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A Grande Arte - José Rubem Fonseca
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O personagem título é Mayer "Capitão Birobidjan" Guiznburg, um judeu que chegou ainda menino da Rússia. Mayer era marxista e sonhava fundar uma nova Birobidjan (Birobidjan era o nome de uma colônia coletiva de judeus na Rússia), uma utopia socialista. Jovem, era muito rebelde, e deu muitos desgostos ao pai que lhe queria ver rabino. Tinha outros amigos marxistas, incluindo a jovem Léia com quem se casa. Após algum tempo abandona tudo e vai viver na propriedade de um desses amigos, que, como todos a essas alturas, já havia abandonado suas convicções. Em Nova Birobidjan, como ele batiza sua terra, passa a viver para o trabalho acompanhado pelo Companheiro Porco, Companheira Cabra e Companheira Galinha, a última a qual ele não gostava por ser improdutiva, lia Rosa Luxemburgo e dava discursos a homenzinhos que só ele via. Depois de algum tempo aparecem inimigos, quatro vagabundos a quem ataca após ser atacado, e cuja amante coletiva passa a se tornar a segunda cidadã. Mais tarde ela sai de Nova Birobidjan e Mayer volta para casa. Ele se reforma, após algum tempo até mesmo abandona o ateísmo, e passa a trabalhar duro. Troca de ramo para a construção e enriquece, mas complica-se ao se tornar amante da secretária e acaba se divorciando após abandoná-la.

Sua companhia fale e ele acaba numa pensão (localizada no terreno de Maykir, sua antiga empresa, que por sua vez se localizava no terreno da Nova Birobidjan), onde tenta reiniciar Nova Birobidjan, mas acaba falhando. Acuado, abandonado, triste, muito ligado a religião e quase sem esperança (os homenzinhos para quem discursava agora já eram só três), o Capitão Birobidjan tem um ataque do coração ao ensaiar uma resistência, mas como descobrimos no começo do livro, ele sobrevive. A história, no entanto, acaba aqui. Contado em terceira pessoa, cada capítulo deste livro nos remete a um ano ou conjunto de anos. O primeiro e último é 1970, mas recua-se logo apara 1928, 1916, 1929, 1930... até voltar-se para 1970, contando sempre com o humor irônico e amargo de Scliar, a saga do Capitão Birobidjan, um louco humanista, Don Quixote do bairro do Bonfim de Porto Alegre, tentando construir uma sociedade melhor e coletivista, apesar de tudo e de todos que se opõe a ele, ridicularizado por todos aqueles a quem chama Companheiro, ele é um exército de um homem só lutando por um mundo mais justo que no final não vale a pena. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Passado no subúrbio do Rio de Janeiro, Clara dos Anjos conta sobre a jovem e ingênua mulata Clara, filha do carteiro Joaquim dos Anjos, que é seduzida pelo malandro Cassi Jones. Cassi é um jovem branco, ignorante e torpe, que usa este sobrenome porque, supostamente, descende de um nobre inglês. Seu pai não fala mais com ele após suas diversas aventuras que desonraram várias donzelas e acabaram com vários casamentos (a mãe de uma das vítimas se suicidou; o marido que ela arranjou depois distribui anonimamente um dossiê sobre Cassi pelo RJ). Cassi toma Clara como seu próximo alvo e vai tentando se aproximar dela. Começa pela festa de aniversário desta e vai seguindo, apesar dos pais dela não deixarem e do padrinho dela e tantos outros falarem sobre ele. Clara não acredita e continua curiosa sobre Cassi. Cassi passa a usar um velho, "dentista", que tratava de Clara; ele manda as cartas de um e outro. Depois de um tempo Cassi parte para São Paulo para um possível emprego; Clara está grávida. Após pensar em abort, Clara revela a verdade à mãe, que vai falar à família de Cassi. Lá ela é tratada como só "mais uma mulatinha" e percebe a verdade total. Pontilhado com referências sobre o preconceito racial (um dos personagens é poeta Leonardo Flores; mulato e talentoso, fica pobre pois foi explorado), este foi o primeiro romance de Lima Barreto mais um dos últimos a ser publicado. Todos os personagens são tipicamente suburbanos e o vocabulário já transpira a coloquialidade como é característico ao autor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Solo de Clarineta é dividido em dois volumes. No primeiro Veríssimo conta e sua infância e adolescência até a idade adulta quando abandona o cargo na UPA e sua filha Clarissa casa-se com o físico americano David Jaffe. Na segunda, após relatar o nascimento de seus três netos e o escrever de O Arquipélago (e o primeiro dos ataques cardíacos), Érico começa a contar sua viagens. A primeira é a viagem a Grécia. Depois conta sobre O Senhor Embaixador e então… Portugal! Veríssimo era apaixonado pelo país e conta de seu tour pelo país em 1959 junto com a esposa Mafalda , seu editor e seu filho Luís Fernando. Infelizmente Érico morreu antes de concluir este volume e iniciar o terceiro, mas sobra ainda uma segunda parte deste segundo volume, contando sobre a Holanda, a Espanha e um colóquio entre ele e o homem no espelho onde analisa a si mesmo, sua obra, suas opiniões e sua autobiografia: o que ele nos deu foi "não um concerto de jazz ou uma grande peça sinfônica, mas um solo de clarineta."

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Numa perspectiva psicológica, o interesse da teoria reside nas ideias que esta desenvolve sobre a criança, sobre a natureza do seu pensamento e sobre os estádios do seu desenvolvimento. Para quem necessita conhecer e estudar o desenvolvimento da criança, a teoria é útil para responder às questões de fundo: Como pensa a criança? , Como pensa nos diferentes estádios? Contudo, Piaget, mais do que pela criança em si, interessou-se pela epistemologia. E como epistemólogo, também para ele as questões básicas foram as eternas perguntas sobre O que é o conhecimento? e Como é que aprendemos? Estudou o desenvolvimento da criança porque estava convencido ser este o melhor meio de responder às questões epistemológicas sobre a natureza do conhecimento dos adultos e sobre a história geral do conhecimento humano. Os educadores devem compreender as ideias de Piaget, a natureza do conhecimento e sobre os mecanismos do seu desenvolvimento. Neste livro, estas ideias serão tratadas em função da orientação epistemológica do pensamento de Piaget, da sua perspectiva biológica e do seu construtivismo. Trata-se de um livro simples, vivo e suficientemente profundo que, em linguagem acessível a quem quer que seja, pai, educador, professor, psicólogo ou estudioso, dá uma perspectiva nova para a aplicação prática da teoria de Piaget. CONSTANCE KAMII é professora associada do Colégio da Educação, Universidade de Ilinois, núcleo de Chicago, e responsável de curso na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade de Genebra. ''
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Esta é uma obra pré-romântica; o autor idealiza sua amada e supervaloriza o amor, mas é árcade em todas as outras características. Existe também preocupação com forma. A primeira das três partes de Marília de Dirceu é dividida em 33 liras. Nela, o autor canta a beleza de sua "pastora" "Marília" (na verdade, Maria Dorotéia Joaquina de Seixas). Descreve sempre apenas sua beleza (que compara a de Afrodite) e nunca sua psique; usa de várias figuras mitológicas; os refrães de cada lira apresentam estruturas semelhantes, mas diferentes de lira para lira. O autor também se dirige a seus amigos "Glauceste" e "Alceu" (Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto), seus "colegas pastores" (os três foram, em algum momento, juizes).O bucolismo nesta parte da obra é extremo, com referências permanentes ao campo e à vida pastoril idealizada pelos árcades. A segunda parte é dividida em 37 liras. Tomás Antônio Gonzaga escreveu esta parte na prisão, após ser preso em 1789. Nela o bucolismo é diminuído, mas a adoração a Marília continua. Nesta parte existe a angústia da separação e o sentimento de ter sido injuriado (as acusações eram falsas e mentirosas). Isto tudo aumenta a declarada paixão por Marília. Aparece também a angústia da separação que sofreu com seu amigo "Glauceste". (Tomás Antônio Gonzaga estava em regime de incomunicabilidade e não sabia do suicídio de Cláudio Manuel da Costa.) A terceira parte não possui apenas suas 8 liras; tem também sonetos e outras formas de poesia. Mas apenas as 8 liras possuem referências a Marília; quando elas acabam começam a aparecer outras poesias de "Dirceu", visto que não escreveu após o degredo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Cousinet

Roger Cousinet nasceu na França em 1881 e morreu em 1973. Cousinet formou-se na Escola Normal Superior, licenciando-se em Letras pela Sorbonne. Pertencente ao grupo dos fundadores da Escola Nova, Cousinet compartilhava as idéias de Claparède, Ferrière e outros.
Em 1922, Cousinet criou a Revista Nouvelle Éducation que seria um instrumento privilegiado de difusão das idéias da Escola Nova. Em 1945 ele publica seu mais conhecido trabalho: "Une méthode libre de travail en groupes".
Cousinet sempre procurou articular teoria e prática pedagógica seja como professor, inspetor formador ou pesquisador e era um adepto da psicologia experimental, como muitos de sua época.
O jogo é a base do Método Pedagógico Cousinet de trabalho em grupo. Para ele o jogo, a brincadeira, eram atividades naturais da criança e portanto, a atividade educativa deveria ser fundamentada nessas atividades. Cousinet considera a criança como ela é e não como o adulto que deverá vir a ser.
Cousinet valorizava a auto-confiança dos alunos. Não havia resultados pré-determinados para avaliar o desempenho dos alunos, nem se media seu trabalho por notas. Os resultados dos trabalhos das crianças eram aceitos, do jeito que pudessem ser realizados. Se a realização não era a desejável, não se culpava a criança. Havia uma crença nas possibilidades de cada um em relação ao seu próprio crescimento intelectual e moral. As tarefas para os alunos não seguiam hierarquias ou ritos. Cousinet acreditava que os aspectos desconcertantes desapareceriam por si próprios ao termo de uma evolução natural.
Na realidade Cousinet substituiu a pedagogia do ensino pela pedagogia da aprendizagem. Criticava os métodos escolares de ensino vigentes e os saberes factuais, informativos que condenava. Para ela o que importava eram os saberes operacionais. Aprende-se a ler para conhecer o pensamento escrito, aprende-se a escrever para expressar o pensamento. Com o que se aprende pode-se fazer muita coisa. Com o que se decora, muito pouco. O professor, desta forma, não deveria expor o saber aos alunos. Trabalhava-se em grupo para realizar descobertas coletivamente.
Construir o saber é construir métodos de trabalho utilizando os instrumentos adequados (observação, experimentação, análise de documentos ...) Só se aprende, portanto, o que se pesquisa e não o que nos informaram. A lógica da aprendizagem, dentro desta perspectiva se transforma. A ordem pré-estabelecida pelos professores cede lugar à ordem das preocupações que determinados temas suscitam nos alunos.
Cousinet não trabalhava com os centros de interesse da mesma forma que Dècroly. Não havia um esquema de temas organizados que o professor devia seguir. A valorizava a auto-confiança dos alunos para disciplinas, separação entre elas, nem notas, nem classes, somente a liberdade de aprender. O trabalho em grupo ocupa lugar de destaque na Pedagogia de Cousinet. As crianças se organizam livremente, escolhem seu grupo, trabalham com seus pares e adquirem a capacidade de corrigir seus trabalhos.
Uma concepção de educação centrada no aluno, sujeito do seu próprio conhecimento, decidindo o que aprender e quando aprender, assimilando seu erro e corrigindo seus próprios trabalhos. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Ovide Decroly, nasceu em 1871, em Renaux, na Bélgica, filho de um industrial e de uma professora de música.
Como estudante, não teve dificuldade de aprendizado, mas, por causa de indisciplina, foi expulso de várias escolas. Recusava-se a freqüentar as aulas de catecismo e não se adaptava ao autoritarismo do pai.
Formou-se em medicina e estudou neurologia na Bélgica e na Alemanha.
Sua atenção voltou-se desde o início para as crianças deficientes mentais, o que o levou a fazer uma transição entre medicina e educação. Nesta época criou uma disciplina, a “pedotecnia”, dirigida ao estudo das atividades pedagógicas coordenadas ao conhecimento da evolução física e mental das crianças, sendo um dos primeiros estudiosos da educação infantil do final do século XIX e inicio do século XX.
Casou-se e teve três filhos.
Em 1907 fundou a École de I’Ermitage, em Bruxelas, para crianças consideradas normais. A escola se tornou celebre na Europa, servindo como espaço de experimentação para o próprio. Nos anos de formação de Decroly, as Ciências Naturais — e, por tabela, a filosofia e as religiões — continuavam sob efeito do terremoto causado pela teoria da evolução das espécies, divulgada em 1859 pelo naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882). O educador belga acreditava que o meio natural e a saúde física condicionam a evolução intelectual. A idéia de que há uma lógica no desenvolvimento dos organismos, implícita na teoria darwinista, guarda relação com a crença de que o desenvolvimento de uma criança pode ser ditado "naturalmente" por seus interesses e suas necessidades. Decroly também defendia a universalização do ensino, como John Dewey. Idéias como as dos centros de interesses e a defesa de que o aprendizado deve ser prazeroso e responder aos interesses do aluno fizeram com que a obra de Decroly exercesse forte influência na pedagogia de Celestin Freinet (1896-1966). Passou a viajar pela Europa e América fazendo contatos com outros educadores, como John Dewey. Escreveu mais de 400 livros, mas nunca sistematizou se método por escrito por julgá-lo em construção permanente. Morreu em 1932 em Ucle, em Bruxelas.

Suas idéias

Pensador da educação que contestava o modelo de escola que existia, que formava criança por conhecimento destinados à formação profissional, propôs uma nova concepção de ensino que preparasse as crianças para viverem em sociedade. Criticava os programas de ensino porque estes se inspiravam em mestres sábios em suas especializadas e, alem das supervalorização do trabalho intelectual e da expressão verbal. Por ter sido um estudante indisciplinado, dedicou-se a experimentar uma escola centrada no aluno e não no professor.
Precursor dos métodos ativos, onde alunos conduzem o próprio aprendizado, são propostas pedagógicas atualmente difundida em salas de aulas. Em suas obras, teoria e prática e articulam.
Baseia-se teorias biossociais do desenvolvimento da criança e do curso natural de evolução e que necessita de um meio enriquecedor para estimular as suas potencialidades. Insiste na questão hereditariedade/meio, e o papel da família, onde a criança agiria sobre trações hereditários que forneceria como base para a formação da personalidade e das aptidões.
Sua obra educacional destaca-se pelo valor que colocou nas condições do desenvolvimento infantil; destaca o caráter global da atividade da criança e a função de globalização do ensino.
Sua teorias têm um fundamento psicológico e sociológico e podemos resumir os critérios de sua metodologia no interesse e na auto-avaliação. Promove o trabalho em equipe, mas, mantendo a individualidade do ensino com o fim de preparar o educando para a vida. A ausência de ideais religiosos é uma das características de seu modelo pedagógico.
Para ele, a educação não se constitui em uma preparação para a vida adulta; a criança deve aproveitar sua juventude e resolver as dificuldades compatíveis ao seu momento de vida. Como pressuposto básico postulava que a necessidade gera o interesse, verdadeiro móvel em direção ao conhecimento. Essas necessidades básicas do homem em sua troca com o meio, seriam: a alimentação, a defesa contra intempéries, à luta contra perigos e inimigos e o trabalho em sociedade, descanso e diversão.
Desse pressuposto deriva sua proposta de organização da escola.
Seu método, mais conhecido como centros de interesse, destinava-se especialmente às crianças das classes primárias. Nesses centros, a criança passava por três momentos:
Os centros de interesse são grupos de aprendizado organizados segundo faixas de idade dos estudantes. Eles também foram concebidos com base nas etapas da evolução neurológica infantil e na convicção de que as crianças entram na escola dotadas de condições biológicas suficientes para procurar e desenvolver os conhecimentos de seu interesse. "A criança tem espírito de observação; basta não matá-lo", escreveu Decroly.


Metodologia
Decroly foi um dos precursores dos métodos ativos, fundamentados na possibilidade de o aluno conduzir o próprio aprendizado e, assim, aprender a aprender. Alguns de seus pensamentos estão bem vivos nas salas de aula e coincidem com propostas pedagógicas difundidas atualmente. É o caso da idéia de globalização de conhecimentos — que inclui o chamado método global de alfabetização — e dos centros de interesse.
O objeto de estudo de Decroly, é a observação de crianças praticando atividades em seu meio, aprendendo a fazer, onde tentativas e descobertas através das necessidades do aluno e etapas de desenvolvimento. Por isso, a escola deveria lidar com interesses e necessidades primários das crianças e a escola se adequaria as suas necessidades básicas.
Sua base metodologia seria:
A globalização de conhecimento: método global de alfabetização e centros de interesses
O princípio de globalização de Decroly se baseia na idéia de que as crianças apreendem o mundo com base em uma visão do todo, que posteriormente pode se organizar em partes, ou seja, que vai do caos à ordem. O modo mais adequado de aprender a ler, portanto, teria seu início nas atividades de associação de significados, de discursos completos, e não do conhecimento isolado de sílabas e letras.
O modo mais adequado de aprender a ler, seria ter seu início em atividades associadas de significados, de discursos completos e não do conhecimento de sílabas e letras. Este caráter global na vida intelectual onde um conhecimento segue a outro sucessivamente.
Para ele, as unidades de globalização que se chama de centros de interesses – grupos de aprendizados organizados segundo a faixa de idade dos estudantes, concebidos com base na evolução neurológica infantil. São centros de interesses: a criança e a família, a criança e a escola, a criança e o mundo animal, a criança e o mundo vegetal, a criança e o mundo geográfico, a criança e o universo, que devem ser determinados de acordo com as quatro necessidades primordiais da criança: alimentação, abrigo, defesa e produção.
Para ele, as necessidades geram o interesse e só este leva ao conhecimento.influenciado pelas idéias de natureza de Jean Jacques Rousseau, Decroly atribuía as necessidades básicas à determinação da vida intelectual.
As atividades e as disciplinas escolares devem gerar em torno destes centros de interesses e cada um deles seguem –se de três etapas de aprendizagem:
- observação: direta das coisas, não por meio de lição nem em um momento determinado da técnica educativa,, nem de técnica educativa, pois, deve ser considerada como uma atitude, chamando a atenção do aluno constantemente.
- associação das coisas observadas: permite que o conhecimento adquirido pela observação seja entendido em termos de tempo e espaço; em termos de tempo e espaço.
- expressão do pensamento da criança pela por esse meio a criança poderia externar sua aprendizagem, através de qualquer meio de linguagem, desenho, modelagem e outros trabalhos manuais, integrando conhecimentos de maneira globalizada integrando os conhecimentos adquiridos. A expressão seria a culminância do processo e nela pode-se destacar:
Expressão concreta (materialização das observações e criações pessoais; se traduz em
desenho livre, trabalhos manuais...).
Expressão abstrata (materialização do pensamento através de símbolos e códigos
convencionais; apresenta-se no texto livre, linguagem matemática, musical...).
Linguagem múltiplas: Após a observação e a associação, a linguagem (expressa) ganha uma a tenção grandiosa pra Decroly. Seus métodos e atividades têm por objetivo desenvolver os atributos da criança.a observação é compreendida como uma atitude contínua no processo educativo., com matéria concretos e acessíveis.
A associação permite que o conhecimento adquirido pela observação seja entendido e termos de espaço e tempo, classificando, comparando,.
Na expressão a criança compartilha o que aprende.
A linguagem se amplia em expressões orais, corporais, desenhos, construção e arte, não como copia, mas como expressão de seu pensamento. Ampliando assim, dissociava a idéia de inteligência da capacidade de dominar a linguagem convenciona, valorizando expressões concretas como trabalhos manuais, esportes e desenhos
Com a ampliação do conceito de linguagem, que a lingüística viria a corroborar, Decroly pretendia dissociar a idéia de inteligência da capacidade de dominar a linguagem convencional, valorizando expressões "concretas" como os trabalhos manuais, os esportes e os desenhos.
"O meio natural é o verdadeiro material intuitivo capaz de estimular forças escondidas da criança"


Escola Escolas que são oficinas para o corpo e a mente

Nos centros de interesses, os alunos escolhem o que querem aprender, que constroem o próprio currículo, segundo a sua curiosidade, conduzindo sua formação desde os primeiros anos de escola, sem a separação tradicional entre as disciplinas, nada mais que a interdisciplinaridade e os projetos atuais
.As salas de aulas são semelhantes a oficinas e laboratórios onde alunos observam, analisam, manipulam, experimentam, confeccionam, colecionam materiais e informações sobre eles.
Das necessidades de comer pode surgir curiosidade sobre alimentos, da historia de um preparo dos mecanismos econômicos da agricultura e do comercio.
As atividades manuais (jogos e brincadeiras), esportes, ,exercícios ao ar livre em grupo são estimulados. A escola deve ser vista como uma sociedade em miniatura com função preventiva para garantir a formação intelectual, física e moral e a cidadania,
A aprendizagem deve ser prazerosa, defendia liberdade de iniciativa e responsabilidade pessoa e social, respeito singular de cada um e das diferenças.


Outras propostas:
-formação de classes e homogêneas pela necessidade e aprendizagem;
-diminuição do numero de alunos nas classes;
-programas de ensino partindo da necessidade da criança;

pontos positivos:
a postura do professor como auxiliar do desenvolvimento livre e espontâneo do aluno, intervindo se necessário ou só quando solicitado, em carater democrático.

Ponto negativos:
As necessidades básicas defendidas por ele seria de adultos e não de crianças;.
Aquisição de conhecimentos determinados,onde o ensino-aprendizagem onde o conhecimento trabalhado nos centros seriam organizados pelos conhecimentos contidos nas matérias escolares e o ensino continuaria sendo o conteúdo predeterminado pelo professor e pala instituição.
-o carater conteudista de busca alternativa de manter os eixos da escola e´ o que fundamenta os pilares de século de aplicação do conhecimento.
A aprendizagem deve ser prazerosa, defendia liberdade de iniciativa e responsabilidade pessoa e social, respeito singular de cada um e das diferenças.

Semelhanças e influências Da necessidade nascem os interesses
O conceito de interesse é fundamental no pensamento de Decroly. Segundo ele, a necessidade gera o interesse e só este leva ao conhecimento. Fortemente influenciado pelas idéias sobre a natureza intrínseca do ser humano preconizadas por Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), Decroly atribuía às necessidades básicas a determinação da vida intelectual. Para ele, as quatro necessidades humanas principais são comer, abrigar-se, defender-se e produzir.
Decroly assemelha-se com Montessori, pois ambos são formados em medicina, encaminhando estes trabalhos para deficientes mentais e acreditavam em aproveitar aptidões naturais de cada faixa etária, tendências piagentianas e de Rousseau.
Ao contrário de Montessori, que atendia individualmente em sala de aula, Decroly preferia trabalhos coletivos e a escola deveria preparar para o convívio social. Alem que para Montessori, as crianças deveriam ser recebidas em ambientes preparados para tornar produtivo os impulsos naturais e Decroly trabalhava elementos reais saídos do dia-a-dia.
Nesta época as idéias darwianas de desenvolvimento dos organismos e do desenvolvimento infantil natural de interesses e necessidades foram inspirações para vários educadores.
Com Dewey ele herdou a universalização do ensino.
Seus centros de interesses e o aprendizado prazeroso foram aspectos que influenciaram posteriormente Celestin Freinet.

Bibliografia
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP
Revista Nova Escola, a revista do professor, editora Abril,dezembro de 2003, pp. 32 a 34 
A) Narrado na primeira pessoa, por João Valério. A ação desenvolve-se em Palmeira dos Índios. João Valério, o personagem principal, introvertido e fantasioso, apaixona-se por Luisa, mulher de Adrião, dono da firma comercial, onde trabalha. O caso amoroso é denunciado por uma carta anônima, levando o marido traido ao suicídio. Arrependido, e arrefecidos os sentimentos, João Valério afasta-se de Luisa, continuando, porém como sócio da firma. O título do Livro, Caetés, é a aproximação que faz o Autor com selvagem caeté, devorando o Bispo Sardinha (1602-1656) numa correspondência simbólica com a antropofagia de João Valério "devorando" Adrião, o rival. João Valério, é ao mesmo tempo, homem e selvagem: "Não ser selvagem! Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora? Quatrocentos anos de civilização, outras raças, outros costumes. É eu disse que não sabia o que se passava na alma de um caeté! Provavelmente o que se passa na minha com algumas diferenças." B) APRECIAÇÃO B1) Caetés dá a impressão , quanto ao estilo e análise, de deliberado preâmbulo; um exercício de técnica literária mediante o qual pôde aparelhar-se para os grandes livros posteriores. Publicado em pleno surto nordestino (1933),contrasta com os livros talentosos e apressados de então pelo cuidado da escrita e o equilíbrio do plano.

Dá idéia de temporão, de livro nascido aos dez meses, espiritualmente vinculado ao galho já cedido do pós-naturalismo, cujo medíocre fastígio foi depois de Machado de Assis e antes de 1930 . Nele, vemos aplicadas as melhores receitas da ficção realista tradicional, quer na estrutura literária , quer na concepção da vida. APRECIAÇÃO B2) A atmosfera geral do livro se liga também à lição pós- naturalista, onde encontramos a celebração dos aspectos mais banais e intencionalmente anti- heróicos do quotidiano. A intenção do autor parece Ter sido horizontalizar ao máximo a vida dos personagens, as relações que mantém uns com os outros. Exceto o narrador, João Valério, os demais são delineados por meio de aspectos exteriores, em que se vão progressivamente revelando. O autor não apenas procura conhecê-los através do comportamento , como se revela amador pitoresco da morfologia corporal, definindo-lhe o modo de ser em ligação estreita às características somáticas: fisionomia, tiques, mãos, papada de um olho esbugalhado de outro, barbicha de um terceiro. Apresenta-os por esta edição de pequenos sinais externos, completando-os aos poucos no decorrer do livro, não sem alguma confusão, que requer esforço do leitor para identificar os nomes chamados à baila. E assim vemos de que modo a minúcia descritiva do naturalismo colide neste livro com uma qualidade que se tornará clara nas obras posteriores: a discrição e a tendência à elipse psicológica, cujo correlativo formal é a contenção e a síntese do estilo. "Com a pena irresoluta, muito tempo contemplei destroços flutuantes. Eu tinha confiado naquele naufrágio, idealizara um grande naufrágio cheio de adjetivos enérgicos, e por fim me aparecia um pequenino naufrágio inexpressivo, um naufrágio reles. E outro: dezoito linhas de letra espichada, com emendas." A vocação para a brevidade e o essencial aparece aqui na busca do efeito máximo por meio dos recursos mínimos, que terá em São Bernardo a expressão mais alta. E se Caetés ainda não tem a sua prosa áspera, já possui sem dúvida a parcimônia de vocábulos, a brevidade dos períodos, devidos à busca do necessário, ao desencanto seco e humor algo cortante, que se reúnem para definir o perfil literário do autor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
VYGOTSKY, Lev. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

No livro Formação Social da Mente – Vygotsky tem por objetivo caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se desenvolveram durante a vida do indivíduo e enfatiza três aspectos:
• Relação entre seres humanos e o seu ambiente físico e social.
• Novas formas de atividade que fizeram com que o trabalho fosse o meio fundamental de relacionamentos entre o homem e a natureza e as conseqüências psicológicas dessas formas de atividade.
• A natureza das relações entre o uso de instrumento e desenvolvimento da linguagem.
O estudo do desenvolvimento infantil começou a ser feita por comparação à botânica, associado à maturação do organismo como um todo. Como maturação por si só, é um fator secundário e não explica o desenvolvimento de formas mais complexas do comportamento humano, a psicologia moderna passou a estudar a criança a partir dos modelos zoológicos, isto é, da experimentação animal.
Segundo Vygotsky, o momento de maior significado no curso do desenvolvimento intelectual, que dá origem às formas puramente humanas de inteligência prática e abstrata, acontece quando a fala e a atividade prática estão juntas.
A criança, antes de controlar o próprio comportamento, começa a controlar o ambiente com a ajuda da fala, produzindo novas relações com o ambiente, além de uma nova organização do próprio ambiente. A criação dessas formas caracteristicamente humanas de comportamento produz o intelecto, e constitui a base do trabalho produtivo: à forma especificamente humana do uso de instrumento.
Experiências feitas por Vygotsky concluíram que a fala da criança é tão importante quanto a ação para atingir um objetivo. Sua fala e ação fazem parte de uma mesma função psicológica complexa, dirigida para a solução do problema em questão.
Conclui-se também que quanto mais complexa a ação exigida pela situação e menos direta a solução, maior a importância que a fala adquire na operação como um todo.
“Essas observações, me levam a concluir que as crianças resolvem suas tarefas práticas com a ajuda da fala, assim como dos olhos e das mãos”. (Vygotsky)
A criança quando se confronta com um problema mais complicado, apresenta ótima variedade complexa de respostas que incluem tentativas diretas de atingir o objetivo, uso de instrumentos, fala dirigidas as pessoas ou que simplesmente acompanha a ação e apelos verbais direto ao objeto de atenção. O desenvolvimento da percepção e da atenção, o uso de instrumentos e da fala afeta várias funções psicológicas:
 Operações sensório-motoras e atenção – cada uma das quais é parte de um sistema dinâmico de comportamento.
Para o desenvolvimento da criança principalmente na primeira infância, o que se reveste de importância primordial são as interações com os adultos (assimétricas), portadores de todas as mensagens de cultura. Nessa interação o papel essencial corresponde aos diferentes sistemas semióticos seguida de uma função individual: começam a ser utilizado como instrumentos de organização e de controle do comportamento individual.
A abordagem dialética, admitindo a influência da natureza sobre o homem, afirma que o homem, por sua vez, age sobre a natureza e cria, através das mudanças por ele provocadas, novas condições naturais para a sua existência. Essa posição representa o elemento-chave da abordagem de estudo e interpretação das funções psicológicas superiores FPS, do homem e serve como base dos novos métodos de experimentação e análise.
Com relação à interação entre aprendizado e ensino – O aprendizado é considerado um processo puramente externo que não esta envolvido ativamente no desenvolvimento, simplesmente se utilizará dos avanços do desenvolvimento ao invés de fornecer um impulso para modificar seu curso.
Para Vygotsky não existe melhor maneira de descrever a educação do que considerá-la como a organização dos hábitos de conduta e tendências comportamentais adquiridos. O aprendizado não altera nossa capacidade global de focalizar a atenção, ao invés disso, desenvolve várias capacidades de focalizar a atenção sobre várias coisas.
Numa abordagem sobre a zona de desenvolvimento proximal, o ponto de partida da discussão é o fato de que o aprendizado das crianças começa muito antes delas freqüentam a escola.
A zona de desenvolvimento proximal é resumidamente à distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independe de problemas e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob orientação de um adulto.
O brinquedo tem um papel marcante para desenvolvimento, o brinquedo não é uma atividade pura e simples de prazer a uma criança, pois há outras atividades que dão mais prazer, como o habito de chupar chupeta, em relação aos jogos que marcam a perda e ganho com freqüência e é acompanhado pelo desprazer da perda. A criança em idade pé-escolar envolve-se num mundo ilusório para resolver suas questões e considera essencial e reconhece a enorme influência do brinquedo no desenvolvimento da criança.
O brinquedo não é o aspecto predominante da infância, mas um fator muito importante do desenvolvimento, demonstra o significado da mudança que ocorre no desenvolvimento do próprio brinquedo, de uma predominância de situações imaginárias para as predominâncias de regras e mostra as transformações internas das crianças que surgem em conseqüência do brinquedo. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Parte I O narrador - protagonista Mandrake e seu sócio judeu Wexler mantêm um escritório de advocacia. Às vezes perdem suas causas, outras ganham (exemplo: o caso da cafetina Miriam). Recebem a visita da prostituta Gisela, ameaçada de morte por Roberto Mitry (tentara chantageá-lo com uma fita de vídeo). Não aceitam o caso por se tratar de chantagem. R. Mitry tenta contratá-los em seguida, para recuperar a fita; paga qualquer preço. No dia seguinte, Gisela aparece morta. Dois dias depois, sua amiga massagista Danusa - ambas estranguladas e com letra P desenhada a faca na bochecha. Alfredo (marido de Danusa) conta a Mandrake sobre a relação das moças com Cila (ou Laura Lins, dona da butique Messina e de um bom apartamento), aventureira que chegara do NE para "subir na vida". Na casa de Laura Lins, alertado pela empregada do "sumiço da patroa", o detetive chama o delegado e amigo de faculdade, Raul. Arrombam a porta e acham Laura morta. Ao sair, Mandrake leva uma carta recém-chegada, através da qual descobre que ela tem um amante e uma amante: Rosa Leitão, casada com o vice-presidente do Banco Aquiles, mas não consegue localizá-la. Raul procura-a inutilmente na boate Lesbos, do anão preto José Zakkai, o "Nariz de Ferro", inescrupuloso, vaidoso e falador (cita constantemente pensamentos próprios, que atribui a escritores ou pessoas de renome).

Mandrake e Wexler conversam sobre o passado de Mandrake e a situação do escritório (ausências contínuas do primeiro), quando chega Bebel, filha de Rosa Leitão, propondo-se a levar Mandrake até a mãe, que se escondera num sítio em Itaipava. Apesar de Wexler ser contra a idéia de Bebel para o tal sítio acabam indo. Passam a noite juntos e encontram Rosa no dia seguinte. Ela conta a história de Cila e o estabelecimento da relação entre ambas. Mostra ressentimento contra a amante morta e diz que não imagina quem a matou. Talvez o amante "coronel". Rosa conversa com a filha Bebel. No jardim, Mandrake pensa em Ada, que quer casar-se com ele e ter filhos, e na gata Elizabeth, a "dona" do seu apartamento (o mundo precisa mais de gatos que de gente). Ele ama Ada, mas não consegue ser-lhe fiel. No Rio, sai com Ada para jantar. Na volta, são surpreendidos no apartamento por dois homens à procura da fita de vídeo. Um deles esfaqueia Mandrake no abdômen e sevicia (violenta) Ada com o cabo da faca. Os dois vão parar no hospital. Mandrake quer vingança. Pede a Hermes (ex-sargento do exército, que livrara da prisão) especialista no manejo de armas brancas, que lhe ensine a arte do Percor ("perfurar" e "cortar"). Ficam quites. Lê e treina muito. Deixa a barba crescer. Ada volta para a casa dos pais, em Pouso Alto. Uma semana depois, o namorado vai atrás dela. Volta sozinho, chamado por Raul. Identifica Camilo Fuentes (boliviano bruto, forte, que odeia brasileiros e é matador profissional) como o homem que os feriu (usava um cordão de ouro com um unicórnio, presente de Berta). Sem provas concretas, Camilo é libertado e viaja para a Bolívia. É seguido pela polícia federal, que pretende flagrá-lo traficando cocaína. Mandrake resolve segui-lo disfarçado. No trem Mandrake encontra Camilo no restaurante com duas prostitutas, Zélia e Mercedes. Aproxima-se da Mercedes, a mais velha, quando os outros dois se retiram para a cabine. Apresenta-se como comprador de gado. Mercedes finge que acredita. Começa a informá-lo sobre o boliviano e acabam ficando juntos. Camilo Fuentes odeia os brasileiros, pois seu tio Miguel lhe contara que um deles havia assassinado seu pai. Desconfia de Mandrake e de Mercedes (bebe, mas nunca se embriaga). Odeia Rafael (o outro matador de aluguel, que o chama de China), mas vai encontrá-lo para tratarem de "negócios" em Quijarro e depois em Puerto Suárez. Encontram-se todos no "Dancing Days". Sentindo-se seguidos, adiam os negócios: Mateus manda Fuentes matar Mandrake e volta com Rafael para o Rio. Mandrake, após segui-los até o aeroporto, vai ao restaurante de Alberto e fica conhecendo sua história. De volta ao quarto, encontra Mercedes com o pescoço quebrado: ela fora descoberta por Fuentes, lutaram e ela o cegara, sendo morta. Chama a polícia e depois acompanha o enterro. No cemitério, fica sabendo que Mercedes era agente federal e que ele, com sua bisbilhotice, estragara o plano da captura de Fuentes. De volta a São Paulo, antes de entrar no apartamento, na Av. São João, Camilo Fuentes procura o jornaleiro Benito, que o avisa que ele está sendo vigiado. Decide ir ao Rio e combinam um encontro no cine Marabá, daí a quinze dias. No Rio procura um oftalmologista, que lhe recomenda um transplante de córnea, pois não enxerga mais com o olho ferido. Conhece Míriam em um supermercado e gosta dela. Apesar de brasileira e ex-cafetina. Volta a São Paulo, mas encontra Benito morto no apartamento. Vai ao cine Marabá, onde percebe uma armadilha para pegá-lo. Mata dois homens, mas antes fica sabendo que foram contratados por Mateus ("queima de arquivo"), a mando do Chefe. Mandrake é procurado por José Zakkai ("Nariz de Ferro"), o anão negro, que lhe conta sua história: "Já cuspiram e cagaram em mim. Ou eu morria ou virava essa maravilha que sou" (pg. 151). Por dever favores a Raul, o anão procura Mandrake e o avisa sobre a lista de "queima de arquivo" da Organização (tóxicos, diversões eletrônicas, mulheres, rede de fast-food e de pornografia). Fazem o jogo do "sim" e do "não", mas Mandrake deixa a última pergunta para outra oportunidade e não aceita a aliança proposta. Zakkai vai em busca de Camilo Fuentes e os dois se unem para enfrentar o Escritório Central (Org. Aquiles). Começa a "briga" entre Ada e Bebel por Mandrake. Parte II Inicia-se com um "flash-back" para explicar a origem da família Lima Prado e da Organização Aquiles. 1845: José Joaquim de Barros Lima nasce no Rio, filho de imigrantes portugueses. O pai é carvoeiro, mas o filho vira bacharel em Coimbra. Aos 42 anos casa-se com Vicentina Cintra, filha do senador Abelardo Cintra. Sua banca de advogado prospera com a abolição e a república. Trava amizade com políticos e escritores ilustres, mas tem uma frustração literária: não consegue ser reconhecido como grande poeta. Também se frustou como político: morre na véspera de tomar posse como ministro do S.T.F.(Supremo Tribunal Federal). Sua maior frustração provém das duas filhas, que não o amam: Maria do Socorro leva vida dupla: à noite veste-se de homem, chama-se Mário e freqüenta prostitutas em bordéis. Acaba assassinada por uma delas. A outra filha, Laurinda, casa-se grávida aos 16 anos com José Prescilio Prado, de dezessete anos e sobrenome próspero. Após a morte do pai sustenta a mãe no Rio. Laurinda vive em São Paulo e tem três filhos - Fernando, Maria Augusta e Maria Clara. Torna-se patronesse das artes, recebe escritores, artistas e amantes, patrocina revistas literárias. O marido perde fortunas no pôquer e no vício (drogas), suicidando-se no aniversário de casamento (31 anos de casados). Laurinda vende sua mansão na Av. Paulista e muda para o Rio, com os três filhos: Maria Augusta casa-se com um "nobre" francês, Bernard Mitry, que a abandona e ao filho Roberto; Maria Clara era doente mental, uivava feito lobo e vivia presa no porão; Fernando, casado com Luísa Montillo, vive de um emprego modesto na prefeitura do Rio. Seu filho, Thales Lima Prado, guarda cioso um livro de 500 páginas sobre a vida da família Prado (Retrato de família, de Basílio Peralta, 1949) e sonha tornar-se escritor famoso. Enquanto isso, torna-se banqueiro famoso e presidente da Organização Aquiles. Desde os 19 anos, a avó Laurinda, que o adora, dissera-lhe não ser ele filho de Fernando, mas de Bernard Mitry. Segundo ela, só Thales teria escapado do destino trágico da família Prado. Como presidente da poderosa organização, corrompe políticos, "lava" dinheiro proveniente do tráfico de drogas e outros serviços escusos. Mantém hábitos estranhos e defende as idéias de Hitler e do nazismo. Ordena a Mateus a "queima de arquivos": o primo Roberto Mitry (fita de vídeo), Mandrake, Fuentes e o anão Zakkai, que ameaça seu poder. Rafael inicia o "trabalho" com R. Mitry, Titi e Tatá, duas ninfetas com quem este dormia depois de uma festa pesada" em seu apartamento. O crime triplo repercute na imprensa muito mais que as matanças nas favelas. No clube, Lima Prado conversa com um senador sobre "negócios" e sai para encontrar-se com Mônica, com quem faz sexo anal. Tornam-se amantes. Na verdade, Thales (ou Ajax) é filho de Fernando com a irmã louca. Daí a preferência da avó por ele. Pensa na loucura. Fuentes e Miriam querem começar nova vida. Ela conta a ele sobre o advogado Mandrake. Camilo e Zakkai encontram-se em um circo. O casal muda para uma casa na ladeira Madre de Deus (tentando fugir). Camilo e Zakkai encontram Rafael em seu sítio. Torturam-no (comer barata) e o anão o mata com uma tesoura. Acham a fita. Zakkai assiste ao vídeo e liga para Thales Lima Prado, que combina um encontro: Hermes vai buscar a fita, mas é morto por Camilo Fuentes. Thales, acuado, suicida-se enfiando uma faca na axila. Deixa seus cadernos de anotações na mesa da cozinha, ao lado de uma garrafa de álcool. Mandrake é abandonado pelas três mulheres. Lilibeth, Bebel e Ada (que viaja com Wexler). Miriam visita o advogado para contar sobre a morte de Camilo Fuentes e para devolver-lhe o unicórnio de ouro. Mandrake decifra os cadernos de Lima Prado, que a polícia não conseguira entender, e soluciona a trama: Thales, em busca da fita, matou as prostitutas e marcou-as com o P. Rosa Leitão, que ascendera socialmente até se casar com o vice-presidente do banco e tornar-se amante do presidente da Organização, assassinou Cila por ciúme, ao flagrá-la com outra mulher. Todos os outros crimes foram atribuídos à "queima de arquivos". Zakkai assume o controle da Holding que controlava a Pleasure, a Fun e a Fastfood, separando-se do banco. Procurado por Mandrake, responde à terceira pergunta de Mandrake (O que havia na fita? - Nada, só risquinhos). Bebel volta para Mandrake. Falam de amor.

Personagens

* Mandrake: narrador-personagem. Advogado com tendências a detetive, solteirão irresistível às mulheres, extremamente sedutor. Aprecia vinhos finos e charutos. Foi menino introvertido e solitário. Embora tenha fobia a sangue, inicia-se na arte do PERCOR (perfurar e cortar), mas não consegue encontrar-se na arte do amar ("amo aqueles que me amam"). Cinismo disfarça insegurança.
* Ada: namorada "oficial" de Mandrake, corpo bonito e atlético, acaba desencantando-se e optando pela serenidade de Wexler.
* Wexler: advogado judeu, sócio de Mandrake. Apaixonado por Ada, mantém-se ético até o final, quando sai de viagem levando Ada junto.
* Thales Lima Prado: Chefe da Organização criminosa "Escritório Central", constitui-se no grande vilão do livro. Foi militar. Ao tentar escrever um livro sobre a família Prado, descobre-se filho incestuoso e sua personalidade começa a desintegrar-se na loucura. "Patrocina" a grande maioria dos assassinatos do livro, suicidando-se no final (como o Ajax mitológico).
* José Zakkai (o Nariz de Ferro): Anão negro, feio e inescrupuloso. Sai do esgoto para tornar-se "uma maravilha". Vive citando pensamentos e atribuindo-os a escritores e filósofos, para simular erudição. Ambicioso, torna-se o principal adversário de Thales, a quem trai para conseguir a direção dos braços da organização ligados ao tráfico, jogo e prostituição.
* Roberto Mitry: primo de Thales, que o usava para desviar recursos ao exterior. Cultivava aberrações sexuais (sado-masoquismo). É assassinado na "queima de arquivos".
* Camilo Fuentes: matador boliviano que odeia brasileiros. Esfaqueia Mandrake e sevicia Ada com o cabo de sua faca. Frio e cuidadoso, bandeia-se para o lado de Zakkai. Morre fuzilado (queima de arquivo).
* Hermes: professor na arte do PERCOR, quando militar, assassinou um superior e foi defendido por Mandrake, a quem dá aulas para livrar-se da dívida. É morto por Camilo Fuentes.
* Rafael: membro da Organização, é assassino cruel. Ao mesmo tempo, cultiva rosas. É assassinado por Zakkai, com uma tesoura.
* namoradas de Mandrake: Ada, Bebel, Lilibeth, Berta.
* prostitutas: Miriam (cafetina), Gisela, Danusa, Cila, Titi e Tatá...
* mulheres arrivistas: Rosa Leitão, Laura Lins (Cila)
* a família Lima Prado (avós, filhos e netos), de trágica linhagem.

Tempo

Embora procure seguir certa cronologia, apresenta vários cortes: em função das informações fragmentárias que o narrador vai recolhendo sobre os crimes; apresenta cortes cinematográficos e simultaneidade de cenas; há um grande "flash-back" no início da Parte II para que a genealogia da família Prado seja conhecida.

Espaço

* Rio de Janeiro: a alta e a baixa sociedade, convivendo violentamente em busca de riqueza e poder.
* São Paulo - Cuiabá - Bolívia - Pouso Alto (MG).

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