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Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, como mostrou Gonçalves Dias, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio. D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata. Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão.

A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem. Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio. Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo. Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar "in loco" contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado. Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro (a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília) consegue heroicamente salvar Peri. Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés. Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo. Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor. O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses. Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas. A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira... veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Segunda Fase do Modernismo. Saga tem como subtítulo "Um Testemunho Humanista", é narrado em primeira pessoa e é dividido em quatro partes. "Círculo de giz" é a primeira das quatro partes ; mostra Vasco Bruno, o personagem principal, ao chegar na Espanha durante a Guerra Civil para lutar nas forças governistas contra as do general Francisco Franco (que se tornou, após vencer esta guerra, um dos mais cruéis ditadores da história e colaborou com Hitler na segunda Guerra) na Brigada Internacional. Vasco vai treinando para se tornar um guerreiro apesar de abominar a violência e vai conhecendo amigos: o chileno Garcia, obcecado por Cervantes, a quem passa a abominar de certo modo após constatar um certo sadismo; Axel, o escandinavo muitas vezes avesso às mulheres que acaba morto e mutilado na sua frente, que diz a frase que inspirou o título do livro: "a vida é a mais estranha de todas as sagas"; DeNicola, o sargento experiente que tanto os ensinou; Green, o americano que torrou sua fortuna e lutava com coragem e acabou fuzilado por tentar reunir uma fuga; Brown, o negro do Sul dos Estados Unidos que tinha pensamentos estranhos sobre a morte e agonizou lentamente na última batalha de Vasco; Pepino, o palhaço sem graça que é fuzilado por violar uma menina catalã. Vasco é ferido duas vezes: na primeira vez um tiro na perna sem muita gravidade o deixa em Barcelona, onde conhece uma jovem desconhecida chamada Juana com quem tem o caso e nunca mais vê; na segunda, durante a batalha onde morre Sebastian Brown, é ferido na perna e no pulmão. Após este último conhece um doutor e, assim como na última vez que esteve num hospital, sente saudades ainda mais fortes de casa. Por fim não volta ao fronte e fica a ajudar pessoas que sofrem com a guerra em Barcelona. Por toda esta parte da história Vasco, um artista (pintor) avesso a violência, sente saudades de casa e de sua amada Clarissa, o horror à guerra (retratada com muito realismo), observa tipos humanos, filosofa sobre a miséria, sente a morte perto e percebe que, apesar de ter pulado o círculo de giz (ele se sentia como um peru que, preso a um círculo de giz, sente-se irremediavelmente preso) que o prendia, caiu apenas dentro de outro. A segunda parte, "Sórdido Interlúdio", é um único capítulo relatando a estada de Vasco Bruno no campo de concentração de Argelès-sur-Mer, em meio a espanhóis e estrangeiros, numa miséria e sofrimento que faz os vivos invejarem os mortos. Vasco pena neste campo até que é chamado pelo alto-falante, no fim do capítulo. "O Destino bate à porta" é a terceira parte. Narrado por Vasco assim como todas as outras partes, mostra sua chegada a Porto Alegre no começo de 1939 (onde é questionado pelas autoridades por suspeita de comunismo) e o reencontro com Clarissa. Vasco reencontra velhos conhecidos: Fernanda, Noel, Seixas e Pedrinho. Fernanda, casada com Noel, recebeu uma herança logo antes de Vasco partir para a Espanha e fundou uma revista infantil, um hospital infantil e alugou um cinema. Seixas é o velho médico da família que morre semanas após a chegada de Vasco. Pedrinho é o irmão de Fernanda, preso num casamento infeliz, que parasita a irmã assim como a família da esposa, tão infiel quanto ele. Acaba assassinado pelo amante da esposa após provocar briga. A partir de certo ponto desta parte Vasco passa a narrar tudo sob a forma de diário, aparecendo então o tempo entre 16/05/1939 a 21/10/1939 cronologicamente mais exato. Vasco sente os fantasmas da Guerra, as mudanças que passou nela, uma opressão da vida na cidade e de seus cidadãos, as disputas mercantilistas (Almiro Cambará, rival de Fernanda nos cinemas, a ataca baixamente em seu jornal; Vasco e ele brigam) e uma vontade de voltar à vida simples com contato com a terra como seu vizinho de cama no hospital de Barcelona havia sugerido. No final Vasco casa-se com Clarissa e decide ficar na chácara de campo de Fernanda. "Pastoral", estruturado como "Sórdido Interlúdio", é o exato oposto daquela parte: a vida de Vasco com Clarissa no campo, felizes, ela grávida, ambos a sonhar com um mundo melhor. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro conta a história do Major (ele não era, apenas o chamavam, mas vem a se tornar mais tarde) Policarpo Quaresma, um nacionalista exaltado e ufanista que romantiza todo o Brasil. Na primeira parte da história tenta fazer um a revolução social de costumes, é considerado louco e internado. Na segunda torna-se fazendeiro e planeja reformas nacionais tendo como base a agricultura. Na terceira se envolve nas Segunda Revolta da Armada, no lado governista e planeja mudanças políticas. Ao defender alguns prisioneiros, passado a revolta, é preso e supostamente fuzilado no final. Toda a história apresenta os funcionários corruptos, ineficientes e bajuladores, a preguiça, a incompetência, a falsidade e a traição no cenário político-social brasileiro. Várias histórias passam-se no pano de fundo, notavelmente as de Ismênia e Olga, duas jovens muito distintas que encaram de modo diferente o casamento. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bom-Crioulo é o apelido de Amaro, escravo fugido que se torna marinheiro. Ele desenvolve um relacionamento homossexual com Aleixo, jovem grumete. Eles arranjam um sótão para seus encontros na casa de Carolina, amiga de Amaro. Quando este é transferido, passam a se desencontrar e Carolina seduz Aleixo. Amaro, que estava hospitalizado, doente e fraco quando antes era forte, descobre que ele havia se tornado amante de Carolina e mata-o. Nem homófobo nem homófilo, este romance apresenta a imparcialidade naturalista típica. O relacionamento dos dois é retratado como outro qualquer e Aleixo é sempre descrito como "feminino", tornando-se "masculino" só após algum tempo como amante de Carolina. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
O livro principia por uma epígrafe, extraída de uma quadra de desafio, que sintetiza os elementos centrais da obra: Minas Gerais, sertão, bois vaqueiros e jagunços, o bem e o mal: “Lá em cima daquela serra, passa boi, passa boiada, passa gente ruim e boa passa a minha namorada”. Sagarana, compõe-se de nove contos, com os seguintes títulos: - “O BURRINHO PEDRÊS” ” A VOLTA DO MARIDO PRÓDIGO” “SARAPALHA” “DUELO” “MINHA GENTE” “SÃO MARCOS” “CORPO FECHADO “CONVERSA DE BOIS” “A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA” Em sua primeira versão, os contos de Sagarana foram escritos em 1937, e submetidos a um concurso literário (o prêmio ) “Graça Aranha”, instituído pela Editora José Olympio, onde não obtiveram premiação, apesar de Graciliano Ramos, membro do júri, Ter advogado para o livro de Rosa (sob o pseudônimo de Viator) o primeiro lugar (ficou em segundo). Com o tempo, Guimarães Rosa foi depurando (”enxugando”) o livro, até a versão que veio à luz em 1946, reduzindo-a das quinhentas páginas originais, para cerca de trezentas na versão definitiva. O título do livro, Sagarana, remete-nos a um dos processos de invenção de palavras mais característicos de Rosa- o hibridismo. Saga é radical de origem germânica e significa “canto heróico”, “lenda” ; rana vem da língua indígena e quer dizer “à maneira de ” ou “espécie de ” As estórias desembocam sempre numa alegoria e o desenrolar dos fatos prende-se a um sentido ou “moral”, à maneira das fábulas. As epígrafes que encabeçam cada conto condensam sugestivamente a narrativa e são tomadas da tradição mineira, dos provérbios e cantigas do sertão. O BURRINHO PEDRÊS Sete de Ouro, um burrinho já idoso é escolhido para servir de montaria num transporte de gado. Um dos vaqueiros, Silvino, está com ódio de Badu, que anda namorando a moça de quem Silvino gostava. Corre a boato entre os vaqueiros, de que Silvino pretende vingar-se do rival. De fato Silvino atiça um touro e o faz investir contra Badu que, porém, consegue dominá-lo. Os vaqueiros continuam murmurando que Silvino vai matar Badu. A caminho de volta, este, bêbado, é o último a sair do bar e tem que montar no burro. Anoitece e Silvino revela a seu irmão o plano de morte. Contudo, na travessia do Córrego da Fome, que pela cheia transformara-se em rio perigoso, vaqueiros e cavalos se afogam. Salvam-se apenas Badu e Francolim, um montado e outro pendurado no rabo do burrinho. “Sete de Ouros”, burro velho e desacreditado, personifica a cautela, a prudência e a muito mineira noção de que nada vale lutar contra a correnteza. CORPO FECHADO O narrador, médico num vilarejo do interior, é convidado por Mané Fulô, para ser padrinho de casamento. Mané detesta qualquer tipo de trabalho e passa o tempo a contar histórias para o doutor: de valentões; de ciganos que ele, Mané, teria ludibriado na venda de cavalos; de sua rivalidade com Antonico das Pedras, o feiticeiro. Mané possui um cavalo, Beija- Fulô, e Antonico é dono de uma bela sela mexicana; cada um dos dois gostaria muito de adquirir a peça complementar.- Aparece Targino o valentão do lugar, e anuncia cinicamente que vai passar a noite antes do casamento com a noiva de Mané. Este fica desesperado, ninguem pode ajudá-lo, pois Targino domina o lugarejo. Aparece então Antonico e propõe um trato a Mané: vai “fechar-lhe o corpo, mas exige em pagamento o cavalo. Mané só pôde consentir. Em seguida, enfrenta Targino e o mata. O casamento realiza-se sem problema e Mané Fulô assume o posto de valentão, por Ter matado Targino apenas com uma faquinha. E- Minha Gente PERSONAGENS: Doutor: O narrador é o protagonista. Só sabemos que é um “Doutor” por intermédio da fala de José Malvino, logo no início da narrativa: “( Se o senhor doutor está achando qlguma boniteza…”), fora isso, nem mesmo seu nome é mencioando. Santana: Inspetor escolar intinerante. Bonachão e culto. Tem memória prodigiosa. É um tipo de servidor público facilmente encontrável. José Malvino: Roceiro que acompanha o protagonista na viagem para a fazendo do Tio Emílio. Conhece os caminhos e sabe interpretar os sinais que neles encontra. Atencioso, desconfiado, prestitavo e supersticioso. Tio Emílio: Fazendeiro e chefe político, para ele é uma forma de afirmação pessoal. É a satisfação de vencer o jogo para tripudiar sobre o adversário. Maria Irma: Prima do protagonista e primeiro objeto de seu amor. É inteligente, determinada, sibilina. Elabora um plano de ação e não se afasta dele até atingir seus objetivos. Não abre seu coração para ninguém, mas sabe e faz o que quer. Bento Porfírio: Empregado da fazendo de Tio Emílio. É companheiro de pescaria do protagonista e termina assassinado pelo marido da mulher com quem mantinha um romance. O CONTO: O protagonista-narrador vai passar uma temporada na fazenda de seu tio Emílio, no interior de Minas Gerais. Na viagem é acompanhada por Santana, inspetor escolar, e José Malvino. na fazenda, seu tio está envolvido em uma campanha política. O narrador testemunha o assassinato de Bento Porfírio, mas o crime não interfere no andamento da rotina da fazenda. O narrador tenta conquistar o amor da prima Maria Irma e acaba sendo manipulado pro ela e termina casando-se com Armanda, que era noiva de Ramiro Gouvea. Maria Irma casa-se com Ramiro. Histórias entrecuzam-se na narativa: a do vaqueiro que buscava uma rês descagarrada e que provocara os marinbondos contra dois ajudantes; o moleque Nicanor que pegava cavalos usando apenas artimanhas; Bento Porfírio assassinado por Alexandre Cabaça; o plano de Maria Irma para casar-se com Ramiro. Mesmo contendo os elementos usuais dos outros contos analisados até aqui, este conto difere no foco narrativo ena linguagem utilizada nos demais. O autor utiliza uma linguagem mais formal, sem grandes concessões aos coloquialismos e onomatopéias sertanejas. Alguns neologismos aparecem: suaviloqüência, filiforme, sossegovitch, sapatogorof - mas longe da melopéia vaqueira tão gosto do autor. A novidade do foco narrativo em primeira pessoa faz desaperecer o narrador onisciente classíco, entretanto quando a ação é centrada em personagens secundárias - Nicanor, por exemplo - a oniscência fica transparente. É um conto que fala mais do apego à vida, fauna, flora e costumes de Minas Gerais que de uma história plana com princípios, meio e fim. Os “causos” que se entrelaçam para compor a trama narrativa são meros pretextos para dar corpo a um sentimento de integração e encantamento com a terra natal. D - Conversa de bois Sagarana O conto Conversa de Bois está inserido entre aqueles que compõem o primeiro livro do autor: é o penúltimo entre os nove contos que se encontram em SAGARANA, livro publicado em 1946. A marca roseana de contador de “causos” aparece logo no primeiro parágrafo: “Que já houve um tempo em que eles conversavam, entre si e com os homens, é certo e discutível, pois que bem comprovado nos livros das fadas carochas (..) ” O narrador abre a história contando um fato: houve um tempo em que os bichos conversavam entre eles e com os homens e põe em dúvida se ainda podem fazê-lo e serem entendidos por todos: “por você, por mim, por todo mundo, por qualquer filho de Deus?!” Manuel Timborna diz que sim, e indagado pelo narrador se os bois também falam, afirma que “Boi fala o tempo todo”, dispondo-se a contar um caso acontecido de que ele próprio sabe notícia. O narrador dispõe-se a escutá-lo, mas ” só se eu tiver licença de recontar diferente, enfeitado e acrescentando pouco a pouco.” Timborna concorda e inicia sua narração. O narrador nos dirá que o fato começou na encruzilhada de Ibiúva, logo após a cava do Mata-Quatro, em plena manhã, por volta das dez horas, quando a irara Risoleta fez rodopiar o vento. A cantiga de um carro de bois começou a chegar, deixando ouvir-se de longe. Tiãozinho, o menino guia, aparece na estrada: “(…) um pedaço de gente, com a comprida vara no ombro, com o chapéu de palha furado, as calças arregaçadas, a camisa grossa de riscado, aberta no peito(…) Vinha triste, mas batia ligeiro as alpercatinhas, porque, a dois palmos da sua cabeça, avançavam os belfos babosos dos bois de guia - Buscapé, bi-amarelo (…) Namorado, caracú sapiranga, castanho-vinagre tocado a vermelho.(…) Capitão, salmilhado, mais em branco que amarelo, (…) Brabagato, mirim malhado de branco e de preto. (…) Dansador, todo branco (…) Brilhante, de pelagem braúna, (…) Realejo, laranjo-botineiro, de polainas de lã branca e Canindé, bochechudo, de chifres semilunares(…).” O carreiro Agenor Soronho, “Homenzarrão ruivo, (…) muito mal encarado” é apresentado aos leitores. Lá vai o carro de bois, carregado de rapaduras, dirigido por Soronho que tinha um orgulho danado de nunca ter virado um carro, desviado uma rota. Quem ia triste era Tiãozinho, fungando o tempo inteiro, semi-adormecido pela vigília do dia anterior, deixava um fio escorrendo das narinas. Ia cabisbaixo e infeliz: o pai morrera na véspera e estava sendo levado de qualquer jeito: “Em cima das rapaduras, o defunto. Com os balanços, ele havia rolado para fora do esquife, e estava espichado, horrendo. O lenço de amparar o queixo, atado no alto da cabeça, não tinha valido nada: da boca, dessorava um mingau pardo, que ia babujando e empestando tudo. E um ror de moscas, encantadas com o carregamento duplamente precioso, tinham vindo também.” Os bois conversam, tecem considerações sobre os homens: “- O homem é um bicho esmochado, que não devia haver.” Para os bois, Agenor é um bicho: “homem -do-pau-comprido-com-o-marimbondo-na- ponta”. Comentam dele as covardias e despropósitos, sabem que não é tão forte quanto um boi. O carreiro Soronho pára para conversar com uns cavaleiros, entre eles uma moça, que ficam sabendo sobre a morte do pai do menino. Tiãozinho, que já começara a espantar a tristeza, recebe-a toda de volta. Despedem-se e Agenor usa de novo o aguilhão contra os animais. Os bois recomeçam a conversa: “Mas é melhor não pensar como o homem…” Reconhecem que Agenor Soronho é mau; o carreiro grita com eles. Começam a distinguir como trata o menino ( “Falta de justiça, ruindade só.”). Encontram João Bala que teve o carro acidentado no Morro do Sabão; a falta de fraternidade de Soronho não permite que o outro carreiro seja ajudado. Tiãozinho, debaixo do sol escaldante, agora se recorda do pai: há anos vinha cego e entrevado, por cima do jirau: “Às vezes ele chorava, de noite, quando pensava que ninguém não estava escutando. Mas Tiãozinho, que dormia ali no chão, no mesmo cômodo da cafua, ouvia, e ficava querendo pegar no sono, depressa, para não escutar mais… Muitas vezes chegava a tapar os ouvidos, com as mãos. Mal-feito! Devia de ter, nessas horas, puxado conversa com o pai, para consolar… Mas aquilo era penoso… Fazia medo, tristeza e vergonha, uma vergonha que ele não sabia nem por que, mas que dava vontade na gente de querer pensar em outras coisas… E que impunha, até, ter raiva da mãe… (…) Ah, da mãe não gostava! Era nova e bonita, mas antes não fosse… Mãe da gente devia de ser velha, rezando e sendo séria, de outro jeito… Que não tivesse mexida com outro homem nenhum… Como é que ele ia poder gostar direito da mãe?… ” O leitor compreenderá, então, na continuidade do Discurso Indireto Livre que a mãe de Tiãozinho era amante de Agenor Soronho: “Só não embocava era no quartinho escuro, onde o pai ficava gemendo; mas não gemia enquanto o Soronho estava lá, sempre perto da mãe, cochichando os dois, fazendo dengos… Que ódio!…” Os bois se apiadem daquele “bezerro- de- homem” tão judiado e sofredor. Órfão, sozinho, a recordação da mãe não traz conforto. O carreiro, que já fora patrão do pai e seria o patrão do menino, exige-lhe muito mais que suas forças podiam oferecer: “- Entra p¹ra o lado de lá, que aí está embrejando fundo… Mais, dianho!… Mas não precisa de correr, que não é sangria desatada!… Tu não vai tirar o pai da forca, vai?… Teu pai já está morto, tu não pode pôr vida nele outra vez!… Deus que me perdoe de falar isso, pelo mal de meus pecados, mas também a gente cansa de ter paciência com um guia assim, que não aprende a trabalhar… Oi, seu mocinho, tu agora mesmo cai de nariz na lama!… - E Soronho ri, com estrépito e satisfação.” Os bois observam, conversam, tramam. Resolvem matar Soronho, livrando, portanto, o menino de toda a injustiça futura”: “- E o bezerro- de- homem- que- caminha- sempre- na- frente- dos- bois? - O bezerro- de- homem- que- caminha- sempre- adiante vai caminhando devagar… Ele está babando água dos olhos…” Percebendo que Soronho está dormindo, que descansa o aguilhão ao seu lado, combinam derrubá-lo do carro, num solavanco repentino. Matam o carreiro, livram o menino. Quase degolado pela roda esquerda, lá está o carreiro: menos força que os bois, menos inteligência que eles. Tiãozinho está livre, Agenor quase degolado jaz no chão 9 - A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA Nhô Augusto é o maior valentão de todo o lugar, gosta de briga e de deboche, tira as namoradas e mulheres de outros, não se preocupa nem com sua mulher nem com sua filha e deixa sua fazenda arruinar-se, Um dia sobrevém o castigo: A mulher o abandona, seus capangas, mal pagos, põem-se a serviço de seu maior inimigo. Nhõ Augusto quer vingar-se mas não morre. Todo ferido, é encontrado por um casal de pretos que o tratam; aos poucos se restabelece. Matraga começa, então uma vida penitência, com os velhinhos vai longe até um lugarejo bem afastado e lá trabalha duramente de manhã a noite, é manso servidor para todo mundo, reza e se arrepende de sua vida anterior. Um dia, passa o bando do destemido jagunço Joãozinho Bem- Bem, que é hospedado por Matraga com grande dedicação. Quando o chefe dos jagunços lhe faz a proposta de integrar-se à tropa e reber ajuda deles, Matraga vence a tentação e recusa. Quer ir para o céu, “nem que seja a porrete”, e sonha com um “Deus valentão”. Um dia, já recuperada a sua força, despede-se dos velhinhos. Chega a um lugarejo onde reencontra o bando de Joãozinho Bem- Bem, prestes a executar uma cruel vingança contra a família de um assassino que fugira. Augusto Matraga opõe-se ao chefe dos jagunços. No duelo ambos se matam. Nessa hora, Nhõ Augusto é identificado por seus antigos conhecidos. O fragmento que vai se vai ler é a apresentação de Nhõ Augusto. Observe que o personagem tem três nomes: Matraga, Augusto Esteves e Nhõ Augusto. São três os lugares, em que trascorrem as fases de sua vida- Murici, onde vive inicialmente como bandoleiro; O Tombador, onde faz penitência e se arrepende da vida de perversidade ; e o Rala Coco, onde encontra sua hora e vez, duelando com Joãozinho Bem- Bem. Pela estrutura narrativa, pela riqueza de sua simbologia e pelo tratamento exemplar concedido à luta entre o bem e o mal e às angústias, que essa luta provoca em cada homem durante toda a vida, este conto é considerado o mais importante de Sagarana. “Eu sou pobre,pobre,pobre, vou-me embora, vou- me embora.. Eu sou rica, rica, rica vou-me embora, daqui…” (Cantiga Antiga) “Sapo não pula por boniteza, mas porém, por precisão/” (Provérbio Capiau) Matraga não é Matraga, não é nada. Matraga é Esteves. Augusto Estees, filho do Coronel Afonsão Esteves das Pindaíbas e do Saco- da Embira. Ou Nhô Augusto- O homem- nessa noitinha de novena, nim lilão de atrás de igreja, no arraial da Virgem Nossa Senhora das Dores do Córrego do Murici. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
No interior de Minas Gerais, Eugênio, filho de fazendeiros, passa a infância ao lado de Margarida, filha de uma simples agregada da fazenda. Dessa convivência nasce o amor. Para evitar que o caso de amor progrida, os pais de Eugênio o internam em um seminário, obrigando-o a seguir a carreira eclesiática. O tempo passa mas Eugênio não esquece Margarida. Com a ajuda dos padres, seus pais inventam a notícia do casamento da moça, o que desilude Eugênio e o faz decidir-se pela vida de padre.Certo dia,porém, ao voltar para a vila natal, ele é chamado a socorrer uma moça doente. Era Margarida. Ela lhe conta toda a verdade: tinha sido expulsa da fazenda, com a sua mãe, já morta, passava necessidades e não tinha casado com ninguém, pois ainda o amava. A paixão renasce com aquela visita e no dia seguinte os dois entregam-se ao amor.Atormentado pelo remorso, Eugênio se prepara para rezar sua primeira missa quando alguém o chama para encomendar um cadáver que acabou de chegar à igreja. Era o corpo de Margarida. Eugênio não resiste ao choque e na hora da missa enlouquece. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Fogo Morto (1943) é a obra-prima de José Lins do Rego. Como romance de feição realista, esse livro procura penetrar a superfície das coisas e revelar o processo de mudanças sociais por que passa o Nordeste brasileiro, num largo período que vai desde o Segundo Reinado, incluindo a Revolução Praieira e a Abolição, até as primeiras décadas do século XX. O tema central de Fogo Morto é o desajuste das pessoas com a realidade resultante do declínio do escravismo nos engenhos nordestinos, nas primeiras décadas do século XX. O romance conta a história de um poderoso engenho, o Santa Fé, desde sua fundação até o declínio, quando se transforma em "fogo morto", expressão com que, no Nordeste, designam-se os engenhos inativos. Retomando o espírito de observação realista, o autor produz um minucioso levantamento da vida social e psicológica dos engenhos da Paraíba. Em virtude do apego ao cotidiano da região, Fogo Morto apresenta não apenas valor estético, mas também interesse documental. Fogo Morto não se esgota na classificação de romance regionalista, embora essa seja uma noção correta. Há outros componentes importantes na obra, a partir dos quais se pode enquadrá-la numa tipologia consagrada. Talvez o mais ilustre antecedente de Fogo Morto na literatura brasileira seja O Cortiço (1890), de Aluísio Azevedo.

Em que sentido? No sentido de tomar uma personagem coletiva como objeto de análise. Assim como Aluísio investiga o nascimento, vida e morte de um cortiço do Rio de Janeiro, José Lins penetra no surgimento, plenitude e declínio do Engenho Santa Fé, localizado na zona da mata da Paraíba. Com efeito, o engenho parece possuir vida própria, embora suas células sejam as pessoas que o formam. Como análise quer dizer decomposição, o autor decompõe as pessoas como forma de expor a constituição do todo. Por essa perspectiva, Fogo Morto tanto pode ser entendido como um romance social quanto psicológico. Em rigor, uma categoria não existe sem a outra. O livro é forte em ambas as dimensões. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Bento Teixeira Pinto (Português radicado no Brasil) é o autor de Prosopopéia, que foi a obra que propagou o estilo barroco no Brasil e é, também, a primeira obra literária que aconteceu entre nós, sendo, por isto, um marco da nossa literatura. É poema épico, laudatório a Jorge de Albuquerque Coelho, donatário da capitania de Pernambuco, publicado em 1601, em versos decassílabos, dispostos em oitava rima. Freqüentemente imita os Lusíadas e reflete pouco o ambiente da Colônia. Algumas descrições da natureza como "Descrição do Recife de Pernambuco" e "Olinda Celebrada" não permitem atribuir qualquer sentimento de nativismo ao autor, que se situa entre os autores de pouca expressão do barroco brasileiro. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença etnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabjaras e os pituguaras. Pois Arapuã quer se vingar de Martin, que "roubou" Iracema, mas Mertim é amigo de Poti, índio pitiguara, que irá protegê-lo. Além disso, a tribo tabajara alia-se com os franceses que lutam contra os portugueses, que são aliados dos pitiguaras, pela posse do território brasileiro. Com o passar do tempo, Martim começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria, e acaba distanciando-se de Iracema. Esta, por sua vez, já grávida, sofre muito percebendo a tristeza do amado. Sabendo que é o motivo do sofrimento de Martim, ela resolve morrer depois que der à luz ao filho.

Sabendo da ausência de Martim, Caubí, irmão de Iracema, vai visitá-la e dia que já a perdoou por ter fugido e dado às costas à sua tribo. Acaba conhecendo o sobrinho, e promete fazer visistas regulares aos dois. Conta que Araquém, pai de Iracema, está muito velho e mal de saúde, devido à fuga de Iracema. Justo no período que Martim não está na aldeia, Iracema dá luz ao filho, ao qual dá o nome de Moacir. Sofrendo muito, não se alimentando, e por ter dado à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar o filho à Martim. Iracema é enterrada ao pé de um coqueiro, na borda de um rio, o qual mais tarde seria batizzado de Ceará, e que daria também nome à região banhada por este rio. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, peocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas. veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  
Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi, 1746-1827, tentou colocar em prática e desenvolver as idéias de Rousseu sobre a educação, com seu próprio filho, depois dirigindo a que foi a primeira escola profissional para pobres de 1775 a 1780, em seguida os escritos literários defendendo a educação como fator de reforma social de 1780 a 1798 , e , finalmente, tornando-se mestre-escola aos cinqüenta anos, função que exerceu durante vinte anos.
Na obra LEONARDO E GERTRUDES , 1781, descreve a vida simples do povo rural e as grandes mudanças ali verificadas pela inteligência de Gertrudes, uma mulher simples que conquista todos os vizinhos e reforma toda a aldeia través da educação.
Na obra COMO GERTRUDES ENSINA SEUS FILHOS, procura determinas que conhecimentos e que habilidades práticas eram necessários para a criança e como deveriam ser ensinados.
Pestalozzi encara a educação naturalmente segundo o desenvolvimento das crianças, como o principal meio de reforma social. A educação consistia no desenvolvimento moral, mental e físico da natureza da criança, permitindo ao povo a superação de sua ignorância, imundície e miséria.
Os métodos propostos por Pestalozzi foram:
1. a observação ou percepção sensorial, intuição, é a base da instrução;
2. a linguagem deve estar ligada a observação ao objeto ou conteúdo;
3. a época de aprender não é a época de julgamento e critica
4. o ensino deve começar pelos elementos mais simples e proceder gradualmente de acordo com o desenvolvimento da criança, em ordem psicológica;
5. tempo suficiente para assegurar o domínio completo dele pelo aluno;
6. o ensino deve ter por alvo o desenvolvimento;
7. o mestre deve respeitar a individualidade do aluno;
8. o fim principal do ensino é desenvolver e aumentar os poderes da sua inteligência;
9. o saber deve corresponder ao poder e a aprendizagem a conquista de técnicas;
10.
11. as relações entre professor e o aluno devem,m ser baseado no amor;
12. a instrução deve ser subordinada ao fim mais elevado da Educação.
PILETTI, Claudino e Nelson, Filosofia e Historia da Educação, 7.ª edição, 1988, editora Ática, São Paulo, veja os vídeos do Programa Zmaro: Humor inteligente de forma descontraída. Acesse www.Zmaro.com.br  


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