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BIOGRAFIAS RELACIONADAS A EDUCAÇÃO - BRUNNER
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A não distribuição uniforme dos versos e a despreocupação com a distribuição rítmica dão ao poema um tom confessional, aproximando-o de um texto em prosa. As lembranças relatadas no texto referem-se a uma data específica lembrada pelo eu-poético - o dia do aniversário. Esta data é a propulsora para outras recordações da infância e outras angútias do eu-poético, servindo também como ponto de referencia temporal quando o eu-poético intercala-se e contrapõe-se entre o passado e o presente. A época da infância no poema é marcada pela inocência, pois a criança ainda não tem noção do que se passa à sua volta: "Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma". A passagem da criança para o adulto é marcada por uma perda, pois ele percebe que a vida não tem mais sentido. O poeta hoje "é terem vendido a casa", ou seja, é um vazio, que perdeu, inclusive, o bem mais precioso, a sensação de totalidade, de alegria, de aconchego dado pela vida em família na infância longínqua. Assim, a festa de aniversário toma o aspecto simbólico de um ritual familiar e religioso, dentro do qual a criança se torna o centro de um mundo que a acolhe e protege carinhosamente. "As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa", denota, com esta adjetivação uma característica comum a toda infância: o egocentrismo. No presente, não há mais aniversários nem comemorações: resta ao poeta durar, porque o pensamento amargurado, critico e pessimista da vida o impede de ter a inocência de outrora.

O tom nostálgico e angustiado do poema dá a sensação de que o eu-poético vive uma introspecção conflitiva relembrando um passado supostamente mais feliz que o presente. O trecho "serei velho quando o for. Nada mais." parece querer dar fim a este conflito interno. "Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira !..." conclui o tom confessional do poema e enfatiza uma espécie de conformismo ríspido e amargurado com o presente melancólico e sem perspectiva em relação a vida. "O tempo em que festejavam o dia dos meus anos !" é repetida muitas vezes no texto dando ênfase a importância da data na lembrança do eu-poético, servindo também para marcar a justa contraposição entre passado e presente, respectivamente infância e fase adulta. O ultimo verso do poema sugere uma acomodação amargurada em relação ao passado. Em "Eu era feliz e ninguém estava morto" pode-se notar novamente o conformismo com o presente que pode não ser o idealizado, mas que está alicerçado em um passado inocente, de aspecto virginal, contrapondo-se com a atual falta de perspectivas e a desmotivação para a vida, onde ele diz: "Hoje já não faço anos. Duro." O eu-poético oraliza um tom de amargura versificado de forma clara, coesa e coerente, marcando com precisão verbal os estados temporais e emocionais a que se refere no poema. Por se parecer com uma "auto-confissão poética", pode-se afirmar que o eu-poético insere no texto características comuns às pessoas que estão prestes a deixar o mundo material, ou que neste não sentem mais vontade de estar por muito mais tempo. A reflexão conflitiva e melancólica sobre o passado, a amargura em relação ao presente e sensação de que o tempo passou e algo que deveria ser resgatado perdeu-se em um passado longínquo, são características comuns em pessoas que encontram-se neste estágio da existência humana. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Memorial de Aires, última obra de Machado de Assis, foi publicada em 1908, mesmo ano da morte do escritor. Como Memórias Póstumas de Brás Cubas, esta obra não tem propriamente um enredo: estrutura-se em forma de um diário escrito pelo Conselheiro Aires (personagem que já aparecera em Esaú o Jacó), onde o narrador relata, miudamente, sua vida de diplomata aposentado no Rio de Janeiro de 1888 e 1889. Sucedem-se, nas anotações do conselheiro, episódios envolvendo pessoas de suas relações, leituras do seu tempo de diplomata e reflexões quanto aos acontecimentos políticos. Destaca-se, dando uma certa unidade aos vários fragmentos de que o livro é composto, a história de Tristão e Fidália. Fidélia, viúva moça e bonita, é grande amiga do casal Aguiar, uma espécie de filha postiça de D. Carmo. Tristão, afilhado do mesmo casal, viajara para a Europa, em menino, com os pais. Visitando, agora, o Rio de Janeiro, dá muita alegria aos velhos padrinhos. Tristão e Fidélia acabam por apaixonar-se e, depois de casados, seguem para a Europa, deixando a saudade e a solidão como companheiros dos velhos Aguiar e D. Carmo. Memorial de Aires é apontado como o romance mais projetivo da personalidade e da vida de Machado de Assis. Escrito após a morte de Carolina, revela uma visão melancólica da velhice, da solidão e do mundo. D. Carmo, esposa do velho Aguiar, seria a projeção da própria esposa de Machado, já falecida.

A ironia e o sarcasmo dos livros anteriores são substituídos por um tom compassivo e melancólico, as personagens são simples e bondosas, muito distantes dos paranóicos e psicóticos dos romances anteriores.
Alguns vêem no Memorial de Aires uma obra de retrocesso a concepções romantizadas do mundo; outros tomam o romance como o testamento literário e humano de Machado de Assis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Sinopse - A flauta mágica - Dionisio Jacob
Prepare-se para mergulhar numa história fantástica. Tamino é um jovem príncipe que está prestes a se tornar rei. Para isso, precisa passa por uma prova de sabedoria no templo do temível bruxo Sarastro, na qual terá que enfrentar muitos perigos. Perigo ainda maior é a paixão proibida por Pamina, a princesa prisioneira de Sarastro, filha da poderosa Rainha da Noite. Será que "A Flauta Mágica" ajudará Tamino a vencer tantos obstáculos? Esta história traz uma incrível aventura e mostra a importância da sabedoria, da humildade e da verdade.


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O elemento estrutural mais importante dessa obra é a sua organização sistematizada em dois planos e três atos: Plano do presente (1932, aproximadamente), no espaço de uma casa modesta Plano do passado (1929), no espaço de uma fazenda tradicional. Além de quebrar a linearidade que tornaria o texto e a encenação um tanto quanto monótonos, essa organização permite aos espectadores Ter acesso simultâneo aos dois instantes fundamentais da história, levando a uma comparação que foi prevista pelo autor, para assim comentar, sublinhar os fatos sobre os quais quer chamar a atenção. Dessa forma, os espectadores não podem contar nem ao menos com o refrigério da dúvida. Sabem, antecipadamente, que toda esperança é inútil. Por isso, pode-se dizer que sofrem mais que as personagens. Tempo: como todo texto conciso e de forte consciência dramática, a ação se desenvolve próxima do seu desenlace. Temos dois momentos fundamentais, o passado (1929), próximo da perda da fazenda que segue até a perda definitiva; e o da esperança de retorno com base na moratória e no resultado do processo de nulidade (1932), que se encaminha até a decisão final do juiz, com a derrota definitiva, pondo fim a toda e qualquer esperança. Espaço: há dois espaços fundamentais: a sala de uma modesta casa de cidade do interior de São Paulo e a de uma larga casa da fazenda tradicional. O espaço da fazenda não se manifesta de modo concreto e genérico, mas por meio de pequenos incidentes que perpassam pela conversa como o balaústre que está estragado, os vidros da bandeira da porta que estão pedindo troca, ou mesmo as formigas que tornaram a sair. Importante notar, que esses sinais apontam todos infalivelmente para a ameaça de morte (decadência) que paira sobre a fazenda ou, metonimicamente, sobre essa classe que ela representa, isto é, a classe dominante da época, os donos do café. Personagens: Helena, pessoa bondosa, humilde, que ama a todos de maneira bem distribuída, procurando compreender cada um e aceitá-lo com suas virtudes e seus defeitos. Como toda mulher daquele tempo é totalmente obediente ao marido. Joaquim, homem sistemático do interior, forte na aparência, mas sensível no interior. Cuida de todos os negócios, não permitindo que as mulheres se metam em atividades que julga serem apenas dos homens. Dispensa todo tipo de ajuda, por isso sofre muito quando a filha precisa costurar para sustentar a família. É preso à tradição, não aceitando as mudanças. Marcelo, filho de classe dominante, nada quer na vida, evitando qualquer esforço físico ou intelectual. Quer desfrutar dos benefícios que a posição do pai lhe proporciona, e, quando tudo desanda, refugia-se na bebida. Lucília, moça forte, de temperamento enérgico e paciente, única no conjunto familiar a estar preparada para a nova vida de sofrimento e luta pelo pão de cada dia. Orgulhosa, no entanto, não gosta de aceitar ajuda dos parentes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Auto do frade tem como assunto o dia da morte do rebelde frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador que já estava preso há mais de um ano. Está sendo preparado o cortejo, a população já se acumula do lado de fora da cadeia, enquanto isso o frei tenta dormir enquanto aguarda seu enforcamento. Como o juiz não havia chegado ao Tribunal de Justiça por causa de uma viagem de 3 meses o corregedor decide que o Frei Caneca será enforcado em praça pública, após percorrer a cidade com uma corda enrolada no pescoço. Assim, Frei Caneca é retirado da prisão e muito fraco percorre as Ruas de Recife, várias pessoas o seguem em pleno meio da rua, em cada esquina mais gente se aproxima. Em todos os lugares existem espectadores ao acontecimento abrangendo até mesmo o governador e toda a sociedade em geral. Frei Caneca chega a dizer algumas palavras, mas é obrigado a calar-se e até os gestos lhe são proibidos. Seu comportamento podia representar grande perigo aos oficiais que pregam ser ele um homem condenado à morte por trair o Rei e pretender o separatismo com a Confederação do Equador. Lentamente o cortejo vai levando o Frei que anda calado e sereno. Ao chegar à Igreja do Terço, Frei Caneca é colocado no centro de um círculo formando de policiais, com intuito de ninguém tentar soltá-lo ou se rebelar. Nesse evento Frei Caneca é entregue ao oficial enviado pela Comissão do imperador que o condenou à morte. O Frei solenemente anda no interior de um círculo de policias.

Ao chegar na Praça do Forte, onde será executada a sentença de réu, o carrasco designado para matar o padre recua, temendo a ação sobre ele de alguma força superior. Então todos os carrascos se recusam a enforcar o padre, alegando que ele foi visto "voando no céu". Mesmo espancados resistem a enforcá-lo. O Oficial de Justiça oferece perdão dos crimes aos presos, comida farta, emprego, cama e mesa a quem fosse voluntário para a execução. Contudo ninguém se disponibiliza, nem mesmos os presos que queriam liberdade. Ocorre então que após algumas horas de espera, decide-se formar um pelotão de doze homens para o fuzilarem, pois nenhum destes ousaria fazê-lo sozinho. Assim Frei Caneca é morto fuzilado. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Comenius e o método moderno
João Amós Comênio, 1592-1670, pastor e bispo dos morávios, o mais importante pensador educacional do século XVBII,. Sua maior influencia ocorreu no campo do ensino de línguas, em que propôs um método mais cientifixo.
Em seu livro PORTA ABERTA DAS LINGUAS, adotou um plano simples e natural: partindo de palavras simples e familare da língua latina, organizava-as em sentenças, começando das mais simples e chegando as complexas.
As principais idéias educacionais de Comenius estão contidas em sua obra DIDACTICA MAGNA, publicada em 1657, onde tratava de assuntos como:
1. a finalidade da educação é ajudar a alcançar o último fim do home, a felicidade eterna com Deus, através da destrição dios desejos naturais, instintos e emoções. O fim religioso seria conseguido pelo conhecimento de si mesmo e de todas as coisas. O conhecimento, a virtude e a piedade são os fins da educação.
2. o conteúdo da educação seria para ele ensinar tudo a todos, pansofia. Pretendia ensinar a todos a conhecer os fundamentos, as razões e os objetivos de todas as coisas principais, enfatizando o conhecimento dos fenômenos físicos, os quais, a partir de então passaram a ter maior participação nos conteúdos da educação.
3. O método influenciado por Bacon, advogava aplicar o ensino indutivo, chegando a 9 princípios metódicos, que constituíam notável mudança no processo educativo:
3.1.aquilo que é pra ser aprendido deve ser ensinado;
3.2.aplicação na vida prática e sua utilidade especificam;
3.3.ensinamento abertamente;
3.4.verdadeira natureza e origem através das suas causas;
3.5.para se aprender deve-se explicar os seus princípios gerais, depois os detalhes;
3.6. todas as partes da matéria ou objeto devem ser aprendidas na sua respectiva ordem , posição e relação com as demais;
3.7.nunca mais de uma coisa de uma só vez;
3.8.não devemos deixar nenhum assunto antes de vê-lo completamente compreendido;
3.9.acentuar as diferenças que existem entre as coisas.
4. a organização das escolas é uma proposta da escola a infância ou escola maternal, depois desta a escola vernácula, depois a escola latina, o ginásio, seguida pela universidade. Proponha o Colégio da Luz, uma instituição dedicada ao estudo cientifico de todo e qualquer assunto.

PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Amâncio de Vasconcelos, um jovem maranhense, vem para o Rio de Janeiro, com o propósito de realizar o curso de Medicina. De início hospeda-se na casa de um conhecido da família, Luís Campos, que vivia com sua mulher D. Maria Hortência e uma cunhada, Dona Carlotinha. Entretanto, Amâncio, com um amigo e co-provinciano, paiva Rocha, e passa a viver uma vida desvairada e boêmia. As extravagâncias de chegar altas horas da noite, faltar às aulas, embebedar-se, não lhe eram permitidas na casa de Campos. Por outro lado, o jovem estudante começara a despertar um certo interesse no coração de Hortência. Levado por esses motivos, resolve ele mudar-se para a pensão de João Coqueiro, que lhe fora apresentado por Paiva Rocha. Acaba envolvido por Amélia, irmão de João Coqueiro, que finge ignorar o romance e explora-a, exigindo dinheiro do rapaz ( Amâncio). Enredado no ambiente asfixiante e corrupto da pensão de João Coqueiro e de Mme. Brizard, sua mulher, envolvido em uma série de tramas, Amâncio resolve viajar para São Luís, para rever a mãe, agora viúva. João Coqueiro suspeita da viagem, e consegueque a polícia prenda Amâncio sob a cusação de defloramento, da qual o estudante é absolvido, em rumurosos julgamento. Inconformado com a absolvição, João Coqueiro assassina Amâncio com um tiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Cartomante (publicado no livro Várias histórias) narra a história de Camilo, Vilela e Rita. Os dois primeiros eram melhores amigos; a segunda era esposa do segundo e amante do primeiro. Quando Camilo começa receber denúncias anônimas, diminui a freqüência das visitas ao amigo. Preocupada, Rita visita uma cartomante, fato que faz Camilo rir. Quando Vilela chama Camilo a sua casa ele vai preocupado, e passa antes na cartomante pensando que não tem nada a perder. Ela lhe assegura que nada vai dar errado e ele chega despreocupado a casa de Vilela, onde encontra Rita morta. Vilela então o mata. A Causa Secreta (publicado no livro Várias histórias) fala de dois homens que, após um salvar a vida do outro e passar-se algum tempo, tornam-se sócios. Mas pouco a pouco um deles vai demonstrando tendências sádicas, torturando animais, fato que atordoa a esposa. Quando ela morre, Fortunato, o sádico, presencia o amigo beijar a testa da mulher e derreter-se em choro, saboreando o momento de dor do amigo que lhe traía. D. Paula (publicado no livro Várias histórias) conta sobre um casal que realiza uma separação temporária por ciúmes, com fundos, do marido. O caso é mediado pela tia da esposa, Dona Paula, que quando descobre quem é o outro, fica abalada. É o filho do homem com quem teve caso análogo, fato que deixa seus sentimentos bem abalados em relação ao caso.

Noite de Almirante (publicado no livro Várias histórias) é sobre Deolindo, jovem marinheiro que volta de uma viagem longa para encontrar a namorada, com quem fizera um voto de fidelidade (e cumprira) com um novo homem. Ele a procura, conversa com ela, dá-lhe um presente e sai desesperado, pensando em suicídio. Não o comete, mas tem vergonha de admitir aos amigos a verdade e mente que realmente passou uma noite de almirante. O Enfermeiro (publicado no livro Várias histórias) conta sobre um homem que, a beira da morte, conta um caso de seu passado. Ele foi em 1860 ser enfermeiro de um velho e mau coronel, que acaba esganando alguns dias antes de partir por não mais o suportar. Quando abre-se o testamento ele é declarado herdeiro universal e distribui lentamente o dinheiro em esmolas. Enquanto isto se passa, vai lentamente se convencendo de sua inocência, apoiado pela sociedade que odiava o velho e suas ações que considera redentoras. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O primeiro romance de Lima Barreto é uma forte crítica à sociedade hipócrita e preconceituosa e a imprensa (que ele mesmo fez parte). É um livro pungente em todos os sentidos, de leitura obrigatória. O jovem Isaías Caminha, menino do interior, tomou gosto pelos estudos através da desigualdade de nível mental entre o seu pai, um ilustrado vigário, e sua mãe. Admirava o pai que lhe contava histórias sobre grandes homens. Esforçou-se muito nas instruções e pouco brincava. Tinha ambições e um dia finalmente decide ir para o Rio fazer-se doutor: "Ah! Seria doutor! Resgataria o pecado original do meu nascimento humilde, amaciaria o suplício premente, cruciante e omnímodo de minha cor... Nas dobras do pergaminho da carta, traria presa a consideração de toda a gente. Seguro do respeito à minha majestade de homem, andaria com ela mais firme pela vida em fora. Não titubearia, não hesitaria, livremente poderia falar, dizer bem alto os pensamentos que se estorciam no meu cérebro. [...] Quantas prerrogativas, quantos direitos especiais, quantos privilégios, esse título dava! Podia ter dois e mais empregos apesar da Constituição; teria direito à prisão especial e não precisava saber nada. Bastava o diploma. Pus-me a considerar que isso devia ser antigo... Newton, César, Platão e Miguel Ângelo deviam ter sido doutores!"

Aconselha-se com o tio Valentim. Este visita o Coronel Belmiro, chefe eleitoral local, que redige uma carta recomendando Isaías para o Doutor Castro, deputado. Segue paro o Rio com algum dinheiro e esta carta. Instala-se no Hotel Jenikalé, na Praça da República e conhece o Senhor Laje da Silva - diz ser padeiro e é incrivelmente afável com todos, em especial com os jornalistas. Através dele conhece o doutor Ivã Gregoróvitch Rostóloff, jornalista de O Globo, romeno, sentia-se sem pátria e falava 10 línguas. Vai assim conhecendo o Rio de Janeiro. Decide procurar o Deputado Castro para conseguir seu emprego e poder cursar Medicina. Dirige-se a Câmera: "subi pensando no ofício de legislar que ia ver exercer pela primeira vez, em plena Câmera dos Senhores Deputados - augustos e digníssimos representantes da Nação Brasileira. Não foi sem espanto que descobri em mim um grande respeito por esse alto e venerável ofício [...] Foi com grande surpresa que não senti naquele doutor Castro, quanto certa vez estive junto dele, nada que denunciasse tão poderosa faculdade. Vi-o durante uma hora olhar tudo sem interesse e só houve um movimento vivo e próprio, profundo e diferencial, na sua pessoa, quando passou por perto uma fornida rapariga de grandes ancas, ofuscante sensualidade." Tenta falar com o doutor Castro mas não consegue. Quando finalmente consegue, visitando a sua residência particular (casa da amante) este o recebe friamente dizendo que era muito difícil arranjar empregos e mando o procurar no outro dia. Caminha depois descobre que o deputado estava de viajem para o mesmo dia e é tomado por um acesso de raiva: Patife! Patife! A minha indignação veio encontrar os palestradores no máximo de entusiasmo. O meu ódio, brotando naquele meio de satisfação, ganhou mais força [...] Gente miserável que dá sanção aos deputados, que os respeita e prestigia! Porque não lhes examinam as ações, o que fazem e para que servem? Se o fizessem... Ah! Se o fizessem! Com o dinheiro no fim, sem emprego, recebe uma intimação para ir à delegacia. O hotel havia sido roubado e prestava-se depoimentos. Ao ouvir as palavras do Capitão Viveiros: "E o caso do Jenikalé? Já apareceu o tal "mulatinho"?" Isaías reflete: Não tenho pejo em confessar hoje que quando me ouvi tratado assim, as lágrimas me vieram aos olhos. Eu saíra do colégio, vivera sempre num ambiente artificial de consideração, de respeito, de atenções comigo [...] Hoje, agora, depois não sei de quantos pontapés destes e outros mais brutais, sou outro, insensível e cínico, mais forte talvez; aos meus olhos, porém, muito diminuído de mim próprio, do meu primitivo ideal [...] Entretanto, isso tudo é uma questão de semântica: amanhã, dentro de um século, não terá mais significação injuriosa. Essa reflexão, porém, não me confortava naquele tempo, porque sentia na baixeza de tratamento, todo o desconhecimento das minhas qualidades, o julgamento anterior da minha personalidade que não queriam ouvir, sentir e examinar. Levado a presença do delegado, começa o interrogatório: "Qual é a sua profissão?" "Estudante." "Estudante?!" "Sim, senhor, estudante, repeti com firmeza." "Qual estudante, qual nada!" A sua surpresa deixara-me atônito. Que havia nisso de extraordinário, de impossível? Se havia tanta gente besta e bronca que o era, porque não o podia seu eu? Donde lhe vinha a admiração duvidosa? Quis-lhe dar uma resposta mas as interrogações a mim mesmo me enleavam. Ele por sua vez, tomou o meu embaraço como prova de que mentia." Com ar de escarninho perguntou: "Então você é estudante?". Dessa vez tinha-o compreendido, cheio de ódio, cheio de um santo ódio que nunca mais vi chegar em mim. Era mais uma variante daquelas tolas humilhações que eu já sofrera; era o sentimento geral da minha inferioridade, decretada a priori, que eu adivinhei na sua pergunta. O delegado continua o interrogatório até arrebatar chamando Caminha de malandro e gatuno, que, sentindo num segundo todas as injustiças que vinha sofrendo chama o delegado de imbecil. Foi para o xadrez. Passa pouco mais de 3 horas na cela e é chamado ao delegado. Este se mostra amável, tratando-o por "meu filho", dando-lhe conselhos. Caminha sai da delegacia e decide mudar-se também do hotel. Passa a procurar emprego mas na primeira negação percebe que devido a sua cor seria muito difícil se ajustar na vida. Passa dias perambulando pelas ruas do Rio, passando fome, vendendo o que tinha para comer algo, até avistar Rostóloff que o convida para dar um passada na redação de O Globo - onde passa a trabalhar como contínuo. Nesta altura a narrativa sofre um corte. A ação de Caminha é posta de lado para descrever minunciosamente os funcionamentos da imprensa carioca. Todas as características dos grandes jornalistas, desde o diretor de O Globo, Ricardo Loberant aos demais redatores e jornalistas são explicitadas de maneira cruel e mordaz. O diretor é retratado como ditador, temido por todos, com apetite de mulheres e prazer, visando somente ao aumento das vendas do seu jornal. Somos apresentados então a inúmeros jornalistas como Aires d'Avila, redator-chefe, Leporace, secretário, Adelermo Caxias, Oliveira, Menezes, Gregoróvitch. A tônica de O Globo era a crítica acerba ao governo e seus "desmandos", Loberant se considerava o moralizador da República. Isaías se admira com a falta de conhecimento e dificuldade para escrever desses homens que nas ruas eram tratados como semi-deuses e defensores do povo. Por este tempo, Caminha havia perdido suas grandes ambições e acostumava-se com o trabalho de contínuo. É notável o que se diz do crítico literário Floc (Frederico Lourenço do Couto) e do gramático Lobo - os dois mais altos ápices da intelectualidade do Globo. Lobo era defensor do purismo, de um código tirânico, de uma língua sagrada. Acaba num hospício, sem falar, com medo que o falar errado o tenha impregnado e tapando os ouvidos para não ouvir. Floc "confundia arte, literatura, pensamento com distrações de salão; não lhes sentia o grande fundo natural, o que pode haver de grandioso na função da Arte. Para ele, arte era recitar versos nas salas, reqüestar atrizes e pintar umas aquarelas lambidas, falsamente melancólicas. [...] as suas regras estéticas eram as suas relações com o autor, as recomendações recebidas, os títulos universitários, o nascimento e a condição social." Certa noite, volta entusiasmado de uma apresentação de música e vai escrever a crônica para o dia seguinte. Após algum tempo, o paginador o apressa. Ele manda esperar. Floc tenta escrever o que viu e ouvira, mas seu poder criativo é nulo, sua capacidade é fraca. Ele se desespera. O que escreve rasga. Após novo pedido do paginador, ele se levanta, dirige-se a um compartimento próximo e se suicida com um tiro na cabeça. Estando a redação praticamente vazia, o redator de plantão chama Isaías e pede para que ele se dirija para o local onde Ricardo Loberant se encontra e jurasse que nunca diria o que viu. Isaías vai ao local indicado e surpreende Loberant e Aires d'Avila numa sessão de orgia e os chama apressadamente para o jornal. Loberant passa então a olhar com mais atenção a Isaías e o promove até repórter. Divide confidências e farras. Isaías ganha a proteção e dinheiro de Ricardo Loberant. Depois da euforia inicial, Isaías se ressente. Lembrava-me de que deixara toda a minha vida ao acaso e que a não pusera ao estudo e ao trabalho com a força de que era capaz. Sentia-me repelente, repelente de fraqueza, de falta de decisão e mais amolecido agora com o álcool e com os prazeres... Sentia-me parasita, adulando o diretor para obter dinheiro... Em dado momento do livro, Lima Barreto escreve: "Não é o seu valor literário que me preocupa; é a sua utilidade para o fim que almejo." Valor literário entenda-se como o "valor" vigente naquela época, do escrever bonito e empolado, gramaticalmente correto, em busca de palavras desconhecidas em empoerados dicionários, em busca da forma. Literatura era tudo, menos comunicação e arte. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Brunner – situações problemas, Descoberta, cognitivista,

Jerone Brunner
Escola não é responsável por criar a inteligência, incentiva a inteligência inata a desenvolver. O aluno fica mais atento e reflete, tira suas próprias conclusões.
Teoria da descoberta:
Indutivo: dialogo, questionar, buscar o próprio conhecimento, construção.
Método socrático: base no trabalho do dialogo. Cria situações problemas para desenvolver inteligência.
Cognitivista parte do princípio de cada individuo tem inteligência: penso, logo existe, Descartes
Estágios de desenvolvimento> Piaget
Projetos: diferentes faixas e diferentes níveis; não existe série e sim Projetos de grupos de alunos. O trabalho mais simples pra os alunos menores e mais complicados pra os grupo de alunos maiores.
Pesquisa
Insight solução de problemas construção de conhecimento
Professor: deve dosar o tempo d atividade (não deixar o aluno solto em observação e intervir na hora certa,Redescoberta: descobre por si mesmo. Aprender é quando se lembra do aprendido no futuro;Orientar a criança com amor e não como obrigação.
Problema aprendizagem: pensar e ver o que se quer da criança; o preparo para se ter o problema: aprendizagem cognitiva
Inativo: a criança apresenta o mundo pela ação, exerce sobre os objetos(sensório-motor, movimentos
Icônico: representa mentalmente os objetos, onde se forma a imagem, estrutura,objetos, para facilitar a decodificação elo virtual.
Simbólico: os símbolos através de expressões lingüísticas: utiliza símbolos sem necessidade de imagens.
Para Bruner, o professor não dá aula, não te aula tradicional, são encontrados comuns onde o professor facilita a aprendizagem
Ambiente: exerce influencia diminui ou acelera. O comportamento do professor reflete no do aluno.
O professor é o orientador, facilitador que procura meios pra facilitar a aprendizagem, estimula
A avaliação é individual, auto-avaliação.
Associação de Gestalt
Diferencia de Ausubel, professor é responsável pela aprendizagem do aluno. Para Brunner o aluno é responsável pela própria aprendizagem.
Ele leva o aluno a pesquisa: reflexão ocorre o insight, ele tem o feedback, através da descoberta.
Brunner não te programa fixo, e sim maleável conforme necessidade, o que é igual a Cool (PCN é um auxiliar, um meio, e não um fim).
Gestlat o professor induz o aluno a construir.
Aplicado no noturno por meio de projetos, é um ensaio de Brunner, módulos e projetos
Brunner critica Ausubel por ser sistemático o que o professor é responsável pela aprendizagem do aluno à carga maior do professor e Ausubel reponde: método de descoberta é extenso, o aluno se perde e a situação problema criada pelo professor foge do controle do professor. Os dois são cognitivista.. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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