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BIOGRAFIAS RELACIONADAS A EDUCAÇÃO - MAKARENKO
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Pitágoras já
acreditava na magia dos números, além deles estarem intimamente conectados à natureza. Foi ele
quem revelou as principais características dos números, como por exemplo, o
número 1 – este era o início de tudo. O legado desse matemático grego vai muito
além do famoso “Teorema de Pitágoras”. A ele, devemos a criação da palavra
“filosofia” (= amor pela verdade) e “matemática” (= aquilo que é aprendido). Mario Livio demonstra detalhadamente a
importância do “Teorema de Pitágoras”, assim como a interessante afirmação de
que os babilônios já conheciam a tripla pitagória (i. e, o quadrado sobre a
hipotenusa é claramente igual em área à soma dos dois quadrados menores).
Ainda, atribui-se a Pitágoras e aos pitagóricos a descoberta das progressões
harmônicas nas notas de escala musical, por observar que os intervalos musicais
e o tom das notas correspondiam aos cumprimentos relativos das cordas que
vibravam.

O mais
interessante, é a ligação de Pitágoras com o Phi – ou Fi –. Phi é também
conhecido por “Número Áureo”, “Proporção Divina” ou “Razão Divina”.
Recentemente, tem vindo à tona todo seu potencial, tendo sido explorado em
alguns romances e filmes. Ainda assim, o Phi é menos conhecido do que o Pi.
Aliás, Phi foi assim chamado pelo matemático americano Mike Barr, em homenagem
ao famoso arquiteto grego Phidias, porquanto a “Razão Áurea” era conhecida pela
legra grega ‘tau’, que significava “o corte”. E o que é essa “Razão Áurea”?
Simplesmente esse número - cujo valor é
infinito, mas seus primeiros números são 1,618... – aparece nos mais diversos
lugares: em uma maçã cortada pela sua circunferência (as sementes estão
arrumadas em um padrão de estrelas de cinco pontas – o pentagrama. Cada um dos
cinco triângulos isóceles que formam as pontas do pentagrama tem a propriedade
de que a razão entre o comprimento de seu lado mais comprido e do mais curto (a
base) é igual à Razão Áurea); em uma
rosa; em um náutilo...

Mario Livio
afirma que a origem do Phi com os pitagóricos, tem como base o pentagrama (o
número representava a união do primeiro número feminino, 2, com o primeiro
número masculino, 3e como tal, era o número do amor e do casamento) – que tem
relação estreita com o pentágano regular. Em resumo, pode-se obter uma
progressão infinita, desenhando um pentragrama dentro de um pentágono.

Há mais
surpresas interessantíssimas, como a Seqüência de Fibonacci. Não há espaço para
explicar algo tão complexo, mas a seqüência criada por Leonardo de Pisa –
conhecido como Fibonacci – é: 1,1,2,3,5,8,13,21,34..., tendo como base a soma
dos dois números anteriores. Fibonacci descobriu essa seqüência quase por
acaso, quando propôs um probleminha de reprodução de coelhos. Logo descobriu-se
que essa seqüência está presente nos mais diversos campos – desde o crescimento
de pétalas em flores, da proporção logarítmica da concha do náutilo, até o
padrão logarítmico da formação das estrelas. Foi o matemático e astrônomo
Johannes Kepler que descobriu que a razão entre dois números de Fibonacci
consecutivos converge para a Razão Áurea.

O livro de
Mario Livio é bastante atrativo, mesmo para aqueles que não apreciam
matemática. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O romance se inicia com a narração de alguns casos insólitos - Joana Carda e a vara de negrilho, Joaquim Sassa e o arremesso de uma pedra ao mar, José Anaiço e os estorninhos e Pedro Orce e o tremor da terra e Maria Guavaira e o fio de lã - onde são interligados mais adiante na narrativa. A Península Ibérica acaba por se soltar do continente europeu. Joaquim Sassa fica sabendo do fenômeno ocorrido com José Anaiço, indo em sua procura para saber a correlação desses fatos com a desagregação da Península. Joaquim Sassa e José Anaiço partem em Dois Cavalos ( carro de Joaquim Sassa ) rumo à Venta Micena (Espanha) à procura de Pedro Orce , que sente constantemente a terra tremer. As autoridades, comprovando tal fenômeno, e, embora não consigam explicá-lo, pedem a Pedro Orce que não comente isso com ninguém. No encontro dos três, viajam à região fronteiriça da Espanha com a França para verem o fenômeno. Decidem por ir à Lisboa. A caminho da capital portuguesa, fazem uma pequena estada em Albufeira. O caos nesta e noutras cidades se torna generalizado. A população, sem ter moradia, começa a invadir os hotéis, que estão vazios por falta de turistas. Choques entre o povo e as tropas do governo geram um clima de intranqüilidade.

A parcela rica da Península ibérica acaba por abandoná-la, levando consigo boa parte de seus capitais por receio dos movimentos populares que aconteciam. Ao chegarem à Lisboa, hospedam-se no Hotel Bragança. O fenômeno dos estorninhos chama a atenção da imprensa, que descobre os nossos protagonistas. Manchetes nas redes de televisão, rádios e jornais levam as autoridades a buscarem Joaquim Sassa e Pedro Orce para averiguações. Joana Carda vai ao encontro do grupo por ser portadora de outro fenômeno (aludido no início do enredo). Joana Carda hospeda-se no Hotel Borges. O grupo empreende uma viagem à Ereira, onde Joana passou a viver depois de separada e se dá o fenômeno da vara de negrilho. Inicia-se um romance entre Joana e José Anaiço. Ao chegarem ao local do risco, encontram o Cão Constante, carregando um fio de lã azul à boca, que se junta ao grupo, afeiçoando-se a Pedro Orce. Os quatro seguem o cachorro que os leva à região da Galiza, hospedando-se no caminho na casa de Joaquim Sassa no Porto. O destino do grupo é a casa de Maria Guavaira, viúva há três anos, portadora de outro fenômeno: "... não fiz mais do que desmanchar uma meia velha, dessas que serviam para guardar dinheiro, mas a meia que desmanchei daria um punhado de lã, ora o que aí está corresponde à lã de cem ovelhas, e quem diz cem diz cem mil, que explicação se encontrará para este caso,...". Começa um idílio amoroso entre Maria Guavaira e Joaquim Sassa . O rádio noticia a probabilidade de colisão entre a Península e o arquipélago de Açores. Inicia-se outra etapa da viagem, em direção ao oeste peninsular. A viagem é feita pelo grupo em uma galera, pois Dois Cavalos não funcionara mais. Maria Guavaira conduz a galera que é puxada inicialmente por um, posteriormente por dois cavalos (Pigarço e Alasão). A evacuação do leste português é generalizada, deixando cidades abandonadas e a população em desespero. Os governos português e espanhol se mostram ineficientes quanto ao amparo desse grande contigente de emigrantes. Já distantes da Europa, os Estados Unidos e o Canadá se preparam para dar as boas vindas à Península, começando a idealizar as novas relações estrangeiras entre esses dois grupos. Acontece o inesperado - a Península acaba por se desviar do arquipélago de Açores, mudando naturalmente seu curso ao norte. Todos reiniciam o retorno às suas casas. Nossos viajantes, entretanto, resolvem continuar viajando - agora em direção aos Pirineus. As duas mulheres do grupo acabam por ter relações com Pedro Orce, o que provoca um clima instável nos viajantes. Os viajantes permanecem juntos,mesmo com um certo ressentimento que predominava. Chegam ao fim da Península, extasiados com o espetáculo natural que presenciam. A Jangada de Pedra pára. Portugal fica voltado aos Estados Unidos e a Espanha para a Europa. Pedro Orce ainda afirma que a terra treme, o que acaba por se confirmar com a retomada do movimento peninsular, que fica a girar em torno de seu próprio eixo durante um mês. "Dois Cavalos seguia devagar (...), agora os viajantes demoravam-se nos lugares (...)". Por essa ocasião, as mulheres percebem que estão grávidas, não sabendo ao certo sobre a paternidade. O grupo encontra Roque Lozano, o qual viera em seu burro ( Platero) para ver o desregramento. Roque Lozano junta-se aos viajantes para retornar à sua casa (Zufre), como era idéia de todos. A Península começa a vagar rumo ao sul. Os Estados Unidos perdem o interesse de antes pelos povos peninsulares, onde "todas" as mulheres ficam grávidas. Joana Carda tem pressentimentos quanto a Pedro Orce . Este morre no momento em que a galera pára e ele não sente mais o tremor da terra. O grupo descansa para retomar a viagem. O tempo da narrativa é psicológico. Embora haja referências cronológicas, elas não predominam, além de serem em grande parte imprecisas. O espaço é a Península Ibérica a vagar pelo Oceano Atlântico. Os narradores são múltiplos e alternados (variando entre 10 pessoa do singular e plural e 30 pessoa ), o que anula um pouca a presença do narrador tradicional. Personagens principais: Joana Carda Portuguesa divorciada que mora na região de Ereira. Ao riscar o chão com uma vara de negrilho, os cachorros de Cerbère começam a ladrar, ação que não faziam a séculos. Joaquim Sassa Português (Porto), trabalha em um escritório, estando de férias por uma praia ao norte de Portugal. Lança uma pesada pedra no mar, espantando-se com a grande distância que ela vem a tomar antes de afundar. José Anaiço Português (Ribatejo) com o ofício de professor que fica sendo acompanhado constantemente por uma nuvem de estorninho. Pedro Orce Próximo dos sessenta anos, espanhol da região de Orce, farmacêutico no vilarejo de Venta Micena. Ele sente a terra tremer enquanto que os sismógrafos não conseguem detectar nenhum tremor. Maria Guavaira Habitante da região rural da Galiza, puxa um fio azul de lã de uma meia que se multiplica exageradamente em comprimento. É este fio, através do cão Constante, que traz os outros personagens acima à sua casa. A linguagem e o estilo da obra O autor se utiliza de períodos e parágrafos muito longos (estes chegando às vezes a uma página ou mais). Há uma total erradicação dos sinais de pontuação (usando predominantemente a vírgula e o ponto). As falas de narrador e personagens são às vezes confundidas, onde o uso do discurso indireto livre é bastante influenciador. A metalinguagem também se faz presente no romance, onde se percebe leves doses de ironia. Dividida em 23 capítulos, a obra preserva o português lusitano (imposição do autor aos países de língua portuguesa), fazendo-se valer de expressões populares típicas de Portugal. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No capítulo “A abordagem inatista-maturacionista” autoras abordam a perspectiva pscológica “inatista-maturacionista” que entende os fatores hereditários ou de maturação como determinantes para as aptidões individuais e de inteligência. È nesse contexto que surgem o francês Alfred Binet e o norte-americano Arnold Gessell que orientam seus estudos para descrever comportamentos e habilidades típicas de cada faixa etária, ou seja, o que é próprio para cada idade. São esses experimentos que Binet utilizará para a construção dos testes para determinar a idade mental e o quociente de inteligência (QI) da criança. Gessell por outro lado emprega câmeras cinematográficas para registrar os comportamentos da criança e assim estabelece comportamentos típicos de cada faixa etária. Desse modo, a criança “normal” deve apresentar tais comportamentos tenha nascido em qualquer lugar e época. A abordagem inatista-maturacionista marca a relação entre psicologia científica e a educação. No Brasil o primeiro teste para avaliar a prontidão de crianças para alfabetização foi desenvolvido por um educador e colocou em destaque as noções de prontidão, maturidade e aptidão que englobam a teoria.


FONTANA, Roseli; CRUZ, Nazaré. Psicologia e Trabalho Pedagógico. Atual, 1997
Informações bibliográficas
PSICOLOGIA E TRABALHO PEDAGOGICO
Título PSICOLOGIA E TRABALHO PEDAGOGICO
Autores ROSELI FONTANA, NAZARE CRUZ
Editora ATUAL EDITORA
ISBN 8570569025, 9788570569028
Num. págs. 232 páginas
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Agustina Bessa-Luís é considerada uma das maiores revelações da literatura moderna e contemporânea de Portugal. A Sibila, romance de 1954, recebido com entusiasmo pela crítica, torna-se o ponto de partida para uma vasta obra voltada para temas universais que, ao mesmo tempo, inserem-se nas vertentes do nacionalismo português, bem como do regionalismo. Em A Sibila, a autora casa perfeitamente os tempos passado e presente, colocando as dúvidas, as angústias e os problemas mais substanciais que determinam a rigidez de personagens que afloram em um espaço agrícola tipicamente regional. No plano da intriga, trata-se da reconstrução da trajetória da família Teixeira e de sua casa secular que caminha da decadência/ruína ao ressurgimento grandioso/triunfal. Situada no norte de Portugal, a casa de Vessada é o motivo primeiro para o registro de situações que ocor rem tanto entre as paredes, quanto nas redondezas da casa. As situações vividas e descritas revelam gradativamente o sistema de valores que rege um universo fechado. Ao mesmo tempo deixam entrever a visão de mundo dos homens e mulheres que povoam esse universo, notadamente a partir de uma força que emanado lado feminino: sob a gestão de mulheres fortes e destemidas, capazes de lutar para o reerguimento de seu patrimônio. O poder de mando da mulher vai se revelando e se efetivando após um incêndio da casa. Quina (Joaquina Augusta) é o destaque do clã feminino, Germa (Germana), sua herdeira que serve de ponte para o futuro. Ao morrer, Quina lega a Germa suacontinuidade (herança) porque em ambas existe a coincidência do estado de equilíbrio. São uma espécie de sibila, detentoras de secretas potências, "alguma coisa que ultrapassa o humano". veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Escola,Leitura e produção de Textos apresenta uma classificação simples e precisa dos textos que estão sendo produzidos na atualidade,estando articulada com uma proposta didática para que as crianças venham a ser boas leitoras e escrevam corretamente e com autonomia.As autoras propõem que se trabalhe de forma construtiva com erros e que sejam criadas situaçãoes de contato,exploração e reflexão sobre a produção de textos que permitam aos alunos otimizar seu aprendizado,aproveitando ao máximo suas possibilidades.

Escola,Leitura e Produção de Textos

KAUFMAN, Ana Maria e RODRIGUES, Maria Helena- "Escola, leitura e Produção de Textos" Ed. Artmed.
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A implantação de ciclos institui o regime de progressão continuada que determina uma re-significação ao processo de avaliação e da aprendizagem dos alunos, alem de uma nova concepção dói processo de aquisição e produção do conhecimento, como processo de construção, onde o aluno é sujeito da ação constrói significados a partir de relações dos homens com o mundo entre si. Além dissom, provoca um confronto copm a lógica dominante da instituição escolar.

Condições para êxito:
• Agrupar alunos segundo idade cronológica e novel de progresso;
• Avaliação contínua de alunos e professores;
• Existência de programas que promovam diversidade de ensino;
• Adaptação da escola ao nível de desenvolvimento de seus alunos.

Recursos:
• Infra-estrutura escolar para os agrupamentos;
• Profissionais com possibilidade de trabalhar instrumentado de avaliação diagnosticas;
• Disponibilidade de tempo docente;
• Manutenção de registro sistemático do desenvolvimento de cada aluno
na LDB 9394, no artigo 23, há alternativas pra organização do ensino. A implantação requer uma reflexão coletiva e construção de novas propostas e respostas que garantam a democratização do ensino. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Machado de Assis

Escritor brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, considerado o mais importante escritor da prosa realista da literatura brasileira. De origem humilde passou a infância e a adolescência no morro do Livramento, órfão de mãe e sob os cuidados da madrasta, Maria Inês.

Fez os estudos primários numa escola pública do bairro de São Cristóvão e foi aluno do padre Silveira Sarmento, que o contratou como sacristão. Interessou-se então pelo estudo de línguas e aprendeu francês, inglês e alemão. Consta que aprendeu francês com a senhora Gallot, dona de uma padaria., e latim com o vigário quando foi sacristão de Lampadosa. Iniciou sua carreira de escritor após empregar-se na Livraria e Tipografia Paula Brito onde conheceu escritores e jornalistas.

Aos 16 anos publicou seu primeiro poema: Ela, no jornal Marmota Fluminense, da empresa Paula Brito. A partir daí (1855) colaborou no Correio Mercantil, Diário do Rio de Janeiro, Jornal da Tarde (Ressurreição, 1872), Semana Ilustrada, O Globo (A mão e a luva, 1874), Jornal das Famílias (Histórias românticas e Relíquias de casa velha, 1874-1876), Gazeta de Notícias, na Revista Brasileira e em O Cruzeiro (Iaiá Garcia, 1878), periódicos onde publicou boa parte de sua obra inicial.

Seu primeiro livro em prosa foi Crisálida (1864). Nomeado ajudante do diretor do Diário Oficial (1867), dois anos mais tarde casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta português Faustino Xavier de Novais, que teve importância decisiva na sua vida, pois ao longo dos 35 anos de uma vida conjugal harmoniosa, o escritor teve o apoio e a serenidade necessária para a criação de sua obra.

No serviço público foi nomeado primeiro-oficial da secretaria do Ministério da Agricultura, Viação e Obras Públicas (1873) e oficial de gabinete do ministro da Agricultura (1880), passou à categoria de oficial da Ordem da Rosa (1888) e a diretor-geral da Viação (1892). Fundou, com outros intelectuais, a Academia Brasileira de Letras (1896), da qual foi eleito o seu primeiro presidente (veja Nota Especial a seguir).

Embora tenha cultivado quase todos os gêneros literários: poeta, teatrólogo, cronista, crítico literário, etc. Destacou-se essencialmente como contista, onde produziu algumas obras-primas como nas coletâneas Contos Fluminenses (1870), Histórias da Meia-Noite (1873) Papéis avulsos (1882), Histórias sem data (1884), Várias histórias (1896), Páginas recolhidas (1899) e Relíquias de casa velha (1906).

Como romancista os mais impressionantes foram Helena (1876), Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), O Alienista (1882), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1900), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908). Como dramaturgo escreveu 13 comédias ligeiras, as peças que escreveu, destacando-se Tu só, tu, puro amor e Lição de botânica.

Como poeta os destaques foram Crisálidas (1864), Falenas (1870), Americanas (1875) e Ocidentais (1879-1880). Após a morte da esposa (1904), sua genialidade entrou em decadência. Presidente da ABL, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa. Foi o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Era noite de novena no arraial e havia uma procissão. Quando a reza acabou, aconteceu um rápido leilão. Depois disso toda a gente foi embora, mas o leiloeiro ficou na barraca, comendo amendoim, no meio do povo bêbado do fim da festa. Além deles, havia duas prostitutas, Angélica (negra) e Siriema (branca). Os homens começaram a disputá-las, como se elas também estivessem em leilão. Nesse momento, Nhô Augusto (Augusto Matraga) berrou para o leiloeiro, oferecendo 50 mil réis por Siriema. O povo, então, incentivou-o a levar a prostituta branca. Ele pegou-a pelo braço e os dois saíram. Ela quis ficar com outro homem e até ameaçou um choro, mas acabou se rendendo a ele. Quando a levou para casa e acendeu a luz, percebeu que ela era muito magra e disse: ?Que é? ? Você tem perna de Manuel-Fonseca, uma fina e a outra seca!? , mandando a rapariga embora. Depois disso, desceu a ladeira sozinho e esbarrou com Quim que trazia um recado de Dona Dionóra, sua esposa, pedindo que ele voltasse para casa. Ele disse a Quim Recadeiro que não iria lá. Quando Dona Dionóra soube a resposta, teve vontade de chorar pelo desprezo do marido e por sua desdita. Ela conhecia e temia os repentes de Nhô-Augusto que não se importava nem com a filha Mimita de dez anos. Ela sabia que ele tinha outros prazeres e outras mulheres, mas aceitava, pois havia contrariado toda a família para se casar com ele. Outro homem já tinha aparecido em sua vida, mas ela sabia que se fugisse Matraga a mataria.
Quando recebeu a notícia, Matraga decidiu ir atrás, mas seus homens não quiseram ir com ele, pois ele devia dinheiro para todos. Além do mais, sua fama no lugar não era muito boa. Apesar de tudo isso, ele decidiu matar Ovídio, mas antes quis vingar-se do Major Consilva e de seus capangas que não quiseram acompanhá-lo na busca da esposa. Chegou, então, à chácara do major, porém, os capangas o espancaram até que ele caísse. No meio desses homens, estava o camarada de quem ele havia ganhado a prostituta Siriema. Quando ele já estava caído, o major mandou que o matassem. Eles o arrastaram até o rancho do Barranco. Antes de matá-lo, esquentaram o ferro dos gado e marcaram sua pele com as iniciais do Major Consilva. Nessa hora, ele levantou gritando e se jogou do barranco. Os capangas o consideraram morto e colocaram uma cruz no local.
Um homem negro que morava perto dali foi até ele e o levou para seu casebre. Nhô-Augusto pediu que o matassem, mas, dias depois, retomou a consciência. Quando ficou bom, pensou em ir para o sertão com o casal samaritano que o socorreu e viajaram para o povoado do Tombador. Um dia, passou pela região Tião de Thereza, um velho conhecido de Nhô-Augusto, dando notícias de sua família: Dona Dionóra, continuava amigada com Seu Ovídio e sua filha caíra na vida com um homem desconhecido. O Quim Recadero havia morrido de ?morte matada? porque tentou vingar-se dos capangas que pensava terem matado Nhô. Ao ouvir tudo isso, Matraga repetia para si mesmo que sua hora havia de chegar. Por causa disso, no dia seguinte, fez muita caridade para não perder seu lugar no céu.
Nhô foi até o chefe, Joãozinho Bem-Bem, e ofereceu sua casa para que ele ficasse bem hospedado. Todos conversaram muito durante a noite e o chefe do bando, na hora de ir embora, convidou Nhô para ir com eles, mas ele recusou. Apesar disso, os invejou depois, porque não tinham que pensar na salvação da alma e podiam andar no mundo sem vergonha. Pensou bem e considerou que essa história de andar em penitência era andar pra trás e, por isso, decidiu retornar aos seus antigos caminhos. Voltou a beber e a sentir saudades das mulheres. Alguns dias depois, despediu-se e foi embora em um jegue emprestado pelo amigo Rodolphio Merêncio. Onde o jegue o levou ele foi e entraram em um arraial onde, por coincidência, estava a jagunçada de Joãozinho Bem-Bem. Nhô foi recebido pelo grupo com muita satisfação.
João ia matar um homem para vingar a morte do Jumentinho, seu colega de bando. O homem implorou pela vida, clamando por Deus e, quando viu essa cena, Nhô interveio, alegando que pedido em nome de Nosso Senhor e da Virgem tinha que ser respeitado. Joãozinho sentia-se preso a Nhô por respeito e não soube o que fazer. Seu bando, entretanto, liderado por Teófilo Sussuarana, caminhou para cima de Matraga. João também foi para a briga se agrediram. Por fim, Nhô-Augusto cortou a barriga do chefe do bando, condenando-o à morte. Preocupado com a salvação de Joãozinho, Matraga pediu que ele se arrependesse de seus pecados, mas não ouviu resposta, pois este morreu em seguida. Nhô estava muito machucado, mas pediu que chamassem um padre. O povo, por sua vez, agradecia, dizendo que Deus o mandou ali para salvar as famílias. Diziam: ?Foi Deus quem mandou esse homem no jumento, por mor de salvar as famílias da gente!...?. Por isso, era chamado de herói e santo por todos, pois ninguém antes tivera coragem para enfrentar Joãozinho Bem-Bem.
Um primo de Matraga estava no lugar e o reconheceu. Ele pediu a esse parente que colocasse a bênção em sua filha e que dissesse a Dionóra que estava tudo em ordem. Depois disso, morreu. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A sombra do Romariz é uma pequena alfinetada no hábitos políticos do tempo. Nela um tipógrafo explica que não trabalha à noite porque se lembra de um revisor chamado Romariz que morreu quando, em 1890, empastelaram um jornal monarquista no qual trabalhava, deixando a família do pobre na miséria. Carta de um Defunto Rico é a carta escrita pelo defunto José Boaventura da Silva dizendo o quão feliz ele está por estar livre da sociedade e de suas pressões. Fala um pouco de como os homens lidam com a morte: "enterros... são feitos por vivos para os vivos." Como o "Homem" Chegou é uma crítica a burocracia. Numa delegacia do interior um delegado manda um louco em um carro blindado. Mas o médico que vai com ele é tão "intelectual" que ao cabo de uma viagem de dois anos, com total falta de cuidado com o louco e um excesso de preocupação técnica, o paciente chega morto. Eficiência Militar é uma "historieta chinesa" onde o vice-rei do Cantão gasta muito para equipar seu exército às custas do povo trabalhador chinês. Fim de um Sonho é um cavalheiro contando a efemeridade do luxo, já que ele tinha ricos amigos e passava noites luxuosas até que o clube onde jogava fechou e um de seus amigos foi preso. Foi buscar Lã... O autor começa retratando o Praxedes, advogado nortista, que finge ter muito dinheiro e faz uma ostentação exagerada.

Em seguida acontece um crime e o negro "Casaca", empregado da vítima, é preso como suspeito. Praxedes vai defende-lo, embora nunca defenda causas criminais. A vítima, que havia ficado em estado de choque, recuperada, entra e revela que o verdadeiro criminoso é o próprio Praxedes. Lourenço o Magnífico é um novo-rico que lucrou com a guerra. Gasta grandes somas com a esposa e com obras de arte e tem um solene desprezo pelo pobre. Manel Capineiro é habitante de uma favela que Lima Barreto descreve. Manel sobrevive colhendo capim e entregando-o com seus dois bois. Português, Manel é um português que gosta da terra e dos animais. Um trem mata os dois. Lima Barreto faz uma análise dessa população carente do Rio de Janeiro. Milagre de Natal é uma apresentação de temas de Lima Barreto: o casamento por interesse; a burocracia inepta; a mania brasileira de aristocracia. Nele a filha de um burocrata casa com agregado do pai que é promovido no Natal, logo após anunciar que escreveria um livro sobre Direito Administrativo. Miss Edith e Seu Tio São um casal inglês que chega a uma pensão do Rio e mantém-se arrogantemente, distantes. Todos na pensão sentem aquela suposta superioridade, não só física mas intelectual e moral. No final, uma das empregadas flagra Edith saindo do quarto do "tio". O cemitério é o relato de um homem passa por um cemitério e observando as lápides, comparando-as à sociedade. Em seguida, observa um túmulo de uma mulher e põe-se a imaginar como ela era viva, chegando sentir luxúria pela morta. O falso D. Henrique V é uma crítica à história do Brasil. Conta os fatos que cercaram a proclamação da República da Bruzundanga (ver Os Bruzundangas toda a corrupção que se seguiu e da revolta popular que restabeleceu ao trono o herdeiro do rei, o jovem D. Henrique. Com o detalhe que o verdadeiro estava morto há anos. Mas este D. Henrique governa e, já velho, proclama ele mesmo a República. O Filho da Gabriela ficou órfão aos seis anos. Gabriela era empregada numa casa onde o casal sem filhos vivia hipocritamente em matrimônio. Batizado de Horácio, ficou morando com os padrinhos (os patrões mãe) e cresceu quieto. E assim passaram os anos, com Horácio sempre quieto. Aos poucos vai se afastando do padrinho que não gosta dele. Quando acaba o conto, está febril na cama. O Homem que sabia Javanês não o sabia realmente. O conto é um relato de um amigo a outro sobre uma das espertezas que usou para sobreviver: fingir saber javanês e ensiná-lo. Logo aprendeu o alfabeto e meia dúzia de palavras e pôs-se a ensinar o velho que o contratou; logo já "lia" em javanês para o velho (que desistira de aprender) e publicava sobre Java. Foi nomeado cônsul e representou o Brasil em uma reunião de sábios; deu palestras e publicou pelo mundo sobre Java. No final do conto ainda estava em cargos consulares por "saber" javanês.O Jornalista Nabor de Azevedo é o instrumento de um tema importante de Lima Barreto: a imprensa maléfica de sua época. Nabor vive em uma cidade pequena e, em sal ganância e vaidade, cria uma notícia: põe fogo numa casa. Tudo para vencer o concorrente. Mas tudo fica tão óbvio que ele é pego. O meu Carnaval é Valentim descrevendo como, após se "voluntariar" para a para a Guarda Nacional e "doar" o dinheiro para a caixa do regimento, passa o Carnaval servindo seu corrupto oficial e acaba preso por guardas que não acreditam que ele realmente faz parte da Guarda. O Número da Sepultura de sua avó foi o que Zilda escolheu para jogar no bicho. Zilda é uma jovem dona de casa suburbana num casamento monótono com Augusto. Sua avó lhe diz em sonho para jogar no número de sua sepultura, 1724, e ela joga no bicho e ganha. Augusto fica feliz e há festa, mas no mês seguinte é ele que paga o aluguel. Aqui aparece de novo a versão de Lima Barreto do casamento: quase um contrato entre duas pessoas, feito de curiosidade e conveniência ao invés de amor. O pecado é uma crítica ao preconceito racial: São Pedro examina uma alma e vê um digno de sentar-se a direita do trono por toda eternidade, mas como o escriturário nota, é a alma de um negro e deve ir ao Purgatório... O Tal Negócio de "Prestações" Arruina José. Após ganhar no jogo do bicho ele distribui dinheiro para a esposa e as filhas, que se endividam com prestações para futilidade com que acaba tendo de arcar. O Único Assassinato de Cazuza foi um tanto banal: ele matou um pinto quando tinha sete anos. Mas o que transparece no conto é o valor que o autor dá à vida e ao horror que ele tem de tirá-la. Dá também alfinetadas nos assassinatos políticos, comuns na época. Quando ela deu o sim, Mas... é a crítica de Lima Barreto aos aproveitadores de seu tempo. nele João Cazu, um malandro jogador de futebol (esporte que Lima Barreto desprezava), tenta se aproveitar de Ermelinda, viúva com quem quer casar apenas para ter uma empregada. Ela aceita, mas antes diz que ele tem que arranjar emprego, etc. e ele sai e não mais volta. Três Gênios de Secretaria é uma pequena crítica de Lima Barreto aos três tipos de burocrata: o honesto e insípido, o desonesto e simpático e o pior: o ameba, inútil, vazio, metido a literato, parasita da sociedade e produto típico de uma burguesia tola e falsa. É importante notar que este conto é "escrito por Augusto Machado", o mesmo autor ficcional de Vida e Morte de M.J. Gonzaga de Sá. Um e outro é sobre Lola, uma espanhola que emigrou pobre para o Brasil, abandonou o esposo e tronou-se amante de luxo do homem que fora seu patrão. Mas apesar de todos os seus amantes ricos e poderosos, gosta mesmo é do rude chofer que dirige o carro luxuoso em que passeia. Quando vai ao encontro dele, após um hiato de uma semana, este revela que deixou de dirigir o carro de luxo para dirigir um táxi. Ela imediatamente perde a atração que sentia em relação a ele, muito interligada ao carro que ele dirigia. Então ela deita-se com ele, repugnada, pela última vez. Um Especialista é o diálogo de dois abastados portugueses de meia-idade sobre mulheres. Um deles prefere as brancas estrangeiras, o outro as mulatas e negras. Este último vai relatando sobre uma que conheceu nos últimos dias, muito bonita, que ao final da história é mostrada como sendo sua filha. Um que Vendeu a Alma o fez por pouco: 20$000. Nesta anedota Lima Barreto critica o pouco valor que tem os homens (o cara se vende por uma ninharia) e a capacidade do ser humano de entregar o que lhe há de mais pessoal. A Nova Califórnia é uma crítica a ganância. Nele, um químico misterioso aparece na cidade de Tubiacanga. Anos depois de sua chegada, faz uma experiência na qual transforma ossos humanos em ouro. Ele convida três testemunhas (o farmacêutico, um fazendeiro e o coletor) para o ato , o realiza e depois desaparece da cidade. Então, os túmulos do cemitério da cidade, o "Sossego", começam a ser violados. Quando depois de um escândalo prendem dois violadores, eles mostram ser duas das testemunhas. O fujão é o farmacêutico. Quando a população descobre, vai até a casa do farmacêutico que promete divulgar a fórmula do dia seguinte. Assim, naquela madrugada a população inteira se esgueira para o cemitério para violar tantos túmulos quanto puderem (e ter tanto ouro quanto puderem depois). O que acontece é uma carnificina que deixa no cemitério em uma noite mais mortos que em seus 30 anos anteriores. O único que não se mete na confusão é um bêbado da cidade, que calmamente sobra na cidade-fantasma. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Makarenko e a pedagogia socialista

o professor soviético, Anton Makarenko, 1888-1939, propõe a escola baseada no trabalho produtivo. A escola seria uma comunidade, um coletivo que produza bens econômicos.
Os Educandos fazem parte de uma comunidade de vida. Sua liberdade se acha limitada pelos interesses do grupo. O coletivo é uma célula da grande sociedade comunista. No coletivo não se a prepara para a vida, mas vive-se através do trabalho, da disciplina e do sentimento do dever, que constituem as bases da solidariedade humana. A vontade do grupo deve prevalecer sobre a vontade individual.
A União Soviética enfrentou o problema de organizar uma sólida estrutura educativa estatal,. A escola seria única de sete anos, depois estendida para dez anos. Deu-se ao ensino um caráter politécnico, para familiarizar os alunos com as bases cientificas e os aspectos técnico-práticos das atividades produtivas industriais e agrícolas. A educação tornou-se gratuito. Para a reorganização da educação, as idéias de Makarenko foram de grande utilidade e predominaram não só na organização das escolas, mas também na organização da juventude comunista e em outras associações de jovens.
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo,SP veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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