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No Moinho - Éça de Queiroz
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Os Contos Gauchescos são uma coleção de contos que tem como ambientação no pampa gaúcho. Contado pelo envelhecido vaqueano Blau Nunes, as histórias contam de aventuras de peões e soldados. Ora protagonizadas, ora testemunhadas por Blau, as histórias narram sempre sobre o gaúcho, guerreiro, trabalhador, rústico. Nelas a linguagem é sempre um dialeto característico do interior do Rio Grande do Sul e existe um enorme respeito pelos elementos deste estilo de vida: os animais, os instrumentos, a paisagem. Existe também uma grande exaltação do espírito guerreiro do gaúcho, especialmente nas narrativas de guerra, ambientadas na maioria das vezes na Revolução Farroupilha. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Na noite de 20 para 21 de setembro de 1942, em pleno período de ocupação alemã, setenta membros da Resistência aguardam a morte nas celas do Forte de Hã, perto de Bordeaux. Pouco depois, numa manhã chuvosa, diante do pelotão de execução entoam pela última vez a Marselhesa. A vida é dura em Montillac, a despeito dos esforços de Camille, que procura compor a situação diante de Fayard, o encarregador das adegas que sonha apropiar-se das terra. Em Paris, Léa está uma vez mais em casa das senhoras de Montpleynet. Volta a encontrar o escritor Raphaël Mahl, informante da Gestapo, assim como o enigmático François Tavernier, por quem continua a sentir uma espécie de paixão agitada. Atordoa-se freqüentando restaurantes clandestinos e assiste impotente à detenção de Sarah Mulstein pela Gestapo. Sarah será torturada mas, graças à ajuda de Raphaël Mahl, conseguirá fugir. Antes de lhe darem fuga de Paris, Léa e François Tavernier a escondem na casa das senhoras de Montpleynet. Enquanto Laurent é procurado pela polícia nazi, Camille é presa. Encerrada no Forte de Hã e depois no campo de Mérignac, acaba por adoecer. De volta volta a Montillac, Léa tudo faz para libertá-la. Sem nada obter de Camille, a Gestapo acaba por soltá-la. Entre Mathias Fayard, amigo de infância que optou pela Alemanha, e os irmão Lefèvre, elementos da resistência, tal como ela mesma, Léa descobre uma triste realidade: a do horror e da tortura... O Mathias de sua adolescência morre quando a estupra em um hotel sórdido mantido por uma prostituta imunda. Em seu lugar existe agora um homem brutal que a assusta. Muitos jovens da região de Bordeaux trabalham para Gestapo. Uma atmosfera de ódio divide as pessoas. Nesse clima deprimente, Léa espera por François Tavernier, que chega, enfim, a Montillac, onde participa do almoço oferecido em homenagem a um jovem francês colaborador da Gestapo, que Laure, a ingênua irmã caçula de Léa, havia conhecido. Todos se deixam iludir; mas, à tarde, o dr. Blanchard é abatido por esse mesmo jovem. Laurent d'Argilat e François Tavernier encontram-se face a face, pela primeira vez após três anos de afastamento. De comum acordo, decidem enviar para paris as moradoras de Montillac. Os franceses recomeçaram a ler, mas as livrarias estão vazias. É a época dos jovens excêntricos, do quilo de manteiga a trezentos e cinqüenta francos e do café a mil ou dois mil francos. Os alemães recuam na frente oriental. Assaltada pelo frenesi do prazer, Léa diverte-se para não pensar nos amigos mortos ou desaparecidos. Pouco tempo depois, toma novamente o trem para Bordeaux. Raphaël Mahl, renegado pelos amigos da Gestapo, transformou-se no prisioneiro número 9793 de uma das celas do Forte de Hã. Aí, contudo, não deixa de recolher informações, sobretudo acerca da presença de pilotos ingleses não indentificados pelos alemães. Friamente, vai lhes fornecendo nomes. Certa noite, porém, o cadáver de Raphaël Mahl, horrorosamente mutilado pelos companheiros de cela, é atirado numa fossa e coberto de imundícies. François Tavernier encontra-se com Léa em Montillac, mas volta a partir quase em seguida. Léa fica só... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Saindo criança de São Luís para Lisboa, Raimundo viajava órfão de pai, um ex-comerciante português, e afastado da mãe, Domingas, uma ex-escrava do pai. Depois de anos na Europa, Raimundos volta formado para o Brasil. Passa um ano no Rio e decide voltar para São Luís para rever se tutor e tio, Manuel Pescada. Bem recebido pela família do tio, Raimundo loga desperta as atenções de sua prima Ana Rosa que, em dado momento, declara-lhe seu amor. Essa paixão correspondida, encontra, todavia, três obstáculos : o do pai, que queria a filha casada com um dos caixeiros da loja; o da avó Maria Bárbara, mulher racista e de maus bofes; o do cônego Diogo, comensal da casa e adversário natural de Raimundo. Todos os três conheciam as origens de raimundo. e o cônego Diogo era o mais empenhado em impedir a ligação, uma vez que foi responsável pela morte do pai do jovem. Foi assim : depois que Raimundo nasceu, seu pai, José Pedro da Silva, casou-se com Quitéria Inocência de Freitas Santiago, mulher branca. Suspeitando da atenção particular que José Pedro dedicava ao pequeno raimundo e à escrava Domingas, Quitéria ordena que açoitem a negra e lhe queimem as partes genitais. Desesperado, José Pedro carrega o filho e leva-o para a casa do irmão, em São Luís. De volta à fazenda, imaginando Quitéria ainda refugiada na casa da mãe, José Pedro ouve vozes em seu quarto. Invadindo-o, o fazendeiro surpreende Quitéria e o então Padre Diogo em pleno adultério. Desonrado, o pai de Raimundo mata Quitéria, tendo Diogo como testemnha. Graças à culpa do adultério e à culpa do homicídio, forma-se um pacto de cumplicidade entre ambos. Diante de mais essa desgraça, José Pedro abandona a fazenda, retira-se para a casa do irmão e adoece. Algum tempo depois, já restabelecido, josé Pedro resolve voltar à fazenda, mas, no meio do caminho, é tocaiado e morto. Por outro lado, devagarzinho, o Padre Diogo começara a insinuar-se também na casa de Manuel Pescada. Raimundo ignorava tudo isso. Em São Luís, já adulto, sua preocupação básica é a de desvendar suas origens e, por isso, insiste com o tioo e visistar a fazenda onde nascera. Durante a percursoa São Brás, raimundo começa a descobrir os primeiros dados sobre suas origens e insiste com o tio para que lhe conceda mão de Ana Rosa. Depois de várias recusas, raimundo fica sabendo que o motivo da proibiÇão devia-se à cor da sua pele. De volta à a São Luis, Raimundo muda-se da casa do tio, decide voltar para o Rio, confessa em carta a Ana Rosa seu amor, mas acaba não viajando. Apesar das proibições, Ana Rosa e ele concertam um plano de fuga. No entanto, a carta principal fora interceptada por um cúmplice do cônego Diogo, o caixeiro Dias, empregado de Manuel Pescada e forte pretendente, sempre repelido, à mão de Ana Rosa. Na hora da fuga, os namorados são surpreendidos. Arma-se o escânda=lo do qual o cônego é o grande regente. Raimundo retira-se desolado e, o abrir a porta de casa, um tiro acerta-o pelas costas. Com uma arma que lhe emprestara o cônego Diogo, o caixeiro Dias assassina o rival. Ana Rosa aborta. Entretanto, seis anos depois, vemo-la saindo de uma recepção oficial, de braço com o Sr. dias e preocupada com os "três filhinhos que ficaram em casa, a dormir". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Mais do que meros pseudônimos, outros nomes com os quais um autor assina sua obra, os heterônimos são invenções de personagens completos, que têm uma biografia própria, estilos literários diferenciados, e que produzem uma obra paralela à do seu criador. Fernando Pessoa criou várias dessas personagens. Três deles foram excelentes poetas e seus poemas estão nesta antologia, lado a lado com os que Pessoa assinava com seu próprio nome. Os estudiosos seguem discutindo por que Pessoa teria criado seus heterônimos. Seria esquizofrenia? Psicografia? Uma grande piada? Um genial jogo de marketing poético? De certo, sabemos que a genialidade de Fernando Pessoa é grande demais para caber em um só poeta. Como bem o sintetizou o seu heterônimo mais atribulado, Álvaro de Campos: "Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas, Quanto mais personalidades eu tiver, Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver, Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas, Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento, Estiver, sentir, viver, for, Mais possuirei a existência total do universo, Mais completo serei pelo espaço inteiro fora." Além disso, Fernando Pessoa viveu durante os primórdios do Modernismo, uma época em que a arte se fragmentava em várias tendências simultâneas, as chamadas Vanguardas: Futurismo, Cubismo, Expressionismo, Dadaísmo, Surrealismo e muitas outras.

A arte, no momento da explosão das inúmeras vanguardas modernistas por todo o mundo, também se dividia e se multiplicava. Fernando Pessoa, introdutor das vanguardas modernistas em Portugal, ao se dividir, levou a fragmentação da arte moderna às últimas conseqüências. Alberto Caeiro (1889 - 1915) Fernando Pessoa explicou em detalhes a "vida"de cada um de seus heterônimos. Assim apresenta a vida do mestre de todos, Alberto Caeiro: "Nasceu em Lisboa, mas viveu quase toda a sua vida no campo. Não teve profissão, nem educação quase alguma, só instrução primária; morreram-lhe cedo o pai e a mãe, e deixou-se ficar em casa, vivendo de uns pequenos rendimentos. Vivia com uma tia velha, tia avó. Morreu tuberculoso." Pessoa cria uma biografia para Caeiro que se encaixa com perfeição à sua poesia, como podemos observar nos 49 poemas da série O Guardador de Rebanhos, incluída por inteiro nesta antologia. Segundo Pessoa, foram escritos na noite de 8 de março de 1914, de um só fôlego, sem interrupções. Esse processo criativo espontâneo traduz exatamente a busca fundamental de Alberto Caeiro: completa naturalidade. "Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é. Mas porque a amo, e amo-a por isso, Porque quem ama nunca sabe o que ama Nem por que ama, nem o que é amar..." Caeiro escreve com a linguagem simples e o vocabulário limitado de um poeta camponês pouco ilustrado. Pratica o realismo sensorial, numa atitude de rejeição às elucubrações da poesia simbolista. Assim, constantemente opõe à metafísica o desejo de não pensar. Faz da oposição à reflexão a matéria básica das suas reflexões. Esse paradoxo aproxima-o da atitude zen-budista de pensar para não pensar, desejar não desejar: "Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores? A de serem verdes e copadas e de terem ramos E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, A nós, que não sabemos dar por elas. Mas que melhor metafísica que a delas, Que é a de não saber para que vivem Nem saber que o não sabem?" Caeiro coloca-se, portanto, como inimigo do misticismo, que pretende ver "mistérios" por trás de todas as coisas. Busca precisamente o contrário: ver as coisas como elas são, sem refletir sobre elas e sem atribuir a elas significados ou sentimentos humanos: "Os poetas místicos são filósofos doentes, E os filósofos são homens doidos. Porque os poetas místicos dizem que as flores sentem E dizem que as pedras têm alma E que os rios têm êxtases ao luar. Mas as flores, se sentissem, não eram flores, Eram gente; E se as pedras tivessem alma, eram coisas vivas, não eram pedras; E se os rios tivessem êxtases ao luar, Os rios seriam homens doentes." É importante lembrar que os poetas simbolistas, que antecederam Fernando Pessoa, estavam impregnados de forte misticismo, herdado da poesia romântica. Enquanto românticos e simbolistas carregavam seus poemas de religiosidade, Alberto Caeiro procura, de forma coerente e lógica, afastar-se da reflexão sobre Deus. "Pensar em Deus é desobedecer a Deus, Porque Deus quis que o não conhecêssemos, Por isso se nos não mostrou..." Seguindo esta linha de pensamento religioso, Caeiro escreve um poema muito ousado sobre o menino Jesus. No poema VIII de O Guardador de Rebanhos, destituído de santidade, Cristo é representado como uma criança normal: espontânea, levada, brincalhona e alegre. Nisso, está a religiosidade de Caeiro. Em perfeita consonância com sua busca de simplicidade e espontaneidade, Alberto Caeiro escreve versos livres (sem métrica regular) e brancos (sem rimas). Ricardo Reis (1887 - 1935?) Se Alberto Caeiro era um camponês autodidata desprovido de erudição, seu discípulo Ricardo Reis era um erudito que insistia na defesa dos valores tradicionais, tanto na literatura quanto na política. De acordo com Pessoa: "Ricardo Reis nasceu no Porto. Educado em colégio de jesuítas, é médico e vive no Brasil desde 1919, pois expatriou-se espontaneamente por ser monárquico. É latinista por educação alheia, e um semi-helenista por educação própria." Discípulo de Caeiro, Reis retoma o fascínio do mestre pela natureza pelo viés do neoclassicismo. Insiste nos clichês árcades do Locus Amoenus (local ameno) e do Carpe Diem (aproveitar o momento). Neoclássico, Reis busca o equilíbrio, a "Aurea Mediocritas" ( equilíbrio de ouro) tão prezada pelos poetas do século XVIII. A busca da espontaneidade de Caeiro transforma-se em Reis, na procura do equilíbrio contido dos clássicos. Deixa de ser uma simplicidade natural e passa a ser estudada, forjada através do intelecto: "Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim como em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive." A linguagem de Ricardo Reis é clássica. Usa um vocabulário erudito e, muito apropriadamente, seus poemas são metrificados e apresentam uma sintaxe rebuscada. Os poemas de Reis são odes, poemas líricos de tom alegre e entusiástico, cantados pelos gregos, ao som de cítaras ou flautas, em estrofes regulares e variáveis. Nelas, convida pastoras como Lídia, Neera ou Cloe para desfrutar de prazeres contemplativos e regrados: "Prazer, mas devagar, Lídia, que a sorte àqueles não é grata Que lhe das mãos arrancam. Furtivos, retiremos do horto mundo Os deprendandos pomos." As odes de Reis, como as de Píndaro, recorrem sempre aos deuses da mitologia grega. Este paganismo, de caráter erudito, afasta-se da convicção de Alberto Caeiro de que não se deve pensar em Deus. Para Ricardo Reis, os deuses estão acima de tudo e controlam o destino dos homens: "Acima da verdade estão os deuses. Nossa ciência é uma falhada cópia Da certeza com que eles Sabem que há o Universo. Álvaro de Campos (1890 - 1935?) Fernando Pessoa nos informa que Álvaro de Campos: "Nasceu em Tavira, teve uma educação vulgar de Liceu; depois foi mandado para a Escócia estudar engenharia, primeiro mecânica e depois naval. Numas férias fez a viagem ao Oriente de onde resultou o Opiário. Agora está aqui em Lisboa em inatividade." Como normalmente acontece com os poetas de carne e osso, o heterônimo Álvaro de Campos apresenta três fases distintas em sua poesia. De início é influenciado pelo decadentismo simbolista, depois pelo futurismo e por fim, amargurado, escreve poemas pessimistas e desiludidos. No poema Opiário, o engenheiro Campos, influenciado pelo simbolismo, ainda metrifica e rima. Escreve quadras, estrofes de quatro versos, de teor autobiográfico e já se apresenta amargurado e insatisfeito: "Eu fingi que estudei engenharia. Vivi na Escócia. Visitei a Irlanda. Meu coração é uma avozinha que anda Pedindo esmolas às portas da alegria." Campos em seguida envereda pelo futurismo, adotando um estilo febril, entre as máquinas e a agitação da cidade, do que resultam poemas como Ode Triunfal: "À dolorosa luz das lâmpadas elétricas da fábrica Tenho febre e escrevo. Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto, Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos." Desta fase são também a Ode Marítima e a Saudação a Walt Whitman. Homenageando o grande escritor norte-americano, Campos, além de se referir ao conhecido homossexualismo de Whitman, de que parece comungar, revela uma das mais fortes influências sobre o seu estilo: Os poemas de Álvaro de Campos são marcados pela oralidade e pela prolixidade que se espalha em versos longos, próximos da prosa. Despreza a rima ou métrica regular. Despeja seus versos em torrentes de incontrolável desabafo. A última fase do heterônimo Álvaro de Campos, em que pontifica o poema Tabacaria, apresenta um poeta amargurado, refletindo de forma pessimista e desiludida sobre a existência: "Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo." Assim como Ricardo Reis, também Álvaro de Campos confessa-se discípulo de Alberto Caeiro. Mas se Reis envereda pelo neoclassicismo ao tentar imitar o mestre, Campos se revela inquieto e frustrado por não conseguir seguir os preceitos de Caeiro. No poema que se inicia pelo verso "Mestre, meu mestre querido", dialoga com Caeiro, revelando toda sua angústia: "Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade. Meu coração não aprendeu nada. (...) A calma que tinhas, deste-ma, e foi-me inquietação." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi, 1746-1827, tentou colocar em prática e desenvolver as idéias de Rousseu sobre a educação, com seu próprio filho, depois dirigindo a que foi a primeira escola profissional para pobres de 1775 a 1780, em seguida os escritos literários defendendo a educação como fator de reforma social de 1780 a 1798 , e , finalmente, tornando-se mestre-escola aos cinqüenta anos, função que exerceu durante vinte anos.
Na obra LEONARDO E GERTRUDES , 1781, descreve a vida simples do povo rural e as grandes mudanças ali verificadas pela inteligência de Gertrudes, uma mulher simples que conquista todos os vizinhos e reforma toda a aldeia través da educação.
Na obra COMO GERTRUDES ENSINA SEUS FILHOS, procura determinas que conhecimentos e que habilidades práticas eram necessários para a criança e como deveriam ser ensinados.
Pestalozzi encara a educação naturalmente segundo o desenvolvimento das crianças, como o principal meio de reforma social. A educação consistia no desenvolvimento moral, mental e físico da natureza da criança, permitindo ao povo a superação de sua ignorância, imundície e miséria.
Os métodos propostos por Pestalozzi foram:
1. a observação ou percepção sensorial, intuição, é a base da instrução;
2. a linguagem deve estar ligada a observação ao objeto ou conteúdo;
3. a época de aprender não é a época de julgamento e critica
4. o ensino deve começar pelos elementos mais simples e proceder gradualmente de acordo com o desenvolvimento da criança, em ordem psicológica;
5. tempo suficiente para assegurar o domínio completo dele pelo aluno;
6. o ensino deve ter por alvo o desenvolvimento;
7. o mestre deve respeitar a individualidade do aluno;
8. o fim principal do ensino é desenvolver e aumentar os poderes da sua inteligência;
9. o saber deve corresponder ao poder e a aprendizagem a conquista de técnicas;
10.
11. as relações entre professor e o aluno devem,m ser baseado no amor;
12. a instrução deve ser subordinada ao fim mais elevado da Educação.
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo, veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Tamino é um jovem príncipe que está prestes a se tornar rei. Para isso, precisa passar por uma prova de sabedoria no templo do temível bruxo Sarastro, na qual terá que enfrentar muitos perigos. Perigo ainda maior é a paixão proibida por Pamina, a princesa prisioneira de Sarastro, filha da poderosa Rainha da Noite. Será que a flauta mágica ajudará Tamino a vencer tantos obstáculos? veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Paulo Ghiraldelli apresenta a pedagogia como área viva de um trabalho necessário na vida atual: as diretrizes de como a educação deve ser concretizada. Com uma linguagem clara, mostra as tendências filosóficas atuais e suas articulações com as teorias educacionais e didáticas vigentes. Cria um panorama geral, mas suficientemente minucioso, para um livro introdutório sobre como a sociedade do começo do século XXI pensa em lidar com seus jovens.

O que é Pedagogia - Coleção Primeiros Passos - Paulo Ghiraldelli Jr. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Droga da Obediência é o primeiro livro da série de personagens os Karas. Eles são um incrível grupo de adolescentes que proporcionam toda a aventura desse ótimo livro criado pelo prestigiado Pedro Bandeira." O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel - agora com seu mais novo integrante, Chumbinho - acaba se envolvendo em um perigoso enredo com a droga da obediência, uma droga maléfica que faz com que qualquer um que a experimente seja " fiel como um cãozinho". Lute junto com Miguel, o "capitão do time"; Calú, o grande ator dos Karas; Crânio, o cérebro do grupo; Chumbinho, o mais recente dos Karas (que entrou no grupo forçadamente depois de ter descoberto o esconderijo); todos os incríveis códigos secretos dos Karas; Magrí, uma ginasta e única menina do grupo, contra o misterioso doutor Q.I. e sua poderosa droga. O mundo depende dos Karas. Esse livro, muito legal, eu recomendo para quem não gosta de monotonia e sim de suspense misturado com aventura e também grandes surpresas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O fantástico mistério de Feiurinha (1986) - Editora FTD

Este livro começou a nascer sem o personagem que o intitula. Minha idéia era reviver as histórias de fadas, discutindo as grandes heroínas após do fim de suas histórias, de modo a mostrar a importância desse tipo de literatura na formação de cada um de nós. Aos poucos, porém, a personagem Feiurinha apareceu, impôs-se e... tomou o livro! Mais ou menos como o que aconteceu com o Velho Santinho em Na colméia do inferno.

De especial mesmo, eu creio que há neste livro três aspectos. Em primeiro lugar está sua estrutura, como se ele fosse um livro antes do livro, com sua organização em capítulos que vêm antes do primeiro capítulo. Em seguida, temos a fábula de Feiurinha, que eu montei com o máximo de clichês extraídos de todas as histórias da carochinha: bruxas, príncipe, transformações, heroína pobre, linda e infeliz, a idéia bíblica do Rei Salomão etc. E, por último, está a discussão da importância do leitor em relação à Literatura. Como eu disse, um livro não existe se não houver leitores para ele; um autor nada é, se não houver pessoas dispostas a ler o que ele escreve. Feiurinha é um sucesso de público e de crítica, tendo recebido o Prêmio Jabuti de 1986. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Paixão e realismo se misturam e enriquecem os contos de Eça de Queiroz. Esta aparente contradição se explica se pensarmos que Eça era um admirador da poesia romântica de Victor Hugo e que, ao mesmo tempo, tinha como seus escritores favoritos Edgar Allan Poe, Baudelaire e Flaubert. Nos seus contos Eça abusa dos adjetivos, das longas descrições, e de prosopopéias que povoam o nosso imaginário com “máquinas de escrever como uma boca alvar e desdentada”, ou sóis “sem sardas e sem rugas”. O autor desenha tristezas, amores frustrados, dramas morais de todo tipo. O contista se preocupa não só com a sonoridade do texto mas também com um bom enredo. No conto “No Moinho” o problema é relativo à construção da protagonista. A falta de coerência marca a trajetória que vai da “senhora modelo”, que vive para cuidar do marido inválido e dos filhos doentes, à mulher promíscua, que pensa em apressar a morte do marido e deixa os filhos sujos e sem comida até tarde. Toda esta transformação de caráter provocada pelo simples beijo de um primo... Apesar da variedade temática, pode-se perceber no conto de Eça uma grande preocupação com as dores humanas. Seus personagens são em geral tristes, alguns céticos, outros ingênuos, mas sempre atormentados. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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