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Resenha sobre o conto Cidades Mortas de Monteiro Lobato
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O Valente espadachim e romântico poeta Cyrano de Bergerac não é fruto da imaginação criativa de Edmond Rostand : Saviniano Hércules Cyrano de Bergerac nasceu em Paris em 1619. Aos 19 anos abraça a carreira militar, tornando-se cadete da Guarda de Paris. Participa de várias batalhas, inclusive do cerco de Arras , onde recebe forte golpe na garganta, o que encerra sua vida militar. Em 1653, passa a trabalhar na casa do duque de Arpajon, instalando-se no palácio de Marais, onde é ferido na cabeça devido à queda de um pedaço de madeira do teto. Em 1655, pressentindo a morte, vai para a casa de uma prima- a baronesa de Neuvillette-, vindo a falecer cinco dias depois. Cyrano talvez não tenha tido a coragem, o heroísmo e a nobreza do personagem de Rostand. Mas era um homem polêmico e dedicado à cultura. Foi escritor, teatrólogo, filósofo, ensaísta, comediante e boêmio. E parece que tinha realmente um enorme nariz, motivo de zombarias que o levavam a bater-se em duelo com muita freqüência. Sua obra é pouco expressiva, mas curiosa. Escreveu um volume de Cartas, muitas contendo ataques vigorosos a personalidades da época; uma comédia, Le pédant joué, onde critica seus antigos chefes militares; uma tragédia. A morte de Agripina, citada na peça de Rostand; e uma obra audaciosa, chamada O outro mundo. Muitos dos fatos e personagens incluídos em Cyrano de Bergerac são verídicos, como a batalha de Arras e o inimigo Montfleury.

O famoso escritor Moliér foi realmente contemporâneo de Cyrano, e parece Ter sofrido alguma influência dele ( na peça , é acusado de plagiá-lo). Rostand cita também personagens de outros autores do século XVII, como por exemplo D'Artagnan, o conhecido herói da obra Os três mosqueteiros, de Alexandre Dumas. Quanto a Roxana, teria sido a prima que acolheu Curano pouco antes de sua morte. Não se sabe , porém, se a devotada paixão do célebre narigudo era real, nem tão intensa. Na peça , a jovem aparece como uma "preciosa", uma típica mulher da sociedade parisiense de meados do século XVII, que frequentava salões mundanos, usando linguagem rebuscada e artificial. Embora Molière as tenha satirizado em sua peça As Preciosas ridículas, Rostand não apresenta uma Roxana caricatural, apesar de ela se mostrar um tanto frívola e fascinada pela literatura empolada de Cyrano. Cyrano de Bergerac foi representada em inúmeros paises. No Brasil foi traduzida em 1907 por Carlos Porto Carreiro, cujo trabalho admirável é uma verdadeira proeza de habilidade lingüística. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
"Em 1578, o rei D. Sebastião desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir. Não tendo deixado herdeiros, houve uma longa disputa pela sucessão. Entre os pre- tendentes estava Filipe, rei da Espanha, que anexou Portugal ao seu império em 1580. 0 domínio espanhol duraria sessenta anos (1580 a 1640). Criou-se nesse período o mito popular do "Sebastianismo", segundo o qual D. Sebastião, to, retornaria para reerguer o império português. Entre os nobres desaparecidos em Alcácer-Quibir estava D. João de Portugal, marido de Madalena de Vilhena. Tendo esperado durante sete anos o retorno do marido, Madalena acabou contraindo segundas núpcias com Manuel de Sousa Coutinho. Entretanto, vivia angustiada com a possibilidade de que o primeiro marido estivesse ainda vivo. Suas angústias eram alimentadas por Telmo Paes, o fiel escudeiro de D. João. Essa situação perdurou por vinte anos, no fim dos quais, D. João, que realmente estava vivo, retornou a Portugal. Revelada a sua identidade, no ponto culminante da peça, o desespero domina todas as personagens. No desenlace trágico, Manuel Coutinho e Madalena resolvem tomar o hábito religioso, como forma de expiação; durante a cerimônia, Maria de Noronha, filha do casal, tomada pela vergonha e pelo desespero, morre aos pés de seus pais.

A atitude de Manuel de Sousa Coutinho em relação ao domínio espanhol assim como o retorno de D. João de Portugal (associado, evidentemente, ao sebastia- nismo) inserem-se na temática nacionalista, tão cara aos românticos da primei- ra geração." veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1967, é o mais famoso volume de Antônio Callado. Guarda o clima de sua época e reconstrói a história de Nando, padre de Pernambuco que nutre o sonho de reconstituir as missões jesuíticas, mas não se anima a sair de seu mosteiro. Conhece Francisca e o noivo Levindo, dois jovens revolucionários, que participam das Ligas Camponesas. Nando apaixona-se platonicamente por Francisca, mas é introduzido na vida sexual pela inglesa Winifred. O padre, agora sem os medos que o abalavam, parte rumo ao Xingu. De passagem pelo Rio, conhece pessoas ligadas ao Serviço de Proteção aos Índios. Ramiro é o chefe e apaixonado por Vanda, a sobrinha, que é amante de Falua. Há ainda o bem-intencionado Fontoura, que tenta preservar a cultura indígena destruída pelos avanços da civilização. O grupo parte para o Xingu, em época de conturbação política causada pelo atentado a Lacerda e os últimos momentos do governo de Getúlio Vargas, chefe político esperado para a inauguração do Parque do Xingu. Enquanto os índios preparavam a grande festa dos mortos, o quarup, recebem a notícia do suicídio de Vargas. Passam-se os anos, e os membros do grupo se reencontram no Xingu, menos Sônia, que havia fugido com um belo índio. Junta-se ao grupo Francisca, cujo noivo fora assassinado pela polícia. Nando torna-se amante de Francisca, consumando-se a relação amorosa anteriormente platônica. Partem todos em expedição ao centro geográfico do Brasil, atingindo-o somente depois de muitas privações. Nando renuncia ao sacerdócio e passa a trabalhar com a alfabetização de camponeses, cujo movimento ganha força no governo de Miguel Arraes. Os principais momentos da política estão presentes, desde a queda de Goulart até a instauração da ditadura militar e a repressão aos militantes de esquerda. Nando vai preso e, ao ser colocado em liberdade, sabe da partida de Francisca para a Europa. Instala- se em uma casa de praia, empreendendo uma nova cruzada, a cruzada do amor, difundindo aquilo que aprendera com a antiga amante. Em um quarup, em homenagem ao aniversário de morte de Levindo, é apanhado pela polícia e espancado quase até a morte. Recebe socorro de alguns companheiros, dentre eles Manuel Tropeiro, com quem decide partir para o sertão e empreender uma nova jornada de luta. Nando está pronto para encontrar o seu momento de glória. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Publicado em 1928 ( ano do Manisfesto Antropófago de Macunaína e do radicalismo primitivista) , representa o ponto alto da vertente nacionalista e ujanista do verdeamarealismo. Constituido de poemas de rítmo e forma vária, como um "livro de figuras", aproxima- se da técnica do desenho animado ou da estória em quadrinhos. O caráter épico e narrativo de Martim Cererê tem sido alvo de inúmeros trabalhos que procuram dimensionar a participação desses elementos , de qualquer modo, identificáveis no lendário, na visão estética do mito, na universalidade do sentimento que vai buscar o elemento estrangeiro para salientar o elemento nacional, especialmente nas aproximações com o Ulisses grego: "Certo dia, chegou um marinheiro e ouviu o canto da Uiara, Não se faz amarrar ao castro do navio, nem mandou tapar os ouvidos dos demais marinheiros. Saltou logo em terra e ofereceu-se para casar com ela". O enredo desenvolve a lenda do surgimento da noite e do desenvolvimento do Brasil. O índio Aimberê e o marinheiro branco Martim apaixonam- se pela Uiara, que se propõe a se casar com aquele que lhe trouxesse a noite. Martim vai a Àfrica e traz a noite que são os negros escravos. Da união, surgem os bandeirantes, que desbravam; os sertões, plantam o mar verde dos cafezais e constroem as fábricas e arranha-céus da metrópole paulistana. O poema tematiza formação do Brasil, resultante da oposição entre o mundo primitivo, da fantasia, dos mitos (ontem") e "a vida rodando fremindo batendo martelo (hoje) . Dentro da proposta do Verdeamarelismo e do grupo da Anta, para se chegar ao progresso foi necessário "engolir" as matas, o índio, o café e tudo o que ousasse interromper a marcha do progresso. " Os tupis desceram para ser absorvidos. Para se diluírem no sangue da gente nova" ( Manisfesto da Anta) Observe que o Totem dos tupis , a anta não é carnívora. Observe também a oposição entre as propostas da corrente nacionalista e da primitivista ( antropofagia). veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


Inútil, nada, coisa, bichos. Essas são algumas das palavras-chave de uma obra que tenta reconstruir o mundo. Alguns poetas passam, em suas obras, uma determinada visão de mundo; outros não se contentam com isso e vão além: tentam reconstruir o mundo. Manoel de Barros é um deles. Por isso mesmo, como afirma o editor Ênio Silveira, "guiados por ele, vamos abrindo horizontes de uma insuspeita nova ordem natural, onde as verdades essenciais, escondidas sob a ostensiva banalidade do óbvio e do cotidiano" vão se revelando em imagens surrealistas descritas com absoluta concisão. No texto que abre o Livro sobre nada, o poeta afirma que "o nada de meu livro é nada mesmo. É coisa nenhuma por escrito: um alarme para o silêncio, um abridor de amanhecer, pessoa apropriada para pedras, o parafuso de veludo, etc. O que eu queria era fazer brinquedos com as palavras. Fazer coisas desúteis. O nada mesmo. Tudo que use abandono por dentro e por fora." Carlos Drummond de Andrade, em uma fase de sua produção "coisificou" o mundo industrial em plena Guerra Fria; Manoel de Barros faz exercícios poéticos no sentido de "descoisificar" o mundo, buscando uma nova forma de organizá-lo, que respeite a leitura daqueles que só têm "entidade coisal". Transcreveremos, a seguir , os três primeiros poemas do Livro sobre nada. Observe a força expressiva dos prefixos que indicam ação contrária ( tentativa de mudar a ordem das coisas?) e a grande antítese formada por aqueles que só têm "entidade coisal "X o "senhor doutor". I "...As coisas tinham para nós uma desutilidade poética. Nos fundos do quintal era riquíssimo o nosso dessabor. A gente inventou um truque para fabricar brinquedos com palavras..." II o pai morava no fim de um lugar. Aqui é lacuna de gente _ ele falou: Só quase que tem bicho andorinha e árvore. Quem aperta o botão do amanhecer é o arãquã. Um dia apareceu por lá um doutro formado: cheio de suspensórios e ademanes. Na beira dos brejos gaviões-caranguejeiros comiam caranguejos. E era mesma distância entre as rãs e a relva. A gente brincava com terra. O doutor apareceu. Disse: Precisam de tomar anquilostomina. Perto de nós sempre havia uma espera de rolinhas. O doutor espantou as rolinhas. Observe que o poeta assume a postura de uma criança, o olhar intangível do infante percebe o mundo muito grandiosamente_ quando surge o doutor formado que por ter sido educado e se tornado adulto perdeu a percepção do mundo real ( sensacional ). Tanto isto é claro quando as andorinhas são espantadas por ele. Extremamente humanista e por que não dizer, ecológica é a visão do autor sobre o mundo que o cerceia. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O conto “Os desastres de Sofia”, de Clarice Lispector, tem sua unidade temporal – o tempo da parte mais essencial – na admiração de um professor pela redação de uma aluninha de nove anos de idade. É o momento mágico em que Sofia descobre o que é o amor, lá na origem perturbadora desse sentimento que é o grande desejo de toda a humanidade. A aluna Sofia sente aparente aversão ao seu professor, mas como ele não a olha e age como uma pessoa temerosa diante dela, Sofia fica atraída pelo prazer de espicaçá-lo e sempre faz o que acha ruim para ele. Escrevendo uma redação, ela acaba por, inocentemente, afirmar que a felicidade está dentro de cada um, é inútil procurá-la fora de si. Após ler, o professor fica tão encantado com o texto de Sofia que a chama a sós na sala de aula e lhe confessa sua admiração pelo texto; e, por extensão, pela jóia que Sofia precisava ter no coração para definir tão bem a felicidade. Bem assustada, Sofia aprende o que é o amor e como ele habita no coração humano. Isto a leva a sentimentos que jamais esquecerá. Principalmente quando, aos treze anos, fica sabendo que esse professor morrera: “Perplexa (...) eu perdia meu inimigo e sustento.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A Friagem é livro de mulher sobre ser mulher. As personagens centrais dos treze contos são mulheres. Uma, de desejo sexual não satisfeito, acaba corroída por formigas. Outra comprou um lindo vaso chinês, de porcelana, "alvo e casto", com um magnífico dragão estampado, em relevo, no meio da peça. O vaso começa a virar pesadelo quando a dona imagina - ou será verdade? - que à noite o dragão sai da estampa e anda pela casa, come os coelhinhos do quintal, ameaça-a com seu bafo de fogo, e assim num crescendo até subjugá-la pelo terror de sua "vos potente e autoritária". O livro é também Goiás, ou o que se imagina o mais puro Goiás. É a cidade de Goiás velho que se adivinha, embora nunca citada, com cenário das histórias - um lugar de personagens primordiais, como o padre e a parteira, lavores domésticos, ruas estreitas, sobrados seculares, tempo lento, crenças que datam do começo do mundo e solidões invencíveis. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A ação do romance transcorre da invasão árabe. Eurico, um godo (alemão), apaixona-se por Hemengarda, mas o pai da moça opõe-se ao casamento. Desgostoso, Eurico, torna-se presbítero (padre). Com a invasão sarracena, abandona-se o hábito para tornar-se um militar; converte-se num misterioso cavaleiro negro que logo se destaca por suas façanhas militares e pelas canções que fazia. Os portugueses são derrotados pelos árabes, mas Eurico incorpora-se a um grupo de resistência cujo chefe é Pelágio, irmão de Hemengarda. Assim, reencontra Hemengarda, que estava em poder dos árabes, e salvá. O antigo amor ressurge, mas agora há outro empecilho: o voto de castidade feito por Eurico. Os namorados, depois de uma conversa, decidem pela separação e cavaleiro negro, em desespero, atira-se a uma batalha suicida contra os árabes e morre e Hemengarda enlouquece. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Em 1953, surge o primeiro dos quatro volumes de “Memórias do Cárcere”. A metáfora da tirania (...) é superlativa de toda sua obra, além de definir a noção que o autor formou do homem e seu destino trágico. Ampliando nossa análise, digamos que os acontecimentos trágico-políticos, nos quais ele se envolveu, e sem saber por quê, tenham servido para quê sua visão de mundo ainda mais pendesse para a certeza da dramaticidade. Desnecessário traçarmos limites rígidos entre confissão biográfica e testemunho histórico nesse momento. A unidade final sempre cairá no realismo. Eis o Brasil de 1930, sob a vista de quem o viveu em porões imundos: misérias, torturas e degradações perpetradas pelo, ironicamente chamado, ESTADO NOVO. O discurso é realista também porque acolhe o real e desdobra-o em duas formas: do documentário ao psicológico, e do particular ao universal. Claro, tudo isso sob a égide da opressão. Veja o seguinte trecho da obra: “O mundo se tornava fascista. Num mundo assim, que futuro nos reservariam? Provavelmente não havia lugar para nós, éramos fantasmas, rolaríamos de cárcere em cárcere, findaríamos num campo de concentração. Nenhuma utilidade representávamos na ordem nova. Se nos largassem, vagaríamos tristes, inofensivos e desocupados, farrapos vivos, fantasmas prematuros; desejaríamos enlouquecer, recolhermo-nos ao hospício ou ter coragem de amarrar uma corda ao pescoço e dar o mergulho decisivo. Essas idéias, repetidas, vexavam-me; tanto me embrenhara nelas que me sentia inteiramente perdido.” veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Resenha sobre o conto Cidades Mortas de Monteiro Lobato



LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas. In: ________________. Cidades Mortas. São Paulo: Globo, 2008. (falta o número da página)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em 1882 em Taubaté no estado de São Paulo e faleceu em 1948 no mesmo local de nascimento, deixando uma extensa obra composta de contos, crônicas, ensaios, artigos e uma série de livros infantis como prova de sua participação ativa na vida cultural brasileira o que ocasionou sua popularidade entre os brasileiros, sobretudo entre os críticos de sua época.

O livro pode ser encontrado em livrarias e sebos nos valores estimados entre R$19,90 e R$35,00, em edições antigas ou repaginadas.

Foi através deste livro que o autor deu ênfase à sociedade interiorana, com seus aspectos culturais, costumes e formas de trabalho.

O FÍGADO INDISCRETO

Por José Bento Monteiro Lobato





Inácio era o rei dos acanhados. Pelas coisas mínimas, avermelhava, saía fora de sí e permanecia largo tempo idiotizado.



O progresso do seu namoro foi, como era natural, menos obra sua que da menina, e da família de ambos, tacitamente concertadas numa conspiração contra o celibato do futuro bacharel. Uma das manobras constou do convite que ele recebeu para jantar nos Lemos, em certo dia de aniversário familiar comemorado a peru.



Inácio barbeou-se, laçou a mais famosa gravata, floriu de orquídeas a botoeira, friccionou os cabelos com loção de violetas e lá foi, de roupa nova, lindo como se saíra da forma naquela hora. Levou consigo, entretanto, para seu mal, o acanhamento - e daí proveio a catástrofe...



Havia mais moças na sala, afora a eleita, e caras estranhas, vagamente suas conhecidas, que o olhavam com a benévola curiosidade a que faz jus a um possível futuro parente.



Inácio, de natural mal firme nas estribeiras, sentiu-se já de começo, um tanto desmontado com o papel de galã à força, que lhe atribuíam. Uma das moças, criaturinha de requintada malicia, muito "saída" e "semostradeira", interpelou-o sobre coisas do coração, idéias relativas ao casamento e também sobre a "noivinha" - tudo com meias palavras intencionais, sublinhadas de piscadelas para a direita e a esquerda.



Inácio avermelhou e tartamudeou palavras desconchavadas, enquanto o diabrete maliciosamente insistia: Quando os doces, Sr. Inácio?



Respostas mascadas, gaguejadas ineptas, foram o que saiu de dentro do moço, incapaz de réplicas jeitosas sempre que ouvia risos femininos em redor de si. Salvou-o a ida para a mesa.



Lá, enquanto engoliam a sopa, teve tempo de voltar a si e arrefecer as orelhas. Mas não demorou muito no equilíbrio. A culpa aqui foi da dona da casa. Serviu-lhe dona Luiza, um bife de fígado sem consulta prévia.



Esquisitice dos Lemos: comiam-se fígados naquela casa até nos dias mais solenes.



Esquisitice do Inácio: nasceu com a estranha idiossincrasia de não poder sequer ouvir falar em fígado - seu estômago, seu esôfago e talvez seu próprio fígado tinham pela víscera biliar uma figadal aversão. E não insistisse ele em contrariá-los: amotinavam-se repelindo indecorosamente o pedaço ingerido.



Nesse dia, mal dona Luiza o serviu, Inácio avermelhou de novo, e novamente saiu fora de si. Viu-se só, desamparado e inerme ante um problema de inadiável solução. Sentiu lá dentro o motim das vísceras; sentiu o estômago, encrespado de cólera, exigir, com império, respeito às suas antipatias. Inácio parlamentou com o órgão digestivo. Mostrou-lhe que mal momento era aquele para uma guerra intestina. Tentou acalma-lo a goles de Clarete, jurando eterna abstenção para o futuro, Pobre Inácio! A porejar suor nas asas do nariz, chamou a postos o heroísmo, evocou todos os martírios sofridos pelos cristãos na era romana e os padecidos na era cristã pelos heréticos; contou um, dois e três e glup! Engoliu meio fígado sem mastigar. Um gole precipitado de vinho rebateu o empache. E Inácio ficou a esperar, de olhos arregalados, a revolução intestina.



Em redor a alegria reinava. Riam-se, palestravam ruidosamente, longe de suspeitar o suplicio daquele mártir, posto a tormentos de uma nova espécie.



- Você já reparou, Miloca, na "ganja" da sinharinha? Disse uma das moças. - Está como quem viu o passarinho verde. E olhou de soslaio para Inácio.



O calouro, entretanto, não deu fé da tagarelice; surdo às vozes do mundo, todo se concentrava nas vozes viscerais. Além disso, a tortura não estava concluída; tinha ainda diante de si a segunda parte do fígado engulhento. Era mister ataca-la e concluir de vez a ingestão penosa. Inácio engatilhou-se de novo e - um, dois, três: glup! Lá rodou, esôfago abaixo, o resto da miserável glândula.



Maravilha! Por inexplicável milagre de polidez, o estômago não reagiu. Estava salvo Inácio. E como estava salvo, voltou lentamente a si, muito pálido, com o ar dos ressuscitados. Chegou a rir-se. Riu-se alvarmente, de gozo, como riria Hércules após o mais duro dos seus trabalhos. Seus ouvidos ouviam de novo rumores do mundo, seu cérebro voltava a funcionar normalmente, e seus olhos volveram outra vez as visões habituais.



Estava nessa doce beatitude, quando:



- Não sabia que o senhor gostava tanto de fígado, disse-lhe dona Luiz, vendo-lhe o prato vazio - repita a dose.



Fora de si outra vez, o pobre moço exclamou, tomado de pânico:



- Não! Não! Muito obrigado!...



- Ora, deixe-se de luxo! Tamanho homem com cerimônias em casa de amigos. Coma, coma, que não é vergonha gostar de fígado. Aqui está o Lemos, que se péla por uma isca.



- Iscas são comigo, confirmou o velho. Lá isso não nego, com elas ou sem elas, nunca as injeitei. Tens bom gosto rapaz. Serve-lhe, serve-lhe mais, Luiza.



E não houve salvação! Veio para o prato de Inácio um novo naco - este formidável, dose dupla.



Não se descreve o drama criado no seu organismo, e disfarçadamente ele aguardou o milagre.



E o milagre veio! Um criado estouvadão, que entrava com o peru, tropeçou no tapete e soltou a ave no colo de uma dama. Gritos, reboliço, tumulto. Num lampejo de gênio, Inácio aproveitou-se do incidente para agarrar o fígado e mete-lo no bolso.



Salvo! Nem dona Luiza nem os visinhos perceberam o truque - e o jantar chegou à sobremesa sem maior novidade.



Antes da dançata, lembrou alguém recitativos e a espevitadíssima Miloca veio ter com Inácio.



- A festa é sua, doutor. Nós queremos ouvi-lo. Dizem que recita admiravelmente. Vamos, um sonetinho de Bilac.Não sabe? Olhe o luxinho! Vamos, vamos! Quer decerto que a Sinharinha insista?... Ora, até que enfim! A douda de Albano? Conheço sim, é linda, embora um pouco fora de moda. Toque a Dalila, Sinharinha, bem piano... assim...



Inácio, vexadíssimo, vermelhíssimo, já em suores, foi para o pé do piano, onde a futura consorte preludiava a Dalila em surdina. E declamou a douda de Albano.



Pelo meio dessa hecatombe em verso, ali pela quarta ou quinta estrofe, uma baga de suor escorrida da testa parou-lhe na sobrancelha, comichando qual importuna mosca. Inácio lembra-se do lenço e saca-o fora. Mas com o lenço, vem o fígado, que faz... plaf! no chão. Uma tocida forte e um pé plantado sobre a infame víscera, manobras do instinto, salvam o lance.



Mas desde este momento a sala começou a observar um extraordinário fenômeno. Inácio, que tanto se fizera rogar, não queria agora sair do piano. E mal terminava um recitativo, logo iniciava outro, sem que ninguém lhe pedisse. É que lhe acorrentava àquele posto o implacável fígado!



E Inácio recitava. Recitou sem música: "O navio negreiro", "As duas ilhas", "Vozes da Africa", "O Tejo era sereno"



Sinharinha, desconfiada, abandonou o piano. Inácio, firme. Recitou "O corvo, de Edgar Poe, "Quisera amar-te", "Acorda donzela", citou poemetos, modinhas e quadras .



- Nun canto da sala Sinharinha estava, chora-não-chora. Todos se entreolhavam. Teria enlouquecido o moço?



Inácio firme. Completamente fora de si, e farto de recitativos de salão, recorreu aos Lusíadas. E declamou " As armas e os barões", "Estavas linda Inês", "Do reino às rédeas leve" - tudo!...



. E esgotado de Camões, ia lhe saindo um "Ponto" de filosofia de direito - A única coisa que lhe restava na memória, quando perdeu o equilíbrio, escorregou e caiu, deixando aos olhos arregalados da sala a infamérrima víscera exposta!



Adeus casamento, adeus terra, porque Inácio teve que se mudar dali, pois o malvado capitão Lemos espalhou por toda a cidade que Inácio era, sem dúvidas, um bom rapaz, mas com um grave defeito: Quando gostava de um prato, não se contentava em comer e repetir, ainda levava escondido no bolso o que podia!



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2. Cidades Mortas, de Monteiro Lobato

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5. Análise da obra

Publicado em 1919, pela Revista do Brasil, este segundo livro de Lobato levava o subtítulo Contos e Impressões e reunia trabalhos bastante antigos, alguns do tempo de estudante de Lobato. Em edições subseqüentes, novo textos acrescentaram-se à obra. O título do livro é tomado de um texto de 1906. Cidades Mortas está entre os primeiros livros corriam o país.

É no "ambiente marasmático" das pequenas cidades do Vale do Paraíba, em sua porção paulista, que o autor vai colher o material de seus escritos, alguns dos quais não podem ser considerados, propriamente, como contos. Ficam, nas palavras de Nelson Werneck Sodré, "numa espécie de limbo" - são "esboços, cenários, rascunhos de contos" que, em Cidades Mortas, discorrem sobre o cotidiano daquelas cidades, cuja decadência econômica impunha-se desde as últimas décadas do século XIX com a derrocada da produção cafeeira, deslocada para o Oeste paulista (Sodré, 1964: 416). Ainda que alguns textos de Lobato não possam ser considerados como contos, para nós são sinais, pistas e emblemas que sobrevivem para nos evocar e reconstruir a memória.

Em Cidades Mortas a língua ferina de Monteiro Lobato ataca o marasmo político-econômico-literário de seu tempo. Cada conto descreve personagens brasileiros típicos, situações engraçadas e comportamentos diversos.

Nos contos Cidades Mortas e Café! Café!, assim como parcialmente em outros, critica a queda do café e seus efeitos na população que sobrevivia dele. Em outras histórias insere a críticas a literatura tediosa e fraca de seu tempo (citando Alberto de Oliveira e Bernardo Guimarães por nome), ao desprezo pela honestidade, ao absurdo e ridículo das cidades do interior paulista (principalmente a fictícia Itaoca, mas cidades cujo nome começa com "Ita" aparecem em vários contos para mostrar cidades pequenas com habitantes com egos inflados), à crueldade e estupidez humanas, ao exagero de nacionalismo com a participação na Primeira Guerra (no conto O espião alemão), ao abuso feito por aproveitadores com os que trabalharam duro e várias pequenas histórias onde todos esses temas são tocados. Lobato descreve Oblivion e Itaoca como cidades onde o tempo parou. Transforma-as. No decorrer dos fatos, o autor mescla crítica e sagacidade, elegância e realidade, harmonia e sutileza.

Linguagem

O estilo de Lobato é simples direto, objetivo, avesso ao rebuscamento da linguagem. Estilo ou, como ele preferia, seu temperamento, já que "estilo é a última coisa que nasce num literato - é o dente do sizo. Quando já está quarentão e já cristalizou uma filosofia própria, quando possui uma luneta só dele e para ele fabricada sob medida, quando já não é suscetível de influenciação por mais ninguém, quando alcança a perfeita maturidade da inteligência, então, sim, aparece o estilo" (Lobato, 1951: 101).

Nota-se na obra a liberdade de vocabulário, e emprego de expressões que caracterizam aquelas cidades como “velha avó entrevada”, que “foi rica um dia e hoje é quieta”. São “histórias sobre gente medíocre, sonolenta, vivendo um sossego que é como o frio nas regiões árticas: uma permanente.”

Em vários contos emprega a onomatopéia.

Temática

A obra trata de assuntos relacionados à linguagem, religião, o comportamento na sociedade, criticando as futilidades de um encontro em casas de família.

Em Era no Paraíso, satiriza a formação do universo e a origem do homem. Critica a preguiça intelectual dos fazendeiros da época em Apólogo. Trata de assuntos polêmicos e questiona valores e moralidade em Um homem de consciência e O plágio. Crítica ao Romantismo. Trabalha constantemente com o humor como em O fígado indiscreto. Crítica ao Ministério da Agricultura. Em Os senhores do café critica a hipocrisia das classes privilegiadas. Manifesta com muito humor o espírito anti-germânico predominante no período da Primeira-Guerra em O espião alemão. Em Café! Café! critica a monocultura e reproduz o espírito do homem obcecado pela mesma. Crítica a desonestidade do homem, ou seja, os que buscam levar vantagem em tudo em Um homem honesto.

Resgata também os momentos de sua própria infância.

Espaço

Numa espécie de crônica ou ensaio, num tom entre irônico e saudosista, Lobato delineia o espaço de sua obra: o norte paulista do vale do Paraíba, "onde tudo foi e nada é: Não se conjugam verbos no presente. Tudo é pretérito. "(...) cidades moribundas arrastam um viver decrépito. Gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas de dantes". É, portanto num cenário de decadência representado por ruas ermas, casarões em ruínas e armazéns desertos, que o livro introduz o leitor, fazendo-o acompanhar de um ponto de vista irônico figuras igualmente decadentes de homens e mulheres.

Itaoca é uma cidadezinha qualquer do interior paulista onde o escritor ambienta suas histórias; nela, aparecem casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotas, ignorância, miséria, e representa todas as cidadezinhas que Lobato viu se afundarem no vale do Paraíba: “Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decrépito, gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas dantes”.

Estrutura da obra

Cidades Mortas contém histórias, algumas antigas, ainda do tempo em que Lobato era estudante do Largo do São Francisco. São elas: Cidades Mortas, A vida em Oblivion, Os Perturbadores do Silêncio, Vidinha Ociosa, Cavalinhos, Noite de São João, O Pito do Reverendo, Pedro Pichorra, Cabelos Compridos, O Resto de Onça, Por Que Lopes se casou, Júri na Roça, Gens Ennyyeux, O Fígado Indiscreto, O Plágio, O Romance do Chopin, O Luzeiro Agrícola, A Cruz de Ouro, De Como Quebrei a Cabeça à Mulher do Melo, O Espião Alemão, Café! Café!, Toque Outra, Um Homem de Consciência, Anta que Berra, O Avô de Crispim, Era no Paraíso, Um Homem Honesto, O Rapto, A Nuvem de Gafanhotos, Tragédia de um Capão de Pintos.

Entre todas, destacam-se fundamentalmente algumas: Cidades Mortas, Pedro Pichorra, Cabelos Compridos e a impagável Um homem de consciência. Cabelos Compridos e O Espião Alemão são os dois contos mais conhecidos do livro.

Personagens

O retrato de seus personagens é sempre de carteira de identidade: fiel, objetivo, autêntico. São personagens não apresentam profundidade psicológica.

Os contos de Cidades Mortas entremeiam-se com digressões, como a aguda crítica aos ficcionistas românticos (Alencar, Macedo, Bernardo Guimarães), que transcrevemos:

"No concerto de nossos romancistas, onde Alencar é o Piano querido das moças e Macedo a Sensaboria relambória dum flautim piegas, Bernardo é a sanfona. Lê-lo é ir para o mato, para a roça- mas uma roça adjetivada por menina de caudalosos, as matas virentes, os píncaros altíssimos, os sabiás sonoros, as rolinhas meigas. Bernardo descreve a natureza como qualificativos surrados do mau contador. Não existe nele o vinco enérgico de impressão pessoal. Vinte vergéis que descreva são vinte perfeitas invariáveis amenidades. Nossas desajeitadíssimas caipiras são sempre lindas morenas cor de jambo. Bernardo falsifica o nosso mato. Onde toda gente vê carrapatos, pernilongos espinhos, Bernardo aponta doçuras insetos maviosos, flores olentes. Bernardo mente."


6. CIDADES MORTAS
Monteiro Lobato

7. *Profa. Maria Jerusa Rodrigues Marinho

8. 1. O AUTOR – DADOS BIOGRÁFICOS
José Renato Monteiro Lobato ( o segundo nome, depois, foi substituído por Bento), nasceu em Taubaté, em 1882. Cursa Direito por imposição da família. Participa de grupos e jornais literários e depois de formado é nomeado promotor público. Torna-se fazendeiro ao herdar a fazenda do avô, a qual é vendida para que ele crie a Editora Monteiro Lobato. Embora tenha dinamizado o mercado livreiro, sua editora vai à falência, o que o leva à imprensa do Rio de Janeiro, onde passa a ser colaborador. Mora em Nova York, e na Argentina, que acolhe muito bem suas obras, principalmente as infantis. Participa de inúmeras campanhas públicas e até foi preso por suas idéias revolucionárias. Morre vítima de espasmo pulmonar a 04 de outubro de 1948.

9. 2. OBRAS
Literatura em Geral – Urupês, Cidades Mortas, Idéias de Jeca Tatu, A Onda Verde, O Choque das Raças ou O Presidente Negro, O Escândalo do Petróleo, entre outras. – Literatura Infantil – Narizinho Arrebitado, O Saci, Fábulas de Narizinho, O Marquês de Rabicó, A Caçada da Onça, Aventuras do Príncipe, História do Mundo, As Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, História das Invenções, Geografia da Dona Benta, Dom Quixote das Crianças, entre dezenas de outras obras.

10. 3. CARACTERÍSTICAS GERAIS
ü Escritor combativo e arrojado.
ü Autor de contos, ensaio e crítica polêmica.
ü Primeiro escritor a elaborar um projeto editorial para crianças.
ü Defensor de uma língua sem a “gramatiquice” – o velório da língua.
ü Defensor ardoso das riquezas brasileiras; famoso é o seu grito de guerra: O Petróleo é Nosso!
ü Um aristocrata (menino de tempo do império) republicano.

11. ESPAÇO
Itaoca é uma cidadezinha qualquer do interior paulista onde o escritor ambienta suas histórias; nela, aparecem casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotas, ignorância, miséria. Representa todas as cidadezinhas que Lobato viu se afundarem no vale do Paraíba.

12. ESTRUTURA DA OBRA
Cidades Mortas, A vida em Oblivion, Os Perturbadores do Silêncio, Vidinha Ociosa, Cavalinhos, Noite de São João, O Pito do Reverendo, Pedro Pichorra, Cabelos Compridos, O Resto de Onça, Por Que Lopes se casou, Júri na Roça, Gens Ennyyeux, o Fígado Indiscreto, O Plágio, O Romance do Chopin, O Luzeiro Agrícola, A Cruz de Ouro, De Como Quebrei a Cabeça à Mulher do Melo, O Espião Alemão, Café Café, Toque Outra, Um Homem de Consciência, Anta que Berra, O Avô de Crispim, Era no Paraíso, Um Homem Honesto, O Rapto, A Nuvem de Gafanhotos, Tragédia de um Capão de Pintos.



Eu agradeço desde já se puder fazer esta resenha pra mim, pois preciso com urgência!



Segui aí a sequência de como eu preciso:

1º apresentação de dados da obra.

2º dados do autor ( biobibliográficos ).

3º discorrer sobre a obra.

4º conclusão

Exemplo: o conto é distribuído em 5 páginas, da 1º linha até a 5, fala disso, disso e disso.

O que é que o texto quer dizer?

Qual é a minha visão de acordo com o texto?

Na conclusão : o conto é recomendado p/ leitura por causa disso, disso e disso.

Contextualizar a obra o que há de marca naquela obra que justifique na obra.
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