagem por recepção/ aprendizagem por descoberta. Ambas aparecem como extremos em um rol de múltiplas possibilidades: a primeira diz respeito ao como "uma nova informação é, ou não, incorporada às representações já internalizadas e organizadas pelo aluno" e a segunda aos itinerários, mais ou menos autônomos, de processamento da nova informação.
BIOGRAFIA
David Paul Ausubel nasceu nos Estados Unidos, na Cidade de Nova York, no ano de 1918, filho de uma família judia pobre de imigrantes da Europa Central.
OBRAS
Psicologia Educacional: Editora Interamaricana, Rio de Janeiro, 2ª edição,1980.
The Psychology of Meaningful USA ,Editora Verbal,1ª Edição,1963.
Psicologia Educacional: um ponto de vista cognitivo, Editora Trillas, México,1976.
MÉTODO CONTEÚDO SIGNIFICATIVO
Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica
Pode-se dizer que ocorre uma aprendizagem significativa quando um indivíduo consegue relacionar uma nova informação a algum aspecto relevante, já existente, em sua estrutura de conhecimento. Depende, portanto, da experiência prévia do indivíduo, uma vez que envolve, a nível psicológico, a assimilação de novas informações dentro de uma estrutura de conhecimento específica existente na estrutura cognitiva. Assim, quando a ação pedagógica possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações a conceitos que ele já possui, os novos elementos de conhecimento aprendidos poderão ser distribuídos de forma significativa e relacionados de maneira não arbitrária na sua estrutura de conhecimento.
Por outro lado, quando não existem conceitos relevantes na estrutura ou quando não se conseguem relacionar novas informações a conceitos relevantes existentes novos informações podem ser assimiladas, só que de forma mecânica. Pode-se dizer, então, que uma aprendizagem mecânica ocorre quando não se consegue relacionar uma nova informação a conceitos já existentes na estrutura cognitiva ou quando não existem, na estrutura, conceitos com os quais a nova informação possa ser relacionada de forma significativa.
Elementos de conhecimento aprendido de forma puramente mecânica são distribuídos arbitrariamente na estrutura cognitiva e não se relacionam a conceitos especificamente relevantes.É importante ressaltar que, de um modo geral, não se pode afirmar que uma aprendizagem possa ser 100% significativa e 0% mecânica e nem que possa ser 0% significativa e 100% mecânica. Até mesmos elementos como números de telefones, palavras, etc., quando são decorados, ficam de alguma forma relacionados a outros elementos na estrutura de conhecimento e, por outro lado, por mais que uma aprendizagem seja significativa, existe sempre algo de mecânico nela.
Uma aprendizagem poderá ser mais mecânica ou mais significativa e isso vai depender, também, da disposição do aprendiz em aprender algo, do seu esforço consciente para relacionar o novo conhecimento à estrutura de conceitos ou a elementos de conhecimentos já existentes em sua estrutura cognitiva e também do grau de desenvolvimento desses conceitos e da gama de possíveis ligações que podem, ou não, ser feitas entre novas informações e a estrutura cognitiva existente.
Uma grande questão levantada pela Teoria de Ausubel diz respeito à origem dos subsunçores. Se eles não estiverem presentes para viabilizar a Aprendizagem Significativa, como é possível criá-los?
Segundo Ausubel a Aprendizagem Mecânica e necessária e inevitável no caso de conceitos inteiramente novos para o aprendiz, mas posteriormente ela passará a se transformar em Significativa. Para acelerar esse processo Ausubel propõe os Organizadores Prévios, âncoras criadas a fim de manipular a Estrutura Cognitiva, interligando conceitos aparentemente não relacionáveis através da abstração.
Para que ocorra uma Aprendizagem Significativa segundo Ausubel, é necessário que:
O material a ser assimilado seja Potencialmente Significativo, ou seja, não arbitrário em si. Mesmo materiais arbitrários então, podem ser tornados significativos através de Organizadores Prévios.
Ocorra um conteúdo mínimo na Estrutura Cognitiva do indivíduo, com subsunçores em suficiência para suprir as necessidades relacionais.
A Aprendizagem Significativa se divide em 3 tipos:
A Aprendizagem Representacional é basicamente uma associação simbólica primária. Atribuindo significados a símbolos como por exemplo valores sonoros vocais a caracteres lingüísticos.
A Aprendizagem de Conceitos é uma extensão da Representacional, mas num nível mais abrangente e abstrato, como o significado de uma palavra, por exemplo.
A Aprendizagem Proposicional é o inverso da Representacional. Necessita é claro do conhecimento prévio dos conceitos e símbolos, mas seu objetivo e promover uma compreensão sobre uma proposição através da soma de conceitos mais ou menos abstratos. Por exemplo o entendimento sobre algum aspecto social.
Aprendizagem Recepção e Aprendizagem Descoberta
Não se deve fazer confusão entre Aprendizagem Significativa e Aprendizagem Mecânica e Aprendizagem Receptiva e Aprendizagem por Descoberta. Uma aprendizagem pode ocorrer mais por recepção ou mais por descoberta. Uma aprendizagem por descoberta pode ser mais mecânica ou mais significativa; uma aprendizagem por recepção também pode ser mais mecânica ou mais significativa.
O fato de uma aprendizagem ser mais mecânica ou mais significativa representa a forma através da qual uma nova informação é adquirida (questão de aprendizagem); o fato de uma aprendizagem ser mais receptiva ou mais por descoberta representa a abordagem instrucional empregada (questão de ensino).Em síntese, uma aprendizagem pode ser mais significativa ou mais mecânica; pode ser mais por recepção ou mais por descoberta; pode ser por recepção e significativa ou por recepção e mecânica; pode ser por descoberta e significativa ou por descoberta e mecânica.
Um quadro, apresentado a seguir, essas relações:









A linha vertical representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Significativa e a Aprendizagem Mecânica. Quanto mais se desloca para cima, mais significativa e menos mecânica estará ocorrendo à aprendizagem e quanto mais se desloca para baixo, mais mecânica e menos significativa será. A linha vertical diz respeito, portanto, ao trabalho do aluno, à tarefa da aprendizagem.
A linha horizontal representa um continuum na relação entre a Aprendizagem Receptiva e a Aprendizagem por Descoberta. Quanto mais se desloca para a direita, mais por descoberta e menos por recepção estará ocorrendo a aprendizagem e quanto mais se desloca para a esquerda, mais por recepção e menos por descoberta será. A linha horizontal, diz respeito, portanto, ao trabalho do educador, à tarefa de ensino.
As tabuadas, por exemplo, dependendo do trabalho de ensino realizado, são apresentadas aos alunos prontas e acabadas para que eles a decorem, oferecendo-lhes pouca ou nenhuma oportunidade de construírem os conceitos a ela relacionada. Representam, portanto, um trabalho de ensino por recepção e um trabalho de aprendizagem altamente mecânico.
Os problemas de quebra-cabeça representam, normalmente, atividades nas quais os alunos têm oportunidade de descobertas, mas, por serem repetitivos a aprendizagem da grande maioria dos conteúdos a eles relacionados, acaba acontecendo por ensaio e erro e, portanto, de forma bastante mecânica.
Numa atividade de classificação de objetos de acordo com alguns conceitos previamente estabelecidos, na qual se torna possível à clarificação de relações entre eles, há pouca descoberta a ser realizada, mas por ser uma atividade que exige um alto grau de reflexão, pode tornar-se altamente significativa para o aprendiz.
Teoria da Inclusão
Ausubel preocupa-se com a aprendizagem que ocorre na sala de aula da escola. O fator mais importante de aprendizagem é o que o aluno já sabe. Para que ocorra a aprendizagem, conceitos relevantes e inclusivos devem estar claros e disponíveis na estrutura cognitiva do indivíduo, funcionando como ponto de ancoragem. Ausubel está interessado em saber como os indivíduos aprendem grandes quantidades de material significativo por meio de apresentações verbais/textuais em um quadro escolar. Um processo primário em aprendizado é a inclusão, na qual o conhecimento novo é relacionado com as idéias relevantes da estrutura cognitiva existente em uma base substantiva. As estruturas cognitivas representam o resíduo de todas as experiências de aprendizado. A aprendizagem ocorre quando uma nova informação ancora-se em conceitos ou proposições relevantes preexistentes na estrutura cognitiva do indivíduo. O armazenamento de informações no cérebro é altamente organizado formando uma hierarquia na qual elementos mais específicos de conhecimentos são ligados (iguais assimilados) a conceitos mais gerais, mais inclusivos.
Ausubel recomenda o uso de organizadores prévios que sirvam de âncora para a nova aprendizagem e levem ao desenvolvimento de conceitos classificadores que facilitem a aprendizagem subseqüente.
Organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do material a ser aprendido em si. Sua principal função é de servir de ponte entre o que o aprendiz já sabe e o que ele deve saber a fim de que o material possa ser aprendido de forma significativa. Facilitam a aprendizagem na medida em que funcionam como "pontes cognitivas". "A essência do processo de aprendizagem significativa é que idéia simbolicamente expressa sejam relacionadas de maneira substantiva (não literal) e não arbitrária ao que o aprendiz já sabe, ou seja, a algum aspecto de sua estrutura cognitiva especificamente relevante para a aprendizagem dessas idéias. Este aspecto especificamente relevante pode ser, por exemplo, uma imagem, um símbolo, um conceito, uma proposição, já significativo".
Ausubel (1978, p.41): "As idéias mais gerais de um assunto devem ser apresentadas primeiro e, depois, progressivamente diferenciadas em termos de detalhe e especificidade. Os materiais de instrução devem tentar integrar o material novo com a informação anteriormente apresentada por meio de comparações e referências cruzadas de idéias novas e antigas.”

CONCLUSÃO
Ausubel deixa claro que no processo de ensino o principal é que a aprendizagem seja significativa. Isto é, o material a ser aprendido precisa fazer algum sentido para o aluno. Isto acontece quando a nova informação ancora-se nos conceitos relevantes já existentes na estrutura cognitiva do aprendiz.
BIBLIOGRAFIA
AUSUBEL, D.P. et ai. Psicologia educacional. Rio de Janeiro; Editora Interamericana, 1980.
http://www.rdefendi.sites.uol.com.br/ausubel/ausubel12.htm
http://www.clubedoprofessor.com.br/diariodebordo/Textop5a.htm
http://www.officinadamente.com.br/Verbetes/VebertesTeoriasDaAprendizagem_A_E....

Comentários:americano, David Paul Ausubel,novaiorquino, em 1918, judeu e pobre, sua teoria de aprendizagem, organismo aprende. Sua teoria educacional: preocupa-se com a forma pela qual a pessoa influencia o organismo a aprender:
Cognitiva;mente; afetiva: dor, prazer, satisfaça, descontentamento, alegria e ansiedade; psicomotor: responsável musculares. É trabalho por Bruner, influencia n processo curricular. Ausubel “toda aprendizagem significativa se tiver significado para o aluno”.
Conteúdo significativo relaciona o conhecimento com o já existente.
Estrutura cognitiva: representa experiências sensoriais do sujeito
Processo de ancoragem: resultado do crescimento e modificações dos conceitos subordinados do outro
Significação: quando o indivíduo consegue relacionar uma nova informação ao já existente (organização verbal e organizacional)
Ação pedagógica: possibilita ou facilita ao aprendiz relacionar as novas informações
(Não existe conceito importante são mecanizados se não há interesse o aprendizado é insignificativo)
Aprendizagem: relação com estrutura de conhecimento, mesmo que significativo, existe sempre algo de mecânico nela para ser significativo
Disposição do aprendiz; esforço consciente
Ausubel aprofunda o processo de assimilação de Piaget, assimilar é incorporar um do novo num esquema já existente.
Aprendizagem significativa:
Recepção: conhecimento apresentado de forma final.
Descoberta:liga-se os conceitos subsunções resultantes existentes na estrutura cognitiva
Preocupa-se com o aprendizado em sala de aula. Aprendizado que já s sabe é ponto de ancoragem.
Mecânico pode virar significativo; significativo pode virar mecânico.
O professor é que dá significado
Ausubel: cognitivista estrutura cognitiva de Piaget, quando conteúdo é matéria didática tem significado para o aluno forma o individual, interesse e necessidades, subsunçores são os conhecimentos pré-adquiridos como base para os conhecimentos novos ancoragem. A motivação é extrínseca, não se espera a intrínseca. O professor tem que motivar. o professor tem que ter uma forma ampla e diversificada e conteúdo, psicologia, sociologia e filosofia.
Aprendizagem social/ de comunhão
Temos o tempo diante de nós para organizar o tempo, não precisa esperar que a criança amadureça para ele. O professor deve ser amplo e despertar o interesse da criança. Procura de assimilação acumulação o professor é o responsável pelo processo de assimilação. Importância do material significativo veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Cartomante Narra a história de Camilo, Vilela e Rita. Os dois primeiros eram melhores amigos; a segunda era esposa do segundo e amante do primeiro. Quando Camilo começa receber denúncias anônimas, diminui a freqüência das visitas ao amigo. Preocupada, Rita visita uma cartomante, fato que faz Camilo rir. Quando Vilela chama Camilo a sua casa ele vai preocupado, e passa antes na cartomante pensando que não tem nada a perder. Ela lhe assegura que nada vai dar errado e ele chega despreocupado a casa de Vilela, onde encontra Rita morta. Vilela então o mata. A Causa Secreta Fala de dois homens que, após um salvar a vida do outro e passar-se algum tempo, tornam-se sócios. Mas pouco a pouco um deles vai demonstrando tendências sádicas, torturando animais, fato que atordoa a esposa. Quando ela morre, Fortunato, o sádico, presencia o amigo beijar a testa da mulher e derreter-se em choro, saboreando o momento de dor do amigo que lhe traía. A Igreja do Diabo É uma nova idéia do diabo: fundar uma Igreja e organizar seu rebanho, tal qual Deus. Após comunicar Deus de seu futuro ato, vai à Terra e funda com muito sucesso uma Igreja que idolatra os defeitos humanos. Mas aos poucos os homens vão secretamente exercitando virtudes, Furioso, o Diabo vai falar com Deus, que lhe aponta que aquilo faz parte da eterna contradição humana. Anedota Pecuniária É uma pequena crítica a ganância. Nela um homem "vende" suas sobrinhas aos homens que as amam por causa de sua fascinação com o dinheiro.

A Sereníssima República É uma crítica ao processo eleitoral, feito como um discurso de um cônego que afirma ter achado uma espécie de aranha que fala e criado uma sociedade delas, uma república chamada Sereníssima República. Ele escolhe como sistema de eleição um baseado no da República de Veneza, onde retirava-se bolas de um saco com o nome dos eleitos. Este sistema vai sendo fraudado pelas aranhas, corrigindo-se, adaptando-se e variando-se diversas vezes e de diversos modos, eternamente corrupto. Capítulo dos Chapéus É um conto onde aparece a frivolidade e ostentação da época de Machado. Mariana, após pedir ao marido que troque o seu simples chapéu, testemunha a sociedade (na famosa rua do Ouvidor) e acaba pedindo que ele permaneça com seu chapéu. D. Paula Conta sobre um casal que realiza uma separação temporária por ciúmes, com fundos, do marido. O caso é mediado pela tia da esposa, Dona Paula, que quando descobre quem é o outro, fica abalada. É o filho do homem com quem teve caso análogo, fato que deixa seus sentimentos bem abalados em relação ao caso. Fulano Beltrão é um homem que vai aos poucos se tornando mais um homem público que privado após receber elogios públicos e acaba deixando seu dinheiro para a posteridade e não a família. O Espelho Conta sobre um homem falando de sua opinião sobre a alma humana num grupo de amigos que realizam discussões metafísicas. Ele descreve uma situação de sua juventude onde, após ter sido engrandecido pelo recém-conquistado posto de alferes, encontra-se sozinho. Solitário, passa a ter medo até a que um dia veste-se com seu uniforme de alferes e encara o espelho, encontrando assim o outro lado de sua alma (sua opinião é que temos duas almas, uma externa que nos vigia e a nossa que vigia o exterior). Isso retira-o da solidão. Portanto, este conto envidencia o conflito entre a essência (a alma interior) e a aparência (alma exterior). Teoria do Medalhão É um pai aconselhando um filho no dia de seus 21 anos. Ele lhe diz que um futuro lhe espera, que pode ter várias carreiras diferentes, mas que devia ter uma de resguardo, preferencialmente a de medalhão. Para isto devia ter pouquíssimo conhecimento, originalidade, ironia, gosto ou qualquer idéia própria. E nisso disserta sobre a necessidade do filho de sempre manter-se neutro, usar e abusar de palavras sem sentido, conhecer pouco, ter vocabulário limitado, etc. Ao final, é uma bela ironia machadiana sobre como encontram-se os valores da sociedade de sua época. O Enfermeiro Conta sobre um homem que, a beira da morte, conta um caso de seu passado. Ele foi em 1860 ser enfermeiro de um velho e mau coronel, que acaba esganando alguns dias antes de partir por não mais o suportar. Quando abre-se o testamento ele é declarado herdeiro universal e distribui lentamente o dinheiro em esmolas. Enquanto isto se passa, vai lentamente se convencendo de sua inocência, apoiado pela sociedade que odiava o velho e suas ações que considera redentoras Pai Contra Mãe Cândido Neves, caçador de escravos fujões. Não o é por opção, apenas o é porque não agüenta qualquer outro emprego. Casa e passa a adquirir dívidas, com clientela cada vez menor; quando engravida a mulher, as dívidas aumentam. Depois de despejados vão morar em um quarto emprestado e o menino nasce. Após ceder às pressões da tia da esposa, Candinho vai por a criança na Roda dos enjeitados. Mas no caminho captura uma escrava, recebendo uma gorda recompensa, mantendo assim a criança. Mas a escrava estava grávida, e provavelmente abortou com os castigos recebidos, ficando a vida do filho de Candinho em troca da de outra Missa do Galo Fala de uma singular conversa entre uma senhora de 30 anos e um jovem 17, que tinha que manter-se acordado para acordar o amigo para irem à missa do galo. Eles conversam, ele apieda-se dela (o marido traía e ela resignava-se), admira-a e distrai-se. Por fim o amigo lhe chama, já que já havia passado da meia-noite e ele nunca mais tem outra conversa profunda com ela. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Um apólogo (= alegoria onde animais e coisas falam) Pequena história de vaidade e ciumeira que levam uma agulha e a linha a uma polêmica acalorada cada uma querendo mostrar a sua superioridade sobre a outra, na função que estão exercendo de confeccionar um vestido de baile para uma bela dama da nobreza que tem de ir a um baile. Participam, na história, como figurantes um alfinete e a costureira. A agulha diz que a linha esta cheia de si sem razão nenhuma. A linha pede que ela a deixe em paz e a agulha responde que falará quando lhe der na cabeça. A linha lembra que agulha não tem cabeça. Quando a agulha diz que é muito mais importante porque é ela que vai na frente abrindo caminho, a linha responde que os batedores do imperador também vão à frente e não são importantes. A agulha se vangloria de estar sempre entre os dedos da costureira e a linha lembra que terminado o trabalho a agulha vai para a caixa de costura enquanto ela, a linha, irá para o baile com o lindo vestido e sua dona. O alfinete parece querer consolar a agulha e lhe diz que ele não abre caminho e onde o colocam ele fica. O autor termina com uma lição moral (?) : "Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!"
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Dewey

John Dewey, 1859-1952, norte-americano, preocupou-se com o lado prático da educação.
Os métodos e operações industriais dependem do conhecimento dos fatos e leis das ciências naturais e sociais.
A educação é fator de progresso desse mundo e da ação social, onde o professor educa os indivíduos para contribuírem a formar uma vida social justa.
O processo educativo tem dois aspectos: um psicológico, que consiste na exteriorização das potencialidades do individuo, e outro social, que consiste em prepara o indivíduo para as tarefas que desempenhará uma sociedade. Cabe a escola harmonizar os dois aspectos.
A ação é inerente a natureza humana. O homem é um ser que age – a ação precede o conhecimento e o pensamento. A teoria resulta da prática. O conhecimento e o ensino devem estar ligados a ação, a vida prática, a experiência. O saber é instrumental é um meio para ajudar ao homem na sua existência, na sua vida prática.
O homem é um ser social, e o trabalho é um ato social. O trabalho e a cooperação são elementos vitais da vida.
Escola é uma comunidade de trabalho. Aprender fazendo, agindo vivendo.
Adquirir saber pela experiência. O desenvolvimento da atenção e do pensamento reflexivo – capacidade de estabelecer relações entre fatos e objetos, habilidades par diferenciar o essencial do acessório –remontar as causas e prever os efeitos. Aquisição do saber é o fundamental é a atividade mental.

PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP

Cronologia
1859- Nasce John Dewey, em Burlington a 20 de outubro.
1884- Leciona na Universidade de Michigan, onde permanece ate 1894. nesse período edita um semanário socialista: Thougth News.
1894- torna-se chefe do departamento de psicologia, pedagogia e filosofia da universidade de Chicago.
1896- cria a Escola-Laboratório, primeira instituição de pedagogia experimental da historia.
1899-publica a Escola e a Sociedade
1904-passa a trabalhar na Universidade de Columbia, onde permanecerá até 1930.Em Columbia começa a colaborar na revista The Journal Of Philosophy.
1914- o assassínio do arquiduque austríaco Francisco Fernando desencadeia a Primeira Guerra Mundial
1916-Dewey publica Democracia e Educação.
1918- fim da Primeira Guerra Mundial.
1920-edita-se a Reconstrução em Filosofia.
1925-Dewey publica Experiência e Natureza.
1929- A Bolsa de Nova York registra violento declínio nas cotações: é o início da grande crise econômica americana e mundial.
1937-Dewey preside a comissão de investigação das acusações contra Trostsky.
1939-Início da Segunda Guerra Mundial.
1940-publicam-se os Problemas dos Homens e Lógica, a Teoria da Investigação.
1941-Dewey defende a liberdade universitária, quando Russel é impedido de lecionar em Nova York.
1945-fim da Segunda Guerra Mundial
1952-John Dewey falece.
Só para ressaltar o período de 1914-1945: foi considerado um tempo de guerra, no qual o mundo viveu uma sucessão de calamidades –guerras, crise econômica, regimes totalitários, ditatoriais, genocídio, revolução socialista, republica, Dewey presenciou toda esta fase e como já foi citado desenvolveu o pensamento de que : A realidade é mutável e a inteligência dá ao homem o poder de alterar sua existência.
Ao falecer, em 1852, com 92 anos de idade, Dewey deixou extensa obra na qual destacam-se:
• Psicologia (1887)
• Meu Credo Pedagógico (1897)
• Como Pensamos (1910)
• Democracia e Educação (1916)
• Reconstrução em Filosofia (1920), Natureza Humana e Conduta (1925)
• Experiência e Natureza (1925)
• Arte enquanto experiência ( 1937)
• Teoria da Investigação (1938)
Foi filósofo, psicólogo e pedagogo liberal norte-americano, exerceu grande influencia sobre toda a pedagogia contemporânea. Inclusive as teorias mais modernas da didática, como o construtivismo. No Brasil, inspirou o movimento da Escola Nova, liderado por Anísio Teixeira e as bases teóricas dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Foi o defensor da Escola Ativa, que propunha a aprendizagem por meio da atividade pessoal do aluno. sua filosofia da educação foi determinante para que a Escola Nova se propagasse por quase todo o mundo.
A Escola Nova representa o mais vigoroso movimento de renovação da escola pública burguesa, sua teoria propunha que a educação fosse instigadora da mudança social e, ao mesmo tempo, se transformasse por que a sociedade estava em mudança.
Dewey foi o primeiro a formular o novo ideal pedagógico, afirmando que o ensino deveria dar-se pela ação (Learning by doing) e não pela instrução, como queria Johann Friedrich Herbart que criou o sistema denominado instrução educativa. Para ele, a educação continuamente reconstruía a experiência concreta, ativa, produtiva, de cada um, em outras palavras, a educação é uma constante reconstrução da experiência, de forma a dar-lhe cada vez mais sentido e habilitar as novas gerações a responder aos desafios da sociedade.
A educação divulgada por Dewey era em sua essência pragmática, instrumentalista. Almejava a convivência democrática sem, porem, expor a sociedade de classes.
Escreveu: o aprendizado se dá quando compartilhamos experiências e isso só é possível num ambiente democrático, onde não haja barreiras ao intercambio de idéias (do livro: Vida e Educação. Revista nova escola, janeiro/fevereiro 2003)
Segundo ele, a experiência concreta da vida se apresentava diante de problemas que a educação poderia ajudar a resolver e aponta uma escala e cinco estágios do ato de pensar, que ocorrem diante de um problema. São eles:
1. uma necessidade sentida;
2. a análise da dificuldade;
3. as experiências de solução de problemas;
4. a experimentação de várias soluções. Até o teste mental aprove uma delas;
5. a ação como prova final para a solução proposta, que deve ser verificada de maneira cientifica.
De acordo com tal visão, a educação era essencialmente processo e não produto; um processo de reconstrução e reconstituição da experiência, um processo de melhoria permanente da eficiência individual. O objetivo da educação se encontraria no próprio processo. O fim dela estaria nela mesma. Não teria um fim posterior a ser atingido se misturaria com o próprio processo de viver.
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enquanto para Freinet a preocupação é com a emancipação do homem, par a Dewey a preocupação é com o aperfeiçoamento da democracia. Entretanto eles possuem alguns pontos em comum, são pensadores de sua época passara por duas guerras mundiais, e pensam na educação num contexto, embora sob prismas diferentes enquanto para Dewey a educação deveria preparar o homem para o trabalho no processo de industrialização crescente, para Freinet a educação deveria contribuir pra a emancipação humana.
Dewey pensava na democracia e na liberdade como pressupostos para uma sociedade mais justa e igualitária, tanto que seu trabalho não era direcionado somente para adultos, mas também para crianças o que se subtende que almejava uma transformação no presente par gerações futuras. Para freinet uma sociedade mais igualitária só seria possível se perpassasse a exploração do homem e pelo homem.
Tanto a teoria de Dewey como a de Freinet surgiu por causa de problemas causados pelos conflitos sociais da época e pela necessidade da resolução dos mesmos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ALARCÃO, Isabel – Professores Reflexivos em Uma Escola Reflexiva. São Paulo. Editora Cortez, 2003.Capítulos 1, 2 e 4

Capítulo 1 - Alunos, professores e escola em face a sociedade da informação
A Sociedade da Informação – aberta e global, diferenças de acesso à informação que causam a exclusão. Finalidade filtrar informações para preparar alunos para a sociedade.
A sociedade da informação em que vivemos é complexa e contraditória, com muitas informações sem saber lidar e selecioná-las, o que prejudica o desenvolvimento do espírito critico, por serem aceitar e manipuladoras. Soa a reflexão pode organizar os conhecimentos (informação o contexto e em relação com outros assuntos). É com compreensão que percebemos objetos, pessoas, acontecimentos e suas relações.
Cabe ao aluno, gerir informações para transformá-las em conhecimento. O professor não é a única fonte de saber. O conhecimento só existe com a aprendizagem. Esta reorganização de valores reorganiza as competências do cidadão atual.
Novas Competências Exigidas Pela Sociedade Da Informação E Da Comunicação Do Conhecimento E Da Aprendizagem.
Nos anos 90, a nova visão chega as universidades européias e resultam numa maior reflexão na educação, intere-relacionando ciclos , estudantes e desenvolvendo novas competências numa formação holística (integral).
A cidadania é revista, pó do o cidadão como um pressuposto um ser responsável, que encara a formação associando o indivíduo-escola, informação-pensamento.
A competência é entendida como “saber fazer bem”, isto é mobilizando saberes e utilizando-os, compreendendo, observando, e analisando e refletindo, preparando para mudanças, aprendendo autonomamente.
Para lidar com a informação na sociedade da aprendizagem é importante filtrar informações, organizar e interar professor-aluno, saber-uso.
Os alunos na sociedade da aprendizagem devem aprender a aprender ao longo da vida, relacionando as coisas ao seu redor com sentido. A sala de aula é o lugar onde se produzem conhecimentos, e as informações devem ser passar com responsabilidade e autonomia. A iniciativa cientifica amplia o gosto pelo saber. A criatividade e responsabilidade são fatores essenciais na aprendizagem.
Os professores na sociedade da aprendizagem devem ajudar o aluno a desenvolver a competência de aprender, dar suporte, estrutura e estimular a aprendizagem e autoconfiança, direcionando a informação processual, produto da análise critica, ver do que precisam. Para isso, se atualizar e desenvolver suas competências de aprender a aprender.
A escola na sociedade da aprendizagem deve transforma o aluno em ativo, em salas de aulas e em atividades extras curriculares. Deve ser repensada e reformulada contextualizada e relacionada com as pessoas que as constituem, tornando-se auto-reflexivas e criticas, sabedora de sua missão social; deve ser auto-dirigida de acordo com a realidade e seus problemas, tirando proveito das novas tecnológicas como meios de pesquisas, contextualizando-se, professore-alunos-escola.

Capítulo 2 A formação do professor reflexivo – e ativo. Este deve processar informações acuradas e criticamente. Tal reflexão deve ampliar seu desempenho e competência profissional visando o todo (motivo de atração pela profissão). A desilusão é conceituada como uma reflexão não entendida, dificuldades para atuar no novo programa de formação. Professor e escola devem agir relacionados, a escola deve fornecer infra-estrutura para fazer a ponte entre seus membros.
Com criatividade, capacidade de encontrar meios de como interagir na vida social, o professor deve tomar abertura pra aprender e ensinar essa visão para seus alunos. A formação critica, reflexiva, deve combinar observações para resolver os problemas, numa visão de valorizar a relação professor-aluno.
A pesquisa-ação é analisar um problema destrinchá-lo em partes ara resolvê-lo (observar, refletir, planificar e agir). Abordar problemas com perspectivas de solucioná-los de modo reflexivo, transformar em aprendizagem. Para complementar a pesquisa e ampliar a reflexão temos:
- análise de caso: de acontecimentos teorizados com valor explicativo, que pode ser explicado, interpretado discutido, dissecado e reconstruído. Além de ser uma ferramenta de formação tem embasamento teórico.
-narrativas: narrar é um hábito que constitui reflexão, analisando situações, sistematizando reflexões, compartilhando pensamentos. Casos e narrativas caminham juntos transmitidos tornam-se narrativas elaboradas que viabilizam o conhecimento.
-portfólio – seleções de fatos ou resultados. Promove o desenvolvimento reflexivo, fundamenta a reflexão, facilita a auto e hetero-avaliação.
-perguntas pedagógicas: o caráter formativo é o moto do desenvolvimento e da aprendizagem reflexiva, propicia a compreensão e é a base de outras estratégicas.
-conclusão: a formação profissional reflexiva deve incluir a intenção de conhecer o mundo. Seu trabalho deve estar em parceria com a escola e a comunidade. O conheicimento da compreensão das informações.

Capítulo 4 – Gerir Uma escola Reflexiva
Na nota auto-biográfica a autora afirma que questionar traz desenvolvimento e conhecimento. O professor faz parte da escola, esta é um organismo vivo, em desenvolvimento e em aprendizagem.
A escola é uma comunidade com atores sociais que deve unir a sociedade com objetivo comum: educar. Ela liga sociedade adulta com crianças e jovens em desenvolvimento. Deve estar contextualizada com a cultura local e articular com o contexto nacional e global. Deve ter personalidade, utilizar do próprio conhecimento para desenvolver-se. Seus atores devem ter um único objetivo: a educação das novas gerações.
A escola nunca está formada completamente, assim. Deve se avaliar, pensar e si própria e na sua missão; analisar, perceber dificuldades e agir para melhorá-la. Ela é inteligente, pratica e atual, não burocrática e ultrapassada, saber onde está e ode quer chegar com o objetivo de educar.
O projeto da escola é o conjunto que propicia e concebe esforços para criar condições de aprendizagem e desenvolvimento. O processo (projeto) e o produto (objetivo) estão ligados à gestão da escola reflexiva.
O Currículo é um conjunto de aprendizagens necessárias à formação. Questiona-se a sua validade se comparado a nova realidade da sociedade da informação.
Segundo Rodan e Perrenoud, devemos trabalhar baseado em objetivos, em grupos flexíveis, tarefas escolares à base de problemas e projetos.
A escola reflexiva deve agir de acordo com sua realidade e no momento apropriado. Objetivos e projetos (também o currículo) são referencias para uma ação compartilhada.
A gestão da escola reflexiva deve ser participativa coerente, desafiadora, exigente, interativa, flexível, avaliadora, formadora, democrática. Todos devem decidir.
O saber desenvolvido pela escola interage com a tarefa de educar. O aluno torna-ser o centro da missão e com a cooperação de todos como objetivo de educar de forma reflexiva.
A escola tem caráter, personalidade e forma própria de funcionar de acordo com sua realidade e contexto. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Primeiro Plano - Vicente e Conceição O primeiro e mais popular romance de Rachel de Queiroz é O Quinze. O título se refere a grande seca de 1915, vivida pela escritora em sua infância. O romance se dá em dois planos, um enfocando o vaqueiro Chico Bento e sua família, o outro a relação afetiva de Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora. Conceição é apresentada como uma moça que gosta de ler vários livros, inclusive de tendências feministas e socialistas o que estranha a sua avó, Mãe Nácia - representante das velhas tradições. No período de férias, Conceição passava na fazenda da família, no Logradouro, perto do Quixadá. Apesar de ter 22 anos, não dizia pensar em casar, mas sempre se "engraçava" à seu primo Vicente. Ele era o proprietário que cuidava do gado, era rude e até mesmo selvagem. Com o advento da seca, a família de Mãe Nácia decide ir para cidade e deixar Vicente cuidando de tudo, resistindo. Trabalhava incessantemente para manter os animais vivos. Conceição, trabalhava agora no campo de concentração onde ficavam alojados os retirantes, e descobre que seu primo estava "de caso" com "uma caboclinha qualquer". Enquanto ela se revolta, Mãe Nácia à consola dizendo: "Minha filha, a vida é assim mesmo... Desde hoje que o mundo é mundo... Eu até acho os homens de hoje melhores." Vicente se encontra com Conceição e sem perceber confessa as temerosidades dela. Ela começa a trata-lo de modo indiferente. Vicente se ressente disso e não consegue entender a razão. As irmã de Vicente armam um namoro entre ele e uma amiga, a Mariinha Garcia. Ele porém se espanta ao "saber" que estava namorando, dizendo que apenas era solícito para com ela e não tinha a menor intenção de comprometimento. Conceição percebe a diferença de vida entre ela e seu primo e a quase impossibilidade de comunicação. A seca termina e eles voltam para o Logradouro.

Segundo Plano - Chico Bento e sua família Sem dúvida a parte mais importante do livro. Apresenta a marcha trágica e penosa do vaqueiro Chico Bento com sua mulher e seus 5 filhos, representando os retirantes. Ele é forçado a abandonar a fazenda onde trabalhara. Junta algum dinheiro, compra mantimentos e uma burra para atravessar o sertão. Tinham o intuito de trabalhar no Norte, extraindo borracha. No percurso, em momento de grande fome, Josias, o filho mais novo, come mandioca crua, envenenando-se. Agonizou até a morte. O seu fim está bem descrito nessa passagem: "Lá se tinha ficado o Josias, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus amarrados, feita pelo pai. Ficou em paz. Não tinha mais que chorar de fome, estrada afora. Não tinha mais alguns anos de miséria à frente da vida, para cair depois no mesmo buraco, à sombra das mesma cruz." Uma cena marcante na vida do vaqueiro foi a de matar uma cabra e depois descobrir que tinha dono. Este o chamou de ladrão, e levou o resto da cabra para sua casa, dando-lhes apenas as tripas para saciarem. Léguas após, Chico Bento dá falta do seu filho mais velho Pedro. Chegando ao Aracape, lugar onde supunha que ele pudesse ser encontrado, avista um compadre que era o delegado. Recebem alguns mantimentos mas não é possível encontrar o filho. Ficam sabendo que o menino tinha fugido com comboeiros de cachaça. Notem: "Talvez fosse até para a felicidade do menino. Onde poderia estar em maior desgraça do que ficando com o pai?" Ao chegarem no campo de concentração, são reconhecidos por Conceição, sua comadre. Ela arranja um emprego para Chico Bento e passa a viver com um de seus filhos. Conseguem também uma passagem de trem e viajam para São Paulo, desistindo de trabalhar com a borracha. O mais famoso livro de Rachel de Queiroz é mediano com alguns bons momentos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Romance narrado em 3ª pessoa. Regionalismo alemão - histórico e ficcional.É a história de Guilherme Sonne, neto de Julius Sonne, filho de Julius Humberto Sonne, descendentes do 1º colonizador alemão vindo para Blumenau no século XVIII. Humberto Sonne é protagonista do romance Verde Vale; No Tempo das Tangerinas é, portanto, uma seqüência da colonização de Blumenau. O livro se inicia com a bela descrição da paisagem local, da família Sonne, o pai, a mãe Lucy, que teria vindo para o Brasil fugindo da 1ª Guerra Mundial, e seus 10 filhos: Humberto-Gustavo, Guilherme, Wilhelm, Julius, Arnaldo, as irmãs Margeritha, Emma, Anneliese, Priscila e a temporã Kátia. É neste cenário que a família recebe notícias de uma 2ª Guerra Mundial, que seguem ouvindo informações pela emissora alemã. Blumenau ainda era extensão da Alemanha, falavam a mesma língua, tinham as mesmas tradições; a diferença é que lá reinava a miséria, a doença, aqui a fartura. No mês de maio, as tangerinas carregavam as árvores dos morros e exalavam um aroma inesquecível por gerações; para lá que as crianças se dirigiam, faziam suas brincadeiras e discutiam as dificuldades da guerra. Com o ingresso do irmão mais velho no Exército, Guilherme fará os serviços mais pesados; Cristina, bisneta de Humberto Sonne, viria para o Brasil fugindo da guerra, e Guilherme nutrirá paixão platônica pela prima até se apaixonar por Terezinha, descendente de italianos, provinda de Biguaçu, motivo de rejeição da mãe por considerá-la miscigenada. Também foi por racismo que Guilherme não soube do parentesco com o mulato Alex Westarb, seu primo, fruto da união do tio Reno e Elisa, uma mulata brasileira. Lucy se abate ao saber que o navio Bismarck fora afundado e não via a hora de a Alemanha se reerguer e ser vingada (lembrou-se da 1ª Guerra). Guilherme servirá o Exército e saberá da gravidez de sua mãe, seu décimo irmão, na verdade Kátia, uma irmã. No serviço, Emma o substituirá e, com tino para os negócios, prosperará. Em janeiro de 1942 o Brasil rompe relações com o Eixo - Alemanha, de ameaça passará para a condição de inimiga para os brasileiros, motivo de muita dor para quem tinha dupla nacionalidade. Soldados brasileiros invadem a casa dos Sonne e o Brasil declara guerra à Alemanha. Humberto-Gustavo será obrigado a ir para a guerra, mas Guilherme, na véspera, contrairia malária, o que o poupou de ir a campo e o medo de perder o filho, fez Lucy aceitar seu namoro com Terezinha.A guerra continuava assustadora, Emma é presa por estar falando Alemão com outras moças. Guilherme e Terezinha se casam, mas quando é novamente convocado para se alistar, a febre reaparece, salvando-o. Humberto volta da guerra, marcado por granadas, deixa para trás os companheiros Klaus e Dirceu. Nasce em 1945, Lucy Maria Sonne, filha de Guilherme e Terezinha. 30 anos após a guerra, o herói está amadurecido, perceberia que a guerra não acabava nunca e que o tempo das tangerinas, marca de sua infância e inocência, voltava sempre, fazendo-o esquecer, com seu aroma, as dificuldades do dia-a-dia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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