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ABRANCHES, Mônica. Colegiado Escolar : Es
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Romance publicado em 1980, Camilo Mortágua representa, na obra de Josué Guimarães,a culminância de uma trajetória e, ao mesmo tempo, o retrospecto dos resultados alcançados. A incorporação do trajeto histórico do Estado coincide com a evolução da intriga, sobretudo com a biografia do herói que dá nome à obra. Nascido ao final do século 19, o protagonista vem a falecer na primeira semana de abril de 1964. Com isto, o autor introduz no fluxo narrativa setenta anos da história sul-rio-grandense; e, ainda que a família Mortágua, indiferente passe ao largo dos fenômenos externos, emergem ao fundo as notícias relativas às guerras européias, revoluções brasileiras, o suicídio de Vargas, enfim, os fatos mais marcantes do século 20, misturados a trivialidades domésticas, mudanças nas modas, novos costumes, etc. Assim sendo, se a história não é o eixo que suporta o transcurso dos acontecimentos, ela ali está, e sua fusão a fatos miúdos do cotidiano, porém igualmente relevantes segundo o modus vivendi dos Mortágua, reforça a evidência de que o alheamento crescente desses significa seu paulatino deslocamento do poder - econômico e social. Os setenta anos ocupados pela biografia de Camilo correspondem ao processo de desagregação da classe dominante sulina de extração rural.

Transferidos para um centro urbano mais desenvolvido, a dilapidação das propriedades dos Mortágua deve-se, de um lado,, à sua leviandade e falta de tino gerencial; em outras palavras, decorre de sua incapacidade de adaptação ao novo cenário, em que avulta a mentalidade empresarial burguesa. De outro lado, são os acontecimentos históricos que empurram o País na direção da atividade mercantil e industrial e isto, a família, envolvida com seus amores e culpas, doenças e mortes sucessivas, não pode alcançar e compreender. O romance se enxerta à temática da decadência. Camilo Mortágua, o protagonista, revê a história de sua vida ao ir ao cinema. Na tela, em vez de Cleópatra, a Rainha de César, o filme mostra a trajetória da decadência da família de Camilo. Eis o recurso narrativo utilizado pelo escritor. Como contexto histórico, Josué utiliza os sofridos acontecimentos do golpe de 64. A história se passa em Porto Alegre, recuperando o bairro da Azenha, a avenida Independência, o parque Farroupilha, a avenida Osvaldo Aranha, a avenida João Pessoa, a Faculdade de Direito, a Santa Casa de Misericórdia, a Igreja da Conceição, etc. Nascido ao final do século XIX, Camilo Mortágua morre na primeira semana de abril de 1964, fornecendo as coordenadas temporais que facultam a introdução, no fluxo narrativo, de setenta anos da história sulina. Os setenta anos de Camilo assentam-se numa seqüência narrativa dividida entre a moldura - os cinco primeiros dias do mês de abril de 1964, durante os quais ocorrem simultaneamente o golpe político e militar contra o governo constituído e a revisão da biografia de Camilo - e a intriga propriamente dita. Esta apresenta cronologicamente a vida do herói, cindida em três fases: a infância e juventude, quando a família vive seu apogeu irresponsável, na primeira quadra do século; a maturidade, durante a qual ele restaura o poderio econômico do clã através da incursão no comércio e indústria porto-alegrenses; a velhice, quando ocorre a decadência final, já na segunda metade do século. Estes setenta anos, que explicitam os temas descritos, mostram-se, no decorrer do relato, embutidos em três noites, de modo que, na rapidez do écran, Camilo assiste à sucessiva e galopante desagregação de sua existência e de sua família, o que culmina numa morte inglória e quase anônima, na escuridão de um cinema de bairro. Em outras palavras, todo o largo espectro da vida do herói cabe inteiramente na semana de abril, durante a qual se dão o golpe militar e a consolidação, no poder público, de seus líderes. Camilo, mais uma vez, mantém-se alheio ao evento histórico, mas isso não significa que não faça a parte dele. Pelo contrário, como se encaixa em seu começo, acaba por imprimir-se neste princípio, vindo a demonstrar como o movimento serviu para reavivar seres como ele, para a seguir, acelerar seu passamento. Este fato é que dá sentido à moldura do romance, sem o qual não se faria a transferência para o presente, assinalado este pela continuidade dos acontecimentos desencadeados na semana em que é morto o protagonista. Situando a narrativa no período crucial em que se inaugura uma nova época da história nacional, o escritor o traduz como um rito de passagem, que exige, para sua efetivação, um ato propiciatório - a morte de Camilo. Por isso, condensa nele toda uma aventura humana fadada ao sacrifício e revela a oportunidade de sua consumação. Nesta medida, se o livro se propõe a reconstituir um passado para diagnosticar a deterioração gradual de um grupo que exerceu um domínio inquestionável no Sul, ajustando as peculiaridades do romance histórico à inclinação temática da produção literária de Josué Guimarães, ele ainda se projeta para a atualidade do leitor, lançando-lhe a indagação, sempre relevante, a respeito da permanência ou modificação das circunstâncias que suscitaram a imolação de Camilo Mortágua, no momento em que nada mais tinha a oferecer à existência. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro "Cuidado, Escola!", lançado em 1980 pela editora brasiliense, 32º edição sob a autoria da equipe componete do IDAC ( Instituto de Ação Cultural), Babete Harrper, Claudius Ceccon, Miguel Darcy de Oliveira e Rosiska Darcy de Oliveira, apresentado pelo grande escritor pernambucano Paulo Freire, traz um estudo crítico sobre a educação desde sua origem até sua sistematização com surgimento das instituições de ensino. É com uma linguagem acessível e criativas ilustrações que o studo crítico busca refletir sobre o processo educativo, abordando temáticas como a crise escolar, a origem da escola atual, o seu funcionemento, as desigualdades sócio-culturais que envolvel o processo de ensino-aprendizagem, as alternativa pedagógicas e um questionamento sobre a origem dos problemas que envolvem o sitema educacional veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Poder-se-ia afirmar que esta obra é a continuação de seu primeiro livro, Um Quarto de Légua em Quadro. Com efeito, as personagens são descendentes dos primeiros portugueses que por aqui aportaram a partir da primeira metade do século XVIII. Os fatos ocorrem nas proximidades de Viamão. A narrativa inicia com o casamento do sargento Miguel de Azevedo Beirão, fazendeiro da Lagoa dos Patos, com Dona Camila. Na noite de núpcias, Miguel descobre que Camila não era virgem. Pede às autoridades eclesiásticas a anulação do casamento. Quando o sacristão Bernardo leva uma intimação a Camila, para que fique enclausurada na própria casa enquanto correr o processo de anulação das bodas, esta pratica uma aventura sexual com o sacristão, a fim de se vingar do marido. Bernardo apaixona-se pela senhora que, ao se aproximar do padre Ramiro, é tocada pelo amor deste. O padre, por sua vez, entra num dilema: corresponde ao amor de Camila ou se mantém fiel ao celibato? Enquanto isso, o sacristão fica possesso por um ódio surdo ao padre Ramiro. Configuram-se, ao mesmo tempo, o triângulo amoroso do romance romântico e a angústia barroca que se apodera do pároco. O final trágico, pois, numa manhã, na véspera da celebração religiosa, Bernardo passa a perseguir o sacerdote Ramiro campanário acima. No alto da torre Bernardo acerta um golpe com o turíbulo na cabeça do padre, que morre imediatamente. A seguir, desequilibra-se da torre, vindo a morrer sobre as pedras. A obra relata as dificuldades, os preconceitos e o abandono a que foram submetidos os imigrante portugueses que vieram desbravar as paragens da Província de São Pedro do Rio Grande. Em Manhã Transfigurada:

· A narrativa é ambientada em Viamão, no século passado, o que nos remete a uma característica da obra de Assis Brasil: a pesquisa histórica.

· A novela é centrada na personagem Camila, e através de sua trajetória podemos perceber a condição de submissão a que a mulher estava exposta na época.

· No início do relato, Laurinda apronta o vestido que Camila usará para ir à igreja, logo, o caso Camila com Bernardo já ocorreu, assim como o clima de sedução que se estabelece entre Camila e o padre Ramiro. Isto caracteriza a quebra da linearidade. Somente após este início, um flash back nos esclarece o adultério que ocorre envolvendo Camila e Bernardo e a atmosfera que se cria entre o padre e a mulher.

· Quando Camila seduz Bernardo, está tentando afirmar-se como mulher, desejada, capaz de atrair um homem, uma vez que a rejeição do esposo a deprimira muito. Já o Padre Ramiro desperta na moça o que ela acredita ser o verdadeiro amor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A História gira em torno da vida de Rubião, amigo e enfermeiro particular do filósofo Quincas Borba (maruja em "MP de BC"-1881). Quincas Borba vivia em Barbacena e era muito rico, e ao morrer deixa ao amigo toda a sua fortuna herdada de seu último parente.Trocando a pacata vida provinciana pela agitação da corte, Rubião muda-se para o Rio de Janeiro, após a morte de seu amigo, causado por infecção pulmonar.Leva consigo o cão, também chamado de Quincas Borba, que pertencera ao filósofo e do qual deveria cuidar sob a pena de perder a herança.Durante a viagem de trem para o Rio de Janeiro, Rubião conhece o casal Sofia e Palha, que logo percebem estar diante de um rico e engenuo provinciano.Atraído pela amabilidade do casal e, sobretudo, pela beleza de Sofia, Rubião passa freqüentar a casa deles, confiando cegamente no novo amigo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora; Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 17.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2000.

POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE
São vários os fatores que dificultam a superação da prática tradicional, como: a crença que a manutenção da avaliação classificatória garante ensino de qualidade, resistência das escolas em mudar por causa da possibilidade de cancelar matriculas, a crença que escolas tradicionais são mais exigentes.
Sobre a avaliação tradicional, ela legitima uma escola elitista, alicerçada no capitalismo e que mantém uma concepção elitista do aluno.
Entretanto, uma escola de qualidade se da conta de que todas as crianças devem ser concebidas sua realidade concreta considerando toda a pluralidade de seu jeito de viver. Deve se preocupar com o acesso de todos, promovendo-os como cidadãos participantes nessa sociedade.
O desenvolvimento máximo possível do ser humano depende de muitas coisas além das da escola tradicional como memorizar, notas altas, obediência e passividade, depende da aprendizagem, da compreensão, dos questionamentos, da participação.
O sentido da avaliação na escola, seja ela qual for a proposta pedagógica, como a de não aprovação não pode ser entendida como uma proposta de não avaliação, de aprovação automática. Ela tem que ser analisada num processo amplo, na observação do professor em entender suas falas, argumentos, perguntas debates, nos desafios em busca de alternativas e conquistas de autonomia.
A ação mediadora é uma postura construtivista em educação, onde a relação dialógica, de troca discussões, provocações dos alunos, possibilita entendimento progressivo entre professor/aluno.
O conhecimento dos alunos é adquirido com a interação com o meio em que vive e as condições deste meio, vivências, objetos e situações ultrapassam os estágios de desenvolvimento e estabelecem relações mais complexas e abstratas, de forma evolutiva a partir de uma maturação. O meio pode acelerar ou retardar esse processo. Compreender essa evolução é assumir compromisso diante as diferenças individuais dos alunos.
Quanto ao erro, na concepção mediadora da avaliação, a correção de tarefas é um elemento positivo a se trabalhar numa continuidade de ações desenvolvidas. O momento da correção passa a existir como momento de reflexão sobre as hipóteses construídas pelo aluno, não por serem certas ou erradas, problematizando o dialogo, trocando idéias. Os erros construtivos caracterizam-se por sua perspectiva lógico-matemática.
A avaliação mediadora possibilita investigar, mediar, aproximar hipóteses aos alunos e provocá-los em seguida; perceber pontos de vistas para construir um caminho comum para o conhecimento científico aprofundamento teórico e domínio do professor. Pressupõe uma análise qualitativa, uma avaliação não de produto, mas do processo, se dá constantemente através de cadernos, observações do dia a dia, é teórica usa-se registros.
A avaliação mediadora passa por três princípios: a de investigação precoce (o professor faz provocações intelectuais significativas), a de provisoriedade (sem fazer juízos do aluno), e o da complementaridade (complementa respostas velhas a um novo entendimento). Cabe ao pesquisador descobrir o mundo, mas cabe ao avaliador torná-lo melhor.
A mediação se dá relacionando experiências passadas às futuras, relacionado propostas de aprendizagens a estruturas cognitivas do educando, organizando experiências, refletivo sobre o estudo, com participação ativa na solução de problemas com a apreciação de valores e diferenças individuais. O educador toma consciência do estudante no alcance de metas individuais, promovendo interações a partir da curiosidade intelectual, originalidade, criatividade, confrontações. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance começa com o retorno de Carlos Melo ao Engenho Santa Rosa, dez anos após deixá-lo como menino. Carlos volta formado em Direito e passa a viver melancolicamente: a saudade dos tempos de infância associada à decadência do avô José Paulino. Chega ao engenho Maria Alice , mulher de um parente pobre. Tornam-se amantes. Chega o marido e Maria Alice esquece o amante. Carlos passa a viver ensimesmado , ao mesmo tempo em que a sorte do bangüê declina , ameaçado pela Usina São Felix, cujos proprietários querem as terras do Santa Rosa. Com a morte do avô, Carlos luta desesperadamente para salvar o engenho, cedendo, porém. O engenho Santa Rosa é engolido pela usina. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Manuel de Bandeira começou a se interessar por poesias e versos desde criança. Foi influenciado pelo pai, Bandeira gostava de ler as poesias que vinham nos jornais, declamar para si mesmo, os episódios de "Os Lusíadas". Seu amigo Souza da Silveira teve grande importância na sua vida, que voltava-se cada vez mais à poesia. Mas seu pai queira que ele fosse arquiteto. Manuel bandeira vai para São paulo estudar arquitetura, mas adoece e é obrigado a bandonar os estudos ( 1913), pois vai para a Suíça, se tatar da tuberculose. Lá conhece Paul Eugéne Grendel, que tornou-se um grande poeta. O outro amigo de Manuel não resistiu à tuberculose, o Charles Picker. Manuel foi influenciado por inúmeras obras literárias, principalmente a de Musset, Vehaerem, Villon, Linou e Heina. Chegou a escrever ao Eugênio de Castro pedindo recomendação ao seu editor, mas não obteve resposta. A sua primeira obra foi publicada no Brasil, e se chamava "A cinza das Horas". Seu segundo livro foi "Carnaval", que possuía o soneto "Sapos". Em 1920, quando seu pai faleceu, foi morar na Rua do Curvelo, tendo que enfrentar a pobreza. Lá escreveu outros livros: "O ritmo dissoluto", "Libertinagem", quase toda a "A estrela da manhã" e "Crônicas da província do Brasil".

Seu amigo e poeta Ribeiro Couto, teve grande importância na sua vida literária, pelo qual tomou contato com a nova geração literária do RJ e SP. No movimento Modernista, Graça Aranha era visto como o líder do movimento. mas Bandeira e Mário Andrade nunca conseguiram impor a verdade, a de que nunca foram discípulos de Graça Aranha. Chegou a se ser um dos integrantes da Academia de Letras, ao lado de Souza da Silveira, Carlos Drummond de Andrade, José Lins e outros. Foi professor de literatura no colégio Pedro em 1938. Em 1948 publica o livro "Máfia do Malungo". Quando ficou doente, aos 18 anos, esperava a morte e vivia provisóriamente, amargurado pela idéia de morrer sem ter feio nada. essa inutilidade só foi dissipada, quando percebeu que seus versos tinham importância para os outros. Passou a se sentir em paz e pronto para seu destino, podendo a morte vir, a mesma que esperava desde os 18 anos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A) Narrado na primeira pessoa, por João Valério. A ação desenvolve-se em Palmeira dos Índios. João Valério, o personagem principal, introvertido e fantasioso, apaixona-se por Luisa, mulher de Adrião, dono da firma comercial, onde trabalha. O caso amoroso é denunciado por uma carta anônima, levando o marido traido ao suicídio. Arrependido, e arrefecidos os sentimentos, João Valério afasta-se de Luisa, continuando, porém como sócio da firma. O título do Livro, Caetés, é a aproximação que faz o Autor com selvagem caeté, devorando o Bispo Sardinha (1602-1656) numa correspondência simbólica com a antropofagia de João Valério "devorando" Adrião, o rival. João Valério, é ao mesmo tempo, homem e selvagem: "Não ser selvagem! Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora? Quatrocentos anos de civilização, outras raças, outros costumes. É eu disse que não sabia o que se passava na alma de um caeté! Provavelmente o que se passa na minha com algumas diferenças." B) APRECIAÇÃO B1) Caetés dá a impressão , quanto ao estilo e análise, de deliberado preâmbulo; um exercício de técnica literária mediante o qual pôde aparelhar-se para os grandes livros posteriores. Publicado em pleno surto nordestino (1933),contrasta com os livros talentosos e apressados de então pelo cuidado da escrita e o equilíbrio do plano.

Dá idéia de temporão, de livro nascido aos dez meses, espiritualmente vinculado ao galho já cedido do pós-naturalismo, cujo medíocre fastígio foi depois de Machado de Assis e antes de 1930 . Nele, vemos aplicadas as melhores receitas da ficção realista tradicional, quer na estrutura literária , quer na concepção da vida. APRECIAÇÃO B2) A atmosfera geral do livro se liga também à lição pós- naturalista, onde encontramos a celebração dos aspectos mais banais e intencionalmente anti- heróicos do quotidiano. A intenção do autor parece Ter sido horizontalizar ao máximo a vida dos personagens, as relações que mantém uns com os outros. Exceto o narrador, João Valério, os demais são delineados por meio de aspectos exteriores, em que se vão progressivamente revelando. O autor não apenas procura conhecê-los através do comportamento , como se revela amador pitoresco da morfologia corporal, definindo-lhe o modo de ser em ligação estreita às características somáticas: fisionomia, tiques, mãos, papada de um olho esbugalhado de outro, barbicha de um terceiro. Apresenta-os por esta edição de pequenos sinais externos, completando-os aos poucos no decorrer do livro, não sem alguma confusão, que requer esforço do leitor para identificar os nomes chamados à baila. E assim vemos de que modo a minúcia descritiva do naturalismo colide neste livro com uma qualidade que se tornará clara nas obras posteriores: a discrição e a tendência à elipse psicológica, cujo correlativo formal é a contenção e a síntese do estilo. "Com a pena irresoluta, muito tempo contemplei destroços flutuantes. Eu tinha confiado naquele naufrágio, idealizara um grande naufrágio cheio de adjetivos enérgicos, e por fim me aparecia um pequenino naufrágio inexpressivo, um naufrágio reles. E outro: dezoito linhas de letra espichada, com emendas." A vocação para a brevidade e o essencial aparece aqui na busca do efeito máximo por meio dos recursos mínimos, que terá em São Bernardo a expressão mais alta. E se Caetés ainda não tem a sua prosa áspera, já possui sem dúvida a parcimônia de vocábulos, a brevidade dos períodos, devidos à busca do necessário, ao desencanto seco e humor algo cortante, que se reúnem para definir o perfil literário do autor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1919, pela Revista do Brasil, este segundo livro de Lobato levava o subtítulo " Contos e Impressões " e reunia trabalhos bastante antigos , alguns do tempo de estudante de Lobato. Em edições subsequentes, novo textos acrescentaram-se à obra. O título do livro é tomado de um texto de 1906. Numa espécie de crônica ou ensaio, num tom entre irônico e saudosista, Lobato delineia o espaço de sua obra: o norte paulista do vale do Paraíba, "onde tudo foi e nada é: Não se conjugam verbos no presente. Tudo é pretérito. "(...) cidades moribundas arrastam um viver decrépito. Gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas de dantes". É , portanto num cenário de decadência representado por ruas ermas , casarões em ruínas e armazéns desertos, que o livro introduz o leitor, fazendo-o acompanhar de um ponto de vista irônico figuras igualmente decadentes de homens e mulheres. Cabelos Compridos e o Espião Alemão são os dois contos mais conhecidos do livro. Os contos de Cidades Mortas entremeiam-se com digressões, como a aguda crítica aos ficcionistas românticos (Alencar, Macedo, Bernardo Guimarães) , que transcrevemos: "No concerto de nossos romancistas, onde Alencar é o Piano querido das moças e Macedo a Sensaboria relambória dum flautim piegas, Bernardo é a sanfona. Lê-lo é ir para o mato , para a roça- mas uma roça adjetivada por menina de caudalosos, as matas virentes, os píncaros altíssimos, os sabiás sonoros , as rolinhas meigas.

Bernardo descreve a natureza como qualificativos surrados do mau contador. Não existe nele o vinco enérgico de impressão pessoal. Vinte vergéis que descreva são vinte perfeitas invariáveis amenidades. Nossas desajeitadíssimas caipiras são sempre lindas morenas cor de jambo. Bernardo falsifica o nosso mato. Onde toda gente vê carrapatos , pernilongos espinhos, Bernardo aponta doçuras insetos maviosos, flores olentes. Bernardo mente." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
ABRANCHES, Mônica. Colegiado Escolar : Espaço de Participação da comunidade. São Paulo: Cortez, 2003. Capitulo 1 a 4 e conclusões.

Resumo:
Capítulo 1 - Democratizando as relações sociais na educação: participação e descentralização.
Os anos 80 são marcados com abertura política, redemocratização das relações sociais e políticas, debates sobre universalização de direitos, descentralizações, participações e cidadania.
A constituição de 1988 reformula o Estado, distribuindo competências entre os poderes centrais, regionais e locais. Há uma descentralização do poder, ou seja, uma transferência de autoridade legal e política. A descentralização governamental desloca do poder federal para outras esferas até mesmo para a sociedade civil, e a participação dos cidadãos nas decisões políticas passa a ser um fato.
A regionalização consiste na transferência de serviços federais para estados e municípios. A estadualização é a designação de poderes para os estado e a municipalização, o fortalecimento dos municípios, articulado de varias forças do município e a sociedade civil. Estes dois últimos aprimoram a descentralização.
A descentralização tem o objetivo de aproximar os cidadãos e instituições publicas,. Implica a existência de pluralismo, ação compartilhada Estado/sociedade/produção-de-bens/serviços pública. Isso só é possível quando existe autonomia local emanado na coletividade e não no Estado.
Os problemas da educação passam pelos projetos educacionais e são ligados a crise do Estado.
As soluções passam a ser a participação social nos processos educacionais públicos.
Pacheco, 1995, diz que a crise do ensino público deve-se a atuação do Estado, sistema desarticulado e gigante, sua estrutura burocrática que transforma rede de ensino em organizações complexas e não solucionam diretamente os problemas, além disso, falta transparência orçamentária.
Para Cassassus, 1990, esta descentralização debilita focos de poder e fortalece o Estado.
Para Abranches, a participação dos civis para repensar a atuação e induzir mudanças numa nova cultura política popular estabelece convívio socializando o político. Os conflitos geram trocas de informações e experiências, novos espaços públicos, aprendizagem política, tomadas de conhecimentos dos problemas políticos governamentais, políticos, os conflitos entre poder e sociedade civil das demandas comunitárias, forma a identidade coletiva necessária à participação social e a democracia.
A participação da comunidade, a chamada de administração colegiada na escola pública é vista como:
Para Hannah Arendt, a escola um espaço público, lugar de ação e de liberdade, onde cada indivíduo ganha sentido na construção de um mundo comum. Deve se refletir, sobre o paradigma,que no mesmo momento, o mundo moderno, há uma dissolução do espaço público, de uma sociedade despolitizada onde impera o individualismo, interrupção da comunicação dos indivíduos da formação de opiniões e conflitos, perde-se a liberdade.
A escola deve ser o lugar da visibilidade onde cada um pode ser reconhecido e apreendido, o diálogo deve possibilitar construir interações políticas.A ação do homem, livres e iguais,produzindo eventos e fatos no espaço político, de poder falar, tomar iniciativas, provocar reações, a preocupação não com o Eu mas com o mundo.

Capitulo IV gerir a educação: um aprendizado para a Comunidade
O estudo de atas de colegiados de escolas publicas de Minas Gerais.
1 – Descentralização da escola e implantação dos órgãos colegiados.
A descentralização percorre níveis de decisões:
- financeiras, com a implantação do Caixa Escolar, contribuição mensal dos pais, uso dos dinheiros e prestações de contas.
- Administrativos: eleição e composição do colegiado, infra-estrutura escolar, parcerias externas da escola, definição do calendário escolar, orçamento e organização de eventos e festas.
-pedagógico: apresentação e aproveitamento de projetos educacionais, resolução de problemas entre professores, alunos e pais; elaboração do Projeto Político Pedagógico.
Os pais ainda não se organizam para utilizar o espaço escolar, as questões pedagógicas são monopolizadas por professores e diretores. A participação se restringe a distribuição e recolhimento de questionários a comunidade. É preciso sua participação para unir com professores e revestirem os casos de conflitos, corporativismo que há na escola. Sentem-se inibidos e inferiorizados perante os professores gerando comodismo e conformismo. O grupo da comunidade compreende a descentralização e oportunidade de conhecer o processo escolar como espaço de reivindicações, democratizada. Dividir responsabilidades permite que os pais se solidarize-se co o corpo docente. Este poder pode se tornar negativo se mal aproveitado.
Falta alcançar o espírito democrático, concretizar o sentimento de coletividade e autonomia. O espaço já esta implantado.
As decisões colegiadas não deve ser só tarefas burocráticas e organizadas de eventos. Hannah Arent: o colegiado é um simulado do espaço publico, pois permite ações coletivas.

2- Participação da comunidade nas decisões da escola
Apesar de participarem de decisões, reuniões, reivindicações, poucos são os pais mencionados nas atas. Eles são ativos em resoluções concretas como levantamento de doações, compra de matérias, mutirão, etc. alguns atribuem a si a falta de conhecimento e capacidade para debater.
A comunidade deve reconhecer que sua participação está associada a conquista de direitos e devem assumir deveres. A consolidação dessa participação está vinculada a construção coletiva onde presença e compromisso sejam atitudes constantes.
Falta de informação, tempo e desinteresse, além de fatores ideológicos influenciam a participação. O pensar e agir das pessoas facilita ou dificulta a participação de outros.

3- do aprendizado político adquirido na experiência colegiado propicia um aprendizado político onde os indivíduos entram em contato com a estrutura burocrática do poder público, dinâmicas e estratégias da atuação nas políticas sociais. A representatividade gera responsabilidade em prol de um grupo. Os pais acabam criando instrumentos para informar a comunidade para assegurar e conhecer decisões tomadas. O espaço público e a participação nas questões coletivas imprime um pensar em conjunto em prol do bem estar coletivo. É o reconhecimento da responsabilidade dos indivíduos pelo mundo.

Conclusões – analisar os resultados e criar possibilidades
O objetivo da obra consiste em possibilitar um aprendizado político, a comunidade, na escola e consolidar o colegiado. A representatividade e o comprometimento com o coletivo levam os atores a se informar e a se politizar.
Sobre a comunidade, esta deve ser integrar, opinar sobre os problemas e soluções do ensino. É uma ação política. Estabelece uma prática de autonomia e criatividade, caminhando para a democratização e a socialização do poder.
A municipalização democratiza a educação por estar perto da comunidade. O colegiado garante que a escola seja para sua clientela e para a comunidade. Ele cria políticas de atuação sobre orçamento, pessoal, programas escolares, parcerias e convênios externos a escola.
O espaço público concretizado, os indivíduos envolvidos nos colegiados estabelecem uma dinâmica de participação, para as classes populares. Essa passagem se relaciona com democracia e a ruptura dos mecanismos de dominação política do Estado.
Aqui pode nascer o embrião de uma nova geração de atores sociais participantes coletivos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e democrática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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