Ser pobre é comprar sapato com numero maior para o filho e dizer:"ele tá crescendo"......

veja todos os voos de drone em

www.Zmaro.tv/Drone

 

 

Mais
acessados

Principal

Modelos de
Documento

Receitas

Resumos
de Livros

 Perguntas e Respostas
 Jurídicas

Idéias para
ficar rico

Dicas gerais

Dizem que

Ser pobre é


Memorização

Curso de Memorização

Memorização:
que dia cai?

Demais
Cursos e
apostilas


Gastronomia

carnes

bacalhau

dicas gerais

microondas

 receitas diversas

Receitas

em vídeo

tudo sobre congelamento

vinhos


Download

delivery

palpites para loteria

simulador keno (bingo)

treine digitação

ringtones de graça

Saiba quais números
mais e menos saem
na MEGASENA


Contato

Fale com o Zmaro
e/ou
PobreVirtual

Site do
Programa Zmaro

Vídeos do
Programa Zmaro
Humor inteligente
de forma descontraída...

 
Vontade de Viver - Régine Deforges
envie seus resumos e sugestões, clique aqui


Em O Uruguai Basílio da Gama faz algumas inovações: usa versos decassílabos brancos e um tema contemporâneo para um poema épico feito por dois motivos: exaltar o Marquês de Pombal e sua política, e criticar os jesuítas. No poema é narrada, apesar de ainda exaltar a natureza (que não chega a ser bucólica), a tomada de Sacramento pelos portugueses após o Tratado de Madri em 1750. No drama principal, além dos personagens jesuítas caricaturizados e do herói português que comandou a tomada, os índios Sepé (o famoso Sepé Tiaraju), Cacambo e Lindóia. Sepé morre logo no começo e depois o também guerreiro Cacambo morre. Lindóia, que era sua esposa, fica extremamente deprimida e deixa que uma cobra a pique. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Na melhor tradição romântica, Lucíola é um livro onde se debatem paixões tórridas e contraditórias. O amor que não resiste às barreiras sociais e morais. Assim é o romance da bela Lúcia, a mais rica e cobiçada cortesã do Rio de Janeiro, e Paulo, um jovem modesto e frágil. Um romance que sacode a corte e provoca um excitado burburinho na sociedade. De um lado a mulher que, sendo de todos, jurava não prender-se a nenhum homem, de outro o homem em dúvida entre o amor e o preconceito.José de Alencar utiliza este instigante argumento para descrever a enorme atração física entre um homem e uma mulher. A pena moralizadora do escritor busca a idealização espiritual da prostituta que quer se modificar e a alma pura de Paulo cuja amor arrebatador supera todas as barreiras. Lucíola é um dos mais curiosos trabalhos de José de Alencar. Há nele um clima de sensualidade constante combinado com o ardor e sofrimento, bem no clima da literatura romântica que predominava na segunda metade do século passado quando foi escrito este romance. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Pitágoras já
acreditava na magia dos números, além deles estarem intimamente conectados à natureza. Foi ele
quem revelou as principais características dos números, como por exemplo, o
número 1 – este era o início de tudo. O legado desse matemático grego vai muito
além do famoso “Teorema de Pitágoras”. A ele, devemos a criação da palavra
“filosofia” (= amor pela verdade) e “matemática” (= aquilo que é aprendido). Mario Livio demonstra detalhadamente a
importância do “Teorema de Pitágoras”, assim como a interessante afirmação de
que os babilônios já conheciam a tripla pitagória (i. e, o quadrado sobre a
hipotenusa é claramente igual em área à soma dos dois quadrados menores).
Ainda, atribui-se a Pitágoras e aos pitagóricos a descoberta das progressões
harmônicas nas notas de escala musical, por observar que os intervalos musicais
e o tom das notas correspondiam aos cumprimentos relativos das cordas que
vibravam.

O mais
interessante, é a ligação de Pitágoras com o Phi – ou Fi –. Phi é também
conhecido por “Número Áureo”, “Proporção Divina” ou “Razão Divina”.
Recentemente, tem vindo à tona todo seu potencial, tendo sido explorado em
alguns romances e filmes. Ainda assim, o Phi é menos conhecido do que o Pi.
Aliás, Phi foi assim chamado pelo matemático americano Mike Barr, em homenagem
ao famoso arquiteto grego Phidias, porquanto a “Razão Áurea” era conhecida pela
legra grega ‘tau’, que significava “o corte”. E o que é essa “Razão Áurea”?
Simplesmente esse número - cujo valor é
infinito, mas seus primeiros números são 1,618... – aparece nos mais diversos
lugares: em uma maçã cortada pela sua circunferência (as sementes estão
arrumadas em um padrão de estrelas de cinco pontas – o pentagrama. Cada um dos
cinco triângulos isóceles que formam as pontas do pentagrama tem a propriedade
de que a razão entre o comprimento de seu lado mais comprido e do mais curto (a
base) é igual à Razão Áurea); em uma
rosa; em um náutilo...

Mario Livio
afirma que a origem do Phi com os pitagóricos, tem como base o pentagrama (o
número representava a união do primeiro número feminino, 2, com o primeiro
número masculino, 3e como tal, era o número do amor e do casamento) – que tem
relação estreita com o pentágano regular. Em resumo, pode-se obter uma
progressão infinita, desenhando um pentragrama dentro de um pentágono.

Há mais
surpresas interessantíssimas, como a Seqüência de Fibonacci. Não há espaço para
explicar algo tão complexo, mas a seqüência criada por Leonardo de Pisa –
conhecido como Fibonacci – é: 1,1,2,3,5,8,13,21,34..., tendo como base a soma
dos dois números anteriores. Fibonacci descobriu essa seqüência quase por
acaso, quando propôs um probleminha de reprodução de coelhos. Logo descobriu-se
que essa seqüência está presente nos mais diversos campos – desde o crescimento
de pétalas em flores, da proporção logarítmica da concha do náutilo, até o
padrão logarítmico da formação das estrelas. Foi o matemático e astrônomo
Johannes Kepler que descobriu que a razão entre dois números de Fibonacci
consecutivos converge para a Razão Áurea.

O livro de
Mario Livio é bastante atrativo, mesmo para aqueles que não apreciam
matemática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
CORTELLA, Mário Sérgio. A Escola e o Conhecimento.

Capítulo 1 – Humanidade, Cultura e Conhecimento
Educadores trabalham o conhecimento que não pode ser reduzido à modalidade científica, estatística, religiosa e afetiva, deve levar em conta a diversidade, desigualdade que forma a obra humana coletiva. Para isso é necessário analisa o ser humano na sua realidade.

O Que Significa Ser Humano?
Para Aristóteles, o homem é um animal racional. Para Platão, era um bípede implube e para Fernando Pessoa, um cadáver adiado. É à busca da nossa identidade que leva a essas definições.
O sentido de nossa existência é um tema presente em nossa História..
Como investigar cientificamente a nossa História?
Estamos num universo iniciado com o uma explosão chamada Big Bang, dela formou-se estrelas, o sistema solar, a galáxia, os planetas, entre eles a Terra e vidas diferentes, o homem é uma delas.
Copérnico e Galileu derrubaram a certeza de sermos o centro do universo. Darwin nos remeteu a superiorização de primatas. Freud suspeitou-se da noção da alma livre.
Enfim, a ávida é o intervalo entre o nascer e o morrer.

Um Passeio Para Nossas Origens
Em conexão ao meio ambiente, nossa estrutura orgânica é débil e nos habilita para poucas vantagens naturais. Nosso planeta oferece condições especializadas, senão construíssemos nossa cultura, seriamos um numero menor na Terra.

Cultura: Mundo humano
A cultura é inerente a todos humanos e por todos realizada. Dizer que alguém não tem cultura é uma discriminação ideológica, interpretando cultura como aspecto intelectual mais refinado. Cultura é a multiplicação de produções humanas realizada coletivamente, toda ela.

Conhecimento e Valores: Fronteira e Não Neutralidade
A prioridade do ser vivo é manter-se, apoiado no conhecimento e principalmente em valores. Pois é ele que estabelece hierarquia para coisas e acontecimentos dando significado e direção a vida, além de permitir uma visão do mundo que informe nossos conhecimentos e conceitos, antecedendo nossas ações, isto é, preconceito.
Valores e conhecimentos dependem da ação humana, são relativos, aplicado a um grupo social, num lugar e tempo histórico, apesar de individuais, se constrói coletivamente. A vida social, política e a manutenção de bens e pessoas na sociedade não são neutras, porque envolve poder e quem a possuo.
São a família, Igreja e outras instituições sociais que conservam ou inovam valores e conhecimentos.
Nos precisamos de procedimentos educativos, seja ela de vivencia e espontânea (vivendo e aprendendo) e a intencional e propositada (deliberada e organizada em lugares pré-determinados).

Capítulo 2 – Conhecimento E Verdade: A Motriz da Noção Básica
Todo educador tem uma interpretação sobre o conhecimento. No entanto, as concepções pedagógicas de cada um esta em uma estrita conexão com a teoria do conhecimento, e preocupar-se em julgar se é válido ou correto (o valor da verdade), ou seja, refletir sobre a verdade é parte da teoria do conhecimento.
A verdade origina-se do julgamento de uma coerência histórica, relativo a Cultura e a Sociedade num certo momento. È necessário utilizar o pensamento platônico como situação paradigma evidenciado e articulado entre o epistemológico (certo, autêntico -latim; não esquecível, não obscurecido - grego) e o político, e demonstrar verdade como Descoberta e Construção.

Elos Históricos do Paradigma Grego
Os gregos contribuíram para o ocidente na linguagem estética, política, filosófica, cientifica, moral, religiosa, etc.

O Percurso das Indagações Filosóficas
Os agropecuaristas, numa economia de subsistência, criaram mitos com conteúdos religiosos e nem por isso desprovido de uma racionalidade. Já percebiam ser necessário aprimorar forças produtivas e fazer alterações sociais. Saber como o mundo funciona, desenvolvendo assim um pensamento metódico e sistemático, e não uma aplicação imediata, mas refletiva, era importante para se produzir teorias.
Sobre o paradigma: a disputa entre a aristocracia – dirigentes políticos de economia dominante – e comerciantes –os que almejavam o poder – resultou numa organização da sociedade que por um lado facilitou o sistema econômico e do outro agrudizava o problema o poder político. Ao concentrar recursos os proprietários crivam interdependência e aumentava-se o número de poderosos.

A Presença de Sócrates
Apesar de durante séculos não se teve certeza de sua existência real, foram os registros de Platão e Xenofonte, que na modernidade com técnicas de investigação historiográfica se pôde constatar sua existência.
Sócrates indagava sobre uma Verdade Universal, acreditava que pudéssemos ser enganados pela percepção sensorial e pelo raciocínio, por isso decide consultar os deuses, orientado então por uma inscrição que havia no Templo: “Conhece-te a ti mesmo”, o que significa que a Verdade está em cada um.

Síntese Platônica
Platão com a coordenação de Sócrates, após a sua morte, abandona a polis por dez anos para viajar a estudos de conheciento de outras formas políticas, ao voltar a Atenas fundou a Academia. Dedicou-se a elaborar uma síntese das Tendências Filosóficas para buscar a explicação da realidade como um todo e o pensamento socrático voltado para o Homem.
“Se as verdades não são matérias, são eternas e imutáveis. Ele estabelece a teoria de dois mundos: o mundo sensível que é material, mutável, finito e imperfeito e o inteligível que é imutável, imaterial, eterno e perfeito”.
“A essência de cada um de nós é a alma: a matéria é o corpo. A alma é um original presente a este mundo junto com o corpo. A alma sedo imaterial, estava imortalmente participando do mundo das verdades. Elas conhecem a verdade e se esquecem ao ganhar um corpo.
Aprender é recordar, conhecer é descobrir.
É dever do filósofo desocultar as verdades, e dos cidadãos afastar-se das cópias.

Ressonância
A herança platônica tem função influenciadora, e compõe uma teoria sistemática. Aristóteles, discípulo de Platão criou um método próprio, com influencia de que as verdades são de essência imaterial.
Na Idade Média, o poder da igreja Católica levou a Filosofia a se unir com a Teologia. Os filósofos eram padres. Só no século XI foi fundado a Primeira Universidade na Itália onde alguns leigos foram convidados a filosofar, este período se chama Escolástico.
Conhecimento é uma relação entre sujeito e objeto e a Verdade, a relação entre eles.

Capítulo 3 – A Escola e a Construção do Conhecimento
Conhecimento não é algo pronto, e sim uma produção em conexão com a História.

Relativizar: Caminho para Romper a Mitificação
Negar a compreensão das condições históricas, culturais do conhecimento ao educando acaba se reforçando a mitificação, incapacitando o de pensar. Os conhecimentos precisam de uma relativização para se configurar.
O conhecimento é fruto de uma convenção.

Intencionalidade, Erro e Pré-Ocupação
Saber pressupõe intencionalidade, o método é a ferramenta de execução, não garante exatidão, mas aproximação da verdade que depende da intencionalidade que é social e histórica. O conhecimento não é neutro, há valores embutidos.
O ensino do conhecimento científico é resultado do processo e este não estão isento de equívocos. Errar é decorrência da busca, só que não busca não erra. É através de uma pré-ocupação prévia de um assunto que se constrói o saber, porque a partir dela se instiga a pesquisa.

Encantamento, Ritualismo e Princípios
O universo do aluno e os conteúdos escolares resultam de diferentes avaliações da escola por docentes e discentes.
O comportamento infantil e do adolescente tem o lúdico e a amorosidade, assim, a sala de aula e a aula devem se compor desses elementos. Criar e recriar não só coisas prazerosas, mas tornar a aprendizagem gostosa e prazeroso.
Educadores dêem ter o universo vivencial como princípio para se atingir a meta do processo pedagógico.
Em suma, o conhecimento é relativo à sociedade e a História, não é neutro. Esse processo é marcado pelas relações de poder. O conhecimento também é político, sua transmissão, produção e reprodução no espaço educativo é decorrente de uma posição ideológica.

Capítulo 4 – Conhecimento Escolar: Epistemologia e Política
Sobre a desordem escolar está a dependência da compreensão política que tivermos da finalidade do trabalho pedagógico ou da concepção sobre a relação ente sociedade e Escola que adotamos.

A Relação Sociedade/Escolar: Alguns Apelidos Circunstanciais
Há otimismo ingênuo onde a Escola em a missão salvífica. E o Otimismo crítico, onde valoriza-se a Escola sem que caia na neutralidade e que seja útil para a transformação social. Assim a pedagogia ganha ares políticos e uma autoridade relativa.

A Construção da inovação: Inquietação Conta o Pedagocídio
A realidade, o fracasso escolar, devem ser refletidos para não se ter um pedagocídio, se não souber dar significado aos conteúdos e integrá-los, acaba-se culpando os alunos por este fracasso.
A avaliação tem que ser um modo de identificar problemas e facilidades no ensino-aprendizagem para orientar posteriormente, sem punir, evitado a reprovação. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Paixão e realismo se misturam e enriquecem os contos de Eça de Queiroz. Esta aparente contradição se explica se pensarmos que Eça era um admirador da poesia romântica de Victor Hugo e que, ao mesmo tempo, tinha como seus escritores favoritos Edgar Allan Poe, Baudelaire e Flaubert. Nos seus contos Eça abusa dos adjetivos, das longas descrições, e de prosopopéias que povoam o nosso imaginário com “máquinas de escrever como uma boca alvar e desdentada”, ou sóis “sem sardas e sem rugas”. O autor desenha tristezas, amores frustrados, dramas morais de todo tipo. O contista se preocupa não só com a sonoridade do texto mas também com um bom enredo. No conto “No Moinho” o problema é relativo à construção da protagonista. A falta de coerência marca a trajetória que vai da “senhora modelo”, que vive para cuidar do marido inválido e dos filhos doentes, à mulher promíscua, que pensa em apressar a morte do marido e deixa os filhos sujos e sem comida até tarde. Toda esta transformação de caráter provocada pelo simples beijo de um primo... Apesar da variedade temática, pode-se perceber no conto de Eça uma grande preocupação com as dores humanas. Seus personagens são em geral tristes, alguns céticos, outros ingênuos, mas sempre atormentados. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Gaúcho narra em terceira pessoa a história de um menino, Manuel Canho, que admira muito a seu pai, grande conhecedor de cavalos, que é assassinado. O filho nunca o esquece. Odeia o padrasto e, após a morte desse, busca vingar o assassinato do pai. Na execução deste projeto de vingança o gaúcho Manuel Canho vive peripécias ligadas à Guerra dos Farrapos, mais particularmente a Bento Gonçalves. Depois de vingado, Manuel apaixona-se por Catita. Durante uma viagem de Manuel, a moça deixa-se envolver por outro homem, mas, quando Manuel regressa, Catita arroja-se a seus pés, protestando-lhe o amor. Manuel afasta-se no seu cavalo, mas a moça lança-se à garupa e o livro termina com os dois cavalgando pelo pampa infinito, numa louca carreira, em meio a uma paisagem apoteótica de céu encoberto, relâmpagos cortando e ventos zunindo. No capítulo II do livro I podemos contemplar a paisagem do sul do Brasil: O gaúcho a cavalo correndo pelos pampas. Este romance, publicado em 1870, foi o primeiro da série com qual Alencar tentou um "retrato do Brasil", focalizando ambientes brasileiros afastados do bulício da corte, outras obras de Alencar regionalista são: O tronco do Ipê (interior fluminense 1871), Til (interior paulista - 1872) e o sertanejo (interior do nordeste - 1875). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O Doutor Simão Bacamarte, cientista de nomeada, monta, em Itaguaí, um hospício, a Casa Verde, onde pretende executar seus projetos científicos. Pretende separar o reino da loucura do reino do perfeito juízo, mas a confusão em que ambas se misturam acaba aborrecendo o Doutor, que, para levar a efeito a seleção dos loucos, tem que saber o que é a normalidade. Assim, qualquer desvio do que era o comportamento médio, a aparência pública, qualquer movimento interior, que diferisse da norma da maioria era objeto de internação. O hospício é a Casa do Poder, e Machado de Assis sabia disso muito antes da antipsiquiatria de Lacan e das teses de Foucould. No início, o projeto do Dr. Simão Bacamarte é bem recebido pela população de Itaguaí, mas a aprovação cessa quando o médico passa a recolher na Casa Verde, pessoas em cuja loucura a população não acredita. O barbeiro Porfírio lidera uma rebelião contra o hospício que é sufocada. Numa primeira etapa, são internados os que, embora manifestassem hábitos ou atitudes discutíveis, eram tolerados pela sociedade: os politicamente volúveis, os sem opiniões próprias, os mentirosos, os falastrões, os poetas que viviam escrevendo versos empolados, os vaidosos, etc. Para pasmo geral dos habitantes de ltaguaí, Simão Bacamarte, um dia, solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura:


os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc. A terapêutica para esses casos de loucura consistia em fazer desaparecer de seus pacientes as "virtudes", o que o Dr. Simão Bacamarte consegue com certa facilidade. Declara curados todos os loucos, solta-os todos e, reconhecendo-se como o único louco irremediável, o médico tranca-se na Casa Verde, onde morre alguns meses depois. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O elemento estrutural mais importante dessa obra é a sua organização sistematizada em dois planos e três atos: Plano do presente (1932, aproximadamente), no espaço de uma casa modesta Plano do passado (1929), no espaço de uma fazenda tradicional. Além de quebrar a linearidade que tornaria o texto e a encenação um tanto quanto monótonos, essa organização permite aos espectadores Ter acesso simultâneo aos dois instantes fundamentais da história, levando a uma comparação que foi prevista pelo autor, para assim comentar, sublinhar os fatos sobre os quais quer chamar a atenção. Dessa forma, os espectadores não podem contar nem ao menos com o refrigério da dúvida. Sabem, antecipadamente, que toda esperança é inútil. Por isso, pode-se dizer que sofrem mais que as personagens. Tempo: como todo texto conciso e de forte consciência dramática, a ação se desenvolve próxima do seu desenlace. Temos dois momentos fundamentais, o passado (1929), próximo da perda da fazenda que segue até a perda definitiva; e o da esperança de retorno com base na moratória e no resultado do processo de nulidade (1932), que se encaminha até a decisão final do juiz, com a derrota definitiva, pondo fim a toda e qualquer esperança. Espaço: há dois espaços fundamentais: a sala de uma modesta casa de cidade do interior de São Paulo e a de uma larga casa da fazenda tradicional. O espaço da fazenda não se manifesta de modo concreto e genérico, mas por meio de pequenos incidentes que perpassam pela conversa como o balaústre que está estragado, os vidros da bandeira da porta que estão pedindo troca, ou mesmo as formigas que tornaram a sair. Importante notar, que esses sinais apontam todos infalivelmente para a ameaça de morte (decadência) que paira sobre a fazenda ou, metonimicamente, sobre essa classe que ela representa, isto é, a classe dominante da época, os donos do café. Personagens: Helena, pessoa bondosa, humilde, que ama a todos de maneira bem distribuída, procurando compreender cada um e aceitá-lo com suas virtudes e seus defeitos. Como toda mulher daquele tempo é totalmente obediente ao marido. Joaquim, homem sistemático do interior, forte na aparência, mas sensível no interior. Cuida de todos os negócios, não permitindo que as mulheres se metam em atividades que julga serem apenas dos homens. Dispensa todo tipo de ajuda, por isso sofre muito quando a filha precisa costurar para sustentar a família. É preso à tradição, não aceitando as mudanças. Marcelo, filho de classe dominante, nada quer na vida, evitando qualquer esforço físico ou intelectual. Quer desfrutar dos benefícios que a posição do pai lhe proporciona, e, quando tudo desanda, refugia-se na bebida. Lucília, moça forte, de temperamento enérgico e paciente, única no conjunto familiar a estar preparada para a nova vida de sofrimento e luta pelo pão de cada dia. Orgulhosa, no entanto, não gosta de aceitar ajuda dos parentes. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1887, o volume A Relíquia substitui a literatura predominantemente de observação de Eça de Queirós para dar vazão a um veio irônico e cômico que já aparecera na novela O Mandarim. Trata-se de um volume de crítica social contra a beatice e a hipocrisia. Pode ser visto dividido em três partes. A parte principal é apresentada como reminiscências de viagens e as outras duas constituem um traçado da vivência exageradamente beata da personagem D. Maria Patrocínio das Neves; e um apanhado psicológico da hipocrisia, representada pelo sobrinho de D. Patrocínio, Teodorico Raposo, homem de tendências liberais e libertinas. Narrado em primeira pessoa, traz Teodorico, apelidado Raposão, recordando-se de uma visita que fizera à Terra Santa. Teodorico é órfão desde a infância e criado por uma endinheirada tia materna, D. Patrocínio, a titi. Faz Direito em Coimbra e freqüenta com assiduidade as rodas boêmias, mas não deixa de adular a tia, na esperança de conseguir ser seu herdeiro universal. O herdeiro mantém, portanto, duas faces, a libertina e a "beata". Depois de uma briga com a amante, parte para a Palestina, em excursão financiada pela tia. Surgem personagens interessantes como o alemão Tópsuis e o português Alpedrinha. No Egito é apresentado à inglesa Mary, com quem tem um intenso relacionamento amoroso. Ao partir para Jerusalém, Mary o presenteia com uma camisola. Teodorico compra uma imitação da coroa de Cristo para levar de relíquia à tia beata e garantir assim sua herança. Ao retornar a Portugal, o rapaz entrega o pacote em que supõe estar a camisola de Mary a uma mendiga e ao chegar em Lisboa vê-se diante da titi e sua corte eclesiástica, presenteando-as com uma série de relíquias e relatando detalhadamente a viagem. No momento de maior expectativa, entrega o pacote com a suposta relíquia da tia, é desmascarado e deserdado. Consegue um emprego, casa- se, mas aparentemente continua um oportunista, como relata em páginas finais: "E tudo isto perdera! Por quê? Porque houve um momento em que me faltou esse descarado heroísmo de afirmar..." que a camisola de Mary era a camisa de dormir de Santa Maria Madalena. Se isso ocorresse, não teria ele herdado a fortuna de titi? veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Na noite de 20 para 21 de setembro de 1942, em pleno período de ocupação alemã, setenta membros da Resistência aguardam a morte nas celas do Forte de Hã, perto de Bordeaux. Pouco depois, numa manhã chuvosa, diante do pelotão de execução entoam pela última vez a Marselhesa. A vida é dura em Montillac, a despeito dos esforços de Camille, que procura compor a situação diante de Fayard, o encarregador das adegas que sonha apropiar-se das terra. Em Paris, Léa está uma vez mais em casa das senhoras de Montpleynet. Volta a encontrar o escritor Raphaël Mahl, informante da Gestapo, assim como o enigmático François Tavernier, por quem continua a sentir uma espécie de paixão agitada. Atordoa-se freqüentando restaurantes clandestinos e assiste impotente à detenção de Sarah Mulstein pela Gestapo. Sarah será torturada mas, graças à ajuda de Raphaël Mahl, conseguirá fugir. Antes de lhe darem fuga de Paris, Léa e François Tavernier a escondem na casa das senhoras de Montpleynet. Enquanto Laurent é procurado pela polícia nazi, Camille é presa. Encerrada no Forte de Hã e depois no campo de Mérignac, acaba por adoecer. De volta volta a Montillac, Léa tudo faz para libertá-la. Sem nada obter de Camille, a Gestapo acaba por soltá-la. Entre Mathias Fayard, amigo de infância que optou pela Alemanha, e os irmão Lefèvre, elementos da resistência, tal como ela mesma, Léa descobre uma triste realidade: a do horror e da tortura... O Mathias de sua adolescência morre quando a estupra em um hotel sórdido mantido por uma prostituta imunda. Em seu lugar existe agora um homem brutal que a assusta. Muitos jovens da região de Bordeaux trabalham para Gestapo. Uma atmosfera de ódio divide as pessoas. Nesse clima deprimente, Léa espera por François Tavernier, que chega, enfim, a Montillac, onde participa do almoço oferecido em homenagem a um jovem francês colaborador da Gestapo, que Laure, a ingênua irmã caçula de Léa, havia conhecido. Todos se deixam iludir; mas, à tarde, o dr. Blanchard é abatido por esse mesmo jovem. Laurent d'Argilat e François Tavernier encontram-se face a face, pela primeira vez após três anos de afastamento. De comum acordo, decidem enviar para paris as moradoras de Montillac. Os franceses recomeçaram a ler, mas as livrarias estão vazias. É a época dos jovens excêntricos, do quilo de manteiga a trezentos e cinqüenta francos e do café a mil ou dois mil francos. Os alemães recuam na frente oriental. Assaltada pelo frenesi do prazer, Léa diverte-se para não pensar nos amigos mortos ou desaparecidos. Pouco tempo depois, toma novamente o trem para Bordeaux. Raphaël Mahl, renegado pelos amigos da Gestapo, transformou-se no prisioneiro número 9793 de uma das celas do Forte de Hã. Aí, contudo, não deixa de recolher informações, sobretudo acerca da presença de pilotos ingleses não indentificados pelos alemães. Friamente, vai lhes fornecendo nomes. Certa noite, porém, o cadáver de Raphaël Mahl, horrorosamente mutilado pelos companheiros de cela, é atirado numa fossa e coberto de imundícies. François Tavernier encontra-se com Léa em Montillac, mas volta a partir quase em seguida. Léa fica só... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


Ajude o Zmaro!

Se for comprar algo no banggood, conferta o link e ajude o Zmaro

Dependendo do que você esta comprando, fazendo isto, ainda posso conseguir um cupom de desconto pra você

Acesse www.Zmaro.tv/bg para saber mais

Clique abaixo para ver um pouco do Programa Zmaro
Humor inteligente de forma descontraída...

 

De grão em grão a galinha enche o bico!!!
Contribua com o PobreVirtual e Programa Zmaro. Curta, comente e compartilhe o Programa Zmaro nas suas redes sociais.
Envie seus resumos, receitas, dicas, provérbios e o que mais tiver para comaprtilhar no PobreVirtual e no Programa Zmaro. Basta acessar
www.pobrevirtual.com.br/fale
Ou se preferir você pode contribuir financeiramente depositanto qualquer valor em qualquer lotérica (Caixa Econômica Federal): agência 1998, operação 013, Poupança número 8155-0, ou veja outros meios em www.Zmaro.tv/doe 
Livros e cursos são caros, me ajude a aprender novas linguagens para lhe ensinar melhor e incrementar este site com várias novidades. Quando você passar em frente a uma lotérica, lembre-se que existe alguém que precisa muito desta(s) moedinha(s), ponha a mão no bolso e perca alguns segundos do seu tempo e faça um depósito. Pegue aquela moedinha que vai acabar caindo do seu bolso e dê um bom destino a ela.